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Rico em anticorpos, o colostro é considerado o primeiro alimento do recém-nascido. Entenda mais sobre o leite materno que tem coloração diferente e é essencial para o desenvolvimento do bebê

O colostro é o primeiro leite produzido pelas mamas, um fluido amarelado e transparente, que tem grande quantidade de imunoglobulinas, essenciais para a imunidade do bebê e responsáveis pela defesa do recém-nascido através da amamentação.

Ele aparece antes da apojadura (descida do leite) e confere ao bebê a imunidade adquirida pela mãe. Fora isso, ele coloniza o intestino com bactérias do bem e constrói a flora intestinal do bebê. Ele também é menos volumoso porque é concentrado com tudo o que o bebê precisa na quantidade que ele consegue mamar.

O leite leva em média dois dias e meio para descer após o parto. Antes disso, o colostro serve de alimento e prepara o estômago do bebê. É comum ouvirmos que o colostro não é leite e muitas mães têm dúvidas sobre o que ele é de fato. Mas não se preocupe: o colostro é leite, sim. Porém, ajustado às necessidades do recém-nascido e da mãe, que estão aprendendo a mamar e amamentar.

Quando o colostro começa a ser produzido?

A mulher pode ter colostro antes mesmo do nascimento. No segundo ou terceiro trimestre, você já pode notar um líquido sair do seu mamilo, o colostro. Por ser concentrado, ele pode secar e ficar em torno dos mamilos. O colostro dura aproximadamente 3 dias após o nascimento do bebê e contém proteína, lactose, gordura, leucócitos, vitaminas A, E, K, além das imunoglobulinas – que são um tipo de proteína de ação específica para o desenvolvimento do sistema imunológico do bebê – , entre outros. Tudo isso em uma quantidade reduzida, de até 20 mL. Com o tempo e a amamentação, o cocô que no início é espesso e preto, vai tornando-se esverdeado e por fim, mostarda.

A atuação do colostro no intestino vai desde a prevenção de icterícia, alergias, diarreias e infecções em geral, até o amadurecimento e auxílio do seu funcionamento, por meio do equilíbrio das bactérias que ali se desenvolvem. Quando o bebê nasce prematuro existe uma diferenciação em sua composição e este passa a ser denominado como leite precoce.

Para atender as necessidades especiais, nele há um aumento na quantidade de proteínas, gorduras e calorias e diminuição da lactose, para facilitar a digestão. E em casos específicos, o colostro permanece presente por semanas. Já que você sabe que a principal função dele é nutrir o bebê e dar força na imunidade, não deixe passar em branco a frase “é só colostro”, afinal, é ele o responsável pela proteção do recém-nascido no início da vida nesse mundão.

Fonte: revista Pais & Filhos


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O refluxo é muito comum em bebês de até seis meses, mas pessoas de qualquer idade podem ter. Ele é causado pela imaturidade da “válvula” cárdia, que amadurece com o desenvolvimento do bebê

O refluxo gastresofagiano é a volta dos alimentos do estômago para a boca (ou até mesmo para o nariz), através do esôfago. Popularmente chamado de regurgitação, ele é causado pela imaturidade de uma “válvula” chamada cárdia. Essa condição é muito comum em bebês, principalmente antes dos seis meses de idade.

Ele pode acontecer logo após a mamada ou algumas horas depois que o bebê foi amamentada. O refluxo acontece em cerca de 50% dos casos. Conforme o volume de leite que a criança ingere aumenta, é comum que o problema piore um pouco. Mas, após o quarto mês de vida, a regurgitação melhora.

É necessário ficar atento ao refluxo e buscar um especialista caso o bebê tenha quatro meses de vida e chore várias vezes ao dia, além de apresentar sinais de que está sentindo dor. Por trás do problema, pode existir um caso de esofagite ou outra condição, o que pede uma investigação médica para iniciar o tratamento correto.

Sintomas de refluxo

  • Vômito
  • Regurgitação

 Quem pode ter refluxo?

Apesar de ser mais comum em bebês, o refluxo pode acontecer com qualquer pessoa, em qualquer fase da vida. A “válvula” cárdia, que causa o problema, tende a amadurecer a partir dos seis meses de vida e impedir que haja regurgitação. Além disso, a inserção de alimentos mais consistentes durante a introdução alimentar também colabora para a melhora do quadro.

Tipos de refluxo

  • Oculto: acontece quando o alimento não volta para a boca ou nariz
  • Fisiológico: caracterizado pela ausência de sintomas, metade das crianças pode ter esse problema.
  • Patológico: está associado ao baixo ganho de peso, engasgos e esofagite. Nesse caso, o problema causa fortes dores

Refluxo fisiológico x refluxo patológico

O refluxo fisiológico é mais comum e geralmente não necessita de um tratamento, já que não traz riscos para a saúde da criança. No entanto, o refluxo patológico pede uma maior atenção dos pais e do pediatra, e requer cuidados médicos específicos. Seus principais sintomas são engasgos fortes e frequentes, seguidos de dor intensa e prolongada causada por esofagite. Atenção: ao contrário das dores de cólica, que melhoram a partir do segundo mês de vida do bebê, a dor no esôfago tende a piorar a partir desse momento.

Caso seu filho tenha refluxo patológico, o ideal é usar um colchão anti-refluxo e esperar uma média de vinte a trinta minutos após a amamentação para deitar o bebê. Sempre busque um especialista para realizar os exames e iniciar o tratamento correto. Nos quadros de Doença do Refluxo Gastroesofágico (DRGE), a criança pode apresentar sintomas como:

  • Azia
  • Náuseas
  • Dor de garganta

Crianças com quadros de DRGE precisam de acompanhamento médico ao longo de toda a infância. Em alguns pacientes, os sintomas de refluxo podem amenizar ou desaparecer, mas outras pessoas podem começar a apresentar algumas alterações clínicas associadas ao problema.

Fone: revista Pais & Filhos


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A par de tudo aquilo em que a Google se vai envolvendo, estreia-se agora na indústria da fertilidade, num investimento milionário associado a Martín Varsavsky. Este que é CEO da Overture Life, que desenvolve equipamentos para automatizar a Fertilização in Vitro, em Madrid e Barcelona. O empresário conseguiu reunir vários financiamentos para este seu novo projeto relacionado com a fertilização.

Investimento da Google a par de outros “padrinhos”

O empresário Martín Varsavsky é conhecido pelos múltiplos projetos que tem em mãos. Além de se envolver na criação de várias startup, investe desenfreadamente em novas coisas e acumula um invejável capital. Uma das empresas desenvolvidas por si é a Overture Life, que pretende automatizar a Fertilização in Vitro.

Para o crescimento da empresa, Varsavsky recorreu a vários “padrinhos”, num total de 36 milhões de dólares. Além da Octopus Ventures, que forneceu grande parte do dinheiro angariado, também a GV, antiga Google Ventures (um departamento de investimentos em capital de risco da Alphabet Inc.), faz parte do lote.

O investimento não surpreende os especialistas, uma vez que a Google tem procurado dar vários passos na direção da saúde digital. Por exemplo, a compra do Fitbit.

“A biotecnologia é já uma área em constante crescimento devido aos contínuos desenvolvimentos que melhoram a vida das pessoas. Aplicada à saúde e mais especificamente à fertilidade, tornou-se uma das áreas com maior futuro na esfera científica e social”, disse Luke Hakes, parceiro da Octopus Ventures, acrescentando que é por esta razão que os investidores se interessam pela área e no seu investimento.

Overture Life: Uma nova forma de Fertilização in Vitro

A startup de Martín Varsavsky pretende criar um equipamento que automatize o processo de Fertilização in Vitro, atualmente manual. De forma simples, consistiria em substituir as técnicas atuais por um sistema completamente tecnológico, moderno.

As cidades de Madrid e Barcelona têm assistido ao desenvolvimento do equipamento e, embora não tenha sido ainda comercializado, a empresa pretende que o seja até ao final do ano.

Fonte: Portal PPLWare


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Ter baixa produção de leite materno é uma preocupação muito comum após o nascimento do bebê, no entanto, na maior parte dos casos, não existe qualquer problema com a produção de leite, já que a quantidade produzida varia bastante de uma mulher para a outra, especialmente devido às necessidades específicas de cada bebê.

Porém, nos casos em que realmente a produção de leite materno é baixa, existem algumas dicas simples que podem ajudar a aumentar a produção, como beber mais água, dar de mamar sempre que o bebê estiver com fome ou consumir alimentos que estimulam a produção de leite.

De qualquer forma, é sempre importante consultar um médico quando existe suspeita de que a produção de leite materno é baixa, para identificar se existe algum problema que possa estar causando essa alteração e iniciar o tratamento mais adequado.

Algumas dicas simples para aumentar a produção de leite materno são:

  1. Dar de mamar sempre que o bebê estiver com fome

Uma das formas mais eficazes de garantir a produção de leite materno é dar de mamar sempre que o bebê estiver com fome. Isto porque, quando o bebê mama são liberados hormônios que levam o corpo a produzir mais leite para substituir aquele que foi retirado. Por isso, o ideal é que se deixe o bebê mamar sempre que estiver com fome, mesmo durante a noite.

É importante manter a amamentação até mesmo em casos de mastite ou de bico do seio machucado, porque a sucção do bebê também ajuda a tratar estas situações.

  1. Dar a mama até ao fim

Quanto mais vazia ficar a mama após a mamada, maior será a produção de hormônios e maior a produção de leite. Por esse motivo, sempre que possível é aconselhado deixar o bebê esvaziar completamente a mama antes de oferecer a outra. No caso de o bebê não esvaziar completamente a mama,  pode-se iniciar a mamada seguinte por essa mama, para que possa ser esvaziada. Outra opção consiste em retirar o resto do leite com uma bombinha manual ou elétrica entre cada mamada.

  1. Beber mais água

A produção de leite materno depende bastante do nível de hidratação da mãe e, por isso, beber 3 a 4 litros de água por dia é essencial para manter uma boa produção de leite. Além da água, também se pode ingerir sucos, chás ou sopas, por exemplo. Uma boa dica consiste em beber, pelo menos, 1 copo de água antes e depois de dar de mamar.

  1. Consumir alimentos que estimulam a produção de leite

Segundo alguns estudos, a produção de leite materno parece ser estimulada pela ingestão de alguns alimentos como:

  • Alho;
  • Aveia;
  • Gengibre;
  • Feno-grego;
  • Alfafa;

Estes alimentos podem ser adicionados na alimentação diária, mas também podem ser usados na forma de suplemento. O ideal é que sempre se consulte um médico antes de iniciar o uso de qualquer tipo de suplementação.

  1. Olhar o bebê nos olhos durante a amamentação

Olhar para o bebê enquanto ele mama, ajuda a liberar mais hormônios na corrente sanguínea e consequentemente aumenta a produção de leite.

  1. Tentar relaxar durante o dia

Descansar sempre que possível garante que o corpo tem energia suficiente para a produção de leite materno. A mãe pode aproveitar para ficar sentada no cadeirão da amamentação quando acabar de amamentar e, se possível, deve evitar as tarefas domésticas, principalmente aquelas que exigem mais esforço.

O que pode diminuir a produção de leite

Embora seja muito pouco frequente, a produção de leite materno pode estar diminuída em algumas mulheres por fatores como:

  • Estresse e ansiedade: a produção de hormônios do estresse prejudica a produção de leite materno;
  • Problemas de saúde: especialmente diabetes, ovário policístico ou pressão alta;
  • Uso de medicamentos: principalmente os que contêm pseudoefedrina, como remédios para alergias ou sinusite;

Além disso, mulheres que fizeram algum tipo de cirurgia mamária anteriormente, como redução dos seios ou mastectomia, podem apresentar menos tecido mamário e, consequentemente, apresentar redução da produção de leite materno.

A mãe pode suspeitar que não está produzindo a quantidade de leite necessária quando o bebê não está ganhando peso no ritmo que deveria ou quando o bebê precisa de menos de 3 a 4 mudanças de fralda por dia.

Fonte: Portal Tua Saúde


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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou, nesta semana, o estudo clínico do primeiro medicamento à base de células-tronco para o tratamento da Covid-19, o COVI-MSC TM, desenvolvido pela empresa americana Sorrento Therapeutics. No Brasil, a empresa é representada pela Synova Pesquisa Científica.

O estudo autorizado é de fase 2: os pesquisadores vão testar a segurança, a tolerabilidade e a eficácia no tratamento do desconforto respiratório agudo causado pela Covid-19. A previsão é de que haja 100 voluntários para os testes.

Um grupo de voluntários vai receber o tratamento e o outro, uma substância inativa (placebo); a escolha de quem vai ou não receber o tratamento será feita de forma randomizada (aleatória). Nem os cientistas, nem os participantes saberão quem recebeu o quê; esse tipo de teste é chamado de duplo-cego.

Terapia avançada

O COVI-MSC TM é uma “terapia avançada” – nome dado a tratamentos inovadores desenvolvidos à base de células ou de genes humanos. Esses produtos, considerados medicamentos especiais, necessitam de registro sanitário na Anvisa, feito de acordo com as instruções do fabricante.
Durante a fase de desenvolvimento e pesquisas controladas são definidas as indicações clínicas, os cuidados especiais durante e após o uso, os atributos de qualidade e também as principais reações adversas e os critérios para gestão de riscos do medicamento.

Medicamentos aprovados

Até agora, a Anvisa aprovou três medicamentos para tratar a Covid. Na semana passada, liberou o uso emergencial de um medicamento com anticorpos monoclonais. Ele não é vendido em farmácias e seu uso é restrito a hospitais.

Em março, o órgão anunciou o registro do antiviral remdesivir, o primeiro a ser aprovado no Brasil. Ele é um medicamento sintético administrado de forma intravenosa (injetado na veia) e age impedindo a replicação viral.

Em abril, o Regn-CoV2 foi aprovado para uso emergencial no país. Trata-se de um coquetel que contém a combinação de casirivimabe e imdevimabe, dois remédios experimentais.

Os dois também não estão nas farmácias e são restritos a hospitais.

Fonte: Portal G1


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Você sabia que a alimentação de todos nós conta com muito açúcar escondido? Mesmo alimentos que consideramos salgados trazem os prejudiciais açúcares: eles estão presentes em cerca de 80% dos alimentos industrializados.

Em especial o xarope de frutose, também chamado xarope de milho de alta frutose, faz uma tempestade no metabolismo de qualquer um. Seu filho, ao consumir tais alimentos, está exposto aos efeitos negativos dessa substância. Esses impactos nada positivos são unanimidade entre os estudiosos da ciência da alimentação.

Por isso, se você acredita que o açúcar está presente apenas no açúcar branco adicionado aos bolos, às sobremesas e ao café, está enganado! Todo alimento industrializado conta com grande quantidade de açúcar escondido.

Os problemas do açúcar escondido

Em um cotidiano atribulado, é comum enchermos as lancheiras das crianças com bolachas, salgadinhos e outros itens que vem muito bem embalados. Não só as lancheiras, mas também os momentos em que estão em casa e precisam lanchar entre o almoço e a janta, que são as refeições principais.

Eu sempre digo que não existe como criar seu filho em uma bolha. Sim, ele vai comer alimentos açucarados e industrializados em algum momento. A questão aqui é o excesso desses itens na alimentação dos pequenos. Quando percebemos a presença do açúcar escondido nesses alimentos, passamos a refletir sobre o que oferecemos e também sobre o que consumimos, pois sempre somos o exemplo.

Você já se perguntou quanto de açúcar existe em uma lata de refrigerante?

Não sabe a resposta? No mínimo, sete colheres de açúcar. Quando a criança consome apenas uma lata de refrigerante, já excede a quantidade de açúcar diário recomendada pela Organização Mundial da Saúde. Para o órgão, entre quatro e seis colheres de açúcar, no máximo, podem ser consumidos a cada dia por uma criança.

Estamos falando apenas de uma bebida, deixando de lado biscoitos, leites açucarados, bolos e outros exemplos que acompanham esse refrigerante no cotidiano alimentar do pequeno.

Os efeitos para o organismo

O consumo desenfreado de açúcar traz prejuízos para a saúde de todos. No entanto, para as crianças, a conta é mais alta. Tais excessos ultrapassam as necessidades calóricas do organismo, levando ao acúmulo de gordura. A obesidade é um risco real e, infelizmente, não é o único.

Ao consumir uma grande quantidade de açúcar, todo o corpo inicia um processo de inflamação, com liberação excessiva de insulina. Hipertensão, diabetes e esteatose hepática não são doenças apenas de adultos: seu filho também pode desenvolver.

A grande desvantagem para as crianças é que, ao desenvolver tais doenças durante a infância, as chances de continuar com esses problemas durante a vida toda são bastante altas. Uma criança obesa corre um risco mais alto de ser um adulto obeso do que uma criança com peso normal.

Por outro lado, o que funciona muito bem é ensinar hábitos saudáveis desde cedo. Quando os pais não tem o costume de ingerir alimentos industrializados, as crianças vão entender que só devem fazer parte da alimentação em situações específicas, como datas especiais e festivas.

É por isso que não aconselho oferecer açúcar antes dos dois anos de idade. Dê ao seu filho a oportunidade de conhecer os sabores da comida de verdade e formar hábitos saudáveis! São inúmeras opções a preços acessíveis, além do valor daquilo que é o mais importante: a saúde da criança.

Fonte: Blog Andreia Friques


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A alimentação da grávida deve ser equilibrada e repleta de nutrientes para o bem da saúde dela e do bebê. Na época mais fria do ano, os cuidados com a hidratação devem se manter e é necessário ficar atenta ao consumo de alimentos ricos em açúcar.

Ao descobrir uma gravidez, é imprescindível manter um acompanhamento médico para se certificar de que está tudo certo com a saúde do bebê. Muito além dos exames e consultas com o obstetra escolhido para acompanhar a evolução e desenvolvimento do feto, são inúmeros os cuidados que a futura mãe deve ter ao longo dos 9 meses de gestação.

Além de realizar exercícios físicos – dentro do que for permitido pelo especialista – e manter a hidratação em dia, a grávida não pode descuidar da alimentação. Segundo Renata Buzzini, nutricionista e diretora da Cardapioterapia e mãe de Carlos Eduardo e Maria Luisa, quanto mais colorido for o prato da grávida, melhor. “Isso significa que ela está ingerindo diversas vitaminas e minerais”. Em geral, estes são os alimentos que devem bater ponto no prato:

  • Folhas verdes escuras
  • Leguminosas
  • Proteínas

Alimentação da grávida no inverno – Os principais cuidados que mulheres que estão grávidas devem ter quando as temperaturas caem é manter a hidratação em dia e evitar consumir alimentos que são ricos em açúcar e muito calóricos. “No inverno, a água não se torna tão atrativa e não sentimentos tanta sede quanto no verão”.

Apesar disso, ela é fundamental para o corpo manter as mucosas hidratadas e prevenir alguns possíveis problemas de saúde, como:

  • Pele seca
  • Problemas renais
  • Infecção urinária
  • Hipertensão
  • Retenção de líquidos

Além disso, “a água é a grande responsável por absorver nutrientes, liberar toxinas do corpo e possui um papel importante na manutenção do líquido amniótico, que possibilita a movimentação do bebê dentro do útero, auxilia na alimentação dele e protege do impacto em casos de queda”, explica a especialista.

Quando o assunto é o consumo em excesso de alimentos com muito açúcar ou calorias concentradas, o grande perigo é o desenvolvimento de uma diabetes gestacional ou hipertensão gravídica. Isso não significa que você não possa comer um pedaço de chocolate, mas deve ficar atenta em produtos que em um pequeno pedaço possuem poucos nutrientes e grandes quantidades de açúcar – eles fazem com que a taxa de glicose no sangue se altere, aumente o trabalho dos rins e aumenta a possibilidade de ganho de peso não saudável durante a gestação.

Grávida pode comer massa no inverno?

Uma coisa é certa (seja com grávidas ou pessoas que não estão esperando por um bebê): a temperatura esfria e a vontade de comer alimentos mais quentinhos, como massas, cremes e fondues, aumenta. “As massas não são um verdadeiro problema, mas os molhos podem ser mais calóricos”, conta Renata. Para não ter um prato pobre em vitaminas, minerais e outros nutrientes, a especialista orienta a sempre optar por molhos naturais para as massas e acompanhar a refeição com verduras refogadas e alguma proteína.

O que a grávida deve comer durante o primeiro trimestre de gestação?

“Certas carências nutricionais da mãe podem comprometer o desenvolvimento do bebê. Nesta fase inicial da gestação, precisamos pensar em mudar os hábitos alimentares da futura mãe e incentivar o consumo de alguns nutrientes específicos”, como:

  • Acido fólico
  • Vitaminas do complexo B
  • Cálcio
  • Ferro
  • Zinco
  • Iodo
  • Fibras

Renata Buzzini faz um alerta para a desnutrição clínica. “Mesmo sem nenhum sintoma aparente, as mulheres portadoras dessa condição apresentam déficit de nutrientes e o organismo não consegue suprir as necessidades do feto. Isso não tem nenhuma relação com peso e sim com nutrientes”, explica.

“A carência do ácido fólico, por exemplo, está diretamente relacionada à maior incidência de problemas neurológicos graves, como a ocorrência de DFTNs (Defeitos no Fechamento do Tubo Neural do bebê), que pode resultar em anencefalia”. Para evitar complicações e manter a saúde em dia, a especialista recomenda que estes alimentos não saiam do prato da grávida:

  • Espinafre
  • Feijão
  • Grão de bico
  • Laranja
  • Repolho
  • Fígado bovino
  • Lentilha
  • Escarola
  • Ovos
  • Mexerica
  • Abacaxi
  • Acerola
  • Atum fresco
  • Salmão fresco

Frutas que a grávida deve consumir no inverno – Segundo a nutricionista, todas as frutas estão liberadas para a grávida consumir. O pulo do gato é que pelo menos uma das que forem consumidas ao longo do dia devem ser fonte de vitamina C, como mexerica, laranja, limão, maracujá, abacaxi e acerola. Renata faz apenas duas ressalvas: consumir em níveis baixos carambola e optar por morangos orgânicos – caso não encontre o último, higienize-os bem com hipoclorito.

Vantagens de estar grávida no inverno – Sim, existem vantagens de gerar um bebê durante os meses mais frios do ano. “Fisicamente, há redução dos inchaços nas pernas e nos pés, além de uma maior facilidade para dormir, o que ajuda muito na disposição e atividades do dia a dia”. Só é necessário ficar atenta e manter a alimentação equilibrada para evitar possíveis complicações.

Fique atenta à hidratação e ingestão de chás – Manter o consumo de água é extremamente importante, ainda que a vontade de se hidratar não seja a mesma durante o inverno – apesar da quantidade de suor ser menor, é comum que a frequência de urinar seja maior que no verão. “Algumas gestantes  consomem chás para aumentar volume de líquido ingerido no dia, porém, vale ressaltar que não são todos os chás que são liberados para o consumo”.

O que a grávida deve evitar comer durante o inverno:

  • Alimentos muito calóricos e pouco nutritivos
  • Alimentos crus como ovo e peixe
  • Enlatados
  • Canela
  • Pimenta
  • Condimentos
  • Queijos não pasteurizados
  • Brotos de alimentos

Fonte: revista Pais & Filhos


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Os cientistas da Exeter descobriram uma maneira simples e eficiente de recriar a estrutura inicial do embrião humano a partir das células-tronco em laboratório. A nova abordagem revela novas maneiras de estudar a fertilidade e a reprodução humana.

As células-tronco têm a capacidade de se transformar em diferentes tipos de células. Agora, em uma pesquisa publicada na Cell Stem Cell e financiada pelo Medical Research Council, os cientistas do Living Systems Institute da Universidade de Exeter, trabalhando com colegas da Universidade de Cambridge, desenvolveram um método para organizar células-tronco cultivadas em laboratório em um modelo da primeira fase do desenvolvimento do embrião humano.

A capacidade de criar embriões humanos precoces artificiais pode beneficiar a pesquisa sobre infertilidade, aumentando a compreensão de como os embriões se desenvolvem e as condições necessárias para evitar aborto espontâneo e outras complicações. Os modelos de embriões também podem ser usados ​​para testar condições que podem melhorar o desenvolvimento de embriões em procedimentos de concepção assistida, como a fertilização in vitro.

A nova descoberta ocorre depois que a equipe descobriu que uma célula-tronco humana foi capaz de gerar os elementos fundadores de um blastocisto – a formação precoce de um embrião após a divisão de um óvulo fertilizado. O professor Austin Smith, diretor do Living Systems Institute da University of Exeter, disse: “Descobrir que as células-tronco podem criar todos os elementos de um embrião inicial é uma revelação. As células-tronco vêm de um blastocisto totalmente formado, mas são capazes de recriar exatamente a mesma estrutura embrionária inteira. Isso é bastante notável e abre possibilidades empolgantes para aprender sobre o embrião humano. ”

A pesquisa tem potencial para avançar significativamente no entendimento. Poucos embriões humanos estão disponíveis para estudo, então, até agora, os cientistas têm se concentrado amplamente na pesquisa com animais, principalmente camundongos, apesar do fato de que seus sistemas reprodutivos diferem significativamente dos humanos. Cerca de um em cada sete casais no Reino Unido tem dificuldade em engravidar.

Na pesquisa, a equipe organizou as células-tronco em grupos e apresentou brevemente duas moléculas conhecidas por influenciar o comportamento das células no início do desenvolvimento. Eles descobriram que 80 por cento dos aglomerados se organizaram após 3 dias em estruturas que se parecem muito com o estágio de blastocisto de um embrião – uma bola de cerca de 200 células que se forma a partir do óvulo fertilizado após 6 dias. A equipe passou a mostrar que os embriões artificiais têm os mesmos genes ativos que o embrião natural.

O estudo foi dirigido pelo Dr. Ge Guo, do Instituto de Sistemas Vivos da Universidade de Exeter, disse: “Nossa nova técnica fornece pela primeira vez um sistema confiável para estudar o desenvolvimento inicial em humanos sem o uso de embriões. Isso não deve ser visto como um avançar para a produção de bebês em um laboratório, mas sim como uma importante ferramenta de pesquisa que poderia beneficiar os estudos de fertilização in vitro e infertilidade. ”

A próxima etapa dos pesquisadores é entender como desenvolver os embriões artificiais alguns dias depois para estudar o período crítico em que um embrião se implantaria no útero, que é quando muitos embriões não se desenvolvem adequadamente

Fonte: Portal Science Daily


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Com o passar do tempo, vai ficando cada vez mais difícil para uma mulher engravidar. Isso porque todas elas nascem com uma quantidade infinita de óvulos, sabia? “Em torno de dois milhões. Na primeira menstruação, esse número cai para 500 mil, e aos 42 anos, já está em torno de 25 mil”, explica o ginecologista Mauricio Abrão.

De acordo com o médico, além disso, a partir dos 40, as chances de complicações durante a gravidez aumentam — isso inclui diabetes gestacional, eclâmpsia (pressão alta no período) e até mesmo abortos espontâneos. “Mas com a tecnologia que temos hoje, é possível sim uma mulher engravidar nessa idade, caso não tenha entrado na menopausa e nem tenha uma doença no aparelho reprodutor.”

Uma das alternativas é o congelamento de óvulos, indicado até os 35 anos. “Ou então a mulher pode optar por técnicas como a fertilização in vitro, quando o óvulo é retirado do ovário e fecundado pelo espermatozoide em laboratório, fora do corpo feminino. Só depois do desenvolvimento do embrião, ele é transferido para o útero. Ou a inseminação artificial, em que o sêmen é depositado diretamente na cavidade uterina. É importante  lembrarmos que atualmente é possível fazer diagnóstico genético do embrião antes dele ser transferido para o útero.”

Fonte: revista Boa Forma


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A febre é o aumento de temperatura do corpo e uma reação do organismo a algum problema – por isso, ela não é uma doença, e sim um sintoma. Fique atenta aos sinais que o seu filho dá para poder ajudá-lo da melhor maneira

A temperatura do corpo humano varia entre 35,4ºC e 37,2ºC. A febre, tanto em adultos quanto em crianças, é caracterizada quando passamos de 37,8º. Como é possível que a temperatura do corpo suba em dias muito quentes ou quando se usa muitas roupas, a melhor maneira de confirmar o sintoma é usando um termômetro de axila, ferramenta muito mais precisa – e segura – para medir a febre do que usando as costas das mãos.

Geralmente, a principal causa de febre em crianças são infecções por vírus, mas existem vários outros motivos que desencadeiam a elevação de temperatura no corpo. Ela é uma reação do organismo a outro problema e, por isso, é importante ficar atento aos outros sintomas e buscar um especialista para tirar dúvidas e seguir com o tratamento necessário.

Tipos de febre

  • Febrícula ou estado febril: a temperatura varia entre 37,3ºC  e 37,8ºC
  • Febre: acima de 37,8ºC
  • Febre alta: considerada acima de 39ºC. Ao ultrapassar 39,6ºC, deve-se procurar um médico

O que causa a febre

São vários os fatores que podem desencadear a febre. Em crianças, a infecção viral é a principal causa, mas ela pode surgir por outros tipos de infecção, como por bactérias e fungos, ou algum tipo de condição que inflame o corpo, como doenças de origem reumatológica ou oncológica. Além disso, a febre pode surgir após procedimentos cirúrgicos ou como reação após tomar uma vacina, por exemplo.

Quando se preocupar com a febre na criança

  • Sente sonolência excessiva
  • Tem dificuldade para se hidratar
  • Fica prostrada e apática

Como diminuir a febre em crianças e bebês

Crianças e bebês podem ser medicados com antitérmicos e, juntamente dos remédios, é possível fazer algumas coisas para evitar com que a temperatura do corpo aumente, como não colocar agasalhos demais e não dar banhos muito quentes – a água em temperatura morna é a ideal.

Tratamento para febre

É importante lembrar que a febre não é uma doença, e sim uma resposta do corpo a outro problema. Antitérmicos e banhos mornos ajudam a controlar o aumento da temperatura, mas não trata a causa – por isso, é necessário investigar o que está por trás do sintoma para realizar o tratamento correto.

Como medir a temperatura corretamente

Para saber se você está com febre, use um termômetro de axila e deixe-o na região por 3 minutos. Ele também pode (e deve!) ser usado em crianças para aferir a temperatura, ainda que seja um pouco mais complicado de manter bebês parados.

Fonte: revista Pais & Filhos