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Pequenas mudanças na rotina já dão um baita resultado no humor, o que fará toda a diferença para o seu filho também

Todo mundo deseja ter uma vida mais alegre. Mexendo em pequenas coisas e atitudes do nosso dia a dia nós já conseguimos melhorar (e muito!) a vibração que nos cerca. Separamos algumas dicas para colocar em prática já!

1 – Sorria – É incrível o que acontece quando você sorri. No mundo ocupado de hoje, pode parecer difícil não estar com aquelas “ruguinhas de tensão”. Por isso é importante fazer uma pausa e mostrar os dentes: isso te deixará naturalmente de bom humor!

2 – Esteja presente – É muito fácil viver no pilo automático. Tente passar um dia atento, percebendo as coisas ao seu redor e principalmente dando mais atenção ao seu filho. Isso te fará viver melhor o agora.

3 – Ouça – Mais do que ouvir, comece a escutar as pessoas. Em vez de pensar no que você vai dizer em seguida, apenas ouça atentamente o que seu filho, pai ou companheiro estão dizendo. Você ficará surpresa!

4 – Tome uma atitude – Dizemos que vamos fazer isso e aquilo, mas raramente fazemos isso ou aquilo! Escolha alguma coisa todo dia para realmente fazer. É incrível como é bom finalmente realizar essas vontades, mesmo que sejam pequenas.

5 – Pequenas vitórias – Às vezes, pode parecer que não temos uma grande conquista há muito tempo. Que tal comemorar e aproveitar cada vez que você terminar as suas metas diárias? Pequenas vitórias somadas viram grandes vitórias!

6 – Seja positivo – Isso é mais fácil dizer do que fazer. Começar o seu dia com uma mentalidade positiva é muito importante. Se você consegue manter uma atitude positiva ao longo dele, terá uma vida mais feliz e bem-sucedida.

7 – Respire – Sim, se pararmos de respirar, morremos … sabemos disso. Mas estamos falando de respiração consciente. Se você começar a sentir ansiedade ou sobrecarregado, pare e respire fundo!

8 – Ouça uma música – Na verdade, esse é um exercício de atenção fácil e divertido. Fique no seu próprio espaço, relaxado, coloque seus fones de ouvido e coloque uma música aleatória. Funciona melhor com uma música que você não conhece muito bem. Sente-se com os olhos fechados e apenas ouça. Não pense em nada além da música.

9 – Rir – Assim como sorrir tem um efeito natural no seu humor, o riso também. Assista a um programa ou filme engraçado, qualquer coisa para ter aquela crise de riso incontrolável.

10 – Planeje seu próximo dia – No final do seu dia, escreva as tarefas de amanhã em um papel. Você dormirá melhor, porque não vai ficar tentando lembrar de todos os compromissos. Quando você acordar, só precisa olhar o que escreveu e seguir o plano. Fácil, né?

Fonte: Revista Pais e Filhos


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A pandemia do Covid-19 tomou grande proporção e paralisou o mundo, e mais do que nunca, a sociedade se viu vulnerável e muito preocupada com a saúde.

Nossa equipe continua realizando todos os serviços prestados, sobretudo, a coleta e armazenamento de células-tronco. Diversos papais que ainda não tiveram seus bebês e que nos contrataram devem estar em dúvida, mas afirmamos que está tudo bem, os processos serão feitos normalmente e nada mudou, apenas novos ajustes para maior segurança de todos.

A Criogênesis se adaptou com as novas restrições e exigências de segurança determinadas por órgãos responsáveis pela saúde púbica, e aumentou ainda mais os cuidados em hospitais, maternidades, etc.

SOBRE A COLETA DAS CÉLULAS-TRONCO

O Sangue de Cordão Umbilical é coletado imediatamente após o nascimento da criança, quando é feita a completa separação do cordão umbilical. O material pode ser coletado após parto via cesariana ou parto via vaginal.
Antes do nascimento do bebê, a gestante ou alguém próximo, deve entrar em contato com a Criogênesis e disponibilizamos prontamente um profissional treinado em diferentes situações para a realização da coleta no hospital. Além disso, ele estará engajado num programa de qualidade total quanto à documentação e ao procedimento técnico.
O hospital não precisa disponibilizar nenhum material para o processo. O kit de coleta CRIOGÊNESIS contém todo o material necessário para uma coleta de cordão umbilical.

SOBRE A LOGÍSTICA DO MATERIAL COLETADO

Nosso laboratório fica em São Paulo, e com as medidas de segurança redobradas, seguimos fazendo a coleta e o transporte em diversas cidades e capitais do país.

NOSSO LABORATÓRIO

Nosso laboratório ampliou os cuidados e segue realizando o processamento e armazenamento de células-tronco com uma equipe dedicada e experiente. Atendemos os rigorosos padrões de acordo com as normas da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, do Ministério da Saúde, de órgãos internacionais e nossa qualidade e segurança é garantida pela Acreditação Americana AABB e ISO 9001.

Agradecemos o empenho e dedicação de todos da nossa equipe, que continua trabalhando intensamente nesta situação de pandemia. A Criogênesis agradece também a confiança dos papais, e vamos juntos, cuidar da sua saúde e da sua família.

Porque a vida merece todas as chances!


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Manter uma rotina de alimentação saudável é muito importante no período de isolamento social.

Veja dicas para cuidar da alimentação das crianças na quarentena.

O isolamento social causado pela pandemia do novo coronavírus fechou escolas no país inteiro, interrompendo as aulas e obrigando crianças a ficarem em casa, o que pode ser um desafio para pais e responsáveis. É preciso se adaptar a uma nova rotina, e um dos pontos mais importantes dessa nova reestruturação é a alimentação da família, especialmente das crianças, que normalmente fazem pelo menos uma refeição por dia na escola, e agora têm que fazer todas as refeições em casa.Manter uma alimentação saudável no período da quarentena é muito importante para manter o sistema imunológico fortalecido e prevenir a obesidade infantil, já que atividades ao ar livre, passeios ao parque, caminhadas até a escola ou na hora do recreio e aulas de educação física não estão mais acontecendo, o que significa que as crianças estão gastando menos energia. Além disso, é interessante criar uma rotina para o período de isolamento, para que o retorno das atividades, quando ocorrer, não seja tão penoso (por exemplo, se a criança passa a comer muitos itens industrializados, salgadinhos, bolachas, pães e massas no período em casa, quando ela voltar à escola e a sua rotina normal, será mais difícil adotar uma alimentação saudável novamente).

Nenhum alimento precisa ser proibido, basta ter equilíbrio. Não há problema em comer pratos mais calóricos de vez em quando, desde que isso seja uma exceção e não a regra. Separamos abaixo algumas dicas de cuidados com a alimentação infantil durante a quarentena:

  • Crie uma rotina de alimentação, com horários definidos para cada refeição, pois isso reduz o risco de a criança querer comer lanches e doces durante o dia para “enganar” o estômago;
  • Não ofereça alimentos direto do pacote, especialmente industrializados como bolachas e salgadinhos. Divida os produtos em potes separados para limitar a quantidade que a criança irá comer e evitar exageros;
  • Se possível, realize algumas refeições em família, com todos sentados juntos para comer, para que a hora da refeição também se torne um momento agradável e prazeroso;
  • Deixe frutas prontas para consumo à disposição da criança nos momentos em que a fome bater entre as refeições. Lembre-se de lavar bem os alimentos antes do consumo;
  • Ofereça água, muita água! Isso vale para os adultos também. Tente se lembrar de tomar água com frequência e, sempre que beber, ofereça também às crianças. Existem aplicativos de celular que ajudam enviando lembretes;
  • Evite levar as crianças ao mercado. Nesse momento de quarentena, o mais indicado é que apenas uma pessoa da casa faça as compras. Além de ser uma medida de prevenção contra a Covid-19, dessa forma somente o responsável escolhe os itens a serem comprados, evitando que os filhos fiquem com vontade de diversos produtos ao passar pelos corredores do mercado;
  • Para crianças com menos de seis meses, a recomendação da Organização Mundial de Saúde (OMS) é o aleitamento materno exclusivo. Nesses casos, não é necessário oferecer nenhum outro alimento ao bebê, nem mesmo água.

Fonte: Portal Uol


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Uma mulher que estava grávida e foi constatada como tendo sido infectada com o coronavírus deu à luz na última semana a um bebê que não teve registro de portar a doença. De acordo com o China Daily, o parto realizado na província de Heilongjiang foi via cesária, com 38 semanas de gestação. Os médicos constatarem a presença do coronavírus na mulher e optaram pela cirurgia, alegando que seria mais seguro para ambos.

A comissão de saúde da cidade de Harbin informou que o bebê nasceu com 3,05 kg e em excelente estado.

Eles foram colocados em quarentena e a mãe segue em condição estável. O bebê passou por dois testes para a doença, que tem seu epicentro na China, e ambos deram negativo. A equipe médica que fez o parto usou aparatos e vestimentas para evitar o contágio. A China atualizou os registros da doença hoje, totalizando até o momento 361 mortes.

Gestantes são mais vulneráveis ao vírus?

Por enquanto, como dizem a OMS e o Ministério da Saúde, não existem evidências suficientes de que as gestantes tenham uma chance maior de desenvolver um caso grave da Covid-19.

Os estudos sobre o assunto, mesmo que frágeis, mostram uma boa resistência das grávidas ao coronavírus.

O médico ginecologista e obstetra Waldemar Carvalho cita uma pesquisa recente feita em Nova York com 43 grávidas com Covid-19. Os pesquisadores mostraram que o grupo teve um risco similar de desenvolver a versão crítica tanto quanto o grupo de mulheres não-grávidas. Foram 86% dos casos leves, 9,3% de casos graves e 4,7% foram situações críticas entre as gestantes. O número é muito parecido com outro estudo chinês feito com 44 mil casos confirmados da população em geral: 80% de casos leves, 15% graves e 5% críticos.

Para conseguir implementar de forma mais efetiva algumas medidas, Carvalho diz que o governo passou a incluir as gestantes no grupo de risco:

“Hoje para poder ter todo um critério para as maternidades e hospitais poderem lidar com as pacientes, o Ministério da Saúde incluiu as gestantes como grupo de risco, mas isso não quer dizer ainda que uma grávida tenha uma chance maior de ficar mais doente”, explicou.

Como posso me proteger durante a gravidez?

 As medidas são as mesmas que devem ser tomadas pela população em geral:

  • Lavar as mãos com frequência e/ou usar álcool gel
  • Distanciamento social de pelo menos 2 metros
  • Evitar aglomerações
  • Evitar tocar os olhos, o nariz e a boca
  • Cobrir a boca e o nariz com o cotovelo ao tossir e espirrar e, depois, descartar o tecido usado
  • Usar máscara
  • Em caso de febre persistente ou dificuldade de respirar, procurar o atendimento médico o mais rápido possível

Fonte: Portal UOL

 


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Gage foi concebido por fertilização in vitro (FIV), nasceu de parto natural após uma gravidez a termo. Seus pais decidiram pelo clampeamento tardio do cordão umbilical como uma forma de dar a Gage um pouco mais de sangue e também a possibilidade de coleta do Sangue de Cordão Umbilical, (o Colégio Americano de Ginecologia e Obstetrícia recomenda o clampeamento tardio de pelo menos 30 a 60 segundos para os nascimentos a termo e pré-termo).

Aos seis meses, surgiram alguns sinais diferentes em Gage. Ele engatinhava assimetricamente, fazia movimentos repetitivos e não fazia contato visual. A mãe de Gage, Renee, começou a se preocupar com seu filho. Aos dois anos, Gage foi diagnosticado com Transtorno do Espectro do Autismo. Seu diagnóstico foi classificado no nível 2, o que significa que a criança precisa de apoio substancial. Gage ainda não era verbal e interagia socialmente como um bebê de seis meses. Ao receber o diagnóstico, Renee procurou grupos de apoio, leu tudo sobre o autismo e começou a fazer terapias com Gage. Ao longo do caminho, Renee aprendeu sobre o potencial da terapia com células-tronco para crianças com autismo, por isso, Renee tentou inscrever Gage no protocolo da Universidade de Duke, nos EUA, mas a família ficou desapontada ao saber que o sangue do cordão umbilical estava contaminado com a bactéria E. Coli e não poderia ser utilizado para este tratamento.

Renee continuou procurando outros ensaios clínicos e encontrou um protocolo que trata o autismo com células-tronco mesenquimais (CTM) do tecido do cordão umbilical e com isso, Gage recebeu sua primeira terapia celular para autismo perto de seu terceiro aniversário. O tratamento consistiu em uma infusão intravenosa de CTM da Geleia de Wharton do tecido do cordão umbilical doado, por um banco americano.

Após o tratamento com CTM do tecido do cordão umbilical, Gage acrescentou novas palavras, quase que diariamente ao seu vocabulário. Três semanas depois, ele disse à mãe pela primeira vez: “Eu te amo muito”. Desde então, Gage recebeu mais quatro infusões com CTM de tecido do cordão umbilical.
Agora, aos cinco anos, Gage é uma criança muito extrovertida e falante, sua mãe sempre se lembra do quanto orou pedindo a Deus para vê-lo falar.

Em entrevista, foi perguntado a Renee que conselhos ela daria para outros pais de crianças com autismo. Ela ressaltou que a terapia para o autismo da CTM é experimental e, somente arriscando saberá se funcionará. Mas ela acha que, caso não tivesse tentado a terapia, iria se arrepender e conviver com a incerteza de que poderia ter feito alguma diferença na vida de seu filho. Ela também acha que os pais devem ser realistas e não esperar uma “cura”, mas sim que as células-tronco “auxilie” em melhorias e habilidades de seus filhos.

Fonte: Parent’s Guide to Cord Blood


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O procedimento é indicado para mulheres com problema nas trompas e homens com poucos espermatozóides e tem 50% de chance de resultar em gravidez

A fertilização in vitro é uma técnica de inseminação artificial que promove o encontro do óvulo com o espermatozóide fora do útero – é o famoso bebê de proveta. Para que a operação dê certo, não basta qualquer óvulo ou espermatozóide (genericamente chamados gametas). “Eles são postos à prova em várias etapas do processo e só os gametas com maior chance de fecundar chegam às finais”, conforme informações do Instituto Paulista de Ginecologia e Obstetrícia. O procedimento, indicado para mulheres com problema nas trompas e homens com poucos espermatozoides tem 50% de chance de resultar em gravidez.

Ao iniciar o tratamento, a paciente precisa tomar doses diárias de hormônio para aumentar a quantidade e a qualidade dos óvulos, que são aspirados ao amadurecer e vão para uma incubadora. Enquanto isso os espermatozóides são colhidos. Na fertilização propriamente dita, os gametas femininos e masculinos são postos em contato. “Quando o espermatozóide não entra espontaneamente no óvulo, ele é inserido com uma microagulha no citoplasma”, afirma a Associação para Estudo da Fertilidade. No dia seguinte confirma-se a fecundação e prepara-se o reimplante. “Transferimos no máximo 4 embriões. Com mais do que isso, cresce o risco de gestação múltipla”, completa a Associação. O teste de gravidez é feito 11 dias depois.

Coleta

1A. Aspiração

Com uma agulha especial, os óvulos são aspirados de dentro dos ovários e colocados em placas com meio de cultura, uma solução nutritiva que imita as substâncias da trompa.

2ª. Seleção de óvulos

Os óvulos maduros são selecionados. Eles serão armazenados na incubadora por um período de 2 a 4 horas, tempo necessário para finalizar a maturação.

Fertilização

  1. Na base da injeção

Os espermatozóides que não entram espontaneamente nos óvulos são capturados individualmente e inseridos, com a ajuda de uma microagulha, no citoplasma do óvulo.

  1. Transferência para o útero

No dia seguinte verifica-se a fertilização, ou seja, a formação dos núcleos feminino e masculino. Quando os embriões desenvolvem de 4 a 8 células estão prontos para serem transferidos para o útero.

Coleta

  1. Recrutamento de sêmen

O sêmen é centrifugado. Descarta-se o líquido seminal e adiciona-se um meio de cultura aos espermatozóides que ficaram no fundo do tubo. Os espermatozóides com maior mobilidade (mais saudáveis) sobem ao topo.

Fonte: revista Super Interessante


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Como distrair as crianças em casa durante o período livre
Durante esse período de pandemia, a rotina de todo mundo ficou diferente e as famílias estão experimentando ficar mais tempo em casa. Mas para quem tem criança, outro desafio também entra em cena: como explicar aos pequenos o que está acontecendo e, principalmente, como distrair essa turminha nesse contexto?
É um período que exige cuidados, prevenção e muita paciência. Para ajudar nessa missão, vamos sugerir algumas atividades para distrair as crianças quando elas estiverem em casa. Mas antes vale destacar um tópico: 

Como explicar a doença?

Não dá para esconder a situação das crianças, mas também não precisa provocar pânico. O melhor caminho para explicar a doença é com objetividade e uma pitada de brincadeira. As crianças aprendem melhor brincando, então nada melhor que usar a criatividade para fazê-las entender o que está acontecendo.“Por que não posso beijar o vovô?”- É muito importante que os pais estejam bem informados, a partir de fontes seguras, atentando para não replicar informações falsas veiculadas nas mídias, para que não seja passada para as crianças nenhuma informação errada ou exagerada. Nessas horas, o importante é não transmitir medo e nem insegurança.

Os canais do Ministério da Saúde são as melhores e mais seguras fontes nesse período de crise, provocado pela pandemia de Coronavírus. É possível conferir dados atualizados sobre a doença no Brasil e no mundo acessando o site (www.saude.gov.br/coronavirus), ligando para o Disque Saúde (136), acompanhando pelo aplicativo Coronavírus-SUS (www.gov.br/pt-br/apps/coronavirus-sus) ou ainda pelas redes sociais oficiais, onde diariamente são publicadas as coletivas de imprensa realizadas pelo Ministério da Saúde.

 

Dicas para orientar pais e crianças 

1 – Mãos à obra!

 Agora, com mais tempo em casa, é possível reforçar a rotina de alimentação adequada e saudável. É um momento propício para fazer as refeições em família e principalmente cozinhar.A participação de todos no preparo das refeições também é importante nesse processo. Então, nada melhor que convocar os pequenos para a cozinha! Assim, eles podem desenvolver habilidades, despertar o interesse pelos alimentos e ampliar o paladar. Que tal fazer desse período um pontapé inicial na mudança de comportamentos da família toda?

 

2 – Brincar, jogar, dançar

Brincar, jogar, dançar e se divertir fazem bem para a saúde e entretêm as crianças. Mais do que nunca, é hora de tirar o foco dos eletrônicos e colocar o corpo em movimento. Tente resgatar as brincadeiras antigas, deixando um pouco de lado a tecnologia e explore a capacidade criativa e imaginária das crianças.Para quem dispõe de espaço em casa, dá para pular corda, brincar de amarelinha e até mesmo fazer jogos com bola. Mas quando esse não for o caso, opte por brincadeiras que não exijam um ambiente amplo, como as de roda, mímicas e esconde-esconde.Já para dançar, você só precisa de duas coisas: uma boa música e muita animação. Que tal elaborar um concurso de dança na sala de casa? O importante é usar a imaginação.

 

3 – Yoga para os pequenos

Além de ser uma atividade física que cabe em pequenos espaços, a prática do yoga com os pequenos relaxa, diverte e também pode ajudar a trabalhar o corpo físico dos pais. Envolvendo histórias, músicas, brincadeiras e posturas, a atividade física constrói consciência corporal nas crianças e ajuda a diminuir a ansiedade.

 

4 – Pequenas tarefas domésticas

Dependendo da faixa etária, algumas tarefas domésticas podem ser atribuídas às crianças. Vale organizar e limpar o próprio quarto e os brinquedos, ajudar a lavar e guardar a louça, jardinagem, varrer algum cômodo. Além de ser uma maneira de manter o corpo em movimento, a criança trabalha a coordenação motora e ainda desenvolve o senso de colaboração.

 

5 – Organização também na brincadeira

A organização é essencial para que as coisas não saiam do controle. Faça um acordo com as crianças sobre os horários das brincadeiras. Delimite um período para estar com as crianças e outro para alguma demanda pessoal.Se for preciso, marque um horário no despertador para que elas possam visualizar melhor que está na hora de começar ou encerrar a brincadeira. Nesse período de intervalo, vale orientar os pequenos a ler um livro, assistir a algum filme, desenhar, pintar ou até mesmo brincar sozinho com algum brinquedo.

Fonte: Saúde Brasil

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Especialista da Criogênesis esclarece as principais dúvidas sobre o assunto

Considerado um grande avanço para a medicina, o tratamento com células-tronco tem se mostrado eficaz no combate à diversas doenças, dentre elas a COVID-19. E, a medicina regenerativa tem conquistado cada vez mais espaço no meio científico, evoluindo significativamente em estudos e tratamentos.

Entretanto, dada a complexidade do tema, é natural que surjam dúvidas sobre o assunto, e para ajudar a esclarecê-las o Dr. Nelson Tatsui, Diretor-Técnico do Grupo Criogênesis e Hematologista do HC-FMUSP, selecionou os principais questionamentos acerca do procedimento. Confira:

  • O sangue do cordão umbilical, rico em células-tronco, deve ser coletado logo após o nascimento da criança.

Verdade. A coleta, que dura aproximadamente cinco minutos, deve ser feita logo após a separação do bebê e da mãe. A drenagem ocorre por meio de uma punção com agulha na veia umbilical e seu acondicionamento é realizado em uma bolsa contendo anticoagulante. Além disso, o tempo de transporte entre a coleta e o processamento do material não deve ultrapassar 48 horas.

  • A criança pode sentir dor durante o processo de extração das células.

Mito. Como o processo é realizado somente após o cordão umbilical já ter sido clampeado e cortado não trata-se de um procedimento invasivo, dessa forma se torna completamente seguro e indolor. Diferentemente da coleta  tradicional, na qual a extração é realizada da medula óssea, o que pode ocasionar desconforto.

  • Não é possível coletar células-tronco de prematuros ou em partos de emergência.

Mito. Como está descrito na legislação que rege o funcionamento dos bancos de cordão umbilical e placentário, o procedimento poderá ser realizado a partir da 32ª semana de gestação. Em casos de partos de emergência, as cidades que possuem escritório de coleta contam com enfermeiros treinados e a postos 24 horas por dia. Por ser um procedimento relativamente simples, pode ser facilmente executado por profissional capacitado. Além disso, o médico responsável pelo parto também pode realizar a coleta.

  • As células-tronco apresentaram eficácia do combate a COVID-19.

Verdade. As células-tronco mesenquimais podem se renovar ou se multiplicar, mantendo o potencial de se desenvolver em outros tipos de células, como a do osso, da cartilagem e da gordura. O material também possui habilidades imunorreguladoras, promovendo a formação de novos vasos sanguíneos, a proliferação e diferenciação celular e inibindo a resposta inflamatória. Segundo Sun Yanrong, vice-diretora do Centro Nacional de Desenvolvimento de Biotecnologia da China, o tratamento foi aplicado em mais de 200 casos em Wuhan e os ensaios clínicos apontaram um aumento da taxa de cura entre pacientes graves durante o período de reabilitação. Além disso, estudos mostram que o tempo de permanência desses indivíduos na UTI foram reduzidos significativamente em relação a outros grupos e que nenhuma reação contrária foi observada, reforçando assim, a eficácia e segurança do procedimento.

  • A chance de encontrar um doador compatível nos bancos públicos é baixa.

Verdade. Devido à grande variedade genética da população brasileira, as chances de encontrar um doador nos bancos públicos é pequena, varia de 1 em 10 mil a 1 em 1 milhão. Por isso, é importante não desperdiçar este material tão rico, seja doando para o banco público ou armazenando em um banco privado.

Sobre a Criogênesis

A Criogênesis, que nasceu em São Paulo e possui mais de 17 anos de experiência com células-tronco, é acreditada pela AABB (Associação Norte Americana de Bancos de Sangue) e certificada pela IQNet NBR ISO 9001:2015. A clínica é referência em serviços de coleta e criopreservação de células-tronco, medicina reprodutiva, gel de plaquetas e aférese, incluindo a diferenciada técnica de fotoférese extracorpórea. Sua missão é estimular o desenvolvimento da biotecnologia através de pesquisas, assegurando uma reserva celular para tratamento genético futuro. www.criogenesis.com.br


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Entenda como o método pode beneficiar quem sofre com o transtorno

No dia 18 de junho comemora-se o Dia do Orgulho Autista. Entre todas as simbologias da data, uma delas destaca a importância de conscientizar as pessoas sobre os avanços feitos acerca do tema. O Transtorno do Espectro Autista (TEA) é uma condição do neurodesenvolvimento que se apresenta de diferentes formas e graus e que são decorrentes de fatores genéticos e ambientais, comprometendo a comunicação social e restringindo atividades e interesses dos indivíduos.

“Embora não exista uma cura, alguns tratamentos podem contribuir para que a pessoa identificada com o distúrbio tenha uma melhora na qualidade de vida, como é o caso da terapia celular, que nos últimos anos tem sido estudada como intervenção terapêutica para pacientes com autismo”, informa Dr. Nelson Tatsui, Diretor-Técnico do Grupo Criogênesis e Hematologista do HC-FMUSP.

Estudos realizados na China mostram que 37 pacientes, com idades entre 3 e 12 anos, do Shandong Jiaotong Hospital e do Shandong Rehabilitation, foram submetidos ao tratamento e, no final da pesquisa, concluiu-se que a maior parte dos indivíduos monitorados demonstraram avanço em relações interpessoais, consciência corporal, dificuldade de fala, hiperatividade, entre outros aspectos.

Além disso, a Universidade de Duke, no estado de Carolina do Norte nos EUA, realizou um estudo com 25 crianças afetadas pelo TEA e 70% dos pacientes demonstraram melhoras nos sintomas como dificuldade de expressão verbal e não-verbal e comportamentos repetitivos.

Assim como o sangue do cordão umbilical, que vem apresentando importantes resultados clínicos no que diz respeito a diversas patologias, a polpa do dente de leite também tem se tornado uma grande aliada na terapia celular. Aqui no Brasil, pesquisadores do projeto Fada do Dente, da Universidade de São Paulo, extraem o material e buscam entender melhor seus efeitos para o autismo.

“É importante ressaltar que ainda que as pesquisas estejam em constante crescimento, já é possível perceber que o procedimento a partir das células-tronco já é uma esperança para famílias que enfrentam a situação do autismo”, finaliza Dr. Nelson.


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O DHA, um dos precursores do ômega 3, está envolvido no desenvolvimento da visão e do sistema nervoso por compor a bicamada fosfolipídica do cérebro assim como a melhora no desenvolvimento neurocognitivo. Estudos mostram que a ingestão e estoque de ômega 3 pela futura mãe influenciam significativamente na oferta deste nutriente ao feto. Ao nascer, o bebê também recebe essa substância por meio do leite materno. Foi verificado ainda que, quanto maior a duração do aleitamento, maior foi o QI das crianças, avaliado aos 8 e 9 anos. (Referência: Anuário de Nutrição e Pediaria 2006 – Edição 30, Centro de Pesquisa Valéria Pascoal)

Onde encontrar?

As melhores fontes de ômega 3 são: sardinha, semente e óleo de linhaça e semente de chia. O salmão e o atum são ditos ser fonte de ômega 3, porém sofrem contaminação por mercúrio, um metal pesado que é agressor tanto para a saúde da mãe como do bebê. Indico a semente e não farinha de linhaça e chia, já que, ao longo do processo de armazenamento, esta gordura pode oxidar e perdemos as propriedades do ômega 3. A suplementação só deve ser tomada pela gestante caso o médico que a acompanha sinta necessidade – cuja dosagem também varia de uma grávida para outra.

Uma dica legal é germinar a semente de linhaça e chia. Na forma germinada absorvemos o máximo de nutrientes possível que o alimento pode oferecer. O processo é simples: deixe em uma vasilha 1 colher (sopa) de semente de linhaça ou chia com 4 colheres (sopa) de água de um dia para o outro na geladeira. Geralmente acrescento essa mistura no meu suco verde no café da manhã ou no iogurte com frutas picadas. A sardinha consumo assada no forno com molho de tomate natural, bastante cebola e manjericão ou em forma de pasta para passar na torrada no lanche da tarde. Segue a receita do meu patê de sardinha, fica uma delícia!

Patê de sardinha

Ingredientes:
120 gramas de sardinha (opte pelas de embalagem de vidro)
2 colheres (sopa) de tomate picado
1 colher (sopa) de cebola
1 colher (chá) de alho
Suco de ½ limão
1 colher (sopa) de azeite
1 colher (sopa) de tofu cream
Sal e cheiro verde à gosto

Preparo:
Refogar a cebola e o alho no azeite, acrescente o tomate, e, em seguida, a sardinha previamente temperada no limão. Ajuste o sal e o cheiro verde. À parte, misture a sardinha refogada com o tofu cream e sirva com torradinhas ou no sanduíche.