Blog

CLASSIC LIST

Obstetra.jpg

Normal ou cesárea, o parto adequado, para cada caso, é definido conjuntamente entre a futura mamãe e seu obstetra. Isso ocorre ao longo do pré-natal, com o acompanhamento e a evolução da gestação, primando sempre pela saúde da mulher e do bebê. Por isso a realização do pré-natal e do vínculo de confiança entre a gestante e seu obstetra é tão importante.

A Obstetrícia é a especialidade médica responsável diretamente pelo acompanhamento e cuidado das gestantes ao longo da gravidez, durante o parto e pós-parto. São estes profissionais que estudam, caso a caso, as necessidades para que a gestação corra tranquila e o parto seja bem-sucedido.


gettyimages_1254705429-15381807-1200x800.jpg

Celebrado neste 7 de abril, o Dia Mundial da Saúde amplia a atenção para os cuidados que todos devemos ter e reforça os hábitos necessários em tempos de pandemia

O Dia Mundial da Saúde, celebrado neste 7 de abril, e um alerta para o momento de pandemia que vivenciamos. Em meio a segunda onda de Covid-19, a principal mensagem para essa data e: use máscara, pratique o distanciamento social e sempre higienize as mãos. E uma forma de cuidado consigo e com o próximo, porque apesar da vacinação, a pandemia não tem previsão de acabar.

Diferente do ano passado, quando os estados mais graves eram de idosos ou pessoas com comorbidades, agora jovens saudáveis são acometidos de forma letal. “Eu acho que as pessoas ainda não entenderam do que a gente está falando, muita gente está morrendo, todas as pessoas são importantes e preciosas”, reflete a médica Silva Fonseca, diretora nacional de Infectologia do Sistema Hapvida.

Por isso, e necessário reforçar as medidas de prevenção. Temos a orientação para evitar a proliferação do coronavírus enquanto esperamos pelas vacinas para todos. “A gente continua na pior pandemia do século, mas diferente de todas as outras catástrofes infecciosas da história da humanidade, desta vez a gente sabe como se chama o agente e como ele é transmitido”, diz Silvia.

PARA CUIDAR DO CORPO

> Mantenha uma alimentação saudável e sono regulado;


> Pratique exercícios físicos;


> Opte pela telemedicina, em casos de sintomas leves a moderados.

PARA CUIDAR DA MENTE

> Utilize técnicas de relaxamento e respiração 
nos momentos de crise;


> Fale com alguém de confiança sobre o que te deixa preocupado (no caso de preocupações não elaboradas);


> Busque suporte psicológico para questões emocionais.

Saúde mental

Medo, insegurança, ansiedade, preocupação, tristeza e irritabilidade são sentimentos experimentados ao longo desta pandemia. É um contexto de alto nível de estresse que, em alguns casos, requer acompanhamento psicológico. A psicóloga do Hapvida, Ivana Teles, diz que, para quem já teve algum transtorno como ansiedade ou depressão, a intensidade se tornou mais forte em muitos casos.

Mas, como diferenciar uma tristeza profunda de depressão? Ou um estresse de ansiedade? Segundo Ivana, é preciso estar atento à intensidade, frequência e prejuízos. “Tristeza é um sentimento humano e natural para qualquer pessoa. Porém, em excesso e persistente, pode influenciar negativamente na forma como a pessoa se vê, vê o mundo e nas relações estabelecidas”, explica.

Já o estresse e a ansiedade são processos naturais em nossas vidas. É normal que problemas na rotina causem estresse. E a ansiedade, indica a psicóloga, surge para que possamos nos antecipar e lidar com situações desafiadoras que ainda surgirão.
“Entretanto, a forma como se lida com esses dois pontos é fundamental, porque excessos são prejudiciais para a saúde mental”, alerta.

A recomendação dos especialistas para cuidar da saúde emocional é equilibrar a rotina, não adianta trabalhar ou estudar sem parar. “É importante investir em momentos de qualidade fazendo o que gera prazer e estando próximo de quem gostamos”, frisa a psicóloga Ivana Teles.

Dar atenção às alterações e sintomas emocionais é outro ponto de destaque, pois a mente e corpo estão conectados. “Estar atento a si é fundamental, exercitando o autoconhecimento para entender como lidamos com situações estressoras da rotina. Na prática, pode ser um pouco mais complexo entender e viver este ponto. Então, buscar o suporte profissional do psicólogo é fundamental, inclusive quando surgem prejuízos significativos, sejam nas relações existentes, ou em relação a si mesmo”, ressalta a psicóloga.

Sintomas

Depressão: alteração de humor, como tristeza persistente, solidão, desesperança e diminuição ou perda de prazer em atividades antes prazerosas.

Ansiedade: preocupações excessivas, medo,
 inquietação, hipervigilância; a nível de reações corporais, sintomas como dor muscular, falta de ar e taquicardia.

+ Ambos os casos podem incluir também alteração no apetite, no sono, e alteração a nível cognitivo (concentração e na memorização, por exemplo).

Treinar em casa

Vilson Borges, coordenador da + 1K do Sistema Hapvida, dá dicas para fazer exercícios em casa respeitando o condicionamento físico e sem riscos de lesões. “A primeira dica é fique em casa, faça seus exercícios de forma segura, sem expor sua vida e dos outros em academias. Em casa, é importantíssimo a orientação do professor de educação física”, analisa.

As aulas online são boas opções e acompanhamento por redes sociais também funcionam muito bem. O que você precisa saber para ter aulas online:

– Escolha uma aula na intensidade do seu condicionamento físico. Não adianta ser iniciante e fazer uma aula intensa.

– A cada exercício, avalie se você se sente seguro em realizar o movimento. Se aquele exercício provocar dor articular, é importante que você pare.

– Se você é nível moderado ou intermediário, equipamentos versáteis para fazer exercícios são: uma cadeira, para movimentos de membros inferior ou superior. Toalha, para abdominais, e um cabo de vassoura, que pode ser utilizado como bastão. Além do peso do próprio corpo.

– Se você já fazia corrida de rua, frequentava academia, tenha em mão uma fita de suspensão, para exercícios de braço e inferiores e o kettlebell. Nesses casos, a orientação direta de um profissional é indispensável.

Fonte: Jornal O Povo


saude-feminina-cuidados-pessoais-1200x800.jpeg

Ginecologista da Criogênesis traz informações sobre do tema

Segundo um levantamento feito pela Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo), em torno de 20% das brasileiras não vão ao ginecologista regularmente. Esse percentual aponta que pelo menos 5,6 milhões de mulheres brasileiras não costumam consultar um especialista. Os dados ainda mostram que 16,2 milhões não passam por consulta há mais de um ano e que 4 milhões nunca procuraram um profissional da área.

“Os exames periódicos auxiliam no diagnóstico de alterações da saúde da mulher, mesmo antes dela apresentar sinais e sintomas de alguma doença ginecológica, melhorando as chances tanto de tratamento, quanto de cura”, destaca Dr. º Renato de Oliveira, ginecologista e obstetra da Criogênesis.

Abaixo o médico lista os exames fundamentais para garantir saúde e bem-estar das mulheres. Confira:

  • Exame ginecológico

“Na consulta ginecológica o médico tem a oportunidade de conversar com a paciente e conhecer melhor sua rotina, sintomas ou desconfortos relacionados à saúde geral e aos órgãos genitais, assim como as questões relacionadas à vida sexual. Ele irá realizar o exame clínico, no qual observará a vulva, a vagina e o colo do útero da paciente. Também é comum pressionar a parte de baixo do abdômen para identificar dores e apalpar as mamas para detectar alterações”, comenta o médico.

  • Papanicolau

“O exame ou teste de Papanicolau é a análise de células extraídas do colo uterino. Esse material pode ser coletado em um laboratório ou no próprio consultório médico. No laboratório, a análise mostra se o tecido do colo do útero está normal ou se existem indícios do desenvolvimento de tumores nessa região. Também pode revelar a presença do vírus do HPV”, explica. Ele possibilita que os tumores sejam descobertos em uma fase precoce. Dr. º Renato afirma que a frequência seja sugerida pelo seu médico.

  • Colposcopia

A Colposcopia também contribui para que eventuais tumores no colo do útero sejam descobertos previamente. Ele permite ainda avaliar outras áreas, como a vulva e a vagina. “O exame é realizado com um aparelho chamado colposcópio, que utiliza lentes de aumento para iluminar e ampliar a visão dos órgãos genitais. Aplica-se reagentes como ácido acético e solução de Lugol, que evidenciam possíveis lesões”, comenta.

  • Mamografia

Para mulheres acima dos 35 anos os médicos recomendam a mamografia. “Nesse exame, um aparelho chamado mamógrafo pressiona os seios em posições diferentes, produzindo imagens das mamas para identificar possíveis lesões”. O especialista ressalta que em alguns casos consegue detectar essas alterações, principalmente quando a mulher possui as mamas muito densas, sendo necessário fazer uma ultrassonografia, que costuma ser eficiente para identificar cistos e/ou tumores.

  • Ultrassonografia pélvica

Chamada também de ultrassom ou ecografia, a ultrassonografia permite observar os órgãos internos e possíveis alterações. “O aparelho de ultrassom garante a exibição de imagens dos órgãos, bem como a identificação de lesões. O médico pode solicitar a realização para visualizar o útero, ovários, trompas e outros órgãos. É necessário estar com a bexiga cheia, para que ela fique praticamente transparente e permita a análise dessas estruturas”.

  • Densitometria óssea

A partir dos 40 anos, os seres humanos começam a perder tecido ósseo, que se torna cada vez menos denso e, consequentemente, mais fraco. Nas mulheres, esse processo acontece de forma mais acentuada. “A densitometria óssea permite monitorar as condições dos ossos. Ela funciona de forma bem parecida a um raio X, conseguindo detectar a perda de minerais dos ossos”, explica. Caso os resultados realmente mostrem alguma perda óssea avançada, a paciente será encaminhada ao tratamento adequado.


Lacos-de-Familia.jpg

Nos capítulos derradeiros de Laços de Família, que chega ao fim no Vale a Pena Ver de Novo nesta sexta-feira (2), Camila (Carolina Dieckmann) recebe a notícia de que o transplante de células-tronco ao qual foi submetida deu resultado e ela está curada da leucemia. A personagem consegue fazer a cirurgia depois de sua mãe, Helena (Vera Fischer), dar à luz Vitória e doar o sangue do cordão umbilical para a filha doente. Assim como é explicado na trama de Manoel Carlos, o procedimento tem até 30% de chances de dar certo e pode ser feito entre irmãos biológicos que tenham o mesmo pai e a mesma mãe.

O médico Nelson Tatsui, diretor-técnico do Grupo Criogênesis e hematologista do Hospital das Clínicas da USP (Universidade de São Paulo), explica que as células-tronco do sangue do cordão umbilical podem substituir o transplante de medula óssea também em casos de linfomas e outras enfermidades imunológicas.

“Elas são usadas para recuperar o sistema hematopoiético [responsável pela fabricação das células sanguíneas] de pacientes submetidos à quimioterapia e/ou à radioterapia. Nessas situações, a infusão é vital, uma vez que esses tratamentos também destroem o tecido que produz o sangue do paciente”, declara ao Notícias da TV.

A novela foi exibida pela primeira vez há 21 anos, mas a reprise trouxe à tona diversos questionamentos a respeito de como é feito o procedimento e seus resultados. Por isso, o especialista esclarece sete dúvidas sobre o assunto

Confira abaixo:

Como é feita a aplicação das células-tronco?

“Uma delas é o transplante autólogo, no qual as células (do próprio paciente), previamente armazenadas, são utilizadas. Já no transplante alogênico, as células são provenientes de outro indivíduo.”

O procedimento é seguro?

“Totalmente. O sangue só é retirado da placenta e do cordão umbilical após a separação do bebê da mãe. A coleta é indolor e ocorre de forma rápida, dura poucos minutos. A drenagem do sangue é feita por meio de uma punção na veia umbilical do cordão e seu acondicionamento é realizado em bolsa contendo anticoagulante.”

Qual a diferença entre o procedimento com células-tronco do cordão umbilical e o transplante de medula óssea?

“O processo com as células-tronco do sangue do cordão umbilical é mais simplificado. Ao coletar a medula óssea de um doador, realizam-se várias punções em um osso chamado esterno e/ou do osso ilíaco. O processo é mais complexo do que para a obtenção do sangue do cordão. Uma vez realizado o transplante, as células se multiplicam no organismo e substituem as doentes em poucas semanas.”

Caso haja algum histórico familiar de câncer, pode-se congelar o sangue do cordão umbilical?

“Sem dúvida. Com as células criopreservadas há maior rapidez no tratamento e, após o transplante, há a diminuição dos riscos de rejeição e efeitos colaterais.”

É possível coletar células-tronco de bebês prematuros?

“Sim. O procedimento poderá ser realizado a partir de 32 semanas de gestação.

A Criogênesis egue a legislação brasileira e a AABB (Associação Americana de Banco de Sangue), entidade americana responsável pela auditoria da qualidade dos bancos de cordão umbilical, a qual exige que a coleta seja realizada por um profissional da área da saúde previamente treinado.”

O sangue do cordão umbilical pode ser utilizado pela família a qualquer momento?

“No caso de doação, o sangue ficará armazenado numa unidade do banco público da rede BrasilCord, à espera de um paciente compatível. Neste caso, a família não poderá reivindicar o sangue de cordão, uma vez que foi doado. No sistema privado, a família dispõe do serviço de coleta e armazenamento, ficando assim, disponível para o próprio bebê e para potencial uso da própria família.”

Quanto tempo as células-tronco podem ficar armazenadas sem comprometer a integridade do material?

“Há relatos que indicam unidades congeladas há mais de 25 anos. Se o processamento e a estocagem forem realizados adequadamente (mantidos em temperatura inferior a -150 C), a expectativa é de que as células-tronco continuem boas e viáveis durante décadas.”

Fonte: . / UOL


lidia-brenda-amor-de-mae-1400x800-0321_0.jpg

Material biológico apresenta eficácia no tratamento da doença hematológica

Conhecida como um distúrbio sanguíneo caracterizado pela redução de proteínas que transportam o oxigênio no sangue, a Talassemia é um tipo de anemia hereditária (que pode ser transmitida de pai para filho), provocando sintomas como fadiga, crescimento lento e coloração amarelada da pele.

Em pacientes com grau leve da doença, não é necessário nenhum tipo de tratamento. No entanto, casos graves podem exigir transfusões de sangue ou até mesmo o transplante de células-tronco. “Esses transplantes possibilitam a substituição do sistema linfo-hematopoiético por um que seja bom, de um doador de células compatível biologicamente, tornando o procedimento potencialmente curativo, mas que podem apresentar efeitos colaterais indesejáveis”, explica Dr. Nelson Tatsui, Diretor-Técnico do Grupo Criogênesis e Hematologista do HC-FMUSP.

“Nos dias atuais, com o aumento da manipulação ou edição gênica ( que consiste na correção em laboratório do gene causador da talassemia), seja do próprio sangue de cordão armazenado ou de outra fonte celular, esse material é reintroduzido no paciente para reproduzir uma hemoglobina normal em substituição à hemoglobina talassêmica, resolvendo as formas graves da talassemia sem os efeitos indesejáveis do transplante alogênico (proveniente de outra pessoa)”.  Reforça Dr Thiago Shegutti, farmacêutico sênior do Grupo Criogênesis.

Shegutti ressalta que a terapia gênica é um procedimento que vem crescendo em todos os continentes, os resultados clínicos são cada vez melhores, por isso as famílias não devem perder a chance de coletar e guardar as células-tronco do sangue de cordão. Um dos alvos de manipulação genética mais consistentes e estudados no mundo, lamenta.


inchaco-1200x386.jpg

Se você nunca passou por isso, provavelmente já conheceu alguém que teve inchaço durante a gravidez. Apesar de ser bastante comum, ele deve ser observado se vir acompanhado por dores, vermelhidão e até mesmo febre

Na gravidez, é comum aparecer o famoso inchaço, que acontece por causa da diminuição do fluxo sanguíneo nas veias. Apesar de ser um incômodo para a mulher, é possível driblar o problema durante essa fase. Também conhecido como “edema”, costuma ser mais comum em algumas partes do corpo do que outras.

De acordo com a educadora física, Vanessa Furstenberger, mãe de Sthephany, na gravidez ocorre um aumento de aproximadamente 50% dos fluídos corporais e sangue. “Isso acontece para suprir as necessidades de desenvolvimento do bebê”. Para te ajudar nesta missão, respondemos as principais dúvidas sobre inchaço e listamos algumas dicas do que fazer para aliviar o problema.

O que é e quais são as causas de inchaço na gravidez

Como na gravidez é diminuído a velocidade do sistema linfático, os líquidos acabam se acumulando nos vasos e também fora deles, causando o inchaço, de acordo com a fisioterapeuta, Viviana Piccinini. Além disso, Vanessa completa que os líquidos possuem um papel muito importante na gestação: “Eles ajudam a preparar as articulações da região da pelve para que o bebê possa passar e nascer na hora do parto“.

Por que o inchaço na gravidez acontece?

Apesar do problema ser bastante comum, o inchaço na gravidez também está ligado aos hormônios, como explica o cirurgião vascular Dr. Caio Focassio. “Na gestação, a mulher tem uma flacidez no sistema venoso, assim como na maioria dos tecidos, por ação dos hormônios da da gravidez. As veias tem receptores para eles, então elas ficam com as paredes um pouco mais flácidas, o que pode causar um edema venoso”.

Durante a gravidez, o inchaço pode acontecer também por causa do aumento no tamanho do útero, que pode ser até de 20 vezes. O órgão comprime a veia cava, desacelerando a circulação. “Isso faz com que acumule sangue nos membros inferiores, porém não é só isso que faz o edema em uma gestante ficar tão evidente. A progesterona é grande vilã do acumulo de líquidos de uma gestante, representando até ¼ do peso de uma grávida”, completa Viviana.

Como evitar o inchaço na gravidez

O inchaço costuma aparecer com mais frequência na região da face, mãos, pés e tornozelos. Para evitar que ele apareça, a educadora física lista alguns cuidados: evite alimentos que possam ajudar na retenção de líquido; evite ficar em pé ou com as pernas para baixo por muito tempo; use sapatos confortáveis e evite saltos; coloque as pernas mais elevadas do que a altura do quadril; evite lugares muito quentes; evite usar roupas apertadas; faça compressas frias nas áreas edemaciadas e faça drenagens linfáticas.

Exercícios para aliviar o inchaço na gravidez

Desde que seja acordado com o médico obstetra, é possível realizar exercícios de hidroginástica e natação para melhorar o inchaço. Vanessa comenta que em casos como esse, a água aplica uma pressão que massageia os gânglios linfáticos, fazendo uma drenagem linfática natural e que diminui os líquidos. Além disso, também é possível realizar algumas atividades em casa:

  • Sentar-se em uma cadeira, estender as pernas, e apoia-las para manter os pés elevados acima da altura dos quadris (pode utilizar uma almofada!). Nessa posição, fazer movimentos com os pés para cima e para baixo e circunduções para os dois lados;
  • Em pé, subir e descer na ponta dos pés;
  • Massagear as solas dos pés com bolinhas de tênis também ajudam (muito!) a melhorar a circulação e o inchaço de membros inferiores;
  • Faça exercícios leves de alongamentos para ajudar a melhorar a circulação do corpo como um todo.

Como aliviar o inchaço com a alimentação

Ter uma alimentação balanceada na gravidez pode ser uma grande aliada para combater o inchaço. Por isso, Viviana recomenda diminuir o consumo de sal, refrigerantes, shoyu e embutidos. Já a educadora física reforça a importância de ingerir bastante água e também alimentos ricos em potássio, “pois eles são diuréticos e aumentam a excreção renal de sódio sendo um excelente aliado contra a retenção de líquidos”, explica.

Inchaço ou trombose na gravidez?

Apesar de em ambos os casos haver um edema, é possível diferenciar o problema. Geralmente, quando o inchaço aparece de maneira desigual nas pernas e é acompanhado por dor na região, ou ainda dor de cabeça, é importante procurar um médico especialista, como um vascular. “Essa é a diferença de um edema bilateral da gestação e uma trombose“, reforça o cirurgião.

Fonte: Revista Pais & Filhos


Musculos.jpg

Factor descobriu que ativa as células-tronco musculares para se regenerarem: substituição muscular completa e movimento obtidos em modelos de camundongos

Quando rasgamos as células-tronco de um músculo, reparamos o problema. Podemos ver isso ocorrendo não apenas em doenças graves de perda muscular, como distrofia muscular e em veteranos de guerra que sobrevivem a lesões catastróficas de membros, mas também em nossa vida cotidiana, quando puxar um músculo.

Além disso, quando envelhecemos e nos tornamos frágeis, perdemos muito de nossos músculos e nossas células-tronco não parecem ser capazes de funcionar tão bem à medida que envelhecemos.

Essas células-tronco musculares são motores invisíveis que impulsionam o crescimento e a reparação do tecido após essas lesões. Mas cultivar essas células em laboratório e usá-las para substituir terapeuticamente o músculo danificado tem sido frustrantemente difícil.

Pesquisadores do Australian Regenerative Medicine Institute da Monash University em Melbourne, Austrália, descobriram um fator que faz com que essas células-tronco musculares se proliferem e se curem. Em um modelo de camundongo com lesão muscular grave, as injeções dessa proteína natural levaram à regeneração completa do músculo e ao retorno do movimento normal após trauma muscular grave.

A pesquisa liderada pelo professor Peter Currie, diretor do Australian Regenerative Medicine Institute da Monash University, foi publicada na revista Nature.

Os cientistas estudaram a regeneração do músculo esquelético no peixe-zebra, tornando-se rapidamente o modelo animal preferido para o estudo da regeneração de células-tronco, porque os peixes se reproduzem rapidamente, são mais fáceis de manipular experimentalmente e compartilham pelo menos 70% de seus genes com humanos. Também é transparente, o que permite aos cientistas testemunhar a verdadeira regeneração dos músculos vivos.

Ao estudar as células que migraram para uma lesão muscular nesses peixes, os cientistas identificaram um grupo de células do sistema imunológico, chamadas macrófagos, que pareciam ter um papel em estimular a regeneração das células-tronco musculares. “O que vimos foram macrófagos literalmente acariciando as células-tronco musculares, que então começaram a se dividir e proliferar. Uma vez que eles iniciaram este processo, o macrófago se moveria e acariciaria a próxima célula-tronco muscular, e logo a ferida cicatrizaria”. Professor Currie disse

Os macrófagos são as células que migram para qualquer lesão ou local de infecção no corpo, removendo resíduos e promovendo a cura. “Eles são a equipe de limpeza do sistema imunológico”, disse o professor Currie.

Há muito tempo se pensa que existem dois tipos de macrófagos no corpo: aqueles que se movem rapidamente para o local da lesão e removem os detritos, e aqueles que chegam mais devagar e ficam por aí fazendo a limpeza de longo prazo.

A equipe de pesquisa, no entanto, descobriu que havia de fato oito tipos geneticamente diferentes de macrófagos no local da lesão, e que um tipo, em particular, era o “carinho”. Uma investigação posterior revelou que este macrófago afetuoso liberou uma substância chamada NAMPT.

Ao remover esses macrófagos do peixe-zebra e adicionar o NAMPT à água do aquário, os cientistas descobriram que podiam estimular as células-tronco musculares a crescer e curar “efetivamente substituindo a necessidade dos macrófagos.”

Experimentos recentes importantes, colocando um adesivo de hidrogel contendo NAPMT em um modelo de camundongo de severa perda muscular, levaram ao que o professor Currie chamou de substituição significativa do músculo danificado. Os pesquisadores estão agora em discussões com várias empresas de biotecnologia sobre levar o NAMPT a testes clínicos para o uso deste composto no tratamento de doenças e lesões musculares.

Portal: Science Daily News


pais.jpg

Para te ajudar a tirar esse peso dos ombros, separamos alguns itens que a maioria das mães e pais já fizeram – mas não contam por aí – e não são prejudiciais ao bebê

Você se esforça para ser a melhor mãe ou o melhor pai do mundo para seu filho, mas sejamos sinceros: isso não existe! Como qualquer ser humano, é completamente normal que você cometa alguns deslizes na parentalidade, e está tudo bem. O importante é seguir em frente e não se culpar. Para te ajudar a tirar esse peso dos ombros, separamos algumas coisas que a maioria dos pais já fizeram – mas não contam por aí – e que não fazem mal para o bebê, confira:

1. Você deixou seus filhos brigarem entre si – Se você perceber que a coisa está ficando mais séria e algum deles possa se machucar, interfira. Mas na maioria dos casos, as pequenas brigas entre irmãos e colegas não são tão ruins assim. Na verdade, pesquisas sugerem que discussões e brigas entre crianças da faixa etária de 4 a 11 anos podem fortalecer as redes neurais que controlam a memória, atenção e controle de impulso e também melhoram as habilidades sociais, aponta Sergio Pellis, Ph.D., pesquisador no departamento de neurociência da Universidade de Lethbridge, em Alberta, Canadá. Este “jogo” envolve formas de seguir regras e tomar decisões diferentes daquelas que são colocadas em jogo em esportes mais estruturados.

2. Você deixou seu filho com uma babá ou em uma creche enquanto estava no trabalho – “Quando os pais trabalham, eles podem trazer uma infinidade de oportunidades para seus filhos” diz Tarini. Para ela, mães que trabalham fora são mais prováveis de criar filhas que cresçam para assumir um papel de liderança no trabalho e na criação dos próprios filhos. E claro, estamos falando aqui do mundo sem pandemia ou isolamento social.

Por isso, não se culpe! Afinal, além dessa oportunidade de crescimento para seus filhos, se você se sentir culpada por trabalhar fora, pode ser que se torne mais flexível na hora de discipliná-los enquanto estiver em casa, o que pode levar a problemas comportamentais à medida que eles crescerem.

3. Você comprou uma comida pronta para seu filho – Cozinhar em casa nem sempre é sinônimo de alimentação saudável. Nem todos os alimentos comprados prontos são gordurosos ou calóricos, então, não se culpe. Basta escolher a melhor opção, leia o rótulo e se informe sobre o produto. Além disso, qualquer coisa que você fizer por obrigação criará um estresse extra, do tipo que você realmente não precisa agora. Então, larga essa culpa de lado!

4. Você pulou um banho – Antes dos 8 anos, as crianças não desenvolveram bem as glândulas de suor, então costumam transpirar sem o odor desagradável. E se seu filho não fez muitas atividades físicas ou rolou por aí, certamente não fará mal ir para a cama sem umbanho noturno. Aliás, o banho excessivo pode fazer mais mal do que a falta dele, aponta Scott Norton, M.D. e chefe da divisão de dermatologia no Sistema Nacional de Saúde da Criança nos EUA.De acordo com ele, o uso excessivo de sabonete pode agravar a secura e irritação da pele – especialmente se seu filho tem uma pele sensível ou uma condição como eczema. Logo, se seu bebê já tomou um banho no dia, desencana desse sentimento de culpa.

5. Você parou de amamentar antes que seu filho completasse 1 ano – A Academia de Pediatria dos Estados Unidos recomenda que os bebês se alimentem exclusivamente de leite materno até os seis meses. Depois disso, começa a introdução alimentar, que não substitui a necessidade da amamentação.  Mas para muitas mães, amamentar é difícil, principalmente nos primeiros meses após o parto, devido a várias condições. Para outras, apesar da facilidade de amamentar, a necessidade de voltar ao trabalho após a licença-maternidade faz com que a rotina mude e, com o tempo, as mamadas se tornam mais e mais escassas.“Eu sugiro que as novas mães devem tentar amamentar pelo menos uma vez por mês – isso tende a ficar mais fácil à medida que bebês ficam mais velhos ”, diz Valerie Flaherman, M.D., professora associado de pediatria na UCSF Escola de Medicina.Mas se isso não funcionar para você ou você precisa parar mais cedo, está tudo bem. “Você não deveria se sentir culpada por ter tomado essa decisão se isso é o melhor para sua família”, aponta a médica.  E lembre-se: qualquer tempo gasto amamentando é benéfico para o seu bebê – por menor que ele seja!

6. Você não usa fraldas orgânicas – Você pode ter ouvido em vários lugares que as fraldas orgânicas são melhores para seu bebê por serem feitas com menos toxinas, mas estudos mostram que as fraldas convencionais também são seguras. “Usar fraldas regulares não vai mudar a vida do seu filho”, aponta Joseph Gigante, M.D., professor de pediatria em Vanderbilt University School of Medicine, em Nashville.

7. Você negou comida (pelo bem do seu filho) – É seu trabalho dar comida para seu filho. Se ele gosta ou não o que você preparou está fora do seu controle, diz  Sarah Bauer, M.D., pediatra de desenvolvimento da Ann & Hospital Infantil Robert H. Lurie, de Chicago. Na verdade, enquanto seu filho estiver crescendo e desenvolvendo normalmente, não há problema em dizer “nada de nuggets hoje” e deixá-lo escolher entre ficar com fome ou comer os legumes que você preparou.Ele pode até se mostrar resistente e falar que prefere ficar com fome, mas isso é muito raro. Se acontecer, fique tranquila, um dia não será tão prejudicial a ele. A maioria das crianças vão acabar aceitando e comendo o que você preparou. Se você achar a técnica muito rígida, pode oferecer uma segunda opção, desde que seja tão saudável quanto a primeira.

8. Você deixou seu filho brincar no tablet enquanto estão em um restaurante – Quase 50% dos pais assumem que regular o tempo na tela é uma batalha constante, de acordo com uma pesquisa realizada ela Associação Americana de Psicologia. Quando você sai para jantar fora com sua família, provavelmente quer um tempo feliz e de descontração. Logo, muitas vezes, não quer ter que enfrentar a discussão do tempo no tablet. Justamente por isso, deixá-lo brincar com o aparelho enquanto você e seu parceiro ou parceira conversam entre si não é um grande problema (apenas certifique-se que ele leve um fone de ouvido ou mantenha o som desligado para não atrapalhar o jantar e as mesas em volta).Mas, claro, se você deixou seu filho brincar no tablet enquanto está no restaurante, o tempo de tela deve ser reduzido ao chegar em casa. É tudo uma questão de balancear! O pediatra Joseph Gigante aconselha a limitar o tempo nas telas a uma ou duas horas por dia. Também é uma boa ideia banir o tablet da mesa de jantar em casa, já que esse é um ótimo momento para conversar e criar laços familiares.

Fonte: revista Pais & Filhos


celulas-tronco-1200x800.jpg

Muito se fala sobre as células-tronco, mas muitas pessoas desconhecem a sua importância e o poder contido dentro dessas células, que podem ser encontradas também no sangue do cordão umbilical. O transplante alogênico de células hematopoéticas é um procedimento usado no tratamento para pacientes com leucemia, linfoma, mielodisplasia, mieloproliferativa neoplasias e doenças genéticas. As células-tronco do sangue do cordão umbilical é uma fonte de enxerto para pacientes que não contam com um doador compatível em sua família ou em um banco público.

Os números sobre este assunto crescem cada vez mais. Estima-se que 700 mil coletas de sangue do cordão umbilical foram doados para uso público e mais de 40 mil transplantes foram executados, sendo que mais de 25 mil pacientes foram tratados.

Desde o primeiro transplante utilizando as células do sangue do cordão umbilical, em 1988, o campo da terapia celular evoluiu consideravelmente. Em muitos países ele é tido como um tratamento padrão, tanto para crianças e adultos, que não têm irmãos compatíveis ou doadores relacionados.

A medicina investe frequentemente em novas descobertas e novos ensaios clínicos estão sendo realizados para reduzir o risco de infecção, paralisia cerebral, autismo e doenças cardiovasculares, podendo causar grandes impactos na saúde dos pacientes nos próximos 10 anos.

Infelizmente, é comprovado que negros, hispânicos e brancos de origem não europeia ocidental sofrem mais dificuldades em encontrar um adulto totalmente compatível com os doadores voluntários.

Fonte: Biblioteca Municipal de Medicina dos E.U.A.

 


cabelo-bebe-recem-nascido-1.jpg

O contato direto pode infectar as crianças. Entenda porque é necessário se prevenir e não arriscar ficar afastado do seu filho

Muitas mulheres grávidas estão passando por diversas inseguranças e aflições em meio a pandemia de coronavírus. O problema é que uma vez apresentando os sintomas principais do vírus, é recomendado a separação da mãe e o bebê após o nascimento.

No Hospital Santa Joana foi confirmado o primeiro caso de covid-19 em uma menina recém-nascida, no dia 18 de março de 2020. O pai da criança apresentava fortes sintomas de gripe e a mãe relatou tosse e dificuldades para respirar, somente depois que a criança estava internada na UTI (Unidade de Terapia Intensiva), com uma febre de 38 graus e sangue nas fezes. A mãe foi mandada para casa e segue em isolamento longe da filha, mas recebe atualizações do estado de saúde da menina por telefone. Felizmente a bebê já está sendo tratada com antibióticos, mas teve teste positivo para coronavírus.

De acordo com informações da especialista em neonatologia e de Terapia Intensiva Pediátrica e Neonatal, Vera Krebs, é extremamente perigoso o contato de gotículas respiratórias de mãe para o filho. Ela indica o uso de máscara sempre que a mãe se aproximar ou tocar na criança, além de lavar as mãos antes de tocar ou amamentar.

Apesar dos cuidados, ainda não se sabe sobre uma possível transmissão do vírus por meio da placenta ou pelo leite materno. “É preciso estudar os efeitos dos fluidos maternos e a transmissão perinatal, que ocorre do parto até a primeira semana de vida. É tudo muito recente”, explicou Vera.

Fonte: Revista Pais & Filhos