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Parto prematuro pode causar prejuízos no desenvolvimento do bebê

O nascimento de uma criança é um dos momentos mais aguardados pelas gestantes. De acordo com a Medicina Fetal, o tempo ideal que um bebê deve permanecer dentro do útero da mãe é de 37 a 40 semanas, período que corresponde aos nove meses. Para que a gravidez perdure o necessário, ela requer muita atenção e acompanhamento médico especializado.

Segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), a prematuridade foi a principal causa de mortalidade infantil no mundo em 2019. No Brasil, dados do Ministério da Saúde apontam que 11,7% dos partos ocorrem antes do esperado, ou seja, antes de a gestação completar 37 semanas, o que pode provocar complicações, principalmente para o recém-nascido.

Obstetra e especialista em Medicina Fetal, Fernanda Maranhão alerta que são vários os fatores que podem levar a um parto prematuro, alguns menos severos, que podem ser facilmente contornados com o pré-natal, e outros mais perigosos, em que o acompanhamento prévio não consegue evitar a prematuridade, mas tenta minimizar as consequências desta.

“Os principais riscos estão associados à medida do colo do útero — também conhecido como comprimento cervical. O colo uterino precisa estar acima de 25 mm para que consiga manter o útero fechado e sustentar o feto até, no mínimo, as 37 semanas. Um colo curto, que apresente uma medida menor que a necessária aumenta e muito o risco da prematuridade”, explicou Fernanda, que ainda elencou hipertensão, diabetes e infecções urinárias como comorbidades que também podem antecipar o parto.

Mércia Barbosa, 42, deu à luz uma criança prematura, naquela que era a sua primeira gravidez. O pequeno Joshua veio ao mundo quando sua mãe tinha acabado de entrar no sexto mês. Por conta disso, foi considerado um prematuro extremo. Apesar da idade, e por não ter tido filho anteriormente, uma das causas do parto prematuro de Mércia foi uma infecção urinária.

“Por engravidar ‘tardiamente’, intensifiquei os cuidados. Meus exames não apontavam risco para um parto prematuro, apesar da minha idade, e as minhas taxas estavam em dia. Mas na mesma semana que tive uma infecção urinária, a minha bolsa rompeu”, relatou Mércia. O bebê nasceu e está bem, apesar de ainda estar sob cuidados hospitalares. Nele, as atenções médicas são voltadas para alguns problemas respiratórios, já que o pulmão ainda não estava totalmente formado quando ele nasceu. Além de distúrbios respiratórios, como o pequeno Joshua apresentou, podem ser consequências de um parto prematuro hipoglicemia, hemorragias, temperatura instável, icterícia (coloração amarelada na pele) e leucomalácia (uma espécie de lesão cerebral).

Os tratamentos para riscos de prematuridade variam entre mudança comportamental, como o repouso, além de tratamento medicamentoso ou cirúrgico, tudo, claro, dependendo da condição do grau de risco. Além do acompanhamento da gestação, a especialista em medicina fetal indica, caso seja possível, consultas pré-concepcionais, para se antecipar ainda mais a possíveis comorbidades.

Fonte: jornal Folha de Pernambuco


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Durante a gestação, acontecem muitas mudanças no corpo feminino. Estas mudanças, inclusive, são o primeiro alerta de que um bebê está a caminho. Para tirar suas dúvidas, conheça agora os principais sintomas de gravidez

Os sinais (que podem ser vistos) e sintomas de gravidez (que podem ser sentidos) podem surgir nas primeiras semanas após a concepção, como também, podem passar despercebidos, já que depende de cada mulher. Elencamos os 14 primeiros sinais e sintomas de gravidez, que, nesse post, também chamaremos de eventos iniciais da gravidez, separados por semanas.

14 sintomas de gravidez iniciais – Após a fecundação – momento em que o espermatozoide se encontra com o óvulo na trompa e quando ocorre a implantação do embrião no útero -, as mulheres passam por inúmeras alterações hormonais e transformações que podem incluir:

  1. Atraso menstrua
  2. Cólica abdominal
  3. Mamas sensíveis e aumentadas
  4. Aumento da libido
  5. Alterações no corrimento vaginal
  6. Náuseas, enjoos e vômitos
  7. Vontade frequente de urinar
  8. Aumento do sono
  9. Constipação intestinal

10. Alterações do paladar e aversão a cheiros fortes

11. Cansaço frequente

12. Alterações de humor

13. Sangramento vaginal

14. Abdômen inchado

Fonte: Portal Unimed


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Evite o consumo de bebidas alcoólicas – Aos casais que estão iniciando o tratamento de fertilização, é muito importante evitar o consumo de bebidas alcoólicas, uma vez que em excesso, pode ser prejudicial para o desenvolvimento dos gametas, que por sua vez pode dificultar e prejudicar a gestação.

Consuma alimentos ricos em vitaminas – As vitaminas são fundamentais para garantir o bom funcionamento do organismo, além de ajudar no tratamento de fertilização, já que elas podem melhorar a qualidade do sêmen, parede do endométrio, e ações que beneficiam a reprodução.

Entre as principais vitaminas que devem ser consumidas podemos destacar:

  • Vitamina D: atum, gema de ovo, queijos, leite, frutos-do-mar e iogurte;
  • Vitamina B6, B9 e B12: amêndoas, aveia, batata-doce, banana, aves, folhas vermelhas e verde-escura, lentilha, feijão, peixes, ovo e aves;
  • Vitamina C: abacaxi, laranja, acerola, kiwi, limão, couve e brócolis;
  • Vitamina E: oleaginosas, grãos integrais, grãos de soja, óleos vegetais, azeitonas e agrião.

Geralmente, para completar todas essas vitaminas, alguns casais precisam tomar suplementos alimentares que auxiliam no tratamento de fertilização. Contudo, é muito importante conversar com um médico especializado (podendo ser um nutricionista, nutrólogo e até mesmo endocrinologista) para que analise o caso e entenda a necessidade do uso desse tipo de complemento.

Opte por carboidratos de digestão lenta – Os carboidratos também são alimentos importantes durante o tratamento de fertilização, porém é muito importante escolher o tipo correto.

O ideal é consumir carboidratos de digestão lenta, uma vez que eles são ricos em fibras e ajudam no controle da glicemia e dos níveis de insulina. Entre eles podemos citar:

  • Arroz;
  • Pães integrais;
  • Batata-doce;
  • Aveia;
  • Inhame;
  • Beterraba;
  • Feijão preto;
  • Iogurte;
  • Castanhas;

Consuma gorduras vegetais insaturadas – Outro hábito que deve ser incluído no dia a dia de quem está começando um tratamento de fertilização é o consumo de gorduras vegetais insaturadas. Esse tipo de gordura auxilia na melhora da sensibilidade do organismo à insulina, diminuindo as atividades inflamatórias. Podemos encontrá-las em alimentos como óleos vegetais, sementes, peixes (como salmão) e nozes.

Evite consumir alimentos ricos em gordura –Existe também a gordura ruim, que pode prejudicar a fertilidade, por estar relacionada aos problemas hormonais. Por isso, é muito importante evitar alimentos ricos em gordura, a fim de manter o peso e evitar os riscos do surgimento de problemas cardíacos, de circulação, diabetes e colesterol alto, complicações que podem ser uma grande pedra no caminho para o desenvolvimento de gametas férteis.

O recomendado é optar por alimentos como carne magra, brancas e laticínios desnatados, ou seja, alimentos que não contenham gordura em sua composição.

Inclua as leguminosas na alimentação – Alimentos como feijão, lentilha, ervilha e grão-de-bico são mais conhecidos como leguminosas, e são essenciais para evitar problemas como anemia, que podem ser extremamente prejudiciais para a ovulação, e que por sua vez dificultam que o casal consiga engravidar.

Opte pelo consumo de folhas verdes escuras – Outra dica importante para quem está começando um tratamento de fertilização é optar pelo consumo de folhas verdes escuras, assim como a couve e o espinafre. Isso porque, esses alimentos são ricos em vitamina do complexo B e ácido fólico, imprescindíveis para o desenvolvimento do feto.

Evite consumir açúcar – Não é segredo que alimentos ricos em açúcar são extremamente prejudiciais, e isso se aplica para os casais que estão no processo do tratamento de fertilização. Além de contribuir para o sobrepeso, o açúcar pode interferir na formação dos gametas e intensificar o surgimento de doenças como o diabetes.

Como já citado, a diabetes pode ser um fator negativo e bastante danoso para a fertilidade — tanto dos homens quanto das mulheres.

Vale ressaltar que casos de infertilidade podem variar entre cada indivíduo, e os métodos de tratamento de fertilização possibilitam a ampliação nas taxas de sucesso de uma gravidez. E para que o diagnóstico seja realmente assertivo, é muito importante procurar por uma clínica e um médico especializados e altamente capacitados, para que o caso seja analisado da melhor forma possível.

Fonte: portal RD Noticiando


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Conheça as causas e entenda por que esse sintoma é tão comum nesse período

E de repente, no meio daquela atividade corriqueira do cotidiano, suas pálpebras começam a ficar pesadas, você começa a bocejar sem parar e manter os olhos abertos ou a mente em alerta se transforma em uma tarefa impossível. Não se preocupe, pois não há nada de errado nessa história: sentir sono na gravidez é perfeitamente normal.

No primeiro trimestre, o principal período em que esse quadro ocorre, ele é um reflexo das transformações gestacionais no corpo da mulher – especialmente o aumento da progesterona, hormônio conhecido por deixar o sistema nervoso central mais lento.

“Sentir muito sono é uma das principais queixas das gestantes nesse período, junto com a perda de memória e a dificuldade de concentração. Os três sintomas estão relacionados: são questões neurológicas e são causados pelo aumento de progesterona na gravidez”, explica João Fittipaldi, Ginecologista e Obstetra.

Como lidar? Há quem diga que essa será sua última oportunidade de dormir antes da chegada do bebê, então ela deve ser muito bem aproveitada. Brincadeiras à parte, o fato é que não existe como contornar o sono, já que não é possível diminuir o nível de progesterona no organismo da mulher, mas algumas atitudes ajudam a manter a rotina sob controle.

“O sono também é influenciado pelo aspecto psicológico, o que significa que caso a mulher tenha tarefas ou realize atividades constantes, isso ajuda de alguma forma a mantê-la mais desperta”, alega Fittipaldi.

Na reta final – Já o terceiro trimestre tende a ser o período “de bocejos e sonecas”, mas o contrário também pode acontecer, e a gestante perde o sono ou não consegue dormir. Nesses casos, além do desconforto físico gerado pelo tamanho da barriga, a ansiedade com a chegada do bebê e do parto exerce uma enorme influência, sem contar as dúvidas e angústias sobre a maternidade no geral e a grande mudança que está prestes a acontecer.

“Dificilmente uma insônia eventual gera a necessidade de alguma medicação, mas se a gestante quiser, pode praticar meditação ou outras técnicas de relaxamento, que ajudam tanto a regular o sono, como a controlar a ansiedade e outras questões”, afirma Fittipaldi.

Já sobre as opções fitoterápicas para lidar com o quadro, ele destaca que nem todo medicamento é indicado para a gravidez.

“É importante que a paciente verifique com seu médico, pois ser à base de plantas não significa aprovação instantânea ou ausência de contraindicações dos produtos”, afirma.

Sinais de alerta – Em qualquer fase da vida, o sono é um importante fator da equação “vida saudável”, e na gestação não é diferente. Por um lado, não existe motivo para se preocupar caso a gestante não sinta tanto sono assim: falta de sono momentânea não costuma ser indicativo de nada grave. Mas é preciso estar atenta.

“O bem-estar materno inclui determinada quantidade de horas de sono, que influenciam o estado físico em geral, mas também a capacidade do corpo de proporcionar o desenvolvimento do bebê. Por isso, a insônia acentuada está relacionada ao parto prematuro, e é preciso ficar de olho para garantir uma gestação saudável”, conclui.

Fonte: revista Crescer


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Confira uma seleção de animações que falam sobre a relação entre filhos, pais, irmãos, primos…

Nada melhor do que sentar no sofá, preparar a pipoca e assistir a um bom filme com as crianças – ainda mais se ele nos ajudar a refletir e a ensinar para os pequenos a importância de momentos gostosos assim, em família.
Pensando nisso, fizemos uma lista com sugestões de filmes e desenhos animados que falam sobre a relação entre filhos, pais, irmãos, primos… Olha só:
1. Viva – A Vida É uma Festa (2017) – Miguel, um menino de 12 anos, mora em um pequeno povoado no México e sonha ser músico. Mas seus pais não deixam, porque toda e qualquer música está banida de sua família há décadas. Na tentativa de realizar a vontade de conhecer seu cantor preferido, Miguel decide desafiar as ordens e, sem querer, acaba parando na Terra dos Mortos, onde vivem seus ancestrais. A história tem muitas tramas paralelas e uma das mais emocionantes mostra a relação de carinho e cuidado de Miguel com sua bisavó, Mamá Coco. O filme, aliás, fala sobre a importância da família e o quanto nossos ancestrais são importantes para a nossa história.
2. A Família do Futuro (2007) – Lewis é um menino órfão, que nunca teve a oportunidade de conhecer seus pais biológicos. Na tentativa de cumprir essa missão, ele cria um scanner de memória, uma máquina capaz de ajudá-lo a, enfim, encontrar uma família. Mas, antes mesmo de conseguir testar sua invenção, ela é roubada e o menino é levado para uma viagem no tempo, em que, enfim, entende a real importância dos laços familiares. 
3. Os Incríveis 2 (2018) – No segundo filme da sequência, a família Pêra enfrenta novos desafios. Enquanto Helena, a Mulher-Elástico, sai para uma missão contra vilões, é a hora de Roberto, o Sr. Incrível, assumir as tarefas domésticas e cuidar dos filhos Violeta, Flecha e Zezé. A produção mostra cenas que fazem parte do cotidiano de todas as famílias, como o momento das refeições, de fazer a lição de casa, de ir para a escola…
4. Lilo e Stich (2002) – O filme conta a história de Lilo, uma menina que perdeu os pais em um acidente de carro e vive com a irmã mais velha Nany, que trabalha várias horas por dia para provar aos assistentes sociais que é capaz de sustentar a casa e cuidar da menina. De personalidade rebelde, a pequena vive entrando em confusões e acaba “adotando” um pequeno alienígena, que, aos pouquinhos, também vira parte da família. 
5. Tarzan (1999) – Clássico da Disney, o filme fala sobre a importância das conexões afetivas que vão além dos laços sanguíneos. Um bebê perde os pais na selva e passa a ser criado e educado por uma macaca, que o acolhe e cuida como se fosse seu próprio filho. Tarzan só se dá conta de que não é como os animais da floresta quando um grupo de pesquisadores chega por lá. 
6. Procurando Dory (2016) – A trama leva a uma viagem pelo passado de Dory, uma peixinha que sofre de perda de memória recente e não consegue ter memórias de infância. No filme, ela tenta não só reencontrar sua família, como recuperar suas lembranças. Em sua busca, Dory, Nemo e Marlin vão parar na Costa da Califórnia, mais precisamente em um Instituto de Vida Marinha. Por lá, vão fazer novos amigos, enfrentar muitos perigos e encontrar respostas.

Fonte: revista Crescer


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As células-tronco podem ser utilizadas no tratamento de diversas doenças, desde as mais comuns, como obesidade e osteoporose, até as mais graves, como o câncer por exemplo. Assim, as principais doenças que podem ser tratadas com as células-tronco são:

  • Doenças metabólicas, como obesidade, diabetes, doenças hepáticas, leucodistrofia metacromática, síndrome de Günther, adrenoleucodistrofia, doença de Krabbe e síndrome de Niemann Pick, por exemplo;
  • Imunodeficiências, como hipogamaglobulinemia, artrite reumatoide, doença granulomatosa crônica e síndrome linfoproliferativa ligada ao cromossomo X;
  • Hemoglobinopatias, que são doenças relacionadas à hemoglobina, como talassemia e anemia falciforme;
  • Deficiências relacionadas à medula óssea, que é o local em que as células tronco são produzidas, como anemia aplásica, doença de Fanconi, anemia sideroblástica, síndrome de Evans, hemoglobinúria paroxística noturna, dermatomiosite juvenil, xantogranuloma juvenil e doença de Glanzmann, por exemplo;
  • Doenças oncológicas, como leucemia linfoblástica aguda, leucemia mieloide crônica, doença de Hodgkin, mielofibrose, leucemia mieloide aguda e tumores sólidos, por exemplo.

Além dessas doenças, o tratamento com células tronco também pode ser benéfico em caso de osteoporose, doenças cardíacas, Alzheimer, Parkinson, displasia do timo, traumatismo craniano e anoxia cerebral, por exemplo.

Devido ao avanço das pesquisas científicas, o tratamento com células tronco tem sido testado em diversas outras doenças, podendo ser disponibilizado para a população caso os resultados sejam positivos.

Fonte: portal Tua Saúde


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Dermatologista revela o significado das informações presentes nos rótulos dos produtos

Saber qual é o melhor protetor solar para o seu tipo de pele é fundamental para evitar problemas com a exposição solar, principalmente durante o verão. É nesse período do ano que as pessoas costumam curtir praias e piscinas para se refrescar e, consequentemente, ficam mais suscetíveis à radiação ultravioleta. Fator que, além de provocar possíveis queimaduras, também pode favorecer o desenvolvimento de doenças mais graves, como o câncer de pele, por exemplo.

Não à toa, Dezembro Laranja foi escolhido pela Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) para representar o mês da conscientização contra o câncer de pele – já que é nessa época do ano que começa o verão. No entanto, saber qual é o melhor protetor solar para você é uma informação valiosa e que deve ser utilizada durante todos os meses. Afinal, mesmo nos períodos de frio é necessário manter os cuidados para evitar o desenvolvimento de tumores nessa região do corpo.

Podemos dizer que uma das maiores dificuldades para escolher corretamente o protetor solar é a grande variedade de produtos que existem no mercado. Afinal, o que significam aquelas inúmeras siglas – FPS, PPD, IR e etc – que estão presentes nos rótulos das embalagens? Para decifrar todas as dúvidas sobre qual filtro solar é o melhor, a dermatologista Dra. Patrícia Mafra, membro da SBD, montou um verdadeiro dicionário sobre o assunto. Confira:

À prova d’água (por quanto tempo?) – “Quando ele é muito resistente à água, o filtro solar permanece eficaz por 80 minutos na água. A versão ‘muito resistente à água’ é mais indicada para crianças e esportistas. No entanto, sempre reiteramos a recomendação de reaplicar o filtro a cada duas horas e após os banhos de mar e piscina, uma vez que também tendemos a passar mais a mão no rosto ou no corpo, ajudando a retirar o filtro. Reaplicando, garantimos uma pele protegida”, explica a Dra. Patrícia.

Amplo espectro – “Um filtro solar de amplo espectro protege a pele do envelhecimento (manchas, rugas e flacidez), de queimadura e ajuda a prevenir o câncer de pele, através de extratos e ativos antioxidantes e anti-inflamatórios, que evitam os danos em cascata dessas radiações e do calor, da luz visível e da poluição”, explica a médica.

Protetores antioxidantes — “O protetor solar pode ir além dos ativos de proteção, oferecendo também outros benefícios com elementos de ação antioxidante, anti-inflamatória, reparadora e antipoluente para imediatamente reparar o processo inflamatório formado em função da radiação”, destaca a dermatologista.

Filtros com cor — Para além da estética. “Eles geralmente têm alta cobertura, com base e cor, para oferecer uma barreira física à luz visível. São aliados, principalmente, de pacientes com melasma [manchas escuras no rosto]”, conta a especialista.

Filtros químicos e físicos. Qual a diferença? —”No filtro físico, a maior parte da radiação bate e volta. No filtro químico, ela é absorvida e ‘desgastada’, transformada em uma baixa energia que não penetra na pele. Qual o melhor? Depende da indicação. No geral, o melhor é associar os dois. Pacientes com pele sensível e reativa devem usar filtro físico”, diz a Dra. Patrícia.

FPS (Fator de Proteção Solar) – É aquele número destacado na maioria das embalagens.  Ele se refere apenas aos raios UVB – e não aos UVA.  É fruto da razão entre o mínimo de vermelhidão que uma pele protegida e desprotegida pode ter. Quanto maior o FPS, mais proteção à radiação UVB o produto vai oferecer. Mas, será que isso é o suficiente para escolher o protetor solar?

“Na verdade, temos que considerar outras variáveis além da vermelhidão, então esse protetor também deve contar com proteção contra os raios UVA, infravermelho e luz visível. Como nenhum protetor solar pode filtrar 100% dos raios UVB do sol, as roupas de proteção (com FPS), chapéus e procurar sombra também são indicações importantes”, recomenda a dermatologista.

IR (Infrared ou infravermelho) – Se refere, basicamente, à radiação do calor, aquele famoso mormaço. Um filtro solar com boa capacidade de proteção IR, de acordo com a Dra. Patrícia, pode ajudar a evitar a flacidez da pele. No entanto, ela também recomenda o uso de algum bloqueio solar físico – como roupas e sombras – e antioxidantes.

Luz visível — Se refere a todo tipo de luz. Seja solar, de lâmpadas ou celulares. “Ela é capaz de promover, a médio e longo prazo, um quadro de vermelhidão, estimular a formação ou piora das manchas e causar danos ao DNA celular. Os protetores com ação protetora contra a luz visível, geralmente, contam com extratos e ativos antioxidantes e anti-inflamatórios”, explica a médica.

PPD (Persistant Pigment Darkening) – Indica o grau de proteção contra os raios UVA. Nos rótulos, o PPD pode aparecer como FP-UVA (Fator de Proteção UVA). “O PPD ideal é a partir de 10 e deve representar, no mínimo, um terço do FPS”, revela a dermatologista.

Toque seco — Pode ser gel, creme, spray ou bastão. “Todos esses veículos são dermocosméticos que devem ser considerados na hora da escolha de um fotoprotetor, pois isso ajuda na prevenção de acne e oleosidade. Pacientes com tendência à acne devem optar por veículos livres de óleo, como o gel, que tem toque seco e pode controlar a oleosidade. Pacientes com pele seca e desidratada devem preferir as loções e priorizar termos como ‘hidratante’ no rótulo”, finaliza a Dra Patrícia.

Fonte: Portal Terra


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Nos primeiros estágios do desenvolvimento embrionário humano, uma pequena coleção de células conhecidas como células-tronco embrionárias humanas (hESCs) orquestra o crescimento e a diferenciação, dando origem a tecidos humanos altamente especializados. Como células pluripotentes – progenitoras de todos os tipos de células do corpo – as hESCs são de interesse central para biólogos do desenvolvimento e regeneração. Muitos genes que impulsionam o funcionamento do hESC foram identificados anteriormente, mas ferramentas poderosas que lançam luz sobre as atividades inter-relacionadas desses genes só surgiram mais recentemente. Pesquisadores do Brigham and Women’s Hospital e da Harvard Medical School usaram o rastreamento genético de todo o genoma para superexpressar e inativar (“nocautear”) dezenas de milhares de genes em hESCs.Eles descobriram redes-chave que controlam simultaneamente a pluripotência e a prontidão para a morte celular (apoptose), ajudando a garantir condições ideais para o desenvolvimento embrionário. Os resultados do estudo, publicados emGenes and Development , oferece novos insights sobre a genética do câncer e uma nova abordagem para a pesquisa da medicina regenerativa.

“Nossos métodos nos permitiram criar um ‘atlas’ de quase todos os genes do genoma humano e determinar o que sua superexpressão ou perda faz para os primeiros passos mais fundamentais do desenvolvimento humano”, disse a autora principal Kamila Naxerova, PhD, ex- pós-doutorado no laboratório Elledge na Divisão de Genética de Brigham. “Em vez de olhar os genes um por um, examinamos milhares de alterações genéticas ao mesmo tempo para determinar como elas afetam a proliferação de células-tronco embrionárias e, posteriormente, o desenvolvimento das três camadas germinativas que servem de matéria-prima para tecidos humanos. “

“Elucidar como a função das células-tronco embrionárias humanas é controlada pela genética é essencial para nossa compreensão da biologia do desenvolvimento e da medicina regenerativa”, disse o co-autor Stephen Elledge, PhD, o professor Gregor Mendel de Genética e Medicina no Brigham and HMS. “Nosso estudo fornece o exame mais extenso da funcionalidade do gene em hESCs até o momento.”

Ao conduzir seu experimento – que envolveu a eliminação de cerca de 18.000 genes e superexpressão de 12.000 genes – os pesquisadores notaram um papel único desempenhado pelos genes hESC que controlam a pluripotência, ou capacidades de diferenciação. Quando os pesquisadores deletaram esses genes bem conhecidos, entre eles OCT4 e SOX2 , as células-tronco aumentaram surpreendentemente sua resistência à morte, indicando que, em circunstâncias normais, os reguladores de pluripotência também contribuem para as vias de apoptose. Os pesquisadores levantaram a hipótese de que a ligação genética entre a pluripotência e a morte celular rigidamente regulamentada ajuda a garantir que, se uma célula-tronco for danificada, ela será destruída no início do desenvolvimento embrionário antes que possa comprometer o funcionamento de células e tecidos futuros.

Esses comportamentos inter-relacionados eram especialmente evidentes em um regulador de pluripotência conhecido como complexo SAGA. Os pesquisadores demonstraram pela primeira vez que hESCs morreram menos prontamente na ausência do complexo SAGA. Além disso, sua ausência inibiu o desenvolvimento de todas as três camadas germinativas (endoderme, mesoderme e ectoderme), atestando o papel central do complexo SAGA em uma série de atividades de CTEh. Finalmente, os pesquisadores observaram que muitos dos genes que regulam a formação das três camadas germinativas também são contribuintes conhecidos para o crescimento de cânceres quando são super ou subexpressos em células somáticas.

Além de oferecer uma nova perspectiva sobre a base genética dos cânceres, a abordagem de triagem genética de alto rendimento do estudo pode informar trabalhos futuros em biologia regenerativa.

“As telas genéticas representam uma oportunidade maravilhosa para investigar como as redes genéticas contribuem para comportamentos celulares inter-relacionados, como crescimento, diferenciação e sobrevivência”, disse Naxerova, que agora é professora assistente no Centro de Biologia de Sistemas do Hospital Geral de Massachusetts. “Essa abordagem pode ajudar biólogos regenerativos e de desenvolvimento a mapear sistematicamente redes genéticas que estão envolvidas na formação de tecidos específicos e manipular esses genes para cultivar de forma mais eficiente diferentes tipos de tecidos humanos a partir de células-tronco.”

Fonte: portal Science Daily


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1 – MINHA CASA É ADEQUADA PARA RECEBER UM BEBÊ?

A maioria das residências pode ser adaptável para receber um bebê, mas há alguns pontos importantes a considerar. O primeiro deles é a presença de muitas escadas. Se você mora no quarto andar de um prédio sem elevador, será mais cansativo e trabalhoso subir e descer com a criança — principalmente se for mais de uma. O mesmo vale para pessoas sem carro que moram em bairros com muitas subidas e descidas.

Residências de um quarto são suficientes para os primeiros meses de vida do bebê, mas conforme ele ficar mais grandinho, dividir o espaço com o pequeno pode ser complicado. Portanto, veja se você tem condições de viver em um lugar maior.

Além disso, considere se o bairro e a casa são seguras, para ficar livre de ansiedades e sustos. Por fim, se você planeja se mudar, faça isso antes de engravidar ou, no máximo, nos primeiros meses da gestação. Já pensou em fazer mudança com uma criança pequena a tiracolo?

2 – MEU ORÇAMENTO É SUFICIENTE PARA CRIAR UM BEBÊ?

Neste texto, explicamos como se planejar financeiramente para ter um bebê. Para isso, é preciso calcular valores com pré-natal, parto, escolinha e plano de saúde para a criança, caso opte por serviços particulares. Gastos com farmácia também devem entrar na conta, assim como uma poupança para emergências.

3 – ESTOU DISPOSTA A FLEXIBILIZAR MINHA CARREIRA?

Se você tem uma meta ambiciosa na sua carreira, é bom decidir o momento certo de ter um bebê. Depois que o pequeno nascer, será preciso tirar a licença-maternidade e, após o retorno ao trabalho, readaptar-se à rotina. Durante o primeiro ano de vida da criança — ou talvez durante até mais tempo — diminuir o ritmo é uma possibilidade.

Converse com o seu parceiro e tente estabelecer uma divisão justa, para que as tarefas fiquem bem divididas e ninguém tenha que abrir mão de se dedicar à carreira. Possivelmente, um dos dois se oferecerá para ficar em casa com a criança enquanto o outro está mais focado no trabalho.

4 – COMO VOU DIVIDIR AS TAREFAS COM O MEU PARCEIRO?

Quando o bebê chegar, as responsabilidades compartilhadas pelo casal serão muito maiores. A colaboração é, então, a chave para que a relação funcione bem. Portanto, antes mesmo de engravidar, discutam pontos importantes, como:

  • Como cada um pretende se dedicar à carreira nos próximos anos;
  • Financeiramente, com quanto cada um pode contribuir;
  • Quais tarefas caseiras cada um pretende realizar;
  • Quais responsabilidades relativas ao bebê cada um pretende assumir.

5 – ESTOU EMOCIONALMENTE PRONTA PARA TER UM BEBÊ?

Ter um bebê mexe com o emocional de homens e mulheres, mas principalmente de mulheres. O aumento da produção de hormônios na gravidez poderá deixá-la mais ansiosa, emotiva e até fazê-la dormir pior. Além disso, há a ansiedade com a gestação, parto e com a criação do bebê. Portanto, questione se você está emocionalmente pronta para isso e, se necessário, converse com o seu terapeuta ou ginecologista sobre o assunto.

Mas atenção: nada de neura! Questões emocionais podem ser tratadas com o auxílio de profissionais, como os psicólogos. O importante é que você prepare o terreno para  lidar com o que está por vir — que é tanto preocupante, quanto excitante e maravilhoso.

6 – ESTOU PRONTA PARA DORMIR POUCO?

Prepare-se para dormir pouco nos primeiros meses de vida do bebê, principalmente enquanto estiver amamentando. O pequeno poderá acordar de três em três horas, ou até em intervalos menores, para mamar, reclamar da fralda suja e assim por diante. Há bebês que continuam acordando várias vezes mesmo quando maiorzinhos. É preciso paciência.

7 – ESTOU PRONTA PARA VIVER EM UMA CASA BAGUNÇADA?

Talvez a sua casa não fique tão bagunçada, mas você provavelmente terá de lidar com brinquedos espalhados e mais sujeira. Será necessário educar o pequeno para que guarde as coisas e cuide da limpeza. Mas, ao menos nos primeiros dois anos, boa parte do trabalho de organização e limpeza recairá sobre o casal.

8 – ESTOU PRONTA PARA AS MUDANÇAS SOCIAIS QUE VÊM COM O NASCIMENTO DO BEBÊ?

Nos primeiros meses, você estará bastante focada no bebê. Portanto, sua relação com o parceiro poderá mudar, assim como a sua relação com os amigos. Alguns irão se afastar, mas você certamente fará outros — provavelmente que também têm filhos. Sua vida social, então, será diferente. É provável que, ao menos nos primeiros anos, os jantares em restaurantes sejam trocados por refeições nas casas dos amigos, de preferência durante o dia. Afinal, manter a rotina de sono da criança deixa ela mais calma, o que faz toda a diferença na correria do dia a dia.

Fonte: Portal Danone Nutricia

 


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Lista reúne opções como toalha, protetor de carrinho e outros itens essenciais para o enxoval do bebê 

Se você tem uma amiga ou familiar grávida e não sabe o que dar de presente de Natal, uma boa opção é investir em itens essenciais para o enxoval do bebê. Mesmo sem saber o sexo da criança, é possível presentear a mamãe de forma bastante útil. Entre os artigos que podem ser oferecidos estão o kit de bolsas para a maternidade, o cobertor para o bebê e, até mesmo, a capa para carrinho.

Confira abaixo seis opções de presentes de Natal para alegrar a mamãe grávida.

 

  1. Toalha felpuda bordados com capuz – Uma das opções de presente de Natal para a mamãe grávida é a toalha felpuda. Ela deve ser um item necessário para o enxoval do bebê, ajudando na hora do banho. A toalhinha é feita totalmente em tecido de algodão e mede 90 cm x 70 cm.
  2. Cueiro flanelado – O cueiro flanelado é outra recomendação como presente para a mamãe grávida. O produto pode ser usado para enrolar o bebê e acalmá-lo, principalmente no primeiro mês de vida. Outro modo de utilizar é forrá-lo no carrinho da criança para quando ela for dormir, garantindo um ambiente limpo e aquecido.
  3. Cobertor estampado – O cobertor estampado é um dos itens mais vendidos. O cobertor é ideal para a hora do soninho da criançae ainda conta com desenhos coloridos.
  4. Capa para carrinho estampada – A capa para carrinho é um item importante no enxoval do bebê, portanto pode ser um excelente presente de Natal para a mamãe grávida. Para forrar o carrinho e oferecer mais conforto ao bebê, o item é confeccionado em tecido com leve enchimento macio.
  5. Kit bolsa maternidade – Para quem deseja investir em um presente mais caro, o kit com bolsas de maternidade pode ser uma boa escolha. O conjunto conta com quatro peças: bolsa, frasqueira, porta mamadeira térmica e trocador.
  6. Naninha Leãozinho – Outra opção divertida e confortável para dar para a mamãe grávida é a naninha de leãozinho. O produto serve como um paninho para o bebê segurar na hora de dormir e promete trazer a sensação de aconchego para a criança, enquanto o leãozinho é capaz de distrair os pequenos.

    Fonte: revista Crescer