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É fundamental mantê-lo à mão durante os nove meses, pois nessa fase, a mulher fica muito suscetível aos sinais devido à alteração hormonal, que estimula as células a produzirem mais pigmento. “Quem tem pintas corre ainda mais risco, pois a combinação “gestação e sol” pode transformar um sinal benigno em maligno!”, alerta o dermatologista, Fernando Passos de Freitas.

Para evitar problema, a gestante deve aplicar um filtro 30 ao sair na rua ou ir à praia e em casa, nunca deixe de usar um fator 15, afinal as lâmpadas fluorescentes também queimam. E nada de passar uma vez, ao acordar, e considerar que está com a pele protegida pelo dia inteiro. A reaplicação tem de ser uma rotina também. “Se estiver em um ambiente fechado, aplique uma vez pela manhã e outra na hora do almoço. Caso esteja na rua, retoque de duas em duas horas. E se for à praia, faça isso de uma em uma hora”, ensina o médico.

Outra dica importante é aplicar cerca de 30 minutos antes da exposição ao sol, embora algumas marcas já tenham fórmulas mais modernas, com absorção quase imediata. Mas, melhor não arriscar! Lembre-se: sua saúde e de seu bebê estão em jogo. Com relação à quantidade, não é preciso economizar demais, tampouco se lambuzar. Cerca de seis colheres de chá são suficientes para o corpo.

Na hora da escolha

Em 2010, um estudo publicado por pesquisadores suíços confirmaram a suspeita de que substâncias presentes em alguns tipos de protetores solares são absorvidas pelo organismo e excretadas no leite materno. Como tais substâncias podem permanecer na gordura corporal por semanas, os especialistas afirmam que é mais seguro evitar seu uso durante a gestação.

São elas: 4-metilbenzilideno cânfora (4-MBC), 3-benzilideno cânfora (3-BC) e octocrileno (OC). Por isso, ao comprar seu protetor solar, peça ao farmacêutico, produtos livres delas!

Fonte- Dermatologista Fernando Passos de Freitas (CRM-106.504)


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O teste mais convencional em uso, o da amniocentese, que consiste no uso de uma agulha para retirar líquido do útero, pode causar abortos e danos ao feto.
Com o novo teste, cientistas da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos,
conseguiram identificar, com sucesso, vários casos de síndrome de Down, segundo um estudo publicado na revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences.

O teste consiste em uma análise genética de uma amostra do sangue da mãe, pois ele pode detectar a presença de cópias extras do cromossomo 21.
A Síndrome de Down é causada quando a pessoa possui uma cópia extra do cromossomo – condição genética conhecida como trissomia do 21.

De acordo com os cientistas, se um feto possui três cópias do cromossomo, ao invés de apenas as duas normais, haverá também um aumento na quantidade de cromossomos 21 no sangue da mãe, já que o DNA consegue atravessar a placenta do bebê para o corpo da mãe. Segundo a pesquisa, o exame de sangue desenvolvido em Stanford é capaz de identificar e contar os fragmentos de DNA e é sensível o bastante para detectar até um pequeno aumento no número de cromossomos 21.

Pesquisa

Para realizar o estudo, os cientistas testaram o exame em 18 mulheres grávidas e identificaram com sucesso nove casos de Síndrome de Down entre as participantes e dois casos de outras anomalias genéticas conhecidas como aneuploidias, definidas por uma perda ou ganho de material genético.

Stephen Quake, que coordenou o estudo, afirma que será necessário repetir os exames em um número maior de mulheres. Ele explica que está confiante de que o novo exame de sangue poderá ser usado de forma rotineira em hospitais dentro de alguns anos.

Um dos modos mais comuns para diagnosticar se um bebê possui ou não a Síndrome de Down é a amniocentese, um método invasivo que consiste em introduzir uma agulha no útero para retirada de um líquido para análise genética. Segundo informações do Royal College de Obstetras e Ginecologistas da Grã-Bretanha, cerca de uma em cada 100 mulheres que realiza o teste acaba perdendo o bebê como resultado da prática invasiva. Quake esclarece que “o exame não-invasivo será muito mais seguro que as práticas atuais”.

Para Lyn Chitty, especialista em genética e medicina fetal da University College, em Londres, o exame é um “desenvolvimento interessante para a prática de métodos menos invasivos e mais seguros para detectar a Síndrome de Down”.

Fonte: Revista Materlife


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Sorvete de iogurte ajuda a diminuir as cólicas

Os obstetras e os nutricionistas têm muitos motivos para recomendar o consumo de iogurte. Além de ser uma fonte de cálcio, o produto ajuda a prevenir a obesidade e regularizar a flora intestinal e atua como um complemento para a nutrição tanto da mulher quanto do bebê.

“O iogurte ajuda a combater os incômodos durante a gestação, como a prisão de ventre, além de enriquecer a alimentação da gestante”, afirma Graziela Yang, nutricionista da rede Tutti Frutti Frozen Yogurt.

A proteína e o cálcio são os dois principais nutrientes do iogurte, mas o alimento também é fonte de vitaminas A, do complexo B e zinco, nutrientes que contribuem na formação ou reparação de tecidos corporais, ossos e dentes, combaterem radicais livres e reforçam a imunidade.

Além disso, o iogurte auxilia no controle do peso durante a gravidez, já que o valor calórico não é alto. Alimento versátil, o iogurte pode ser misturado a diversos outros alimentos saudáveis, como pedaços de frutas, mel, gengibre, canela e sementes oleagenosas.

O mel e a canela, por exemplo, têm componentes com ações antibacterianas e que agem como antibióticos naturais. A laranja, a acerola, o cacau, a framboesa preta, a amora, o morango, o kiwi, a banana, o gengibre, a castanha-do-pará, a castanha e a amêndoa também são importantes aliados do sistema imunológico.

“A banana, por exemplo, é rica em fibras, potássio, cálcio e vitaminas A, C e do complexo B”, indica a nutricionista.

Essas misturas podem ser excelentes substitutos de doces nas sobremesas, nos intervalos entre as refeições e reforços do café da manhã.

“Deve-se ter cuidado apenas com as versões light e diet do iogurte, pois podem conter adoçantes, cujo consumo não é recomendado durante a gravidez”, completa Graziela.

Dica de receita:

Banana ao forno com canela e frozen de gengibre

Corte ao meio no sentido vertical uma banana – pode ser a terra ou a nanica. Leve ao forno, coberta com extrato de agave e canela em pó, deixe até que a banana quase derreta. Sirva ainda quente com o frozen de gengibre.

Obs: A banana pode ser substituída pela pêra, que também fica bem saborosa com o frozen.

Fonte: Revista Donna


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De acordo com a ginecologista e obstetra Erica Mantelli (CRM 124.315), os cuidados com o coto umbilical são essenciais para a higiene do bebê. “É muito comum que pais de primeira viagem tenham receio de machucar o bebê ao cuidar do coto umbilical, mas ele não tem terminações nervosas, ou seja, não dói durante a limpeza. Se o bebê chorar durante o curativo pode ser devido ao incômodo da situação, frio ou fome, mas não à dor”, explica.
A região do umbigo deve permanecer seca e limpa para assegurar a cicatrização e evitar qualquer tipo de infecção. “O coto umbilical pode ser lavado com água filtrada e sabão neutro, sendo necessário fazer uma boa secagem”, afirma a ginecologista. Mantelli recomenda que a higienização do coto umbilical deva ser feita pelo menos duas vezes ao dia, após o banho e a cada troca de fraldas, para evitar infecção. “Se houver algum tipo de secreção ou sangramento o curativo deve ser feito até três vezes”, disse.
Quanto tempo o cordão demora a cair?

A queda do coto umbilical deve acontecer entre 10 e 21 dias depois que o bebê nascer. “Quando esse dia chegar, o coto umbilical vai secar, ficar preto e cair, por isso, a mamãe não precisa se assustar. Depois vai ficar uma pequena ferida, que leva de uma semana a 10 dias para ocorrer a cicatrização”, acrescenta a ginecologista.
Mas o dia da queda do umbigo varia muito de criança para criança. Às vezes, o cordão pode demorar até mais do que 21 dias para cair, sem que haja maiores problemas. Em caso de demora, procure um médico para ter certeza de que não há nenhum problema com a criança.

Como fazer o curativo?

A mamãe deve elevar o coto umbilical suavemente e, com um chumaço ou uma haste de algodão, deve limpar bem o coto e ao redor onde ele se insere na barriga. É importante retirar qualquer secreção. Enquanto você estiver limpando o umbiguinho do bebê e algodão sair escuro, repita a limpeza com um novo algodão. Utilize uma gaze embebida em álcool 70% para limpar e outra para secar, caso o coto fique molhado em excesso. “Após o bebê completar 15 dias o coto ficará mais endurecido, seco e escuro e aos poucos ele vai cair“, revela Mantelli.

Após a limpeza, a fralda deve ser colocada abaixo do coto umbilical, para evitar que a região fique úmida, com cuidado para que a fralda não fique apertada e machuque o coto umbilical.

Lembrando que a mesma higienização deve continuar sendo feita por pelo menos dez dias depois de cair o coto umbilical, sendo que o tecido ainda está em fase de cicatrização. “Depois que o coto umbilical cair, a cicatriz do umbigo pode inchar e vazar um pouco, o que é comum. Em alguns casos pode surgir também uma protuberância na região do umbigo, chamada hérnia umbilical, que geralmente desaparece antes da criança completar cinco anos”, alerta a ginecologista e obstetra.

Atenção mamães: evitem usar mercúrio ou merthiolate depois que o coto umbilical cair. Esses medicamentos intoxicam e escondem uma possível inflamação.
Secreção ou pus no umbigo do bebê é perigoso?
Se você notar uma secreção amarelada, parecida com pus no umbigo do pequeno, isso não significa que o coto está infeccionado, porém é necessário ficar atenta a outros sinais, como vermelhidão e calor local. “Pode aparecer um pouco de sangue na fralda ou na roupinha quando o bebê ainda estiver com o coto”, destaca Mantelli. Caso a secreção aumente a cada dia, procure o pediatra imediatamente.

Fonte – Ginecologista e Obstetra Erica Mantelli (CRM 124.315)
Site – www.ericamantelli.com.br


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Apesar da importância do aleitamento exclusivo materno até os seis meses de vida para a saúde do bebê, nem sempre ele acontece. O aleitamento materno possui todos os nutrientes necessários ao recém-nascido, nas quantidades adequadas, além de fornecer componentes importantes que fortalecem o sistema imunológico.

No entanto, algumas vezes o aleitamento não é possível devido à presença de determinadas doenças da mãe ou do bebê. Sendo assim, como deve ser feita a alimentação da criança até o sexto mês de vida?

Atualmente já existem diversas fórmulas infantis destinadas à alimentação de bebês até os seis meses de vida e dos seis meses em diante. A composição dessas fórmulas busca atender as necessidades nutricionais das crianças, contribuindo para o crescimento e desenvolvimento adequado.

Uma pesquisa feita recentemente analisou a necessidade do fornecimento de alguns nutrientes específicos, como no caso do ferro para crianças menores de seis meses, que moram em cidades industriais. O estudo verifica a suplementação de ferro como prevenção de sua deficiência. Os resultados mostram que, apesar da prevalência de deficiência de ferro ser baixa entre as crianças desta faixa etária, a suplementação pode ser uma ação a ser considerada, uma vez que foi bem tolerada entre a população em estudo.

Outro estudo abordou os benefícios do fornecimento de fórmulas infantis à base de leite e de soja, enriquecidas com ômega 3. Os resultados indicam que não existe diferença entre a composição de leite ou soja das fórmulas, podendo ser benéfica pelo enriquecimento fornecido pelo ômega 3.

“Na impossibilidade de amamentar, recomenda-se a utilização das fórmulas infantis para atender às necessidades especiais do lactente nos primeiros seis meses de vida. O nutricionista deve informar as mães quanto à utilização de fórmulas infantis, caso seja necessária esta intervenção, pois o leite materno supre 100% das necessidades nutricionais das crianças, permitindo crescimento e desenvolvimento normais”, explica a nutricionista e tutora do Portal Educação, Ana Paula Leão Rossi.

Portal: Revista Materlife


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Apesar de o esquecimento ser muito comum na gravidez, as mamães não precisam se preocupar: não é um problema médico e sim de origem física. Segundo o neurologista Leandro Teles (CRM 124.984), os hormônios podem ser os responsáveis por esse esquecimento na gestação. “As alterações do hormônio progesterona na gravidez deixa o metabolismo lento e, consequentemente, o reflexo da gestante fica devagar. A gestante demora um pouco mais para ter atenção no que está fazendo”, explica.
Muitas mulheres notam que a mente não funciona como antes.

A função cognitiva pode ser comprometida e por isso as mamães não conseguem manter a concentração e memórias de curto prazo. “Não só as gestantes, mas todo o ser humano deve aprender a priorizar as informações mais relevantes, de modo que o próprio cérebro consiga diferenciar um dado importante de outros que não têm problema de serem esquecidos. Dessa forma, o cérebro vai saber escolher o que apagar”, afirma o neurologista.

Fatores que influenciam a perda de memória:

A perda de memória pode ser somente para palavras e pensamentos, ser parcial, o que significa não se lembrar de um determinado grupo de itens. Veja os fatores que podem comprometer a memória na gestação:

  • O stress da vida moderna. Ele provoca um desgaste demasiado grande no corpo e na mente de qualquer pessoa, incluindo a gestante;
  • A má alimentação ou a alimentação com poucas substâncias nutritivas não consegue nutrir o corpo de elementos químicos importantes para a saúde física e mental da mãe e também do bebê que está a caminho;
  • Bebidas alcoólicas e cigarro podem prejudicar a memória da gestante;
  • A depressão atinge de 10% a 20% das mulheres grávidas e geralmente associada a níveis baixos de serotonina, um neurotransmissor ligado ao sistema de excitação. A concentração e o foco são afetados, prejudicando a capacidade de armazenar novas memórias.

Para não cair no esquecimento:

O neurologista Leandro Teles aconselha as futuras mamães sobre o que fazer para manter a memória na ativa. Veja quais são as dicas:

  • Carregue na bolsa um caderninho ou bloco e escreva lembretes a qualquer momento. Depois, consulte todos os dias essas anotações.
  • Faça um calendário bem detalhado, com suas atividades nas datas correspondentes.
    • Acostume-se a colocar itens que usa com frequência, como chaves e óculos, no mesmo lugar.
  • Fale em voz alta coisas que não quer esquecer, para memorizá-las melhor.
    • Aproveite o esquecimento durante a gravidez para simplificar sua vida.
    • Não se imponha tarefas demais antes do nascimento do bebê e inclua tarefas prazerosas na rotina, como tomar banho com calma, conhecer um novo restaurante ou ir ao cinema.

Fonte: Neurologista Leandro Teles (CRM 124.984)


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A lista de doenças infecciosas, causadas por micro-organismos como vírus, bactérias, protozoários e fungos, é enorme. Para muitas existem vacinas, mas uma parte significativa não conta com proteção – apenas medidas paliativas de prevenção.

Entre as principais, ainda com alta incidência no Brasil, estão Aids, hanseníase, hepatite C, malária e sífilis. A boa notícia é que elas têm tratamento e com os prognósticos podem ser acompanhadas a evolução da doença e do quadro clínico.

A seguir, saiba o que são exatamente essas patologias e formas de evitá-las.

Aids

O que é: trata-se de uma infecção sexualmente transmissível (IST) provocada pelo HIV, um retrovírus que ataca o sistema imunológico. Ele é transmitido pelo sexo vaginal, anal e oral sem camisinha, uso de seringa e instrumentos perfurocortantes contagiados, transfusão de sangue contaminado e de mãe infectada para o filho durante a gravidez, no parto ou na amamentação.

É importante destacar que ter HIV não é o mesmo que ter Aids – há muitas pessoas soropositivas (que possuem o vírus em seu corpo) e que passam anos sem apresentar qualquer sintoma e sem desenvolver a doença. A sigla “Aids” significa Síndrome da Imunodeficiência Adquirida, e refere-se à doença criada pelo vírus.

Prevenção: uso de preservativos (feminino ou masculino) em todas as relações sexuais, realização de pré-natal no caso das gestantes, e utilização de seringas e agulhas descartáveis e luvas para manipular feridas e líquidos corporais.

Hanseníase

O que é: antigamente conhecida como lepra, é uma doença crônica, infectocontagiosa, curável e que acomete, principalmente, pele e nervos periféricos. Ela é causada pelo bacilo Mycobacterium leprae e sua transmissão ocorre pelo contato com a tosse e o espirro, e pelo contato próximo e prolongado com pessoas infectadas.

Prevenção: para não contrair hanseníase é fundamental evitar o contato com pessoas infectadas. Fora isso, quando a doença já está presente, a melhor forma de prevenir a instalação de deficiências e incapacidades físicas é o diagnóstico precoce.

Hepatite C

O que é: causada por vírus (HCV), a hepatite C provoca inflamação no fígado. Sua transmissão se dá pelo contato com sangue, por meio de compartilhamento de seringas, agulhas, lâminas de barbear, alicates de unha e outros objetos contaminados. Também pode ocorrer em procedimentos cirúrgicos, odontológicos, hemodiálise, transfusão e endoscopia quando as normas de biossegurança não são aplicadas e, menos comumente, no parto e durante o sexo desprotegido.

Prevenção: evitar a doença é até fácil: basta não compartilhar itens pessoais, como escova de dente, aparelho de barbear, alicate, seringa e agulha; certificar-se de que os objetos que serão utilizados em salões de beleza e de tatuagem, por exemplo, foram devidamente esterilizados e usar preservativo. Fora isso, toda mulher grávida precisa fazer no pré-natal os exames para detectar a patologia.

Malária

O que é: trata-se de uma doença infecciosa febril aguda, não contagiosa, causada por protozoários Plasmodium – há mais de 100 tipos –, transmitidos pela fêmea infectada do mosquito Anopheles.

Prevenção: ainda não existe vacina contra a malária, mas um grupo de pesquisadores do Centro de Terapia Celular e Molecular da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Universidade de São Paulo (FCF-USP) está desenvolvendo uma para combater a forma com maior distribuição geográfica e maior prevalência nas Américas, a vivax.

Enquanto ela não é lançada, o importante é evitar a todo custo ser picado pelo mosquito transmissor – sobretudo na região da Amazônia, onde são registrados 99% dos casos no Brasil. As recomendações pessoais são não se expor no fim da tarde sem proteção; usar roupas de cores claras e que cubram a maior extensão possível do corpo; não passar perfume; aplicar repelente de ação prolongada e instalar mosquiteiro para dormir e telas nas janelas e nas portas. Fora isso, é fundamental desmantelar os locais com água parada, que são os criadouros dos mosquitos.

Sífilis

O que é: Infecção Sexualmente Transmissível (IST) exclusiva do ser humano, causada pela bactéria Treponema pallidum. A patologia tem diferentes estágios (primário, secundário, latente e terciário) e dois tipos: adquirida, quando é transmitida pelo sexo sem camisinha com uma pessoa infectada, e congênita, quando é passada para o bebê durante a gestação ou o parto.

Prevenção: a sífilis é prevenida com o uso regular de camisinha (feminina ou masculina) e acompanhamento das gestantes.

Vacina

De acordo com o Ministério da Saúde, neste momento não há perspectiva de oferta de vacina para qualquer uma dessas doenças pelo Sistema Único de Saúde (SUS), pois ainda não existem no país produtos devidamente registrados na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Em nota, o MS explica que as estratégias de vacinação no Brasil, bem como a inclusão de novas vacinas no Programa Nacional de Imunizações (PNI) e o estabelecimento de grupos populacionais a serem cobertos, são decisões respaldadas em “bases técnicas, científicas e logísticas, evidência epidemiológica, eficácia e segurança”, somadas à garantia da sustentabilidade da estratégia adotada para a vacinação e de custo-benefício econômico.

Fonte: Portal G1


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Segundo estudo, as respostas mais comuns entre os pequenos são orgulho, alegria e alívio

Orgulho, alegria e alívio – essas são as reações mais comuns entre as crianças ao perderem o primeiro dente de leite, de acordo com estudo da Universidade de Zurique (Suíça). Os pesquisadores entrevistaram 1.270 pais sobre o sentimento dos filhos em relação à “janelinha” e concluíram que 80% dos pequenos tiveram uma resposta positiva.

Para garantir que esse marco no desenvolvimento se torne uma lembrança querida para seu filho, a psicóloga e colaboradora do Instituto de Psicologia da USP, Elaine Di Sarno, recomenda que, quando o dente começar a amolecer, os pais apontem a renovação como algo positivo.

“Além do diálogo, a fada do dente pode ajudar bastante, já que é uma maneira divertida de abordar o assunto. As crianças ficam tão animadas com a visita desse ser mágico que esquecem dos aspectos negativos, como a dor e a mudança na aparência”, explica.

Independentemente de como você decida abordar o tema com os pequenos, o importante é participar do momento com leveza e, claro, curtir a fofura que é ter um sorriso banguela em casa.

Fonte: Revista Crescer


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Enquanto o governo de Palau proíbe protetores solares para proteger os recifes de coral, há diversos outros produtos de uso muito difundido que causam danos ambientais

Palau, um pequeno país insular da Micronésia, no Oceano Pacífico, entre os mares das Filipinas, Indonésia e Papua-Nova Guiné se tornou o primeiro país a proibir o uso de protetores solares para proteger seus vulneráveis recifes de coral. Para muitos consumidores, os efeitos nocivos do produto talvez sejam uma novidade.

Mas pesquisadores acreditam que os 10 ingredientes químicos encontrados na composição dele são altamente tóxicos para a vida marinha e podem tornar os corais mais suscetíveis à descoloração. O protetor solar, porém, está longe de ser o único produto do cotidiano com impactos negativos sobre o meio ambiente.

A seguir, confira outros cinco, que poderão lhe surpreender. Alguns deles, com riscos inclusive à saúde:

As pílulas anticoncepcionais

Um estudo realizado em 2016 na Suécia encontrou evidências de uma desvantagem incomum nas pílulas anticoncepcionais. Lina Nikoleris, autora do estudo, descobriu que o hormônio etinilestadiol (EE2), uma versão sintética do estrogênio encontrado em algumas pílulas, estava mudando o comportamento e a genética de alguns peixes. Quando liberado na água como um resíduo, o EE2 demonstrou ser a causa de mudanças no equilíbrio genético de peixes como o salmão e a truta, que têm mais receptores de estrogênio que os humanos.

O estudo também identificou que esse hormônio torna mais difícil para os peixes capturar alimentos. “Estudos anteriores mostraram que os peixes também desenvolvem problemas para procriar”, disse Nikoleris. “Isso pode levar à extinção de toda uma população de peixes, assim como a outras consequências para ecossistemas inteiros.”

Abacates

Também há más notícias para os amantes do abacate. Este alimento também é prejudicial ao meio ambiente. A organização holandesa Water Footprint Network, que faz campanha pelo uso mais eficiente da água, calculou que, para cultivar um único abacate, são necessários cerca de 272 litros de água.

Os efeitos disso são devastadores para as regiões onde a fruta é cultivada.

Em 2011, uma investigação conduzida pelas autoridades de água no Chile encontrou pelo menos 65 plantações de abacate que desviam ilegalmente rios e outras fontes de água para irrigação. Há quem culpe esses agricultores por uma forte seca que atingiu a região e forçou moradores a escolherem entre usar a água para beber ou tomar banho.

Abacaxis

Outro alimento popular também engrossa a lista dos que impactam o meio ambiente: o abacaxi. A chamada “rainha das frutas” é cultivada a um ritmo que em algumas partes do mundo está afetando negativamente o planeta. Na Costa Rica, um dos maiores produtores mundiais de abacaxis, milhares de hectares de florestas foram desmatados para dar lugar a essas frutas.

Federação de Conservação da Costa Rica diz que florestas inteiras desapareceram da noite para o dia, causando danos irreversíveis. Os abacaxis são produzidos em grandes monoculturas – a produção intensiva de um único cultivo – e exigem uma grande quantidade de pesticidas, que também podem ser prejudiciais ao meio ambiente.

Xampus

O óleo de palma é um dos óleos vegetais mais eficientes e versáteis do planeta, mas seu uso generalizado levou a um desmatamento expressivo. Em um relatório de 2018, o grupo de conservação WWF alertou que a transformação de florestas tropicais e turfeiras em plantações de óleo de palma liberou “enormes quantidades de dióxido de carbono, alimentando mudanças climáticas e destruindo o habitat de espécies como os orangotangos”.

Enquanto muitos estão cientes da presença de óleo de palma em produtos comestíveis, como chocolate, margarina, sorvete, pão e biscoitos, menos gente conhece o seu papel em diversos produtos para o lar. No xampu, por exemplo, o óleo de palma é usado como uma forma de condicionador. O mesmo óleo é encontrado em produtos como batons, detergentes para a roupa, sabonetes e pastas de dente.

Aromatizantes

Não é apenas com a poluição do ar que as pessoas devem tomar cuidado.

A má qualidade do ar dentro de casa, causada por produtos domésticos do dia-a-dia, como os aromatizantes, é tão ou mais preocupante. Os aromatizantes muitas vezes contêm uma substância química chamada limoneno, comumente usada para dar um perfume cítrico ao ambiente, e também é usado em alimentos.

Não é o fato de conter um produto químico, por si só, que faz dele um grande perigo para a saúde. Mas uma vez liberado no ar ele pode se tornar um problema. Um experimento realizado pela BBC identificou que quando o limoneno reage com o ozônio presente no ar, produz formaldeído – um dos produtos químicos de uso atual mais comuns e cercados de riscos.

De acordo com informações publicadas pela Companhia Ambiental do Estado de São Paulo, a exposição a altas concentrações desse produto pode causar falta de ar, salivação excessiva, espasmos musculares, coma e eventualmente a morte.

Fonte: Portal G1


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Já há algum tempo, cientistas do mundo todo têm chamado a atenção para o impacto das mudanças climáticas no meio ambiente. Em novembro, um relatório publicado pela revista científica britânica The Lancet fez um alerta para as graves conseqüências das ondas de calor também para a saúde humana.

O dossiê, chamado The Lancet Countdown: Tracking Progress on Health and Climate Change (Contagem regressiva: Saúde e Mudanças Climáticas, Acompanhando a Evolução), é publicado anualmente desde 2016.

A publicação cita problemas gerados pelo aumento das temperaturas como o estresse por calor, insuficiência cardíaca e lesão renal aguda por desidratação. Afirma ainda que, no ano passado, cerca de 157 milhões de pessoas em todo o mundo estiveram em situação de vulnerabilidade por conta das ondas de calor, um aumento de 18 milhões de indivíduos em relação a 2016.

Confira abaixo os principais males para a saúde decorrentes das altas temperaturas.

Estresse por calor

São vários os males provocados ou agravados pelo clima quente. Muitos deles, inclusive, são citados no documento da Lancet, como o estresse por calor (ou estresse térmico).

Quando exposto a temperaturas elevadas, o corpo humano sente dificuldade para se adaptar, e aí precisa promover algumas alterações para se defender. O calor produzido dentro do corpo é transferido para a superfície da pele através do sistema circulatório e do contato interno dos tecidos. Ocorre, por exemplo, a dilatação dos vasos para aumentar o fluxo de sangue e a eliminação de suor para equilibrar a temperatura. O corpo também pode perder água e sais minerais e desidratar. Há também casos de insolação com pessoas expostas ao sol. O importante para evitar o estresse por calor e seus agravantes é se manter bem hidratado, com a ingestão de água e isotônicos; evitar a exposição solar entre 10h e 16h, evitar excesso de álcool e os exercícios extremos; usar roupas leves e soltas e passar o máximo de tempo possível em ambientes frescos.

Mosquitos transmissores de doenças

Outra grande preocupação no verão são as enfermidades como dengue, chikungunya, zika e febre amarela, transmitidas por mosquitos vetores.

Só para se ter uma idéia, de acordo com um dado publicado no The Lancet Countdown, a capacidade de transmissão do vírus da dengue global em 2016, levando em conta que ela é influenciada por umidade, chuva e temperatura, foi a mais alta já registrada: subiu 9,1% para o Aedes aegypti e 11,1% para o Aedes albopictus (tipo silvestre) em relação ao ano anterior.

Problemas vasculares e de pele

“Como o calor provoca vasodilatação, há sobrecarga da circulação, principalmente nas pessoas que já possuem histórico de varizes, trombose e insuficiência venosa. Isso pode causar edemas (inchaços) nas pernas, devido ao acúmulo de líquido fora dos vasos, bem como dores, sensação de peso, ardência e coceiras”, relata o médico.

As altas temperaturas ainda aumentam o risco de alergias e erisipela, infecção na derme e no tecido subcutâneo, ocasionada pela proliferação de bactérias e que pode provocar alterações dos vasos linfáticos (vasos auxiliares na drenagem dos membros inferiores).

Mais uma preocupação que vem com os dias quentes é o câncer de pele, doença que, pelos dados da Sociedade Brasileira de Dermatologia, representa um terço de todos os diagnósticos de câncer no Brasil.

Fonte: Portal G1