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A clínica é parceira da Criogênesis.
Nos últimos cinco anos houve um grande o aumento no interesse por informações sobre coleta e preservação de células-tronco de sangue do cordão umbilical. Especialmente nas grandes cidades brasileiras, como conta a Dra Martha Marsillac, médica e diretora do Centro de Ginecologia e Obstetrícia (CGO) do Rio de Janeiro. Em 2012 somente ela realizou 48 partos, sendo que em 18 foram coletadas e preservadas as células-tronco do cordão. A CGO Rio é parceira da Criogênesis – um dos maiores bancos privados do Brasil -, com laboratório em São Paulo e filial no Rio.
“Na CGO Rio, quase metade das pacientes que procuram informações sobre o assunto fazem a coleta. Aqui o procedimento já é bem divulgado, portanto os casais chegam à consulta querendo mais informações”, afirma a Dra. Martha, que é ginecologista, obstetra e mastologista.
Para a médica da CGO, a coleta de células-tronco no momento do parto é uma técnica de fácil realização, o que torna sua realização e uso cada vez mais simples. “Digo para minhas pacientes que isto é uma preocupação muito importante, já que em alguns casos não há mais situação de estudo. Elas já são uma realidade para o tratamento de algumas doenças”, explica a Dra. Martha Marsillac.
As células-tronco contidas no sangue do cordão têm um potencial futuro muito grande. Especula-se que mais de uma centena de doenças poderão ser tratadas com essas células. Comprovadamente sabe-se que cerca de 50 doenças podem ser tratadas com o uso das células-tronco. A principal delas é a leucemia, mas atualmente com o grande número de informações veiculadas sobre a cura do diabetes através de terapias com células-tronco, o interesse das famílias na coleta do sangue do cordão umbilical vem aumentando.
A Criogênesis é um dos maiores bancos privados do Brasil. Foi fundada em 2003, mas já realizava pesquisas na área de células-tronco desde 1996. A empresa é comprometida com a ética na propaganda médica e está sempre em busca de parâmetros nacionais e internacionais que atestem a sua qualidade.
Desde o final de 2011 a Criogênesis está em busca do selo de “acreditação” da AABB (American Association Blood Bank), após ter sido aceita para o processo. O selo permitirá o reconhecimento internacional de todos os seus processos, de forma com que suas bolsas com sangue de cordão possam ser usadas em qualquer parte do mundo. A Criogênesis já conta com a parceria e registro junto ao ICCBBA (International Council for Commonality in Blood Banking Automation), órgão que regulamenta adequação de etiquetas e práticas de hemoterapia.
O laboratório da Criogênesis fica em São Paulo, mas a empresa conta com escritório no Rio de Janeiro e clínicas parceiras em todo o Brasil.
A sede da Criogênesis no Rio fica no Condomínio Le Monde Office, Av. das Américas, 3500 – Bloco 4 – Sala 207 – Barra da Tijuca, Rio de Janeiro. Telefones (21) 2431-2765 |2146-7289. [www.criogenesis.com.br]. [www.centrodeginecologia.com.br].
O avanço das ciências médicas trouxe uma diversidade de novas terapias para cura de diversos males. Uma das mais inovadoras, e que muito tem se falado sobre o assunto, é o tratamento de doenças com células-tronco. Para tratar deste assunto de interesse universal, Luciana Ferreira da Jovem Pan On-Line recebeu o Dr. Nelson Tatsui, que é Diretor da Criogênesis e médico Hematologista do Hospital das Clínicas, e explica, entre outras coisas, o que é a célula-tronco e como ela funciona em nosso corpo.
Foram publicadas novas normas que determinam os requisitos mínimos para o funcionamento dos bancos de cordão umbilical. A nova resolução, RDC 56, que substitui a anterior RDC 153, de 2004, foi efetivada por meio da publicação no DOU, de 17 de dezembro de 2010.
De uma maneira geral, utilizando do próprio texto da resolução, ela veio para regulamentar o funcionamento técnico dos laboratórios de processamento de células progenitoras hematopoéticas provenientes da medula óssea, sangue periférico e de sangue de cordão umbilical e placentário, para finalidade, seja de caráter público ou privado.A definição de competência e responsabilidade dos serviços, as instalações físicas e os recursos humanos mínimos para o funcionamento, além da operacionalização de processos e a implementação de sistemas de garantia de qualidade estão entre os principais aspectos abordados. Segundo o Dr. Nelson Tatsui – diretor técnico da Criogênesis – é uma preocupação explicita da ANVISA qualificar as unidades laboratoriais para o fornecimento adequado das células tronco, em caso de uso clínico.
Obstetras da cidade de Santos têm recebido cada vez mais questionamentos sobre a importância em preservar as células-tronco do sangue do cordão umbilical. E como o momento do parto é único e valioso, vem crescendo o número de pacientes que apostam neste tipo de “seguro de vida” para futuras doenças da criança e da família. Adriano Catapreta, ginecologista e obstetra na cidade, trabalha nas maternidades Casa de Saúde, Santa Casa, Hosptial São Lucas e Hospital Ana Costa. E considera importante a preservação das células-tronco. “As céluas-tronco são totipotenciais, por isso podem ser úteis na cura de várias doenças no futuro. As pesquisas nos indicam que teremos boas surpresas quanto à cura de várias doenças com o uso de células-tronco”.
Com mais de 300 coletas de sangue de cordão umbilical na cidade de Campo Grande, o Grupo Criogênesis, empresa 100% brasileira, vem realizando pesquisas contínuas na área de biotecnologia e criando novas opções terapêuticas com células-tronco, com o objetivo de tratar problemas pontuais e garantir alternativas de tratamentos para futuras doenças.
Com uma rede de parcerias em todo o país, desde 2003, o Grupo Criogênesis tem coletado e preservado células-tronco de milhares de famílias, em baixíssimas temperaturas utilizando tanques de nitrogênio líquido-vapor, em suas instalações na cidade de São Paulo. Essa centralização das instalações de todos os bancos de células-tronco no eixo São Paulo-Rio acontece diante de algumas facilidades, como especialistas qualificados e acesso facilitado às atualizações científicas. Infelizmente, a cidade de Campo Grande ainda não conta com instalações físicas que possam armazenar as células-tronco advindas do sangue de cordão umbilical, de nehuma empresa desta área. Todavia, nossa capital conta com os escritórios e clínicas que representam os principais bancos privados de armazenamento de células do cordão umbilical.
Neste aspecto, a Clínica Maternalis, comandada pelo Dr. Ernesto Figueiró (CRM/MS 3485) – especialista em Medicina Fetal e Professor Adjunto (Doutor) e pesquisador do Departamento de Gineco-Obstetrícia da Faculdade de Medicina da UFMS – é a parceira da Criogênesis, representando-a em Campo Grande, desde o ano de 2004.Preocupado com a ética e com a verdade, o médico expõe aos clientes as vantagens em realizar o procedimento e as possibilidades futuras da guarda e uso das células-tronco. Além de explicar detalhadamente todo o processo de coleta, preservação, possíveis usos e apresentar o texto da legislação em vigor (RDC 153, publicada pela Agência de Vigilância Sanitária – ANVISA) aprovada pelo governo brasileiro, que impõem regras, como a obrigatoriedade de armazenar as células-tronco em múltiplas unidades em quantidade não inferior à 500 milhões de células-tronco.
“Temos grande preocupação com a transparência e a ética. Queremos que a família decida contratar a Criogênesis após esgotar todas as dúvidas. E como existem alguns casos que impossibilitam a preservação das células-tronco do sangue do cordão umbilical, o contrato prevê pagamentos somente após a realização de todos os procedimentos”, explica o Dr. Ernesto Figueiró.
Oferecer um tratamento celular para o filho ou para alguém da família é o que vem levando mães e pais a decidir pela coleta e preservação do sangue de cordão umbilical. As células-tronco contidas no sangue do cordão têm um potencial futuro muito grande. Especula-se que mais de uma centena de doenças poderão serem tratadas com essas células. Mas comprovadamente sabe-se que atualmente existem cerca de 50 doenças genéticas que podem se beneficiar das células-tronco. A principal delas é a leucemia.
Maitê Arevalo Perón e Carla Adriana Rui, são apenas duas das mais de 300 mães de Campo Grande que coletaram o sangue de cordão umbilical com a Maternalis e contrataram a Criogênesis.A professora Carla decidiu colher o cordão de Sofia, sua primeira filha, porque descobriu ser portadora de Diabetes tipo 1 há quatro anos. “Como sei que existem estudos com o uso de células-tronco para o tratamento da diabetes, decidi guardar o sangue do cordão para dar chances de tratamento a minha filha, no futuro, tanto da diabetes, como de outras doenças”, explicou Carla. Ela ressaltou ainda que todo o processo de coleta e pagamento do procedimento, feito com a Maternalis e Criogênesis foi muito seguro.
Mais informações sobre o Grupo Criogênesis no site www.criogenesis.com.br.Em Campo Grande, informações na Clínica Maternalis, com Dr. Ernesto Figueiró, telefone (67) 3042-5005.
Com uma rede de parcerias em todo o país, desde 2003 o Criogênesis tem coletado e preserva células-tronco de milhares de famílias, em tanques de nitrogênio líquido-vapor, em suas instalações na cidade de São Paulo. Essa centralização das instalações de todos os bancos de células-tronco no eixo São Paulo-Rio acontece diante de algumas facilidades, como especialistas qualificados e acesso frequente às atualizações científicas.
Aqui, a Clínica Maternalis, comandada pelo Dr. Ernesto Figueiró (CRM/MS 3485) – especialista em Medicina Fetal e Professor Adjunto (Doutor) e pesquisador do Departamento de Gineco-Obstetrícia da Faculdade de Medicina da UFMS – é a parceira da Criogênesis.
Preocupado com a ética e com a verdade, o médico expõe aos clientes as vantagens em realizar o procedimento e as possibilidades futuras da guarda e uso das células-tronco. Além de explicar detalhadamente todo o processo de coleta, preservação, possíveis usos e apresentar o texto da legislação em vigor (RDC 153) aprovada pelo governo brasileiro, que impõem regras, como a obrigatoriedade de armazenar as células-tronco em múltiplas unidades – uma principal e várias secundárias.
“Temos grande preocupação com a transparência e a ética. Queremos que a família decida contratar a Criogênesis após esgotar todas as dúvidas. E como existem alguns casos que impossibilitam a preservação das células-tronco do sangue do cordão umbilical, o contrato prevê os pagamentos somente após a realização de todos os procedimentos”, explica o Dr. Ernesto Figueiró.
Oferecer um tratamento celular para o filho ou para alguém da família é o que vem levando mães e pais a decidir pela coleta e preservação do sangue de cordão umbilical. As células-tronco contidas no sangue do cordão têm um potencial futuro muito grande.
Especula-se que mais de uma centena de doenças poderão serem tratadas com essas células. Mas comprovadamente sabe-se que atualmente existem cerca de 50 doenças genéticas que podem se beneficiar das células-tronco. A principal delas é a leucemia.
Maitê Arevalo Perón e Carla Adriana Rui, são apenas duas das mais de 300 mães de Campo Grande que coletaram o sangue de cordão umbilical com a Maternalis e contrataram a Criogênesis.A professora Carla decidiu colher o cordão de Sofia, sua primeira filha, porque descobriu ser portadora de Diabetes tipo 1 há quatro anos. “Como sei que existem estudos com o uso de células-tronco para o tratamento da diabetes, decidi guardar o sangue do cordão para dar chances de tratamento a minha filha, no futuro, tanto da diabetes, como de outras doenças”, explicou Carla. Ela ressaltou ainda que todo o processo de coleta e pagamento do procedimento, feito com a Maternalis e Criogênesis foi muito seguro.