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As células-tronco podem ser utilizadas no tratamento de diversas doenças, desde as mais comuns, como obesidade e osteoporose, até as mais graves, como o câncer por exemplo. Assim, as principais doenças que podem ser tratadas com as células-tronco são:

  • Doenças metabólicas, como obesidade, diabetes, doenças hepáticas, leucodistrofia metacromática, síndrome de Günther, adrenoleucodistrofia, doença de Krabbe e síndrome de Neimann Pick.
  • Imunodeficiências, como hipogamaglobulinemia, artrite reumatóide, doença granulomatosa crônica e síndrome linfoproliferativa ligada ao cromossomo X.
  • Hemoglobinopatias, que são doenças relacionadas à hemoglobina, como talassemia e anemia falciforme.
  • Deficiências relacionadas à medula óssea, que é o local em que as células tronco são produzidas, como anemia aplásica, doença de Fanconi, anemia sideroblástica, síndrome de Evans, hemoglobinúria paroxística noturna, dermatomiosite juvenil, xantogranuloma juvenil e doença de Glanzmann.
  • Doenças oncológicas, como leucemia linfoblástica aguda, leucemia mieloide crônica, doença de Hodgkin, mielofibrose, leucemia mieloide aguda e tumores sólidos.

Além dessas doenças, o tratamento com células tronco também pode ser benéfico em caso de osteoporose, doenças cardíacas, Alzheimer, Parkinson, displasia do timo, traumatismo craniano e anoxia cerebral, por exemplo.

Devido ao avanço das pesquisas científicas, o tratamento com células tronco tem sido testado em diversas outras doenças, podendo ser disponibilizado para a população caso os resultados sejam positivos.

Fonte: Portal Tua Saúde


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A perda dos fios após o nascimento dos bebês é uma reclamação comum entre as mães. Descubra por que isso acontece e como amenizar o problema

Uma queixa constante entre as mulheres que acabaram de se tornar mães é a queda de cabelo no período inicial da amamentação, logo após o nascimento do bebê. Esse quadro tem até nome técnico: eflúvio telógeno pós-parto.

Trata-se de uma inflamação aguda dos folículos capilares comum nesse momento da vida. De acordo com a dermatologista Carla Bortoloto, de São Paulo, há dois grandes motivos para isso.

O primeiro e principal é a diminuição súbita na concentração de certos hormônios. Carla explica que, durante a gravidez, existe um aumento da quantidade de hormônios femininos, como a progesterona e o estrógeno. Só que eles caem bruscamente depois do parto – e demoram em torno de três meses para níveis normais.

“O ciclo capilar é muito influenciado pelos hormônios. Qualquer irregularidade ou desequilíbrio, como a que ocorre na gestação e logo após ela, pode provocar queda de cabelo”, completa a especialista em dermatologia clínica e cirúrgica.

A outra razão, no caso das mamães que passaram por cesárea, é o estresse cirúrgico, uma reação que ocorre em todo tipo de operação invasiva. “A perda dos fios ocorre devido ao procedimento em si e aos medicamentos, como os anestésicos”, afirma Carla.

Normalmente, as mechas começam a cair a partir do terceiro mês depois do nascimento do bebê. Isso porque os danos provocados no couro cabeludo demoram um tempo para terminarem em cabelos no chão. A intensidade do problema e o tempo de duração variam de mulher para mulher.

Mas não para por aí. Anemia proveniente de eventuais sangramentos durante o nascimento, depressão pós-parto, alterações na tireoide e doenças autoimunes também culminam em rareamento das madeixas. Por isso, sempre procure o dermatologista para que ele faça um bom diagnóstico.

Dá para amenizar a perda de cabelo

Cada caso deve ser analisado individualmente. O tratamento às vezes envolve suplementos alimentares, remédios anti-inflamatórios ou até uso de laser. “O laser de baixa energia, LED ou fotobiomodulação reduz a liberação de moléculas que causam o estado inflamatório”, informa Carla.

Além disso, a regra básica é cuidar especialmente bem dos fios durante os nove meses para que eles resistam ao momento do parto. Atitudes como baixar a temperatura do secador, ficar longe da chapinha, pentear as madeixas com delicadeza e dar preferência para penteados “mais soltos” são bem-vindas. Assim, você evita que o calor excessivo e o puxa e repuxa que prejudiquem a cabeleira.

Fonte: Revista Saúde


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De acordo com a ginecologista e obstetra Erica Mantelli (CRM 124.315), os cuidados com o coto umbilical são essenciais para a higiene do bebê. “É muito comum que pais de primeira viagem tenham receio de machucar o bebê ao cuidar do coto umbilical, mas ele não tem terminações nervosas, ou seja, não dói durante a limpeza. Se o bebê chorar durante o curativo pode ser devido ao incômodo da situação, frio ou fome, mas não à dor”, explica.
A região do umbigo deve permanecer seca e limpa para assegurar a cicatrização e evitar qualquer tipo de infecção. “O coto umbilical pode ser lavado com água filtrada e sabão neutro, sendo necessário fazer uma boa secagem”, afirma a ginecologista. Mantelli recomenda que a higienização do coto umbilical deva ser feita pelo menos duas vezes ao dia, após o banho e a cada troca de fraldas, para evitar infecção. “Se houver algum tipo de secreção ou sangramento o curativo deve ser feito até três vezes”, disse.
Quanto tempo o cordão demora a cair?

A queda do coto umbilical deve acontecer entre 10 e 21 dias depois que o bebê nascer. “Quando esse dia chegar, o coto umbilical vai secar, ficar preto e cair, por isso, a mamãe não precisa se assustar. Depois vai ficar uma pequena ferida, que leva de uma semana a 10 dias para ocorrer a cicatrização”, acrescenta a ginecologista.
Mas o dia da queda do umbigo varia muito de criança para criança. Às vezes, o cordão pode demorar até mais do que 21 dias para cair, sem que haja maiores problemas. Em caso de demora, procure um médico para ter certeza de que não há nenhum problema com a criança.

Como fazer o curativo?

A mamãe deve elevar o coto umbilical suavemente e, com um chumaço ou uma haste de algodão, deve limpar bem o coto e ao redor onde ele se insere na barriga. É importante retirar qualquer secreção. Enquanto você estiver limpando o umbiguinho do bebê e algodão sair escuro, repita a limpeza com um novo algodão. Utilize uma gaze embebida em álcool 70% para limpar e outra para secar, caso o coto fique molhado em excesso. “Após o bebê completar 15 dias o coto ficará mais endurecido, seco e escuro e aos poucos ele vai cair“, revela Mantelli.

Após a limpeza, a fralda deve ser colocada abaixo do coto umbilical, para evitar que a região fique úmida, com cuidado para que a fralda não fique apertada e machuque o coto umbilical.

Lembrando que a mesma higienização deve continuar sendo feita por pelo menos dez dias depois de cair o coto umbilical, sendo que o tecido ainda está em fase de cicatrização. “Depois que o coto umbilical cair, a cicatriz do umbigo pode inchar e vazar um pouco, o que é comum. Em alguns casos pode surgir também uma protuberância na região do umbigo, chamada hérnia umbilical, que geralmente desaparece antes da criança completar cinco anos”, alerta a ginecologista e obstetra.

Atenção mamães: evitem usar mercúrio ou merthiolate depois que o coto umbilical cair. Esses medicamentos intoxicam e escondem uma possível inflamação.
Secreção ou pus no umbigo do bebê é perigoso?
Se você notar uma secreção amarelada, parecida com pus no umbigo do pequeno, isso não significa que o coto está infeccionado, porém é necessário ficar atenta a outros sinais, como vermelhidão e calor local. “Pode aparecer um pouco de sangue na fralda ou na roupinha quando o bebê ainda estiver com o coto”, destaca Mantelli. Caso a secreção aumente a cada dia, procure o pediatra imediatamente.

Fonte – Ginecologista e Obstetra Erica Mantelli (CRM 124.315)
Site – www.ericamantelli.com.br


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Pais devem guardar os dentinhos dos filhos para possíveis usos futuros

Atualmente, tratamentos com células-tronco são um dos temas mais recorrentes na Medicina. Por serem capazes de, em princípio, gerar qualquer outra célula do corpo humano, elas são alvo de inúmeras pesquisas, especialmente em relação às temidas doenças degenerativas, como Mal de Alzheimer. O que muitos não sabem é que guardar os dentes de leite são uma forma de preservar células-tronco, já que eles são importantes fontes desse material usado pela medicina regenerativa.

“A polpa dos dentes de leite contém células-tronco do tipo mesenquimal, que têm capacidade de, em laboratório, se transformar em uma variedade de outras células para a reparação de tecidos, como muscular, nervoso, ósseo, além de cartilagem, pele e outros tecidos epiteliais”, explica o hematologista Nelson Tatsui, diretor-técnico da Criogênesis.

O especialista lembra que as células-tronco que são encontradas nos dentes de leite são multipotentes e imunotolerantes, ou seja, servem tanto ao doador como para outras pessoas.

O bom que a coleta desse material não é invasiva, já que a queda do dente ocorre naturalmente nas crianças entre 5 a 12 anos de idade. tatsui alerta que, para que as células-tronco possam ser aproveitadas, a retirada deve ser realizada por um dentista. “O material deve ser acondicionado em um kit específico de transporte e enviado imediatamente à clínica para o devido processamento laboratorial. No entanto, caso o dente venha a cair antes da consulta, é necessário que a família possua o kit de transporte para o acondicionamento correto”, diz o especialista.

Revista: O Encontro


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Apesar da importância do aleitamento exclusivo materno até os seis meses de vida para a saúde do bebê, nem sempre ele acontece. O aleitamento materno possui todos os nutrientes necessários ao recém-nascido, nas quantidades adequadas, além de fornecer componentes importantes que fortalecem o sistema imunológico.

No entanto, algumas vezes o aleitamento não é possível devido à presença de determinadas doenças da mãe ou do bebê. Sendo assim, como deve ser feita a alimentação da criança até o sexto mês de vida?

Atualmente já existem diversas fórmulas infantis destinadas à alimentação de bebês até os seis meses de vida e dos seis meses em diante. A composição dessas fórmulas busca atender as necessidades nutricionais das crianças, contribuindo para o crescimento e desenvolvimento adequado.

Uma pesquisa feita recentemente analisou a necessidade do fornecimento de alguns nutrientes específicos, como no caso do ferro para crianças menores de seis meses, que moram em cidades industriais. O estudo verifica a suplementação de ferro como prevenção de sua deficiência. Os resultados mostram que, apesar da prevalência de deficiência de ferro ser baixa entre as crianças desta faixa etária, a suplementação pode ser uma ação a ser considerada, uma vez que foi bem tolerada entre a população em estudo.

Outro estudo abordou os benefícios do fornecimento de fórmulas infantis à base de leite e de soja, enriquecidas com ômega 3. Os resultados indicam que não existe diferença entre a composição de leite ou soja das fórmulas, podendo ser benéfica pelo enriquecimento fornecido pelo ômega 3.

“Na impossibilidade de amamentar, recomenda-se a utilização das fórmulas infantis para atender às necessidades especiais do lactente nos primeiros seis meses de vida. O nutricionista deve informar as mães quanto à utilização de fórmulas infantis, caso seja necessária esta intervenção, pois o leite materno supre 100% das necessidades nutricionais das crianças, permitindo crescimento e desenvolvimento normais”, explica a nutricionista e tutora do Portal Educação, Ana Paula Leão Rossi.

Portal: Revista Materlife


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Apesar de o esquecimento ser muito comum na gravidez, as mamães não precisam se preocupar: não é um problema médico e sim de origem física. Segundo o neurologista Leandro Teles (CRM 124.984), os hormônios podem ser os responsáveis por esse esquecimento na gestação. “As alterações do hormônio progesterona na gravidez deixa o metabolismo lento e, consequentemente, o reflexo da gestante fica devagar. A gestante demora um pouco mais para ter atenção no que está fazendo”, explica.
Muitas mulheres notam que a mente não funciona como antes.

A função cognitiva pode ser comprometida e por isso as mamães não conseguem manter a concentração e memórias de curto prazo. “Não só as gestantes, mas todo o ser humano deve aprender a priorizar as informações mais relevantes, de modo que o próprio cérebro consiga diferenciar um dado importante de outros que não têm problema de serem esquecidos. Dessa forma, o cérebro vai saber escolher o que apagar”, afirma o neurologista.

Fatores que influenciam a perda de memória:

A perda de memória pode ser somente para palavras e pensamentos, ser parcial, o que significa não se lembrar de um determinado grupo de itens. Veja os fatores que podem comprometer a memória na gestação:

  • O stress da vida moderna. Ele provoca um desgaste demasiado grande no corpo e na mente de qualquer pessoa, incluindo a gestante;
  • A má alimentação ou a alimentação com poucas substâncias nutritivas não consegue nutrir o corpo de elementos químicos importantes para a saúde física e mental da mãe e também do bebê que está a caminho;
  • Bebidas alcoólicas e cigarro podem prejudicar a memória da gestante;
  • A depressão atinge de 10% a 20% das mulheres grávidas e geralmente associada a níveis baixos de serotonina, um neurotransmissor ligado ao sistema de excitação. A concentração e o foco são afetados, prejudicando a capacidade de armazenar novas memórias.

Para não cair no esquecimento:

O neurologista Leandro Teles aconselha as futuras mamães sobre o que fazer para manter a memória na ativa. Veja quais são as dicas:

  • Carregue na bolsa um caderninho ou bloco e escreva lembretes a qualquer momento. Depois, consulte todos os dias essas anotações.
  • Faça um calendário bem detalhado, com suas atividades nas datas correspondentes.
    • Acostume-se a colocar itens que usa com frequência, como chaves e óculos, no mesmo lugar.
  • Fale em voz alta coisas que não quer esquecer, para memorizá-las melhor.
    • Aproveite o esquecimento durante a gravidez para simplificar sua vida.
    • Não se imponha tarefas demais antes do nascimento do bebê e inclua tarefas prazerosas na rotina, como tomar banho com calma, conhecer um novo restaurante ou ir ao cinema.

Fonte: Neurologista Leandro Teles (CRM 124.984)


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A lista de doenças infecciosas, causadas por micro-organismos como vírus, bactérias, protozoários e fungos, é enorme. Para muitas existem vacinas, mas uma parte significativa não conta com proteção – apenas medidas paliativas de prevenção.

Entre as principais, ainda com alta incidência no Brasil, estão Aids, hanseníase, hepatite C, malária e sífilis. A boa notícia é que elas têm tratamento e com os prognósticos podem ser acompanhadas a evolução da doença e do quadro clínico.

A seguir, saiba o que são exatamente essas patologias e formas de evitá-las.

Aids

O que é: trata-se de uma infecção sexualmente transmissível (IST) provocada pelo HIV, um retrovírus que ataca o sistema imunológico. Ele é transmitido pelo sexo vaginal, anal e oral sem camisinha, uso de seringa e instrumentos perfurocortantes contagiados, transfusão de sangue contaminado e de mãe infectada para o filho durante a gravidez, no parto ou na amamentação.

É importante destacar que ter HIV não é o mesmo que ter Aids – há muitas pessoas soropositivas (que possuem o vírus em seu corpo) e que passam anos sem apresentar qualquer sintoma e sem desenvolver a doença. A sigla “Aids” significa Síndrome da Imunodeficiência Adquirida, e refere-se à doença criada pelo vírus.

Prevenção: uso de preservativos (feminino ou masculino) em todas as relações sexuais, realização de pré-natal no caso das gestantes, e utilização de seringas e agulhas descartáveis e luvas para manipular feridas e líquidos corporais.

Hanseníase

O que é: antigamente conhecida como lepra, é uma doença crônica, infectocontagiosa, curável e que acomete, principalmente, pele e nervos periféricos. Ela é causada pelo bacilo Mycobacterium leprae e sua transmissão ocorre pelo contato com a tosse e o espirro, e pelo contato próximo e prolongado com pessoas infectadas.

Prevenção: para não contrair hanseníase é fundamental evitar o contato com pessoas infectadas. Fora isso, quando a doença já está presente, a melhor forma de prevenir a instalação de deficiências e incapacidades físicas é o diagnóstico precoce.

Hepatite C

O que é: causada por vírus (HCV), a hepatite C provoca inflamação no fígado. Sua transmissão se dá pelo contato com sangue, por meio de compartilhamento de seringas, agulhas, lâminas de barbear, alicates de unha e outros objetos contaminados. Também pode ocorrer em procedimentos cirúrgicos, odontológicos, hemodiálise, transfusão e endoscopia quando as normas de biossegurança não são aplicadas e, menos comumente, no parto e durante o sexo desprotegido.

Prevenção: evitar a doença é até fácil: basta não compartilhar itens pessoais, como escova de dente, aparelho de barbear, alicate, seringa e agulha; certificar-se de que os objetos que serão utilizados em salões de beleza e de tatuagem, por exemplo, foram devidamente esterilizados e usar preservativo. Fora isso, toda mulher grávida precisa fazer no pré-natal os exames para detectar a patologia.

Malária

O que é: trata-se de uma doença infecciosa febril aguda, não contagiosa, causada por protozoários Plasmodium – há mais de 100 tipos –, transmitidos pela fêmea infectada do mosquito Anopheles.

Prevenção: ainda não existe vacina contra a malária, mas um grupo de pesquisadores do Centro de Terapia Celular e Molecular da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Universidade de São Paulo (FCF-USP) está desenvolvendo uma para combater a forma com maior distribuição geográfica e maior prevalência nas Américas, a vivax.

Enquanto ela não é lançada, o importante é evitar a todo custo ser picado pelo mosquito transmissor – sobretudo na região da Amazônia, onde são registrados 99% dos casos no Brasil. As recomendações pessoais são não se expor no fim da tarde sem proteção; usar roupas de cores claras e que cubram a maior extensão possível do corpo; não passar perfume; aplicar repelente de ação prolongada e instalar mosquiteiro para dormir e telas nas janelas e nas portas. Fora isso, é fundamental desmantelar os locais com água parada, que são os criadouros dos mosquitos.

Sífilis

O que é: Infecção Sexualmente Transmissível (IST) exclusiva do ser humano, causada pela bactéria Treponema pallidum. A patologia tem diferentes estágios (primário, secundário, latente e terciário) e dois tipos: adquirida, quando é transmitida pelo sexo sem camisinha com uma pessoa infectada, e congênita, quando é passada para o bebê durante a gestação ou o parto.

Prevenção: a sífilis é prevenida com o uso regular de camisinha (feminina ou masculina) e acompanhamento das gestantes.

Vacina

De acordo com o Ministério da Saúde, neste momento não há perspectiva de oferta de vacina para qualquer uma dessas doenças pelo Sistema Único de Saúde (SUS), pois ainda não existem no país produtos devidamente registrados na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Em nota, o MS explica que as estratégias de vacinação no Brasil, bem como a inclusão de novas vacinas no Programa Nacional de Imunizações (PNI) e o estabelecimento de grupos populacionais a serem cobertos, são decisões respaldadas em “bases técnicas, científicas e logísticas, evidência epidemiológica, eficácia e segurança”, somadas à garantia da sustentabilidade da estratégia adotada para a vacinação e de custo-benefício econômico.

Fonte: Portal G1