Blog

CLASSIC LIST


O avanço e desenvolvimento das técnicas de Reprodução Assistida e dos protocolos de estimulação ovariana, podem desencadear um alto índice de óvulos e pré-embriões nos tratamentos de FIV, ou seja, número acima do necessário para transferência.

Devido a isso foram desenvolvidos métodos responsáveis por manter esses pré-embriões armazenados e íntegros para um posterior tratamento, através do congelamento e armazenamento em nitrogênio líquido a uma temperatura de -196ºC.

Um programa de criopreservação tem como principal objetivo causar o menor dano possível no momento em que os embriões estiverem expostos a uma temperatura extremamente baixa e não-fisiológica. Durante o processo de criopreservação de embriões alguns fatores devem ser considerados, como: idade da paciente, quantidade e qualidade dos embriões criopreservados.

Recomenda-se este procedimento quando durante o tratamento ocorrer embriões excedentes de boa qualidade, para utilizar em uma nova e futura tentativa de engravidar, poupando a paciente da estimulação ovariana e dispensando a necessidade de nova aspiração de óvulos e novos gastos com medicações. O tempo de armazenagem em nitrogênio líquido é indeterminado.

img-criopreservacao

 

Para mais informações sobre os procedimentos realizados na Reprodução Humana, como fertilização in vitro (FIV), inseminação artificial, congelamento de óvulos, congelamento de sêmen, agende uma consulta: 08007732166 / 11 5536-9246



A endometriose é uma doença feminina na qual o tecido que reveste o útero, chamado de endométrio, aparece em outros locais do corpo. Nestes locais ele se implanta e passa a funcionar como se estivesse dentro do útero. Quando ocorre a menstruação ele também “menstrua” causando a formação de uma ferida interna. Isso pode levar a formação de aderências e pode causar dor. Dependendo do local a endometriose pode causar dor durante a relação sexual chamada de Dispareunia, pois o pênis “encosta” na ferida. Do mesmo modo uma lesão no corpo do útero pode causar dor durante as contrações uterinas levando a uma menstruação dolorosa chamada de Dismenorréia.

Dor na relação

A mulher se queixa de dor na relação relacionada principalmente quando a posição sexual propicia uma penetração mais profunda. Não se deve confundir este tipo de dor com as causadas por patologias vaginais. Nas patologias vaginais ocorrem outros sintomas como vermelhidão, corrimento de cor branca, amarelada, avermelhada ou esverdeada, e coceira ou ardor no local.

Dor menstrual

A dor na menstruação pode ser muito intensa levando a paciente ao pronto socorro. De um modo geral as dores cessam com uso de medicações específicas para dor, mas algumas pacientes necessitam de internação. Ela ocorre quando a endometriose está localizada na parte de fora do útero e durante a contração para expulsão da menstruação a “ferida” é ativada.

Tratamento clínico

O tratamento clínico é paliativo e temporário uma vez que não há regressão completa da doença. Utiliza-se em conjunto com a cirurgia de Videolaparoscopia e se a paciente não quiser engravidar se mantém até que ela chegue à menopausa. De um modo geral segue se a máxima de que a gravidez curaria a endometriose. Isso não é verdade pois uma revisão algum tempo depois do parto mostra que a endometriose volta a aparecer. Os tratamentos clínicos usam medicações que simulam uma gravidez com ausência de menstruação por nove meses.

Tratamento cirúrgico

img-endometriose

O tratamento cirúrgico faz uma “limpeza” dos focos, porém também não resolve o problema em definitivo. Pode ser feita de modo tradicional abrindo o abdômen, mas a técnica mais usada é a Videolaparoscopia onde se opera com auxilio de uma câmera interna. Em muitos casos a limpeza não é suficiente para engravidar e a paciente tem que se submeter a um tratamento de Reprodução Assistida.

Locais

Normalmente os locais de inserção estão localizados na pelve principalmente nas paredes do abdome, no útero ou nos ovários. Entretanto já foram encontrados focos no ouvido e nariz.

Gravidez

Para quem quer engravidar recomenda-se o uso de uma das técnicas de Reprodução Assistida, sendo que nos casos mais graves recomenda-se a Fertilização In Vitro ou Bebe de proveta.

Para mais informações sobre os procedimentos realizados na Reprodução Humana, como fertilização in vitro (FIV), inseminação artificial, congelamento de óvulos, congelamento de sêmen, agende uma consulta: 08007732166 / 11 5536-9246



O fator tubário é um dos fatores mais comum de infertilidade na mulher, acomete aproximadamente 30% dos casos. Muitas pessoas pensam que este fator está associado somente à obstrução das trompas, mas outros fatores também podem influir no processo. De modo geral temos as obstruções, as aderências e fatores externos. Em todos eles ocorre um processo inflamatório que danifica a tuba uterina. Entre esses processos estão às cirurgias (não necessariamente só ginecológicas), as infecções, as inflamações, a endometriose, ovulações com hemorragia e etc.

Um erro comum que encontramos no dia a dia ocorre no exame de histerossalpingografia. Nesse exame, se injeta um contraste no útero que preenche a cavidade uterina e as tubas uterinas geralmente para verificar se há alguma obstrução. Muitas vezes, erroneamente observamos que no laudo está escrito dentro da normalidade porque houve passagem do contraste, mas não é possível detectar qualquer movimentação das tubas ou verifica-se que estão em posições altas e fixas significando que não pérvias, ou seja; passa o contraste, mas são fixas diminuindo a chance de captação dos óvulos e conseqüentemente da fertilidade. Esses casos são chamados de fator tubário menor.

Quando ocorre um fator tubário não obstrutivo aumenta as chance de uma gravidez ectópica tubária. A incidência de gravidez tubária na população em geral é de 5% e quando existe um fator tubário menor a chance aumenta para 50%.

A indicação dos tratamentos depende sempre da qualidade das tubas. No coito programado e na inseminação artificial sempre precisamos das tubas íntegras. No caso de obstrução ou laqueadura indica-se a Fertilização In Vitro.

img-tubareos

Para mais informações sobre os procedimentos realizados na Reprodução Humana, tratamentos como fertilização in vitro (FIV), inseminação artificial, congelamento de óvulos, congelamento de sêmen, agende uma consulta: 08007732166 / 11 5536-9246



A ICSI é uma técnica que teve seu advento na década de 90, essa técnica possibilitou casais com fator masculino severo – com pouco ou nenhum espermatozóide no ejaculado e homens vasectomizados – terem filhos. Mais recente e com melhores resultados que a FIV, através dessa técnica as chances de sucesso podem ultrapassar os 50% por tentativa.

img-injecao01 Figura 1

Basicamente, essa técnica consiste na injeção de um espermatozóide diretamente dentro de um óvulo, ou seja, após a retirada e preparo dos óvulos e do preparo seminal no laboratório, pelo microscópio e com auxílio de um sofisticado equipamento de micro manipulação que inclui uma micropipeta de injeção (cuja a ponta é mais fina que um fio de cabelo), o embriologista selecionará e imobilizará os espermatozóides (Figura 1).

img-injecao02 Figura 2

Os espermatozóides selecionados serão injetados e colocados dentro dos óvulos (Figuras 2), sendo injetado apenas 1 espermatozóide em cada óvulo.

Após a injeção, os óvulos são colocados em uma placa com meio de cultura dentro de uma incubadora, isso proporcionará nutrição, controle de temperatura (37ºC), de umidade e abrigo de luz, imitando assim o ambiente uterino.

img-injecao03 Figura 3

No dia seguinte ao contato do espermatozóide com o óvulo, verifica-se a fertilização (Figura 3) e seu desenvolvimento até o 3º dia (Figura 4.) Após a retirada dos óvulos, os embriões são avaliados e classificados de acordo com parâmetros internacionais. Selecionam-se os melhores embriões para serem transferidos ao útero materno.

img-injecao04 Figura 4: Embrião 3º dia

O dia da transferência será determinado pelo laboratório de acordo com cada caso especifico. A transferência é um procedimento simples e indolor, não é necessário anestesia. Os embriões são colocados em um cateter que o Médico utiliza para depositá-los no fundo do útero.

Para mais informações sobre os procedimentos realizados na Reprodução Humana, como fertilização in vitro (FIV), inseminação artificial, congelamento de óvulos, congelamento de sêmen, agende uma consulta: 08007732166 / 11 5536-9246



A Inseminação Artificial é um procedimento relativamente simples e rápido, por ser indolor é realizado sem anestesia. Esta técnica é indicada quando há leve alteração na concentração ou motilidade dos espermatozóides. A principal indicação relacionada ao fator feminino decorre de distúrbios ovulatórios leves, corrigidos durante a indução medicamentosa da ovulação. Também é indicada quando o muco cervical se “torna hostil” aos espermatozóides.

A técnica de IIU (Inseminação Intra-Uterina) é subseqüente a uma prévia estimulação ovariana por hormônios para a obtenção de 3 folículos no máximo, aumentando assim a chance de gravidez. Há uma leve indução para a ovulação ocorrer no momento desejado. Realiza-se então em laboratório um preparo seminal com o objetivo de obter os espermatozóides de melhor qualidade, ou seja, aqueles que apresentam chances maiores de chegarem ao óvulo. Com o auxílio de um cateter estes espermatozóides são introduzidos no interior do útero facilitando assim o caminho para o interior das tubas uterinas e para a fertilização do óvulo.

img-inseminacao-artificialPara mais informações sobre os procedimentos realizados na Reprodução Humana, como fertilização in vitro (FIV), inseminação artificial, congelamento de óvulos, congelamento de sêmen, agende uma consulta: 08007732166 / 11 5536-9246

Após a inseminação, a paciente permanecerá em repouso cerca de 30 minutos no consultório, não sendo necessário, qualquer outro cuidado após este período. A partir do dia da inseminação as relações sexuais deverão ser reiniciadas ao ritmo habitual.



Para entendermos melhor o processo, devemos lembrar que a primeira menstruação é chamada de menarca, e o período em que a mulher tem atividade ovulatória (fértil) é chamado de menacme. A última menstruação da vida da mulher é chamada de menopausa, e os períodos pré e pós-menopausa, são chamados de climatério. É comum haver confusão e se chamar o período do climatério de menopausa.

No período da Peri – menopausa ocorre uma diminuição na produção dos óvulos pelos ovários, e o corpo reage enviando mais hormônios para tentar “forçar” o ovário a continuar a produzir óvulos. Nesse período, a mulher tem uma parada na ovulação e na menstruação, e ocorre uma diminuição nos hormônios femininos (estrógeno e progesterona) e aumento dos hormônios responsáveis pela ovulação (LH e FSH). Neste período tanto a ovulação como a menstruação estão presentes, porém de um modo mais escasso. Entretanto, nesse período, a paciente pode engravidar se não houver outros fatores limitantes, para a obtenção da gravidez.

img-menopausa01

A maioria das pacientes não apresenta alterações nesse período de transição entre a fase fértil e o climatério, porém algumas pacientes apresentam sintomas como: irritação, dor de cabeça, ondas de calor, distúrbios psicológicos, perda de cálcio dos ossos (Osteoporose), e etc. O tratamento do climatério deve ser indicado quando a paciente apresenta sintomas mais intensos como a Osteoporose, ou quando os mesmos prejudicam o seu desempenho nas atividades do dia a dia.

O tratamento em si é feito através da reposição dos hormônios produzidos durante o período fértil (Estrógeno e Progesterona). Podem ser administrados via oral, vaginal ou através da pele (Transdérmica). Devem ser sempre dados em conjunto para que ocorra uma simulação do ciclo menstrual o que restaura as condições de funcionamento do útero e mantém um nível hormonal sangüíneo normal.
Mesmo ocorrendo menstruação, a paciente não ovula; uma vez que o ovário não responde mais aos hormônios. Essa paciente não é fértil.

img-menopausa02

Após a menopausa não existe mais nem a ovulação, nem a menstruação, verificou-se que o útero quando estimulado com os hormônios volta a ter a sua função natural servindo tanto para ter uma menstruação como para sustentar uma gravidez.

Baseado nesse fato, e com auxílio das técnicas de Fertilização In Vitro, foi possível conseguir obter gravidez em pacientes menopausadas. Assim, essas pacientes recebem um tratamento de preparo do útero para poder receber um embrião formado de um óvulo de uma doadora com o sêmen do seu marido conseguindo obter a gravidez. O ciclo da doadora é sincronizado com o ciclo da receptora. A doadora passa pelo processo de indução da ovulação e a receptora recebe medicações para “preparar” o útero para receber o embrião e dar início à gravidez.

Segundo a Legislação Brasileira, deve haver o sigilo quanto à identidade da doadora e vice-versa. Portanto, parentes não podem ser doadoras de óvulos.
Segundo alguns estudos, a paciente com idade mais avançada a conseguir uma gravidez através da Fertilização In Vitro é uma indiana com 70 anos e no Brasil, com 61 anos.

Para mais informações sobre os procedimentos realizados na Reprodução Humana, como fertilização in vitro (FIV), inseminação artificial, congelamento de óvulos, congelamento de sêmen, agende uma consulta: 08007732166 / 11 5536-9246



Por definição os Miomas são tumores benignos oriundos de uma fibra muscular. Apesar de serem benignos, podem ter crescimento rápido ou lento, são muito vascularizados e podem sangrar muito, são mais comuns na raça negra, e dependendo do tamanho causam compressão de órgãos adjacentes ou hemorragia. Também podem ter outras intercorrências menos comuns.

A classificação dos Miomas é feita de acordo com sua localização. Se forem externos ao útero são chamados de suberosos, se forem dentro da parede do útero são chamados de intramurais, e se forem internos a parede uterina são chamados de submucosos.

img-mioma

Os miomas geralmente aumentam de tamanho com os ciclos menstruais por serem dependentes de hormônio. Em termo de fertilidade os miomas submucosos são os mais prejudiciais por causarem um processo inflamatório local e atuarem como um DIU (dispositivo intra-uterino) sendo um “corpo” estranho dentro do útero, impedindo assim a implantação do embrião. Os externos e intramurais só serão prejudiciais para a fertilidade se tiverem tamanho exagerado.

O tratamento dos miomas pode ser medicamentoso, cirúrgico ou obstrutivo. No tratamento medicamentoso são utilizados hormônios (progesterona ou análogos de GnRH) que causam um bloqueio dos ciclos e sem os hormônios os miomas regridem.

O tratamento cirúrgico pode ser feito por via abdominal por uma cirurgia minimamente invasiva (Video-laparoscopia) ou por via vaginal através da Histeroscopia, isso depende da localização e tamanho do Mioma. Há também o método de embolização que “entope” os vasos que alimentam o mioma, sem nutrição específica o mioma regride de tamanho.

Para mais informações sobre os procedimentos realizados na Reprodução Humana, como fertilização in vitro (FIV), inseminação artificial, congelamento de óvulos, congelamento de sêmen, agende uma consulta: 08007732166 / 11 5536-9246



A Síndrome dos Ovários Policísticos (mais modernamente chamada de Síndrome de Anovulação Crônica) é uma freqüente causa de infertilidade, caracterizada por um aumento do hormônio LH em relação ao FSH, e isto ocorre quando o nível de LH é pelo menos duas vezes maior do que o de FSH. Esta alteração leva a um aumento de androgênios (hormônios masculinos) no ambiente do folículo, em dose não desejada.

Em 40% das pacientes podemos encontrar ovários micro policísticos ao Ultrasom (pelo menos dez pequenos folículos, na periferia dos ovários), aumento de pêlos (rosto, mamilos, abdome, nádegas, dorso, etc.), aumento de acne (pelo corpo, mas principalmente no rosto), e aumento de peso. Esses sintomas podem ocorrer em conjunto ou isoladamente.

Além dessas alterações podemos ter ausência de ovulação (anovulação), espaçamento entre as menstruações (espaniomenorréia) ou diminuição no volume menstrual (oligomenorréia).

O diagnóstico é feito pela anamnese, por um exame físico, dosagens hormonais e pela Ultrassonografia. Dosagens hormonais mais específicas dos hormônios metabolizados nas glândulas supra-renais podem definir a origem do problema.

Imagem de Ultrassonografia em que se observam a presença de vários cistos pequenos (setas brancas) na periferia do ovário. img-ovario-policistico

O tratamento de um modo geral visa à restauração da ovulação e a solução de alguns problemas estéticos. Caso a paciente não deseje engravidar utilizam-se os antiandrógenos em forma de pílula anticoncepcional que regula o ciclo e diminui os níveis de Andrógenos.

Nos casos em que a paciente deseja obter gravidez, se recomenda a estimulação ovariana controlada associada a técnicas de Reprodução Assistida.

Para mais informações sobre os procedimentos realizados na Reprodução Humana, como fertilização in vitro (FIV), inseminação artificial, congelamento de óvulos, congelamento de sêmen, agende uma consulta: 08007732166 / 11 5536-9246



A técnica de criopreservação do tecido ovariano é indicada principalmente a mulheres com alto risco de tornarem-se inférteis como, pacientes submetidas à quimioterapia ou radioterapia.

Através desta avançada e promissora técnica onde o tecido ovariano é congelado em nitrogênio líquido a -196ºC (semelhante à criopreservação de embriões), é possível obter-se a preservação da função endócrina e reprodutiva dos ovários após o descongelamento.

A criopreservação é feita pelo método de Vitrificação em que se usa altas concentrações de crio protetores que “protegem” o material das baixas temperaturas. Após a retirada do ovário, no laboratório o ovário é fatiado em vários fragmentos de 1cm2 que serão então congelados.

Após o descongelamento e recolocação deste tecido no ovário remanescente, este método permite que a paciente seja capaz de ovular e engravidar naturalmente ou com auxílio de técnicas de Reprodução Assistida.

Esta técnica tem sido altamente recomendada para pacientes com câncer antes de serem submetidas à quimioterapia, visto que, com o avanço da medicina tem se aumentado as chances de sucesso no tratamento do câncer. É uma técnica restrita a poucos centros no mundo e já foi relatado casos de gravidez na literatura mundial.

img-congelamento01

Para mais informações sobre os procedimentos realizados na Reprodução Humana, como fertilização in vitro (FIV), inseminação artificial, congelamento de óvulos, congelamento de sêmen, agende uma consulta: 08007732166 / 11 5536-9246


A Criogênesis em parceria com a RDO diagnósticos para a comodidade de seus clientes, possui um posto de coleta de exames 24 horas e a garantia de qualidade, segurança, fidelidade e credibilidade de resultados.

img-sangue01

 

Realizamos diversos exames de sangue, tais como:

  • Hemograma Completo
  • Dosagens Bioquímicas
  • Dosagens Sorológicas
  • Dosagens Hormonais
  • Sexagem fetal a partir da 5ª semana de gestação e Rh fetal a partir da 8ª semana
  • Avaliação da Reserva Ovariana (Dosagem de AMH)
  • Avaliação Imunológica para Infertilidade
  • Testes Genéticos e Biologia Molecular

Para mais informações sobre os procedimentos realizados na Reprodução Humana, como fertilização in vitro (FIV), inseminação artificial, congelamento de óvulos, congelamento de sêmen, agende uma consulta: 08007732166 / 11 5536-9246.

*OBS: alguns exames e procedimentos são exclusivos para nossos clientes.

Evento: Palestra Gratuita sobre Reprodução Humana e Infertilidade
Palestrante: Dr. Renato de Oliveira
Data: 30/04/15
Horário: 20h
Local: Criogênesis – Rua Luisiânia, 147. Brooklin. São Paulo/SP
Inscrições Gratuitas com vagas limitadas
Confirme sua presença!
eventos@criogenesis.com.br / 0800 773 21 66 / 11 5536-9246