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As células-tronco apresentam capacidade de diferenciação e autorrenovação. Por essa razão, podem ser usadas no tratamento de doenças  degenerativas

As células-tronco destacam-se pela capacidade de se transformar em diferentes tipos celulares, ou seja, são células com grande capacidade de diferenciação. Essas células encontram-se em um estágio em que não estão completamente especializadas, o que permite que elas sejam programadas para desempenhar qualquer função.

Além de sua capacidade de diferenciação, as células-tronco destacam-se por sua capacidade de autorrenovação. Isso quer dizer que essas células são capazes de proliferar-se e gerar outras células-tronco idênticas.

→ Diferentes tipos de células-tronco

Costuma-se classificar as células-tronco em diferentes tipos: células-tronco totipotentes, células-tronco embrionárias, células-tronco adultas e células pluripotentes induzidas.

  • Células-tronco totipotentes: são capazes de formar células de qualquer tecido do corpo, inclusive tecidos embrionários e extraembrionários. Costuma-se dizer que esse tipo de célula é capaz de originar um organismo por inteiro. Como exemplo de células-tronco totipotentes, podemos citar o zigoto e as células provenientes de seu desenvolvimento até a fase de mórula;
  • Células-tronco embrionárias: Essas células são também chamadas de pluripotentes, pois são capazes de transformar-se em qualquer tipo celular de um indivíduo adulto. As células-tronco embrionárias não podem gerar tecidos extraembrionários, sendo esse um critério para diferenciação. Essas células são obtidas do embrião em uma fase de desenvolvimento chamada de blastocisto. Nessa etapa do desenvolvimento, ainda não ocorreu diferenciação celular;
  • Células-tronco adultas: Essas células são também denominadas de células-tronco multipotentes, pois, diferentemente das células-tronco embrionárias e totipotentes, elas não são capazes de se diferenciar em todos os tipos celulares existentes. As células-tronco adultas são capazes apenas de gerar células do tecido que originaram. Esse tipo de célula é obtido, por exemplo, na medula óssea humana e no sangue do cordão umbilical;
  • Células pluripotentes induzidas: Essas células são criadas em laboratório a partir da reprogramação do código genético. Após ser reprogramada, uma célula adulta é capaz de voltar ao seu estágio de célula-tronco embrionária.

Fonte: Portal UOL


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O dispositivo intrauterino é uma ótima forma de evitar a gravidez, mas ainda é alvo de muitos mitos que podem desencorajar a colocação

O DIU, ou dispositivo intrauterino, é um método anticoncepcional bastante famoso e bastante polêmico. Isso porque existem muitos mitos sobre o assunto que podem, até mesmo, desencorajar muitas pessoas com útero a optarem por ele.

Por isso, conversamos com Renato de Oliveira , ginecologista e obstetra da Criogênesis para desmistificar de uma vez por todas tudo o que se fala sobre o DIU. Vamos lá?

MITO: o DIU atrapalha gravidezes futuras

Nada disso. Ao contrário do que se pensa, apesar de ser um dispositivo inserido no útero, ele não altera, de qualquer maneira, a capacidade uterina de gerar um feto, assim como não interfere na produção de óvulos pelos ovários.

“O método só gera efeito enquanto está introduzido no corpo da mulher”, diz. “Quando retirado, sua eficácia é imediatamente interrompida e a mulher, caso não tenha nenhuma alteração, voltará a ter os ciclos ovulatórios e, consequentemente, chance de gravidez.”

VERDADE: é possível engravidar, mesmo com DIU

Calma, respire fundo. São poucos os métodos contraceptivos 100% eficazes – até mesmo a pílula pode falhar. O mesmo acontece com o DIU.

“Como em outros métodos contraceptivos, a possibilidade de engravidar mesmo usando o dispositivo intrauterino pode acontecer”, explica o médico. “Apesar das chances serem baixas e variarem entre de 0,2% e 0,7%, o risco não é totalmente excluído. Em média, a cada mil mulheres que colocam o DIU, três engravidam num período de um ano. O mau posicionamento consiste na principal causa.”

MITO: o DIU é um método abortivo

Isso, de fato, não é verdade. E, para entender o porquê, é preciso compreender o funcionamento desses dispositivos: “O efeito do dispositivo ocorre de formas variadas, com objetivo de evitar a fertilização. O dispositivo de cobre afeta a mobilidade dos espermatozoides e impede a sua movimentação adequada, além de gerar um ambiente hostil no endométrio para uma eventual implantação”, explica o Dr. Renato.

Já o DIU hormonal altera a receptividade do útero, deixando a camada interna, denominada endométrio, mais atrofiada e diminuindo a motilidade das tubas uterinas, dificultando o caminho do óvulo. “São mecanismos de ações bem efetivos visando evitar a gravidez”, conclui.

VERDADE: não é todo mundo que pode usar DIU

Apesar das contraindicações serem poucas, elas existem. As principais são: suspeita de gravidez ou gravidez existente, infecções ginecológicas, sangramento uterino de causa desconhecida e malformações uterinas. Outra contraindicação importante é para pessoas com útero que nunca tiveram relações sexuais com penetração.

Para o DIU hormonal, algumas contraindicações específicas são câncer uterino, câncer de mama e doenças no fígado. “Deve-se ressaltar que não ter engravidado não é uma contraindicação. Porém, aumenta a chance de expulsão do DIU de 3 para 10% em relação a quem já teve gravidez e opta pelo DIU”, diz o médico.

MITO: não é possível trocar o tipo de DIU utilizado

Ao contrário, a troca pode ser feita no mesmo dia. A questão é se vale a pena e o que motivaria essa mudança. Se for uma questão não adequação hormonal, a troca pode ser realizada depois do período médio de adaptação, entre 3 a 6 meses.

Nesses casos, vale a pena o reforço do uso do preservativo durante as relações, para evitar uma gravidez indesejada no período de troca e readaptação ao novo dispositivo.

VERDADE: é normal sentir incômodo após a colocação

Pelo menos no primeiro mês, o DIU pode causar desconfortos porque ainda não está totalmente acomodado no corpo. No entanto, dores muito fortes não são comuns, e é importante voltar ao médico para examinar se a implantação foi realizada de forma correta.

MITO: DIU engorda

Ao contrário do que se pensa, o dispositivo não provoca ganho de peso nem causa qualquer alteração do apetite, já que, em sua maioria, não utiliza hormônios para funcionar. “Apenas o DIU com hormônios têm certo risco de causar esse tipo de alteração corporal. Porém, cada caso deve ser avaliado individualmente. Hoje em dia existem diversos exames capazes de fazer um mapeamento eficiente, nesse sentido”, explica.


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À medida que envelhecemos, nossos olhos também; Mais comumente, isso envolve mudanças em nossa visão e novos óculos, mas existem formas mais graves de problemas oculares relacionados à idade. Uma delas é uma degeneração macular relacionada à idade, que afeta a mácula – a parte de trás do olho que nos dá uma visão nítida e capacidade de distinguir detalhes. O resultado é um borrão na parte central do nosso campo visual.

A mácula faz parte da retina do olho, que é o tecido sensível à luz composto pelas células visuais do olho: células fotorreceptoras principalmente de cone e bastonete. A retina também contém uma chamada de epitélio pigmentar da retina (EPR), que tem várias funções importantes, incluindo a inclusão de luz, limpeza de celulares e manutenção de outras células do olho especial.

A partir de células do RPE, as células fotorreceptoras do olho também são promissoras para a degeneração macular relacionada à idade e substituem as células RPE degeneradas e envelhecidas por novas cultivadas; as células-tronco embrionárias humanas.

Populações de células mistas

“No geral, o campo tem estado tão focado no produto da medicina, que o caminho empreendido às vezes tem sido negligenciado”, acrescenta. “Para que o campo avance é importante entender o caminho dinâmico. O que acontece pode ser tão importante quanto a pureza das células e o protocolo final. o tempo de produção”, disse Gioele La Manno, pesquisadora do programa de Pesquisa Independente em Ciências da Vida (ELISIR) da EPFL.

Orientando para estados intermediários

Usando o RNA-seq, os pesquisadores foram capazes de estudar todo o perfil de expressão embrionárias das células humanas durante todo o protocolo de mediunidade, que levou um total de sessenta dias. Eles criam os estados transitórios dentro de uma população que cresce sem células de pigmento. “O objetivo é evitar células mistas no momento do transplante e garantir que as células no ponto final sejam semelhantes às RPE originais do olho de um paciente”, diz Lederer.

O desenvolvimento inicial se tornará em um processo muito semelhante ao RPE. Durante isso, a cultura de células assumiu um “padronização de desenvolvimento de embrião rostral”, o processo que desenvolve o tubo neural do embrião, que se tornará seu cérebro e sistemas sensoriais para visão, audição e paladar. 

Olho no olho: transplante de células RPE em um modelo animal

Com o objetivo de retardar a degeneração macular, a equipe transplantou sua população de células que foram monitoradas com scRNA-seq no espaço sub-retiniano de duas coelhas albinas da Nova Zelândia. A operação foi realizada após o Comitê de Ética Experimental Animal do Norte de Estocolmo.

O trabalho mostrou que o protocolo não apenas produzirá uma população de células RPE puras, mas que essas células podem continuar mesmo após terem sido transplantadas no espaço sub-retiniano. “Nosso trabalho mostra que o protocolo de mediação pode testar terapias em células seguras e eficientes para a degeneração macular relacionada a Fredrik Lanner, que atualmente está certificando-se de que o protocolo está sendo usado em breve nas estratégias clínicas”.

Fonte: Portal Science Daily


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Cuidar da saúde bucal das crianças é garantir dentes fortes e saudáveis na fase adulta. Quanto antes você introduzir esses cuidados na rotina dos pequenos, mais fácil será criar uma rotina saudável.

Apesar da importância, nós sabemos como pode ser difícil fazer a criançada escovar os dentes todos os dias, 3 vezes ao dia (como é recomendado). Por isso, vamos compartilhar com você algumas dicas para tornar este momento mais prazeroso e divertido para os pequenos.

Continue a leitura para saber mais!

1. EXPLIQUE COMO ESCOVAR OS DENTES DE FORMA DIDÁTICA

O primeiro passo é explicar a maneira correta de escovar os dentes para o seu filho e para isso você pode utilizar diversos artifícios: vídeos explicativos mais divertidos podem ser uma boa ideia. O  objetivo é tornar a escovação atrativa para os pequenos, assim vai ficar bem mais fácil estabelecer o hábito de higiene bucal diário.

Lembre-se de ensiná-los a utilizar apenas a quantidade necessária de creme dental, ofereça uma escova de cerdas macias, explique o movimento de escovação (que deve ser suave) e reforce a importância de repetir o processo ao menos 3 vezes durante o dia.

2. ESCOVE OS DENTES COM O SEU FILHO

Os pais são os primeiros exemplos das crianças, por isso é comum que eles repitam seus hábitos. Sendo assim, participar do momento de higiene bucal pode estimular uma rotina saudável: muito além de explicar como escovar os dentes para o seu filho, que tal mostrar e fazer junto com ele?

Além de tornar a explicação mais visual e dinâmica, este pode ser um excelente momento de conexão com os pequenos. Por mais simples que essa atitude pareça, ela pode ajudar a criar uma rotina prazerosa que vai refletir positivamente na saúde bucal do seu filho a longo prazo.

3. FAÇA DA ESCOVAÇÃO UM MOMENTO DIVERTIDO

Além de encontrar formas mais atrativas para explicar a higiene bucal, você também pode deixar o momento mais interessante de outras formas. Comprar uma escova de dentes colorida e utilizar um creme dental com embalagem atrativa pode ajudar.

Você também pode criar um espacinho especial no banheiro para deixar os itens de escovação dos pequenos, mostrando que eles têm sua própria escova e creme dental, assim como os papais.

4. ESCOLHA O TIPO CERTO DE CREME DENTAL

A escolha do creme dental é muito importante para a saúde bucal infantil, pois ela precisa atender às necessidades dos pequenos. Apesar dos cremes com sabor serem os mais indicados, eles precisam ser utilizados com moderação.

Por serem mais gostosos, as crianças tendem a querer usá-los em maior quantidade, por isso é importante explicar que apenas uma pequena quantia é necessária e também não deixar o seu filho engolir o creme dental. Além disso, busque sempre cremes com a quantidade de flúor adequada.

5. ENSINE-O A USAR O FIO DENTAL

O fio dental é um complemento essencial da escovação e é muitas vezes esquecido até pelos adultos, por isso o estímulo ao uso deve ser feito desde cedo: quanto antes você estabelecer uma rotina saudável, mais chances dessa rotina se tornar um hábito a longo prazo.

Quando for explicar sobre a escovação, fale também sobre a importância do fio dental. Explique que ele consegue alcançar cantinhos que a escova não consegue e seu uso deve ser feito diariamente para uma limpeza completa.

6. INCENTIVE UMA ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL

A alimentação reflete diretamente na saúde bucal, por isso os hábitos saudáveis devem ser incentivados desde o início para as crianças. Ofereça mais legumes, verduras e frutas de uma forma divertida e diferente.

Procure também reduzir o açúcar, o amido e os produtos industrializados: tudo isso contribui para a formação de placa bacteriana, que pode se acumular e gerar cáries ou ainda o tártaro.

7. MANTENHA VISITAS FREQUENTES AO DENTISTA

As visitas ao dentista devem ser frequentes já desde o primeiro dentinho, assim você consegue prevenir problemas dentais mais graves e já evita também aquele medo do consultório odontológico. Além disso, um dentista pode explicar da forma correta os cuidados com a saúde bucal para as crianças.

Os profissionais de odontologia e ortodontia infantil estão preparados para atender os pequenos da melhor forma possível, por isso converse com seu filho e explique o papel do dentista.

Que tal colocar essas dicas em prática aí na sua casa agora mesmo? Converse com os pequenos e estimule os cuidados com a saúde bucal desde cedo para garantir dentes fortes e saudáveis a vida toda!

Fonte: Portal SNG Odontologia


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Descoberta tem potencial para se tornar ‘poderosa estratégia clínica’ para o tratamento de doenças cardíacas

Pesquisadores da Universidade de Houston estão relacionados também com uma tecnologia pioneira que não apenas repara como músculo cardíaco em camundongos, mas como regenerador após um ataque cardíaco, ou infarto do miocárdio, como conhecido é medicamente.

Publicado no Journal of Cardiovascular Aging , uma descoberta inovadora tem o potencial de se uma poderosa clínica para o tratamento de doenças cardíacas em humanos, de acordo com Robert Schwartz, Hugh Roy e Lillie Cranz Cullen, professor de biologia e bioquímica do UH College.

A nova tecnologia desenvolvida por pesquisadores usa ácido ribonucleico mensageiro (ribonucleico mensageiro) para fornecer fatores de combinação de mutados proteínas – que controlam uma conversão de DNA em RNA – para corações de camundongos.

“Ninguém foi capaz de fazer isso a esse ponto e achamos que poderia tornar um tratamento possível para humanos”, disse Schwartz, que liderou o estudo com o recente Ph.D graduado Siyu Xiao e Dinakar Iyer, professor assistente de pesquisa de biologia e bioquímica.

O mRNA sintético contribui para o crescimento semelhante a células-tronco

Os cardios aumentam os fatores de mutação, Stemin e YAP5SA, trabalhando em conjunto de replicação de células, ou células de crescimento de músculos, isolados. Estas foram fornecidas in vitro em placas de cultura de tecidos.

“O que estamos tentando é desdiferenciar o cardiomiócito um estado mais semelhante a uma célula-tronco para que eles possam se regenerar e proliferar”, disse Xiao.

Em uma outra descoberta, publicada na mesma revista, uma equipe relata que Stemin e YAP5SA repararam os corações de camundongos danificados in vivo. Notavelmente o núcleo dos miócitos, pelo menos 15 vezes em 24 horas, como injeções cardíacas que entregaram esses fatores de replicabilidade depois de replicaveis.

“Quando ambos os fatores de resultados foram injetados em corações de camundongos enfartados, os adultos foram impressionantes. O laboratório descobriu que os miócitos cardíacos se multiplicaram rapidamente em um dia, os corações no mês seguinte de bombeamento foram reparados quase normais com poucas cicatrizes”, Bradley McConnell, professor de farmacologia. 

Um benefício adicional ao uso de mRNA sintético, de acordo com Xiao, é que ele desaparece em poucos dias virais, em oposição à entrega.

Fonte: Portal Science Daily


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A hérnia umbilical no bebê é uma alteração benigna que aparece como uma saliência no umbigo. A hérnia acontece quando uma parte do intestino consegue atravessar o músculo abdominal, geralmente na região do anel umbilical, que é o ponto por onde o bebê recebia oxigênio e alimento durante o seu desenvolvimento no útero da mãe.

A hérnia no bebê normalmente não é motivo de preocupação e nem necessita de tratamento, já que na maioria dos casos a hérnia desaparece sozinha até os 3 anos de idade.

A hérnia umbilical não leva ao aparecimento de sinais ou sintomas, sendo apenas notada uma saliência durante a avaliação pelo pediatra ou quando o bebê chora ou evacua, por exemplo. No entanto, outros tipos de hérnia podem provocar inchaço no local, dor e vômitos, sendo importante levar o bebê à urgência para que seja avaliado e possa ser indicado o melhor tratamento, que nesses casos pode envolver a realização de um pequeno procedimento cirúrgico.

Sintomas de hérnia umbilical – A hérnia umbilical nos bebês normalmente não leva ao surgimento de sinais ou sintomas, sendo percebida apenas quando a criança ri, tosse, chora ou evacua e volta ao normal quando a criança deita ou relaxa.

Porém, se a hérnia aumentar de tamanho ou apesar algum dos sintomas indicados abaixo, é importante buscar atendimento médico de urgência, já que pode não se tratar apenas de uma hérnia umbilical:

  • Dor local e à palpação;
  • Desconforto abdominal;
  • Grande inchaço na região;
  • Descoloração do local
  • Vômitos;
  • Diarreia ou prisão de ventre. 

    O diagnóstico da hérnia umbilical em bebê é feito por meio de exame físico realizado pelo pediatra, que apalpa a região do umbigo e observa se há aumento do volume na região quando a criança faz esforços. Em alguns casos o médico pode indicar também a realização de ultrassonografia abdominal para avaliar a extensão da hérnia e a probabilidade de acontecerem complicações.

Por que acontece – O desenvolvimento da hérnia umbilical acontece devido ao não fechamento após o nascimento do anel umbilical, que corresponde ao local por onde o cordão umbilical passa, resultando em um espaço no músculo abdominal, o que permite a passagem de uma parte do intestino ou do tecido de gordura.

Apesar da hérnia umbilical ser frequente em bebês prematuros, também pode acontecer em adultos devido à obesidade, realização de esforço físico excessivo ou como consequência de alterações na uretra ou fibrose cística, por exemplo.

Como é o tratamento – A maioria dos casos de hérnia umbilical não necessita de tratamento, uma vez que a hérnia desaparece espontaneamente até os 3 anos de idade, no entanto é importante que a criança seja acompanhada pelo pediatra para que seja avaliado o desenvolvimento da hérnia ou aparecimento de sinais ou sintomas.

Quando a hérnia não desaparece até os 5 anos, pode ser necessário realizar tratamento, o que ocorre num número reduzido de casos. Assim, pode ser necessária realizar uma pequena cirurgia, que dura em média 30 minutos e que necessita ser realizada sob anestesia geral, apesar de não ser necessário que a criança fique internada.

Fonte: Portal + Tua Saúde


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Especialista da Criogênesis explica como material é capaz de reduzir o uso de insulina e melhorar a qualidade de vida dos pacientes

No dia 26 de junho é celebrado o Dia Nacional do Diabetes, data criada pelo Ministério da Saúde (MS) e Organização Mundial da Saúde (OMS). A iniciativa visa conscientizar a população acerca dos riscos, prevenção e tratamento adequado para a síndrome metabólica de origem múltipla, decorrente da falta ou incapacidade da insulina de exercer adequadamente seus efeitos.

 De acordo com Nelson Tatsui, Diretor-Técnico do Grupo Criogênesis e Hematologista do HC-FMUSP, a enfermidade é um distúrbio autoimune em que há a destruição das células produtoras de insulina pelos anticorpos gerados pelo próprio organismo contra o pâncreas. “Há um excesso de glicose no sangue e, consequentemente, um quadro de hiperglicemia. Seus sintomas mais recorrentes são: cansaço, alterações na visão, aumento do apetite, sensação de sede de forma exagerada e vontade frequente de urinar”, explica.

Dados do Ministério da Saúde estimam que, no Brasil, aproximadamente 17 milhões de pessoas vivam com diabetes – número que pode ser maior, se considerados os não diagnosticados. Nelson explica que, apesar de ser uma doença controlável, não existe cura para a condição, principalmente para o Tipo 1, que é considerado o mais grave. “O acúmulo permanente de glicose na corrente sanguínea causa uma série de danos. Entre as complicações, destacam-se lesões e placas nos vasos sanguíneos, falência renal, risco de infartos e AVCs e amputações decorrente de feridas não perceptíveis na pele e que podem evoluir para a morte do tecido dérmico”, alerta.

O hematologista explica que nos últimos anos diversas pesquisas revelaram que os tratamentos à base de células-tronco são promissores contra a patologia. “Durante os estudos o material foi transformado em produtor de insulina ou diminuiu a destruição das células do pâncreas. Dessa forma, os pacientes necessitaram de menores índices de glicose, proporcionando uma maior qualidade de vida”, relata.

O diretor explica que, por serem potencialmente aptas a regenerar tecidos do corpo humano, as células-tronco presentes no sangue e tecido do cordão umbilical são responsáveis pela manutenção funcional do organismo, por meio da substituição das células que vão morrendo ou perdendo sua função. “É justamente por causa dessa capacidade de regeneração que as elas podem ser utilizadas no tratamento de diversas doenças”, comenta.

Por fim, o médico ressalta que nos últimos anos diversos tipos de terapias, baseadas na utilização de células-tronco, vêm sendo propostas para o tratamento de várias doenças degenerativas. “Elas apresentam a capacidade de formar qualquer tecido do corpo e é pesquisado no mundo todo o seu potencial para o tratamento de diversas enfermidades graves, como câncer, lesões de medula espinhal, demências e doenças autoimunes e genéticas”, finaliza.

Sobre a Criogênesis

A Criogênesis, que nasceu em São Paulo e possui mais de 19 anos de experiência com células-tronco, é membro institucional da AABB (Associação para o Avanço do Sangue e Bioterapias). A clínica é referência em serviços de coleta e criopreservação de células-tronco, medicina reprodutiva, gel de plaquetas e aférese, incluindo a diferenciada técnica de fotoférese extracorpórea. Sua missão é estimular o desenvolvimento da biotecnologia através de pesquisas, assegurando uma reserva celular para tratamento genético futuro. https://criogenesis.com.br/


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Depressão pós-parto

O que é?

A depressão pós-parto é uma condição de profunda tristeza, desespero e falta de esperança que acontece logo após o parto, onde é caracterizado por tristeza constante, falta de interesse no bebê, baixa autoestima, desânimo e sentimento de culpa.

Essa situação pode ser desencadeada pelo medo de se tornar mãe, devido ao aumento da responsabilidade, dificuldades no relacionamento ou estresse durante a gravidez.

A depressão pós-parto traz inúmeras consequências ao vínculo da mãe com o bebê, sobretudo no que se refere ao aspecto afetivo. A literatura cita efeitos no desenvolvimento social, afetivo e cognitivo da criança, além de sequelas prolongadas na infância e adolescência.

Sintomas:

Tristeza constante;

Sentimento de culpa;

Desânimo e cansaço extremo;

Pouco interesse pelo bebê;

Incapacidade de cuidar de si e do bebê sozinha;

Falta de apetite

Falta de prazer de realizar atividades diárias.

Como tratar:

O primeiro passo, portanto, é procurar um profissional capaz de realizar o diagnóstico correto, avaliando a gravidade do caso e seus riscos, além de traçar um plano terapêutico junto com a paciente, envolvendo ou não a introdução de medicamento.

Vale lembrar, ainda, que o acompanhamento deve ser feito de maneira conjunta, ou seja, um tratamento médico e medicamentoso não exclui a necessidade de terapia, e vice-versa.

Carta escrita pela enfermeira da Criogênesis, Suzana Oliveira

Fontes: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/d/depressao-pos-parto-1

https://www.tuasaude.com/sintomas-de-depressao-pos-parto/

https://bebe.abril.com.br/parto-e-pos-parto/depressao-pos-parto-em-tempos-de-pandemia-como-identificar-e-tratar/


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O autismo é um transtorno do desenvolvimento que, até o momento, não tem causa conhecida nem cura. Muitos grupos de pesquisadores vêm estudando a utilização de terapias alternativas para seu tratamento, como a terapia celular. Um ensaio clínico realizado no Vietnã mostrou que o tratamento baseado na junção do transplante de células mononucleares da medula óssea com abordagens de terapia comportamental é muito promissor. Contudo, limitações do estudo não podem ser ignoradas e ressaltam o fato de que ainda não há terapias celulares aprovadas contra o transtorno

O Transtorno do Espectro Autista (TEA) compreende problemas na capacidade de comunicação, interação social e presença de comportamentos repetitivos e estereotipados. Além disso, os indivíduos afetados podem apresentar ainda distúrbios do sono, convulsões, dificuldades gastro-intestinais, hiperatividade, ansiedade e comportamentos agressivos.

Muitos estudos têm sido realizados visando tanto a obtenção de mais informações sobre o transtorno quanto a obtenção de novas formas de terapia. As intervenções terapêuticas mais utilizadas atualmente são: terapia cognitivo-comportamental, terapia ocupacional e fonoaudiologia. Concomitantemente, podem ser usados medicamentos para alívio de sintomas secundários como a hiperatividade e a ansiedade. Contudo, apesar desses tratamentos auxiliarem na melhora dos sintomas, ainda não há cura para o TEA, especialmente porque as causas desse transtorno são desconhecidas, o que dificulta seu tratamento.

Uma das hipóteses, que visa explicar as causas do TEA, é de que há processos neuroinflamatórios, que podem interferir no desenvolvimento do sistema nervoso, levando a alterações em seu funcionamento. Por isso, abordagens alternativas como a utilização de células-tronco vêm sendo investigadas, uma vez que essas células possuem propriedades imunomodulatórias, ou seja, conseguem regular as respostas imunes do indivíduo. Alguns ensaios clínicos já foram realizados a partir desse pressuposto, porém os resultados são um pouco controversos: alguns estudos mostraram a segurança dessa forma de terapia, porém ainda há muitas incertezas quanto à eficácia real do tratamento. Existem discussões controversas em andamento sobre a fonte mais adequada de células-tronco, preparação, quantidade de células-tronco a serem aplicadas, rotas de entrega e cronogramas de acompanhamento do estudo após o transplante. Assim, muitos estudos ainda são necessários visando investigar melhor a eficácia da terapia celular no tratamento do TEA.

Nesse contexto, um ensaio clínico foi realizado de 2017 a 2019 no Hospital Intenacional de Vinmec, no Vietnã, para avaliar a eficácia e a segurança do transplante autólogo (células obtidas do próprio paciente) de células mononucleares de medula óssea, combinado com intervenção educacional para crianças com TEA. Células mononucleares da medula óssea são uma população heterogênea composta por células de linhagem hematopoiética, como linfócitos, monócitos, células-tronco hematopoiéticas e células-tronco mesenquimais.

Os resultados do estudo foram publicados no periódico Stem Cells Translational Medicine. Foram selecionadas 30 crianças, diagnosticadas para TEA de acordo com os critérios da Quinta Edição do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-5), sendo que o grau do transtorno era severo, ou seja, as crianças apresentaram pontuações na Escala de Avaliação do Autismo Infantil (CARS) maiores que 37. As células mononucleares dos pacientes foram coletadas, isoladas e, em seguida, infundidas por via intratecal – a qual consiste em uma injeção feita no canal espinhal para acessar o líquido cefalorraquidiano, permitindo entregar as células ao cérebro de forma mais fácil e eficaz.

O mesmo procedimento foi repetido 6 meses depois. Após o primeiro transplante, todos os pacientes receberam também uma intervenção educacional baseada no Modelo Denver de Intervenção Precoce (terapia comportamental em que, por meio de brincadeiras, as crianças são encorajadas a melhorar suas habilidades linguísticas, sociais, cognitivas, afetivas, entre outras). Não houve eventos adversos graves associados ao transplante. Os resultados do estudo foram bastante interessantes: a gravidade do TEA foi significativamente reduzida, a capacidade adaptativa e de aprendizado aumentaram, a comunicação social, o contato visual, a linguagem e as habilidades diárias melhoraram acentuadamente em 18 meses após o transplante. Os comportamentos repetitivos e hiperatividade diminuíram notavelmente.

Ou seja, o estudo concluiu que o transplante autólogo de células mononucleares de medula óssea é seguro. A combinação de terapia celular e intervenção educacional pode melhorar os sintomas do TEA, mas, apesar dos resultados desse estudo serem promissores, devemos ter cautela pois ele possui limitações importantes. A falta de um grupo controle que tenha recebido somente um dos tratamentos, ou mesmo nenhum dos tratamentos (placebo) e também o fato dele ser um estudo do tipo aberto (open-label), o que significa que tanto os médicos quanto os pais sabiam que o paciente estava recebendo o tratamento, são limitações que podem influenciar os resultados dos testes. Contudo, certamente os resultados do estudo fornecem evidências que permitem justificar a realização de ensaios clínicos mais específicos e com maiores controles. Assim, mais estudos ainda precisam ser realizados antes que as células-tronco possam passar a ser usadas como tratamento efetivo para o TEA.

Fonte: Thanh, L.N. et al. Outcomes of bone marrow mononuclear cell transplantation combined with interventional education for autism spectrum disorder. Stem Cells Translational Medicine (2020)


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Olá, futura mamãe! Hoje vamos falar sobre o que não pode faltar na bolsa maternidade. É recomendado a bolsa maternidade estar pronta à partir das 36 semanas de gestação. Separamos alguns itens que a futura mamãe não pode esquecer. A baixo está uma lista de 10 coisas que não podem ser esquecida.

Na bolsa maternidade da mamãe:

  1. Documentos: Você não pode esquecer documentos como sua identidade, seu CPF, os exames do pré-natal, cartão do plano de saúde (se for o caso).
  2. Roupas íntimas: De preferência que sejam confortáveis. Sutiãs de amamentação e calcinhas feitas de algodão. E uma cinta para usar no pós parto.
  3. Pijamas ou camisolas: Você pode escolher entre pijama, aqueles de blusa/calça ou camisolas que preferencialmente abram na frente. Sempre pensando que você irá amamentar, escolha o mais confortável.
  4. Produtos para higiene pessoal: sabonete, shampoo, condicionador, escova de cabelo, escova de dente, pasta de dente, absorvente íntimo, desodorante, toalha de banho…
  5. Máquina fotográfica, ou celular: para você poder registrar esse momento maravilhoso.

 

Na bolsa maternidade do bebê

  1. Pacotes de Fraldas descartáveis de preferência RN, pomada para assadura, lenços umedecidos, álcool 70%.
  2. Body, mijões, meias, calças, macacão, luvinhas.
  3. Uma manta, fraldas de pano, panos de boca, cobertor.
  4. Um trocador.
  5. A saída de maternidade que o bebê vai usar.

Fonte: Portal Tudo para gestantes