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O peso da idade também impacta na qualidade do sêmen e, portanto, na reprodução. Nos homens, isso se torna evidente entre 45 e 50 anos de idade. Vale saber que não há um prazo limite para o congelamento, mas é recomendado antes dos 45 anos.

Para o procedimento, o homem se masturba como se fosse fazer um exame de espermograma. Em seguida, o embriologista analisa os espermatozoides e congela aqueles que estiverem de boa qualidade. O sêmen é armazenado em pequenas palhetas dentro de botijões de nitrogênio líquido.

E aí, quando o homem decide usar o sêmen congelado, ele precisa avisar o laboratório. Na sequência, o profissional descongela esse sêmen, que poderá ser usado para fazer uma fertilização in vitro. Para isso, também é necessário colher os óvulos de uma mulher, que serão fertilizados com o espermatozoide que estava congelado.

É importante ter em mente que para o congelamento de sêmen é preciso assinar termos próprios de informação e esclarecimento, o que torna o processo mais seguro. Também é obrigatória a realização prévia de exames de sangue, que atestam a inexistência de doenças infecciosas do paciente. Como um todo, trata-se de um procedimento muito seguro, de acordo com os especialistas.

Fonte: Portal Viva Bem – https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2023/08/22/homem-precisa-congelar-semen-ou-apenas-os-ovulos-femininos-envelhecem.htm


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A cárie, é a doença crônica mais comum no mundo. Cerca de 30% das crianças terão cárie dentária antes de chegarem ao jardim de infância.

Como resultado, os grandes órgãos de saúde no mundo sugerem que pais e cuidadores levem seus bebês e crianças ao dentista ao nascimento dos primeiros dentes ou até antes disso. Ainda existe uma grande desinformação dos pais, muitos ainda são instruídos a esperar até os 2, 3 ou 4 anos de idade para fazerem uma primeira visita onde reforçamos a importância dos cuidados com os dentes.

Mas qual o papel dos pais em casa nos cuidados com os dentes?

Precisamos lembrar que as crianças precisam de monitoramento na higiene bucal até 6, 7 anos… Então não se apresse. Para avaliar qual a capacidade da criança em fazer uma escovação eficiente, comparamos ela a sua habilidade de escrever o nome ou de amarrar o cadarço de seu tênis.

Estimulando bons hábitos de higiene bucal no bebê e criança

Se o seu bebê ainda não tem dentes, não é necessário higienizar sua boquinha! Isso mesmo… não limpamos mais a boca do bebê que não tem dentes como fazíamos antigamente. Estudos mais atualizados mostram que a limpeza da gengiva do bebê pode modificar a microbiota favorecendo o desequilíbrio dessa microbiota e possível desenvolvimento de algumas infecções oportunistas por meio da descamação das gengivas, remoção de anticorpos provenientes do leite materno, interferindo na imunidade do bebê. A própria saliva contém enzimas que promovem a limpeza. Então não higienize a boca do bebê sem dentes!

A partir do nascimento do primeiro dente, que normalmente acontece quando o bebê já está na fase de introdução alimentar, passamos a escovar com o uso de uma escova de dentes mesmo. Não deves ser uma dedeira de silicone. As dedeiras de silicone servem somente para massagear a gengiva. Quando os dentes estão querendo nascer, a gengiva coça como resultado de um processo inflamatório local. A dedeira de silicone como os mordedores de silicone são muito bem-vindos nessa hora.

Procure uma escova dental condizente com a idade do bebê. Geralmente os fabricantes rotulam escova entre 0 e 2 anos, ou 0 e 3 anos. É importante que ela tenha a cabeça pequena, arredondada e que as cerdas sejam macias. Para os bebês que já querem pegar na escova e levam à boca, é interessante procurar uma escova que contenha cabo com boa pega e trava de segurança para o bebê não se machucar.

À medida que a criança cresce encorajarmos ela a escolher a escova. No mercado existe uma enorme variedade de modelos diferentes com cores, luzes e temas que ajudam motivar o hábito de escovar.

Não é incomum que atualmente as crianças sejam exigentes durante a escovação, especialmente se não gostarem do sabor da pasta de dente ou da sensação de escovar os dentes. Procuramos indicar que no início se procure usar pastas com sabores mais naturais, menos adoçadas. Isso é importante inclusive para evitar despertar o paladar preferencial de doce.

O uso de cremes dentais com flúor gera muito controvérsia. O flúor é muito importante para os dentes. Porém existe uma dosagem recomendada de acordo com cada faixa etária. A indicação deve ser seguida conforme orientação do odontopediatra de acordo com todas as informações trocadas em consulta.

Em casa é importante ser criativo no processo de escovação.

Inicialmente criar rotina de escovar nos horários pré-determinados: depois do almoço e depois do jantar, por exemplo. Deixar a criança ver os pais higienizando seus dentes também ajuda no processo.

Quando a criança não quer escovar, é preciso colocar a imaginação para funcionar. Por exemplo, diga que vai escovar então os dentes da boneca, do carro, do urso… Mostre que escovar é uma brincadeira divertida e que ela não pode perder. Evite frases do tipo: “se não escovar o bichinho vai comer seu dente!” Ser positivo com os cuidados com os dentes evita a associação de dentes e dentistas darem medo e não serem legal.

Escovar os dentes mesmo quando eles estiverem já dormindo… “Mas como?” Hábito… o segredo está no hábito adquirido desde cedo.

Fonte: https://materlife.com.br/como-estimular-bons-habitos-de-higiene-bucal-nos-bebes-e-criancas/


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Um estudo sobre o uso de terapias celulares – procedimento que consiste na reposição de células saudáveis no organismo para restaurar ou alterar determinados conjuntos celulares – no tratamento de pacientes com covid-19 apresentou como resultado a redução do risco de morte. O coautor do estudo e doutorando em bioinformática pela USP, Dennyson Leandro da Fonseca, comenta que o método é mais utilizado em tratamentos de câncer, mas que a expectativa é de expandir a terapia celular para o combate de outras doenças.

Papel das células-tronco

O coordenador da pesquisa e professor de Medicina Molecular da Faculdade de Medicina da USP, Otávio Cabral-Marques, explica que, com o avanço da pandemia do coronavírus, diversas pesquisas acerca do papel das células-tronco mesenquimais foram realizadas para entender o mecanismo fisiopatológico de como a doença acontece. “A partir de uma analogia, a covid-19 é como um acelerador do resto da resposta imunológica, que induz a uma reação exacerbada, e esse carro, que é o nosso corpo, controlado pelo sistema imunológico, acelera muito”, analisa Cabral-Marques.

Dentro da analogia estabelecida pelo professor, as células-tronco ajudam a controlar a aceleração do carro, ou seja, modulam a resposta imunológica diante do coronavírus. Essa nova forma de combate à patologia é muito positiva, na medida em que a ação imune exacerbada impacta também os próprios órgãos do indivíduo doente.

“Então, as células-tronco são moduladoras, como se entrassem no mecanismo de imunorregulação, que traz o sistema de volta à homeostase e evita que ele se autodestrua”, pontua Cabral-Marques. Além da função imunomoduladora, as células contribuem para processos de regeneração de tecidos em degenerescência também.

Impacto do estudo

Para a realização do estudo, foram utilizados cerca de 195 ensaios clínicos – que são depositados em bancos de dados públicos do mundo todo –, a partir dos quais, com métodos estatísticos, como a probabilidade, chegou-se a uma redução da mortalidade na faixa de 70%. “Tem metodologias que fazem o que a gente chama de metanálise, uma análise para poder obter uma robustez estatística para dizer qual foi a porcentagem do chamado de metassignificância, isto é, sua relevância estatística”, ressalta o professor.

Esse novo procedimento evidencia uma esperança, na visão de Otávio Cabral-Marques, de modular o indivíduo de forma menos tóxica, uma vez que, muitas vezes, o uso de medicamentos, como anti-inflamatórios, desacelera a resposta imunológica geral do indivíduo. A partir do uso da terapia celular, há um preparo do organismo para responder pontualmente ao vírus sem causar uma reação exacerbada e geral ou inibi-la completamente.

A partir da terapia gênica, o professor esclarece que os cientistas são capazes de manipular as células, especialmente as pluripotentes, com capacidade de originar qualquer outro tipo de tecido e de devolvê-las ao paciente para desenvolver uma resposta fisiológica. “Ao invés de usar terapias inespecíficas, que, muitas vezes, são tóxicas ou com um efeito iatrogênico, melhorar um aspecto e suprir outro”, aponta Cabral-Marques. Já Fonseca destaca a possibilidade de explorar o tratamento para outras doenças, além do câncer e da covid-19, no sentido de apresentar uma visão diferente e uma perspectiva de vida maior.


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Se tornar mãe é uma experiência incrível e ao mesmo tempo complexa na vida de uma mulher. Devido aos diversos papéis que exerce hoje na sociedade, a maternidade se entrelaça com as demandas pessoas e profissionais, assim, não é incomum que a mulher acabe negligenciando seu próprio bem-estar, colocando-se em segundo plano e dando excessivo valor ao papel de mãe. 

Cenário que pode ser problemático e que requer um período de adaptação e reflexão para que a mulher possa redescobrir e alinhar suas prioridades, evitando quadros de exaustão e depressão muito comuns neste período. 

Importante: é essencial saber diferenciar exaustão de depressão, pois nem toda dificuldade na saúde mental significa um transtorno. No entanto, se os sintomas forem intensos e/ou duradouros, é válido buscar o auxílio de um profissional de saúde, a fim de evitar que a situação se agrave.

Uma experiência única para cada mulher

A jornada da maternidade é uma experiência particular para cada mulher, envolvendo emoções, reações, pensamentos e atitudes que são moldadas por suas experiências individuais. Algumas mulheres encaram a maternidade com entusiasmo e felicidade, enquanto outras vivenciam preocupações e medos. Dessa forma, é importante compreender que não existe certo ou errado nesse processo, mas sim que existem diversos caminhos a se seguir. 

A importância do cuidado com a saúde mental na maternidade

Cuidados básicos com a saúde mental podem ajudar a mulher a encontrar um equilíbrio entre todas as demandas que enfrentam diariamente e esse novo papel em sua vida. Incorporar o autocuidado na rotina diária pode ser uma forma de encontrar o seu próprio “ritmo” e prioridades. Porém, essa é uma experiência extremamente pessoal e única. O que funciona para uma pessoa pode não funcionar para outra. Assim, é importante que você mesma descubra e reflita sobre o que faz sentido para você!

1 – Construa a sua rede de apoio

Essa é talvez a dica mais importante. Contar com uma rede de apoio composta por familiares, parceiros ou até mesmo bons amigos, faz toda a diferença para a saúde mental, evitando que você sinta esgotada. Tarefas domésticas, por exemplo, podem ser compartilhadas com essa rede de apoio, permitindo que você dedique mais tempo aos cuidados consigo mesma, com sua vida profissional e com os filhos.

2 – Crie momentos para você e cultive relacionamentos 

Comunicar à sua rede de apoio sobre a importância do autocuidado é crucial. Estabeleça um momento especial para si mesma e peça colaboração de todos. Tome um banho longo e relaxante, por exemplo, e permita-se relaxar do jeito que preferir. E não hesite fazer pequenas pausas para sair com amigos ou pessoas queridas para desabafar ou simplesmente conversar. Encontros breves, chamadas de vídeo ou ligações podem aliviar o peso da rotina.

3 – Não descuide da sua saúde física

Outro ponto importante é manter um cuidado com a sua saúde física também. Dedicar pelo menos 20 minutos diários para praticar ioga, alongamentos, caminhadas, corridas no parque, musculação ou natação pode ser um momento relaxante e que vai trazer benefícios para a sua saúde. Também mantenha uma alimentação saudável e faça refeições com calma. Priorize frutas, cereais integrais, leguminosas, ovos, carnes, legumes e verduras. Além da perda de peso, a alimentação saudável reduz o estresse e a ansiedade.

3 – Considere fazer terapia para cuidar da saúde mental

A terapia é benéfica não apenas para quem enfrenta questões graves, mas para todos que desejam olhar para sua saúde mental com mais gentileza. Procure por profissionais que oferecem atendimentos gratuitos ou a preços acessíveis. Atualmente, muitos terapeutas realizam sessões remotamente, facilitando a inserção da terapia na rotina.

4 – Organize seu tempo e desfrute de atividades prazerosas

Se esse é um método que funciona para você, faça listas de atividades que deseja realizar para o seu bem-estar. Estabeleça metas realistas e vá aos poucos. Não deixe de ler, assistir filmes ou séries, ouvir música, desenhar ou pintar. Reserve um tempo dedicado a essas atividades, seja quando as crianças já estão dormindo ou durante momentos mais tranquilos. Aproveite esses pequenos prazeres que podem trazer grande satisfação.

Fonte: https://www.unimednordesters.com.br/blog/autocuidado-na-maternidade-5-dicas-para-equilibrar-a-rotina-e-priorizar-o-seu-bem-estar-enquanto-mae-e-mulher


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Uma menina de nove anos conheceu a mulher que salvou sua vida com uma doação de células-tronco há sete anos.

Sofia Gardella, de Nottingham, ficou cara a cara com Dana Ernst Behme pela primeira vez quando ela voou de sua casa na Alemanha. Descobriu-se que eles eram geneticamente compatíveis quando Sofia estava gravemente doente, com uma rara doença sanguínea, aos dois anos de idade. A Sra. Behme disse a Sofia que estava feliz por ter podido ajudá-la.

A dupla, que foi acompanhada pela instituição de caridade Anthony Nolan, mantém contato por e-mail há cinco anos, mas se uniu em um encontro emocionante quando a Sra. Behme, 52, desceu do avião no aeroporto de Birmingham.

Sofia disse: “Quando eu era bebê e quando ela me fez um transplante de medula óssea, não me lembro dela na minha cabeça, mas gostaria de agradecer”. A senhora deputada Behme disse: “Fiquei muito entusiasmada quando viemos para cá – havia muita adrenalina. Estou feliz por ter conseguido ajudá-lo.”

Sofia já se recuperou totalmente da Trombocitopenia Amegacariocítica Congênita (CAMT), o que significa que seu corpo produziu um número perigosamente baixo de células da medula óssea do tipo necessário para fazer seu coágulo sanguíneo.

O presidente-executivo de Anthony Nolan, Henny Braund, disse: “É tão emocionante que finalmente Sofia e Dana tenham a chance de se conhecerem”.

Fonte: https://www.bbc.com/news/uk-england-nottinghamshire-67249527


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O que levar na bolsa maternidade?

A pediatra Renata Aniceto, membro do Departamento Científico de Pediatria Ambulatorial da Sociedade Brasileira de Pediatria, recomenda que a partir da 35ª semana de gestação, a malinha para a maternidade fique pronta. Ela acrescenta que é importante que todas as roupas do bebê sejam lavadas, elas costumam ficar em contato com plásticos e embalagens e a pele do recém-nascido é muito sensível.

E o que não pode faltar?

– Considerando o tempo padrão de internação, de dois a três dias, é necessário levar duas trocas de roupa completas por dia.
– São seis bodies, usados com seis culotes, que são as calças dos bebês, e seis macacões, de preferência com pés, para colocar por cima.
– Três mantas para a amamentação, para limpar a boca do bebê ou caso caia um pouco de leite.
– Uma escovinha de cabelo
– Para higiene, costuma-se usar um sabonete neutro próprio para bebês, que é aplicado da cabeça aos pés e, normalmente, é fornecido pela maternidade.
– Algumas maternidades também pedem que os pais levem as fraldas que serão usadas. O cálculo deve ser feito com o uso de oito a 10 fraldas por dia, de forma que um pacote de 24, para a maternidade, é o suficiente.
– No caso de gêmeos ou trigêmeos, é preciso multiplicar todos os itens.

Quantas roupas um recém-nascido precisa?

Camila sugere que as roupas sejam compradas até os seis meses da criança. “Dependendo do tamanho do bebê, você poderá usar algumas roupas de seis meses por mais tempo. E, havendo necessidade, você poderá comprar as roupinhas com mais calma, evitando desperdício financeiro”, acrescenta.

O que é suficiente?

– 5 bodies com mangas curtas
– 5 bodies com mangas longas
– 5 calças ou mijões com ou sem pé
– 5 macacões com mangas longas
– 2 casaquinhos
– 5 pares de meias
– 2 mantas quentinhas
– 2 mantas leves

Em estações frias ou regiões com temperatura de 17°C para baixo é importante acrescentar alguns itens:

– 3 macacões mangas longas soft ou plush
– 2 gorros
– 2 luvinhas

Em estações quentes, acrescentar os itens abaixo:
– 2 bodies regata
– 5 macacões com mangas curtas

O que é necessário no quarto do bebê:

– 1 berço (atenção para as grades, os vãos não podem ultrapassar 6cm) ou cama montessoriana
– 1 colchão densidade 18 (D18)
– 1 cômoda que também possa ser usada como trocador
– 1 luminária ou abajur com luz fraca
– 1 móbile (é importante que a criança tenha muitos estímulos visuais e auditivos enquanto está acordada)
– 1 lixeira com pedal
– 1 babá eletrônica
– 3 jogos de lençol
– 1 cobertor ou edredom
– 2 protetores de berço (existem Kits que já vêm com edredom e trocador)
– 4 toalhas com capuz (podem ser toalhas-fraldas que facilitam a enxugar o bebê)

Fonte: https://www.correiobraziliense.com.br/revista-do-correio/2023/05/5093563-a-chegada-do-primeiro-bebe-veja-como-montar-o-enxoval-na-medida-certa.html


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Transplante reduziu a atividade da doença autoimune durante cinco anos. Para cientistas da Suécia, o tratamento deve ser prescrito com mais frequência

O procedimento conhecido como transplante autólogo de células-tronco hematopoiéticas (TACTH) é comumente empregado no tratamento de cânceres. Envolve a coleta de células-tronco a partir da medula óssea ou do sangue do próprio paciente, seguida de quimioterapia e administração de anticorpos. O tratamento também é utilizado contra a esclerose múltipla remitente-recorrente, mas não de forma ampliada. Um novo estudo, porém, traz resultados que podem torná-lo uma escolha terapêutica mais comum: durante 5 anos, a abordagem conseguiu mitigar a atividade da doença autoimune em até 73% dos pacientes.

“As nossas descobertas demonstram que o TACTH para EM recorrente-remitente é viável no âmbito dos cuidados de saúde regulares e pode ser realizado sem comprometer a segurança”, enfatizam, em nota, os autores do estudo, publicado na edição de ontem do Journal of Neurology Neurosurgery & Psychiatry. O trabalho foi conduzido por cientistas da Universidade de Uppsala, na Suécia.

Ronaldo Maciel, neurologista do Hospital de Base do Distrito Federal, explica que a forma remitente-recorrente da EM é conhecida pelos chamados surtos. “A inflamação aguda do cérebro, da medula e de nervos ópticos ocorre de forma abrupta e imprevisível, sendo nomeada de surto. As repetições desses surtos aliada ao aparecimento de lesões no sistema nervoso central podem provocar incapacidade física e mental”, detalha. “Os sintomas são variados, sendo os mais comuns dormência persistente em áreas do corpo, perda visual, desequilíbrio, incoorde nação, fadiga, fraqueza muscular e visão dupla”, lista.

Para o trabalho, os cientistas testaram a segurança e a eficácia do TACTH quando utilizado em cuidados de saúde de rotina, não em condições de ensaios clínicos, que são cenários controlados. Eles identificaram 231 pacientes com esclerose múltipla remitente-recorrente, sendo 64% mulheres. Os participantes tinham a doença por mais de 3 anos e haviam recebido cerca de dois tipos de tratamento padrão antes de passarem pelo transplante. Aqueles que receberam o TACTH tinham, em média, 31 anos.

O bom funcionamento e a segurança do transplante foi avaliado por meio da análise de dados coletados pelo registro sueco de EM. A equipe examinou os prontuários médicos eletrônicos dos pacientes durante os 100 dias seguintes ao procedimento. Eles não encontraram evidência de atividade da doença em 73% dos voluntários tratados com o TACTH após 5 anos. No prazo de 10 anos, a taxa caiu para 65%. Entre os pacientes, 149 também tinham alguma incapacidade inicial. Após o transplante, 54%, apresentaram melhoras no quadro, 37% permaneceram estável e 9% tiveram uma piora.

Defesas reconstruídas

Ana Cláudia Pires, neurologista do Hospital Anchieta, em Brasília, explica que, com a técnica, as células-tronco do próprio paciente são coletadas e armazenadas. Depois há as sessões de quimioterapia para destruir as células imunológicas que estão atacando o sistema nervoso central, e, por fim, a reintrodução das células-tronco. A expectativa é de que, com isso, o sistema imunológico do paciente seja reconstruído. “A aplicação desse tratamento para a esclerose múltipla tem sido associada a uma redução do surgimento de surtos e a uma melhora na qualidade de vida. No entanto, são necessários maiores estudos para fortalecer as evidências do uso dessa terapia para a esclerose múltipla remitente-recorrente”, sublinha.

Guilherme Olival, neurologista da Beneficência Portuguesa de São Paulo, reforça que, devido aos grandes impactos que causa no corpo, a terapia deve ser usada apenas em casos extremos. “Ela difere das outras abordagens da esclerose justamente pela intensidade de ação e também pela agressividade. Não é um tratamento que indicamos para todos os pacientes justamente por conta dos riscos envolvidos. É uma abordagem que, mesmo nos melhores centros do mundo, tem uma mortalidade associada porque apaga a imunidade do paciente”, justifica.

Do total de participantes do estudo, cinco precisaram de cuidados intensivos e 61 desenvolveram infecção bacteriana dentro de 100 dias após o tratamento. A contagem baixa de glóbulos brancos acompanhada de febre alta, conhecida como neutropenia febril, foi outro efeito secundário comum, afetando 68% dos doentes. Infecções virais foram verificadas em 13% dos pacientes. Em três, houve reativação do vírus herpes zoster e outros três tiveram uma infecção fúngica localizada confirmada. Nenhuma morte foi identificada em decorrência da administração do tratamento.

Recidiva

Além disso, conforme os pesquisadores, durante o período de acompanhamento de 5,5 anos, foi possível observar alterações na taxa de recidiva, que girava em torno de 1,7 no ano anterior ao TACTH e caiu para 0,035 após o uso da técnica. Ou seja, um paciente que teve, em média, 1,7 recaída um ano antes dos tratamentos adicionais passou a ter o problema 30 anos após o transplante autólogo.

Apesar de ser uma pesquisa sem um grupo comparativo — o que, de acordo com investigadores, não permite se chegar a conclusões definitivas —, é importante olhar para o transplante autólogo de células-tronco hematopoiéticas como uma alternativa viável para cuidar de quem tem esclerose múltipla, defendem. “Nosso estudo corrobora os resultados observados no único ensaio clínico randomizado realizado até o momento. Acreditamos que o TACTH poderia beneficiar um número maior de pacientes e deveria ser incluído como um padrão de tratamento para a doença altamente ativa”, reforçam, em nota.

A coleta

A Criogênesis faz a coleta e armazenamento de células-tronco do sangue e do tecido do cordão umbilical, além das células encontradas na polpa do dente de leite. Quando o paciente necessita, a Criogênesis libera imediatamente as amostras das células-tronco armazenadas e a pessoa utiliza o material no tratamento. O uso das células aproxima o paciente das chances de cura em diversas doenças, como Parkinson, Alzheimer, Lípus, Diabetes, entre outras.

Para saber como coletar, entre em contato pelo telefone 0800-7732166.

Fonte: https://www.correiobraziliense.com.br/ciencia-e-saude/2023/09/5128436-esclerose-multipla-transplante-controla-doenca-em-73-dos-pacientes.html


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Em um mundo onde avanços médicos estão redefinindo possibilidades, o armazenamento de células-tronco do sangue do cordão umbilical emerge como uma decisão estratégica para famílias que buscam garantir o bem-estar de seus entes queridos. Essas preciosas células trazem consigo um potencial terapêutico inestimável e uma série de vantagens que podem moldar o futuro da medicina regenerativa. Aqui estão dez razões convincentes para considerar o armazenamento de células-tronco do cordão umbilical:

1. Potencial Terapêutico: As células-tronco do sangue do cordão umbilical possuem a incrível capacidade de se transformarem em uma diversidade de tipos celulares. Esse potencial é de extrema relevância para tratar uma ampla gama de condições médicas, abrangendo doenças sanguíneas, distúrbios do sistema imunológico e até mesmo certas doenças genéticas.

2. Compatibilidade Familiar: Ao armazenar células-tronco do sangue do cordão umbilical do recém-nascido, você está garantindo uma maior probabilidade de compatibilidade com membros da família. Isso desempenha um papel crucial em transplantes de medula óssea e terapias regenerativas, ampliando as oportunidades de tratamento eficaz.

3. Menos Risco de Rejeição: A imaturidade do sistema imunológico do recém-nascido reduz significativamente o risco de rejeição quando as células-tronco do cordão umbilical são utilizadas em tratamentos médicos, aumentando a probabilidade de sucesso.

4. Coleta Indolor e Não Invasiva: A coleta das células-tronco do cordão umbilical é um procedimento suave, que não causa desconforto nem para a mãe, nem para o bebê. Esse processo pode ser facilmente realizado durante o parto, sem interromper a experiência única do nascimento.

5. Disponibilidade Imediata: Diferente de outras fontes de células-tronco, as do sangue do cordão umbilical estão disponíveis para uso imediato. Essa disponibilidade elimina a necessidade de longos períodos de preparo e busca do doador, agilizando o processo de tratamento.

6. Acesso a Avanços Médicos Futuros: Armazenar as células-tronco do cordão umbilical oferece a famílias a oportunidade de participar de futuros avanços científicos e terapêuticos à medida que a pesquisa nessa área continua a evoluir.

7. Segurança Familiar: Ao criar um banco privado de células-tronco do cordão umbilical, as famílias garantem uma opção adicional de tratamento médico, caso seja necessária no futuro, proporcionando uma camada extra de segurança e tranquilidade.

8. Contribuição para o Progresso Científico: As células-tronco do cordão umbilical armazenadas também podem ser doadas para pesquisas médicas desde que devidamente autorizadas pelas famílias. Essa generosa contribuição ajuda a impulsionar o conhecimento científico e a desenvolver novas terapias que podem beneficiar a sociedade como um todo.

9. Histórico familiar de doenças graves: As células-tronco do sangue do cordão umbilical podem e devem ser armazenadas preventivamente para famílias de antecedentes com enfermidades graves, sobretudo neoplasias malignas.

10. Relação custo x benefício: O tratamento com células-tronco do sangue do cordão umbilical é menos oneroso que algumas tecnologias, que envolvem a reprogramação celular.

“Ao considerar essas dez razões para armazenar células-tronco do cordão umbilical, as famílias estão fazendo um investimento no futuro da saúde, promovendo um novo horizonte de possibilidades médicas e terapêuticas. Em um cenário em que a ciência e a medicina estão em constante evolução, essa decisão pode representar uma mudança significativa na forma como enfrentamos desafios médicos. Hoje temos a aplicação da terapia com células-tronco no tratamento de mais de 80 doenças e resultados muito animadores para o tratamento de autismo, Parkinson, paralisia cerebral, entre outras “, explica Dr. Nelson Hidekazu Tatsui, hematologista do HC e diretor clínico da Criogênesis

Sobre a Criogênesis
Referência na coleta e criopreservação de células-tronco de Sangue e Tecido do Cordão Umbilical e Polpa de Dente, se consolida como um dos maiores centros de medicina regenerativa de São Paulo. Utilizando tecnologia de ponta investe em segurança, materiais e maquinários de padrões internacionais. Pioneira no Brasil e com duas décadas de operação, a organização oferece ainda, o armazenamento de sêmen, protocolos em terapia celular, Plasma Rico em Plaquetas (PRP) com tecnologia de aférese, fotoférese e plasmaférese. É detentora do certificado e aprovação americana da Associação para o Avanço do Sangue e Bioterapias (AABB), que permite a empresa fazer parte de um seleto grupo mundial de bancos de cordão umbilical, composto por aproximadamente 75 entidades em todo continente. Sua missão é estimular o desenvolvimento da biotecnologia por meio de pesquisas, assegurando uma reserva celular para tratamento genético futuro. www.criogenesis.com.br

Fonte: https://gazetadasemana.com.br/noticia/136152/confira-10-razoes-para-armazenar-celulas-tronco-do-sangue-do-cordao-umbilical


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No dia das crianças, muitas mães desejam inovar nas atividades para passar tempo de qualidade e diversão em família, mas pensar sozinha nas atividades não é uma tarefa fácil.

Em vista disso, listamos algumas ideias de atividades lúdicas para crianças e assim você não precisará mais sofrer tentando controlar os pequeninos enquanto eles correm de um lado a outro em busca de algo para fazer.

1 – Atividades Manuais

As atividades manuais podem ser bastante envolventes e oferecer uma oportunidade única de interação e aproximação entre pais e filhos. Enquanto vocês deixam as mãos ocupadas podem conversar sobre vários assuntos e se divertirem juntos.

O único ponto negativo dos trabalhos manuais talvez seja o fato de exigirem preparação dos pais para determinadas atividades, como origami e também porque é preciso ter os materiais em casa para por estas ideias em prática.

No fim das contas, o trabalho que dá fica muito pequeno se comparado à diversão que proporciona. Veja algumas sugestões de trabalhos manuais para fazer no dia das crianças que você pode mudar e adaptar para a realidade da sua família:

  • Fazer pintura com tinta, lápis de cor ou giz de cera – toda criança adora e você pode usar figuras temáticas;
  • Fazer origami de diversas formas, cores e tamanhos;
  • Recortar e colar imagens de revistas para fazer um painel com as coisas que as crianças gostam;
  • Criar seus próprios quebra-cabeças com fotos da família.

O próximo passo é conseguir os materiais para a brincadeira escolhida e se preparar para a diversão no dia das crianças.

2 – Cinema em casa

Fazer uma sessão de cinema em família em casa é certeza de muita diversão e talvez muita bagunça também. Junte os filhos e selecionem alguns filmes para assistir. Após os filmes, façam encenações para adivinhar de qual cena se trata- certamente vocês darão muitas risadas juntos.

Além disso, você pode aproveitar a oportunidade para fazer junto com seu filho a pipoca da sessão de cinema ou alguma outra guloseima que queiram degustar durante o filme. Se a grana está meio curta, esta é uma ótima opção, porque sai bem mais barato que ir a um cinema de verdade e vocês ainda podem ficar mais à vontade e fazer atividades diferentes.

3 – Passeio com a família

Esta é uma opção para quem tem filhos que já conseguem se comportar bem em público e que gostam de passear para visitar e conhecer lugares diferentes. Você pode aproveitar a data para levar seu filho à algum lugar que ele passou o ano todo pedindo e você nunca teve tempo.

Porém, cuidado com preços nos locais como parques e zoológicos porque eles podem estar mais altos no dia das crianças além de também estarem com um volume maior de pessoas. Fique de olho no seu filho para não perde-lo de vista e façam um combinado sobre o passeio antes de saírem de casa.

4 – Caça ao presente

Se você comprou uma lembrancinha para seu filho de dia das crianças, prepare uma brincadeira no estilo caça ao tesouro para que ele encontre o presente de forma divertida.

Se seu filho já sabe ler, escreva dicas para que ele vá chegando cada vez mais perto do presente até encontra-lo. Se não sabe ler ainda, esconda papéis coloridos no lugar das dicas e conforme ele disser a cor, você lê a dica para ele. Diga “quente” ou “morno” quando estiver se aproximando do presente e “frio” quando estiver se distanciando do presente.

5 – Piquenique e/ou acampamento

Crianças adoram piqueniques e acampamentos. Se estiver chovendo, não se preocupe. Monte a cesta de piquenique e prepare os lençóis para acampar na sala da sua casa. Certamente os seus filhos não vão se importar de brincar dentro do apartamento e a diversão está garantida.

Porém, se estiver um lindo dia de sol, porque não pegar as bicicletas, rechear a cesta e partir para um parque para fazer piquenique de dia das crianças? Só tomem cuidado com as formigas para que elas não ataquem seus pequeninos e não levem a comida embora.

Use e misture as nossas sugestões para criar um dia das crianças único e muito especial para você e seu filho. Um dia que talvez mesmo sem presente não perca a magia deste dia tão especial.

Fonte: https://www.dicasdemulher.com.br/dicas-de-atividades-para-o-dia-das-criancas/


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Os cientistas acreditam que essas descobertas podem levar a melhorias no processo de FIV, aumentando as chances de gravidez

Uma pesquisa realizada por cientistas da Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos, e da London Women’s Clinic, no Reino Unido, revelou que acidentes genéticos são a principal causa de paralisação de embriões na fertilização in vitro (FIV).

O estudo, que analisou dados de quase 1.000 embriões, mostrou que quase metade deles sofreu paralisação no desenvolvimento devido a problemas genéticos nas fases iniciais do desenvolvimento.

“Acreditamos que isso também ocorre na concepção natural, e é por isso que, em média, leva vários meses ou mais para engravidar. É muito surpreendente que a maioria dessas paralisações de embriões não ocorra devido a erros na formação do óvulo, mas, sim, a erros que acontecem nas divisões celulares após a fertilização. O fato de esses erros não se originarem no óvulo sugere que talvez eles possam ser mitigados mudando como a fertilização in vitro é realizada”, disse o autor Rajiv McCoy, professor assistente de biologia da Universidade Johns Hopkins.

 

Como os erros genéticos ocorrem?

Os pesquisadores compararam embriões de FIV que não conseguiram se desenvolver nos primeiros dias após a fertilização com embriões que sobreviveram, buscando diferenças genéticas.

Os resultados revelam como alguns embriões começam a crescer adequadamente quando o material genético materno pré-carregado no óvulo controla a divisão celular. As falhas se concentram quando os genes do embrião “assumem o controle”.

As células humanas normalmente recebem 46 cromossomos, 23 de cada progenitor. A equipe descobriu que os embriões não viáveis ​​começaram com o conjunto de 46 cromossomos, mas então transmitiram números incorretos de cromossomos à medida que as células se dividiam.

“Não importa realmente se há cromossomos extras ou faltantes no início, porque a maquinaria materna está controlando as coisas”, disse McCoy. “Quando o genoma do embrião é ativado, é aí que as coisas dão errado.”

O que isso significa para a fertilização in vitro?

As descobertas dos pesquisadores podem levar a melhorias no processo de FIV, aumentando as chances de gravidez.

Os cientistas planejam realizar testes adicionais em células específicas de embriões com paralisação para rastrear a origem dos cromossomos e verificar se as divisões celulares anormais estão ligadas à genética materna ou paterna. Eles também desejam entender melhor se fatores como a composição química no ambiente onde os embriões são cultivados podem melhorar as chances de sobrevivência.

“Poderíamos potencialmente corrigir muitas dessas questões entendendo mais sobre a maquinaria que causa a paralisação do embrião”, disse o coautor Michael Summers, consultor sênior em medicina reprodutiva na London Women’s Clinic.

“O problema pode ser que a composição química do meio de cultura comumente utilizado não permite que todos os embriões cresçam, e que as divisões celulares anormais estão relacionadas ao estresse no óvulo e no embrião inicial, o que causa as divisões anormais associadas a anormalidades cromossômicas”.

Fonte: https://olhardigital.com.br/2023/10/02/medicina-e-saude/fertilizacao-in-vitro-descoberta-pode-aprimorar-tecnica-entenda/