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Com técnica que leva células adultas a um estado primitivo embrionário, cientistas conseguiram detectar anormalidades no funcionamento celular de neurônios

Um novo estudo investigando a origem da doença de Parkinson jogou células do cérebro de pacientes em um verdadeiro “túnel do tempo”. O objetivo foi identificar, especificamente em pacientes com manifestação precoce do Parkinson — diagnosticados entre os 21 a 50 anos de idade —, o que pode ter dado “errado” nestas células em sua formação. Pessoas diagnosticadas com Parkinson nesta faixa etária correspondem de 5 a 10% do total de pacientes com a doença.

Em geral, o Parkinson ocorre quando neurônios que produzem a dopamina, substância que participa da coordenação de movimentos musculares, morrem ou têm funcionamento deteriorado. Com isso, sintomas começam a aparecer — geralmente a partir dos 60 anos — e a piorar, como rigidez nos músculos, lentidão nos movimentos corporais, tremores e perda de equilíbrio. Não existe hoje tratamento que cure a doença, mas sim terapias que contribuem para amenizar sintomas e desacelerar o progresso do quadro.

Mas ainda não está satisfatoriamente respondido o que leva a essas falhas — estima-se que cerca de 10% dos casos são causados por mutações em genes específicos, e sabe-se também, de forma incipiente, que pode haver uma combinação de fatores ambientais e genéticos.

Por isso, uma equipe do Centro Médico Cedars-Sinai, em Los Angeles, resolveu justamente investigar os casos de jovens pacientes com Parkinson sem histórico familiar da doença e também sem mutações associadas ao Parkinson.

Para tal, os cientistas geraram as chamadas células-tronco pluripotente induzidas (iPSCs, na sigla em inglês). Estas são geradas levando células adultas ao seu estado primitivo embrionário. Assim, as células-tronco pluripotente induzidas podem produzir qualquer tipo de célula do corpo humano, e geneticamente idêntica às células do paciente em si.

No caso deste estudo, publicado no periódico Nature Medicine, os autores coletaram células do sangue dos pacientes, geraram iPSCs e então neurônios produtores de dopamina (neurônios dopaminérgicos). Estes então foram observados em laboratório. A primeira etapa do estudo envolveu três pacientes com Parkinson precoce e três pessoas em um grupo controle; depois, houve uma nova rodada de checagem com mais pacientes.

“Nossa técnica nos forneceu uma janela no tempo para ver como os neurônios dopaminérgicos podem ter funcionado desde o início da vida de um paciente”, explicou Clive Svendsen, líder do estudo, pesquisador e professor do Cedars-Sinai.

No laboratório, a equipe detectou duas anormalidades importantes nestes neurônios: o acúmulo de uma proteína chamada alfa-sinucleína, presente na maioria das manifestações de Parkinson; e lisossomos defeituosos, estruturas celulares que funcionam como “latas de lixo” para decomposição e descarte de proteínas e material celular. Justamente esse mau funcionamento pode levar ao acúmulo da alfa-sinucleína.

“Parece que os neurônios dopaminérgicos podem continuar a manipular a alfa-sinucleína por um período de 20 ou 30 anos, causando então o surgimento dos sintomas de Parkinson”.

Os pesquisadores dizem esperar que, com estas descobertas, um dia possa ser possível detectar — e tratar — o Parkinson preventivamente, inclusive em jovens. No presente estudo, eles também testaram o efeito de alguns medicamentos nos neurônios, observando que alguns foram capazes de reduzir os níveis de alfa-sinucleína na célula.

Agora, os autores querem verificar com a mesma técnica se também há anormalidades detectadas nas células de pacientes com outros perfis, como aqueles com mais de 50 anos de idade

Fonte: Portal Science Daily


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Caminhada: a atividade aeróbica em geral está liberada para todas as gestantes. Mas, ainda assim, é preciso perceber se ela não traz incômodos ou cansaço excessivo. A caminhada ativa o sistema cardiovascular, aumentando a disposição da grávida e auxiliando no controle do peso. É recomendada nos três trimestres da gestação, cerca de 20 a 30 minutos, de 2 a 3 vezes por semana.

Corrida: é indicada para quem já praticava antes da gestação. A atividade é considerada de médio risco, portanto necessita supervisão constante de um profissional capacitado para que a gestante não tenha alterações de temperatura, hipoglicemia, pressão baixa ou sofra lesões músculo-articulares. As mulheres aptas a praticá-la podem fazer corridas leves de 2 a 3 vezes por semana, durante 30 minutos.

Musculação: se for bem orientada, é uma excelente atividade, pois fortalece os músculos – o que é importante para a postura, fortalecer os braços (para o cuidado com o bebê), prevenir dores, preparar para a gestação toda e para o pós-parto. No entanto, devem ficar fora da série atividades que comprimam muito o abdômen ou projetem a barriga para baixo, além de exercícios que possam causar desequilíbrio. É interessante praticar cerca de 2 vezes por semana e intercalar com outras modalidades.

Hidroginástica: a clássica modalidade das gestantes não sai de moda porque realmente traz muitos benefícios: o primeiro é o fato de poder flutuar na água. Isso reduz o impacto, o risco de lesões articulares e a pressão que o peso do útero exerce na região lombar. O controle da temperatura melhora, evitando a hipertermia causada pela atividade muscular nos exercícios. Ajuda também a controlar o inchaço. Recomendam-se aulas de 2 a 3 vezes por semana, por até 1 hora.

Natação: oferece os mesmos benefícios da hidroginástica. Porém, é preciso notar se a repetição de movimentos não provoca dor (bater as pernas exige muita força nos quadris, por exemplo). É importante intercalar os estilos de nado – apenas o borboleta não é recomendado. Também de 2 a 3 vezes por semana, por cerca de 30 minutos.

Pilates: é ótimo para fortalecer a musculatura pélvica, abdominal e lombar. Mas, se não for orientado por um profissional que entenda as mudanças sofridas pela gestante, pode ser perigoso. Projetar a barriga para baixo ou ficar deitada de costas não é legal, por exemplo, porque diminui o retorno do sangue venoso para o coração devido à compressão uterina. Isso pode baixar a pressão, causar mal-estar e até desmaios. Com os devidos cuidados e adaptações, é uma excelente opção, principalmente na preparação para o parto normal. Pode ser praticado durante 1 hora, de 2 a 3 vezes por semana.

Ioga: ajuda na respiração, prepara para o parto, alonga e fortalece os músculos, além de auxiliar na redução de lombalgias, muito comuns no terceiro trimestre da gestação. Mas, assim como no pilates, é preciso selecionar os exercícios corretamente, pois algumas posições podem ser perigosas. Recomenda-se de 2 a 3 vezes por semana, por cerca de 30 minutos.

Dança: talvez não seja um bom momento para subir na ponta, por exemplo, mas as modalidades de dança geralmente são atividades aeróbicas que trazem consciência corporal, fortalecimento e alongamento dos músculos, sempre importantes para a grávida. Alguns movimentos não são indicados, como os saltos ou os que forçam muito a coluna – por isso, mais uma vez, destaca-se a importância de um acompanhamento especializado. Também de 2 a 3 vezes por semana, durante 40 minutos.

Fonte: revista Crescer


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Segundo nota divulgada pela Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida (SBRA), a primeira posição do Brasil no ranking é explicada pelo fato de o país deter cerca de 40% dos centros de reprodução assistida da região, além de ser o mais populoso entre os analisados.

O levantamento aponta que a fertilização in vitro é o método preferido pelos brasileiros, correspondendo a mais da metade (53%) dos procedimentos realizados, enquanto a transferência de embriões congelados corresponde a 32%.

A pesquisa mostra ainda uma mudança no perfil das pacientes, com destaque para o aumento da demanda entre as mulheres acima de 40 anos, que duplicou entre 2000 e 2016, partindo de 14,9% para 31% das que buscam o tratamento. Já a porcentagem de mulheres com menos de 34 anos que realizaram procedimentos de reprodução assistida era de mais da metade (51%) no início do século e caiu para 28% em 2016.

Os dados foram divulgados à comunidade científica pela primeira vez em dezembro de 2019.

Fertilização in vitro x Inseminação artificial

Na inseminação artificial, o sêmen é coletado, preparado e transferido para o interior do útero enquanto a mulher está ovulando. Lá os espermatozoides terão que chegar até as tubas uterinas, encontrar os óvulos e fertilizá-los, formando assim um embrião. Já no caso da fertilização in vitro (FIV) ocorre a transferência dos embriões para o útero através de um cateter delicado.

O sucesso de um procedimento de reprodução assistida depende de diversas variáveis, como a idade da mulher, a reserva ovariana, ou, por exemplo, a gravidade do problema masculino.  Porém, a média é de 45% na FIV e de 25% a 30% na inseminação. Na gravidez natural, as chances de sucesso variam de 15% a 17%.

Fonte: Revista Crescer


Pre-eclampsia-1200x801.jpg

De acordo com o ginecologista e obstetra Domingos Mantelli Borges Filho (CRM-107.997), a Síndrome Hellp só acontece quando a pré-eclampsia não é tratada. “Neste caso, a gestante precisa apresentar exames clínicos compatíveis com hemólise (rompimento da hemácia que libera hemoglobina), alteração das enzimas hepáticas (do fígado) e queda na contagem das plaquetas”, explica.
Dor na parte alta ou central do abdome, cefaleia, náuseas, vômitos e mal estar generalizado podem ser sinais da síndrome Hellp. “Se a pré-eclampsia é controlada, a síndrome Hellp não tem chance de acontecer e o risco de óbito é pequeno”, destaca o obstetra.
Mulheres que sofrem de doenças crônicas do coração e dos rins, hipertensão, Diabetes, obesidade, gestação múltipla, pré-eclampsia na gravidez anterior e gestação acima dos 40 anos têm mais predisposição para desenvolver tais complicações.
“A pré-eclampsia também está associada ao descolamento prematuro da placenta, alterações da vitalidade fetal e aumento da morbidade e mortalidade neonatal”, acrescenta o ginecologista.
Entenda melhor cada uma das doenças
Domingos Mantelli Borges Filho explica a gravidade de cada uma dessas complicações na gravidez, confira!
O que é pré-eclampsia?
Conhecida como toxemia gravídica, a pré-eclampsia é um problema que ocorre em algumas mulheres durante a gravidez devido ao aumento da pressão arterial. É possível notar isso geralmente após a 28ª semana de gravidez, mas para comprová-la é preciso que identifique a proteinúria, que corresponde à perda de proteínas na urina.
Como tratar?
O tratamento resume-se a repouso e medicamentos anti hipertensivos, sendo que em alguns casos é necessário internação. Se houver condições obstétricas favoráveis, pode-se induzir o parto na 40ª semana de gestação, porém muitas vezes é necessário antecipar esse parto e retirar o bebê ainda prematuro. Inchaço excessivo e pressão alterada são sinais que merecem ser investigados. “A gestante deve procurar seu médico, pois quanto antes diagnosticado o problema, mais efetivo será o tratamento”, aconselha.
O que é síndrome Hellp?
Envolve um conjunto de sinais e de sintomas, sendo que o hellp significa: “H” de hemólise (Hemolysis); “EL” de elevação das enzimas hepáticas (elevated liver enzymes), e “LP” baixa contagem de plaquetas (low plaquettes). É importante lembrar que as plaquetas são células que auxiliam na coagulação sanguínea e, por isso, um dos sintomas dessa síndrome é a hemorragia.
Como tratar?
A melhor maneira de tratá-la é antecipando o parto, por meio de uma cesariana ou indução, caso o bebê apresente condições favoráveis para tal. O médico pode induzir o amadurecimento pulmonar fetal por meio de medicamentos com o intuito de reduzir as complicações neonatais e o tempo de internação na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).
O que é Eclampsia?
Eclampsia é quando a Pré Eclampsia não é tratada e evolui para convulsões e muitas vezes o óbito da gestante e do bebê. Essa é uma condição extremamente grave da gestação.
Como afetam o bebê?
Na pré-eclampsia, a hipertensão pode reduzir o fornecimento de sangue à placenta e retardar o crescimento fetal. O problema pode causar abortamento, prematuridade e sofrimento fetal agudo e crônico. Já na síndrome Hellp, a placenta não garante o desenvolvimento adequado do bebê e há maior risco da placenta se descolar. “Não é apenas o bebê que sofre com essas complicações, a gestante pode sentir fortes dores de cabeça e desorientação, dor de estômago e na região do fígado, além de poder enxergar pontinhos luminosos piscantes”, alerta Borges Filho.
Cura pós-parto
Assim que a doença é diagnosticada, a mãe deve ficar em repouso e iniciar um tratamento para a pressão arterial e as crises convulsivas, caso a doença evolua para Eclampsia. A cura para a pré-eclampsia e para a síndrome do Hellp é o parto, pois com a retirada da placenta, a pressão se normaliza e o risco de óbito pós-parto é muito pequeno.

Fonte- Ginecologista e Obstetra Dr. Domingos Mantelli Borges Filho (CRM- 107.997)


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Algumas doenças que causam infertilidade tanto no homem quanto na mulher são problemas imunológicos, diabetes e obesidade. Além destas, doenças específicas de homens e de mulheres também podem ser a causa para a dificuldade de engravidar.

Após 1 anos de tentativas sem sucesso de engravidar, o casal deve procurar o médico para fazer exames que avaliam a presença de infertilidade, e seguir o tratamento adequado de acordo com a causa do problema.

As principais causas de infertilidade na mulher são:

  • Distúrbios hormonais que impedem a ovulação;
  • Síndrome dos ovários policísticos;
  • Infecção por clamídia;
  • Infecções nas trompas uterinas;
  • Obstrução das trompas uterinas:
  • Problemas no formato do útero, como útero septado;
  • Endometriose;
  • Endometrioma, que são cistos e endometriose nos ovários.

Mesmo mulheres que têm menstruação normal e que não sentem dor ou desconforto relacionados aos órgãos genitais podem apresentar problemas de infertilidade que devem ser avaliados pelo ginecologista.

As principais causas de infertilidade no homem são:

  • Uretrite: inflamação da uretra;
  • Orquite: inflamação no testículo;
  • Epididimite: inflamação no epidídimo;
  • Prostatite: inflamação na próstata;
  • Varicocele: veias aumentadas nos testículos.

Quando o casal não consegue engravidar, também é importante que o homem procure o médico urologista para avaliar sua saúde e identificar problemas na ejaculação ou na produção de espermatozoides.

Infertilidade sem causa aparente: Na infertilidade sem causa aparente, o casal deve passar por vários exames com resultados normais, além de 1 ano de tentativa de gravidez sem sucesso. Para estes casais recomenda-se continuar tentando engravidar utilizando as técnicas de reprodução assistida, como a fertilização in vitro, que possui um índice de sucesso de 55%. Segundo os especialistas, os casais com diagnóstico de infertilidade sem causa aparente que realizam 3 Fertilizações in vitro ( FIV), 1 por ano,  têm até 90% de chances de engravidar na terceira tentativa.

Diagnóstico da infertilidade: Para diagnosticar a infertilidade, deve-se fazer avaliação clínica com o médico e exames de sangue para avaliar a presença de infecções e alterações nos hormônios. Na mulher, o ginecologista pode pedir exames vaginais como ultrassonografia transvaginal, histerossalpingografia e biópsia do útero, para avaliar a presença de cistos, tumores, infecções vaginais ou alterações na estrutura dos órgãos reprodutores.

No homem, a avaliação deve ser feita pelo urologista e o principal exame realizado é o espermograma, que identifica a quantidade e a qualidade dos espermatozoides no sêmen. Veja quais os exames necessários para avaliar a causa da infertilidade no homem e na mulher.

Tratamento da infertilidade: O tratamento da infertilidade tanto no homem quanto na mulher depende da causa do problema. O tratamento pode ser feito com o uso de medicamentos antibióticos, com injeções de hormônios ou, se necessário, com cirurgia para resolver o problema nos órgãos reprodutores. Caso a infertilidade não seja resolvida, também é possível utilizar as técnicas de inseminação artificial, em que os espermatozoides são colocados diretamente no útero da mulher, ou a fertilização in vitro, em que o embrião é produzido em laboratório e depois implantado no útero da mulher.

Fonte: Portal Tua Saúde


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A hidratação das crianças merece atenção sempre, mas no verão é preciso redobrar os cuidados por causa da perda excessiva de líquido por meio do suor e também em casos de  vômitos e diarreias, que podem surgir como consequência de intoxicação alimentar, comuns também nesta época do ano.

Por isso, fique atento aos sinais de desidratação. “Nos bebês, os principais sintomas são moleira mais baixa e irritabilidade. Já nas crianças maiores, os olhos ficam secos, o choro é sem lágrima e não há saliva embaixo da língua. Além disso, ao puxar a pele, ela demora a voltar ao lugar e o xixi fica amarelo e concentrado”, explica a pediatra Patricia Tosta, do Fleury medicina e Saúde (SP).

Se notar algum deles, incentive e acompanhe a ingestão de líquidos da criança. O soro é uma boa opção, tanto o caseiro (para prepará-lo, basta misturar uma colher de café de sal e uma colher de sopa de açúcar em um litro de água mineral, filtrada ou fervida) quanto o vendido em farmácia, porém, se não houver melhora, leve o seu filho ao hospital, principalmente se tiver com vômito e diarreia.

Quando a condição é combatida rapidamente, o corpo costuma reequilibrar os líquidos e minerais perdidos. Caso contrário, pode ocorrer alterações na pulsação, cansaço extremo e delírios, e é necessário fazer o tratamento no hospital com aplicação de soro na veia.

Para evitar esse quadro, mantenha seu filho hidratado. E não espere que ele peça um copo de água para você. Dificilmente, a criança vai deixar de lado aquele belo castelo de areia na praia ou o mergulho na piscina para isso. E é aí que mora o perigo. “O organismo das crianças não tem mecanismo de controle da necessidade de beber água tão bom quanto o dos adultos”, explica o pediatra Felipe Lora. Elas podem, então, passar longos períodos sem ingerir líquidos, principalmente se estiverem entretidas.

Segundo a recomendação da Academia Americana de Pediatra, crianças de 1 a 3 anos devem beber quatro copos (200 ml cada um) de água por dia. De 4 a 8 anos, a recomendação é de cinco copos e, de 9 a 13 anos, o ideal é beber sete copos por dia para as meninas e oito para os meninos.

OUTROS LÍQUIDOS

Para aumentar a quantidade de líquido circulando pelo corpo, também vale apostar em frutas com água em abundância, como melancia, abacaxi, morango e laranja. A água de coco está liberada a partir de 6 meses. Por conter sais minerais, principalmente sódio e potássio, é um hidratante poderoso. Mas a bebida não deve substituir a ingestão regular de água, OK?

O suco natural também ajuda a hidratar e pode ser oferecido aos pequenos a partir de 1 ano, sempre feito com água mineral. Ele deve ser consumido na hora ou, no máximo, até quatro horas após o preparo para as frutas não perderem os nutrientes. Já refrigerantes e isotônicos, bebidas que também são populares no verão, não são recomendados para crianças de nenhuma idade, por conta do excesso de açúcar.

Fonte: revista Crescer


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Muitos futuros papais tem essa dúvida. Faz diferença coletar as células-tronco após a cesárea ou o parto normal? A medicina confirma que não há diferença e o processo de coleta é viável em ambos os casos.

O tipo de parto é uma importante escolha dos pais e os dois tem prós e contras, mas independente qual for o escolhido, a coleta de sangue e do tecido do cordão umbilical pode ser feita normalmente.

Caso o parto ocorra de maneira inesperada, a coleta ainda será possível. O importante é que a empresa contratada seja informada imediatamente e que o médico que está realizando o parto tenha conhecimento da escolha que os futuros papais fizeram. Portanto é importante planejar-se e contatar a empresa com antecedência.

O cordão umbilical é muito rico em células-tronco em sua fase mais primitiva, quando há maior potencial de formação de outros tipos celulares e, consequentemente, diversas opções de terapias.

As células-tronco encontradas no sangue e no tecido do cordão umbilical apresentam menos chances de terem sido contaminadas por exposição a vírus e bactérias.  Comprovado cientificamente, as células-tronco do sangue de cordão são utilizadas para tratamento de diversas doenças como, leucemia, anemia, paralisia cerebral e perda de audição.

Já as células-tronco encontradas no tecido do cordão são usadas para tratamento terapêutico de doenças como, diabetes (tipo I e II), Alzheimer e doenças cardíacas.

Em caso de dúvidas, a Criogênesis está disponível pelo telefone (24 horas) 0800-773-2166 e fica à Rua Luisiânia, 147, Brooklin.

Fonte: Cremesp (Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo)


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Durante os anos de 1976 a 1980, 15% dos adultos americanos eram obesos. Hoje, cerca de 40% dos adultos são obesos. Outros 33% estão acima do peso

Coincidindo com esse aumento de peso estão as taxas crescentes de doenças cardíacas, diabetes, câncer e complicações de saúde causadas pela obesidade, como a hipertensão. Mesmo a doença de Alzheimer pode ser parcialmente atribuída à obesidade e inatividade física.

“A dieta nos EUA e em outras nações mudou drasticamente nos últimos 50 anos, com alimentos altamente processados disponíveis a qualquer hora do dia ou da noite, a preços acessíveis e baratos”, disse Ali Güler, professor de biologia da Universidade da Virgínia. “Muitos desses alimentos são ricos em açúcares, carboidratos e calorias, o que contribui para uma dieta pouco saudável quando consumida regularmente por muitos anos”.

Em um estudo publicado na revista Current Biology, Güler demonstra que o centro de prazer do cérebro que produz a dopamina química e o relógio biológico separado do cérebro que regula os ritmos fisiológicos diários estão ligados e que alimentos com alto teor calórico – que trazem prazer – interrompem os horários normais de alimentação, resultando em consumo excessivo. Usando camundongos como modelos de estudo, os pesquisadores imitaram a disponibilidade 24 horas por dia, 7 dias por semana de uma dieta rica em gorduras, e mostraram que a qualquer momento o lanche acaba resultando em obesidade e problemas de saúde relacionados.

A equipe de Güler descobriu que os ratos alimentados com uma dieta comparável à dieta selvagem em calorias e gorduras mantinham horários normais de alimentação e exercícios e peso adequado. Mas os ratos alimentados com dietas ricas em calorias, carregados de gorduras e açúcares, começaram a “fazer lanches” a qualquer hora e tornaram-se obesos.

Além disso, os chamados camundongos “knockout” que tiveram sua sinalização de dopamina interrompida – o que significa que não procuraram o prazer gratificante da dieta rica em gorduras – mantiveram um horário de alimentação normal e não se tornaram obesos, mesmo quando apresentados com o medicamento. Disponibilidade 24 horas por dia, 7 dias por semana, de alimentos ricos em calorias.

“Mostramos que a sinalização de dopamina no cérebro governa a biologia circadiana e leva ao consumo de alimentos com muita energia entre as refeições e em horários estranhos”, disse Güler.

Outros estudos mostraram, disse Güler, que quando os ratos se alimentam de alimentos ricos em gordura entre as refeições ou durante o que deveria ser o horário normal de descanso, o excesso de calorias é armazenado como gordura muito mais rapidamente do que o mesmo número de calorias consumidas apenas durante os períodos normais de alimentação. Isso acaba resultando em obesidade e doenças relacionadas à obesidade, como diabetes.

Falando da dieta humana moderna, Güler disse: “As calorias de uma refeição completa agora podem ser compactadas em um pequeno volume, como um brownie ou um refrigerante superdimensionado. É muito fácil para as pessoas consumir em excesso e ganhar calorias. excesso de peso, geralmente resultando em obesidade e uma vida inteira de problemas de saúde relacionados.

“Metade das doenças que afetam os seres humanos é agravada pela obesidade. E isso resulta na necessidade de mais assistência médica e custos mais altos para os indivíduos e a sociedade”.

Güler disse que o corpo humano, através de milhares de anos de evolução, está preparado para consumir o máximo de comida possível, desde que esteja disponível. Ele disse que isso vem de uma longa história anterior, quando as pessoas caçavam ou colhiam comida e tinham breves períodos de abundância, como depois de uma matança e, em seguida, períodos potencialmente longos de fome. Os seres humanos também eram presas em potencial para animais de grande porte e, assim, buscavam ativamente comida durante o dia, abrigavam e descansavam à noite.

“Evoluímos sob pressões que não temos mais”, disse Güler. “É natural que nossos corpos, como organismos, desejem consumir o máximo possível, armazenar gordura, porque o corpo não sabe quando a próxima refeição está chegando.

“Mas, é claro, agora a comida é abundante, e nossa próxima refeição é tão próxima quanto a cozinha, ou o fast-food mais próximo, ou bem aqui em nossa mesa. Muitas vezes, esses alimentos são ricos em gorduras, açúcares, e, portanto, calorias, e é por isso que elas são saborosas. É fácil consumir demais e, com o tempo, isso afeta a nossa saúde “.

Fonte: Portal Science Daily


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Comer cereais, frutas, verduras, batatas e azeite de oliva protege o planeta e previne doenças

Os pesquisadores analisaram 15 alimentos que fazem parte da dieta diária ocidental. Ligaram a maneira como são produzidos (a água que se gasta, a superfície implicada e os produtos químicos utilizados, entre outros) aos resultados de estudos anteriores sobre o impacto desses mesmos alimentos sobre a saúde. E tudo se encaixava. As frutas, verduras, a batata, o azeite de oliva, os legumes, as frutas secas e os cereais são os alimentos mais saudáveis e que, além disso, têm impacto mínimo sobre o planeta.

A carne vermelha processada e não processada, por outro lado, é um produto que deveria sair da lista de compras. Muitas pesquisas já tiveram conclusões parecidas, mas essa “é a mais rigorosa até hoje, que recopila quantidade muito maior de dados e analisa a relação entre saúde e meio ambiente. Quanto mais estudos são feitos, maior será o impacto sobre as pessoas”, diz Julio Basulto, nutricionista na Universidade Central da Catalunha (Vic) e escritor.

Se o ser humano ocidental continuar se alimentando como agora, se notará um aumento alarmante das doenças, da poluição das águas e das emissões de gases de efeito estufa. Além disso, um terço da comida produzida nunca chega às mãos do consumidor e acaba no lixo, diz Michael Clark, principal autor do estudo e pesquisador da Universidade Oxford. Por isso, o cientista alerta sobre a necessidade de controlar a fabricação, o consumo e o cultivo.

O peixe é um dilema. É uma opção saudável, como a maioria das pessoas sabe, mas tem uma pegada ambiental maior, ao lado do frango e dos laticínios, do que as dietas baseadas em vegetais, de acordo com os resultados do estudo. Basulto afirma que um produto é benéfico quando impede o consumidor de comer alimentos mais prejudiciais a sua saúde. “Se o cliente come peixe e não consome carne vermelha, portanto, é bom para ele e para o planeta”, acrescenta.

Os responsáveis pelo estudo ressaltam que dirigir a dieta global a um maior consumo de alimentos mais saudáveis melhoraria a sustentabilidade ambiental.

O consumidor, inocente ou culpado?

Se o ser humano continuar se alimentando como agora, se notará um aumento das doenças, da poluição das águas e das emissões de gases de efeito estufa

A transição ecológica pode iniciar quando o consumidor começa a se alimentar melhor e, principalmente, em menor quantidade. De acordo com Clark, “é o primeiro que deve reagir. Se ele pede alimentos saudáveis, os restaurantes e a indústria terão que se adaptar a sua nova dieta. As empresas não oferecem se não compramos”.

Basulto, entretanto, não acha que é preciso delegar toda a responsabilidade ao consumidor. “Não se pode exigir que ele reaja quando não tem informação suficiente e isso muda todos os dias. É um peixe que morde a própria cauda”. É muito difícil mudar de hábitos, de modo que seria preciso partir da educação. Não parece, entretanto, uma solução factível no mundo de hoje. “Como se pretende educar quando a indústria alimentícia investe uma dinheirama em nos deseducar? De que adianta dar uma aula de nutrição a uma criança se ao sair ela tem acesso a uma máquina de doces e às redes sociais que lhe vendem toda a comida prejudicial?”, denuncia o cientista.

Algumas medidas industriais e governamentais demonstraram ser muito mais eficientes, afirma o especialista. Aumentar os impostos sobre a carne processada, proibir a publicidade dos produtos gordurosos e, principalmente, diminuir sua disponibilidade são iniciativas indispensáveis para mudar as coisas. “O que mais determina o consumo é o preço do produto. É preciso pensar nas pessoas que não têm muito dinheiro. Se fizermos com que a fruta saudável e as verduras sejam mais acessíveis tanto em disponibilidade como em custo, a dieta ocidental certamente mudará”, conclui.

O Guia de Alimentação da Generalitat da Catalunha, disponível online, propõe as mesmas soluções: para proteger o planeta e a saúde é preciso comer mais verduras, frutas, fibras integrais e menos carne vermelha, açúcar, sal e outros alimentos ultraprocessados.

Fonte: Jornal El País


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O mais importante é nunca iniciar qualquer tratamento sem antes consultar um especialista, de preferência sua ginecologista e obstetra. 
Hoje em dia, com a evolução da medicina estética, quase todos os problemas podem ser facilmente combatidos com alguns tratamentos estéticos pós-parto. “Geralmente, após um mês do nascimento os tratamentos podem ser iniciados. Há casos onde o encaminhamento pode ocorrer até a partir dos quinze ou vinte dias”, diz a médica com pós-graduada em dermatologia Silvia Takakuwa.
No entanto, a especialista alerta para os cuidados que se deve ter ao escolher o tratamento, principalmente no período de amamentação, pois o uso de produtos ou massagens pode acabar afetando o leite materno.. “O mais indicado é que a mulher aguarde o primeiro mês em casa. Neste período ela já vai perder peso com a amamentação e eliminação da retenção de líquido e gordura. Mas se a mamãe for mais impaciente, pode começar por uma drenagem linfática, que ajuda a desinchar”, recomenda Silvia.
O mais importante é nunca iniciar qualquer tratamento sem antes consultar um especialista, de preferência sua ginecologista e obstetra. O pós-parto é uma fase bem delicada, onde o corpo precisa estar totalmente natural. “Depois que estiver liberada pelo médico, então você pode procurar pelos tratamentos que vão te ajudar a amenizar os efeitos da gravidez”, diz a dermatologista.
Mas você sabe quais são os principais tratamentos que o mercado oferece que garantem a recuperação de seu corpo e do viço da pele após a gravidez? Revelamos quais são eles:
• Massagem Modeladora
Indicação e Benefícios – Essa massagem funciona como uma minilipo manual. “Em curto prazo, quando aliada a uma vida saudável e não sedentária, consegue detonar aquelas gordurinhas insistentes que se acumulam na barriga e nos quadris”, afirma a médica. Se o parto tiver sido normal, a massagem modeladora pode ser feita até um mês após o parto. Em caso de cesariana, a recomendação é esperar ao menos três meses.
Quantidade de Sessões – Em média, são necessárias de dez a 20 sessões, duas a três vezes por semana.
• Power Shape
Indicação e Benefícios – O aparelho combina três tecnologias diferentes para ajudar no tratamento da gordura localizada. Utilizando endermologia, radiofrequência e lipolaser, o Powershape faz com que o laser penetre até a camada de gordura, diminuindo as células “gordinhas”. Ao mesmo tempo, estimula a produção de fibras de colágeno que garantem a firmeza da pele.
Quantidade de Sessões – A partir de oito sessões, uma vez por semana.
• Laser CO2 Fracionado
Indicação e Benefícios – Focado no estímulo de produção de colágeno, o laser leva a um processo inflamatório local que estimula a formação de elastina e colágeno. “Este tratamento é um pouco mais invasivo que outros métodos, mas a recuperação é rápida. Muito bem indicado para tratamento de estrias gravídicas, principalmente quando ainda estão vermelhas. No entanto, não é indicado tratar estrias da mama durante o período de amamentação”, alerta Sílvia.
Quantidade de sessões – Em geral, são necessárias cinco sessões para obter resultados satisfatórios.
• Drenagem linfática
Indicação e Benefícios – É um dos poucos procedimentos que podem ser feito durante toda a gravidez e também logo depois dela para eliminar as toxinas do corpo e oxigenar os tecidos. Ajuda a reduzir a retenção de líquidos no corpo e a diminuir os inchaços. Devolve a elasticidade da pele e estimula o sistema imunológico
Quantidade de sessões – Recomenda-se no mínimo a realização de dez sessões para um resultado efetivo. Mas, na primeira sessão, pode-se observar melhora visível no inchaço e na circulação.
• Limpeza de pele
Indicação e Benefícios – Algumas mulheres notam um aumento da oleosidade da pele e surgimento de acne, principalmente no primeiro trimestre. O tratamento remove as impurezas da pele e promove a limpeza dos poros para que a pele possa respirar e renovar suas células. “A limpeza de pele não apresenta contraindicações para gestantes, a não ser quanto ao uso de alguns ácidos”, diz a especialista.
Quantidade de Sessões – Uma única sessão é suficiente para a limpeza facial e pode ser repetida mensalmente.
• Peeling de diamante
Indicação e Benefícios- É realizado com um aparelho que possibilita uma abrasão leve à moderada para a retirada de tecido morto, a paciente pode retomar suas atividades logo após a realização do procedimento. Ajuda a combater as estrias, típicas do pós-parto. “Pode ser utilizado durante a gravidez, pois não são utilizadas substâncias que podem ser absorvidas pela pele, ele é um peeling mecânico”, justifica Silvia Takakuwa.
Quantidade de Sessões – Após a avaliação da paciente, determina-se o número de sessões de Peeling de Diamante necessárias, que pode variar de três a 10, e o intervalo entre elas.
• Hidratação com Fios de Seda
Indicação e Benefícios – É um tratamento estético que utiliza uma técnica de regeneração e fortalecimento dos tecidos através das fibras naturais da seda. Perfeito para peles que sofreram os efeitos dos hormônios na gravidez. Os aminoácidos da seda, que são retirados dos casulos do bicho-da-seda, são responsáveis por uma hidratação mais intensa e profunda da derme e pela reposição de algumas proteínas importantes por manter o viço e a firmeza.
Quantidade de Sessões – O ideal é de 5 a 10 sessões.
Fonte- Dra. Silvia Takakuwa, médica com pós-graduação em dermatologia, da clínica Medical Laser.