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Dia 15 de agosto é celebrado o Dia da Gestante, uma data dedicada à atenção e cuidados que toda grávida deve ter e receber para uma gestação saudável. Os exames pré-natal têm grande importância em todo o processo de gestação, as consultas têm um papel fundamental na saúde do bebê.


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Especialista da Criogênesis explica como o material, encontrado no sangue e tecido do cordão umbilical, pode ser eficaz no tratamento de diversas patologias

Em 5 de agosto comemora-se o Dia Nacional da Saúde no Brasil. A data foi criada com o intuito de conscientizar e garantir o melhor nível de bem-estar para as pessoas em todo o país, por meio da divulgação de temas que contribuem para a melhoria e qualidade de vida, despertando na população o interesse e os cuidados necessários para com ela.

De acordo com Nelson Tatsui, Diretor-Técnico do Grupo Criogênesis e Hematologista do HC-FMUSP, as pautas usualmente debatidas nessa data visam despertar reflexões relacionadas à saúde, que englobam a presença de uma efetiva qualidade de vida e prevenção contra enfermidades futuras. “Ser saudável depende de uma série de fatores físicos e mentais que devem fazer parte da rotina de todos, como uma boa alimentação, ingestão suficiente de água, prática de atividades físicas, lazer e descanso”, afirma.

O médico afirma que, quando o assunto é o bom funcionamento do organismo, os métodos preventivos assumem um papel importante, pois garantem uma precaução, em termos de possíveis complicações. Neste sentido, a medicina contemporânea acredita nas células-tronco como forma de prevenção a possíveis complicações, já que são capazes de atenuar e tratar diversas patologias. “O material, que pode ser retirado do sangue e tecido do cordão umbilical ou da polpa do dente de leite, é capaz de originar diversos tipos de tecidos, o que possibilita a sua utilização em mais de 80 tipos de doença, além de outros quadros, que ainda estão em fase de estudo”, assegura.

O especialista explica que as células-tronco funcionam como “mães”, capazes de criar os componentes principais do sangue humano e do sistema imunológico do corpo. “A partir delas, se formam glóbulos vermelhos, brancos e plaquetas, que levam o oxigênio aos tecidos, e conseguem combater infecções que atuam na coagulação sanguínea, por exemplo”, informa.

Nelson garante que diversos ensaios recentes envolvendo o uso de células-tronco apontam que o material é capaz de recuperar diferentes regiões e tecidos danificados. “As células-tronco podem ser usadas no tratamento da paralisia cerebral, na atenuação do grau do autismo e na melhora do diabetes, por exemplo, porque incentivam os processos de regeneração. Além disso, elas são capazes de originar células características do sistema nervoso e modular, por meio de ação imunológica, reduzindo assim a inflamação de determinadas regiões”, enfatiza.

O diretor ainda ressalta que a probabilidade de uma pessoa necessitar do uso de suas próprias células-tronco para tratamento não são baixas. “Estudos revelam que as chances de um indivíduo precisar do seu material biológico ao longo da vida é de em média 1 para cada 200 pessoas. Além disso, as pesquisas e aplicações na área, bem como a crescente alternativa do transplante autólogo e o uso em parentes compatíveis tornam a coleta um investimento preventivo para as famílias”, finaliza Tatsui.


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São inúmeros fatores que levam a mulher a pensar numa gravidez tardia, geralmente a partir dos 35 anos de idade, adiando assim a maternidade. A decisão, no entanto, já é bastante comum nos dias de hoje, principalmente entre as famosas, que têm recorrido ao congelamento de óvulos, um procedimento normalmente encarado como uma precaução para quem quer postergar a gravidez ou ainda não tenha decidido se quer uma gestação no futuro. Feito o procedimento, nada impede que a mulher engravide de forma natural, mas se isso não acontecer, os óvulos estão ali, resguardados, para que ocorra uma reprodução assistida.

Paolla Oliveira resolveu recorrer ao procedimento e falou sobre o fato para a Vogue:

A maternidade faz parte do meu futuro. Fiz o congelamento de óvulos porque eu gostaria de ter a escolha, a possibilidade. Então sendo uma opção, posso escolher e a maternidade está por aqui. Fazer esse filme [Papai é Pop] foi muito importante para mim porque consegui encontrar uma maternidade que realmente me faz mais sentido do que a que eu via. Retratando isso, eu pude me aproximar mais desse tema, afirmou a atriz que protagoniza o longa ao lado de Lázaro Ramos.

Fonte: jornal Estadão


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Pedro Scooby, de 33 anos, precisará ficar afastado do mar durante um mês para fazer um tratamento com células-tronco após romper parte dos ligamentos. O surfista contou que se machucou enquanto praticava o esporte e agora seguirá para o repouso.

“Fala galera. Postei no feed a foto do surfe de ontem. Não foi nessa onda, mas em uma outra. Acabei machucando meu ligamento, graças a Deus não foi rompimento total, foi parcial… Vou fazer um tratamento com células-tronco… Espero daqui a um mês estar de volta e ficar pronto para temporada de onda gigante”, contou o ex-BBB nos stories do Instagram.

O surfista explicou que irá aos Estados Unidos fazer o tratamento com células-tronco para voltar o quanto antes recuperado. “Vou para Califórnia fazer minha fisioterapia, treinar e ficar 100% de novo. Eu e joelheira vamos ficar juntinhas por um tempo”.

Também no perfil do Instagram, o ex-BBB repercutiu sobre o rompimento durante a prática de surfe. “Como pode a coisa que você mais ama te machucar ?! Mas é isso, ontem machuquei o ligamento do meu joelho surfando essa onda incrível que é Jaconé. O surf de ondas grandes é um esporte perigoso que exige atenção a todo momento. E calma, muita calma!!! Enfim ? já já o joelho está novo e eu de volta (de novo novamente outra vez)”, escreveu ele.

Ele também comentou sobre a felicidade em poder surfar com os amigos em uma praia que ele tanto gosta. “Amarradão de surfar com meus amigos sem a pressão de um campeonato. Para mim o surf é isso: amigos (muitos), tubos (muitos) e risadas (muitas)!!!”, afirmou. O amigo de confinamento no “Big Brother Brasil 22” Paulo André desejou melhoras ao surfista. “Você é gigante! Vai voltar mais forte ainda. Te amo”, disse ele. A atriz e DJ Pathy de Jesus também deixou uma mensagem para Scooby. “Boa recuperação”, comentou.

Fonte: Portal UOL


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Nem sempre os alimentos que o seu filho está ingerindo trazem o combo de vitaminas e minerais que ele precisa para se desenvolver plenamente. Entenda por que esses nutrientes são essenciais e onde são encontrados

Seu filho tem uma alimentação adequada? Ingere a quantidade ideal de nutrientes para um desenvolvimento saudável? Muitos pais dirão que sim, já que, no seu entendimento, oferecem às crianças uma dieta balanceada, com carboidratos, proteínas e gorduras. Mas será que isso basta para garantir a elas o aporte necessário de vitaminas e minerais? A resposta é não. Carboidratos, proteínas e gorduras são os chamados macronutrientes, que oferecem energia e calorias ao organismo. “O grupo dos micronutrientes, em que estão as vitaminas e os minerais, acaba sendo negligenciado. Eles modulam reações metabólicas e, por isso, são fundamentais”, explica a nutricionista Martha Amodio, de São Paulo.

1. Quais as principais funções das vitaminas e minerais no organismo?
De acordo com a pediatra Virginia Weffort, presidente do Departamento Científico de Nutrologia da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), são vários os papéis que eles desempenham no corpo. “Podem agir tanto como coadjuvantes em alguns processos, como na mielinização (quando as vitaminas do complexo B atuam para a formação de uma ‘capa protetora’ que envolve e protege os nervos) como também são responsáveis diretos pela integridade dos tecidos e órgãos”, afirma Weffort. Veja alguns exemplos do papel das vitaminas e minerais no organismo:

– Vitamina A: crescimento, visão, imunidade;

– Vitamina D: imunidade, fortalecimento ósseo, crescimento;

– Vitamina C: imunidade, cicatrização;

– Complexo B: regeneração da pele, de nervos, condução nervosa, imunidade;

– Ferro: evita anemia por falta desse micronutriente;

– Selênio: imunidade;

– Zinco: crescimento, imunidade.

2. O leite materno tem vitaminas?
“Ele é o alimento mais completo do mundo.” Com esta afirmação, a nutricionista materno-infantil Paula Stancari (SP), tutora de aleitamento pelo Ministério da Saúde, ressalta que o leite materno contém todas as vitaminas e minerais importantes para o crescimento e desenvolvimento do bebê. “É o principal alimento até 1 ano, rico em oligossacarídeos (prebióticos que ajudam no funcionamento intestinal), probióticos (bactérias do bem, que auxiliam na imunidade e no bom funcionamento intestinal) e anticorpos importantes para o sistema imune do bebê”, diz.

3. Com a introdução alimentar (IA), como ficam os nutrientes?
É importante, sempre que possível, manter o aleitamento materno no primeiro ano de vida. A partir dos seis meses, na IA, oferecer ao bebê uma dieta rica em nutrientes macro (proteínas, carboidratos e gorduras) e micro (vitaminas e minerais). As refeições também devem ter os quatro grupos alimentares principais: hortaliças e frutas, carnes e ovos, cereais e tubérculos e grãos. Daí a importância das consultas ao pediatra, para orientar a família e avaliar o desenvolvimento da criança.

A professora Luciana Santos Gonçalves, 38, foi além: teve acompanhamento de uma nutricionista desde a gravidez. “Fui orientada a ter uma alimentação o mais natural e variada possível, para que meu bebê, na IA, identificasse os sabores com os quais teve contato dentro da barriga”, conta. Ela seguiu a amamentação exclusiva até os 6 meses de Felipe, quando iniciou a introdução, sem excluir o leite materno. Hoje, com 1 ano e 5 meses, o menino ainda mama no peito e come de tudo: “Ele até faz birra no mercado para saborear as frutas quando ainda estamos no caixa”.

4. A suplementação de ferro é necessária mesmo? Todas as crianças precisam?
De acordo com a SBP, todas as crianças a partir de 3 meses — até os 2 anos — devem fazer uso de ferro. Porém, em alguns casos, a suplementação se inicia antes, como no caso dos prematuros, que costumam ter uma quantidade menor desse mineral no organismo.

Vale lembrar que, na gestação, a demanda de ferro da mulher é bem maior porque o volume de sangue dela aumenta em 50%, e o bebê precisa desse nutriente. Por isso, é fundamental que todas as gestantes sejam suplementadas a partir do terceiro trimestre e até seis meses após o parto. Assim, ela terá ferro suficiente para passar ao bebê pelo leite.

Combinações sem erro

Existem alguns alimentos que, quando consumidos juntos, melhoram a absorção das vitaminas. Mas também há combinações que devem ser evitadas, já que podem prejudicar a absorção. Veja alguns exemplos:

Liberados
A tradicional dupla arroz com feijão forma uma ótima combinação de aminoácidos, importantíssimos para a síntese de proteínas.

A vitamina C potencializa a absorção de ferro, por isso a laranja e o feijão combinam, assim como o limão ingerido com espinafre, couve e agrião.

O zinco, presente nos cereais integrais, favorece a absorção da vitamina A, presente no mamão. Ou seja, mamão com aveia é uma ótima opção de lanche.

Melhor evitar
Leite e derivados dificultam a absorção de ferro, presente nas carnes, gema de ovo, feijão e outras leguminosas, como lentilha e grão-de-bico. Por isso, atenção à sobremesa: um pudim de leite, por exemplo, pode prejudicar a absorção de nutrientes. Para as crianças, nada de dar leite logo após as refeições. Mesmo que não tenham comido bem, é importante que o organismo consiga absorver o ferro que foi ingerido.

Excesso de sal, fitatos e oxalatos — encontrados na aveia, no trigo e no espinafre, por exemplo —, além de café, chocolate e refrigerante, atrapalham a absorção de cálcio. Assim, não os combine com alimentos ricos nesse mineral.

5. Dá para detectar se a criança está com falta de vitaminas e minerais?
Esse déficit é verificado, primeiramente, com avaliação clínica: “No consultório, analisamos sinais e sintomas, sempre observando o comportamento e o desenvolvimento da criança, bem como o crescimento, o ganho de peso e a energia. Também avaliamos a microbiota intestinal (entendendo a rotina de evacuação do pequeno) para saber se os nutrientes ingeridos são bem absorvidos”, explica a nutricionista Martha Amodio. Depois, se for preciso, são solicitados exames. Os mais comuns para a análise são: hemograma, ferritina, zinco, vitamina D, retinol plasmático e vitamina B12 (todos de sangue). Obviamente, o pedido varia de acordo com a necessidade de cada paciente.

6. Ao identificar o déficit de alguma vitamina, como repor?
O melhor caminho é sempre via alimentação. Na grande maioria dos casos, é possível suprir deficiências de vitaminas e minerais com a reeducação alimentar, que oferece não apenas o aporte necessário de nutrientes como favorece a boa absorção intestinal do que é ingerido. Se melhorando ambos ainda houver algum déficit, parte-se para os suplementos, sempre com atenção à fórmula do produto e com orientação do especialista (jamais automedique o seu filho!). “Os suplementos não são gostosos, então, muitas marcas industrializadas apostam em açúcares e corantes para torná-los palatáveis. Para evitar a ingestão desses aditivos, recorremos a produtos manipulados, porque podemos inserir as vitaminas e minerais de maneira personalizada e chegar a uma fórmula que a criança aceite ingerir”, explica Martha.

7. Caso a criança não tenha uma alimentação EQUILIBRADA ou seja seletiva, precisa suplementar?
Se depois de uma avaliação profissional for constatado que faltam nutrientes em sua alimentação, é preciso, sim. Aconteceu com a dona de casa Whatina Rodrigues da Silva dos Anjos, 33. Sua filha Debora, 3, recusava quase todos os alimentos e, como consequência, tinha dificuldades para evacuar, sentia fraqueza e cansaço. Com o auxílio de uma nutricionista, Debora começou a suplementação em outubro do ano passado.

“Ela está tomando probióticos e zinco. Percebi que está mais corada e disposta. Além disso, o humor e o funcionamento do intestino melhoraram bastante”, comemora Whatina. A mãe conta que, em conjunto com a suplementação, partiu, com orientação da especialista, para a reeducação alimentar da filha, que já está aceitando uma variedade maior de alimentos. “Tenho trabalhado a rotina dela, ofereço várias vezes o mesmo alimento, faço pratos decorados, com carinhas, para ela aceitar melhor. Vem funcionando”, diz.

8. Qual a diferença entre os suplementos em cápsula, pó ou injetável?
Na maioria dos casos, a suplementação oral é suficiente. Para facilitar a ingestão e obter os resultados esperados, existem tipos variados de suplemento. Os que vêm em cápsula são armazenados em invólucro solúvel e a criança precisa engolir. Os em pó são mais facilmente aceitos pelos pequenos, porque podem ser misturados a sucos, por exemplo. Já os injetáveis são indicados apenas quando há uma deficiência mais severa, mas, normalmente, não costumam ser utilizados nas crianças.

9. Tomar suplemento sem indicação médica pode ser maléfico?
Sim. “O excesso de vitaminas ou minerais é prejudicial à saúde. Por exemplo: o excesso de vitamina C pode causar cálculo renal. O exagero de vitamina A pode aumentar a pressão dentro da cabeça, provocando desmaios e cefaleias nas crianças”, alerta Virginia Weffort.

10. De que forma é possível garantir que a vitamina D fique sempre em nível adequado nas crianças?
A Sociedade Brasileira de Pediatria recomenda a ingestão de vitamina D oral desde a primeira semana de vida até os 2 anos. A partir daí, cabe ao pediatra avaliar a necessidade de suplementação. Além disso, é fundamental a exposição do bebê e da criança aos raios solares para garantir níveis adequados dessa vitamina. “No caso da vitamina D, a alimentação supre apenas 5% das necessidades; 95% são adquiridos pela exposição solar”, explica Paula Stancari.

Nos casos em que os patamares não se normalizam, estudos epidemiológicos sugerem que a deficiência dessa vitamina pode estar associada ao desenvolvimento de doenças, como diabetes tipo 1, asma, dermatite atópica, alergia alimentar, doença inflamatória intestinal, entre outras. Ou seja, é preciso investigar mais a fundo.

11. Qual a relação da falta de vitaminas e minerais com doenças como anemia, obesidade e diabetes?
A falta do ferro provoca a chamada anemia ferropriva. A falta da vitamina B12 ou da vitamina B9 (ácido fólico) provoca anemia megaloblástica. Já o aparecimento de obesidade e diabetes tipo 2 está mais ligado ao meio em que a criança vive, aos hábitos alimentares dos pais e ao sedentarismo. “É muito comum encontrar crianças com obesidade e com deficiências de vitaminas e minerais, a chamada fome oculta”, diz Paula. “Quando a criança ingere menos vitaminas e minerais do que o necessário, por mais que ela coma, a fome não é saciada, porque está consumindo calorias, mas o que o corpo precisa, na verdade, é de nutrientes. Isso pode levar à obesidade, deficiência nutricional e outras doenças”, complementa Martha.

12. Como reforçar a imunidade, a saúde de unhas, cabelo e pele por meio de vitaminas e minerais?
Alimentos que melhoram a imunidade: leite materno, frutas cítricas (ricas em vitamina C, laranja, limão e mexerica), folhas verde-escuras, aveia, própolis aquoso (encontrado em farmácias, e liberado a partir de 1 ano), probióticos (kefir ou iogurtes naturais), probióticos (biomassa de banana-verde, alho, cebola, chicória), alimentos alaranjados (manga, cenoura, abóbora) e os ricos em zinco, como carnes, ovo, feijões, cereais integrais, castanhas. Para ter unha, cabelo e pele mais saudáveis, é bom investir em alimentos ricos em: proteínas (feijões, carnes, leite, queijos, iogurtes); biotina — vitamina B7 — (ovos e amêndoas); e vitamina C (laranja, goiaba, mamão, mexerica, limão, maracujá, kiwi e abacaxi).

Fonte: revista Crescer


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Check-up preventivo Quando falamos em estilo de vida saudável, o que vem à sua cabeça? Alimentação saudável e a prática contínua de exercícios físicos, correto? Claro que ambos colaboram muito, mas ser saudável vai muito além disso, envolve, principalmente, a realização periódica de consultas e exames médicos. Fazer check-up preventivo é muito importante, pois permite […]

Check-up preventivo

Quando falamos em estilo de vida saudável, o que vem à sua cabeça? Alimentação saudável e a prática contínua de exercícios físicos, correto? Claro que ambos colaboram muito, mas ser saudável vai muito além disso, envolve, principalmente, a realização periódica de consultas e exames médicos. Fazer check-up preventivo é muito importante, pois permite avaliar seu estado de saúde de forma completa e aprofundada.

O check-up preventivo, auxilia na detecção de possíveis alterações no organismo. E atenção, muitas delas não apresentam qualquer tipo de sintoma e só são descobertas por meio da realização desses exames periódicos. O diagnóstico precoce é fundamental para o sucesso do tratamento da maioria das doenças. Por isso, a importância de realizar check-ups regularmente, de preferência, a cada ano ou conforme orientação médica.

Confira agora 3 motivos para realizar check-ups preventivos:

Prevenção de doenças – Muitas doenças são assintomáticas, mas com a realização de exames preventivos, podem ser detectadas de forma precoce. Por isso, a importância de fazer um acompanhamento médico constante. Seja qual for a doença, o tratamento é mais eficaz e tem maior chance de sucesso quando começa cedo. Por isso, prevenir é sempre a melhor escolha.

Histórico familiar: 

Conhecer seu histórico de saúde familiar é o primeiro passo para a prevenção e a detecção antecipada de doenças. Pessoas que possuem casos na família de doenças cardiovasculares ou câncer, por exemplo, podem ter maior chance de também desenvolverem essas enfermidades. Nesses casos, a avaliação deve começar cedo, e a realização do check-up médico uma vez por ano é de extrema importância.

Idade: 

Com o avançar dos anos, todo o corpo se transforma: o sistema imunológico fica mais vulnerável, assim como a capacidade de recuperação, tornando a pessoa mais propensa a desenvolver doenças. Por isso, a partir dos 40 anos, você deve ter maior atenção à sua saúde, e aos 60 anos, procurar um geriatra pode ser a melhor alternativa. Esse médico tem como foco a prevenção e o tratamento de doenças associadas ao envelhecimento.

Saúde da mulher e cuidados ginecológicos

Além dos exames de rotina, as mulheres precisam de atenção redobrada com as especificidades do seu corpo. Para isso, devem ser realizados anualmente exames como o papanicolau, que identifica alterações no colo do útero, e a mamografia, que permite a identificação de nódulos na mama em estágio inicial, entre outros.

A maioria desses exames é realizada de forma rápida, ágil, segura e exige procedimentos de preparo simples, que afetam pouco a rotina do paciente.

Fonte: portal UOL


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Shampoos potentes, chapéus com lasers, suplementos hormonais e transplantes de folículos são apenas algumas das medidas que as pessoas fazem para combater a queda de cabelo. Mas talvez a cura esteja escondida sob nossas cinturas. Kerastem Advanced Hair Therapy usa as células-tronco de um indivíduo das reservas de excesso de gordura para ajudar a regenerar o crescimento do cabelo e evitar mais queda de cabelo.

Após um ensaio clínico inovador que descobriu que o cabelo aumentou em um terço após o tratamento, o procedimento agora é procurado em todo o mundo para pessoas nos estágios iniciais da perda de cabelo.

O Dr. Olivier Amar, um dos principais consultores estéticos da Europa que realizou o procedimento em clínicas em Londres, disse:

“As células de gordura são ‘alimentos’ essenciais para o crescimento dos folículos capilares. Restaurar um ambiente rico em gordura e células-tronco no couro cabeludo cria um tratamento seguro e poderoso para desencadear o crescimento e restaurar o cabelo perdido.”

Durante o procedimento de duas horas com células-tronco, 200 ml de gordura são retirados do abdômen usando uma cânula fina – uma agulha fina e oca. A gordura é limpa e filtrada para remover qualquer sangue ou outras partículas. Isso é então combinado em um tubo de ensaio com uma enzima que quebra o tecido e colocado em uma centrífuga e centrifugado por 90 minutos.

Isso separa os componentes sólidos, o óleo e um fluido claro, rico em células-tronco. Apenas cinco mililitros desse fluido podem conter cerca de 60 milhões de células-tronco. O fluido, juntamente com uma pequena quantidade de gordura, é então injetado no couro cabeludo.

São necessárias cerca de 100 pequenas injeções, espaçadas uniformemente em um centímetro quadrado, para cobrir todo o couro cabeludo. Todo o processo é realizado sob anestesia local no abdômen e couro cabeludo, para que não haja desconforto.

A Kerastem Technologies é de propriedade privada da Bimini Technologies, uma empresa conhecida por seus produtos Cytori Therapeutics para queda de cabelo e por ser uma fornecedora líder de tecnologia de enxerto de gordura.

Em 2017, pesquisadores da Espanha, Estados Unidos e Reino Unido testaram o tratamento em nove pacientes. Seis meses depois, o volume do cabelo aumentou em média um terço, com um paciente vendo quase o dobro da quantidade de cabelos em sua cabeça.

Em fevereiro de 2020, médicos dos EUA realizaram mais testes em 71 pacientes, alguns com sinais muito precoces de queda de cabelo. O estudo produziu resultados igualmente impressionantes e, mais notavelmente, um ano após o procedimento, novos cabelos continuaram a crescer.

Um teste de fase 3 está em andamento – A perda de cabelo, em homens e mulheres, geralmente se deve a uma combinação de predisposição genética e um hormônio chamado diidrotestosterona (DHT), que quando aumentado pode fazer com que o folículo da pele que cresce o cabelo encolha. Isso resulta no crescimento de fios de cabelo mais fracos e mais finos e, eventualmente, leva o folículo a se tornar tão pequeno que nenhum cabelo pode ser produzido, o que é conhecido clinicamente como alopecia androgênica.

O aumento de DHT ocorre naturalmente como parte do processo de envelhecimento, mas para algumas pessoas pode acontecer em qualquer fase da vida, por razões que não são totalmente compreendidas. Condições médicas, medicamentos como drogas para baixar o colesterol e anticoagulantes, esteróides e antidepressivos, também podem desencadear a perda de cabelo e até 90% das mães perdem cabelo após o parto.

Medicamentos, como minoxidil e finasterida, podem ajudar a retardar a queda de cabelo, bloqueando a atividade do DHT no couro cabeludo, mas devem ser tomados continuamente ou a queda começa novamente.

Pacientes Gratos – Rozina Ali, uma experiente praticante de transferência de gordura, é um dos poucos cirurgiões plásticos que realizam a Terapia Capilar Kerastem em Londres. Ela disse:

É uma alegria poder ajudar aqueles com ‘cabelo ralo’ – esses clientes geralmente estão deprimidos e sem esperança, tendo tido um mínimo de compreensão ou empatia por sua situação. Após o tratamento, eles são alguns dos meus clientes mais alegres, gratos e felizes.”

Fonte: Portal E-Magazine By MedicoExpo


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Muitas pessoas acreditam que as células-tronco ficam apenas no cordão umbilical. Mas elas podem ser coletadas também do dente de leite. Chamadas de mesenquimais, as células podem ser extraídas de qualquer dente de leite e é mais uma oportunidade de garantir um futuro melhor para a saúde do seu filho.

São milhares de células armazenadas que são usadas no tratamento de várias doenças.

Segue as principais doenças:

  • Acidente  vascular cerebral
  • Lesão cerebral
  • Mal de Alzheimer
  • Reconstituição de dentes
  • Esclerose Lateral Amiotrófica
  • Esclerose Múltipla
  • Cirrose
  • Doenças renais
  • Artrite
  • Lesão da medula espinhal
  • Doenças de Chohn
  • Doenças na próstata
  • Diabetes
  • Doenças cardíacas
  • Doenças pulmonares
  • Surdez
  • Problemas na retina
  • Calvície
  • Cartilagem no joelho
  • Lesão óssea
  • Queimadura

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As células-tronco apresentam capacidade de diferenciação e autorrenovação. Por essa razão, podem ser usadas no tratamento de doenças  degenerativas

As células-tronco destacam-se pela capacidade de se transformar em diferentes tipos celulares, ou seja, são células com grande capacidade de diferenciação. Essas células encontram-se em um estágio em que não estão completamente especializadas, o que permite que elas sejam programadas para desempenhar qualquer função.

Além de sua capacidade de diferenciação, as células-tronco destacam-se por sua capacidade de autorrenovação. Isso quer dizer que essas células são capazes de proliferar-se e gerar outras células-tronco idênticas.

→ Diferentes tipos de células-tronco

Costuma-se classificar as células-tronco em diferentes tipos: células-tronco totipotentes, células-tronco embrionárias, células-tronco adultas e células pluripotentes induzidas.

  • Células-tronco totipotentes: são capazes de formar células de qualquer tecido do corpo, inclusive tecidos embrionários e extraembrionários. Costuma-se dizer que esse tipo de célula é capaz de originar um organismo por inteiro. Como exemplo de células-tronco totipotentes, podemos citar o zigoto e as células provenientes de seu desenvolvimento até a fase de mórula;
  • Células-tronco embrionárias: Essas células são também chamadas de pluripotentes, pois são capazes de transformar-se em qualquer tipo celular de um indivíduo adulto. As células-tronco embrionárias não podem gerar tecidos extraembrionários, sendo esse um critério para diferenciação. Essas células são obtidas do embrião em uma fase de desenvolvimento chamada de blastocisto. Nessa etapa do desenvolvimento, ainda não ocorreu diferenciação celular;
  • Células-tronco adultas: Essas células são também denominadas de células-tronco multipotentes, pois, diferentemente das células-tronco embrionárias e totipotentes, elas não são capazes de se diferenciar em todos os tipos celulares existentes. As células-tronco adultas são capazes apenas de gerar células do tecido que originaram. Esse tipo de célula é obtido, por exemplo, na medula óssea humana e no sangue do cordão umbilical;
  • Células pluripotentes induzidas: Essas células são criadas em laboratório a partir da reprogramação do código genético. Após ser reprogramada, uma célula adulta é capaz de voltar ao seu estágio de célula-tronco embrionária.

Fonte: Portal UOL


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O dispositivo intrauterino é uma ótima forma de evitar a gravidez, mas ainda é alvo de muitos mitos que podem desencorajar a colocação

O DIU, ou dispositivo intrauterino, é um método anticoncepcional bastante famoso e bastante polêmico. Isso porque existem muitos mitos sobre o assunto que podem, até mesmo, desencorajar muitas pessoas com útero a optarem por ele.

Por isso, conversamos com Renato de Oliveira , ginecologista e obstetra da Criogênesis para desmistificar de uma vez por todas tudo o que se fala sobre o DIU. Vamos lá?

MITO: o DIU atrapalha gravidezes futuras

Nada disso. Ao contrário do que se pensa, apesar de ser um dispositivo inserido no útero, ele não altera, de qualquer maneira, a capacidade uterina de gerar um feto, assim como não interfere na produção de óvulos pelos ovários.

“O método só gera efeito enquanto está introduzido no corpo da mulher”, diz. “Quando retirado, sua eficácia é imediatamente interrompida e a mulher, caso não tenha nenhuma alteração, voltará a ter os ciclos ovulatórios e, consequentemente, chance de gravidez.”

VERDADE: é possível engravidar, mesmo com DIU

Calma, respire fundo. São poucos os métodos contraceptivos 100% eficazes – até mesmo a pílula pode falhar. O mesmo acontece com o DIU.

“Como em outros métodos contraceptivos, a possibilidade de engravidar mesmo usando o dispositivo intrauterino pode acontecer”, explica o médico. “Apesar das chances serem baixas e variarem entre de 0,2% e 0,7%, o risco não é totalmente excluído. Em média, a cada mil mulheres que colocam o DIU, três engravidam num período de um ano. O mau posicionamento consiste na principal causa.”

MITO: o DIU é um método abortivo

Isso, de fato, não é verdade. E, para entender o porquê, é preciso compreender o funcionamento desses dispositivos: “O efeito do dispositivo ocorre de formas variadas, com objetivo de evitar a fertilização. O dispositivo de cobre afeta a mobilidade dos espermatozoides e impede a sua movimentação adequada, além de gerar um ambiente hostil no endométrio para uma eventual implantação”, explica o Dr. Renato.

Já o DIU hormonal altera a receptividade do útero, deixando a camada interna, denominada endométrio, mais atrofiada e diminuindo a motilidade das tubas uterinas, dificultando o caminho do óvulo. “São mecanismos de ações bem efetivos visando evitar a gravidez”, conclui.

VERDADE: não é todo mundo que pode usar DIU

Apesar das contraindicações serem poucas, elas existem. As principais são: suspeita de gravidez ou gravidez existente, infecções ginecológicas, sangramento uterino de causa desconhecida e malformações uterinas. Outra contraindicação importante é para pessoas com útero que nunca tiveram relações sexuais com penetração.

Para o DIU hormonal, algumas contraindicações específicas são câncer uterino, câncer de mama e doenças no fígado. “Deve-se ressaltar que não ter engravidado não é uma contraindicação. Porém, aumenta a chance de expulsão do DIU de 3 para 10% em relação a quem já teve gravidez e opta pelo DIU”, diz o médico.

MITO: não é possível trocar o tipo de DIU utilizado

Ao contrário, a troca pode ser feita no mesmo dia. A questão é se vale a pena e o que motivaria essa mudança. Se for uma questão não adequação hormonal, a troca pode ser realizada depois do período médio de adaptação, entre 3 a 6 meses.

Nesses casos, vale a pena o reforço do uso do preservativo durante as relações, para evitar uma gravidez indesejada no período de troca e readaptação ao novo dispositivo.

VERDADE: é normal sentir incômodo após a colocação

Pelo menos no primeiro mês, o DIU pode causar desconfortos porque ainda não está totalmente acomodado no corpo. No entanto, dores muito fortes não são comuns, e é importante voltar ao médico para examinar se a implantação foi realizada de forma correta.

MITO: DIU engorda

Ao contrário do que se pensa, o dispositivo não provoca ganho de peso nem causa qualquer alteração do apetite, já que, em sua maioria, não utiliza hormônios para funcionar. “Apenas o DIU com hormônios têm certo risco de causar esse tipo de alteração corporal. Porém, cada caso deve ser avaliado individualmente. Hoje em dia existem diversos exames capazes de fazer um mapeamento eficiente, nesse sentido”, explica.