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Volante do Inter, Rodrigo Dourado passou pelo procedimento após torção no joelho

Um tratamento inovador devolveu a Rodrigo Dourado, volante do Inter, a chance de voltar aos gramados como atleta profissional. Em 2019, durante um jogo, ele teve uma leve torção no joelho esquerdo e, o que parecia simples, lhe custou cerca de 450 dias de tratamento e recuperação.
Na verdade, Dourado sofreu com um um edema ósseo que o impedia de retornar aos gramados. Após duas artroscopias, o jogador seguia sentindo fortes dores e os médicos já não acreditavam que havia algo mais a ser feito.

Neste contexto, Felipe Carvalho, especialista em medicina regenerativa, ofereceu uma última tentativa: a técnica de células-tronco, que consiste em utilizar células do tutano do osso da bacia para promover a recuperação de uma área lesionada rapidamente. “Fizemos seis aplicações com intervalo de 15 dias. Ele seguiu exatamente o que eu recomendei em termos de alimentação e recuperação”, relembra o médico.

Após o procedimento e 90 dias de recuperação, Rodrigo Dourado retornou em plena forma a defender a camisa do Internacional.

O que são as células-tronco e como atuam no nosso corpo?

Estas são células muito especiais no nosso organismo. Surgem no ser humano, ainda na fase embrionária, bem antes do parto. Após o nascimento, alguns órgãos ainda mantêm dentro de si uma pequena porção de células-tronco, que são responsáveis pela renovação constante desse órgão específico. Essas células têm duas características distintas:

* Conseguem se reproduzir, duplicando-se, gerando duas células com iguais características.

* Conseguem diferenciar-se, ou seja, transformar-se em outras células dos respectivos tecidos e órgãos.

Um exemplo é a célula-tronco hematopoética, que no adulto se localiza na medula óssea vermelha, onde é responsável pela geração de todo o sangue. Essa é a célula que efetivamente é substituída quando é feito um transplante de medula óssea.

Avanço e prevenção

A vida atlética de Dourado foi salva por um avanço tecnológico da medicina regenerativa e, outros casos ditos “sem solução” como o do jogador, podem ter suas respostas encontradas também nas modernas técnicas desta área médica.

Carvalho alerta para a importância de descobrir e tratar as lesões ainda no começo, pois, quanto antes o tratamento for iniciado, o período de recuperação é menor e mais fácil. “Em uma lesão ósseo-muscular, se o atleta procurar ajuda no início da dor, a gente consegue equalizar e ter mais opções para tratar ele”, afirma.

Fonte: Portal Jornal NH


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1 – Aumentar a ingestão de líquido: Durante o verão transpiramos mais que o comum e precisamos repor o líquido que perdemos no suor. Por isso, é de suma importância que as gestantes aumentem a ingestão de líquido e mantenham o corpo hidratado para proporcionar bem-estar. Que tal investir em uma garrafinha de água na bolsa?

2 – Manter uma alimentação leve: Legumes, verduras e frutas, são alimentos essenciais em qualquer momento da nossa vida, principalmente se houver outra vida crescendo em nós. Eles são responsáveis por fornecerem os nutrientes necessários e manterem o organismo nutrido, livre de possíveis enfermidades.

3 – Repouso ao longo do dia: Tire alguns momentos do dia para repousar, colocar os pés para cima, no caso de inchaço, descansar e relaxar para amenizar os efeitos das altas temperaturas. Além disso, o calor excessivo pode causar fadiga e um cansaço maior do que estamos acostumados.

4 – Controlar a exposição ao sol: De acordo com o o Dr. Edilson Ogeda, as gestantes devem evitar a exposição ao sol entre as 10 e as 16 horas, afinal, é o momento em que a temperatura está mais alta e a chance de causar mal-estar são maiores.

5 – Usar protetor solar: Mesmo que nos horários de temperaturas mais amenas, o protetor solar é fundamental para manter a saúde da pele da mulher que já sofre com o aparecimento de manchas, estrias e com a oleosidade.

6 – Pratique atividade física: Aposte em algum exercício físico para melhorar a disposição. Além disso, quando estamos em atividade, melhoramos a circulação de sangue, diminuir a sensação de inchaço do corpo. Vale ressaltar que as atividades devem ser de baixo impacto, como a caminhada, por exemplo, para não deixar a mulher sobrecarregada.

O verão traz benefícios para a saúde da mulher e do bebê, mas tudo com moderação

Ir para a praia, clube, piscina, passear ao ar livre são atividades comuns durante essa época do ano e devem ser feitas pelas gestantes, desde que hábitos saudáveis e alguns cuidados sejam seguidos. “A exposição ao sol, por exemplo, aumenta a reserva de vitamina D, que é importante para a mãe e filho, além da sensação de bem-estar que pode proporcionar.Tudo com moderação faz bem à saúde de qualquer pessoa, inclusive da grávida. A exposição exagerada pode ocasionar desidratação, queimaduras ou mesmo manchas na pele”, finaliza o profissional.

Fonte: Portal Conquiste Sua Vida


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1. Frutas cítricas – As frutas cítricas como laranja, limão, mexerica e abacaxi são ricas em vitamina C, cálcio e potássio, que ajudam a estabilizar o ciclo menstrual, facilitando a identificação do período fértil, que é o momento mais indicado para ter relações sexuais. Além disso, a laranja possui poliamina e folato que ajudam a desativar os radicais livres que podem danificar os espermatozoides e os óvulos.

2. Queijo envelhecido – Queijos envelhecidos como parmesão e provolone, mantém a boa a saúde dos óvulos e espermatozoides por serem ricos em poliaminas, impedindo que radicais livres de causar danos ás células reprodutivas.

3. Feijão e lentilha – Estes alimentos são ricos em fibra, ferro, zinco e folato, que auxiliam na produção e equilíbrio dos hormônios sexuais. Além de conter poliamina espermidina, que são reguladores do desenvolvimento saudável dos espermatozóides, facilitando a fertilização do óvulo.

4. Salmão e atum – O salmão e o atum são uma grande fonte de selênio que é um nutriente envolvido na formação adequada da cauda do espermatozóide, que é a principal responsável pelo bom desempenho da velocidade para chegar ao óvulo. Além de possuírem ômega-3, que é essencial para o bom desenvolvimento do cérebro do bebê nas primeiras semanas de gravidez.

5. Frutos vermelhos – Frutos vermelhos como tomates, morangos, cerejas e amoras possuem licopeno, um antioxidantes que reduz os níveis de radicais livres que podem danificar espermatozoides e óvulos.

6. Folhas verdes – Verduras escuras como couve, espinafre, alface romana e rúcula são ricos em ferro e folato, que podem melhorar o processo de ovulação e reduzir as chances de problemas genéticos e aborto espontâneo. Ainda possuem ferro, um mineral importante para o transporte de oxigênio no corpo e fundamental para a implantação do óvulo fertilizado no útero.

7. Semente de girassol – A semente de girassol torrada, é rica em vitamina E, o que pode auxiliar na motilidade dos espermatozoides, ou seja, ajudar na velocidade. Além de serem ricos em zinco, folato, selênio, ômega 3 e 6, nutrientes essenciais para a fertilidade feminina e masculina, por aumentarem o fluxo sanguíneo nos órgãos reprodutores.

Fonte: Portal Tua Saúde


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As células-tronco têm capacidade de autorrenovação. Isso significa que elas podem se tornar outras células especializadas para o organismo quando receberem os estímulos adequados. Atualmente, há diversos estudos envolvendo possibilidades de uso de células-tronco.

Os cientistas desse campo buscam tratamentos para cânceres, doenças cardíacas, neurodegenerativas, autoimunes, entre outras. Na odontologia, o uso das células-tronco está sendo adotado para regeneração de tecidos, tratamentos de canal e recuperação de fissuras lábio-palatinas.

Os dentes representam uma fonte de células-tronco chamadas de mesenquimais, que envelhecem com o indivíduo e, portanto, perdem a capacidade de multiplicação e diferenciação com qualidade. Para serem submetidos ao processo de criopreservação (conservação em baixas temperaturas), as células-tronco precisam ser extraídas da polpa de dentes de leite. O armazenamento deve ser feito no período da troca de dentição das crianças, que acontece entre 6 e 12 anos de idade.

Entre em contato com a Criogênesis e tire todas as dúvidas. Nosso telefone (24h) é 0800-7732166.

Fonte: Portal Metrópoles

 


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A nutricionista Andreia Friques explica os sinais que apontam que o bebê está pronto para receber novos alimentos, além do leite materno

A Organização Mundial da Saúde, a Academia Americana de Pediatria, a Associação Brasileira de Nutrição Materno-Infantil e a Sociedade Brasileira de Pediatria recomendam o aleitamento materno exclusivo até os 6 meses. As evidências científicas, assim como nossa experiência clínica, comprovam o quanto o leite materno é importante para o ser humano.

Do ponto de vista nutricional, ele possui todos os nutrientes e a quantidade de água de que o bebê necessita. Está adaptado à sua imaturidade renal e digestiva, sendo de fácil digestão e absorção, o que permite um correto aproveitamento de todos os nutrientes e ainda uma menor incidência de cólicas, vômitos, intolerâncias e alergias alimentares.

O leite materno é um verdadeiro “superalimento”. Além de conter o necessário para o crescimento e desenvolvimento da criança, é altamente personalizado! Ele possui a capacidade de se adaptar às necessidades do bebê. Então, até os 6 meses, o intestino da criança ainda não está completamente amadurecido para receber os alimentos. Além disso, é em torno dessa fase que o corpo começa a apresentar os principais sinais de maturidade, que garantem segurança durante a introdução alimentar.

De forma geral, a recomendação é que a mãe faça a retirada do leite e estoque (no congelador por até 15 dias e na geladeira por até 12 horas) para que ele seja ofertado ao bebê, enquanto ela estiver fora de casa. Então, por mais que seu bebê pareça estar dando mostras de interesse pelos alimentos, vamos deixar a introdução alimentar para daqui a um tempo, ok? Continue amamentando exclusivamente, vai valer a pena!

Está na hora!

Sinais de que o bebê está pronto para receber os alimentos, aos 6 meses:

1. Sustenta bem o pescoço, senta sem apoio ou com mínimo apoio.

2. Não tem mais o reflexo de extrusão da língua. Para de empurrar os sólidos para fora da boca.

3. Demonstra interesse pela comida, tenta tocar nela.

4. Ao pegar um alimento, é capaz de coordenar seu movimento.

Fonte: revista Crescer


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Ter relação sexual – O contato íntimo durante a gravidez ajuda a preparar o colo do útero para o parto, isso porque estimula a produção de prostaglandina, além de aumentar a produção de ocitocina, que é responsável por promover as contrações musculares uterina. Veja as melhores posições para o sexo durante a gravidez. O contato íntimo para estimular o parto é contraindicado a partir do momento em que a bolsa rompe devido ao risco de infecção. Assim, é recomendado que a mulher utilize outros métodos naturais para acelerar o parto.

Caminhar – Andar a pé ou passear 1 hora de manhã e à tarde, com passo acelerado também acelera o trabalho de parto, porque ajuda a empurrar o bebê para baixo, em direção à pélvis, devido à gravidade e ao balanço do quadril. A pressão do bebê sob o útero ajuda a aumentar a produção de ocitocina, estimulando as contrações uterinas. Esta técnica é mais eficaz no começo do trabalho de parto, quando a grávida começa a sentir contrações fracas e irregulares.

Fazer acupuntura – A acupuntura estimula a atividade uterina através da estimulação de pontos específicos do corpo, porém é importante que seja feita sob indicação médica e por um profissional especializado para evitar complicações.

Tomar óleo de prímula – O óleo de prímula ajuda o colo do útero a dilatar e ficar mais fino, preparando-o para o parto. No entanto, seu uso só deve ser feito sob orientação do obstetra, que deve também adequar a dose de acordo com a gestante.

Tomar óleo de rícino – O óleo de rícino é laxante e, por isso, ao causar espasmos no intestino, pode estimular as contrações uterinas. Porém, se a gestante ainda não estiver mostrando sinais de trabalho de parto, pode ficar com diarreia grave ou desidratação. Por esta razão, o uso deste óleo só deve ser feito sob indicação do obstetra.

Tomar chá de folhas de framboesa – O chá de folhas de framboesa ajuda a tonificar o útero preparando-o para o parto e fazendo que o trabalho de parto progrida a um bom ritmo, sem ser tão doloroso.

Beber chá de Jasmim – O chá preparado com flores ou folhas de Jasmim pode ser usado para estimular o trabalho de parto, sendo recomendado tomar este chá 2 a 3 vezes por dia. Além disso, esta planta medicinal também é conhecida pelo seu óleo essencial, que pode ser usado no inicio do parto para massagear a região lombar, pois alivia a dor e as cólicas.

Existem outras formas para acelerar o trabalho de parto usadas pelo obstetra como a administração pela veia do hormônio ocitocina para estimular as contrações uterinas ou o rompimento da bolsa feito propositalmente pelo médico para agilizar o trabalho de parto, mas estas opções geralmente são utilizadas após as 40 semanas de gestação.

Fonte: portal + Tua Saúde


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Pesquisadores australianos conseguiram regenerar um osso com uso de ondas sonoras de alta frequência em células-tronco. A pesquisa, que foi comandada por cientistas do Instituto Real de Tecnologia de Melbourne, foi apontada como um enorme avanço em potencial para a medicina regenerativa.

De acordo com os pesquisadores, as ondas sonoras são um tratamento mais eficiente e barato, em comparação com os métodos experimentais que estão sendo testados no momento. Hoje, a maior parte dos tratamentos com células-tronco são feitos com material extraído da medula óssea.

Esse procedimento, por muitas vezes, é muito doloroso e invasivo, o que dificulta bastante o tratamento. “As ondas sonoras reduzem em vários dias o tempo de tratamento geralmente necessário para que as células-tronco comecem a se transformar em células ósseas”, declarou a coautora do estudo, Amy Gelmi.

Sem medicamentos especiais

A pesquisadora também lembrou que o método não requer nenhum medicamento especial que seja “indutor de ossos”, além de facilitar a aplicação das células-tronco. “Nosso dispositivo é barato e simples de usar, então pode ser facilmente ampliado para tratar um grande número de células simultaneamente”, disse a outra coautora do estudo, Leslie Yeo. Segundo Yeo, isso é vital para uma engenharia de tecidos eficaz.

Depois que as células-tronco são “convencidas” a se transformar em células ósseas, elas podem ser injetadas localmente ou revestidas em um implante. Com isso, elas ganham a capacidade de se regenerar ou até mesmo desenvolver um osso completamente novo.

Diferenciais do novo método

O diferencial desse novo método é a possibilidade de utilizar células de outros locais do corpo do paciente, que não a medula óssea. Com isso, é possível até mesmo captar células-tronco advindas do tecido adiposo do paciente.

Em seguida, um pequeno dispositivo gera ondas sonoras em uma frequência acima de 10 megahertz. Em um experimento, os pesquisadores dispararam as ondas sonoras nas células-tronco durante dez minutos por apenas cinco dias.

“Podemos usar as ondas sonoras para aplicar a quantidade certa de pressão nos lugares certos às células-tronco, para desencadear o processo de mudança”, explicou Yeo.

Via: Futurism


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Pseudoembriões com células-tronco humanas podem abrir nova era de domínio das técnicas para gerar um bebê ou provocar aborto sem efeitos colaterais

Cientistas europeus criaram um embrião artificial a partir de células-tronco humanas, reproduzindo em laboratório de forma inédita um momento crucial no desenvolvimento humano: quando o embrião toca pela primeira vez o útero da mãe e começa a arrumar espaço para dar lugar a um bebê.

Esse primeiro contato se chama implantação, e até agora foi pouco estudado, o que implica uma enorme barreira para entender por que os humanos são tão pouco efetivos na hora de se reproduzirem, como diz o biólogo Nicolas Rivron, autor principal deste estudo. Rivron, pesquisador do Instituto de Biotecnologia Molecular da Áustria, observa que só metade dos óvulos fecundados por um espermatozoide acabam vingando e dando origem a uma nova pessoa. Da outra metade, muitas gestações se frustram justamente durante a implantação. O que decide que um embrião se aninhe feliz no útero da mãe, e que outro aparentemente igual desapareça para sempre? Ninguém sabe.

A equipe de Rivron concebeu uma forma de simular o que acontece no ventre de uma mãe usando células-tronco cultivadas em laboratório. Em um estudo publicado na revista científica Nature, os cientistas explicam como, fazendo três modificações moleculares, as células-tronco se reprogramam e começam a formar esferas muito similares a um embrião com cerca de sete dias de idade, também conhecido como blastocisto. Neste ponto o embrião é uma bola com menos de um milímetro de diâmetro e 200 células, mas já contém toda a informação genética necessária para gerar um ser humano.

O próximo passo foi juntar estes pseudoembriões com células de endométrio, o tecido que recobre o útero. Os resultados foram “espetaculares”, comemora Rivron. Se os cientistas não faziam nada, nada acontecia, mas se acrescentavam estrogênio e progesterona, hormônios que as grávidas segregam, os pseudoembriões grudavam nas células do útero simulando a ansiada implantação.

“Estes experimentos nos mostram que podemos recriar em uma placa de cultivo no laboratório o primeiro contato entre um embrião e a mãe”, explicou Rivron em uma entrevista coletiva para divulgar seu estudo. A equipe analisou a expressão genética de seus pseudoembriões célula a célula, e esta coincide em 97% com a dos zigotos humanos reais. Outra semelhança: apenas 50% dos embriões artificiais se implantam, uma taxa igual à dos humanos.

Este trabalho abre as portas para que em alguns anos se controle muito melhor a capacidade de produzir gestações ou interrompê-las. “A taxa de sucesso na fecundação in vitro é de 25% aproximadamente. Há muita margem para melhora”, aponta Rivron. Uma forma de aperfeiçoar estas técnicas seria analisar a implantação com estes modelos de embrião. Por outro lado, o investigador recorda que em todo mundo se produzem milhares de gestações indesejadas e muito problemáticas entre mulheres muito jovens. “A maioria dos anticoncepcionais atuais se baseia em hormônios, que servem para impedir a formação de um embrião ou sua implantação. Estes tratamentos têm muitos efeitos secundários, e nem todas as mulheres podem usá-los –por exemplo estão proscritos para as que sofrem câncer de mama de origem hormonal”, detalha.

O estudo demonstra que uma molécula já conhecida, chamada SC144, impede que os pseudoembriões grudem nas células de endométrio, o que aponta que talvez possa funcionar como anticoncepcional.

Os cientistas só permitiram que seus embriões artificiais vivessem 13 dias. Fizeram isso em parte porque em muitos países europeus as leis impedem o cultivo de embriões humanos além dos 14 dias. A razão é que se considera que a partir desse dia é impossível que o embrião gere gêmeos, por isso se supõe que é justamente com duas semanas que um futuro indivíduo aparece. Nenhuma lei impede cultivar embriões artificiais além desta linha vermelha. Mas Rivron argumenta que, passados os 13 dias, algo muda. O crescimento dos zigotos de laboratório começa a ser mais desordenado e diferente do de embriões normais. É algo que também acontece com os embriões humanos reais cultivados em laboratório e, novamente, ninguém sabe por quê.

Esta investigação abre também possibilidades delirantes, como implantar um destes embriões artificiais no útero de um animal ou inclusive de uma mulher e tentar que nasça um bebê. Rivron ressalta que “nunca” isso deveria ocorrer, e acrescenta que provavelmente não daria certo. Sua equipe vem há anos tentando implantar um pseudoembrião de camundongo no útero de uma rata. Em nenhuma ocasião conseguiram gerar ratos recém-nascidos. “Com toda probabilidade” tampouco funcionaria em humanos, ressalta.

“Este é um estudo importante”, ressalta Alfonso Martínez-Árias, pesquisador da Universidade Pompeu Fabra, em Barcelona. “Estes são os primeiros modelos embrionários realmente confiáveis. E isto é importante porque permite diminuir e possivelmente evitar o uso de blastocistos humanos derivados das clínicas de fecundação in vitro para entender o desenvolvimento humano precoce e suas patologias sem muitas ataduras éticas; embora a posição ética destes blastoides seja algo que se deva discutir”, ressalta

Fonte: Jornal El País


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Gestante ou amamentando, os alimentos que a mamãe ingere no dia-a-dia são essenciais para a saúde dos filhos

Os primeiros meses de vida de um bebê não é uma tarefa fácil para nenhuma mãe ou pai. Entre o choro, as fraldas, os ciclos de sono e as birras, poucos serão os tempos livres e de sossego. E este cenário pode ainda ser mais difícil quando o recém-nascido tem cólicas, daquelas que teimam em não passar. No entanto, se a mamãe ainda está grávida, ainda dá tempo de tentar prevenir algumas destas situações.

“A alimentação da grávida durante a gestação pode influenciar o aparecimento de cólicas no bebê”, afirma NiT Nélia Tavares, médica dentista e mentora de saúde e bem-estar. “As cólicas nos bebês são resultado natural da imaturidade do seu intestino, que nos primeiros meses ainda tem bastante dificuldade para digerir o leite, mesmo que seja o leite materno”.

Não existe um consenso definitivo entre a comunidade científica sobre o que comer e o que evitar durante a gestação e amamentação, mas sabe-se que alguns alimentos e bebidas podem causar desconforto nos bebês, piorando a intensidade e frequência de gases e causando as incômodas cólicas.

Confira os alimentos que normalmente provocam mais cólicas nos bebês:

Feijão, ervilha e soja tem uma tendência maior de fermentar no intestino, principalmente se for do grupo de sangue tipo O. Essa fermentação, pode ser inclusive, transmitida ao bebê após o seu nascimento pelo leite materno, causando os gases intestinais, um dos maiores responsáveis pelas cólicas infantis.

A proteína do leite de vaca é muito diferente daquela encontrada no leite materno, podendo provocar uma série de reações indesejadas no organismo do bebê.

O chocolate, quando consumido diariamente (principalmente se for de leite e branco), pode provocar dores e desconfortos abdominais nos bebês. Isso acontece devido às proteínas do leite presentes no chocolate ou doce, que aumentam os movimentos do intestino e a produção de gases nas barrigas — das mães e dos filhos.

O brócolis e repolho são causadores de gases intestinais na mãe e bebê, já que contêm enxofre em sua composição.

Por passarem por um processo de digestão mais prolongado, as carnes vermelhas também fazem parte dos alimentos que causam cólicas no bebê e atrasam a digestão da gestante. Isso ocorre praticamente o mesmo problema das leguminosas: a fermentação no intestino.

Fonte: portal UOL


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Paciente é uma americana de 64 anos que está livre do vírus há 14 meses

Uma paciente norte-americana com leucemia se tornou a primeira mulher e a terceira pessoa do mundo, até agora, curada do HIV após receber um transplante de células-tronco de um doador que era naturalmente resistente ao vírus que causa a AIDS, relataram pesquisadores nesta terça-feira (15).

O caso da paciente multirracial de 64 anos apresentado na Conference on Retroviruses and Opportunisitic Infections de Denver também é o primeiro envolvendo sangue de cordão umbilical, uma abordagem nova que pode tornar o tratamento disponível para mais pessoas.

Desde que recebeu o sangue do cordão umbilical para tratar sua leucemia mieloide aguda (LMA) – um câncer que começa nas células formadoras de sangue da medula óssea – a mulher está em remissão e livre do vírus há 14 meses, e não vem recorrendo a tratamentos potentes para o HIV, como as chamadas terapias anti-retrovirais (TARV) .

Os dois casos anteriores a esse ocorreram em homens – um branco e um latino – que receberam células-tronco adultas, mais frequentemente utilizadas em transplantes de medula óssea.

O caso faz parte de um estudo maior, financiado pelos EUA, liderado pela Dra. Yvonne Bryson, da Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA), e pela Dra. Deborah Persaud, da Universidade Johns Hopkins, em Baltimore. O objetivo é acompanhar 25 pessoas com HIV que se submetem a um transplante com células-tronco que são retiradas do sangue do cordão umbilical para tratar o câncer e outras doenças graves.

Os pacientes do estudo passam primeiramente por uma quimioterapia para assim matar as células imunológicas cancerígenas. Os médicos então transplantam células-tronco de indivíduos com uma mutação genética específica que os faz não possuir receptores usados ​​pelo vírus para infectar células.

Os cientistas acreditam que esses indivíduos desenvolvem um sistema imunológico resistente ao HIV.

Lewin disse que os transplantes de medula óssea não são uma estratégia viável para curar a maioria das pessoas que vivem com HIV. Mas o relatório “confirma que uma cura para o HIV é possível e fortalece ainda mais o uso da terapia genética como uma estratégia viável para a cura do HIV”, disse a a pesquisadora.

O estudo sugere que um elemento importante para o sucesso da técnica é o transplante de células resistentes ao HIV. Anteriormente, os cientistas acreditavam que um efeito colateral comum do transplante de células-tronco era a chamada “doença do enxerto versus hospedeiro (DEVH)”, que causa o sistema imunológico do doador a atacar o sistema imunológico do receptor, desempenhava um papel importante para uma possível cura.

“Juntos, esses três casos de cura pós-transplante de células-tronco ajudam a desvendar os vários componentes do transplante que foram absolutamente essenciais para a cura”, disse Lewin.

Fonte: Portal G1