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Nesta quarta-feira, 21 de novembro, é comemorado o Dia Nacional da Homeopatia e, além da data homenagear a instauração da técnica da no Brasil, serve para informar as pessoas sobre os benefícios do tratamento homeopático.

A homeopatia é um método da medicina que estimula a cura “de dentro para fora”, agindo no organismo humano como um todo e não apenas sobre os sintomas apresentados por determinada doença.

Os medicamentos homeopáticos são produzidos em farmácias de manipulação e têm como matéria-prima ervas naturais, ou mesmo raízes, minerais, animais entre outras fontes provenientes da natureza.

Origem do Dia Nacional da Homeopatia

O dia 21 de novembro comemora o Dia Nacional da Homeopatia porque foi nesta data que a medicina homeopática começou a ser praticada no Brasil. Ou melhor, foi no dia 21 de novembro de 1840 que chegava ao Brasil o homeopata francês Dr. Benoit Jules Mure, responsável pela criação do Instituto Homeopático do Saí – o primeiro que tratava os pacientes com técnicas homeopáticas no país.

Dr. Benoit, conhecido no Brasil por Bento Mure, foi salvo de uma tuberculose através da homeopatia, pelo Conde Dr. Sebástien des Guidi, que por sua vez era discípulo direto do médico alemão Christian Friedrich Samuel Hahnemann, criador da homeopatia.

Fonte: Ministério da Saúde


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A primeira ida da criança ao dentista deve acontecer assim que os primeiros dentinhos começarem a surgir — dessa forma, o odontopediatra consegue avaliar a dentição e a saúde bucal do bebê antes que aconteça algum problema.

Além disso, essa atitude evita que seu filho tenha o famoso medo de dentista no futuro. Segundo a odontopediatra Fabiana Turkieniez, o futuro da odontologia está diretamente centrado na saúde bucal do bebê de hoje.

Muitas vezes, o medo dos próprios pais acaba sendo refletido nos filhos, que podem reproduzir o comportamento quando crescem. Por isso, o ideal é que pais e dentistas saibam como ajudar as crianças que querem fugir do consultório e reforçar a importância do cuidado bucal desde os primeiros anos de vida.

“Um ambiente familiar pode ajudar a diminuir a ansiedade, além de promover um bem-estar emocional, maior interesse, motivação e cumplicidade no tratamento proposto”, explica Fabiana.

Um cuidado mais humanizado

Cada dentista tem seu recurso para ajudar a criança em momentos de aflição e ansiedade. “De forma lúdica e criativa, eu consigo me aproximar ainda mais do paciente infantil, proporcionando benefícios com os cuidados da saúde bucal”, conta Fabiana.

Durante anos em atendimentos em consultório com crianças, a especialista percebeu que seria muito melhor fazer o atendimento inicial em ambientes que elas mais ficam à vontade — na própria casa. “Ensino a técnica de escovação, uso de escova dental, escova dental elétrica, quantidade de pasta apropriada, uso do fio dental, profilaxia profissional, aplicação de flúor, conversa com os pais sobre as principais dúvidas em relação à formação dentária do filho, brincadeiras, e finalizamos a consulta com uma lembrancinha, um presente que deixa o paciente feliz, e os pais mais ainda por não precisarem sair de casa para fazer a prevenção na saúde bucal do filho”, explica Fabiana.

Dessa forma, a especialista também defende que a vida corrida não é mais uma desculpa para não levar a criança ao dentista. “Além disso, a criança fica em um ambiente em que se sente mais confortável. Existe um aconchego maior, que cria mais intimidade para eu desenvolver meu trabalho nesse primeiro contato. Depois, nós levamos ao consultório para procedimentos maiores”.

Higiene bucal logo cedo

Fabiana também reforça que é preciso colocar a higiene bucal como um hábito diário e fácil de ser feito. “Muitas vezes ela é esquecida. Tudo que a gente traz para as crianças em forma de educação, elas levarão para o futuro, assim como uma alimentação saudável.

Se feito da forma certa com as crianças logo no começo da vida, o cuidado bucal evita doenças como gengivite, além da cárie. “Quando se tem hábitos corretos, a cárie raramente aparece. É um descontrole entre má alimentação e escovação. Se a criança se alimenta corretamente, dificilmente vai ter cárie”.

Fonte: Revista Pais e Filhos


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Dois estudos inéditos trazem evidências de que mulheres previamente infectadas pelo vírus da dengue têm uma maior chance de ter filhos com consequências graves da infecção pelo zika – e vice-versa. As pesquisas foram publicadas na revista científica “Cell Host & Microbe”.

O vírus da zika e da dengue são transmitidos com a ajuda do mosquito Aedes aegypti – são endêmicos no Brasil, com maior número de casos de suas respectivas doenças no verão e são do mesmo gênero flavivírus. A ciência ainda busca criar uma vacina segura para proteger contra as duas infecções.

Estudos anteriores mostraram que, em alguns casos, o vírus da zika consegue ultrapassar o tecido da placenta da mulher durante a gestação e atingir o feto, causando uma síndrome congênita – um conjunto de problemas que atingem o bebê, como a microcefalia. As células de Hofbauer, mais numerosas no ínicio da gravidez na placenta da mãe, são os alvos do vírus da zika.

Mehul Suthar, da Universidade Emory, em Atlanta (EUA), lembra que ainda não está claro como o vírus da zika ultrapassa essa barreira da placenta para chegar ao bebê e nem qual é o papel dos anticorpos – proteínas de defesa criadas pelo corpo em casos de infecção. Muitas vezes, existem reações cruzadas entre os anticorpos com a chegada de um vírus: uma doença pode ser mais intensa se a pessoa já foi infectada previamente por outro micro-organismo “primo” ou “irmão”.

Sabendo de tudo isso disso, Suthar e sua equipe da Emory resolveram investigar se a existência de anticorpos da dengue – resultado de uma infecção anterior – aumentaria a chegada do zika às células da placenta da mãe e descobriram que, sim, uma infecção prévia por dengue pode ajudar no acesso da zika às células de Hofbauer. Consequentemente, um maior efeito do vírus sobre o feto durante o desenvolvimento.

Como eles fizeram isso? Introduziram os anticorpos da dengue no tecido placentário e analisaram sua relação com o zika. Eles e o vírus se ligaram devido às semelhanças de suas proteínas, mas o estímulo do corpo de proteção contra a dengue não conseguiu barrar o zika. Muito pelo contrário: transportou até as células da placenta.

“Nosso estudo revela que os flavivírus têm uma maneira potencialmente única de atravessar a barreira da placenta”, disse Suthar. “Essa dependência dos anticorpos mostra um desafio para a prevenção de doenças”.

Fonte: Portal G1


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O tema “A família e a diabetes” foi escolhido para a campanha dos anos de 2018 e 2019, a fim de alinhar o Dia Mundial do Diabetes ao atual plano estratégico da Federação Internacional de Diabetes,  que tem como objetivos:

– aumentar a conscientização sobre o impacto da diabetes na família e a rede de apoio das pessoas afetadas;

– promover o papel da família na gestão, no cuidado, na prevenção e na educação da diabetes.

O que é Diabetes:

Diabetes é uma doença crônica na qual o corpo não produz insulina ou não consegue empregar adequadamente a insulina que produz. A insulina, hormônio produzido pelo pâncreas, controla a quantidade de glicose no sangue. O corpo precisa desse hormônio para utilizar a glicose, que obtemos por meio dos alimentos, como fonte de energia. Quando a pessoa tem diabetes, no entanto, o organismo não fabrica insulina e não consegue utilizar a glicose adequadamente. O nível de glicose no sangue fica alto – a famosa hiperglicemia. Se esse quadro permanecer por longos períodos, poderá haver danos em órgãos, vasos sanguíneos e nervos.

A diabetes tipo 1 é resultante da destruição autoimune das células produtoras de insulina. O diagnóstico desse tipo de diabetes acontece, em geral, durante a infância e a adolescência, mas pode também ocorrer em outras faixas etárias.

Já na diabetes tipo 2, o pâncreas produz insulina, mas há incapacidade de absorção das células musculares e adiposas. Esse tipo de diabetes é mais comum em pessoas com mais de 40 anos, acima do peso, sedentárias, sem hábitos saudáveis de alimentação, mas também pode ocorrer em jovens.

Confira 10 coisas que você precisa saber sobre os dois tipos mais comuns de diabetes:

  1. No tratamento do diabetes, o ideal é que a glicose fique entre 70 e 100mg/dL. A partir de 100mg/dL em jejum ou 140mg/dL duas horas após as refeições, considera-se hiperglicemia e, abaixo de 70mg/dL, hipoglicemia. Se a glicose permanecer alta demais por muito tempo, haverá mais possibilidade de complicações de curto e longo prazo. A hipoglicemia pode causar sintomas indesejáveis e complicações que merecem atenção.Tanto insulina, quanto medicação oral podem ser usadas para o tratamento do diabetes. A insulina é sempre usada no tratamento de pacientes com diabetes tipo 1, mas também pode ser usada em diabetes gestacional e diabetes tipo 2 (quando o pâncreas começa a não produzir mais insulina em quantidade suficiente). A medicação oral é usada no tratamento de diabetes tipo 2 e, dependendo do princípio ativo, tem o papel de diminuir a resistência à insulina ou de estimular o pâncreas a produzir mais desse hormônio.
  2. A prática de exercícios pode ajudar a controlar a glicemia e a perder gordura corporal, além de aliviar o estresse. Por isso, pessoas com diabetes devem escolher alguma atividade física e praticar com regularidade, sob orientação médica e de um profissional de educação física.
  3. A contagem de carboidratos se mostra muito benéfica para quem tem diabetes. Os carboidratos têm o maior efeito direto nos níveis de glicose, e esse instrumento permite mais variabilidade e flexibilidade na alimentação, principalmente para quem usa insulina, pois a dose irá variar conforme a quantidade de carboidratos. Isso acaba com a rigidez no tratamento de antigamente, quando as doses de insulina eram fixas, e a alimentação também devia ser. É importante ter a orientação de um nutricionista.
  4. As tecnologias têm ajudado no tratamento do diabetes. Os aparelhos vão desde os glicosímetros (usados para medir a glicose no sangue) até bombas de infusão de insulina e sensores contínuos de monitorização da glicose.
  5. Se a diabetes não for tratada de forma adequada, podem surgir complicações, como retinopatia, nefropatia, neuropatia, pé diabético, infarto do miocárdio, acidente vascular cerebral, entre outros. Se o paciente já estiver com diagnóstico de complicação crônica, há tratamentos específicos para ajudar a levar uma vida normal.
  6. A educação em diabetes é muito importante para o tratamento. Não só o paciente precisa ser educado, mas também seus familiares e as pessoas que convivem com ele. Assim, o paciente pode ter o auxílio e o suporte necessários para um bom tratamento e tomar as decisões mais adequadas com base em conhecimento.
  7. Muitos casos de diabetes tipo 2 podem ser evitados quando se está dentro do peso normal, com hábitos alimentares saudáveis e com prática regular de atividade física.
  8. O fator hereditário é mais determinante no diabetes tipo 2. Ainda se estuda o que desencadeia o diabetes tipo 1 e, por enquanto, as infecções, principalmente virais, parecem ser as maiores responsáveis pelo desencadeamento do processo autoimune. No tipo 2, os casos repetidos de diabetes em uma mesma família são comuns, enquanto a recorrência familiar do diabetes tipo 1 é muito pouco freqüente.
  9. Ainda não há cura para o diabetes. Porém, estão sendo realizados estudos que, no futuro, podem levar à cura. Para o diabetes tipo 1, está sendo estudada a terapia com células-tronco em pacientes recém-diagnosticados. Já para o diabetes tipo 2, os estudos com a cirurgia de redução de estômago (gastroplastia) têm mostrado aparentes bons resultados, mesmo em pacientes que não estão acima do peso. Salienta-se que esses métodos ainda são absolutamente experimentais.

Fontes:

Associação Nacional de Atenção ao Diabetes

Ministério da Saúde. Diabetes: conheça mais e aprenda a viver melhor (folder)

Sociedade Brasileira de Diabetes

Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia


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A infância é uma das fases mais importantes para o nosso desenvolvimento. Durante este período, quando algumas atitudes são tomadas, a qualidade de vida da criança ficar melhor e algumas doenças podem ser prevenidas.

De acordo com um estudo realizado por Katie Williams, da King’s College London, no Reino Unido, fatores ambientais tem grande impacto na chance de ter uma doença ocular. A especialista e sua equipe sugerem que realizar atividades em locais fechados quando criança, podem aumentar as chances no desenvolvimento da miopia.

Na pesquisa, Williams usou dados de uma análise que acompanhou 1.077 crianças entre os anos de 1994 e 1996. Foi constatado que as crianças que entraram mais cedo na escola tiveram quase duas vezes mais chances de serem míopes. Isso porque passaram mais tempo em locais fechados.

Outro dado que também chama atenção, mostra que a cada hora extra que a criança passa em jogos de computador por semana, aumenta a chance da doença ocular em 3%. É importante lembrar que esta pesquisa foi realizada antes do uso generalizado dos smartphones. A pesquisadora Katie Williams ainda conclui que quanto maior o nível de educação da mãe, as chances do filho quando adolescente desenvolver miopia sobem para 33%.

Embora muitos acreditem que a genética seja o principal fator causador da doença ocular, Katie afirma que existe outra variação que causou um rápido aumento nas pessoas diagnosticadas com miopia.

Ainda segundo a especialista, os genes não mudam tão rapidamente entre as gerações, então o crescimento deve ser por conta da pressão da vida moderna na infância. É constatado que um equilíbrio saudável entre o tempo que a criança gasta dentro e fora de casa é essencial para prevenir a doença.

Fonte: Revista Pais e Filhos


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Pesquisadores da Universidade Northwestern, nos Estados Unidos, descobriram um modo de reprogramar células-tronco que pode tratar doenças como endometriose, infertilidade causada por fatores uterinos e câncer do endométrio, a camada interna do útero. É a primeira vez que alguém consegue estabelecer um protocolo para essa reprogramação.

Os cientistas conseguiram fazer com que células-tronco pluripotentes induzidas se transformassem em células uterinas saudáveis a partir de processos hormonais. A pesquisa foi publicada na revista científica Stem Cell Reports.

“As células endometriais normais podem, então, ser inseridas na cavidade uterina para substituir células defeituosas. A partir daí, podemos resolver o problema da resistência à progesterona e essas células podem ser usadas, no futuro, para criar um novo útero inteiro”., explica Serdar Bulun, médico ginecologista líder do estudo.

“É uma descoberta enorme. Abrimos a porta para tratar a endometriose”, completa. Hoje, o único tratamento definitivo é por meio de cirurgia, diz Igor Padovesi, ginecologista especialista em endometriose do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo. Existem medicamentos que são utilizados para controlar a doença.

Padovesi explica que a progesterona é um hormônio feminino que inibe as células da endometriose. Quando existe resistência a esse hormônio, essas células continuam crescendo.

“Em quase todas as mulheres, existe uma menstruação que não vai embora pela vagina durante o ciclo, chamada de menstruação retrógrada, que volta e é eliminada pelo organismo. Na endometriose, ela não é eliminada, e começa a se espalhar por outros órgãos”, explica Padovesi. Ele diz que isso está associado a fatores genéticos e imunológicos que não são completamente conhecidos.

A endometriose afeta aproximadamente 10% das mulheres em idade reprodutiva no mundo, segundo o estudo da Northwestern. É uma das causas mais comuns para a infertilidade.

“Existe um fator inflamatório que cria um ambiente hostil à implantação do embrião”, explica Padovesi. Ele destaca, no entanto, que a doença somente dificulta, mas não impede a gravidez. Entre os sintomas da doença estão cólica menstrual forte, dor na relação sexual, dor entre as menstruações, infertilidade, dor ao defecar ou ao urinar, sangramento na urina ou nas fezes.

Fonte: Portal G1


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Depois de uma longa gestação de 42 semanas, a influencer Mayra Cardi deu à luz a Sophia, sua primeira filha com o ator Arthur Aguiar. O parto humanizado era um dos desejos da mãe, no entanto, depois de muitas horas de trabalho de parto sem dormir ou comer, ela teve que passar por uma cesárea. “Ela estava alta demais. Choramos, sofremos, amamos e nos entregamos até entender que humanizado deve ser até onde é seguro, saudável e possível”, explicou.

Através de seu Instagram, ela revelou que precisou retornar ao hospital por duas vezes no pós-parto por enfrentar problemas em sua recuperação e não seguir as orientações médicas. “Estamos de volta, ativa a todo vapor. Cinco dias de parto que não acabava nunca mais. Rotina tudo de volta, a barriga já foi, já está tudo no lugar, obviamente se eu tivesse tido meu parto normal eu estaria 100% saltitante, porque a cesárea não pode, mas eu estou saltitante mesmo sem poder. São sete camadas que corta por dentro e tem a de fora”.

Segundo Mayra, a inflamação aconteceu porque ela continuou com a rotina sem fazer os repousos necessários. “A cesárea é uma cirurgia na qual se cortam várias camadas, músculos, tecido gorduroso, aponeurose, útero. E esse tecido precisa ser bem cicatrizado, como qualquer outra cirurgia”, explica Maria Elisa Noriler, ginecologista e obstetra.

Uma dos aspectos mais importantes que muita gente acaba se esquecendo é que a cesariana é uma cirurgia — e por isso, exige cuidados e paciência na recuperação, como qualquer outro procedimento desse tipo. Se você passou ou pretende passar por uma cesárea, precisa ficar atenta durante os primeiros quinze dias no pós-parto para evitar que tenha abertura de alguns pontos.

Sendo uma cirurgia de médio porte, a cesárea oferece todos os riscos de um procedimento desse tipo, seja durante a operação em si, durante o período de analgesia ou no pós-operatório: existe o risco de sangramentos, complicações e infecções. Na cesárea a mulher perde cerca de um litro de sangue, o dobro do parto normal.

No pós-parto, a inflamação pode acontecer tanto por falta de repouso quanto pela imunidade baixa, segundo a especialista. “A grávida e a puérpera têm um sistema imunológico mais debilitado, então para ter uma boa cicatrização, ela precisa se alimentar adequadamente com proteínas, carboidratos, vitaminas, manter um aporte nutricional bom e também medicamentoso”, explica Maria Elisa.

Além disso, se a paciente não respeitar o horário dos antibióticos e anti-inflamatórios prescritos pelo médico, pode desenvolver um quadro de infecção generalizada e até ser internada para receber medicamentos mais fortes no hospital.

Nos quinze primeiros dias, a recomendação é de repouso absoluto — quanto menos esforço você fizer, melhor. “A gente sempre recomenda que a paciente não dirija, levante peso ou faça esforço físico. Depois disso, ela pode voltar à rotina aos poucos, fazendo caminhadas mais leves”, aconselha Maria Elisa.

Fonte: Revista Pais e Filhos


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O que fazer para não sofrer com essa doença

Você já ouviu a expressão “um homem prevenido vale por dois”? Certas atitudes podem ser decisivas para não sofrer com o tumor de próstata, que afeta quase 70 mil brasileiros todo ano. Homem que é homem precisa conhecê-las!

  • Perder (ou manter) o peso 

Como os quilos a mais já foram associados pela Organização Mundial da Saúde com diversos tipos de câncer, estudiosos passaram a cogitar a hipótese de o excesso de peso também estar por trás de tumores na próstata. Pesquisadores de dois hospitais de Pequim, na China, constataram, num estudo com 3,5 milhões de pessoas, que o índice de massa corporal ajuda a prever o grau de mortalidade do problema.  Quanto mais gordurinhas, maior será o risco de tumor ser mais agressivo.

  • Dormir direito

A melatonina é o hormônio que regula nosso relógio biológico – ela é produzida em larga escala à noite, principalmente quando estamos no escuro e com a cabeça no travesseiro. A carência dessa molécula desequilibra o corpo inteiro. Num trabalho realizado por universidades da Islândia e dos Estados Unidos, os cientistas estabeleceram uma relação entre a falta de melatonina e tumores graves na próstata.

  • Vencer o medo do urologista 

Metade dos marmanjos do nosso país nunca visitou esse médico, de acordo com um levantamento da Sociedade Brasileira de Urologia. A entidade recomenda que os exames preventivos contra o câncer de próstata comecem aos 45 anos para negros ou sujeitos com histórico familiar e aos 50 para os demais.

  • Cortar o cigarro 

De acordo com um artigo científico da Associação Europeia de Urologia, o tabagismo favorece o retorno desse tumor em indivíduos submetidos à operação de retirada do órgão. O risco de reincidência chega a dobrar quando a pessoa enche os pulmões de fumaça.

  • Ter cuidado com hormônio 

As reposições hormonais se tornaram febre nos últimos anos. Afinal, com testosterona em baixa, o sexo piora, os músculos murcham… O problema é que muitos homens recorrem a doses desse hormônio por conta própria. Aí, tomam a quantidade errada e deixam de cumprir um protocolo que incluiu exames frequentes para flagrar eventuais chabus na próstata que podem aparecer devido à terapia de reposição.

  • Rastrear, rastrear e… 

…rastrear. Os dois grandes aliados na detecção precoce do câncer de próstata são o exame de toque e o de contagem de PSA , molécula cujo aumento no sangue denuncia problemas na glândula. E, pelo visto, é importante realizar os dois, já que, isolados, nem sempre fecham o diagnóstico.

Fonte: Revista Saúde


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Resultado saiu após sete anos de pesquisa

Vários estudos científicos atestam os benefícios dos alimentos orgânicos – aqueles cultivados, principalmente, sem o uso de agrotóxico e com técnicas não agressivas ao meio-ambiente e à saúde humana. A mais recente pesquisa, realizada por cientistas franceses, aponta que quem consome vegetais orgânicos tem 25% menos chances de desenvolver câncer.

Para chegar a essa conclusão, foram necessários sete anos de análises dos dados de saúde, de 2009 a 2016, de mais de 68 mil pessoas, no estudo realizado pelo Centro de Pesquisa em Epidemiologia e Estatística da Universidade de Sorbonne, em Paris, na França. As informações foram divulgadas pelo site Food Navigator, especializado em notícias sobre alimentação.

Os pesquisadores franceses classificaram os voluntários por meio de uma pontuação que variava de zero a 32, de acordo com a frequência no consumo de alimentos orgânicos. Durante o período em que foram acompanhados, os cientistas observaram uma redução de 25% na chance do surgimento de qualquer tipo de câncer nos participantes considerados consumidores regulares de comida orgânica, em comparação com os considerados casuais.

No caso específico do linfoma, tipo de câncer que atinge os linfócitos (células de defesa do organismo), a redução nas chances de aparecimento do tumor foi de 76% dentre os voluntários que consumiam alimentos orgânicos regularmente – em comparação com aqueles que consumiam casualmente.

As chances de câncer de mama em mulheres no período pós-menopausa também foi avaliada. Os pesquisadores da Universidade de Sorbonne concluíram que as voluntárias que eram consumidoras regulares de vegetais orgânicos apresentaram uma redução de 34% nas chances do surgimento da doença, comparadas às mulheres que só se alimentavam de comidas orgânicas ocasionalmente.

Segundo o Food Navigator, os cientistas franceses também levaram em consideração fatores como estilo de vida e histórico familiar dos participantes, entretanto essas variáveis não alteraram os resultados do estudo.

As conclusões da pesquisa são consideradas preliminares. Mesmo assim, Julia Baudry, coordenadora do estudo, afirma ao Food Navigator que os resultados indicam que a promoção do consumo de alimentos orgânicos pode ser uma boa estratégia para prevenir o câncer. Ela acredita, ainda, que a ausência de agrotóxicos nesses produtos é o motivo principal para a redução nas chances de surgimento da doença em quem os consome, uma vez que a maioria dos pesticidas, comprovadamente, são cancerígenos.

Fonte: Revista O Encontro


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De acordo com dados divulgados pela Organização Mundial da Saúde (OMS), no Brasil, aproximadamente 633 crianças menores de cinco anos morrem por ano por conta da poluição. No mundo, o número chega a 543 mil e cerca de 93% das crianças e adolescentes respiram o ar poluído, colocando a saúde em risco.

Já que o sistema imunológico das crianças ainda está em formação, a poluição faz com que a respiração seja comprometida. Além disso, mulheres grávidas também são prejudicadas com o ar, fazendo com que a probabilidade do parto prematuro aumente.

“O efeito não é só respiratório, é sistêmico, causando efeitos nas artérias e no coração, principalmente. Na gestação, leva a enfartes na parte circulatória da placenta, o que diminui o aporte do oxigênio, podendo causar partos prematuros e até morte fetal”, contou Evangelina de Araújo Vormittag, diretora de responsabilidade social da Associação Paulista de Medicina e diretora do Instituto Saúde e Sustentabilidade.

Alergias, asmas, pneumonia e câncer infantil estão diretamente relacionados com o contato das crianças com a poluição, mas lavagens nasais, vaporizadores e evitar o excesso de poeiras podem ajudam a solucionar estes problemas. A OMS também divulgou que as crianças são mais afetadas pela poluição do que os adultos, isso porque elas respiram mais rápido e ficam mais próximas do chão.

Fonte: Revista Pais e Filhos