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Os bancos de leite materno estão com baixo estoque para atender a demanda, por isso a Criogênesis, clínica referência em serviços de coleta e criopreservação de células-tronco e medicina reprodutiva, solicita a colaboração das mães para que doem leite materno. Segundo o Diretor Administrativo da Criogênesis, Dr. Luiz César Espirandelli , a doação é um ato de amor a vida. “Para garantir a saúde dos bebês e imunizá-los contra doenças respiratórias e diarréias, além das doenças crônicas, problemas cardiovasculares, diabetes, hipertensão e osteoporose, eles devem ser amamentados por, pelo menos, seis meses após o parto”, alerta.
Recentemente, o Ministério da Saúde lançou a Campanha Nacional de Doação de Leite Materno 2015, que visa ressaltar a importância da amamentação e também da doação de leite materno, alimento específico, e portanto, completo para o desenvolvimento do bebê, pois contém vitaminas, proteínas, gorduras e água nas quantidades ideais para o recém-nascido.
O especialista ressalta que a doadora de leite materno precisa estar com a saúde em dia, não pode ser fumante, portadora de doença infecto-contagiosa (Hepatite e AIDS) ou usuária de álcool ou drogas. “Existem duas maneiras de retirar o leite: com as mãos ou por meio de bombinhas”, explica o Dr. Espirandelli.
O frasco para armazenamento precisa ser de vidro e com tampa plástica, como os recipientes de café solúvel ou maionese, que devem ser fervidos antes de receber o leite.
Nos bancos de leite materno, após o processo de pasteurização, esse leite é destinado aos bebês prematuros ou internados em centro de tratamento intensivo neonatal.
Outra forma de participar da campanha é doando recipientes para armazenar o leite materno. “Dessa forma incentivamos a todos, que doem recipientes de vidro com tampa plástica para os bancos de leite“, ressalta o Dr. Espirandelli.
Para mais informações e como também os locais disponíveis para doação, consulte: //www.redeblh.fiocruz.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=1532&sid=173
Novo tratamento para tratar a Leucemia Mielóide Crônica
O câncer de sangue, conhecido como Leucemia Mielóide Crônica, é caracterizado por um crescimento descontrolado de glóbulos brancos (leucócitos) na medula óssea. O seu desenvolvimento resulta num desequilíbrio no número de células do sangue no corpo humano.
Este estudo mostra que os compostos descobertos, podem ser desenvolvidos como tratamentos para a leucemia mielóide crônica, por apresentarem um resultado melhor que os medicamentos utilizados atualmente. Já que esta molécula liga-se as enzimas presentes na medula óssea, responsáveis pela produção de glóbulos brancos.
Leia mais: //timesofindia.indiatimes.com/home/science/Pondicherry-University-team-finds-7-new-molecules-to-treat-blood-cancer/articleshow/45084815.cms
Neurônios derivados de células-tronco podem ser utilizados no tratamento de Parkinson.
Pesquisadores da Universidade de Lund, na Suécia, realizaram pesquisas com as células-tronco para tratar Parkinson. Os estudos ainda estão sendo realizados em ratos, contudo os cientistas acreditam que os resultados são promissores e que no futuro já haverão ensaios clínicos.
A doenças de Parkinson é causada pela perda de células produtoras de dopamina no cérebro, as quais regularizam ações, como os movimentos e as emoções.
Os cientistas identificaram, que as células-tronco embrionárias podem ser transformadas em neurônios, produtores de dopamina. Após esta transformação, os pesquisadores injetaram estas células no cérebro de ratos e a doença apresentou sinais de reversão.
Leia mais: The Washington Post (tiered subscription model), BBC, MedicalDaily.com.
Pesquisadores do Hospital Infantil de Pittsburgh, da Universidade de Pittsburgh Medical Center nos Eua, desenvolveram o Pleximmune, um exame de sangue que determina o risco de rejeição de órgãos em crianças que foram submetidas a transplante de fígado ou intestino.
O teste pode determinar se o problema do transplante está relacionado à rejeição e também pode ajudar os médicos a avaliar melhor as doses adequadas de drogas imunossupressoras que são contra a rejeição, contudo carregam efeitos colaterais significativos, como o aumento do risco de infecções e certos tipos de câncer.
Os pesquisadores explicam que o teste identifica a prevalência de uma certa proteína de célula T associada com a rejeição do órgão e que a sua precisão é aproximadamente 80%.
Leia mais: Pittsburgh Post-Gazette