Blog

CLASSIC LIST

cuidar-da-pele-do-bebe-no-verao-foto-hisins30-pixabaycom-0000000000017DF5.jpg

Especialistas dão dicas para curtir a estação mais quente do ano com seu bebê sem preocupação

A temporada mais quente do ano está chegando. Nesse período, os pais devem redobrar a atenção com a pele dos pequenos. “Durante os três primeiros anos de vida, a pele da criança é de 20 a 30% mais fina que as dos adultos, por isso costuma ser mais ressecada, além de ser mais sensível ao calor e a luz do sol, precisando ser constantemente protegida”, comentam as enfermeiras da Criogênesis, Natalia Modica e Luciana Santos.

Para evitar desconfortos e aproveitar todo o verão sem preocupações, as especialistas separaram algumas dicas. Confira:

Verifique a temperatura e os produtos do banho – É indicado que a água do banho seja morna, e não quente. Além disso, a duração deve ser no máximo 10 minutos. Esses dois fatores já diminuem a perda de água da pele. Outro ponto importante é usar produtos que tenham o pH ligeiramente ácido, assim como é a pele do bebê, garantindo uma limpeza suave e sem ressecamento. Será melhor se o sabonete usado for líquido em vez de barra, pois ele é mais suave e fácil de aplicar.

Atente-se ao protetor solar – As mães devem evitar a exposição solar direta dos bebês de até seis meses. Para protegê-los, aposte em roupas leves que cubram todo o corpo, chapéus e carrinhos de bebê com tecido que filtre raios UVA e UVB. O filtro solar pode ser utilizado a partir do sexto mês, devendo ser do tipo baby ou mineral.

Controle o suor – A miliária, mais conhecido como brotoeja, é uma erupção cutânea ocasionada pelo suor abundante, que por não chegar a superfície da pele, desencadeia uma inflamação das glândulas sudoríparas causando irritação frequente e coceira. Para tratar, o melhor a fazer é aliviar o desconforto do bebê, principalmente ao refrescar e secar a área afetada, com banhos e roupas frescas. Em caso de dúvidas, procure o pediatra.

Hidrate a pele – A utilização de cremes, loções ou pomadas emolientes, específicas e adequadas à pele frágil e imatura do bebê devem fazer parte dos cuidados e dos hábitos de higiene. Além de proteger a pele contra as agressões externas, esses produtos ajudam a mantê-la saudável e hidratada.

Fonte: Portal Guia do bebê


foto-de-capa-g1-.jpg

Regulamentação para uso terapêutico e pesquisa clínica com células humanas deve aquecer investimentos no setor, diz especialista. Tratar osteoporose, as consequências de diabetes e doenças vasculares: saiba alguns dos usos de células-tronco odontológicas

Quando um dente de leite cai, muitos pais sugerem que os filhos coloquem o dentinho embaixo do travesseiro para que a “Fada do Dente” o troque por uma moeda. A lenda que fez parte da infância de muitos na fase de troca de dentição tem um fundo de verdade: esse dente é valioso. Inclusive, vale muito mais do que uma simples moeda. O valor dele está nas células-tronco que podem ser extraídas da polpa dentária. Essas células têm o potencial de recompor células e tecidos danificados ou perdidos em decorrência de doenças.

Recuperar ossos quebrados ou acometidos pela osteoporose, refazer cartilagens, bem como tratar as consequências do diabetes e de doenças vasculares estão entre os principais tratamentos que especialistas esperam poder administrar com as células-tronco de origem odontológica. A afirmação é da doutora em Implantodontia e cirurgiã-dentista Moira Leão (CRO-PR 7242). Ela explica que, além dos dentes de leite, as células-tronco também podem ser coletadas de dentes do siso ou dentes que precisam ser extraídos por motivos clínicos diversos.

Como é feita a coleta e armazenamento dessas células-tronco?

Em geral, faz-se a coleta das células a partir de tecidos saudáveis que serão descartados, quer seja pela queda dos dentes de leite, pela remoção cirúrgica de dentes do siso, de dentes que precisam ser extraídos devido à colocação de um aparelho ortodôntico ou mesmo a partir do descarte de cirurgias como a bichectomia. O isolamento é feito em um CPC e o armazenamento é realizado em tanques de nitrogênio líquido.

Essas células-tronco podem ser utilizadas no tratamento de pacientes com Covid-19?

A capacidade imunomoduladora das células-tronco mesenquimais faz com que elas funcionem como um medicamento vivo. Portanto, as células são capazes de produzir as substâncias necessárias de forma personalizada para curar o paciente. Diversos ensaios clínicos vêm sendo realizados no mundo todo e mostram uma diminuição significativa do tempo de internamento em UTI e de óbitos.

Que tipo de profissional pode realizar esse trabalho?

Profissionais da saúde devidamente capacitados por meio de cursos específicos podem coletar material biológico para armazenamento, dentro de suas áreas de atuação. Essa capacitação pode inclusive ser realizada no formato de ensino à distância (EAD).

O material coletado só serve para a própria pessoa que cedeu o dente ou pode ser utilizado para o tratamento de outros indivíduos?

Os bancos de células públicos e privados estão sujeitos à legislação sanitária. Na hora da coleta, é preciso saber se este material será usado para a própria pessoa (autólogo) ou para outra pessoa (homólogo). As células-tronco mesenquimais presentes nos dentes são compatíveis e podem ser usadas de uma pessoa para outra. Porém, os exames sanguíneos para testagem de doenças são bem mais completos nesse caso.

Fonte: portal G1


CT-1200x800.jpg

A técnica é uma alternativa ao uso de embriões doados oriundos de fertilização in vitro

A pesquisa em embriões humanos é vital para a compreensão dos primeiros estágios do desenvolvimento humano. Atualmente, esta pesquisa é realizada em embriões excedentes doados voluntariamente por indivíduos que se submeteram à fertilização vitroferroviária. No entanto, esta pesquisa é limitada pela disponibilidade de embriões e limites de tempo éticos internacionais estritos sobre quanto tempo um embrião pode se desenvolver no laboratório (máximo de 14 dias).

Agora, os pesquisadores da Caltech criaram estruturas semelhantes a embriões a partir de células-tronco humanas. Em contraste com os embriões naturais que são formados por uma combinação de espermatozóide e óvulo, essas estruturas são formadas pela combinação das chamadas células-tronco pluripotentes, que têm a capacidade de se desenvolver em tipos especializados de células. Embora essas estruturas semelhantes a embriões tenham algumas diferenças importantes em relação aos embriões reais, a tecnologia para criá-los será crítica para responder a perguntas abertas sobre o desenvolvimento humano sem a necessidade de embriões doados.

A pesquisa foi realizada no laboratório de Magdalena Zernicka-Goetz, professora Bren de Biologia e Engenharia Biológica da Caltech, e está descrita em um artigo publicado na revista Nature Communications em 21 de setembro.

As estruturas são feitas de um tipo de célula-tronco pluripotente que dá origem a tipos distintos de células que se automontam em uma estrutura cuja morfologia lembra claramente a de um embrião, que possui tecidos embrionários e extra-embrionários distintos. As células-tronco pluripotentes foram inicialmente isoladas de um embrião humano real por outros pesquisadores e desde então têm sido mantidas em um ambiente de laboratório. Notavelmente, as células ainda podem “lembrar” como se agrupar em um embrião quando apoiadas pelas condições ambientais corretas.

“A capacidade de montar a estrutura básica do embrião parece ser uma propriedade embutida dessas primeiras células embrionárias que elas simplesmente não conseguem ‘esquecer'”, diz Zernicka-Goetz. “No entanto, ou sua memória não é absolutamente precisa ou ainda não temos o melhor método para ajudar as células a recuperarem suas memórias. Ainda temos mais trabalho a fazer antes de conseguirmos que as células-tronco humanas atinjam a precisão de desenvolvimento possível com seus equivalentes de células-tronco de camundongo. ”

A capacidade de gerar estruturas semelhantes a embriões a partir de células-tronco significa que embriões adicionais doados não são necessários; além disso, as estruturas podem ser criadas em grandes quantidades. Assim, este sistema modelo pode levar a avanços na compreensão do desenvolvimento embrionário inicial que não são restringidos pela disponibilidade limitada de embriões humanos. Por exemplo, será possível perturbar genes específicos e estudar o impacto resultante no processo de desenvolvimento. Além disso, este sistema pode ser usado para entender como diferentes componentes celulares coordenam seu desenvolvimento em estágios iniciais e o impacto dessa conversa cruzada celular em estágios posteriores de desenvolvimento.

O artigo é intitulado “Reconstruindo aspectos da embriogênese humana com células-tronco pluripotentes”. A ex-bolsista de pós-doutorado do Caltech Berna Sozen, agora na Universidade de Yale, e a estudante de pós-graduação do Caltech Victoria Jorgensen são os primeiros autores do estudo. Além de Zernicka-Goetz, outros co-autores são Bailey Weatherbee e Meng Zhu, ambos membros do antigo laboratório de Zernicka-Goetz na Universidade de Cambridge, e a cientista pesquisadora sênior do Caltech Sisi Chen. O financiamento foi fornecido pela Wellcome Trust, a Open Philanthropy / Silicon Valley Community Foundation, a Weston Havens Foundation e a Shurl and Kay Curci Foundation. Magdalena Zernicka-Goetz é professora afiliada do Tianqiao and Chrissy Chen Institute for Neuroscience da Caltech.

Fonte: Journal Science Daily


298-matcapaalimentacao-menina-comendo-brocolis.jpg

A seletividade alimentar não é “frescura”. Um grupo de pesquisadores australianos descobriu que alguns legumes e verduras podem causar reações químicas na boca, que fazem com que, para algumas crianças, os alimentos fiquem com um gosto nada agradável

Legumes e verduras não são exatamente a comida favorita da maioria das crianças. Quando os pequenos são “chatos para comer”, então, incluir qualquer tipo de vegetal na alimentação pode ser uma batalha e tanto. Mas talvez essa seletividade para esse tipo de alimento tenha uma explicação científica (e ela está longe de ser mera “frescura”).

Um grupo de pesquisadores australianos investigou o assunto e publicou as descobertas no Journal of Agricultural and Food Chemistry. O que eles perceberam é que alguns legumes e verduras podem causar reações químicas na boca, que fazem com que, para algumas pessoas, os alimentos fiquem com um gosto nada agradável.

Vegetais como brócolis, couve-flor, repolho e couve-de-bruxelas têm um composto chamado S-metil-cisteína sulfóxido. Ao entrar em contato com as bactérias presentes na boca, ele pode produzir um cheiro forte, parecido ao de enxofre. Isso só acontece quando as bactérias da boca produzem uma enzima capaz de “ativar” esse efeito. Se essas bactérias e enzimas aparecem em maior quantidade, a chance de a criança negar esse tipo de alimento é muito maior.

Os pesquisadores só chegaram a essa conclusão depois de fazer um teste com 98 famílias, com filhos com idades entre 6 e 8 anos. O objetivo era analisar o conjunto de bactérias presentes na boca das crianças e observar se elas tinham alguma relação sobre a preferência ou não por determinado tipo de alimento.

O primeiro passo foi pedir para que as crianças classificassem o cheiro dos vegetais crus e cozidos no vapor. Depois, os pesquisadores pegaram uma amostra de saliva e colocaram em contato com um pedacinho de couve-flor, para ver se as enzimas entravam ou não em ação e produziam o tal cheiro de enxofre.

“Suspeitamos que participantes com maior produção de enxofre salivar teriam menor aceitação de vegetais e que essa associação seria mais forte em crianças do que em adultos”, escreveram os autores. Isso explica por que, com o passar do tempo, aceitamos melhor esse tipo de alimento. “Provavelmente acontece porque os adultos aprendem a tolerar o sabor dos vegetais ao longo do tempo”.

Fonte: revista Crescer


sangue-do-cordao.jpeg

Conforme Resolução da ANVISA 56, não há proibição legal para realização da coleta. A Resolução 56, da Diretoria Colegiada da ANVISA, no seu artigo 132 determina: Deve configurar decisão conjunta, entre o BSCUPA (BANCO DE SANGUE DE CORDÃO PRIVADO) e os pais ou o representante legal do recém-nascido, o armazenamento de unidades com resultado reagente nos teste(s) sorológicos para:

I – HIV tipo 1 e HIV tipo 2;

II – HTLV tipo I e HTLV tipo II;

III – Vírus da Hepatite B;

IV – Vírus da Hepatite C; III – Doença de Chagas; IV – Sífilis;

V- Citomegalovirus (IgM); e

VI – Toxoplasmose (IgM).

Fonte: Portal Criogênesis


vacinas-da-gestante-1280x564-1-1200x529.jpg

Ao longo do desenvolvimento da gestação, a futura mamãe precisa contar com o apoio de um obstetra para realizar o pré-natal. De acordo com o Ministério da Saúde, esse acompanhamento tem papel fundamental na manutenção da saúde da gestação, o que permite uma evolução tranquila e segura do bebê e reduz riscos para a gestante. Um dos principais elementos desse cuidado são as vacinas da gestante.

Isso porque o calendário de vacinação desse período engloba imunizações essenciais. De acordo com Renato de Oliveira, ginecologista e obstetra da Criogênesis, são elas:

  • Hepatite B;
  • Influenza (gripe);
  • Dupla adulto (difteria e tétano — dT);
  • Tríplice acelular do adulto (difteria, tétano e coqueluche – dTpa ou dTpa-VIP).

Como funciona o calendário de vacinas da gestante?

“Em relação à tríplice bacteriana acelular do tipo adulto e a dupla adulto, a aplicação das doses depende do histórico vacinal”, explica o médico. Assim, se a gestante for previamente vacinada com, pelo menos, três doses de vacina contendo o componente tetânico, aplica-se uma dose de dTpa a partir da 20ª semana de gestação. “Em gestantes com vacinação incompleta, tendo recebido uma dose de vacina contendo o componente tetânico, aplica-se uma dose de dTpa a partir da 20ª semana de gestação”, afirma Renato.

Já em em gestantes não vacinadas ou sem conhecimento do antecedente vacinal, por outro lado, realiza-se duas doses de dT e uma dose de dTpa, sendo que a dTpa deve ser aplicada a partir da 20ª semana de gestação. “Deve-se respeitar o intervalo mínimo de um mês entre elas”.

No caso da vacina contra hepatite B, é importante imunizar grávidas que não foram vacinadas anteriormente e que estejam suscetíveis à infecção. O esquema vacinal — de três doses — segue a seguinte ordem: a segunda dose é aplicada após um mês da primeira, enquanto a terceira dose é feita após seis meses da primeira dose.

Por fim, a vacina da influenza, vital porque protege contra o vírus da gripe e os quadros mais graves de pneumonia, é realizada a partir de uma dose única anual.

“Deve-se ressaltar, entretanto, que algumas vacinas são recomendadas apenas em situações especiais, como pessoas que moram em regiões endêmicas com maior risco de acometimento da doença ou que possuem alguma suscetibilidade. Destacam-se, então, hepatite A, pneumocócicas, meningocócicas e febre amarela”, completa Renato.

Proteção para mãe e bebê

O obstetra da Criogênesis esclarece que a gestante vive um estado em que a imunidade geral fica mais baixa. Desse modo, essa é uma das principais razões para seguir à risca o calendário de vacinação.

“Além disso, o fato de também existir a possibilidade de oferecer proteção aos bebês, algo fundamental no primeiro ano de vida, principalmente nos primeiros seis meses (fase com imunidade limitada), favorece a proteção contra essas infecções”, argumenta. Afinal, as doenças protegidas pelas imunizações podem levar a um parto prematuro e todas as possíveis complicações que isso gera para o recém-nascido.

Vacinas contraindicadas para a gestante

Há estudos que provam as vantagens das vacinas da gestante. O risco de desenvolver gripe, por exemplo, é 69% menor para as mães vacinadas. Mas, ainda que haja grandes benefícios na vacinação, há imunizantes contraindicados na gestação.

É o caso de: tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola), HPV, varicela (catapora) e dengue. Isso porque são elaborados a partir de vírus ou bactéria vivos e atenuados. “Apesar de ser muito baixo o risco, gestantes, que já possuem uma imunidade diminuída por conta da gestação, podem desenvolver essas doenças”, alerta Renato.

Em relação às vacinas liberadas na gravidez, os riscos de complicações — como síndromes neurológicas ou problemas vasculares e dermatites — são bastante raros. “Considerando a lógica risco-benefício, não há nenhuma argumentação que justifique a não vacinação. Portanto, se há uma forma comprovada de reduzir amplamente os riscos gerais da gestante e do recém-nascido em relação a algumas doenças, evitar a vacina por raros efeitos adversos é um ato injustificável.”

Vacina da Covid-19

Com relação à Covid-19, o médico informa que as grávidas podem — e devem — se vacinar. “Uma vez que a mortalidade de gestantes por Covid-19 foi muito maior no primeiro ano da pandemia, elas tornaram-se grupo prioritário para a vacinação.”

Porém, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recomendou que a Covishield, a vacina oferecida pela AstraZeneca/Fiocruz, não deve mais ser aplicada em gestantes. “A decisão foi tomada depois da morte, por acidente vascular cerebral, de uma grávida que recebeu a dose dessa vacina”, conta Renato.

Contudo, para quem já tomou a primeira dose da AstraZeneca, a atual recomendação para gestantes e puérperas (mulheres com até 45 dias de pós-parto) é a aplicação da vacina da Pfizer como segunda dose.

Outra informação importante é que a vacinação contra a Covid-19 pode ocorrer a qualquer momento da gestação. “Puérperas e lactantes podem tomar a vacina com segurança, sendo orientadas a não interromperem o aleitamento materno.” Apenas deve-se respeitar o intervalo de 14 dias entre a administração da vacina de Covid-19 e qualquer outra do calendário vacinal (como a influenza).

“Embora as vacinas contra a Covid-19 atualmente disponíveis em nosso país não tenham incluído gestantes nas pesquisas que embasaram suas aprovações, os estudos realizados em animais não observaram eventos de malformações fetais”, finaliza o médico.

Fonte: Renato de Oliveira, ginecologista e obstetra da Criogênesis.

 


otite.jpg

Estima-se que toda criança tenha otite ao menos uma vez até completar 2 anos de idade

De repente, seu filho começa a chorar de forma aguda, como quem está sentindo dor, e você não faz ideia do que pode estar acontecendo. Como ele não fala direito, é difícil identificar de onde está vindo essa queixa. Quebrou um osso? Está com dor de estômago? Tudo o que você consegue perceber é que ele está irritado, com uma dor que parece vir em pontadas e não deixa ninguém tocar sua cabeça. Essa é a dica para suspeitar de algo: seu bebê pode estar com dor de ouvido.

Se ele ainda não teve otite (o nome oficial), saiba que é supercomum. Estima-se que toda criança tenha ao menos uma vez até completar 2 anos de idade. A otite tem diversos sintomas, mas a dor aguda e constante é um clássico – pode doer a ponto de não conseguir encostar nada na orelha.

Repare se a criança leva a mão ao ouvido ou se reclama quando encosta a orelha no travesseiro. Nos pequenos, a inflamação pode vir acompanhada de febre, coceira no ouvido, perda de apetite, dificuldade para dormir e até perda do equilíbrio. Em infecções mais avançadas, é possível que saia secreção dos ouvidos (em casos graves, até com um pouco de sangue) e que exale mau cheiro.

Frio e água provocam dor de ouvido?

Sim, em termos. A otite externa, que acontece no canal do ouvido, ocorre com mais frequência no calor e é provocada pela entrada de água – da piscina ou do mar, mas também pode ser pela quantidade de umidade – no ouvido. Já a otite média, que ocorre para dentro do tímpano, tem a ver com gripes, resfriados e problemas respiratórios, por isso, costuma ser mais prevalente nas baixas temperaturas, mas pode ocorrer ao longo de todo o ano.

Fonte: Portal Metrópoles


WhatsApp-Image-2018-08-28-at-16.04.13-770x340-1.jpeg

Material é utilizado para o tratamento de mais de 80 doenças graves

Embora ninguém possa prever o futuro, algumas atitudes simples, como preservar o sangue do cordão umbilical do seu filho, pode fazer uma grande diferença no futuro. “As células-tronco do sangue do cordão umbilical substituem o transplante de medula óssea no tratamento da leucemia, linfoma e algumas enfermidades imunológicas. Sua principal finalidade é recuperar o sistema hematopoiético (responsável pela fabricação das células sanguíneas) de pacientes submetidos à quimioterapia e/ou à radioterapia, uma vez que esses tratamentos também destroem o tecido que produz o sangue do paciente”, destaca Nelson Tatsui, Diretor-Técnico do Grupo Criogênesis e Hematologista/Hemoterapêuta do HC-FMUSP.

Por tratar-se de um tema complexo, é comum surgirem diversas dúvidas. Abaixo, o especialista esclarece as principais questões que permeiam o assunto. Confira:

Quais as formas de aplicação de células-tronco?

A terapia celular possibilita duas grandes formas de direcionar o tratamento. Uma delas é o transplante autólogo, no qual as células do próprio paciente, previamente armazenadas, são utilizadas em si mesmo. Já no transplante alogênico, as células são provenientes de outro indivíduo. A forma mais comum de aplicar as células-tronco é por meio da infusão endovenosa, como se o paciente estivesse recebendo uma transfusão de sangue. Entretanto, com o crescimento da terapia celular regenerativa, cada vez mais, as células–tronco estão sendo injetadas em diferentes tecidos para potencializar seu efeito local.

Quais doenças já são tratadas com o sangue do cordão umbilical?

Segundo a Fundação “Parent”s Guide to Cord Blood”, o sangue do cordão umbilical é tradicionalmente utilizado no tratamento de leucemias, talassemia e linfomas. “Além disso, muitas doenças encontram-se em estudo avançado, como Diabetes Tipo 1, doenças neurológicas e, até mesmo, a Aids. Hoje, o campo que objetiva tratar doenças não hematológicas é mais um motivo para o armazenamento preventivo do sangue de cordão umbilical”, aponta Dr. Nelson.

Em que momento o sangue do cordão umbilical deve ser coletado?

A coleta é realizada logo após o nascimento da criança de forma rápida, durando em torno de cinco minutos. Após o clampeamento do cordão, a drenagem do sangue é feita por meio de uma punção com agulha na veia umbilical da placenta e seu acondicionamento é realizado em uma bolsa contendo anticoagulante. Todo o processo de coleta é realizado com técnica asséptica. O tempo de transporte entre a coleta e o processamento deve ser no máximo de 48 horas.

É possível coletar o material de bebês prematuros ou em partos de emergência?

Sim, é possível. O procedimento poderá ser realizado a partir de 32 semanas de gestação, conforme descrito na legislação que rege o funcionamento dos bancos de cordão umbilical e placentário. “No caso dos partos de emergência, em todas as cidades que possuem um escritório de coleta, há enfermeiros treinados que ficam de plantão 24h. O médico que fará o parto também pode ser treinado previamente para realizar a coleta das células-tronco. Por ser um procedimento simples, pode ser facilmente executado”, esclarece o especialista.

Qual a forma de armazenamento?

No Brasil quem opta por armazenar o material em um Banco Público está doando sangue do cordão umbilical. Este material poderá ser utilizado por qualquer pessoa que necessitar. A doação corre sob sigilo e a família não poderá reivindicar, a qualquer tempo, o próprio sangue de cordão doado. No caso do Banco Privado, somente a família terá acesso às células-tronco congeladas. “Armazenar no Banco Privado é um ato preventivo. Este procedimento é pago e custa, inicialmente, cerca de R$ 3 mil. Anualmente, também é cobrada uma taxa de manutenção da estocagem. Obviamente, estes valores podem variar entre os bancos privados e aumentar devido aos custos relacionados a transporte”, finaliza Tatsui.

O material pode ficar guardado por quanto tempo?

Não há tempo máximo definido pela literatura. Há relatos que indicam unidades congeladas há mais de 25 anos e que ainda demonstram viabilidade celular adequada. Se o processamento e a estocagem forem realizados adequadamente (mantidos em temperatura inferior a -150 C), a expectativa é que as células-tronco continuem boas e viáveis por décadas.

Sobre a Criogênesis

A Criogênesis, que nasceu em São Paulo e possui mais de 15 anos de experiência com células-tronco, é acreditada pela AABB (Associação Norte Americana de Bancos de Sangue) e certificada pela IQNet NBR ISO 9001:2015. A clínica é referência em serviços de coleta e criopreservação de células-tronco, medicina reprodutiva, gel de plaquetas e aférese, incluindo a diferenciada técnica de fotoférese extracorpórea. Sua missão é estimular o desenvolvimento da biotecnologia através de pesquisas, assegurando uma reserva celular para tratamento genético futuro. www.criogenesis.com.br

Fonte: portal Guia do Bebê



Entenda as razões pelas quais seu filho chora tanto e saiba como ajudá-lo

Os pais de recém-nascidos logo identificam o choro de cólica – é aquele mais agudo e sofrido, em que o bebê aparenta dor e desconforto. Mas não precisa se desesperar, porque o comportamento não está associado a nenhuma doença. Na verdade, as cólicas (contrações da musculatura abdominal) são naturais e esperadas, isto é, fazem parte do desenvolvimento da criança. Elas acontecem nos primeiros três meses de vida porque seu filho está se acostumando a digerir o leite e a flora intestinal dele ainda não está formada. É uma adaptação necessária para que o corpo da criança aprenda a lidar com o volume do alimento e também com os gases.

SERÁ QUE É CÓLICA?

Veja alguns sinais básicos para identificar o problema:

  1. O bebê chora sem parar
    2. Você já o alimentou, trocou a fralda, verificou se não era frio ou calor, e mesmo assim seu filho continua chorando
    3. Ele se contorce e flexiona as perninhas em direção ao abdome
    4. A barriga fica endurecida
    5. Ele solta gases
    6. O rosto fica avermelhado
    7. As mãos ficam com os punhos fechados
    8. A expressão do rosto é de dor e sofrimento

 

COMO ALIVIAR AS CÓLICAS

*Mantenha-se tranquilo para poder aclamar a criança.
*Dê colo e carinho para o bebê na hora do choro.
*Deite-o de bruços e embale-o nos braços.
*Coloque a barriguinha dele em contato com o seu abdome: calor e aconchego ao mesmo tempo são imbatíveis!
*Esquente um pano a ferro ou opte por bolsa de água quente. Tome cuidado para não esquentar demais e nunca encoste a superfície quente direto na pele da criança. Envolva-a em um pano. Em lojas de artigos para bebês há bolsas térmicas de gel.
*Fique com o seu filho em um ambiente aconchegante, à meia luz e, se puder, coloque uma música relaxante.
*Apesar de o peito acalmar a criança, evite amamentá-la, pois a sucção estimula as contrações intestinais, o que agrava as dores.
*Massagens circulares em sentido horário no abdômen e ao redor do umbigo ajudam a soltar os gases. Passe a mão com um pouquinho de óleo de bétula ou de amêndoa. Isso aquece o local e acalma o bebê.
*Exercícios com as pernas também contribuem para diminuir as dores e soltar gases. Deite o bebê de costas e flexione as suas perninhas sobre o abdome.

Fonte: revista Crescer


animal_iniciou_790x444_14092021162442.jpg

Animal, chamada Jade, tem paralisa das pernas desde 2017; causa é desconhecida

A irara fêmea Jade, de 12 anos, que vive no Bosque dos Jequitibás desde 2011, em Campinas, iniciou uma terapia com células-tronco. Jade tem paralisia dos membros posteriores (pernas) desde 2017, de causa desconhecida.

De acordo com a Prefeitura de Campinas, o procedimento é feito em parceria com o Hospital Veterinário do curso de Medicina Veterinária, da PUC-Campinas. “A ideia é que a terapia com células-tronco possa recuperar o animal da sequela neurológica. O número de sessões vai depender da resposta ao primeiro tratamento. Vamos acompanhar e avaliar”, explica o veterinário do Bosque dos Jequitibás, Douglas Presotto.

O veterinário conta que Jade havia passado por tratamentos convencionais, com medicamentos, e alguns alternativos e complementares, como acupuntura, desde que surgiram os primeiros sintomas de paralisia. Essas terapias promoveram melhoras no seu quadro geral.

A irara, de nome científico Eira barbara, é um animal da família dos mustelídeos, a mesma dos furões, lontras e ariranhas. Vive cerca de 20 anos em cativeiro e um pouco menos em vida livre. São onívoras, se alimentam de frutas, legumes, mel, insetos e carnes.

Fonte: portal A cidade On Campinas