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Esta é uma técnica complementar nos laboratórios de Reprodução Assistida que consiste em fazer uma pequena abertura na zona pelúcida do embrião no terceiro dia de desenvolvimento facilitando assim a eclosão do embrião para a implantação no útero.

Para entender melhor o funcionamento desta técnica, pense no embrião como um ovo, a casca do ovo seria a zona pelúcida, conforme o embrião se desenvolve ele tem que sair dessa casca para implantar no útero, isso acontece por volta do 7º dia de desenvolvimento. Alguns embriões possuem a zona pelúcida espessa ou rígida demais para ser rompida por si só.

É indicada geralmente para embriões descongelados, com zona pelúcida espessa ou em casos de embriões frescos de casais com falhas prévias de implantação.

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As alterações seminais são detectadas através do exame chamado de Espermograma.

Nesse exame verificamos o volume da ejaculação e suas características físico-químicas (cor, viscosidade, pH, aspecto). Microscopicamente analisa-se a quantidade de espermatozoides presentes na amostra assim como a qualidade em relação a movimentação (motilidade), morfologia e vitalidade dos mesmos.

As alterações encontradas neste espermograma são fundamentais para direcionar o tipo de tratamento para um casal que não consegue ter filhos. Existe mais de sessenta causas para relacionadas à alteração seminal, a mais comum é a Varicocele (veias dilatadas na bolsa escrotal) que promove alterações que danificam a produção de espermatozoides.

De modo geral, as alterações se caracterizam pela ausência total de espermatozoides (azoospermia) no ejaculado ou uma baixa quantidade (oligospermia), ainda alterações na morfologia dos espermatozoides(teratospermia) e também alterações na motilidade (astenospermia).

Há casos em que o paciente apresenta boa quantidade de espermatozoides, porém com baixa motilidade, dessa forma os espermatozoides não conseguem chegar até o óvulo naturalmente.

Os parâmetros normais de um Espermograma são:

Volume blt-seta-azul 1,5 ml
Concentração blt-seta-azul 15 milhões de espermatozóides por mililitro de ejaculado.
Motilidade blt-seta-azul 32% de graus A+B
40% de graus A+B+C
Vitalidade blt-seta-azul 58% de vivos
Morfologia blt-seta-azul 4% por Kruger
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A próstata é uma glândula do tamanho de uma castanha de natal que fica localizada logo abaixo da bexiga em volta da uretra e é responsável pela produção de um terço do volume de sêmen ejaculado.

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Alterações na próstata (infecção ou inflamação) estão relacionadas a alterações seminais também, resultando principalmente em uma diminuição no número de espermatozóides vivos e com boa motilidade. Sendo um importante fator de infertilidade masculina.

Essas alterações podem ser detectadas através do espermograma e da cultura seminal. No Espermograma o volume aumenta numa infecção aguda e diminui numa infecção crônica. A viscosidade está aumentada e o liquido fica mais “grosso”. Além disso, em casos de infecção pode haver cheiro forte, secreção de cor amarelada (pus), avermelhada (sangue), marrom (sangue digerido) ou verde (infecção por uma bactéria chamada Gardnerella).
O tratamento é feito a base de Antibióticos e anti-inflamatórios.
Há também outras duas principais doenças da próstata que são: Hiperplasia de Próstata Benigna (HPB) e oCâncer de Próstata (CP).

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Em ambas as doenças temos como principal característica o aumento do tamanho da próstata e por conseqüência alguns sintomas são parecidos como: dor e atraso para iniciar a micção, esforço para finalizar a micção, prolongamento do tempo de micção, jato miccional entrecortado dividindo a micção em 2 ou mais tempos, dificuldade para urinar com a bexiga cheia.

O exame mais recomendado para o diagnóstico é ainda o toque retal associado a exames laboratoriais e de imagem.

O tratamento é baseado no controle do crescimento da próstata, uso de medicações ou ainda retirada da próstata, dependendo de cada caso.

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O hormônio é uma substância química específica fabricada pelo sistema endócrino ou por neurônios altamente especializados. A sua função é exercer uma ação reguladora (indutora ou inibidora) em outros órgãos ou regiões do corpo. Através desse mecanismo é possível a comunicação e controle entre as diversas partes do corpo

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Através do eixo hipotálamo-hipófise-gonadal (HHG) é realizado o controle do ciclo menstrual e ovulação. Quando há falhas no funcionamento de uma das glândulas desse eixo há o comprometimento do funcionamento ovariano e alterações hormonais que causam infertilidade.

Por alterações hormonais, a mulher pode ter períodos sem menstruação (amenorreia). Na presença de ciclos menstruais regulares, a mulher pode não ovular, pode ovular ovócitos imaturos ou ovócitos com alterações (morfológicas e/ou genéticas). Vários distúrbios hormonais contribuem para a disfunção ovulatória, como o excesso de prolactina, dos androgênios (ovário policístico), ou dos hormonios tiroideanos (doenças da tiróide). Nos casos mais graves pode ocorrer insuficiência ovariana prematura, situação em que o ovário deixa de produzir folículos em mulheres com menos 35 anos.

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O fator masculino está em geral associado a várias irregularidades nos parâmetros seminais (número de espermatozóides, motilidade e morfologia). Geralmente os casos de parâmetros seminais ruins (oligospermia, astenozoospermia, teratozoopermia ou azoopermia) estão relacionados com problemas genéticos.

– PESQUISA DE MICRODELEÇÕES NO CROMOSSOMO Y

Uma das causas encontradas para a causa de oligospermia ou azoospermia é devida à presença de microdeleções na região AZF (Fator de azoospermia) localizada no braço longo do cromossomo Y (Yq).

A região AZF está subdividida em 3 sub regiões, cada uma delas contendo informações genéticas específicas. A ausência total ou parcial dessas informações compromete a espermatogênese em maior ou menor grau. Quando alguma dessas regiões está ausente, dizemos que o homem é portador de uma microdeleção em seu cromossomo Y.

Existe um teste molecular que é realizado através de uma técnica chamada de PCR (reação em cadeia da polimerase) capaz de identificar especificamente as regiões do cromossomo Y que se deseja avaliar. Este teste é indicado para pacientes com baixa ou nenhuma produção de espermatozóides.

Importante ressaltar que mesmo tendo a presença de microdeleções, dependendo da região que foi deletada é possível encontrarmos espermatozóides para uso em técnicas de Reprodução Assistida. Entretanto, o casal deve estar ciente que esse é um fator hereditário, ou seja, se a mulher engravidar e nascer um filho homem este também será portador da microdeleção.

– PGS – PESQUISA DE ANEUPLOIDIAS NOS ESPERMATOZÓIDES

A análise do espermatozoide pela técnica de hibridização por fluorescência de in situ (FISH) de homens inférteis com cariótipo normal mostrou aumento nos níveis de espermatozóides aneuplóides e diplóides em que os cromossomos sexuais são os mais afetados. Este aumento é maior em homens oligoastenoteratozoospérmicos graves, com menos de 5 milhões de espermatozóides / ml e em homens azoospérmicos.

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A presença de espermatozóides cromossomicamente anormais tem sido relacionado em abortos recorrentes e, mais recentemente, com repetitivas falhas de ICSI. O diagnóstico genético pré-implantatório para triagem de aneuploidias (PGS) tem sido proposta como uma ferramenta para detectar possíveis anormalidades cromossômicas no embrião antes da sua substituição ao útero. A aplicação da PGS, em casais com uma alta incidência de anormalidades cromossômicas ou espermatozoides com cariótipo 47, XYY revelou uma alta incidência de embriões cromossomicamente anormais e, consequentemente, permite melhorar a sua performance reprodutiva.

– TESTE DA ESTRUTURA DA CROMATINA DO ESPERMATOZÓIDE – TECE

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O TECE é uma medida estatisticamente significante da infertilidade masculina e mostra que a presença de altos níveis de fragmentação tem estreita relação com insucesso gestacional mesmo em pacientes com espermograma normal.

O valor de corte estabelecido para sub/infertilidade é de 30% para o Índice de Fragmentação do DNA (IFD). Valores acima deste limite não excluem a possibilidade de fertilização normal, desenvolvimento embrionário e uma gestação a termo, porém esta associado com uma redução significante de gestação e aproximadamente o dobro de abortos.

Além disso, o TECE avalia também a porcentagem de espermatozóides imaturos, mostrando (quando superior a 15%) uma fertilização reduzida e indicando ICSI.

A fragmentação do DNA pode resultar de múltiplos fatores como: dieta, uso de drogas, febre alta, temperatura testicular elevada, poluição, fumo e idade avançada. Com exceção da idade, a exposição a estes fatores pode ser transitória, havendo uma melhora da fragmentação do DNA com o decorrer do tempo.

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