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Especialista esclarece as principais dúvidas dos pais sobre essa higiene bucal nos primeiros anos de vida. Saiba o que é recomendado

“O uso do fio dental não está relacionado à idade. A introdução deve ser feita a partir do real contato entre dois dentes vizinhos, ou seja, a partir do momento em que existirem dois dentes unidos. Geralmente, os molares – que ficam no fundo da boca – são os dentes que mais costumam ter este contato próximo. O segundo molar nasce por volta dos 2 anos e meio e já começa a entrar em contato com o primeiro molar, que já está presente na boca um pouco antes dessa faixa etária. Qualquer fio ou fita dental podem ser usados pelos pais, pois a criança não vai conseguir passar sozinha, uma vez por dia. Os fios dentais com suporte são mais fáceis de passar nos pequenos. Conforme eles vão crescendo, os pais devem ensiná-los a passar o fio nos dentinhos da seguinte maneira: enrolar o fio nos dedos das duas mãos, depois esticar o fio curtinho, colocar uma mão dentro da boca e a outra fora e fazer movimentos de vai e vem, com o fio na superfície próxima dos dentes. Apesar dos pais ensinarem os filhos desde pequenos, dificilmente eles vão conseguir usar o fio dental sozinhos antes dos sete anos. De qualquer forma, vale lembrar que é importante fazer essa limpeza desde cedo para evitar que a cárie aconteça entre os dentes”, esclarece o odontologista Marcelo Kyrillos, sócio e diretor da clínica Ateliê Oral, de São Paulo.

Fonte: Portal Yahoo


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Além do transplante de células-tronco hematopoiéticas da medula óssea, células-tronco mesenquimais também poderiam ser utilizadas no tratamento da leucemia?

Uma dúvida frequente que recebemos é sobre os tipos de células-tronco envolvidas no tratamento da leucemia e se as células-tronco mesenquimais poderiam ser usadas para esses casos. Vamos, então, tentar entender melhor essa questão?

Em primeiro lugar, por que são utilizadas células-tronco no tratamento dessa doença? Bom, existem muitos tipos diferentes de leucemia, mas podemos defini-la como um câncer das células que formam as células sanguíneas na medula óssea. Isso leva a um crescimento anormal de glóbulos brancos (ou leucócitos), que são parte do sistema imunológico. O tratamento depende do subtipo e da agressividade da doença mas, em muitos casos, é necessário fazer sessões de quimioterapia e radioterapia que destroem as células cancerosas. Para alguns pacientes, após essas etapas, é indicado o transplante de medula óssea para repovoar a medula com células saudáveis. As células importantes nesse procedimento são as células-tronco hematopoiéticas, que formam as células do sangue. Esse tratamento já está bem estabelecido e é amplamente oferecido para a população.

Existe, no entanto, uma complicação. Hoje, para que o transplante tenha chances de sucesso, é necessário encontrar doadores compatíveis, como em qualquer transplante – mas, mesmo quando esses doadores são encontrados, a compatibilidade dificilmente é 100% e, no caso do transplante de medula óssea, pode ocorrer uma reação conhecida como doença enxerto-contra-hospedeiro. Quando isso acontece, células imunes transplantadas reconhecem o receptor como estranho e começam a atacar as células do corpo da pessoa que recebeu o transplante, danificando órgãos como o fígado, a pele e o trato gastrointestinal, por exemplo. O tratamento convencional, que comumente envolve esteroides, tem efeitos colaterais e nem sempre funciona. Além disso, dependendo da gravidade da reação, ela pode ser fatal.

É aí que as células-tronco mesenquimais podem ajudar. Essas células têm a capacidade de modular a resposta imune e, por isso, têm sido testadas nos últimos anos para prevenir ou tratar a doença enxerto-contra-hospedeiro. Ainda são necessários mais estudos para entender os detalhes a respeito dos mecanismos responsáveis por essa atividade imunomodulatória, mas já foram realizados ensaios clínicos em que resultados positivos foram obtidos, indicando que a terapia pode ser segura e eficaz. Aparentemente, é necessária a presença de uma resposta inflamatória para que a atividade imunomodulatória dessas células seja ativada.

No Canadá e na Nova Zelândia, o uso de células-tronco mesenquimais foi aprovado para tratar crianças com doença enxerto-contra-hospedeiro que não estejam respondendo ao tratamento com esteroides, sob a condição de que novos ensaios clínicos sejam feitos. A terapia aprovada chama-se Prochymal, e foi desenvolvida pela empresa americana Osiris Therapeutics depois de 20 anos de pesquisas. Trata-se de um tratamento alogênico, ou seja, as células-tronco mesenquimais são obtidas de doadores – no caso, adultos saudáveis entre 18 e 30 anos. Elas são multiplicadas em laboratório e é possível conseguir 10.000 doses a partir do material de um único doador. O medicamento é armazenado refrigerado até o momento do uso, quando é administrado por meio intravenoso e sem necessidade de imunossupressão do paciente. A terapia parece ser mais eficaz em crianças e em casos mais severos, e há ensaios clínicos fase III sendo conduzidos no momento.

Assim, uma das etapas do tratamento para a leucemia pode envolver o transplante de células-tronco hematopoiéticas – e, se houver a complicação da doença enxerto-contra-hospedeiro após esse transplante, estuda-se a possibilidade usar células-tronco mesenquimais, o que já é possível em alguns países mas para o que ainda existe a necessidade de mais pesquisas.

Referências:

ABRALE – Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia

Qi K et al. Tissue regeneration: the crosstalk between mesenchymal stem cells and immune response. Cellular Immunology. 2017.

Jurado M et al. Adipose tissue-derived mesenchymal stromal cells as part of therapy for chronic graft-versus-host disease: A phase I∕II study. Cytotherapy. 2017.

New York Times – A Stem-Cell-Based Drug Gets Approval in Canada


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Segundo a fisioterapeuta Walkiria Brunetti, com o aumento das mamas e do abdômen, há um deslocamento do centro de gravidade para frente. “Isso leva a mudanças na postura, redução do arco plantar, hiperextensão dos joelhos e um desvio postural. Essas alterações acentuam a lordose lombar, causando tensão na musculatura ao redor da coluna, podendo levar às dores”.

A fisioterapeuta comenta que a compressão dos grandes vasos causada pelo útero leva à redução do fluxo de sangue na medula. “A má circulação nas estruturas da coluna é a causa de dor, e isso costuma ser mais comum no último trimestre da gestação. Observa-se também que a retenção hídrica (inchaço) e a frouxidão dos ligamentos, provocada pela relaxina, hormônio secretado na gravidez, tornam a mulher mais suscetível a dor”.

Peso também é responsável pela lombalgia

Segundo um estudo publicado pelo Jornal de Ciência em Fisioterapia, durante a gravidez o peso da mulher tem um aumento de 15 a 25%, o que causa um impacto maior em tendões, ligamentos e articulações. “Quanto maior o ganho de peso na gestação, maior a chance de ocorrer instabilidade na coluna e aumento da lordose lombar, o que resulta em lombalgia. Por isso, controlar o ganho de peso é fundamental”, comenta Walkiria.

“O corpo feminino está preparado para todas essas alterações da gestação, mas isso não significa que elas virão sem dores ou problemas de postura. Além de controlar o peso, é importante procurar alguma atividade física que ajude a trabalhar a postura, assim como a fortalecer os músculos responsáveis pela estabilidade da coluna. Um bom exemplo é o Pilates”, diz a especialista.

Benefícios do Pilates para evitar lombalgia em gestantes

O Pilates ajuda no fortalecimento da musculatura do core, que dá estabilidade para a área pélvica e para a coluna. Além disso, melhora a respiração. Todos esses aspectos são importantes para a gestante, tanto para enfrentar a gravidez com mais conforto, como também para o momento do parto.

Veja abaixo algumas dicas de postura para evitar a lombalgia:

Quando estiver de pé

  • Mantenha a cabeça ereta, como se estivesse olhando para o horizonte
  • Mantenha os ombros para trás e alinhados para baixo
  • Tente manter seus joelhos retos, mas não travados para trás. Isso fará com que seus pés recebam o peso do seu corpo de forma mais distribuída, sem forçar a coluna
  • Sapatos com salto pequeno ajudam no apoio correto dos pés, sem forçar a coluna
  • Evite ficar parada muito tempo na mesma posição

Quando estiver sentada

  • Sente-se com as costas retas e os ombros para trás. As nádegas devem estar alinhadas com o encosto da cadeira
  • Sempre que possível, use um apoio para as costas, como uma toalha enrolada ou um travesseiro
  • Mantenha os joelhos abaixo do quadril. Seus pés devem tocar o chão
  • Os ombros e cotovelos devem ficar relaxados, por isso prefira cadeiras com apoio de braço
  • Não fique muito tempo sentada e tente não cruzar as pernas, pois isso pode prejudicar a circulação
  • Quando for se levantar, mova o corpo para frente da cadeira, evitando dobrar a coluna. Levante-se apenas usando o movimento das pernas

Quando estiver deitada

  • Evite deitar de costas, especialmente no final da gravidez
  • Se você se deitar de lado, tente manter o corpo alinhado, com os joelhos levemente dobrados
  • Use travesseiros para apoiar as suas costas, suas pernas e sua barriga

Para evitar a lombalgia, o cuidado com a postura é fundamental durante a gravidez. No entanto a preocupação deve continuar também após o nascimento do bebê. Isso porque o ato de amamentar, dar banho e trocar as fraldas, por exemplo, pode exigir mais esforço postural e aumentar as dores.

Fonte: Drogaria Ultra Popular


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A importância de manter uma alimentação saudável na gravidez já não é novidade, mas existem seis alimentos específicos que merecem um lugar de destaque no cardápio da mãe. “Eles são ricos em vitamina, fibras e proteínas e trazem benefícios para a saúde da mãe, pois ajudam deixá-la mais disposta, por exemplo, e para o desenvolvimento do bebê“, afirma Maurício Luiz Peixoto Sobral, obstetra do Hospital Vila Nova Cachoeirinha.

1 – Leite e derivados – Rico em cálcio, o leite não pode faltar no cardápio das grávidas porque ajuda a desenvolver a estrutura celular do bebê. “Tanto o leite, quanto seus derivados (queijo, iogurte e manteiga) formam as hemácias do feto, que são responsáveis pela defesa do organismo e por carregar oxigênio”, explica o obstetra. Normalmente, entre 200 e 300 gramas por dia desse grupo é o ideal, segundo a nutricionista.

2 – Peixes – Consumir atum, salmão, arenque ou sardinha pelo menos três vezes por semana é indispensável para a formação do cérebro e do sistema nervoso do feto. “Esses peixes são ricos em ômega 3 (um tipo de gordura boa), proteínas, ferro, fósforo, magnésio, diversos tipos de vitaminas, como A, B, D, E, K”, explica o obstetra.

A nutricionista aponta ainda que é necessário optar sempre pelas versões frescas, já que os enlatados têm muito sódio. “O sal favorece a retenção de líquidos e causa mais inchaço para as grávidas”.

3 – Ovos – Assim como o peixe, a gema de ovo também é rica em Omega 3, que além de ser bom para o sistema nervoso (responsável pela memória) da mãe, ajuda a desenvolver a visão das crianças. Só é fundamental é se atentar a quantidade. “Não deve ser ingerido menos de três vezes por semana, nem passar de um por dia, principalmente na dieta das mães que já possuem alguma predisposição ao colesterol alto“, sugere o obstetra.

4 – Laranja – Além das fibras – que ajudam a regular o intestino – a laranja é rica em vitamina C, que favorece a absorção de ferro pelo organismo. O composto merece tanta atenção porque de acordo com a nutricionista, a partir do quarto mês de gravidez, a gestante tende a precisar de mais dele. “Se não receber na quantidade adequada, pode ter uma anemia, por exemplo”.

A fruta também é benéfica para a saúde da mãe porque ajuda a evitar resfriados. Apenas uma unidade por dia já pode garantir todas essas vantagens e ainda evitar a desidratação, já que a fruta tem bastante líquido em sua composição.

E não é só a laranja que merece ter todos esses créditos. “Outras frutas ricas em vitamina C, como goiaba, limão e morango, também podem ser apreciadas com sem medo”, afirma a nutricionista.

5 – Couve manteiga – Famosa pela presença nos sucos verdes, os benefícios da couve vão muito além do detox. A grande quantidade de ácido fólico, cálcio e ferro, presente na hortaliça auxiliam no desenvolvimento do cérebro do bebê durante o primeiro trimestre da gravidez.

O obstetra Maurício Sobral também aponta que as propriedades antioxidantes ajudam na prevenção de abortos. Porém, é importante lembrar que a couve deve ser ingerida ou no almoço ou no jantar, porque não pode ser consumida junto com alimentos feitos com leite, que dificultam absorção do ferro presente no vegetal. “A porção ideal diária são 100 gramas, que podem ser dividas nas duas refeições”, ensina a nutricionista.

6 – Banana – A partir do quinto do mês, é comum que as grávidas sintam mais câimbra. É por isso que a banana está na lista dos alimentos essenciais que devem ser consumidos na gestação. Ela tem potássio e magnésio, que evitam as temidas dores e dão ânimo para contrabalançar o cansaço comum nesta fase. E tem mais! Uma unidade por dia pode garantir uma dose extra de tranquilidade para as mamães. “A fruta tem triptofano, um aminoácido que ajuda da formação da serotonina, hormônio que proporciona bem-estar”, orienta a nutricionista.

Fonte: Pais&Filhos


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Grávidas que ainda não colocaram a carteira de vacinas em dia devem prestar atenção nas recomendações dos especialistas. Além de ser fundamental para elas, a imunização também é importante para o bebê

Não podem faltar – Segundo Cecilia Roteli Martins, presidente da Comissão Nacional Especializada em Vacinas da Febrasgo (Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia), estas são as obrigatórias – influenza, hepatite B, tríplice bacteriana e covid-19. Conheça alguns detalhes sobre elas:

Influenza (gripe): durante a campanha nacional que ocorre anualmente, em geral, em abril, ela tem grande visibilidade. “Mas é importante saber que essa vacina está disponível para gestantes e puérperas nas UBSs durante o ano todo”, alerta Cecilia Roteli Martins.

Hepatite B: a imunização completa depende de três doses. Por isso, o médico checa na carteira de vacinação. “Se tomou as três, assunto encerrado. Se recebeu duas doses e ainda está no prazo de seis meses da última, toma a terceira. Se essas duas doses foram aplicadas há mais tempo, zera tudo e faz três doses. É possível, inclusive, completar o esquema vacinal, após o parto”, diz Alexandre Pupo Nogueira.

Tríplice bacteriana acelular: protege contra difteria, tétano e coqueluche. Para quem tem as três doses necessárias ou vacinação incompleta, faz-se uma dose de reforço a partir da 20ª semana, quando se tem a maior transferência de anticorpos para o feto, e até a 35ª semana – porque se bebê for prematuro, a transferência não acontece (se a gestante deixa para tomar após esse período). “Essa imunização é importante para proteger mãe e bebê. Até o terceiro mês do nascimento, a criança não tem o esquema vacinal completo para coqueluche, uma doença com alta taxa de mortalidade para recém-nascidos”, diz Cecilia Roteli Martins.

Covid-19: ainda não há dados muito bem definidos para uso em gestantes, mas, diante da situação de pandemia, foi liberada para uso emergencial nesse público. “Ter covid é um risco pior do qualquer evento adverso da vacba que possa ocorrer”, afirma a presidente da Comissão Nacional Especializada em Vacinas da Febrasgo. Para grávidas e puérperas, os imunizantes recomendados são CoronaVac e Pfizer. Isso porque ambas são produzidas com tecnologia que não utiliza vírus atenuados (que podem passar pela placenta e causar danos ao feto).

Portal: revista Crescer


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A insulina é um hormônio vital produzido pelas células beta pancreáticas. O diabetes tipo 1 é causado pela destruição dessas células, o que resulta em pacientes tendo que repor a insulina perdida com múltiplas injeções diárias.

A secreção de insulina pode ser restaurada em pacientes diabéticos através do transplante de células beta isoladas do pâncreas de um doador de órgãos em morte cerebral. No entanto, este tratamento não foi amplamente introduzido, uma vez que são necessárias células de pelo menos dois doadores para curar um diabético.

Por muito tempo, tentativas foram feitas para produzir células beta funcionais a partir de células-tronco, o que poderia tornar esse tratamento cada vez mais comum. No entanto, as células beta produzidas a partir de células-tronco até agora eram imaturas, com secreção de insulina mal regulada. Isso pode ser uma explicação parcial para o fato de que nenhum avanço foi alcançado nos ensaios clínicos baseados em células imaturas em andamento nos Estados Unidos.

Um grupo de pesquisa liderado pelo professor Timo Otonkoski, da Universidade de Helsinque, realizou esforços pioneiros para otimizar a funcionalidade das células pancreáticas produzidas a partir de células-tronco.

Em um extenso artigo recentemente publicado, o grupo demonstrou, pela primeira vez, que as células-tronco podem formar células que imitam de perto as ilhotas pancreáticas normais, em termos de estrutura e função.

O artigo foi publicado na revista Nature Biotechnology e foi financiado principalmente pelo Centro de Excelência MetaStem da Academia da Finlândia.

“Em nosso estudo, a secreção de insulina foi regulada como de costume nas células, e as células responderam às mudanças no nível de glicose ainda melhor do que as ilhotas pancreáticas isoladas de doadores de órgãos que foram usados ​​como controles”, diz Väinö Lithovius, membro da pesquisa. grupo.

A pesquisa mais abrangente sobre a função das células beta

Os pesquisadores demonstraram a função das células beta derivadas de células-tronco tanto em culturas de células quanto em estudos com camundongos. Neste último, os pesquisadores demonstraram que as células beta derivadas de células-tronco transplantadas em camundongos começaram a gerenciar efetivamente o metabolismo da glicose dos camundongos.

“Os níveis de glicose no sangue são mais altos em camundongos do que em humanos, cerca de 8 a 10 milimolares. Após o transplante de células, o nível diminuiu para o observado em humanos, cerca de 4 a 5 milimolares. O transplante derivado foi capaz de regular os níveis de glicose no sangue em camundongos”, diz a pesquisadora Jonna Saarimäki-Vire, responsável pelo transplante de células.

O levantamento da função das células beta agora publicado é o mais abrangente no campo: além da secreção de insulina, os pesquisadores investigaram a funcionalidade dos sistemas que regulam a secreção de insulina, incluindo o metabolismo e os canais iônicos, também conectando os achados à expressão gênica que ocorre durante o desenvolvimento.

“Nosso estudo ajudará a melhorar ainda mais a produção de ilhotas de células-tronco, o que tornará mais fácil utilizá-las na modelagem de doenças e terapias celulares”, diz Timo Otonkoski.

“Acredito que a comunidade acadêmica internacional valoriza nossos esforços para validar as ilhotas de células-tronco como ferramentas para pesquisa em diabetes e terapias celulares”, diz o professor Anders Tengholm, da Universidade de Uppsala, que contribuiu para o estudo.


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Amamentar deitada dá infecção de ouvido no bebê? Posso consumir café e chocolate? É normal um seio produzir mais leite do que o outro? Veja as respostas!

1. Amamentar deitada pode dar infecção de ouvido no bebê?

Não. Isso é mito porque a mama segue o formato da boca da criança e durante esse momento acaba ocluindo a comunicação com o ouvido. Também não temos uma restrição de tempo: o bebê pode ser amamentado nessa posição assim que nascer. O único cuidado de dar o peito deitada que é alguém deve estar próximo porque, muitas vezes, a mãe faz isso à noite, quando está cansada, e pode acabar adormecendo e caindo em cima do filho. Mas é importante não confundir: o que pode causar otite é o pequeno mamar mamadeira deitado.

2. As mulheres que estão amamentando podem consumir café e chocolate?

Sim, mas em pequena quantidade. Duas xícaras pequenas de café por dia não tem problema. Já o chocolate, nós recomendamos até 25 gramas diariamente. Vale lembrar que a cólica está mais relacionada com o desenvolvimento intestinal do bebê – que começa a partir dos 15 dias e finaliza por volta dos três meses – do que com a alimentação da mãe. Mas se achar que alguma comida está interferindo, ela deve fazer um teste comendo de 3 a 4 dias o alimento e observar a reação do filho; depois, ficando de 3 a 4 dias sem ele e analisar como a criança fica. Só assim ela vai perceber se alguma coisa específica está afetando a amamentação. A lactante pode comer de tudo com moderação, mas a única coisa que deve evitar são os refrigerantes e sucos ácidos – como o de limão -, porque eles mudam o pH do sangue e podem alterar o leite, deixando os pequenos desconfortáveis.

3. É normal sentir dor no bico do seio quando o bebê começa a mamar?

Não. A mãe só vai sentir dor se a pega estiver errada. Ainda na maternidade, os especialistas devem avaliar essa questão para fazer os ajustes necessários. Às vezes, no comecinho do aleitamento, a mulher pode ter sensibilidade, mas não dor. Também é importante lembrar que o bebê tem que abocanhar uma porção grande da aréola e não somente no bico, pois é justamente na região aerolar que fica o depósito de leite. Além disso, depois da mamada, o mamilo tem que sair redondinho e não amassado.

4. É normal a produção de leite diminuir mesmo quando o bebê está mamando normalmente?

Não. O que acontece que é por volta do terceiro dia após o parto desce uma grande quantidade de leite, até mais do que a criança está acostumada a mamar. Então, nesse primeiro momento, a mama fica muito cheia e pode até empedrar. A partir do quinto dia, isso começa a entrar em equilíbrio e as mulheres tendem a achar que têm pouco leite, mas na verdade elas produzem a quantidade ideal para os seus filhos. O leite muda ao longo do dia – pela manhã, por exemplo, as mulheres liberam 6 vezes mais hormônios de produção -, mas quanto mais a criança mama, mais ele é fabricado. Por isso a gente ressalta a importância da livre demanda.

5. É normal um seio produzir mais leite do que o outro mesmo quando a mãe oferece as duas mamas igualmente?

Sim. Em grande parte das mulheres, a saída do leite é maior em um dos peitos e o bebê é esperto: ele dá preferência para aquele em que o fluxo é maior. Então é essencial sempre oferecer as duas mamas comece por aquela que tem menos leite, dê uma insistida, para só depois dar a que está mais cheia.

6. Por quanto tempo preciso deixar o bebê arrotar após a amamentação?

Depois que ele mamar, o ideal é colocá-lo na posição vertical para arrotar por 15 minutos.

7. Meu filho resmunga ao mamar. Como saber se ele está sinalizando algum problema?

O que acontece é que quando o bebê mama, ele estimula o intestino e pode ficar um pouco incomodado. No primeiro mês de vida, a criança ingere o leite materno em um período mais longo – pode levar de 30 a 45 minutos em apenas um seio. Quando essa fase passa, ele aprende a mamar um volume maior em menos tempo. Às vezes, o fato dele resmungar pode ser que esteja sinalizando que está na hora de trocá-lo de peito. Isso não significa que você não tem leite, mas vale observar se não é uma crise de cólica ou se ele quer arrotar porque engoliu ar.

Fonte: Portal bebe.com.br


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Material biológico tem a capacidade de regenerar tecidos e músculos do corpo humano

Dentre as etapas do crescimento infantil, a troca da dentição é um momento muito significativo para os pais. Mas o que muitos não sabem é como essa época pode ser benéfica para a criança e seus familiares no futuro. A polpa do dente de leite possui uma grande quantidade de células-tronco, que são capazes de  transformarem-se em diversos tecidos existentes no corpo humano, auxiliando no tratamento de diferentes doenças congênitas.

De acordo com Nelson Tatsui, Diretor-Técnico do Grupo Criogênesis e Hematologista do HC-FMUSP, esse material biológico é rico em células-tronco mesenquimais, que auxiliam na regeneração de tecidos e podem tratar, entre outras condições, fissuras como a labiopalatal. “Elas têm a capacidade de reconstituir músculos, cartilagem, tecido e gordura, podendo diferenciar-se com qualidade em qualquer outra célula de tecidos sólidos do corpo humano”, explica.

As fissuras de lábio e/ou palato são modificações que resultam de falhas na fusão dos processos de formação nasal e da maxila, sendo consideradas as anomalias congênitas faciais mais comuns. Tais alterações têm ampla variação, as de lábio, de palato, de lábio e palato, uni ou bilaterais as mais recorrentes, podendo ser descobertas de maneira isolada ou relacionadas com outras mutações, como parte de alguma síndrome.

No mundo, a incidência de fissura labiopalatal é de 0,5 a 2 casos a cada mil nascidos vivos, e no Brasil, é de um caso a cada 650 nascidos vivos. Pacientes portadores da anomalia, assim como seus familiares, sofrem diversos obstáculos funcionais, psicológicos e sociais frente ao diagnóstico de má formação. Desse modo, o tratamento com o uso de células-tronco possibilita reestruturar a parte estética e funcional do indivíduo em um período de tempo infinitamente menor, com ganhos importantes em termos de qualidade de vida. “O armazenamento e uso desse material é vantajoso devido sua disponibilidade e facilidade na coleta de maneira minimamente invasiva e indolor. Ele consiste na extração do dente, que é enviado ao laboratório para isolamento das células-tronco, onde são colocadas numa espécie de “esponja”, para serem aplicadas na fissura. O processo demora cerca de um mês e não apresenta reação imunológica ou anti-inflamatória, pois tem a capacidade de diferenciação osteogênica”, revela.

Para tratar a doença, popularmente conhecida como lábio leporino, usando a polpa de dente, é indispensável que a coleta seja feita com técnica asséptica, em ambiente apropriado e por um odontologista capacitado. De acordo com o hematologista, é necessário que a coleta seja feita sem contaminação da raiz. “A polpa do dente é uma pequena massa de tecido vivo, composta de vasos sanguíneos, nervos e células. A trama viva é mantida pela circulação sanguínea, que, quando ausente, leva a morte das células-tronco”, afirma.

Fonte: Criogênesis


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Volante do Inter, Rodrigo Dourado passou pelo procedimento após torção no joelho

Um tratamento inovador devolveu a Rodrigo Dourado, volante do Inter, a chance de voltar aos gramados como atleta profissional. Em 2019, durante um jogo, ele teve uma leve torção no joelho esquerdo e, o que parecia simples, lhe custou cerca de 450 dias de tratamento e recuperação.
Na verdade, Dourado sofreu com um um edema ósseo que o impedia de retornar aos gramados. Após duas artroscopias, o jogador seguia sentindo fortes dores e os médicos já não acreditavam que havia algo mais a ser feito.

Neste contexto, Felipe Carvalho, especialista em medicina regenerativa, ofereceu uma última tentativa: a técnica de células-tronco, que consiste em utilizar células do tutano do osso da bacia para promover a recuperação de uma área lesionada rapidamente. “Fizemos seis aplicações com intervalo de 15 dias. Ele seguiu exatamente o que eu recomendei em termos de alimentação e recuperação”, relembra o médico.

Após o procedimento e 90 dias de recuperação, Rodrigo Dourado retornou em plena forma a defender a camisa do Internacional.

O que são as células-tronco e como atuam no nosso corpo?

Estas são células muito especiais no nosso organismo. Surgem no ser humano, ainda na fase embrionária, bem antes do parto. Após o nascimento, alguns órgãos ainda mantêm dentro de si uma pequena porção de células-tronco, que são responsáveis pela renovação constante desse órgão específico. Essas células têm duas características distintas:

* Conseguem se reproduzir, duplicando-se, gerando duas células com iguais características.

* Conseguem diferenciar-se, ou seja, transformar-se em outras células dos respectivos tecidos e órgãos.

Um exemplo é a célula-tronco hematopoética, que no adulto se localiza na medula óssea vermelha, onde é responsável pela geração de todo o sangue. Essa é a célula que efetivamente é substituída quando é feito um transplante de medula óssea.

Avanço e prevenção

A vida atlética de Dourado foi salva por um avanço tecnológico da medicina regenerativa e, outros casos ditos “sem solução” como o do jogador, podem ter suas respostas encontradas também nas modernas técnicas desta área médica.

Carvalho alerta para a importância de descobrir e tratar as lesões ainda no começo, pois, quanto antes o tratamento for iniciado, o período de recuperação é menor e mais fácil. “Em uma lesão ósseo-muscular, se o atleta procurar ajuda no início da dor, a gente consegue equalizar e ter mais opções para tratar ele”, afirma.

Fonte: Portal Jornal NH


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1 – Aumentar a ingestão de líquido: Durante o verão transpiramos mais que o comum e precisamos repor o líquido que perdemos no suor. Por isso, é de suma importância que as gestantes aumentem a ingestão de líquido e mantenham o corpo hidratado para proporcionar bem-estar. Que tal investir em uma garrafinha de água na bolsa?

2 – Manter uma alimentação leve: Legumes, verduras e frutas, são alimentos essenciais em qualquer momento da nossa vida, principalmente se houver outra vida crescendo em nós. Eles são responsáveis por fornecerem os nutrientes necessários e manterem o organismo nutrido, livre de possíveis enfermidades.

3 – Repouso ao longo do dia: Tire alguns momentos do dia para repousar, colocar os pés para cima, no caso de inchaço, descansar e relaxar para amenizar os efeitos das altas temperaturas. Além disso, o calor excessivo pode causar fadiga e um cansaço maior do que estamos acostumados.

4 – Controlar a exposição ao sol: De acordo com o o Dr. Edilson Ogeda, as gestantes devem evitar a exposição ao sol entre as 10 e as 16 horas, afinal, é o momento em que a temperatura está mais alta e a chance de causar mal-estar são maiores.

5 – Usar protetor solar: Mesmo que nos horários de temperaturas mais amenas, o protetor solar é fundamental para manter a saúde da pele da mulher que já sofre com o aparecimento de manchas, estrias e com a oleosidade.

6 – Pratique atividade física: Aposte em algum exercício físico para melhorar a disposição. Além disso, quando estamos em atividade, melhoramos a circulação de sangue, diminuir a sensação de inchaço do corpo. Vale ressaltar que as atividades devem ser de baixo impacto, como a caminhada, por exemplo, para não deixar a mulher sobrecarregada.

O verão traz benefícios para a saúde da mulher e do bebê, mas tudo com moderação

Ir para a praia, clube, piscina, passear ao ar livre são atividades comuns durante essa época do ano e devem ser feitas pelas gestantes, desde que hábitos saudáveis e alguns cuidados sejam seguidos. “A exposição ao sol, por exemplo, aumenta a reserva de vitamina D, que é importante para a mãe e filho, além da sensação de bem-estar que pode proporcionar.Tudo com moderação faz bem à saúde de qualquer pessoa, inclusive da grávida. A exposição exagerada pode ocasionar desidratação, queimaduras ou mesmo manchas na pele”, finaliza o profissional.

Fonte: Portal Conquiste Sua Vida