Blog

CLASSIC LIST

Cientistas.jpg

Considerada um distúrbio grave e que tem como principal característica a desordem do mecanismo de coagulação do sangue, a hemofilia é uma doença hereditária rara que acomete cerca de 13 mil pessoas somente no Brasil, segundo registros de 2019 do Ministério da Saúde.

Seu diagnóstico pode ser feito através de exames de sangue que medem a atividade do nível dos fatores VIII e IX – proteínas que atuam na coagulação -, além é claro, dos sinais clínicos. “Apesar de até o momento não existir uma cura, pesquisas realizadas apontam que as células-tronco do próprio paciente podem surgir como uma nova opção para pacientes hemofílicos, utilizando a técnica de correção genética”, destaca o Dr. Nelson Tatsui, Diretor-Técnico do Grupo Criogênesis e Hematologista do HC-FMUSP.

Cientistas do Instituto do Câncer de Nevada, Estados Unidos, conseguiram reprogramar o material genético e injetar as células alteradas no fígado de ratos de laboratório e notaram que após a primeira dose, os animais já foram capazes de produzir as proteínas necessárias para a coagulação.

“Essa terapia de reposição consiste em induzir células-tronco adultas em estado imaturo pelo método de indução de pluripotência celular (método consagrado pelo cientista Shiniya Yamanaka, Prêmio Nobel de medicina). É uma alternativa interessante ao uso da célula-tronco embrionária”, informa o médico.

Outra tática estudada, que aborda o conhecimento atual da manipulação gênica, é o uso da própria célula-tronco do paciente corrigida geneticamente, um caminho potencialmente mais simples e seguro em relação a indução de pluripotência.

O especialista ressalta ainda que apesar das novas terapias, é importante atentar-se as orientações médicas e seguir o tratamento proposto de reposição tradicional realizada pelos profissionais da hematologia, terapia feita exclusivamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Fonte: Portal Hospitais Brasil


marco-lilas.jpg

Além de contar com o dia internacional da mulher, o mês de março é responsável por acolher um importante movimento de conscientização do público feminino, o “Março Lilás”. O objetivo é levar à população uma reflexão sobre a necessidade em discutir o câncer de colo de útero.

Para te ajudar a entender mais sobre o assunto, separamos um guia completo sobre a doença.

O que é o câncer de colo de útero? Aos que desconhecem o câncer de colo de útero é uma evolução da infecção por HPV. Este papilomavírus humano é frequente, mas em sua maioria não resulta na doença. Só há diagnósticos positivos uma vez quando há alteração celular na região genital, o que pode ser facilmente identificado por meio do exame de papanicolau.

Quais são os sintomas? Antes de mais nada é importante esclarecer que o câncer de colo de útero se desenvolve de maneira lenta e por esse motivo a preocupação deve ser redobrada e os cuidados prévios adotados.

Sobre os sintomas, estes geralmente não são aparentes em estágio inicial, por isso o cuidado recomendado anteriormente. Em estágio avançado a doença pode se apresentar por meio de:

  • Dores abdominais intensas;
  • Secreção vaginal desregulada;
  • Sangramento vaginal intenso e seguido (este pode se manifestar após relação sexual).

Como se prevenir? Por estar diretamente ligada à possibilidade de infecção pelo Papilomavírus Humano, popularmente conhecido como HPV, proteger-se contra esta doença deve ser um dos métodos de prevenção principais.

Além do preservativo, que previne de maneira parcial o contágio, a vacinação contra o HPV é necessária. O Ministério da Saúde assegura por meio de calendário oficial, a imunização de meninas entre 9 e 14 anos. De toda forma, vale lembrar que além da vacinação, o exame de papanicolau é também indicado como método de prevenção.

Como é feito o diagnóstico do câncer de colo de útero? Há algumas formas de se identificar, principalmente de maneira precoce o câncer de colo de útero, dentre as alternativas mais comuns está o exame de papanicolau. Dependendo do paciente ou em casos inconclusivos são aplicados outros métodos como: biópsia, colposcopia e exame pélvico.

Como é feito o tratamento do câncer? Semelhante a outros tipos de câncer, a doença de colo de útero tem o tratamento definido com base na avaliação médica. De acordo com o estágio da doença e o estado de saúde do paciente podem ser adotadas alternativas como:

  • Quimioterapia;
  • Cirurgia;
  • Radioterapia.

Dados do Instituto Nacional de Câncer – De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), a doença de colo de útero é a terceira mais frequente em mulheres, ficando atrás apenas do câncer colorretal e o de mama. Segundo estimativas são esperados 16.590 novos casos para o ano de 2020.

Fonte: Portal Hospital Sagrado Família


Exercicios.jpg

No pós-parto, colocar os exercícios em dia nunca é demais, principalmente quando ele é acompanhado pelo seu filho. Saiba como o bebê também pode fazer parte da atividade, além de garantir uma vida mais saudável para a mãe

Para se manter firme e forte como mãe, você também tem que se preocupar com o seu corpo. Para dar início a uma vida ainda mais saudável, que tal praticar exercícios de alongamento com o seu filho? Mas antes disso, vale lembrar que é superimportante verificar com o seu médico se você não sofreu nenhuma lesão significativa e está liberada para realizar as atividades.

De acordo com Brooke Siler, proprietário da Re: ab Pilates, em Nova York, fazer os exercícios de alongamento de 3 a 7 vezes por semana irão fazer toda a diferença. Para tornar a atividade ainda mais divertida, é possível praticá-la com o seu filho. E para afastar os problemas futuros, Siler também oferece um conjunto de movimentos que trabalham com o  aumento da resistência (pensados para fazermos três vezes por semana – ou mesmo diariamente).

Seja para fortalecer os músculos, ou até mesmo combater a dor nas costas, ombros e pescoço, é possível ainda aliviar dores e adquirir uma maior resistência. Confira quais exercícios você pode praticar sem sair de casa, e os benefícios que cada um deles pode trazer para o seu corpo.

  1. Carregar o bebê

Exercita o que: Músculos laterais;

Movimento: Alongue e estique os seus músculos laterais. Ajoelhe-se no chão. Se você estiver carregando o seu bebê do lado direito, estique o braço direito sobre a cabeça, de modo que o seu bíceps esteja próximo à orelha; incline-se para a esquerda, respirando e expirando; endireite-se e volte a alongar o lado direito. Mantenha um peso leve na mão direita. Faça 5 vezes. Repita 5 vezes do outro lado e, depois, volte a fazer do outro lado para mais 3 repetições;

Para fortalecer os dois lados do corpo, use seu bebê como peso. Mantenha os pés voltados para fora, mais abertos que a largura do seus ombros e joelhos em um semi-agachamento. Segurando o seu filho ligeiramente de frente, tome fôlego com respirações profundas. Faça 3 séries com 5 repetições cada com abdome contraído e joelhos fixos; Endireite as pernas em cada repetição.

  1. Levantar o bebê

Exercita o que: Costas e ombros;

Movimento: Alivie a dor nas costas e ombros, deitando-se de costas com os joelhos dobrados, os pés no chão e calcanhares juntos. Deixe os braços acima da cabeça, aperte a parte interna das coxas juntas e contraia o abdome. Traga os braços para frente. Inspire com o peito para cima. Expire, ao fazer com que os braços atinjam os joelhos, esticando costas e ombros. Repita 10 vezes;

Fortaleça os músculos, colocando dois pesos de, aproximadamente, 5 kg na sua frente, na altura dos seus ombros. Agache com o abdome contraído e as costas retas; pegue um peso em cada mão; Pressione os pés como se fosse pular; Faça 3 séries de 10.

  1. Levantar a mão (curvando-se para o lado para segurar a mão do seu filho)

Exercita o que: Parte lateral e superior das costas

Movimento: Para fortalecer os seus músculos laterais, sente-se na nádega direita com o joelho e os pés curvados para a esquerda. Segure a parte de fora dos seus tornozelos com a mão esquerda. Inspire, levantando o braço direito para cima e, ao expirar, dobre o corpo par a esquerda, esticando o braço para cima e olhando para baixo em direção aos seus tornozelos. Inspire e levante-se. Alterne os braços, colocando a palma da mão direita no chão e deslizando-a para longe do seu corpo; Estenda o braço esquerdo; Expire, olhando para baixo, à direita. Inspire e fique em pé com a ajuda da mão direita. Faça 3 séries e repita o exercício do outro lado.

Para fortalecer as costas, mantenha os braços estendidos. Contraia o abdome e levante o braço direito e a perna esquerda do chão. Segure; levante a cabeça e peito do chão. Com a cabeça e o peito firmes, continue alternando o braço direito com a perna esquerda; Cabeça erguida, abdome contraído e membros retos, continue alternando num movimento de natação. Mova rapidamente. Você inspira 5 vezes e expira outras 5. Faça isso 3 vezes.

  1. Colocar o bebê no carrinho

Exercita o que: Parte superior e inferior das costas

Movimento: Deite-se sobre a sua barriga e sustente-se sobre os seus cotovelos de modo que o seu peito mantenha-se levantado. Com as pernas juntas, flexione o seu joelho direito e a ponta do seu pé o quanto for possível duas vezes; Abaixe a parte inferior da perna direita; repita com a perna esquerda. Faça isso 10 vezes com cada perna.

Faça isso para fortalecer as pernas e o bumbum, que devem estar fortes para exercer essa tarefa. Mantenha os pés juntos; Dê um grande passo com a perna esquerda e, de modo que seu joelho esteja acima do seu tornozelo e o joelho direito próximo ao chão. Empurre para cima a sua perna direita para retornar à posição do começo. Repita com a perna esquerda. Alterne a perna ao longo de 20 passos.

  1. Postura na amamentação

Exercita o que: Pescoço e parte superior das costas

Movimento: assim como na amamentação, estique suas costas ficando com os ombros e as costas encostados na parede, com o abdome trabalhando para dentro e para fora. Mantenha os calcanhares juntos. Vá com a cabeça para frente até que a parte do meio e a inferior das suas costas não toquem mais a parede; relaxe o tronco e faça com que seus braços movimentem-se naturalmente. Segure por um tempo nessa posição; depois, volte lentamente à posição anterior. Faça 5 vezes.

Fortaleça os músculos das costas em pé com os ombros e costas encostados na parede. Inale e deslize para baixo, dobrando os joelhos levemente; prenda a respiração por 3 segundos. Comece de novo e volte à posição inicial enquanto expira. Repita 9 vezes.

Fonte: revista Pais & Filhos


Amamentar-1200x800.jpg

Amamentar parece ser natural, mas muitas vezes causa dor e desconforto para a mãe. Além disso, há possibilidade de o recém-nascido não conseguir pegar no peito. Para que você esteja preparada para essa tarefa, a ginecologista e obstetra Carolina Curci listou 10 erros comuns da amamentação.

Falta de autoconfiança – Muitas das mamães têm medo do processo de amamentar e acreditam que não darão conta. Nós somos produtoras de leite, não fábricas. Então a mulher precisa ter calma, confiança e tranquilidade para que seu momento com o bebezinho seja especial. A mãe estará aprendendo a amamentar, e o bebê estará aprendendo a mamar. Tenha autoconfiança para o seu momento de amamentação.

Alimentação incorreta – Geralmente, o aporte calórico para as mães é de 500 calorias diárias a mais com uma boa orientação nutricional. Neste momento, os alimentos mais indicados são: peixes de água fria (por exemplo, atum, salmão e arenque), gema de ovo, frutas e legumes. Evite alimentos gordurosos, como chocolate e cafeína. A sua forma de se alimentar será muito importante na programação metabólica do bebezinho.

Retornar aos vícios – Com o estresse no pós-parto, algumas mamães retomam o uso de álcool e nicotina, que são prejudiciais para o sistema nervoso central e desenvolvimento do bebezinho, já que ambos passam para o leite materno. Por isso a mãe deve ter uma rede de apoio. Defina quem te ajudará com as roupas, limpeza da casa e idas ao supermercado, pois são tarefas que geram estresse e podem incentivar a volta dos péssimos hábitos.

Produção de leite – Não existe leite fraco. As mamas são preparadas para produzir o leite desde a gestação. Após o parto ocorrem as alterações hormonais necessárias, e o reflexo da sucção correta mantém essa produção, que passará de colostro, no início da amamentação, para leite materno anterior, de transição e posterior, após 15 dias (amadurecimento). A recomendação é que o recém-nascido fique somente no leite materno até seis meses de vida, sem chás, água e outros tipos de leite sem a correta orientação do pediatra. Caso a mamãe precise retornar ao trabalho, um dos facilitadores dessa fase costuma ser as bombas elétricas, que garantem a amamentação exclusiva do leite materno no tempo desejado.

Tentar amamentar com o recém-nascido sonolento – Não é recomendado dar de mamar ao bebê se ele estiver quase dormindo. Amamentar um neném desperto é muito melhor, já que ele conseguirá abrir a boca e fazer a pega correta. Caso esteja sonolento, ele não mama direito e, assim, além da próxima mamada ser breve, ele poderá machucar os mamilos da mãe. A dica é evitar essa situação acendendo as luzes e tirando as roupinhas do bebê para que, assim, ele colabore com a amamentação.

Não se atentar à pega – O grande segredo da amamentação é a pega correta. Sim, acredite! Quando os bebês pegam somente o mamilo, além de não extraírem bem o leite, eles podem provocar rachaduras no peito da mãe e, caso isso aconteça, elas podem utilizar a pomada de lanolina, que ajuda nos machucados. O certo é o bebê abocanhar a maior parte da auréola para ter uma melhor sucção e não ferir a mãe. Deixar o bebê com a cabeça torta também pode prejudicar. Observe se a cabeça e o corpo do bebê estão alinhados e apoiados, sempre com a cabeça voltada para a mama. Se a cabeça ficar torta, haverá incômodo na deglutição. A posição mais comum é o abdômen da mãe em contato com o do bebê (“barriga com barriga”). O bumbum dele fica apoiado na mão da mãe e a cabeça, na dobra do braço dela. O bebê se adapta naturalmente à pegada no seio. Faça somente um apoio e ele naturalmente se achega para abocanhar. Para ficar mais confortável, coloque um travesseiro em cima das suas pernas, dando mais firmeza para apoiar o braço e deixar o bebê na posição correta de maneira mais natural.

Não se concentrar no momento da mamada – Como o tempo é curto, muitas mães aproveitam a hora da mamada para realizar outras tarefas como assistir à televisão, resolver pendências por telefone ou responder mensagens. Mas é muito importante aproveitar o período do aleitamento para conversar com o bebê e fortalecer o vínculo entre mãe e filho. Aliás, vale não só conversar, mas cantar e contar histórias também. Qualquer coisa para ajudar a mantê-lo acordadinho e manter um bom ritmo de sucção.

Prender-se ao tempo de mamada – O bebê não é um reloginho, ele funciona na hora que quer. Sendo assim, não fique olhando no relógio querendo seguir os conselhos de amigas e avós sobre a duração de cada mamada. O mais importante e melhor é zelar pela livre demanda, ou seja, o bebê dita o ritmo: mama o tempo que quiser e no intervalo que necessitar. A mamada só termina quando ele solta espontaneamente o seio materno.

Amamentar com muita gente por perto – O ato de amamentar é um processo único que a mamãe terá de aprender dia após dia. Para algumas delas, estar com pessoas ao redor é ruim e para ter conforto e tranquilidade ela deseja estar só com o seu bebezinho. Então, não se acanhe, peça licença para as visitas. Faça da amamentação o momento mais lindo entre você e seu bebê.

Alternar as mamas na mesma mamada – É melhor esvaziar completamente o primeiro seio para só então passar para o segundo. Muitas vezes, o esvaziamento total da mama exige duas ou três mamadas no mesmo peito. Quando as mães alternam os seios em cada mamada, acabam por produzir excesso de leite.  Com a hiperprodução, o bebê pode ficar irritado e ganhar menos peso, pois não consegue chegar ao leite posterior, que tem alta carga de gordura, capaz de gerar saciedade e prazer além de engordar o bebezinho.

Fonte: revista IstoÉ


CONGELAMENTO-1200x789.jpg

Técnica aumenta a chance de ser mãe com segurança em uma idade mais avançada. Veja como funciona!!

Algumas mulheres desejam se tornar mães, mas preferem postergar esse momento. Como a infertilidade e a possibilidade de ter uma gravidez de risco são mais comuns com o avançar da idade, elas podem recorrer ao congelamento de óvulos.

O procedimento, indicado também para quem deve retirar os ovários por causa de alguma doença, tem sido cada vez mais procurado nas clínicas brasileiras. Descubra, nos tópicos abaixo, como é realizado:

O preparo – Antes de tudo, são feitos exames para flagrar ou afastar doenças que comprometem a qualidade dos óvulos. Depois, para aumentar o número deles, a mulher recebe remédios injetáveis, em geral na barriga. Essa estimulação dura umas duas semanas.

A extração – A coleta é feita em um centro cirúrgico, com sedação. O que é extraído, por meio de uma espécie de agulha acoplada a um aparelho de ultrassom, são os folículos dos ovários, dentro dos quais estão os óvulos. Podem ser realizadas várias coletas, em ciclos diferentes.

O congelamento – Os óvulos são retirados de dentro dos folículos por meio de uma agulha bem fina e permanecem cerca de duas horas no laboratório para uma maturação. Depois, são mergulhados em uma substância congelante, que irá proteger e diminuir a quantidade de líquido em seu interior para evitar a formação de cristais. Então, começa o processo conhecido como vitrificação. Os óvulos são colocados em nitrogênio líquido, o que reduz a temperatura a 196 graus negativos em minutos.

O descongelamento – Os óvulos podem permanecer congelados por até dez anos. Quando a mulher decide engravidar, a amostra é retirada do nitrogênio líquido. Existe a possibilidade de recongelamento dos óvulos que não foram utilizados, mas o real impacto desse processo ainda não é conhecido.

A fertilização – A partir daqui a história segue igual à de uma fertilização in vitro convencional: os óvulos são fecundados com o espermatozoide do parceiro, em laboratório, e implantados no útero. Existe ainda a possibilidade de congelar os possíveis embriões excedentes.

Lembrando que o sucesso do procedimento depende da idade em que o óvulo foi extraído. O ideal é não passar dos 35 anos.

Quando o método é solicitado?

Em 2017, 78 mil óvulos foram congelados no Brasil

Gravidez adiada: A mulher pode postergar o momento de ser mãe por questões pessoais. A idade máxima recomendada para implantação é 50 anos.

Quimioterapia: O tratamento contra o câncer destrói várias células do corpo, inclusive os óvulos, que podem ser preservados antes da químio.

Menopausa precoce: Há mulheres que param de ovular antes dos 30 anos. Ultrassom e dosagem hormonal detectam se há risco de acontecer.

Químio do parceiro: O óvulo pode ser fecundado com o espermatozoide do parceiro e congelado. É possível fazer apenas o congelamento do sêmen.

Fonte: Revista Saúde


FIV-1200x1098.jpg

Quando é necessário fazer fertilização in vitro? Para quem ela é indicada?

Normalmente a técnica é utilizada para casais em que a mulher tenha problemas nas trompas ou endometriose, o que pode dificultar a chegada dos espermatozoides até o óvulo. Também pode ser feita em casos de problemas na produção de gametas no homem.

Quanto tempo é preciso esperar entre uma fertilização in vitro e outra?

O indicado é que a paciente aguarde para repetir a FIV em aproximadamente dois ciclos naturais de ovulação, até que os ovários retornem ao padrão de nível hormonal e tamanho normal para iniciar um novo ciclo de estimulação ovariana.


3cdf55e7-7-1200x800.jpg

Apesar de a gestação gemelar ser muito desejada, ela pode trazer perigos em dobro

Os sintomas de gravidez de gêmeos costumam ser mais intensos do que uma gestação de um bebê. “Aumentam os hormônios, o peso, a distribuição de nutrientes, o fluxo de sangue, entre outros. O ser humano foi feito para gerar um bebê, quando há um a mais, é uma sobrecarga para o organismo”, pondera a obstetra Barbara Murayama, titulada pela Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo). Por isso, ela é considerada uma gestação de risco, mesmo sendo tão desejada.

Por isso mesmo, existem mais riscos para as mães, como a pré-eclâmpsia (ou seja, pressão mais alta na gravidez), diabetes, anemia… Já o bebê pode nascer prematuro, entre outros problemas. “O fator que mais explica isso é que o útero é um músculo que vai sendo distendido até o máximo, quando ele começa a contrair até o desencadeamento do parto. Na gravidez gemelar é comum que esta distensão máxima ocorra antes do tempo e o parto seja antes de 37 semanas”, relata a ginecologista Silvia Herrera. Mas não precisa se desesperar se o ultrassom avisar que dois ou mais bebês estão a caminho. Confira alguns cuidados que evitam que os riscos impeçam o sucesso da sua maternidade.

Invista no pré-natal – A melhor forma de controlar os riscos é observando a gravidez bem de perto. E quando isso é feito por olhos de especialistas, melhor ainda! Se prepare, pois suas visitas ao obstetra também vão dobrar. “Normalmente, no início da gestação temos uma consulta de rotina por mês, mas em caso de gemelaridade, desde o início temos um pré-natal mais intensivo, com pelo menos duas consultas ao mês”, contabiliza o ginecologista Augusto Bussab.

Fique de olho na pressão – A elevação da pressão sanguínea é muito mais propensa nesse tipo de gestação, 25% das gestantes de múltiplos apresentam a condição de pré-eclâmpsia, que acarreta também em perda de proteínas pela urina. Sabemos que a hipertensão específica tem relação com os hormônios da placenta. Em uma gestação com mais de um bebê existem duas placentas, no caso de bizigóticos, ou mesmo uma maior que o normal quando eles são monozigóticos e dividem a mesma, ensina a obstetra Barbara Murayama. Isso acarreta em acompanhamento de perto e cuidados especiais, que incluem dieta com menos sal e mais proteínas, atividade física monitorada e ganho de peso adequado.

Alimente-se de forma saudável – Para controlar o ganho de peso, nada melhor do que escolher bem os alimentos. Para a obstetra Bárbara, o ideal é seguir as recomendações normais de uma alimentação balanceada, fracionando as refeições, comendo de forma leve. “A gravidez é um ótimo motivo para melhorar a dieta durante e depois”, comenta a especialista. Alimentos ricos em fibras, por exemplo, são uma boa pedida, por reduzir a absorção da glicemia e não favorecer o desenvolvimento da diabetes gestacional. Reduzir o sódio e aumentar as proteínas é bom para equilibrar os sintomas da pré-eclâmpsia também.

Observe bem as atividades físicas – Normalmente o recomendado é que a grávida que praticava exercícios antes da gestação continue no mesmo ritmo. Mas como a gravidez de múltiplos é considerada de risco, mais cuidados são necessários. “Nesses casos, diminuímos um pouco. É aconselhável evitar atividades de impacto ou que possam ocasionar perda de equilíbrio, como luta e bicicleta e preferir caminhadas e hidroginástica”, orienta Bárbara. Mas caso apareçam riscos de aborto, como cólicas e sangramentos, o repouso se torna prioridade.

Esteja ciente dos possíveis riscos – Saber quais riscos esperam seu bebê, ajuda você a se cuidar mais. O mais perigoso é a transfusão feto-fetal ocorre apenas em bebês univitelinos, que dividem as mesmas estruturas dentro do útero. “Um bebê passa a ‘doar’ sangue ao outro, ficando anêmico e com pouco líquido. O outro, por receber em excesso, tem aumentada a produção de líquido amniótico e pode ter insuficiência cardíaca”, explica Silvia Herrera. Nesses casos, há apenas 10% de chances de sobrevivência, e mesmo assim podem haver problemas neurológicos graves. Mas não precisa ficar muito preocupada, normalmente isso é observado de perto pelo médico e percebido logo no começo pelos ultrassons.

Fonte: Portal Minha Vida

 


Dente-de-leite-1802-1200x675.jpg

Você sabia que com apenas um dente de leite é possível ter material suficiente para uso?

Pois é…um único dente é capaz de gerar milhões de células-tronco, uma vez que seu potencial de multiplicação é elevado.

Sabia também que por serem células imuno-compatíveis, o material coletado pode servir não só ao doador, mas também a outras parentes, como um irmão, por exemplo? Neste cenário, os diversos estudos e investimentos na área fazem da coleta uma maneira de prevenção para as famílias. “Por tratarem­-se de células jovens e com ótima qualidade, o material encontrado no dente de leite é multipotente e imunotolerante, ou seja, servem tanto ao doador como para a família.

Fonte: Jornal Folha Vitória


Autismo.jpg

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), uma em cada 160 crianças apresentam o Transtorno do Espectro Autista (TEA) ou Autismo, como é popularmente conhecido. Ligado diretamente ao neurodesenvolvimento cognitivo ( cognição significa processar informações com a finalidade de perceber, integrar, compreender e responder adequadamente aos estímulos do ambiente, levando o indivíduo a pensar e avaliar como cumprir uma tarefa ou uma atividade social), tem como principais sintomas o comprometimento da comunicação social, letargia, irritabilidade e repetição de comportamentos.

Na Geórgia, região da Europa, um caso chamou a atenção pela utilização de células-tronco no TEA. Logo após o seu nascimento, os pais de Nicoloz, armazenaram o sangue do seu cordão umbilical em um banco privado da região. Quando estava com apenas dois anos, eles notaram que havia algo errado no desenvolvimento neuropsíquico do filho, tais como: explosões emocionais frequentes, dificuldades na fala –  até mesmo palavras isoladas, problemas de atenção, além de não se comunicar com outras crianças. No ano seguinte, Nicoloz foi diagnosticado com autismo.

Em 2016, os pais descobriram que as células-tronco presentes no sangue do cordão umbilical poderiam minimizar os sintomas. Após essa descoberta, entraram em contato com o banco no qual armazenaram as células-tronco e assim deram início ao tratamento. Durante todo o período, Nicoloz recebeu três infusões com as suas células-tronco do sangue do cordão umbilical por via intratecal ( no interior das membranas ou meninges que envolvem o sistema nervoso central) em um intervalos de 6 meses.
Nikoloz mostrou melhora significativa após a segunda infusão, pois foi possível observar que seu vocabulário aumentou consideravelmente, sendo capaz de falar praticamente todas as palavras e já  comunicando-se com frases curtas, além de ler, escrever, pintar e resolver problemas aritméticos. Seu comportamento também melhorou, de modo que ele não é mais agressivo, e não teve outros episódios de explosão emocional. Atualmente, após o tratamento com células-tronco, Nicoloz frequenta uma escola regular e estuda em um programa adaptado para TEA.

 Com isso, podemos concluir, que nos últimos anos as células-tronco têm sido utilizadas em ensaios clínicos como intervenção terapêutica para pacientes com autismo e, embora não exista uma cura, é possível notar uma melhora na qualidade de vida desses indivíduos. Ressaltamos que não podemos falar em cura, mas o pequeno Nicoloz foi beneficiado com a utilização das suas células-tronco armazenadas, conforme demonstram os protocolos experimentais.

Fonte: Portal Parent’s Guide to Cord Blood


seios-de-gravida.jpg

Durante a gestação, nosso corpo se prepara (e muito!) para receber o bebê. Uma dessas transformações é a mudança na coloração dos mamilos e aréolas! Entenda por que isso acontece e como isso influencia na amamentação

Com a descoberta da gravidez, aprendemos também que o nosso corpo muda para se preparar para a chegada do bebê. A partir desta transformação, os seios são uma das primeiras percepções notáveis, principalmente pela coloração escurecida nas aréolas e mamilos. Mas você sabe por que isso acontece?

Em uma conversa com Cinthia Calsinski, enfermeira obstetra, consultora de amamentação e colunista da Pais&Filhos, desvendamos as principais dúvidas sobre o assunto, além de explicar como essa mudança pode influenciar na amamentação. Olha só:

Quando as aréolas e mamilos começam a escurecer?

Depende. Para algumas mulheres, a mudança é perceptível logo de cara, mas já para outras, pode não ser notado. “Tom de pele e número de gestação são alguns dos fatores que influenciam nessa percepção”, explica Cinthia. Apesar de ser mais notada após o parto, a coloração pode mudar logo no início da gravidez. Isso acontece por conta de estímulos hormonais, que chegam até mesmo a influenciar na percepção das primeiras mamadas do recém-nascido.

Como a coloração influencia na amamentação?

Logo após o nascimento, os bebês enxergam em preto e branco então, a partir do formato redondo, as aréolas escurecidas o atraem para a mamada. “Isso sem contar o cheiro de colostro e leite, que associado a estes fatores tornam o ambiente ainda mais convidativo”, comenta a especialista. Alguns meses após o parto, a coloração escura dos mamilos e seios tendem a desaparecer sozinhos e voltarem ao normal. Em média, Cinthia explica que na maioria dos casos a tendência é que o clareamento aconteça em aproximadamente três meses. Mas vale lembrar que isso pode depender de cada gestação e de cada mulher!

Mais mudanças!

Além do escurecimento, as grávidas podem notar pequenas bolinhas na aréola, que se parecem com espinhas. “São as glândulas de Montgomery que tem papel fundamental no preparo das mamas para amamentação. Elas lubrificam aréola e o mamilo na medida certa, e por isso não é necessário fazer mais nada até o momento de amamentar. Somente um preparo tem impacto no sucesso da amamentação: a busca de informações de qualidade!”, conclui Cinthia Calsinski.

Fonte: Revista Pais & Filhos