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Não deixe para organizar itens na última hora; confira 5 dicas fundamentais para gestantes

Mala para o bebê

4 macacões de mangas compridas

4 bodies

4 pagãos com pezinho fechado

4 pares de meias

2 pares de luvinhas

2 mantas

6 panos de boca

1 saída de maternidade

Mala para a mamãe

3 camisolas ou pijamas com abertura frontal

1 robe ou roupão

3 sutiãs com abas laterais largas e abertura frontal, sendo dois deles com a numeração atual e outro com uma numeração maior

6 calcinhas altas com suave compressão

1 par de chinelos ou pantufas

Mala para o papai

2 pijamas

2 bermudas

4 camisetas

1 par de chinelos

1 troca de roupa para a saída da maternidade

Quantas fraldas são necessárias para levar para a maternidade?

A quantidade recomendada é em torno de seis a oito fraldas descartáveis por dia de internação, que geralmente varia de dois a três dias. Entretanto, muitos hospitais fornecem as fraldas durante o período em que o bebê permanece nas dependências da instituição e é importante verificar antes.

Quando começar a arrumar a mala da maternidade?

Normalmente existe uma previsão para a data do nascimento. O ideal é que a futura mamãe se adiante na lavagem das roupas e organização das malas para que não seja pega de surpresa. A recomendação é formar três kits com um macacão, um body, um pagão e um par de meias em cada um deles. Cada conjunto deve ser colocado em um saquinho separadamente, que já pode estar identificado com o nome do bebê e com um recadinho para o papai dizendo qual kit a mamãe quer que seja usado no dia do nascimento.

Os pais costumam ficar muito nervosos e o que a mãe conseguir direcionar pode ajudar nesse momento. As malas da mãe e do pai podem ser arrumadas a partir das 33 semanas de gestação e a do bebê pode esperar para ser feita por volta das 35 semanas.

É preciso levar produtos de higiene?

O hospital fornece um kit mínimo de higiene para a mãe e para o bebê, mas os pais podem levar os produtos de higiene pessoal de sua preferência.

Fonte: Portal UOL


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As assaduras são uma forma de inflamação na pele que podem ser evitadas com algumas dicas que vamos mostrar agora

1 — A assadura em bebê é provocada pelo uso de fralda?

Sim! Aliás, essa é uma das principais causas da assadura em bebê. Nesse sentido, todo cuidado é pouco para que esse desconforto não apareça em nossos bebês. O uso de fraldas proporciona o ambiente ideal para o surgimento de assaduras, tais como: local com concentração de calor, de acidez e umidade constante. Por isso, a primeira dica é não deixar o seu bebê com a mesma fralda por muito tempo.

2 — É verdade que lenço umedecido provoca assadura?

É verdade, mas depende de como e o quanto se usa. Sendo assim, a assadura em bebê pode muito bem ser provocada se o uso de lenço umedecido for excessivo. Isso ocorre porque o contato do lenço com a pele sensível do bebê gera um atrito não muito bom à pele. Portanto, o ideal é usar menos vezes e dar preferência à limpeza com água morna e sabão apropriado. Lembre-se de secar bem após o procedimento.

3 — Qual tipo de fralda devo usar?

Essa é uma questão muito relativa, não é mesmo? A pele do bebê vai se adaptar melhor com um tipo de fralda que você vai testando com o tempo. Nesse sentido, seja qual for a fralda, a regra é que você não use fraldas muito apertadas. Portanto, ao passo em que usar fraldas mais largas, menor a chance de provocar a assadura em bebê. Seja qual for a marca da fralda, lembre-se de deixá-la mais larga um pouco.

4 — É verdade que a assadura em bebê pode ser prevenida caso ele tome sol?

É verdade. A assadura em bebê também pode ocorrer pela falta de sol. Mas, nesse caso, não é qualquer sol. Sendo assim, procure levar o seu bebê para o sol durante 5 minutos ao dia, antes das 10 horas da manhã, ou por mais 5 minutos, após às 16:00 horas. O sol ajuda a pele do bebê a ficar mais adaptada e reduz as chances de o bebê sofrer com o desconforto provocado pela assadura.

5 — Devo deixar o bebê sem fralda?

Essa é uma excelente opção para evitar a assadura em bebê. No entanto, requer mais atenção de quem cuida da criança. Isso porque ela pode se sentar ao chão sujo, por exemplo, e também adquirir uma assadura provocada pela sujeira em contato com a pele. Nesse sentido, caso vá deixar o bebê sem fralda, procure deixá-lo em um local limpo e seguro.

6 — As pomadas ajudam a prevenir a assadura em bebê?

Por fim, as pomadas. Nesse caso, a resposta é sim. As pomadas ajudam e muito a prevenir a assadura em bebê. Isso porque elas formam uma camada protetora que evita a fralda, por exemplo, a estar em contato direto com a pele da criança. Além disso, a pomada oferece uma proteção contra a umidade e acidez provocada pela urina.

Fonte: Portal Tec Notícias


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O corpo de uma pessoa contém células-tronco ao longo de sua vida. O corpo pode usar essas células-tronco sempre que precisar.

Também chamadas de células-tronco somáticas ou específicas de tecido, as células-tronco adultas existem em todo o corpo desde o momento em que um embrião se desenvolve.

As células estão em um estado não específico, mas são mais especializadas do que as células-tronco embrionárias. Eles permanecem nesse estado até que o corpo precise deles para um propósito específico, digamos, como células da pele ou do músculo.

A vida cotidiana significa que o corpo está constantemente renovando seus tecidos. Em algumas partes do corpo, como o intestino e a medula óssea , as células-tronco se dividem regularmente para produzir novos tecidos corporais para manutenção e reparo.

As células-tronco estão presentes dentro de diferentes tipos de tecido. Os cientistas encontraram células-tronco em tecidos, incluindo:

  • o cérebro
  • medula óssea
  • sangue e vasos sanguíneos
  • músculos esqueléticos
  • pele
  • o fígado

No entanto, as células-tronco podem ser difíceis de encontrar. Eles podem permanecer indivisíveis e inespecíficos por anos até que o corpo os chame para reparar ou desenvolver novos tecidos.

As células-tronco adultas podem se dividir ou se auto-renovar indefinidamente. Isso significa que eles podem gerar vários tipos de células do órgão de origem ou até mesmo regenerar o órgão original, inteiramente.

Essa divisão e regeneração são como uma ferida na pele se cura, ou como um órgão como o fígado, por exemplo, pode se reparar após um dano.

No passado, os cientistas acreditavam que as células-tronco adultas só podiam se diferenciar com base em seu tecido de origem. No entanto, algumas evidências agora sugerem que eles podem se diferenciar para se tornarem outros tipos de células também.

Fonte: Journal Medical News Today


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A vacinação contra a covid-19 está avançando no Brasil e com a retomada de várias atividades presencialmente e o retorno às salas de aula, é preciso manter os cuidados com as crianças. Um dos mais importantes é o uso de máscara de proteção, indicado a partir de uma certa idade. Evitar locais fechados, mal ventilados e com muita gente também é recomendado.

A OMS (Organização Mundial da Saúde) e o Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância) publicaram orientações sobre o uso de máscara em crianças, divididas em três faixas etárias.

– Até cinco anos, a indicação é não utilizar proteção facial;

– De seis a 11 anos, avaliar a necessidade conforme os riscos;

– Acima de 12 anos, seguir as mesmas orientações que os adultos, com exceção de crianças com algum tipo de deficiência intelectual;

Existem máscaras próprias para o público infantil. Antes de comprar, verifique se o produto atende ao padrão exigido pelos órgãos de regulamentação do Brasil para oferecer a eficácia indicada pelo fabricante.

A seguir, selecionamos algumas opções, levando em conta fatores como ajuste no rosto, conforto, estrutura, proteção, possibilidade de reutilizar e mais.

Máscara KN95 infantil – Cada máscara oferece taxa de filtragem de 95%, de acordo com o fabricante. O produto é feito com cinco camadas de proteção, elásticos para a orelha e tem um clipe nasal interno para ficar bem ajustado ao rosto e impedir a passagem de ar.

Máscara infantil em tecido duplo – Feitas em algodão e elastano nas alças, posicionadas nas orelhas. A máscara possui formato anatômico, de acordo com o fabricante, camada dupla de tecido e pode ser utilizada dos dois lados. Por ser de tecido, é lavável e pode ser vestida mais de uma vez, desde que se mantenha bem firme ao rosto.

Máscara infantil – Disney – O item é certificado e é um produto oficial da Disney. Possui camada tripla de tecido (com poliéster levemente acetinado na parte externa e algodão internamente), é lavável e tem elástico para prender nas orelhas. Pode ser reutilizado, desde que não esteja frouxo.

Máscara infantil sem costura – Feita em poliamida e elastano, essa máscara funciona como as de pano, mas não tem costura. É uma opção interessante para usar em lugares abertos, com constante circulação de ar, já que protege menos do que os produtos feitos com material filtrante e que vedam bem a passagem de partículas pelo rosto. Tem camada dupla de tecido.

Fonte: portal UOL


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  • Desde 1988, já foram realizados mais de 40 mil transplantes de sangue de cordão umbilical, tratando mais de 80 doenças.
  • Vários tecidos da pele já foram obtidos através das células-tronco, como: hepático, cardíaco, neuronal, ósseo e muscular. Com isso, o sangue de cordão umbilical pode vir a ser a fonte inesgotável de recursos biológicos na área de engenharia de tecidos.
  • É a única garantia de compatibilidade completa com o seu filho e potencial terapêutico para todos membros de sua família.
  • O sangue de cordão umbilical apresenta disponibilidade imediata. Enquanto outras fontes requer mobilização do doador potencial e procedimento médico cirúrgico invasivo.
  • O sangue de cordão umbilical criopreservado fica protegido dos efeitos ambientais nocivos.
  • As células do cordão umbilical são jovens e biologicamente tolerantes, isso leva a diminuição dos efeitos colaterais e o aumento da possibilidade de transplante entre pessoas parcialmente compatíveis.
  • A coleta não oferece risco ao bebê e a mãe.
  • O custo do transplante utilizando sangue de cordão umbilical é sensivelmente inferior ao processo que engloba o tratamento e a procura de um doador compatível.
  • Enquanto o câncer na fase pediátrica raramente utiliza transplante autólogo, entre pacientes adultos esse tipo de transplante é muito mais comum. Portanto, a utilização do sangue de cordão umbilical para o próprio indivíduo ficará cada vez mais comum conforme as crianças desta geração tornam-se adultas. (National Cancer Institute).
  • Avanços na área genética permitirão ampliar o uso do sangue de cordão umbilical para doenças de origem genética.
  • Minorias étnicas apresentam mais dificuldade de encontrar um doador compatível.

Fonte: Portal Criogênesis


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  1. Frutas cítricas – As frutas cítricas contêm antioxidantes, o que melhora a resistência do organismo. São exemplos de frutas cítricas o kiwi, a laranja, a acerola e o tomate. Há outros alimentos que também são antioxidantes, como o brócolis, a couve e o pimentão.
  2. Vegetais verdes escuros – Os vegetais verdes escuros auxiliam o organismo na produção de glóbulos brancos, o que melhora a defesa do organismo. O brócolis, a couve e o espinafre são alguns exemplos entre os vegetais.
  3. Iogurte – O iogurte ajuda na recomposição da flora intestinal, ajudando o organismo a expulsar algumas bactérias do sistema digestivo. Isso é importante porque um intestino saudável é capaz de absorver melhor os nutrientes e as vitaminas dos alimentos.
  4. Alho – O alho é um tempero bastante usado na culinária brasileira. Além do sabor, ele é um alimento rico em vitaminas A, C e E, e ajuda a diminuir o muco nos pulmões, auxiliando contra a tosse persistente.
  5. Cebola – A cebola é outro alimento frequente no dia a dia de muitas famílias. Se ela não faz parte da sua dieta, talvez esteja na hora de considerar usá-la, já que a cebola é rica em substâncias anti-inflamatórias, antivirais, antifúngicas e antibacterianas, além de fortalecer o sistema imunológico em geral.
  6. Alimentos que são fontes de zinco – O zinco é um nutriente que combate o resfriado, a gripe e outras doenças que atacam o nosso corpo. Então, alimentos ricos em zinco devem fazer parte da dieta de uma criança. São exemplos: carne, feijão, ervilha, grão de bico, castanhas e cereais integrais.
  7. Castanhas, nozes, amêndoas e óleos vegetais – As nozes, castanhas, amêndoas e óleos vegetais (de girassol, milho, canola, e gérmen de trigo) são fontes de zinco e vitaminas E, além de melhorar o sistema imunológico.
  8. Tomate – O tomate é um alimento que ajuda na remoção de radicais livres do corpo, sendo também indicado para combater doenças cardiovasculares.

Fonte: revista Crescer


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As lesões em cartilagens articulares são altamente comuns, principalmente na terceira idade. Essa condição acomete dores severas no paciente e também compromete os seus movimentos. As opções de tratamentos convencionais para esse estado patológico são escassas e invasivas, todavia, a medicina regenerativa vem apresentando terapias inovadoras. Um estudo publicado por um cientista brasileiro indica sucesso no uso das células-tronco no processo de reparação e combate inflamatório de lesões no joelho.

A pesquisa analisou laboratorialmente as células-tronco e suas propriedades. Em seguida, foram realizados estudos pré-clínicos em porcos, animais que possuem joelhos semelhantes ao dos humanos, utilizando membranas produzidas a partir de células-tronco mesenquimais, encontradas na medula óssea, tecido adiposo e revestimento da parede articular. De acordo com os resultados, as células tronco são capazes de tratar as lesões na cartilagem. Agora, os cientistas aguardam a aprovação para iniciar testes em humanos.

Como funciona a atuação das células-tronco? O ortopedista especialista em medicina regenerativa Luiz Felipe Carvalho explica: ‘as células-tronco são capazes de regular as outras células do sistema inflamatório. Esse processo diminui a inflamação local e estimula a produção de cartilagem’ pontua o médico.

Segundo Luiz Felipe Carvalho, a medicina regenerativa é capaz de recuperar os tecidos lesionados a partir de técnicas não invasivas: ‘os tratamentos regenerativos utilizam procedimentos menos invasivos do que uma cirurgia, por exemplo. Além disso, o uso de medicamentos também diminui, já que a regeneração celular reduz as dores crônicas dos pacientes, que normalmente fazem uso contínuo de medicamentos‘, explica o ortopedista.

Fonte: portal Panorama Farmacêutico


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Parto prematuro pode causar prejuízos no desenvolvimento do bebê

O nascimento de uma criança é um dos momentos mais aguardados pelas gestantes. De acordo com a Medicina Fetal, o tempo ideal que um bebê deve permanecer dentro do útero da mãe é de 37 a 40 semanas, período que corresponde aos nove meses. Para que a gravidez perdure o necessário, ela requer muita atenção e acompanhamento médico especializado.

Segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), a prematuridade foi a principal causa de mortalidade infantil no mundo em 2019. No Brasil, dados do Ministério da Saúde apontam que 11,7% dos partos ocorrem antes do esperado, ou seja, antes de a gestação completar 37 semanas, o que pode provocar complicações, principalmente para o recém-nascido.

Obstetra e especialista em Medicina Fetal, Fernanda Maranhão alerta que são vários os fatores que podem levar a um parto prematuro, alguns menos severos, que podem ser facilmente contornados com o pré-natal, e outros mais perigosos, em que o acompanhamento prévio não consegue evitar a prematuridade, mas tenta minimizar as consequências desta.

“Os principais riscos estão associados à medida do colo do útero — também conhecido como comprimento cervical. O colo uterino precisa estar acima de 25 mm para que consiga manter o útero fechado e sustentar o feto até, no mínimo, as 37 semanas. Um colo curto, que apresente uma medida menor que a necessária aumenta e muito o risco da prematuridade”, explicou Fernanda, que ainda elencou hipertensão, diabetes e infecções urinárias como comorbidades que também podem antecipar o parto.

Mércia Barbosa, 42, deu à luz uma criança prematura, naquela que era a sua primeira gravidez. O pequeno Joshua veio ao mundo quando sua mãe tinha acabado de entrar no sexto mês. Por conta disso, foi considerado um prematuro extremo. Apesar da idade, e por não ter tido filho anteriormente, uma das causas do parto prematuro de Mércia foi uma infecção urinária.

“Por engravidar ‘tardiamente’, intensifiquei os cuidados. Meus exames não apontavam risco para um parto prematuro, apesar da minha idade, e as minhas taxas estavam em dia. Mas na mesma semana que tive uma infecção urinária, a minha bolsa rompeu”, relatou Mércia. O bebê nasceu e está bem, apesar de ainda estar sob cuidados hospitalares. Nele, as atenções médicas são voltadas para alguns problemas respiratórios, já que o pulmão ainda não estava totalmente formado quando ele nasceu. Além de distúrbios respiratórios, como o pequeno Joshua apresentou, podem ser consequências de um parto prematuro hipoglicemia, hemorragias, temperatura instável, icterícia (coloração amarelada na pele) e leucomalácia (uma espécie de lesão cerebral).

Os tratamentos para riscos de prematuridade variam entre mudança comportamental, como o repouso, além de tratamento medicamentoso ou cirúrgico, tudo, claro, dependendo da condição do grau de risco. Além do acompanhamento da gestação, a especialista em medicina fetal indica, caso seja possível, consultas pré-concepcionais, para se antecipar ainda mais a possíveis comorbidades.

Fonte: jornal Folha de Pernambuco


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Durante a gestação, acontecem muitas mudanças no corpo feminino. Estas mudanças, inclusive, são o primeiro alerta de que um bebê está a caminho. Para tirar suas dúvidas, conheça agora os principais sintomas de gravidez

Os sinais (que podem ser vistos) e sintomas de gravidez (que podem ser sentidos) podem surgir nas primeiras semanas após a concepção, como também, podem passar despercebidos, já que depende de cada mulher. Elencamos os 14 primeiros sinais e sintomas de gravidez, que, nesse post, também chamaremos de eventos iniciais da gravidez, separados por semanas.

14 sintomas de gravidez iniciais – Após a fecundação – momento em que o espermatozoide se encontra com o óvulo na trompa e quando ocorre a implantação do embrião no útero -, as mulheres passam por inúmeras alterações hormonais e transformações que podem incluir:

  1. Atraso menstrua
  2. Cólica abdominal
  3. Mamas sensíveis e aumentadas
  4. Aumento da libido
  5. Alterações no corrimento vaginal
  6. Náuseas, enjoos e vômitos
  7. Vontade frequente de urinar
  8. Aumento do sono
  9. Constipação intestinal

10. Alterações do paladar e aversão a cheiros fortes

11. Cansaço frequente

12. Alterações de humor

13. Sangramento vaginal

14. Abdômen inchado

Fonte: Portal Unimed


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Evite o consumo de bebidas alcoólicas – Aos casais que estão iniciando o tratamento de fertilização, é muito importante evitar o consumo de bebidas alcoólicas, uma vez que em excesso, pode ser prejudicial para o desenvolvimento dos gametas, que por sua vez pode dificultar e prejudicar a gestação.

Consuma alimentos ricos em vitaminas – As vitaminas são fundamentais para garantir o bom funcionamento do organismo, além de ajudar no tratamento de fertilização, já que elas podem melhorar a qualidade do sêmen, parede do endométrio, e ações que beneficiam a reprodução.

Entre as principais vitaminas que devem ser consumidas podemos destacar:

  • Vitamina D: atum, gema de ovo, queijos, leite, frutos-do-mar e iogurte;
  • Vitamina B6, B9 e B12: amêndoas, aveia, batata-doce, banana, aves, folhas vermelhas e verde-escura, lentilha, feijão, peixes, ovo e aves;
  • Vitamina C: abacaxi, laranja, acerola, kiwi, limão, couve e brócolis;
  • Vitamina E: oleaginosas, grãos integrais, grãos de soja, óleos vegetais, azeitonas e agrião.

Geralmente, para completar todas essas vitaminas, alguns casais precisam tomar suplementos alimentares que auxiliam no tratamento de fertilização. Contudo, é muito importante conversar com um médico especializado (podendo ser um nutricionista, nutrólogo e até mesmo endocrinologista) para que analise o caso e entenda a necessidade do uso desse tipo de complemento.

Opte por carboidratos de digestão lenta – Os carboidratos também são alimentos importantes durante o tratamento de fertilização, porém é muito importante escolher o tipo correto.

O ideal é consumir carboidratos de digestão lenta, uma vez que eles são ricos em fibras e ajudam no controle da glicemia e dos níveis de insulina. Entre eles podemos citar:

  • Arroz;
  • Pães integrais;
  • Batata-doce;
  • Aveia;
  • Inhame;
  • Beterraba;
  • Feijão preto;
  • Iogurte;
  • Castanhas;

Consuma gorduras vegetais insaturadas – Outro hábito que deve ser incluído no dia a dia de quem está começando um tratamento de fertilização é o consumo de gorduras vegetais insaturadas. Esse tipo de gordura auxilia na melhora da sensibilidade do organismo à insulina, diminuindo as atividades inflamatórias. Podemos encontrá-las em alimentos como óleos vegetais, sementes, peixes (como salmão) e nozes.

Evite consumir alimentos ricos em gordura –Existe também a gordura ruim, que pode prejudicar a fertilidade, por estar relacionada aos problemas hormonais. Por isso, é muito importante evitar alimentos ricos em gordura, a fim de manter o peso e evitar os riscos do surgimento de problemas cardíacos, de circulação, diabetes e colesterol alto, complicações que podem ser uma grande pedra no caminho para o desenvolvimento de gametas férteis.

O recomendado é optar por alimentos como carne magra, brancas e laticínios desnatados, ou seja, alimentos que não contenham gordura em sua composição.

Inclua as leguminosas na alimentação – Alimentos como feijão, lentilha, ervilha e grão-de-bico são mais conhecidos como leguminosas, e são essenciais para evitar problemas como anemia, que podem ser extremamente prejudiciais para a ovulação, e que por sua vez dificultam que o casal consiga engravidar.

Opte pelo consumo de folhas verdes escuras – Outra dica importante para quem está começando um tratamento de fertilização é optar pelo consumo de folhas verdes escuras, assim como a couve e o espinafre. Isso porque, esses alimentos são ricos em vitamina do complexo B e ácido fólico, imprescindíveis para o desenvolvimento do feto.

Evite consumir açúcar – Não é segredo que alimentos ricos em açúcar são extremamente prejudiciais, e isso se aplica para os casais que estão no processo do tratamento de fertilização. Além de contribuir para o sobrepeso, o açúcar pode interferir na formação dos gametas e intensificar o surgimento de doenças como o diabetes.

Como já citado, a diabetes pode ser um fator negativo e bastante danoso para a fertilidade — tanto dos homens quanto das mulheres.

Vale ressaltar que casos de infertilidade podem variar entre cada indivíduo, e os métodos de tratamento de fertilização possibilitam a ampliação nas taxas de sucesso de uma gravidez. E para que o diagnóstico seja realmente assertivo, é muito importante procurar por uma clínica e um médico especializados e altamente capacitados, para que o caso seja analisado da melhor forma possível.

Fonte: portal RD Noticiando