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diabetes_lowA primeira descrição do diabetes melitus está no papiro Ebers, descoberto pelo alemão Gerg Ebers em 1872, no Egito, provavelmente compilado em torno de 1500 aC. É a primeira descrição de uma doença que se caracterizava por urina abundante. Acredite se quiser, mas até o século XX, um dos tratamentos difundidos era a reposição maciça do açúcar perdido na urina por meio da compensação da ingesta forçada de nutrientes e açúcar. Foram necessários mais de 3500 anos de história para que, somente no início do século XX, os pesquisadores Frederick Banting, JJR MacLeod, Charles Best e JB Collip mudassem a qualidade de vida dos pacientes com esta enfermidade secular após a descoberta da insulina.

Há cem anos, houve uma grande euforia com a descoberta da insulina, contudo, a cura do diabetes ainda está por vir, seja pela melhora constante do seu controle ou pela tão almejada área da medicina denominada “terapia celular com células-tronco”. Neste caso, há um crescente desenvolvimento de protocolos clínicos mostrando uma resposta favorável dos pacientes com diabetes melitus recebendo a própria célula-tronco, ou por meio de um preparo imunossupressor tal como realizado no campo do transplante de medula-óssea¹ ou pela simples transfusão ou infusão das células². É muito interessante ressaltar que, independentemente do modelo de utilização da célula-tronco, há uma tendência mundial de utilização da célula autóloga, ou seja, do próprio paciente.

O fato é que o ser humano contém dezenas de milhares de diferentes proteínas, gorduras, açúcares e outros compostos interagindo de maneira extraordinariamente complexa. Essa complexidade torna desafiadoras as pesquisa clínicas que buscam comprovar o real benefício da terapia celular. Por enquanto, as principais agências de saúde do mundo (FDA/EUA, ANVISA/BR) pedem cautela aos pacientes, apesar de compreenderem que os resultados iniciais são otimistas.

Acreditamos que a pesquisa clínica é o principal caminho, se não o único, para assegurar segurança e eficácia no tratamento dos pacientes com diabetes.

Fontes:

1.  link acessado em 12/06/2017: http://www.diabetes.co.uk/news/2017/mar/stem-cell-transplant-findings-could-lead-to-personalised-type-1-diabetes-treatments-94434380.html

2.  link acessado em 12/06/2017: http://www.diabetes.co.uk/news/2017/jan/australian-toddler-infused-with-umbilical-cord-blood-to-prevent-onset-of-type-1-diabetes-99422233.html


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Durante toda a história da humanidade, no momento em que o bebê nascia seu cordão umbilical era cortado e jogado no lixo. Fazer isso hoje em dia é quase que cometer um crime. Com o avanço da ciência está comprovado que o armazenamento deste pequeno pedaço do corpo que liga o feto a mãe pode evitar doenças e salvar vidas no futuro.

O congelamento do cordão é tão importante porque em seu sangue estão localizadas células-tronco, consideradas muito especiais. Elas surgem no ser humano, ainda na fase embrionária. Após o nascimento, alguns órgãos mantêm dentro de si uma pequena porção delas, que são responsáveis pela renovação constante desse órgão específico. Essas células têm duas características distintas: elas conseguem se reproduzir, duplicando-se, gerando duas células com iguais características e conseguem diferenciar-se, ou seja, transformar-se em diversas outras células de seus respectivos tecidos e órgãos. E por isso elas podem ser usadas na cura da leucemia, no transplante de medula, por exemplo.

Atualmente existem duas maneiras para não descartar o cordão da criança. No Brasil, ou os pais doam para o Banco de Sangue de Cordão Umbilical e Placentário- BSCUP, que é público, criado pelo INCA em 2001, ou eles armazenam em bancos privados. Porém não é tão fácil assim optar por uma dessas possibilidades. Cada uma tem seus prós e contras. E por detrás da novidade que mais parece filme de ficção científica, surgem divergências e discussões políticas homéricas por parte do governo, cientistas, médicos e laboratórios.

Para o Ministério da Saúde, por exemplo, guardar o cordão da criança para a própria criança num banco particular pode ser inútil. Em primeiro lugar porque se a criança tem uma doença no gene, em sua célula-tronco provavelmente ela também terá e em segundo é possível encontrar doadores compatíveis no resto do país. Porém, por outro lado, o hematologista Nelson Tatsui, pesquisador das células e diretor técnico da Clínica Criogênesis explica que a maioria das doenças é desenvolvida por critérios ambientais e mesmo que tenha um defeito de gene, no futuro a célula poderá ser manipulada, inclusive já há registro de um transplante com alteração do gene.

“Além disso, os pais guardam o cordão para toda a família. É a possibilidade única de se ter uma célula-tronco compatível com a de um irmão. Apenas 30% das famílias que buscam a compatibilidade em bancos públicos conseguem encontrar. É sabido hoje em dia que a célula- tronco de um irmão é melhor do que a de uma pessoa desconhecida. O fator torna o transplante mais seguro.”

O grande problema de armazenar o cordão num banco particular é o custo. Ainda é um serviço muito caro que pouquíssimas pessoas podem pagar. Para guardá-lo, os pais desembolsam cerca de R$ 4,000 e a partir do segundo ano devem pagar uma taxa anual de mais ou menos R$570,00 para mantê-lo em conservação. Esse preço varia dependendo da clínica. Segundo doutor Nelson, faz dois anos que o preço não aumenta e ele tende a cair com as novidades tecnológicas.

O laboratório da clínica Criogênesis, por exemplo, congela o cordão em mais ou menos 190º negativos dentro de uma caixa metálica. Ele fica guardado em nitrogênio e é identificado por um código de barra memorizado no sistema da clínica. Mesmo em caso de incêndio, ele é conservado e nao existe nenhuma possibilidade de perda.

Para quem ainda não tem condição de pagar pelo serviço, é importante doar o cordão umbilical para o banco do INCA, pois ele servirá de estudo e pode salvar outras vidas no resto do país.

https://www.guiadasemana.com.br/filhos/noticia/doar-ou-armazenar-o-cordao-do-seu-filho



Dados do Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (INCA) estimam que, entre 2016 e 2017, vão ocorrer, por ano, cerca de 12,6 mil novos casos de câncer em crianças e adolescentes no Brasil. No entanto, de acordo com a Sociedade Brasileira de Oncologia Pediátrica (SOBOPE), o diagnóstico precoce e tratamento rápido elevam a taxa de cura do câncer infantil em torno de 50%.

Diante deste cenário, um dos caminhos promissores para o encontro da cura da doença tem sido o congelamento das células-tronco, que podem ser usadas para reparar tecidos tratando enfermidades como o câncer (leucemias, linfomas) e algumas doenças imunológicas, como explica Nelson Tatsui, Diretor-Técnico do Grupo Criogênesis e Hematologista do HC-FMUSP: “as células-tronco são usadas para recuperar o sistema hematopoiético (sistema que produz as células sanguíneas) de pacientes submetidos à quimioterapia ou à radioterapia. Nessas situações, a infusão é vital, uma vez que esses tratamentos também destroem o tecido que produz sangue (células-tronco) do paciente”.

Para Tatsui, ter as células-tronco armazenadas é uma forma de prevenção. Além disso, nos casos de família com histórico de doenças graves, sobretudo câncer, é recomendável fazer o congelamento.

“É importante destacar que as células-tronco, além de serem compatíveis com o próprio bebê, possuem uma chance aumentada de compatibilidade entre irmãos. Com as células criopreservadas, há maior rapidez no tratamento e diminuição dos riscos de rejeição e efeitos colaterais após o transplante”, esclarece.

COLETA E ARMAZENAMENTO

Após a separação do bebê da mãe, a coleta ocorre de forma rápida. Por meio de uma punção na veia umbilical é feito a drenagem do sangue e seu acondicionamento é realizado em uma bolsa contendo anticoagulante. Todo o processo de coleta deve ser concretizado com cuidados de esterilidade. O tempo de transporte entre a coleta e o processamento deve ser no máximo de 48 horas. “O procedimento de coleta é totalmente seguro, pois o sangue é retirado da placenta e cordão umbilical após a separação do bebê e da mãe, durante o parto”, esclarece o especialista.

No Brasil, quem opta por armazenar o material em um Banco Público está doando sangue do cordão umbilical. Este material poderá ser utilizado por qualquer pessoa que necessitar. A doação corre sob sigilo e a família não poderá reivindicar a qualquer tempo o próprio sangue de cordão doado. No caso do Banco Privado, somente a família terá acesso às células-tronco congeladas. “Armazenar no Banco Privado é como ter um seguro biológico da sua família. Este procedimento é pago e custa, inicialmente, cerca de R$ 3 mil. Anualmente, também é cobrada uma taxa de manutenção da estocagem, que gira em torno de R$ 600,00. Obviamente, estes valores podem variar entre os bancos privados e aumentar devido aos custos relacionados a transporte”, finaliza o especialista.



Material pode recuperar as células sanguíneas de pacientes submetidos à quimioterapia ou radioterapia.

Dados do Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (INCA) estimam que, entre 2016 e 2017, vão ocorrer, por ano, cerca de 12,6 mil novos casos de câncer em crianças e adolescentes no Brasil. No entanto, de acordo com a Sociedade Brasileira de Oncologia Pediátrica (SOBOPE), o diagnóstico precoce e tratamento rápido elevam a taxa de cura do câncer infantil em torno de 50%.

Diante deste cenário, um dos caminhos promissores para o encontro da cura da doença tem sido o congelamento das células-tronco, que podem ser usadas para reparar tecidos tratando enfermidades como o câncer (leucemias, linfomas) e algumas doenças imunológicas, como explica Nelson Tatsui, Diretor-Técnico do Grupo Criogênesis e Hematologista do HC-FMUSP: “as células-tronco são usadas para recuperar o sistema hematopoiético (sistema que produz as células sanguíneas) de pacientes submetidos à quimioterapia ou à radioterapia. Nessas situações, a infusão é vital, uma vez que esses tratamentos também destroem o tecido que produz sangue (células-tronco) do paciente”.

Para Tatsui, ter as células-tronco armazenadas é uma forma de prevenção. Além disso, nos casos de família com histórico de doenças graves, sobretudo câncer, é recomendável fazer o congelamento. “É importante destacar que as células-tronco, além de serem compatíveis com o próprio bebê, possuem uma chance aumentada de compatibilidade entre irmãos. Com as células criopreservadas, há maior rapidez no tratamento e diminuição dos riscos de rejeição e efeitos colaterais após o transplante”, esclarece.

COLETA E ARMAZENAMENTO – Após a separação do bebê da mãe, a coleta ocorre de forma rápida. Por meio de uma punção na veia umbilical é feito a drenagem do sangue e seu acondicionamento é realizado em uma bolsa contendo anticoagulante. Todo o processo de coleta deve ser concretizado com cuidados de esterilidade. O tempo de transporte entre a coleta e o processamento deve ser no máximo de 48 horas. “O procedimento de coleta é totalmente seguro, pois o sangue é retirado da placenta e cordão umbilical após a separação do bebê e da mãe, durante o parto”, esclarece o especialista.

No Brasil, quem opta por armazenar o material em um Banco Público está doando sangue do cordão umbilical. Este material poderá ser utilizado por qualquer pessoa que necessitar. A doação corre sob sigilo e a família não poderá reivindicar a qualquer tempo o próprio sangue de cordão doado. No caso do Banco Privado, somente a família terá acesso às células-tronco congeladas. “Armazenar no Banco Privado é como ter um seguro biológico da sua família. Este procedimento é pago e custa, inicialmente, cerca de R$ 3 mil. Anualmente, também é cobrada uma taxa de manutenção da estocagem, que gira em torno de R$ 600,00. Obviamente, estes valores podem variar entre os bancos privados e aumentar devido aos custos relacionados a transporte”, finaliza o especialista.



A IMPORTÂNCIA DE REALIZAR O PROCEDIMENTO

Rico em células-tronco, o sangue do cordão umbilical pode ser usado no tratamento de doenças graves

Nos últimos anos, o campo da medicina regenerativa tem crescido de forma significativa. Um exemplo claro é a utilização do sangue presente no cordão umbilical para o tratamento de mais de 80 doenças graves. Apesar do sucesso da técnica ser comprovado há pelo menos 30 anos, no Brasil, mais de 90% dos cordões são descartados, o que representa a perda de milhões de células capazes de gerar todos os tipos de tecidos e órgãos do corpo.

De acordo com Nelson Tatsui, Diretor-Técnico do Grupo Criogênesis e Hematologista do HC-FMUSP, o sangue do cordão umbilical, assim como a medula óssea, é rico em células-tronco, que podem originar diversos tipos de tecidos. “As células-tronco são células “mães”, capazes de criar os componentes principais do sangue humano e do sistema imunológico do corpo. A partir dessas células, formam-se glóbulos vermelhos, que levam o oxigênio aos tecidos; glóbulos brancos, que combatem infecções; e plaquetas, que atuam na coagulação”, afirma.

O especialista ainda explica que a coleta deve ser incluída nos preparativos que antecedem a chegada do bebê. “A retirada do sangue do cordão umbilical deve ser realizada imediatamente após o parto. Depois, as células-tronco são separadas em um laboratório e podem ser armazenadas por muitos anos em tanques refrigerados com nitrogênio, a uma temperatura próxima de -190°C”, diz Tatsui. “o procedimento é rápido, leva em torno de cinco minutos, é indolor e não apresenta nenhum risco para a mãe ou para o bebê”, complementa.

Dentre as principais doenças para as quais as células-tronco tem se mostrado benéficas, estão a Leucemia, Talassemia e Linfomas. Atualmente, há mais de uma centena de doenças que poderão ser tratadas com este material. “A expectativa é que pesquisas também comprovem a eficiência do material no controle de Diabetes Tipo 1, AIDS, AVC,  enfarte e até lesões na coluna e doenças degenerativas (como mal de Alzheimer e mal de Parkinson), além de problemas pulmonares”, avalia.

Como funciona o armazenamento no Brasil – Atualmente existem dois sistemas de armazenamento de sangue de cordão umbilical no país: o público e o privado. No caso de doação para o sistema público, a unidade fica armazenada em um dos bancos públicos da rede BrasilCord para ser usado em pesquisas ou à espera de um paciente compatível, habitualmente portador de uma doença hematológica grave. “Vale ressaltar que a partir do momento que doa as células-tronco do cordão umbilical para um Banco Público, você não terá mais acesso a elas e, caso alguém da família apresente algum tipo de doença que possa ser tratada por meio de células-tronco, ele ficará na fila de espera até encontrar um doador compatível”.

No caso da contratação do serviço por meio do sistema privado, o armazenamento é pago, ficando assim, o material genético disponível para uso exclusivo do próprio bebê ou da família. “Quem armazena nos Bancos Privados tem acesso imediato ao material genético armazenado, ao contrário dos Bancos Públicos, em que é preciso aguardar por uma compatibilidade em uma fila de espera. Além disso, o sistema privado apoia o tratamento de mais de diversas doenças, dentre elas anemias, doenças do metabolismo, osteoporose, linfomas, mieloma e deficiências imunológicas, enquanto os bancos públicos direcionam o material, na maioria das vezes, apenas para o tratamento de casos de leucemia”, explica o especialista.

 



De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), o câncer de mama é uma doença resultante da multiplicação de células anormais da mama que forma um tumor. Esse tipo é o mais comum entre as mulheres no mundo e no Brasil, depois do câncer de pele não melanoma, e responde por cerca de 25% dos casos novos a cada ano.

Para o ginecologista responsável pela área de reprodução humana da Criogênesis, Dr. Renato Oliveira, a detecção precoce com o autoexame e a realização de exames como a mamografia permite o diagnóstico prévio e, desta forma, evita-se uma maior mortalidade pela doença.

“Um dos sintomas é o surgimento do nódulo no seio que pode ou não ser palpável. Por isso, é importante que a mulher fique atenta também a outros sinais como inchaço, alterações na coloração, tamanho, formato, textura da pele das mamas e secreções que saem dos mamilos”, complementa o médico.

O ginecologista lembra que o câncer de mama possui componente genético, sendo assim, mulheres com histórico familiar são mais suscetíveis a desenvolvê-lo. Porém, ainda que não existam casos na família, a pessoa pode adquirir a doença, sobretudo, por fatores de risco como obesidade, fumo, ingestão regular de álcool, primeira menstruação em uma idade precoce, menopausa após os 55 anos, primeira gravidez após os 30 anos, ausência de gravidez, além da própria predisposição genética.

Faça o autoexame. Se toque!

De acordo com Dr. Renato, mulheres a partir dos 40 anos devem fazer mamografia uma vez ao ano. Caso tenham algum parente próximo com câncer de mama, o início da investigação é antecipado. A ultrassonografia pode ser indicada como exame complementar, assim como há indicações específicas para o rastreamento com a ressonância nuclear magnética. As mulheres com fatores de risco devem ter atenção especial e não postergar a procura de uma orientação especializada com seu ginecologista.

“O câncer de mama é mais comum a partir dos 50 anos e, à medida que a idade avança, maior o risco de ter a doença. No entanto, mulheres com histórico familiar, independentemente da idade,  são mais suscetíveis a desenvolvê-lo. Se no momento do diagnóstico o tumor tiver menos de um centímetro (estágio inicial) e, dependendo do tipo do câncer, as chances de cura chegam a 95%. Portanto, quanto mais cedo o tratamento for iniciado, maiores serão as chances”, finaliza o ginecologista.



Em tempos atuais, algumas mulheres estão em busca pela estabilidade em sua carreira e os planos de ter filhos podem ficar cada vez mais para o futuro.

E quando a gravidez chega outras dúvidas preocupam as mulheres, como:

  • Como será o efeito desta gravidez na minha carreira?
  • Como esta notícia vai impactar o meu ambiente de trabalho?
  • Quando comunicar minha gravidez, como abordar meu gestor?

Algumas mulheres preferem dar a notícia após a 12° semana onde os riscos de abortos são menores, contudo é indicado que avalie se no seu emprego é exigido muitas horas de dedicação, esforço físico, exposição a temperaturas excessivas, pois nestes casos, o ideal seria comunicar o quanto antes.

O estresse e a preocupação excessiva podem ser prejudiciais à saúde do bebê e até adiantar o trabalho de parto, por isso quando se sentir cansada, respeite e lembre-se: mesmo as mulheres mais aceleradas devem dar uma pausa e respeitar seu novo ritmo.

Faça pausas durante o expediente de trabalho, é importante a cada 3 horas, se trabalha em pé, sente-se e eleve as pernas por alguns minutos afim de reduzir possíveis inchaços nos pés e tornozelos, se trabalha sentada levante-se e de uma caminhada, realize alongamentos no próprio posto de trabalho, ajuste a cadeira, use o suporte de punhos e pés. Outra opção é trabalhar em local mais próximo ao banheiro, já que a gestante vai ao banheiro com mais frequência, beba também bastante liquido, procure usar roupas e sapatos confortáveis.  Mantenha uma alimentação balanceada e saudável, com porções a cada 3 horas, não tem disponibilidade de ir até a copa com esta frequência, deixe em sua gaveta alimentos secos como castanha, barra de cereal, frutas desidratadas, e não esqueça de levar consigo seus medicamentos habituais prescritos pelo seu médico, aqueles para as queixas mais comuns, como náuseas e vômitos, dor lombar.

Planeje com seu médico o momento ideal para se afastar do trabalho, comunique os colegas e superiores a provável data do parto para que possa ser planejado as estratégias para dimensionamento das tarefas, procure verificar a possibilidade de realizar suas tarefas por home office caso sua posição seja insubstituível.

O grande dia chegou, você está com o bebê nos braços, em casa durante a licença maternidade procure se comunicar com sua equipe para se atualizar e ajudar no que for possível.

Aproveite o momento com seu bebê, preocupações e estresse com trabalho não vão ajudar neste momento que vai exigir de você ainda mais do que o seu trabalho exige, seu projeto de trabalho durante a licença maternidade é o seu bebê, aproveite este momento.

Fontes:

Enfermeira: Jaqueline Dutra Marcon

//disneybabble.uol.com.br/

//revistacrescer.globo.com/

//brasil.babycenter.com/



Os bancos de leite materno estão com baixo estoque para atender a demanda, por isso a Criogênesis, clínica referência em serviços de coleta e criopreservação de células-tronco e  medicina reprodutiva, solicita a colaboração das mães para que doem leite materno.  Segundo o Diretor Administrativo da Criogênesis, Dr. Luiz César Espirandelli , a doação é um ato de amor a vida. “Para garantir a saúde dos bebês e imunizá-los contra doenças respiratórias e diarréias, além das doenças crônicas, problemas cardiovasculares, diabetes, hipertensão e osteoporose, eles devem ser amamentados por, pelo menos, seis meses após o parto”, alerta.

Recentemente, o Ministério da Saúde lançou a Campanha Nacional de Doação de Leite Materno 2015, que visa ressaltar a importância da amamentação e também da doação de leite materno, alimento específico, e portanto, completo para o desenvolvimento do bebê, pois contém vitaminas, proteínas, gorduras e água nas quantidades ideais para o recém-nascido.

 

O especialista ressalta que a doadora de leite materno precisa estar com a saúde em dia, não pode ser fumante, portadora de doença infecto-contagiosa (Hepatite e AIDS) ou usuária de álcool ou drogas.  “Existem duas maneiras de retirar o leite: com as mãos ou por meio de bombinhas”, explica o Dr. Espirandelli.

O frasco para armazenamento precisa ser de vidro e com tampa plástica, como os recipientes de café solúvel ou maionese, que devem ser fervidos antes de receber o leite.

 

Nos bancos de leite materno, após o processo de pasteurização, esse leite é destinado aos bebês prematuros ou internados em centro de tratamento intensivo neonatal.

 

Outra forma de participar da campanha é doando recipientes para armazenar o leite materno. “Dessa forma incentivamos a todos, que doem recipientes de vidro com tampa plástica para os bancos de leite“, ressalta o Dr. Espirandelli.

 

Para mais informações e como também os locais disponíveis para doação, consulte: //www.redeblh.fiocruz.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=1532&sid=173



Especialista esclarece os principais questionamentos sobre o assunto
Embora ninguém possa prever o futuro, algumas atitudes simples, como preservar o sangue do cordão umbilical de um bebê recém-nascido, pode fazer uma grande diferença no futuro. Esse sangue é rico em células-tronco, capaz de criar os principais componentes do sangue e do sistema imunológico do corpo, ajudando no tratamento de diversas doenças como: leucemias, anemias e osteoporose.
No entanto, uma das principais dúvidas é quanto a forma de coleta e armazenamento deste material. De acordo com o hematologista e diretor técnico da Criogênesis, Dr. Nelson Tatsui, existem dois tipos de entidades autorizadas para os procedimentos: os Bancos de Sangue Privados e Bancos de Sangue Públicos. “Nos Privados, o sangue do cordão umbilical do bebê é armazenado para seu próprio uso ou para utilização de um membro da sua família. Já nos Bancos de Sangue Públicos, a família doa o sangue do cordão umbilical, o qual será armazenado e estará disponível para quem quer que seja compatível e precise de um transplante”, explica.
Para esclarecer um pouco mais o assunto, o especialista traz a tona alguns mitos e verdades sobre o tema. Confira:
Banco Público ou Banco Privado? A diferença entre os dois está na exclusividade. 
VERDADE. O Banco Privado permite o acesso somente à família doadora. Já no Banco Público, o material coletado pode ser utilizado para pesquisas ou para transplante de qualquer paciente do sistema público de saúde.
Só o próprio bebê poderá utilizar o sangue coletado pelo Banco Privado.
MITO. Se houver compatibilidade, qualquer pessoa da família doadora, desde que autorizado pelos pais, poderá fazer uso do sangue do cordão umbilical.
No Banco Privado, o sangue do cordão umbilical estará sempre disponível para uso. 
VERDADE. Quem opta pelo Banco Privado tem acesso imediato ao material genético armazenado, ao contrário do Banco Público, em que é preciso aguardar por uma compatibilidade em uma fila de espera.
As células armazenadas no Banco Público dão prioridade ao doador.
MITO. A partir do momento em que é realizada a doação do sangue do cordão umbilical para um Banco Público, o acesso ao material fica restrito à utilização pública. Portanto, caso alguém da família, ou o próprio doador, apresente algum tipo de doença que possa vir a ser tratada por meio de células-tronco, ele terá que ficar na fila de espera até encontrar um doador compatível.
Independente da escolha entre as duas entidades de armazenamento, a coleta do sangue do cordão umbilical deve ser realizada imediatamente após o parto.
VERDADE. Tanto para Banco Privado quanto para Banco Público, o momento do nascimento é a única oportunidade para a coleta do sangue do cordão umbilical. Portanto, este procedimento deve ser previsto nos preparativos que antecedem a chegada do bebê.
O Banco Público fornece material para o tratamento de diversos tipos de doenças. 
MITO. Os Bancos Públicos direcionam o material, principalmente para o tratamento de casos de leucemia e outras doenças hematológicas. Já o Banco Privado, apoia o tratamento de mais de 80 doenças, dentre elas as mesmas que o Banco Público trata, além das alterações imunológicas e as patologias do campo da medicina regenerativa, por exemplo.