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CLASSIC LIST


Atualmente vêm crescendo o número de mulheres que adiam o sonho da maternidade para se dedicar à carreira, estudos e ao mercado de trabalho.

Nestes casos, a criopreservação de óvulos apresenta-se como uma técnica moderna e alternativa para a preservação da fertilidade feminina pois possibilita à mulher estocar e preservar seus óvulos jovens antes de perder a qualidade ou a total função ovariana, permitindo que, mais tarde, quando estiver decidida, obtenha sucesso na gravidez.

O congelamento de óvulos é realizado através do método de vitrificação, que protege a célula e mantém suas funções. Como os óvulos são células grandes e cheias de água em sua composição, elas são desidratadas e depois imersas em um meio crioprotetor para serem congeladas. A técnica de vitrificação permite que o congelamento seja tão rápido que não se formam aquelas espículas que vemos num bloco de gelo e, portanto; diminuem a chance de causar dano as estruturas do óvulo.

Alguns tipos de drogas utilizadas no tratamento quimioterápico para câncer podem causar infertilidade, tanto no homem, como na mulher, como por exemplo a Ciclofosfamida. Os oncologistas, por meio de pesquisas, constataram que drogas quimioterápicas utilizadas, principalmente, nos tratamentos de linfomas, de leucemias e de câncer de mama causam taxas de infertilidade acima de 50%, para ambos os sexos. Os remédios do composto quimioterápico para matar as células cancerosas podem também destruir as células que originam os óvulos e os espermatozóides.

Dessa forma o congelamento de óvulos ou mesmo do tecido ovariano pode ser realizado previamente ao tratamento do câncer para preservação de sua fertilidade.

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Para mais informações sobre os procedimentos realizados na Reprodução Humana, como fertilização in vitro (FIV), inseminação artificial, congelamento de óvulos, congelamento de sêmen, agende uma consulta: 08007732166 / 11 5536-9246


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O sistema imune é o principal mecanismo de defesa do nosso corpo contra agentes externos, ou seja, que não fazem parte do organismo.

Sabemos que o sistema imune está sempre “de prontidão” para atacar e destruir tudo o que não faz parte do nosso organismo, ou seja, que tem características estranhas a ele. Assim, é natural a pergunta: como acontece durante a gestação quando um novo ser, que tem metade de sua carga genética compatível com o organismo do pai, começa a se desenvolver dentro do útero materno?

Sabe-se que o útero funciona como uma barreira para o sistema imune não atacar o feto. No entanto, acredita-se que para uma gestação ser bem sucedida, deve haver pouca compatibilidade genética entre a mãe e o feto.

Acredita-se que o sistema imune materno possua mecanismos para reconhecimento de um feto com carga genética diferente e, com isso, consiga protegê-lo contra a destruição. Haveria, assim, a produção dos chamados anticorpos bloqueadores que protegeriam o embrião recém-implantado no útero. Este tipo de resposta recebe o nome de aloimunidade.

Quando não existe grande variabilidade genética, por outro lado, entre o homem e a mulher, mesmo que eles não sejam parentes, tais anticorpos não são produzidos, deixando o embrião susceptível ao ataque do sistema imune. Este seria o mecanismo para evitar que fetos geneticamente semelhantes fossem gerados.

Geralmente quando existe essa semelhança genética e os anticorpos bloqueadores não são produzidos o embrião fica suscetível ao ataque do sistema imunológico materno. Estes são casos de abortos de repetição ou falhas de implantação do embrião após tratamento de Fertilização in vitro.

É para tais casos que costumamos indicar um tratamento imunológico baseado na utilização de vacinas produzidas com linfócitos presentes no sangue do pai, que são injetados no organismo da mãe com o intuito de estimular, por uma via diferente, a produção de anticorpos contra o HLA paterno, que poderão, assim, ter o efeito protetor numa gravidez subseqüente. Esta é a teoria que justifica o tratamento de imunização com linfócitos paternos (ILP) para casos de abortamentos de repetição de causa aloimune.

A avaliação da presença de tais anticorpos é feita com um exame denominado Cross-Match (realizado por Citometria de Fluxo Quantitativa), que pesquisa a existência de anticorpos contra linfócitos paternos no sangue da mãe. Os resultados dos exames de Cross-Match são usados para indicar o tratamento e para monitorizar a resposta materna à aplicação das vacinas (ILP).

Para mais informações sobre os procedimentos realizados na Reprodução Humana, como fertilização in vitro (FIV), inseminação artificial, congelamento de óvulos, congelamento de sêmen, agende uma consulta: 08007732166 / 11 5536-9246



Muitas mulheres acreditam que enquanto têm ciclos menstruais, ainda ovulam e podem portanto engravidar. Entretanto isso não é uma verdade.

Hoje em dia ocorre um fenômeno da sociedade moderna no qual a mulher da prioridade aos estudos, carreira profissional e estabilidade financeira e com isso posterga a gravidez e quando resolver ter filhos poderá ter mais dificuldades.

Quando a mulher ainda é um bebê dentro do corpo de sua mãe seus ovários contém cerca de 7 milhões de óvulos. Esse número cai para 2 milhões ao nascimento e quando ela atinge a puberdade tem aproximadamente 400.000 óvulos. Aos 37 anos ela apresenta 25 mil óvulos e daí por diante o decréscimo é rápido até chegar à última menstruação chamada de menopausa.

Por outro lado os óvulos podem apresentar algumas alterações genéticas que poderão levar a formação de uma criança com alguma síndrome genética (Síndrome de Down) ou a alterações genéticas menores principalmente relativas a número, ausência ou troca de partes cromossômicas levando a aneuploidia. As aneuploidias são responsáveis por 65 a 80% dos abortamentos do primeiro trimestre de gravidez.

Com 25 anos 17% dos óvulos de uma mulher tem algum tipo de alteração genética e com 40 anos essa taxa aumenta para 79%, isso ocorre pois o óvulo envelhece e está submetido aos diversos fatores estressantes e contaminantes que a mulher foi submetida ao longo de sua vida, causando assim um desarranjo cromossômico.

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Figura 1 Figura 2
As figuras acima mostram o alinhamento cromossômico (pontos vermelhos) de um óvulo normal de uma mulher jovem (Figura 1) e na Figura 2 observa-se o desarranjo cromossômico de um óvulo alterado de uma mulher com idade avançada, justificando o aumento da incidência de aneuploidias.

Desse modo, as pacientes com mais de 37 anos estão numa fase com um número menor de óvulos e destes quase 80% não tem qualidade suficiente para evoluir.

Por isso a chance de uma mulher de 40 anos engravidar por ano é de apenas 7%. Se compararmos com a chance de uma mulher com menos de 35 anos que é de 92% por ano é muito pouco.

Através da realização de exames pode-se avaliar a “reserva ovariana” e saber se a mulher ainda tem óvulos, assim podemos indicar um tratamento com FIV ou aconselhar a paciente a utilizar da ovodoação para engravidar. Nos casos de FIV em que a paciente utiliza os próprios óvulos é indicado a realização do Diagnóstico Genético Pré-implantacional (PGD) para detecção de alterações cromossômicas nos embriões antes de serem colocados no útero materno.

Para mais informações sobre os procedimentos realizados na Reprodução Humana, fertilização in vitro (FIV), coleta de óvulos e coleta de sêmen, agende uma consulta: 08007732166 / 11 5536-9246



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A avaliação da cavidade uterina é imprescindível na pesquisa diagnóstica tanto da paciente que não consegue obter uma gravidez de forma natural, como daquela com histórico de abortamentos. A histeroscopia é um exame que com auxílio de uma pequena câmera (óptica) permite ao médico analisar diretamente a cavidade uterina da paciente e encontrar alterações que, de outra forma, estariam ocultas.

Histeroscopia diagnóstica: geralmente é feita em consultório (ambulatório). Através da introdução no útero de uma óptica via vaginal é possível examinar em detalhes o interior do útero e realizar biópsia se necessário.

Histeroscopia cirúrgica: é feita no centro cirúrgico com uso de sedação. Usada como forma de tratamento para retiradas de miomas submucosos, pólipos, aderências (sinéquias intra-uterinas) e septos.

Para as nossas clientes da Medicina Reprodutiva, segue o preparo prévio necessário para este exame.

Preparo Histeroscopia Diagnóstica:

I – Critérios de realização
– Este exame é realizado somente com pedido médico.
– Esse exame não é realizado em gestantes nem em mulheres com suspeita de gravidez, infecção urinária e endometrite (infecção uterina).
– De preferência, a histeroscopia deve ser feita entre o 8º e o 15º dia do ciclo menstrual, contando-se a partir do primeiro dia da menstruação, que é o período que reúne as melhores condições técnicas para esta avaliação. O exame, porém, pode ser realizado fora desse período, conforme solicitação médica ou necessidades pessoais da cliente.
– Apresentar exames anteriores relativos ao quadro clínico (ultra-sonografias de abdome total, pélvica e transvaginal, histerossalpingografia e histeroscopia anterior).

Observações:
– A presença de corrimento vaginal não impede a realização do exame.
– Idealmente, não fazer o procedimento durante a menstruação. O sangramento, se em grande quantidade, dificulta a visualização da cavidade uterina durante o exame e este pode resultar inconclusivo em tais condições.
– Em 95% das vezes o exame é efetuado sem anestesia, mas em um pequeno número de casos a sedação poderá ser realizada. Neste caso, é necessária uma solicitação médica de anestesia.
– Quando houver necessidade, será realizada biópsia e o material colhido é enviado para exame anatomopatológico.

II – Preparo
– Recomenda-se tomar analgésico (Lisador®, Buscopan® composto, Tylenol®, Ponstan® ou similares) duas horas antes do exame.

III- Observações
– Se houver a necessidade da realização de biópsias, haverá a inclusão e cobrança dos exames anatomopatológicos de cada lesão diferente que for biopsiada. Muitas vezes só é possível saber isso durante a realização do procedimento.

Para mais informações sobre os procedimentos realizados, os tratamentos oferecidos, agende uma consulta pelo: 08007732166 / 11 5536-9246

*Oferemos alguns exames e tratamentos específicos para nossos clientes.



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A ultrassonografia é um método de diagnóstico que se baseia na reflexão do som, dessa forma o equipamento utilizado libera ondas sonoras em uma frequência que o ouvido humano não consegue captar. Os ultrassons liberados batem nos tecidos e com isso o equipamento faz uma “leitura” da absorção das ondas e gera uma imagem. Este método é muito vantajoso pois capta imagens em tempo real sem causar danos biológicos ou comprometer as delicadas estruturas do nosso corpo, sem agressividade e, normalmente, sem produzir nenhuma dor.

Segue abaixo a relação de exames que realizamos com nossas clientes da Medicina Reprodutiva. 

  • Membros Inferiores com Doppler

    Ultrassonografia de Membros Inferiores com Doppler:
    – Este exame não necessita de preparo.
    – Devem ser apresentados resultados anteriores, se houver.
    – Não deve-se passar cremes na região a ser analisada.
    – É necessário vir com roupa íntima (calcinha ou cueca do tipo sunga). Clientes do sexo masculino não devem vir com cueca do tipo samba-canção

  • Abdomen Total

    Ultrassonografia Abdômen Total: Jejum de 6 horas. Tomar 6 copos de água uma hora e meia antes do horário marcado para a realização do exame; Não urinar – estar com a bexiga cheia.

  • Bolsa Escrotal

    Ultrassonografia Bolsa Escrotal: Trazer exames anteriores se tiver; Chegar 30 minutos antes do horário marcado.

  • Mamas

    Ultrassonografia Mamas: No dia do exame não passar nenhum produto, como desodorante, creme, hidratante, talco, na região das mamas e axilas; Trazer exames anteriores; chegar 30 minutos antes do horário marcado.

  • Obstétrico

    Ultrassonografia Obstétrica Morfológico: Ingerir 06 copos de água uma hora e meia antes do exame e não urinar; Trazer exames anteriores; Chegar 30 minutos antes do horário marcado.

  • Abdomen Superior

    Ultrassonografia Abdômen Superior: Jejum de 6 horas; Não é necessário suspender os medicamentos.

  • Pélvico

    Ultrassonografia Pélvica: Chegar com a bexiga cheia (beber de 4 a 6 copos de líquido, uma hora antes do exame e não urinar);

  • Tireóide

    Ultrassonografia de Tireóide: Não passar cremes e perfumes na região do pescoço.

  • Obstétrico Morfológico

    Ultrassonografia Obstétrica:
    – Inicial (até 03 meses): Chegar com a bexiga cheia (beber de 4 a 6 copos de líquido, uma hora antes do exame e não urinar).
    – a partir da 12º semana de gestação: Trazer exames anteriores; Chegar 30 minutos antes do horário marcado.

  • Vias Urinárias

    Ultrassonografia de Vias Urinárias: Estar com a bexiga cheia (Ingerir 06 copos de água uma hora e meia antes do exame e não urinar); Não é necessário suspender os medicamentos;

  • Transvaginal (Ginecológico)

    Ultrassonografia Transvaginal Para o exame pélvico transvaginal, se possível, tomar 40 gotas de luftal® de 8/8 horas no dia anterior ao exame.

  • Próstata Via Abdominal

    Ultrassonografia de Próstata Via Abdominal: Chegar com a bexiga cheia (beber de 4 a 6 copos de líquido, uma hora antes do exame e não urinar).

  • Obstétrico com Doppler

    Ultrassom Obstétrico Doppler: O Ultrassom Obstétrico com Doppler é realizado a partir da 12º semana de gestação e tem objetivo de avaliar a vitalidade fetal. Não é necessário preparo prévio.

  • Articulações

    Ultrassonografia de Articulações: Não passar cremes e óleos corporais na região a ser analisada.

  • Próstata Transretal

    Ultrassom de Próstata Transretal: Supositório de glicerina, colocar 2 supositórios por via transretal 2 horas antes do exame
    com Biópsia: Tomar Via Oral: Bactrim F® (500mg), tomar um comprimido de 12/12 horas, iniciando um dia antes do exame.

  • Transvaginal para Controle de Ovulação

    Ultrassonografia Transvaginal para controle de Ovulação: para o exame transvaginal para controle de ovulação, é necessário esvaziar a bexiga antes do exame (bexiga vazia).

Para mais informações sobre os procedimentos realizados na Reprodução Humana, tratamentos como fertilização in vitro (FIV), inseminação artificial, congelamento de óvulos, congelamento de sêmen, agende uma consulta: 08007732166 / 11 5536-9246.

*Alguns procedimentos e exames são exclusivos para os nossos clientes.



As disfunções sexuais que impedem o ato sexual também são consideradas como fatores de infertilidade. No homem as disfunções sexuais estão relacionadas a diversas causas: Libido (baixa libido ou desejo sexual), de ereção (também chamada de impotência), de ejaculação (anejaculação), ejaculção precoce e de orgasmo. Na mulher as principais disfunções são de falta de libido, de orgasmo e de dor na relação (vaginismo ou Dispareunia).

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A ausência de libido completa dificulta muito para o homem ter relação sexual, pois não existe desejo sexual. No caso de falha de ereção o coito torna-se incompleto ou mesmo sem penetração. Na ausência de ejaculação (anejaculação) não existe o depósito do sêmen na vagina.

Todos estes fatores impedem que o ato sexual seja consumado, portanto impossibilitando que o sêmen seja colocado na vagina para posterior migração e fecundação do óvulo.

No caso feminino tanto a dor no ato sexual (Dispareunia) como a incapacidade de penetração por contrações vaginais intensas (vaginismo) impedem a consumação do ato sexual. Na Dispareunia devemos procurar a causa do problema e no vaginismo é necessário um acompanhamento psicológico do caso.

No caso da libido a reposição hormonal masculina corrige o problema a não ser que tenha um fundo psicológico. No caso de ereção tanto a reposição hormonal como cirurgias podem tratar o problema. No caso de anejaculação podemos retirar o sêmen diretamente da bexiga ou fazer uma punção aspirativa dos testículos ou epidídimos para uso em técnicas de Reprodução Assistida.

Caso tenha mais dúvidas, agende uma consulta com nosso especialista.

Para mais informações sobre os procedimentos realizados na Reprodução Humana, como fertilização in vitro (FIV), inseminação artificial, congelamento de óvulos, congelamento de sêmen, agende uma consulta: 08007732166 / 11 5536-9246



Graças aos recentes avanços no campo da fertilização in vitro (FIV), onde centenas de bebês saudáveis vieram ao mundo por meio desta nova tecnologia e ao avanço extraordinário da ciência da reprodução humana, hoje pode-se proporcionar tranqüilidade e segurança aos casais que, por diversos motivos, precisam certificar-se da qualidade da saúde ou mesmo do sexo dos embriões que serão implantados no útero através desta moderna e promissora técnica que permite realizar o diagnóstico genético de gametas e embriões antes mesmo de sua implantação no útero materno. Para a realização desta análise genética, é necessário realizar a biópsia do embrião, processo pelo qual se faz uma pequena abertura com LASER e se retira uma célula (blastômero) do embrião em terceiro dia de vida laboratorial que apresenta-se com 8 células. A retirada dessa célula não causa prejuízo ao desenvolvimento do embrião e permite assim analisar se aquele embrião possui ou não alteração genética.

Após a retirada, o blastômero é então fixado em uma lâmina para a avaliação citogenética com uso de duas metodologias: a hibridização por fluorescência in situ (FISH) que identifica principalmente alterações cromossomicas, e a Reação em Cadeia da Polimerase (PCR) capaz de identificar alterações gênicas.

Atualmente o PGD tem sido utilizado também como um esforço de melhorar as taxas de gestação ao identificar os embriões que são cromossomicamente normais, sabe-se que aproximadamente 50% dos embriões produzidos em laboratório apresentam uma alteração cromossômica, sendo maior esse número em pacientes com idade reprodutiva avançada (>37 anos).

Portanto, o PGD é um teste capaz de diagnosticar desordens genéticas de um embrião antes da concepção da gestação. Assim sendo, além de melhorar os resultados da FIV, também auxilia casais com risco reprodutivo a vir a ter filhos livres da doença.

A técnica de PGD, ou biópsia embrionária, contempla as seguintes finalidades terapêuticas:

  • O sexo de um embrião pode ser confiavelmente determinado, dessa forma, doenças ligadas ao sexo podem ser determinadas e evitadas.
  • Determinação e prevenção das doenças ligadas ao cromossomo X, como a hemofilia, a distrofia muscular de Duchenne e o retardo mental ligado ao cromossomo X (síndrome do x frágil).
  • Determinação das aneuploidias (erro no número de cromossomos) – a mais conhecida é Síndrome de Down em que o embrião possui um cromossomo 21 a mais, estima-se que a incidência dessa doença seja de 1/660 nascimentos, para meluheres com idade de 40 anos é de 1/110, em idade de 45 é de 1/32 e aos 49 de 1/11. Outras aneuploidias também podem ser detectadas.
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Figura 1 Figura 2

As imagens acima representam o resultado de uma análise por FISH em que cada cor representa um par de cromossomo analisado, nesse caso 4 cromossomos foram analisados. Na figura 1 observa-se um resultado normal, e na figura 2 um resultado alterado em o embrião apresenta uma trissomia do cromossomo 21, pois tem 3 pontos verdes (seta branca).

  • Doenças gênicas também podem ser prevenidas, como a fibrose cística (alteração no cromossomo 7), a doença de Tay-Sachs (predominante em famílias judias), a anemia falciforme e outras centenas de patologias.

Para mais informações sobre os procedimentos realizados na Reprodução Humana, os serviços que oferecemos exclusivamente para os nossos clientes, agende uma consulta pelo 08007732166 / 11 5536-9246

Saiba mais também sobre os tratamentos: Fertilização In Vitro (FIV), Inseminação Artificial, Coito Programado e o congelamento de sêmen e congelamento de óvulos.



Os Testículos são formados a partir de pequenas massas de células localizadas junto aos rins no embrião. Com o desenvolvimento do embrião essa massa vai crescendo e se dirige a bolsa escrotal onde vão se alojar. No percurso passam pelo canal inguinal formado por um espaço entra a musculatura abdominal.

Quando essa descida não é completa ao nascimento temos o chamado Criptorquidismo (Cripto=escondido e orquis=testículo). Os testículos “param sua migração” e permanecem em vários pontos do trajeto. Desse modo podemos ter testículos que ficam na cavidade abdominal, que ficam no canal inguinal, que ficam “altos” na bolsa escrotal e os que são retrateis passando para fora e para dentro do canal inguinal. Essa parada pode ocorrer em um ou nos dois testículos.

Os testículos ficam externamente ao corpo para manter a temperatura ideal para formação dos espermatozóides (3 graus a menos do que a temperatura do corpo). Existe um músculo encarregado de modificar a posição dos testículos para manter a temperatura. Desse modo no valor os testículos ficam longe do corpo e no inverno ficam perto do corpo.

Quando eles ficam dentro do corpo a alta temperatura afeta a produção dos testículos levando a um dano total das células. Por isso a correção da criptorquidia deve ser feita até os dois anos de idade.

O tratamento pode ser clínico ou cirúrgico dependendo da posição dos testículos. Se estiverem na cavidade abdominal pode se administrar hormônios para estimular o aumento dos testículos com conseqüente aumento do peso facilitando sua descida. Se o tratamento não tiver sucesso recomenda-se a retirada dos testículos para evitar a formação futura de um tumor.

Se os testículos estiverem no canal ou forem retráteis pode se tentar também o tratamento hormonal ou a cirurgia de fixação dos testículos.

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Para mais informações sobre os procedimentos realizados na Reprodução Humana, para coleta de sêmen, coleta de óvulos, fertilização in vitro, inseminação artificial, agende uma consulta: 08007732166 / 11 5536-9246



O CGH-array é uma importante ferramenta no Diagnóstico Genético Pré-implantacional na tentativa de selecionar os embriões mais propensos a ter um cariótipo normal e, conseqüentemente aumentar a probabilidade de implantação e de desenvolvimento em uma criança saudável.

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Trata-se de uma recente técnica disponível no Brasil a partir de 2010, tendo sido aplicada com sucesso pela primeira vez em uma paciente de 38 anos de idade, com falhas repetidas de implantação após diversas tentativas de fertilização in vitro e já havia realizado análise genética dos embriões em ciclos anteriores de apenas 5 cromossomos pela técnica de FISH que foram transferidos aqueles considerados sem alterações, porém sem sucesso de gravidez.

A análise CGH em blastômeros biopsiados encontrou um em cinco embriões como normal para todos os cromossomos. Este embrião foi transferido e resultou no nascimento de um bebê saudável.

A fim de manter as taxas de gestação satisfatórias e reduzir o número de embriões transferidos, é essencial identificar os embriões com maior potencial para a formação de uma gravidez e garantir que esses embriões sejam uma prioridade na transferência. Atualmente, a decisão de quais embriões serão utilizados é feita com base na sua capacidade de crescer até o estágio de blastocisto e nos critérios morfológicos analisados pelo embriologista. Infelizmente, essas análises não fornecem informações sobre o número de cópias cromossômicas, que é um dos aspectos mais importantes na viabilidade embrionária. Sabe-se que cerca de 37% dos embriões trissômicos atingem o estágio de blastocisto e 70% dos embriões morfologicamente normais são aneuplóides.

A maioria dos erros cromossômicos é incompatível com a implantação ou o nascimento e, portanto previstos para afetar negativamente os tratamentos de reprodução assistida.

A hibridização genômica comparativa é uma técnica ideal para o diagnóstico genético pré-implantacional, pois realiza o cariótipo completo de todos os 46 cromossomos, fornecendo uma ferramenta poderosa para uma análise confiável de aneuploidias em oócitos e embriões e, permitindo a transferência de embriões “competentes”, podendo aumentar a taxa de gestação em até 80%.

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Como é realizada esta técnica?

Para aplicação desta técnica é necessária a realização da biópsia do embrião em estágio de blastocisto (embrião no 5º dia de desenvolvimento) em que são retiradas algumas células que dariam origem a placenta (trofodérmicas) sem afetar as que dariam origem ao feto e sem prejudicar o desenvolvimento do embrião e da placenta.

Indicações da técnica de CGH?

  • Mulheres com idade >37 anos;
  • Paciente com histórico de alterações genéticas na família;
  • Casais de FIV com falhas repetidas no tratamento;
  • Mulheres com histórico de abortos repetidos;

Limitações da técnica

Nem todos os embriões produzidos no laboratório chegarão ao estágio de blastocisto, estudos revelam que aproximadamente um em cada 3 embriões terão competência para o desenvolvimento até o quinto dia, ou seja, a aplicação desta técnica é geralmente limitada a um número baixo de embriões ou pode nem ser realizada pois nenhum pode chegar até blastocisto devido essa seleção natural.

Como já citado anteriormente, estudos revelam que cerca de 70% dos embriões morfologicamente normais podem apresentar alterações cromossômicas, sendo assim corre-se o risco de realizar o CGH e todos embriões analisados serem alterados cromossomicamente.

Portanto, é importante que o casal esteja ciente que nessas duas situações pode-se não ter embriões para transferência, no entanto este fato relaciona-se a uma antecipação de um resultado negativo de gravidez caso fossem transferidos os embriões.

Oferemos alguns exames e tratamentos específicos para nossos clientes.

Agende uma consulta e conheça mais sobre os procedimentos de reprodução humana, os tratamentos de infertilidade, congelamento de óvulos e congelamento de sêmen.



Congelamento de Sêmen e Óvulos

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Preservar a fertilidade antes de tratamento médico ou circunstâncias especiais é a melhor maneira de proteger sua capacidade reprodutiva no futuro. Cerca de 5% da população diagnosticada com câncer neste ano terá idade inferior a 35 anos. Com o avanço nos tratamentos e diagnósticos cada vez mais precoce, a taxa média de sobrevida desses pacientes é de 70%.

Entretanto, os tratamentos com quimioterapia e radioterapia utilizados podem levar à infertilidade. Atualmente, com o avanço das tecnologias reprodutivas é possível congelar e armazenar por tempo indeterminado as células germinativas (espermatozoides e óvulos), embriões e tecido ovariano para no futuro serem utilizados com auxílio de técnicas de reprodução assistida, preservando assim a capacidade reprodutiva.

Veja algumas situações em que recomendamos o armazenamento prévio de gametas (sêmen e óvulos):

  • Tratamento de Câncer
  • Cirurgias (testicular, próstata e ovários)
  • Realizar vasectomia
  • Pacientes em tratamento de FIV e por algum motivo o marido não estará presente no dia da coleta para fertilização do óvulo.
  • Pacientes que trabalham expostos a materiais perigosos e contaminantes (risco ocupacional)
  • Pacientes expostos a toxinas ambientais e contaminantes químicos (chumbo, agrotóxicos, radiação)
  • Programas de Doação de gametas

Para a segurança e de acordo com a legislação vigente para o armazenamento é necessário a realização prévia de exames de sorologia para triagem.

Saiba mais sobre a coleta e o armazenamento de sêmen e óvulos , entre em contato pelo 0800 773 2166.

Saiba também sobre exames, espermograma, tratamentos como FIV, Inseminação e criopreservação dos gametas.