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Nem sempre é possível resolver todos os problemas dos filhos, e isso é bem normal, mas veja como tentar solucioná-los

Nem sempre é possível resolver todos os problemas dos filhos, e isso é bem normal. Muitos pais acabam não procurando a ajuda de um psicólogo infantil por julgarem ser um sinal de que eles falharam. Então, quando saber se é preciso procurar ajuda profissional?

A psicologia infantil é um assunto bem complexo, descobrir os sinais de que algo não vai bem e que os problemas provém de ordem psicológica exige muita observação ao mundo infantil. Há uma série de condutas que possibilitam identificar alguns problemas emocionais nas crianças. Veja cinco das principais situações que merecem atenção. Acompanhe!

Quando procurar um psicólogo infantil?

  1. Problemas de relacionamento com os pais

É comum um filho se dar melhor com um dos pais em determinada fase da vida, por exemplo, na infância gostar mais de brincar com o pai, já na adolescência, de conversar mais com a mãe. O problema é quando um dos pais abandonou, se dedicou pouco à relação ou maltratou, é provável que isso exerça influência destrutiva na vida da criança.

A dificuldade do filho em se relacionar com um dos pais ou ambos pode, ainda, ser agravada por situações de divórcio, separação ou brigas conjugais. Se a situação se mantiver mesmo depois de resolver as desavenças entre o casal e ter boas conversas com a criança, é provável que seja hora de procurar um psicólogo.

  1. Tristeza constante e falta de motivação

A linha entre uma criança introvertida e uma triste ou desmotivada pode ser bem tênue. Desta forma, é importante reparar bem na forma como ela se relaciona com os outros, se houve uma alteração de humor ou aconteceu algo que poderia levar a esse sentimento.

Portanto, depois de tentar conversar e observar o comportamento dela, proponha mudanças na rotina e tente inserir novas atividades. Se ainda assim a tristeza persistir, o melhor é buscar ajuda de um profissional.

  1. Dificuldades na relação com os colegas

Mesmo as crianças mais introvertidas ainda têm amizades com alguns colegas na escola. Se o seu filho prefere sempre brincar sozinho, pode ser o indício de que algo não vai bem. O isolamento pode indicar desde algum distúrbio, como o autismo, até bullying.

Dependendo da circunstância, a criança pode não se sentir tão confortável em se abrir para os pais. Assim, converse com os professores e com os próprios colegas para entender o que está acontecendo.

  1. Ir mal na escola

Provas e avaliações psicopedagógicas podem ser mesmo muito estressantes para as crianças. Nos finais de períodos e anos letivos, pode acontecer de o rendimento delas cair. É importante estar atento ao contexto social da criança nesse momento, observar se a criança está vivendo algum conflito ou dificuldade lidar com alguma situação na família, na escola ou com os colegas. Pode ser válido a ajuda de um psicólogo infantil, principalmente se o comportamento dela estiver diferente.

Antes, tente conversar com professores e orientadores pedagógicos para saber o que pode ser feito dentro da escola para melhorar o quadro. Claro, é essencial ouvir o seu filho.

  1. Situações traumáticas de perda ou de luto

Morte na família, acidentes, mudanças de endereço e qualquer outra alteração drástica na rotina da criança são motivos de atenção. Existe um tempo para lidar com a perda, mas, se as emoções persistirem de forma intensa, deve-se recorrer ao psicólogo.

Enfim, nem sempre é só a criança que precisa de acompanhamento. Além de procurar um psicólogo infantil, talvez seja necessário que os pais também façam um tratamento, uma vez que eles podem ser a origem dos problemas. De qualquer maneira, é fundamental ficar de olho no comportamento do filho e como ele reage em diferentes situações.

Fonte: Blog Dr. consulta


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As mudanças hormonais durante a gravidez podem deixar a mulher mais propensa a algumas doenças. Veja o que fazer

Durante a gravidez, as defesas do corpo costumam sofrer uma baixa, devido à ação dos hormônios. Por isso, é preciso dar uma força para aumentar a imunidade e ajudar a prevenir resfriados, gripes e outras doenças que podem fazer mal para a mãe e ao bebê.

Um corpo saudável, com a imunidade em alta, também se recupera mais rápido de qualquer mal-estar. Confira algumas dicas do BabyHome, parceiro do Metrópoles, para melhorar a resposta aos agentes que provocam infecções e evitar doenças.

Durma bem – Na gestação, é normal sentir mais sono e você deve respeitar, sempre que possível, essa necessidade do seu corpo. É ele dizendo que está trabalhando demais e precisa dar uma pausa. Procure dormir ao menos sete horas por noite.

Controle o estresse – A gente entende que é difícil não ficar com os nervos à flor da pele com tanta alteração hormonal. Mas o que você deve tentar é se livrar das situações que geram estresse contínuo e procurar um jeito para aliviar a carga mental quando tudo ficar pesado. Isso porque o hormônio cortisol, liberado em situações de estresse, desequilibra o sistema imunológico e deixa o corpo mais susceptível a infecções.

Vacinas em dia – Mantenha suas vacinas em atualizadas. Grávidas precisam se vacinar contra a Influenza (gripe), tétano e hepatite B. Lembre-se: a vacina é um reforço para aumentar a imunidade principalmente durante a gravidez.

Muita água – Água é crucial para manter o corpo bem hidratado e funcionando perfeitamente. Ela ajuda a retirar as impurezas do corpo e, assim, as células de defesa têm menos agentes com que se preocupar.

Alimentação

Vitamina C – A clássica recomendação para reforçar o sistema imunológico e combater os radicais livres, que atacam as células do organismo. Tente inserir no cardápio acerola, limão, laranja, tangerina, morango, abacaxi e kiwi.

Vegetais verde-escuros – Eles fornecem as vitaminas para as células de defesa se manterem ativas (A, B6 e B12). Aposte em brócolis, couve, espinafre, agrião (eles também contêm ácido fólico, que ajuda a formar glóbulos brancos).

Cebola – Possui quercetina, que reduz as infecções e reforça a imunidade, e antioxidantes, que agem contra os radicais livres. Além disso, ajuda a aumentar as bactérias boas no intestino, o que permite uma melhor absorção de todos os nutrientes e menos infecções.

Alho – Com propriedades antibactericidas e antivirais, devido à alicina, o alho possui ainda vitaminas A, B1, B2 e C, além de nutrientes como selênio e zinco, que reforçam a imunidade.

Gengibre – Além de reduzir o enjoo, e ajudar a melhorar a alimentação da gestante, ele tem ação bactericida, antioxidante e anti-inflamatória.

Castanha-do-Pará – Rica em selênio, que contém propriedades antioxidantes, combate os radicais livres que atacam as células saudáveis do organismo. Outros alimentos que contêm selênio são: semente de girassol, gema de ovo, repolho e queijo, por exemplo.

Iogurte natural – Ajuda na imunidade ao aumentar as bactérias boas no intestino, o que permite um melhor funcionamento (inclusive combate a prisão de ventre) e absorção de nutrientes para reforçar as células de defesa.

Óleo de coco – Aumenta a imunidade e ainda ajuda a controlar a saciedade.

Pescada e salmão – Esses dois e outros peixes, como a sardinha, a anchova e o atum, são ricos em ômega 3, que tem ação anti-inflamatória. Você também encontra essa gordura do bem nas castanhas, nozes, linhaça e chia.

Fonte: Jornal Metrópoles


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Iniciativa, da OMS e o Unicef, simboliza luta pelo incentivo à prática

Considerado o alimento mais completo para os bebês, o leite materno sacia a fome, contribui para a melhora nutricional, reduz a chance de obesidade, hipertensão e diabetes, diminui os riscos de infecções e alergias, além de provocar um efeito positivo na inteligência e no vínculo entre mãe e bebê.

O leite materno é repleto de anticorpos, fundamentais para a saúde e a resistência do bebê a doenças, por isso é fundamental que a criança o receba como única fonte de alimento até os seis meses. Especialistas, no entanto, sugerem que ele deve continuar até os dois anos ou mais, ou seja, não há limite de idade para a amamentação.

A importância da amamentação para o pleno desenvolvimento das crianças é tema da campanha Agosto Dourado, criada em 1992 pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em parceria com o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef).

O Agosto Dourado simboliza a luta pelo incentivo à amamentação – a cor dourada está relacionada ao padrão ouro de qualidade do leite materno. De acordo com a OMS e o Unicef, cerca de 6 milhões de vidas são salvas anualmente por causa do aumento das taxas de amamentação exclusiva até o sexto mês de idade.

O Ministério da Saúde mantém este mês a campanha “Todos pela amamentação. É proteção para a vida inteira”. O evento ocorre anualmente em parceria com a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP).

Os benefícios do aleitamento materno são inúmeros, no entanto, segundo a OMS, apenas 39% dos bebês brasileiros são amamentados com exclusividade até os cinco meses de vida.

Mesmo com a introdução da alimentação complementar após o sexto mês, a amamentação e o leite materno continuam a ter vantagens para a criança e para a família, diz o pediatra Roberto Mário Issler, membro do Departamento Científico de Aleitamento Materno da SBP e professor de Pediatria da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

“Para muitas crianças, é uma importante e significativa fonte de nutrientes, especialmente na falta de outros alimentos para serem ofertados; tem ainda efeitos protetores contra infecções mais comuns, como a diarreia e a infecção respiratória, além de minimizar o risco de alergias e obesidade. É muito mais prático e tem menor custo, além de promover o contato mais íntimo entre mãe e filho”.

Para a criança, o aleitamento materno promove menor prevalência de doenças infecciosas como otite, pneumonia, gastroenterite. Os efeitos a médio e longo prazo para a saúde da criança amamentada são a menor prevalência de obesidade, dislipidemias, doenças alérgicas.

“É um alimento específico, com todos os nutrientes, proteínas, fatores de proteção imunológica, gordura e micronutrientes. Pesquisas mais recentes têm mostrado que existe quase uma unicidade entre o leite da mãe e a criança, ou seja, trata-se de uma secreção quase que personalizada individualmente em seus componentes. A mulher que amamenta tem menor prevalência de câncer de mama e de ovário. Oferece uma série de estímulos sensoriais pelo contato entre mãe e filho, com efeitos na formação de vínculos afetivos entre os dois”, reforça o pediatra.

Entre tantos profissionais que atuam na promoção, proteção e apoio ao aleitamento materno, os pediatras têm papel fundamental pela sua atuação diretamente com a dupla mãe-criança.

A SBP, com a participação ativa do Departamento Científico de Aleitamento Materno, tem buscado proporcionar aos pediatras informações atualizadas para qualificar o atendimento às mães, seus filhos e suas famílias. “Essa atuação ocorre em diversos momentos: na consulta pediátrica de pré-natal, no atendimento em sala de parto, proporcionando o contato pele a pele na primeira hora pós-parto – quando a mãe e a criança apresentam condições satisfatórias para isso –  depois, no acompanhamento no alojamento conjunto e, após a alta da maternidade, nas consultas de puericultura nos primeiros anos de vida”, afirma Issler.

Fonte: portal www.agenciabrasil.com.br


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O problema assusta os pais, mas é normal. Saiba o que você pode fazer quando isso acontece

O que é o terror noturno?

É uma atividade anormal do sono. Ele faz parte de uma categoria de manifestações noturnas conhecida por parassonia, onde também se enquadram falar e andar dormindo. O terror noturno é bastante frequente em crianças, principalmente entre os 2 e os 5 anos de idade. Na fase pré-escolar, ele chega a atingir metade da população infantil, segundo estatísticas internacionais.

O que acontece com a criança na hora da crise?

Depende da idade. Os bebês de colo simplesmente acordam chorando no meio da madrugada. Já as crianças mais velhas também costumam gritar ou emitir sons sem nexo. Muitas vezes, os pais se deparam com o filho sentado na cama e de olhos abertos. E o que assusta é que a criança não reconhece ninguém e não para de chorar ou gritar. Sim, os pais ficam muito assustados, mas apesar de causar espanto, o terror noturno é uma manifestação benigna, ou seja, não representa risco para a saúde ou o desenvolvimento da criança. O estado de transe dura até 15 minutos e depois a criança retoma o sono normal.

Qual é a diferença entre terror noturno e pesadelo?

Os sonhos acontecem durante o chamado sono R.E.M., ou rapid eye movement (movimento rápido dos olhos), que se dá no fim da madrugada. Já o terror noturno ocorre na primeira metade da noite, quando a pessoa ainda não atingiu o sono R.E.M. Muitas crianças acordam depois de um pesadelo. No caso do terror noturno, a criança dificilmente acorda por conta própria. Além disso, as pessoas se lembram dos sonhos ou pesadelos que tiveram, enquanto os que apresentam terror noturno nunca fazem ideia do que se passou durante a noite.

O que explica o terror noturno?

A hipótese mais aceita é a de que o terror noturno tem a ver com o desenvolvimento do sistema nervoso central. É como se o cérebro ainda não estivesse suficientemente maduro para realizar a transição entre o sono e o despertar. Por isso, a criança fica em um “limbo” entre o dormir e o acordar. Em geral, pais que falam à noite ou são sonâmbulos têm filhos com terror noturno.

Como se comportar diante desse tipo de manifestação?

A primeira orientação é jamais tentar acordar a criança. Isso só vai fazer com que os eventos se tornem mais frequentes e prolongados. O ideal é não intervir e deixar que o momento de transe passe naturalmente e o pequeno volte a dormir. Só é preciso cuidado com as crianças que também caminham adormecidas. Nesse caso, não deve haver obstáculos ou objetos pontiagudos no quarto. O acesso a escadas e janelas também deve ser obstruído. Basicamente, a ordem é tomar medidas para evitar acidentes.

O terror noturno acontece com que frequência?

Varia bastante. Uma criança pode ter dois eventos em uma semana e ficar um mês sem manifestar o problema. Outra pode ter episódio a cada dez dias. Não dá para precisar.

Existem situações que favorecem as crises?

É muito importante manter uma rotina adequada de sono para crianças com terror noturno. Isso significa dormir cedo e no horário e reduzir a agitação antes do sono. Quando a criança chega agitada de passeios e festas, o risco de apresentar eventos de terror noturno aumenta.

Problemas emocionais podem precipitar o terror noturno?

Sim, mas não é a regra. Diante de crises familiares, escola nova, chegada de um irmãozinho ou outras mudanças importantes em sua vida, as crianças têm mais chances de sonhar do que de apresentar terror noturno.

Há casos considerados graves?

Sim, porém são bastante raros. Existem crianças que tem dois ou três episódios por noite e passam a apresentar sintomas de privação de sono. Durante o dia, elas têm febre, sonolência e irritação. Também ficam mais vulneráveis a doenças. Nesse caso, é preciso procurar ajuda.

Existe cura para o terror noturno?

Não existe um tratamento específico, mas o terror noturno normalmente cessa quando a criança atinge a adolescência. Às vezes, o problema desaparece antes.

Fonte: Portal Bebê.com.br


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As células tronco estão presentes naturalmente no organismo e são necessárias para a produção de novas células e regeneração dos tecidos. Além disso, podem ser utilizadas para tratar diversas doenças, sendo as principais:

  • Doença de Hodgkin, Mielofibrose ou alguns tipos de Leucemia;
  • Beta talassemia;
  • Anemia falciforme;
  • Doença de Krabbe, Doença de Günther ou Doença de Gaucher, que são doenças relacionadas com o metabolismo;
  • Imunodeficiências como a Doença Granulomatosa Crônica;
  • Deficiências relacionadas com a medula como alguns tipos de anemia, neutropenia ou síndrome de Evans;

Além disso, algumas pesquisas indicam que as células-tronco apresentam potencial para serem utilizadas no tratamento de doenças que ainda não tem cura ou tratamentos eficazes, como Alzheimer, Parkinson, Paralisia Cerebral, AIDS, Artrite Reumatoide e Diabetes tipo 1.

Fonte: Portal Tua Saúde


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Se você está esperando por um bebê, cuidar da saúde é ainda mais importante. Fizemos uma lista com todos os exames que você precisa fazer durante a gravidez. Confira!

Você descobriu que está grávida, se surpreendeu, contou a notícia para toda a família e, claro, comemorou muito. Mas junto com todas as emoções, chegam também as dúvidas: “Será que o meu bebê está bem? O que eu devo fazer agora?”. Procurar um obstetra para o acompanhamento gestacional correto é o primeiro passo. Ele será o responsável por identificar qualquer possível complicação e te ajudar com tudo o que vai acontecer dentro da sua barriga até o momento do parto.

Para esclarecer as dúvidas e te ajudar nesse período, a ginecologista e obstetra Silvia Herrera, coordenadora de medicina fetal do SalomãoZoppi Diagnósticos, fez uma lista com os 17 principais testes para serem feitos durante as diferentes fases da gravidez. Vem ver:

Logo na primeira bateria de exames, feita durante o primeiro trimestre de gestação, é preciso fazer a tipagem de sangue ABO e Rh, hemograma, detecção de doenças como diabetes, sífilis, toxoplasmose, rubéola, hepatite, HIV 1 e 2, cultura de urina e exame de fezes.

Pouco tempo depois, será feita a avaliação obstétrica inicial transvaginal, que verifica se o embrião está bem implantado no útero, o número de fetos e placentas (vai que chega mais de um bebê por aí!) e o tamanho do embrião, que é a melhor forma de constatar a idade dele. É neste exame que você verá pela primeira vez o coraçãozinho do feto. A partir da 8ª semana, pode ser feita a sexagem fetal, que permite descobrir o sexo do bebê bem antes do nascimento.

A partir da 9ª semana:

  • NIPT (DNA Fetal no Sangue Materno): funciona como a forma mais sensível de rastreamento de síndromes cromossômicas. É um dos exames mais recentes e inovadores que não traz risco para o feto e por meio do sangue consegue detectar 99% dos casos de síndrome de Down.

Entre a 10ª e a 14ª semana:

  • Fração livre BHCG: se realizado junto com o morfológico, esse exame é o mais comum para detectar a síndrome de down, tendo taxa de detecção de 96%;
  • PAPP-A e PLGF: a pré-eclâmpsia é uma das principais responsáveis por morte materna, prematuridade e baixo peso ao nascer. Para evitar possíveis complicações, o morfológico do primeiro trimestre é associado o doppler de artérias uterinas, a medida da pressão arterial materna e os marcadores bioquímicos sanguíneos (PAPP-A e PLGF).

Entre a 11ª e a 14ª semana:

  • Morfológico do primeiro trimestre: rastreia síndromes genéticas com taxas de detecção de 90% dos casos de síndrome de Down, além de outras malformações. Nessa fase, você já poderá ver algumas partes do corpo do bebê, como mãos, pés e boca;
  • Avaliação do colo uterino via transvaginal: esse exame avalia os riscos de parto prematuro pela medida do colo uterino;
  • Biópsia de vilo corial: é um procedimento ambulatorial feito por meio de agulha guiada por ultrassom, onde são retirados fragmentos placentários para avaliação da composição genética do bebê. Indicado em caso de alto risco para síndromes genéticas ou malformações estruturais.

 

A partir da 16ª semana:

  • Amniocentese: é a coleta de líquido amniótico por meio de agulha guiada por ultrassom para avaliação do cariótipo ou infecções fetais. Também pode ser utilizado para confirmação diagnóstica no caso de NIPT alterado.

 

Entre a 18ª e a 24ª semana:

  • – Morfológico do segundo trimestre: detecta as deficiências estruturais e marcadores de cromossomopatias no feto, que consegue diagnosticar 85% das malformações fetais. O exame serve para avaliar detalhes da formação do cérebro, coração, tórax, órgãos abdominais, membros, genitália, coluna, pés e mãos;
  • Doppler colorido das artérias uterinas: faz o rastreio das pacientes de maior risco para desenvolvimento de pré-eclâmpsia ou de fetos muito pequenos no decorrer da gestação;
  • Avaliação do colo uterino via transvaginal: é a época mais indicada para rastreamento de risco do parto prematuro, por meio da medida do colo uterino. Se diagnosticado um colo curto, as formas de prevenção precisam ser imediatamente implantadas.

 

A partir da 20ª semana:

  • Ecocardiograma fetal: faz o diagnóstico precoce de malformação cardíaca que pode ser essencial para um planejamento do partoe acompanhamento da equipe de cardiologia pediátrica.

 

Entre a 26ª e a 30ª semana:

  • Obstétrico 3D/4D: são geradas imagens do feto em três ou quatro dimensões e em tempo real. É a maneira mais real de conhecer o rostinho do bebê!

 

A partir da 28ª semana:

  • Perfil biofísico fetal: avalia a vitalidade do feto. Reflete seu estado de bem-estar durante o teste;
  • Cardiotocografia (CTG): é um método de avaliação do bem-estar fetal, que registra graficamente a frequência cardíaca do bebê e das contrações uterinas.

Entre a 35ª e a 37ª semanas:

  • Swab perianal e vaginal para pesquisa de estreptococo B: esta bactéria comum habita o trato gastrointestinal e a flora vaginal de até 30% das gestantes e costuma ser inofensiva em grande parte dos casos. Ela só é agressiva para recém-nascidos no momento do parto (principalmente para os prematuros), por isso, a realização do exame é importante.

 Em qualquer fase da gravidez

  • Ultrassonografia obstétrica: o objetivo é avaliar a evolução do feto, detectando as alterações no desenvolvimento, como macrossomia fetal e restrição de crescimento, além de modificações no líquido amniótico;
  • Doppler colorido: avalia o risco da pré-eclâmpsia maternal e a vitalidade crônica do bebê.

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Pesquisadores da Johns Hopkins University descobriram que a remoção de uma membrana que reveste a parte de trás do olho pode melhorar a taxa de sucesso do transplante de células-tronco para a regeneração de células nervosas danificadas por doenças que causam cegueira. As descobertas têm como objetivo desenvolver novas maneiras de reverter a perda de visão causada pelo glaucoma e outras doenças que afetam o nervo óptico

O nervo óptico é uma estrutura essencial para que possamos enxergar. Sua função é conectar os olhos ao cérebro, funcionando como uma um “fio condutor”. Por meio desse nervo, as informações visuais captadas no olho são enviadas a áreas do cérebro responsáveis por processá-las e traduzi-las, formando as imagens que enxergamos. As chamadas células ganglionares da retina (CGRs) são as responsáveis por transmitir os sinais vindos das células coletoras de luz, ou fotorreceptores, localizadas na retina, para o cérebro. As CGRs projetam longos braços, ou axônios, que se agrupam com outras projeções de células semelhantes, formando o nervo óptico.

Algumas doenças podem atingir o nervo óptico, ameaçando seriamente a visão do indivíduo. Essas doenças podem ocorrer de forma isolada ou fazer parte de um quadro neurológico ou sistêmico e dentre elas estão o papiledema, decorrente de hipertensão intracraniana, e a neurite óptica, geralmente resultado de processos inflamatórios. Mas uma das principais doenças que afetam o nervo óptico é o glaucoma. O glaucoma é uma doença causada principalmente pela elevação da pressão intraocular, que provoca lesões no nervo óptico e, consequentemente, pode levar à cegueira. Essa doença, que é uma das principais causas de perda de visão no mundo.

Quando o olho é submetido a alta pressão, como ocorre no glaucoma, as células ganglionares da retina são danificadas e acabam morrendo. Em outras condições, como em casos de inflamação, bloqueio de vasos sanguíneos ou tumores, essas células também podem morrer, e esse processo é irreversível – uma vez mortas, as CGRs não se regeneram.

Pesquisadores do Wilmer Eye Institute, na Faculdade de Medicina da Johns Hopkins University, nos EUA, estão em busca de maneiras de regenerar o nervo óptico danificado por meio da integração de novas células ganglionares ao tecido da retina. A equipe do Dr. Thomas Johnson, professor associado ao instituto, cultivou retinas de camundongos em placas no laboratório e monitorou o que acontecia após adicionar CGRs humanas, derivadas de células-tronco embrionárias humanas, à superfície das retinas de camundongos. Os pesquisadores descobriram que a maioria das células humanas transplantadas eram incapazes de se integrar ao tecido da retina, que contém várias camadas de células. Ao invés de se dispersarem umas das outras como em uma retina natural, as células transplantadas se aglomeraram.

No entanto, os pesquisadores descobriram que um pequeno número de CGRs transplantadas foi capaz de se estabelecer uniformemente em certas áreas da retina do camundongo. Analisando mais de perto, eles observaram que as áreas onde as células transplantadas se integraram correspondiam aos locais onde precisaram fazer incisões nas retinas dos camundongos para que ficassem planas na placa de cultura. Nestes pontos de incisão, algumas das células transplantadas foram capazes de se infiltrar na retina e se integrar no local adequado dentro do tecido.

Com este resultado, a equipe inferiu que havia algum tipo de barreira à penetração das células, que acabou sendo quebrada pelas incisões. Então, começaram a pensar em maneiras de remover esta barreira. De fato, a barreira existe e é uma estrutura anatômica bem conhecida da retina, chamada de membrana limitante interna. É um tecido conjuntivo translúcido criado pelas células da retina para separar o fluido contido no olho da retina em si.

Depois de usar uma enzima para soltar as fibras conjuntivas da membrana limitante interna, os pesquisadores removeram a membrana e aplicaram as células humanas transplantadas nas retinas. Eles descobriram que a maioria das CGRs transplantadas proliferou em um padrão mais normal, integrando-se melhor ao tecido. As células transplantadas também mostraram sinais de estabelecer novas conexões nervosas com o resto da estrutura retiniana, quando comparadas com retinas que tinham membranas intactas.

O prof. Dr. Johnson afirmou que as descobertas sugerem que alterar a membrana limitante interna pode ser uma etapa necessária para alcançar o objetivo de regenerar novas células em retinas danificadas. Os pesquisadores planejam continuar investigando o desenvolvimento de células ganglionares da retina transplantadas para determinar os fatores de que elas precisam para funcionar, uma vez integradas na retina.

Referências – Zhang, K.Y. et al. Role of the internal limiting membrane in structural engraftment and topographic spacing of transplanted human stem cell-derived retinal ganglion cells. Stem Cell Reports 16 (2021) 149–167.


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De fácil obtenção, a polpa do dente de leite possui uma grande concentração de células-tronco jovens e proliferativas, que possuem a capacidade de se transformarem em várias outras células. Essa biotecnologia é mais uma esperança no tratamento de diversos tipos de doenças.

 Como retirar células-tronco do dente de leite?

A obtenção da polpa do dente de leite é um processo não invasivo e que pode ser feita durante o período de troca dos dentes da criança, entre os 5 e 12 anos. Essas células-tronco são células jovens e de excelente qualidade e quantidade, portanto, ótimas para um futuro tratamento de doenças degenerativas.

No entanto, não é indicado aproveitar as células-tronco de um dente de leite que já caiu. Quando o dentinho cai, ele entra em contato com bactérias e deixa de receber sangue, o que pode causar a morte das células. Por determinação do Conselho Federal de Odontologia e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o dente deve ser extraído por um dentista credenciado a um Centro de Tecnologia Celular.

Para coleta das células-tronco, os pais devem procurar o dentista assim que o dente começar a amolecer. O profissional irá fazer a consulta para identificar qual o melhor dentinho a ser extraído, que deve conter ainda um terço da raiz. Um único dente de leite, já é suficiente para armazenar a quantidade necessária de células-tronco, com qualidade.

No laboratório, as células-tronco serão extraídas da polpa e multiplicadas, além de passarem por diversos testes que comprovem sua aplicabilidade, quando e se necessário. O material, então, será armazenado em tanques de nitrogênio líquido a -196 ºC.

Fonte: Portal Profissão Biotec