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Entenda as razões pelas quais seu filho chora tanto e saiba como ajudá-lo

Os pais de recém-nascidos logo identificam o choro de cólica – é aquele mais agudo e sofrido, em que o bebê aparenta dor e desconforto. Mas não precisa se desesperar, porque o comportamento não está associado a nenhuma doença. Na verdade, as cólicas (contrações da musculatura abdominal) são naturais e esperadas, isto é, fazem parte do desenvolvimento da criança. Elas acontecem nos primeiros três meses de vida porque seu filho está se acostumando a digerir o leite e a flora intestinal dele ainda não está formada. É uma adaptação necessária para que o corpo da criança aprenda a lidar com o volume do alimento e também com os gases.

SERÁ QUE É CÓLICA?

Veja alguns sinais básicos para identificar o problema:

  1. O bebê chora sem parar
    2. Você já o alimentou, trocou a fralda, verificou se não era frio ou calor, e mesmo assim seu filho continua chorando
    3. Ele se contorce e flexiona as perninhas em direção ao abdome
    4. A barriga fica endurecida
    5. Ele solta gases
    6. O rosto fica avermelhado
    7. As mãos ficam com os punhos fechados
    8. A expressão do rosto é de dor e sofrimento

 

COMO ALIVIAR AS CÓLICAS

*Mantenha-se tranquilo para poder aclamar a criança.
*Dê colo e carinho para o bebê na hora do choro.
*Deite-o de bruços e embale-o nos braços.
*Coloque a barriguinha dele em contato com o seu abdome: calor e aconchego ao mesmo tempo são imbatíveis!
*Esquente um pano a ferro ou opte por bolsa de água quente. Tome cuidado para não esquentar demais e nunca encoste a superfície quente direto na pele da criança. Envolva-a em um pano. Em lojas de artigos para bebês há bolsas térmicas de gel.
*Fique com o seu filho em um ambiente aconchegante, à meia luz e, se puder, coloque uma música relaxante.
*Apesar de o peito acalmar a criança, evite amamentá-la, pois a sucção estimula as contrações intestinais, o que agrava as dores.
*Massagens circulares em sentido horário no abdômen e ao redor do umbigo ajudam a soltar os gases. Passe a mão com um pouquinho de óleo de bétula ou de amêndoa. Isso aquece o local e acalma o bebê.
*Exercícios com as pernas também contribuem para diminuir as dores e soltar gases. Deite o bebê de costas e flexione as suas perninhas sobre o abdome.

Fonte: revista Crescer


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Animal, chamada Jade, tem paralisa das pernas desde 2017; causa é desconhecida

A irara fêmea Jade, de 12 anos, que vive no Bosque dos Jequitibás desde 2011, em Campinas, iniciou uma terapia com células-tronco. Jade tem paralisia dos membros posteriores (pernas) desde 2017, de causa desconhecida.

De acordo com a Prefeitura de Campinas, o procedimento é feito em parceria com o Hospital Veterinário do curso de Medicina Veterinária, da PUC-Campinas. “A ideia é que a terapia com células-tronco possa recuperar o animal da sequela neurológica. O número de sessões vai depender da resposta ao primeiro tratamento. Vamos acompanhar e avaliar”, explica o veterinário do Bosque dos Jequitibás, Douglas Presotto.

O veterinário conta que Jade havia passado por tratamentos convencionais, com medicamentos, e alguns alternativos e complementares, como acupuntura, desde que surgiram os primeiros sintomas de paralisia. Essas terapias promoveram melhoras no seu quadro geral.

A irara, de nome científico Eira barbara, é um animal da família dos mustelídeos, a mesma dos furões, lontras e ariranhas. Vive cerca de 20 anos em cativeiro e um pouco menos em vida livre. São onívoras, se alimentam de frutas, legumes, mel, insetos e carnes.

Fonte: portal A cidade On Campinas


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A autoestima é um dos pilares fundamentais da felicidade e, felizmente, qualquer pessoa pode aprender a construí-la desde a infância. Ajude seus filhos com isso!

Acredite ou não, há muitas coisas que fazemos por amor e que não percebemos que são na verdade prejudiciais para os nossos filhos, especialmente para sua autoestima. É por isso que é importante que você saiba o que pode fazer com seu filho para evitar machucá-lo de alguma forma.

Abaixo, também revelaremos como evitar atitudes e ações que prejudicam seus filhos.

Não existe um manual

Como bem se sabe, não existe um manual para ser mãe e pai. Portanto, muitas vezes cometemos erros que nada mais são do que produto da nossa ingenuidade e/ou ignorância. Não há motivo para se envergonhar disso, o importante é reconhecer que:

  • Não fazemos as coisas perfeitamente o tempo todo.
  • Você também aprende com os erros e sempre pode melhorar.
  • A maternidade também é uma experiência de crescimento para nós.
  • Querer o melhor para os nossos filhos nem sempre significa que isso sejao melhor para eles.

Como mães, sempre queremos fazer o que é melhor para os nossos filhos. Para nós, nada mais gratificante do que vê-los saudáveis, felizes e tranquilos. Contudo, é extremamente importante assumir que nem todos os nossos planos serão bem-sucedidos.

Muitas vezes, sem querer, recorremos a práticas que prejudicam a autonomia, a segurança, a independência e até a autoestima dos nossos filhos.

Aqui estão as 4 coisas mais prejudiciais para a autoestima dos seus filhos:

Superproteção – Aqui é imperativo distinguir casos isolados de proteção daqueles em que os pais recorrem ao modelo educacional baseado na superproteção. Neste último caso, agimos de acordo com nossos temores e medos em relação ao bem-estar da criança. Suas consequências podem variar desde timidez, dependência, introversão, insegurança e falta de autoconfiança até atitudes pessimistas e tendência a fobias e depressão.

Resolver as coisas em seu lugar – Certamente você algumas tarefas que cabem aos seus filhos e acredita que está ajudando. Mas você está errada, porque assim os faz acreditar que eles não podem fazer sozinhos. Outra opção é quando a criança interpreta que determinada tarefa não é sua responsabilidade e que você sempre resolverá tudo para ela. Assim, ela será um indivíduo dependente, perdendo a oportunidade de aprender novas habilidades e aptidões.

Minimizar as conquistas: uma das coisas prejudiciais para a autoestima – “É muito fácil”, uma armadilha difícil de escapar e cujas consequências podem ser fatais para a autoestima do seu filho. Se existe alguma dificuldade em conseguir algo que para você parece fácil, é contraproducente expressar isso. Ou seja, essa não é uma forma de encorajar, pois as crianças vão pensar que são fracas ao acharem complicado. Isso não apenas as desencoraja, como também as frustra, componentes que as impedem de tentar.

Evitar por todos os meios o erro – Esse erro é imenso porque cada queda é uma oportunidade para se levantar com mais força ainda. Todo erro faz parte da aprendizagem. É apenas uma questão de materializar cada derrota em um novo ensinamento para evitar todos os tipos de tropeços no futuro.

Estimule a autoestima do seu filho! – Em primeiro lugar, devemos permitir que nossos filhos experimentem, tentem e arrisquem. Ou seja, que explorem e experimentem em seus diferentes estágios de vida. Tente ter em mente que, se você restringir a liberdade da criança, ela não será capaz de se defender adequadamente. Tanto amor e tanta proteção podem fazer com que seu filho se sinta incapaz e inútil na vida.

Sem dúvida, graças a essas dicas, a autoestima do seu filho será fortalecida e você poderá ter uma relação muito mais saudável com ele. Depois de ter conseguido fortalecer sua autoestima, a segurança, a autoconfiança, a independência e a autonomia estarão bem protegidas. Além disso, você conseguirá motivar seu filho para a vida.

Fonte: portal Sou Uma Mãe


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É comprovado que fazer a coleta das células-tronco é uma decisão 100% certa. Os benefícios são inúmeros e na lista abaixo, separamos apenas algumas informações sobre porque os papais não podem perder a oportunidade em coletar as células-tronco do sangue do cordão umbilical.

1.Desde 1988, já foram realizados mais de 14 mil transplantes de sangue de cordão umbilical, tratando mais de 80 doenças.

  1. Vários tecidos já foram obtidos através da cultura programada de células-tronco, tais como: hepático, cardíaco, neuronal, ósseo e muscular. Com isso, o sangue de cordão umbilical poderá vir a ser a fonte inesgotável de recursos biológicos na área de engenharia de tecidos.
  2. É a única garantia de compatibilidade completa com o seu filho e potencial terapêutico para todos membros de sua família.
  3. O sangue de cordão umbilical apresenta disponibilidade imediata. Enquanto outras fontes requer mobilização do doador potencial e procedimento médico cirúrgico invasivo.
  4. O sangue de cordão umbilical criopreservado fica protegido dos efeitos ambientais nocivos.
  5. As células do cordão umbilical são jovens e biologicamente tolerantes, isso leva a diminuição dos efeitos colaterais e o aumento da possibilidade de transplante entre pessoas parcialmente compatíveis.
  6. A coleta não oferece risco ao bebê e a mãe.
  7. O custo do transplante utilizando sangue de cordão umbilical é sensivelmente inferior ao processo que engloba o tratamento e a procura de um doador compatível.
  8. Enquanto o câncer na fase pediátrica raramente utiliza transplante autólogo, entre pacientes adultos esse tipo de transplante é muito mais comum. Portanto, a utilização do sangue de cordão umbilical para o próprio indivíduo ficará cada vez mais comum conforme as crianças desta geração tornam-se adultas. (National Cancer Institute).
  9.  Avanços na área genética permitirão ampliar o uso do sangue de cordão umbilical para doenças de origem genética.
  1. A expansão celular, permitirá o tratamento em pacientes com peso superior a 40 kg.
  2. Para famílias com predisposição de doenças imunológicas e oncológicas.
  3. Minorias étnicas apresentam mais dificuldade de encontrar um doador compatível.

Fonte: Portal Criogênesis


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Pais da pequena Joana, de 5 anos, buscam arrecadar fundos para tratamento experimental com células-tronco na Rússia

Uma campanha online busca levantar fundos para que a pequena Joana, de 5 anos, possa realizar um tratamento médico pioneiro com células-tronco na Rússia. Joana nasceu com uma mutação no gene MEF2C, que causou epilepsia de difícil controle, autismo e paralisia cerebral, e o inovador tratamento russo pode ser a luz no fim do túnel que sua família procura há anos.

A mutação genética com a qual Joana nasceu fez com que ela tivesse um episódio de convulsão grave quando tinha apenas 2 anos, que durou cerca de 1 hora e provocou a paralisia cerebral. Ao longo dos anos, Jojo, como é chamada, evoluiu com medicamentos e terapias, mas a cura ainda não veio.

O Samara Regional Medical Center Dinasty, centro de pesquisas em Samara, na Rússia, é referência na pesquisa e tratamento com células-tronco, e atualmente desenvolve pesquisa para tratar a paralisia cerebral com um método inovador, que inclui a injeção de 150 milhões de células-tronco por quilo de peso corporal — os tratamentos convencionais utilizam apenas 20 milhões.

A paralisia cerebral é um distúrbio de movimento e postura resultante de uma lesão do cérebro imaturo e é uma das principais causas de deficiência na infância. Células-tronco são usadas no tratamento da paralisia cerebral porque estimulam processos de regeneração, originam células do sistema nervoso e modulam a ação do sistema imune, diminuindo a inflamação. Muitos estudos nessa área já estão na fase clínica, e alguns ensaios clínicos controlados foram realizados nos últimos anos.

O tratamento russo, que começou a ser desenvolvido em setembro de 2019, é um desses casos, e chega à sua fase final, que pretende tratar 150 crianças com paralisia cerebral, com duas transufsões — uma em junho, outra em novembro. “Com base em muitos estudos experimentais, o sangue do cordão umbilical é sugerido como uma terapia potencial para a paralisia cerebral. Este protocolo foi desenvolvido com base nos resultados do protocolo previamente aprovado do Centro, que mostrou alta eficiência na reabilitação dos pacientes”, diz a apresentação do tratamento. Segundo o pai de Joana, Cassio Gusson, o tratamento russo é uma esperança para curar ou amenizar a paralisia e evitar as convulsões diárias: “Com esse tratamento, existe a possibilidade da Jojo voltar a andar, se comunicar e ganhar mais autonomia. O tratamento vai tentar reverter os danos cerebrais e pode ajudar também com as convulsões. Hoje ela toma quatro medicamentos para evitar convulsões, mas o problema persiste”, contou o jornalista.

Em contato com os pesquisadores, Cassio conseguiu assegurar um lugar para sua filha, mas esbarra nos custos necessários para fazer duas viagens à Rússia, além dos custos com o tratamento em si. “Esse tratamento experimental pode mudar absolutamente tudo na vida dela. E, se ela puder mover um dedo a mais, já muda muita coisa. Cada centímetro conquistado faz uma diferença enorme na vida da Jojo. Estamos confiantes e felizes com todo o apoio que estamos recebendo”, disse.

Cassio criou a campanha online a fim de arrecadar R$ 250 mil, valor necessário para custear todo o tratamento. Até o momento, já foram doados cerca de R$ 90 mil.

Fonte: Portal Revista Veja


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A alimentação da mãe durante o período de amamentação deve ser equilibrada e bastante variada, sendo importante ingerir bastante água, frutas, cereais integrais, legumes e verduras, pois promovem a produção de leite.

Além disso, deve-se evitar o consumo de alimentos industrializados e com alto teor de gordura, que não possuem valor nutricional nem para a mãe e nem para o bebê.

Durante a amamentação, a mãe perde 1 a 2 kg por mês, de forma lenta e gradual, devido à quantidade de energia que se utiliza para produzir o leite materno, por isso, durante este período não é aconselhado adotar nenhum tipo de dieta restritiva para emagrecer.

O que comer durante a amamentação – A mulher durante a amamentação necessita de maior quantidade de energia e proteínas, que deve ser obtida através de uma alimentação balanceada que inclua todos os grupos de alimentos. Além disso, é importante ter atenção à quantidade de produtos lácteos consumidos para que seja suficiente para suprir as necessidades de cálcio.

Algumas dicas para facilitar a alimentação da mãe são:

  • Comer pelo menos 5 porções de frutas e vegetaisdiariamente;
  • Consumir proteínascomo frango ou peru bem cozidos e ovos;
  • Consumir peixes 2 a 3 vezes por semana, devendo dar preferência aos peixes com baixa quantidade de mercúrio, como sardinha, atum, truta e salmão;
  • Dar preferência para carboidratos integraiscomo arroz integral, macarrão integral, cereais, grãos e pão integral;
  • Comer 2 a 3 porções de lácteos, como 1 copo de leite desnatado ou semi desnatado, 1 fatia de queijo branco e 1 iogurte natural, por exemplo. Caso o bebê tenha sinais e sintomas indicativos de intolerância à lactose, a mãe deve evitar o consumo desses produtos ou dar preferência aos alimentos sem lactose, devendo obter o cálcio através de outras fontes alimentares;
  • Incluir gorduras boas no dia a dia, como o abacate, azeite de oliva, frutos secos e sementes, como as de linhaça, chia e abóbora, por exemplo.

Além disso, é fundamental que a mãe beba bastante líquidos para ajudar na produção do leite, sendo recomendada a ingestão de cerca de 3 litros de água por dia. Esta quantidade engloba a água presente nas frutas, sopas e sucos, por isso ainda é necessário beber cerca de 2 litros de líquidos, como água ou chá sem açúcar, por dia.

Micronutrientes necessários durante essa fase – Durante a lactância materna, é importante a ingestão adequada de vitaminas e minerais, o que deve acontecer por meio do consumo de alimentos ricos em ferro, ácido fólico, zinco, vitamina C, vitaminas do complexo B, cálcio e ômega-3.

A mulher pode tomar café enquanto amamenta? A cafeína é um estimulante do sistema nervoso e o bebê não conseguiria metabolizar essa substância, no entanto alguns estudos demonstram que o consumo de 300 mg de cafeína por dia não provoca qualquer alteração no bebê e, por isso, a mulher pode tomar 2 a 3 xícaras de café por dia contanto que não seja antes do bebê mamar.

O que não comer na amamentação – Os alimentos que devem ser evitados na amamentação são alimentos como frituras, embutidos, queijos amarelos, refrigerantes, bolos e biscoitos, porque têm grandes quantidades de gorduras e açúcares.

Nas famílias com antecedentes de alergia, foi considerado benéfico para a mãe tirar da sua dieta alimentos potencialmente alergênicos, como o ovo e amendoim, por exemplo. No entanto, isso não é uma regra, pois varia de pessoa para pessoa, sendo importante consultar o pediatra ou o nutricionista antes de retirar os alimentos da dieta.

Além disso, o consumo de bebidas alcoólicas está proibido, já que o álcool pode ser eliminado por meio do leite materno, passando para o bebê.

Fonte: portal + Tua Saúde


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Mesmo não sendo nada grave, a cólica preocupa os pais. Descubra quais estratégias ajudam de verdade a reduzir a dor e o que é balela

Massagem: deve ser feita em sentido horário ao redor do umbigo, com movimentos suaves e um pouco de pressão. Métodos como a shantala também funcionam.

Calor: bolsas térmicas até são úteis, mas há risco de queimaduras. O melhor é o contato pele a pele, com a barriga do bebê colada na do adulto.

Banho quentinho: o princípio segue o do item acima. A água morna relaxa a musculatura do bebê e alivia as dores. Em alguns casos, ele embala na soneca.

Falsa sucção: o movimento de sugar dá prazer e acalma o neném. Então, ele pode ser posicionado próximo ao peito ou mesmo com a boca no dedo da mãe ou do pai. Só cuidado com a chupeta, que falaremos adiante.

Carinho: pegar no colo, fazer carinho, cantar… O suporte emocional e a proximidade física são fundamentais para atenuar a crise. Fora que estreitam laços entre pais e bebê.

Arrotar: eliminar gases é bacana, mas nem toda criança arrota e fica tranquila. O essencial é mantê-la de barriga para cima e cabeça levemente elevada depois da mamada.

Amamentar: se o pequeno quiser comer durante uma crise, a mãe pode dar o peito. Basta tomar cuidado para que ele não mame demais e, assim, tenha prejuízos na digestão.

Enrolar: quanto mais aninhado o bebê estiver, mais se sentirá como se morasse no útero, o ambiente mais confortável e seguro que ele já viu.

No próximo post, vamos falar sobre métodos que não são aconselháveis, mas que são bem comuns e tradicionais, e também sobre maneiras controversas para aliviar as dores do bebê. Fique de olho em nossas redes sociais. Não perca!!

Fonte: revista Veja Saúde


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Fabiula Nascimento falou da experiência em passar por uma gestação após os 40. A atriz e Emilio Dantas estão à espera dos gêmeos Roque e Raul

Fabiula Nascimento está à espera dos gêmeos Roque e Raul, fruto do relacionamento com Emilio Dantas. A atriz falou da experiência em passar por uma gestação após os 40. “Tentamos de forma natural por um ano, mas não rolou. Depois de alguns exames, resolvemos fazer FIV [Fertilização in vitro], já que eu tinha óvulos congelados desde 2016. Na segunda tentativa, os meninos vieram”, disse à “Crescer”.

Com 15 semanas de gravidez, Fabiula contou como se sente fisicamente: “Nas primeiras semanas foi bem tranquilo. Da nona semana até agora é que os enjoos começaram a acontecer 24 horas por dia. Uma loucura! Nada de anormal pelo que consta. Os enjoos me deixam muito indisposta, mas sigo firme. Tirando isso, me sinto maravilhosa. Linda!”.

FABIULA NASCIMENTO DIZ COMO ESPERA QUE SEJA O PARTO

Fabiula já faz planos para a hora do nascimento. “Eu imagino um parto seguro para mim e para os bebês. É só o que eu consigo pensar. Estou super bem amparada e confio 100% na minha médica”, afirmou. Ainda segundo a artista, ela teve medo de engravidar durante a pandemia de Covid:

“Em 2020, assim que a pandemia começou por aqui, ficamos extremamente assustados. Nós não conseguíamos pensar no futuro. Só no presente e em nos manter vivos. O começo foi muito assustador. Com o passar dos meses, fomos entendendo melhor esse vírus, a vacina foi feita e voltamos a sonhar um pouquinho. Vivemos um período terrível em todos os aspectos, mas enquanto existe mundo, existe vida. Nosso amor é maior que o nosso medo”.

ATRIZ REDOBRA CUIDADOS COM A SAÚDE

Fabiula detalhou também a rotina como mãe de primeira viagem. “Continuo me exercitando, cuidando da casa e redobrando os cuidados com as saídas para ir às consultas médicas. Tenho sentido necessidade de ver coisas bonitas e de estar cada vez mais perto da natureza”, pontuou. E revelou como imagina que será após a chegada das crianças:

“Acredito que nada será como antes e confesso e fico feliz com isso. Tô pronta pra começar uma nova e desconhecida jornada na vida. A rede de apoio começou assim que anunciamos a gravidez. Todos se colocando a disposição para elucidar dúvidas das mais simples até as mais complexas. Quanto a ajuda no dia a dia, estou aberta a todas as possibilidades. Nada está descartado”.

Fonte: Portal Purepeople


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A pele de bebê, diferentemente da nossa, costuma ser bem sensível, principalmente ao contato com cosméticos, alguns tipos de tecido e ao Sol. Por isso, é super importante ficar atento, para que seu bebê fique sempre com a pele bem cuidada e protegida.

Pensando nisso, separamos alguns cuidados com a pele do bebê super importantes para você realizar no dia a dia. Assim, ele pode aproveitar com segurança todas as experiências durante o crescimento. Confira!

Cuidados com recém-nascidos – Desde os primeiros minutos de vida, os bebês necessitam de uma série de cuidados especiais. Com a pele do recém-nascido não é diferente, afinal, ela é fina e sensível, sendo mais suscetível a alergias e irritações. Por isso, é importante ficar atento aos produtos utilizados, desde o banho até a troca de fralda.

Por isso, nos primeiros meses, opte por roupas leves e confortáveis, como as de algodão, por exemplo, assim como produtos adequados para essa faixa etária, como o sabonete líquido de glicerina hipoalergênico.

Troca de fralda – Nos primeiros meses, também é importante evitar produtos com perfumes ou outras composições químicas, que podem deixar a pele do bebê irritada. Desse modo, faça a limpeza com água morna e algodão sempre que o bebê sujar a fralda. Assim, você o previne de assaduras e alergias.

Cuidados no passeio – Durante essa fase, os recém-nascidos devem evitar passeios ao máximo, pois o contato com o ambiente externo pode fragilizar sua saúde e deixá-lo inquieto.

Cuidados com a pele do bebê – Mesmo se seu filho já tiver passado a fase de recém-nascido, é super importante manter os cuidados com a pele sensível do bebê. Ela é uma barreira de defesa contra o mundo exterior, estando vulnerável a elementos irritantes, como mudanças de temperatura e umidade, por exemplo.

Por isso, é importante manter a pele de bebê sempre hidratada e protegida, para que ele possa ficar livre de alergias e irritações.

Durante o banho – Para cuidar da pele do bebê durante no banho, opte sempre pela água morna, com cerca de 36ºC. Essa é uma temperatura agradável, que não vai ressecar a pele do bebê. Quanto aos produtos, prefira sempre sabonete para bebê líquido específico para os pequenos e que possuam o pH igual ao da pele.

Troca de fralda – Para evitar assaduras no neném e outros tipos de irritação, é sempre importante fazer a troca imediata da fralda, logo após a criança utilizá-la. Quanto mais tempo a fralda úmida tiver contato com a pele de bebê, mais ela estará suscetível a irritações.

Faça a limpeza do bebê com algodão úmido ou lenço umedecido. Após a higienização, deixe a pele respirar por alguns minutos até ter novamente o contato com uma fralda. Após o processo, utilize produtos para bebê e coloque uma nova fralda na criança.

Em contato com o Sol – Até os seis meses, os bebês não podem utilizar protetores solares. Por isso, é de extrema importância tomar alguns cuidados de prevenção. Para isso, utilize roupas e acessórios que protejam seu bebê do contato direto com o Sol.

Lembrando que ele deve permanecer de 10 a 15 minutos em contato com o Sol por dia. Sempre em horários de menor incidência de raios UV, isto é, das 7h às 10h ou após as 16h.

Hidratação do bebê – Para manter a pele do bebê sempre saudável e hidratada, você pode utilizar cremes hidratantes específicos para essa fase. Assim, a pele vai ficar sempre saudável e protegida.

Alergias e irritações – Como vimos, existem alguns fatores naturais que podem ocasionar alergias e irritações no bebê, como a mudança de temperatura e o contato com algumas substâncias ou tecidos.

Por isso, fique sempre atento e apenas utilize cosméticos próprios para a faixa etária, como shampoo para bebê, por exemplo. Conte sempre com a orientação do pediatra do neném. Aliás, em caso de erupções ou alergias na pele do bebê, consulte o especialista.

Uso de repelentes – Nos primeiros seis meses, o bebê não deve utilizar repelentes na pele, já que estes podem causar irritação e alergias. Por isso, opte sempre por manter seu filho em ambientes livres de mosquitos, podendo utilizar redes e mosquiteiros no berço para protegê-lo.

Fonte: revista Pais & Filhos


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Estudo da Universidade de Stanford indica que a prática regular de esportes pode potencializar a regeneração do corpo

As células-tronco são responsáveis pela regeneração constante dos tecidos que formam o corpo humano. De acordo com o INCA (Instituto Nacional de Câncer), elas surgem na fase embrionária dos humanos e, após o nascimento, elas se mantém ativas em alguns órgãos, para promover uma renovação contínua deles.

Porém, ao longo do tempo, é natural que o organismo diminua a manutenção dessas células e que o corpo, aos poucos, perca a capacidade regenerativa. Porém, existe uma saída para retardar esse processo. É o que aponta um estudo realizado pela Universidade de Stanford, na Califórnia. De acordo com a publicação, a prática de atividades físicas regulares traz benefícios imediatos, além de ajudar a estimular o rejuvenescimento das células-tronco musculares e cardíacas.

“As células-tronco passam por divisões, diferenciando-se e renovando-se. Como a realização de esportes estimula a produção celular, o estoque desse material biológico é preservado e reposto”, reforça o Dr. Nelson Tatsui, Diretor-Técnico do Grupo Criogênesis e Hematologista do HC-FMUSP.

Outro estudo, do Instituto de Química da Universidade de São Paulo (USP), também confirmou a informação de que exercícios físicos podem contribuir para a renovação de células-tronco no organismo. O que acelera a recuperação muscular e evita lesões.

Os estudos alertam para a importância das práticas de atividades físicas em pessoas comuns. Tatsui explica que problemas de saúde causados por complicações no tecido cartilaginoso, como artrite e artrose podem ser amenizados com a inclusão de esporte na rotina dos pacientes. “As atividades físicas se configuram como aliadas da saúde, sendo benéficas ao sistema inflamatório e diminuindo as dores”, afirma.

Para exemplificar a importância que as células-tronco possuem no organismo, Tatsui cita a crescente utilização de tratamentos do tipo em atletas de alto nível. “Cada vez mais, e quando possível, os esportistas optam por procedimentos com células-tronco. Ela é segura e gera melhores resultados, o que possibilita o retorno aos treinos mais rapidamente”, finaliza o hematologista.

Fonte: Portal Terra