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O verão começou oficialmente e promete muita chuva. Uma coisa é certa: ainda tomando todos os cuidados por causa da pandemia, é possível curtir e se refrescar muito com a família

Agora é oficial: o verão começou e ele veio com tudo! Nesta segunda-feira, 21 de dezembro, às 7h02, o hemisfério sul deu as boas-vindas à estação mais quente do ano, que promete trazer rápidas mudanças no tempo, mas que provavelmente não vai bater recordes nos números de temperaturas elevadas.

O verão vem com fortes possibilidades de chuvas, granizo e ventos moderados a fortes em grande parte do país. As chuvas da estação já são velhas conhecidas e, segundo o Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia), elas são frequentes em todas as regiões do Brasil, “exceto no extremo sul do Rio Grande do Sul, nordeste de Roraima e leste do Nordeste”. As informações são da CNN.

Já que a estação promete esquentar as casas das famílias e é ainda mais necessário respeitar o isolamento social por causa da segunda onda de coronavírus, o ideal é exagerar na hidratação, ficar em casa e curtir os dias com a família. Para refrescar, a dica é: brinque com água!

Os benefícios de brincar na água – “Brincar na água é uma atividade sensório-motora excelente, e as crianças acham muito divertido”, diz Lee Scott, Presidente do Conselho Consultivo Educacional da The Goddard School, nos EUA. Ela acrescenta que, à medida que as crianças brincam com água, elas desenvolvem habilidades em “exploração científica, matemática, habilidades motoras grossas e finas e expressão criativa”.

Brincar na água também pode promover o desenvolvimento da linguagem e socioemocional, diz Wilson. “A linguagem pode ser modelada e reforçada por meio de brincadeiras na água, uma vez que fornece um tempo para falar, se comunicar e fazer perguntas abertas”, diz ela. Os pais podem ajudar incentivando a troca de ideias e convidando os filhos a compartilhar o que estão fazendo. Por exemplo: “O que você planeja fazer com a escova? O que pode acontecer quando você colocar a esponja na água?”.

Finalmente, dependendo da atividade que você escolher, brincar na água pode ter um efeito calmante. “Pegar, derramar e peneirar pode ter a capacidade de relaxar crianças pequenas e até adultos. Desfrute da tranquilidade de brincar na água ”, diz Wilson.

Veja algumas brincadeiras para fazer com seu filho:

Transferência de água – Ensine ao seu filho conceitos matemáticos e científicos com uma atividade simples de transferência de água. Usando pás, colheres grandes, baldes ou esponjas, ele pode mover a água de um recipiente para outro. Ele também pode contar quantas colheres de água ou esponjas cheias são necessárias para completar a transferência. “Por meio dessa exploração fácil de fazer, as crianças aprendem conceitos matemáticos sobre contagem e medição de volume”, diz Wilson.

Experiência de afundar ou flutuar – Scott recomenda um experimento “flutuar ou afundar”, no qual as crianças colocam pequenos itens na água para ver o que afunda e o que flutua. Os objetos podem incluir brinquedos para o banho, pedras, moedas, galhos, utensílios de cozinha, bolas de borracha, folhas, tampas de garrafas, botões, chaves e rolhas. Você pode fazer esse experimento em qualquer lugar, seja na banheira, na pia da cozinha ou em um balde.

O “experimento afundar ou flutuar” ensina os conceitos científicos de flutuação e densidade (os objetos irão flutuar se tiverem uma densidade inferior à da água). As crianças também terão algum jogo sensorial se você escolher itens com texturas diferentes. Finalmente, as crianças mais velhas também podem adivinhar se cada item irá afundar ou flutuar, o que as apresenta ao conceito de fazer uma hipótese.

Pintura na água – Seus filhos se sentirão como um agente secreto com esta atividade de pintar na água! Veja como fazer isso: faça com que seu filho se sente na calçada, no quintal ou em outra superfície de concreto (tem que ser escuro!). Dê a ele um balde d’água e um pincel e deixe-o desenhar no chão. Os desenhos secarão rapidamente sob o sol para ensinar o conceito de evaporação. As crianças também desenvolvem habilidades motoras finas e exercitam a criatividade com pinturas na água.

Aperte, retire, esfregue – Nesta atividade de brincar na água, você simplesmente dá itens ao seu filho enquanto ele está na banheira ou na piscina. Wilson tem algumas recomendações: uma vasilha de comida, uma variedade de colheres ou copos medidores, garrafas de esguicho, esponjas, escovas de limpeza, bonecas, carrinhos de brinquedo e brinquedos de banho. Você também pode adicionar um elemento de diversão com bolhas, acrescenta ela.

Fonte: revista Pais e Filhos


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Durante a estação, é superimportante cuidar da saúde de toda a família! Veja o que fazer e dicas de ouro para driblar os perrengues do calor

O verão está chegando e junto com ele, precisam vir também os cuidados redobrados com a saúde, principalmente com as gestantes e os bebês. Durante este período, as grávidas podem sentir mais calor, apresentarem mais inchaço e um aumento do cansaço. Já no caso dos recém-nascidos, é preciso ficar de olho no ressecamento da pele.

Para ficar longe de perrengues durante a estação, o Ginecologista e Obstetra da Criogênesis, Dr Renato de Oliveira, contou dicas de ouro para aproveitar (bem!) as férias em família e garantir toda a diversão que este período pede.

Beba água – Não tem jeito, hidratar o corpo é superimportante! Para repor os sais minerais perdidos na transpiração e manter a manutenção do líquido amniótico, é essencial ingerir ao menos dois litros de água por dia. A dica é sempre ter uma garrafinha por perto para evitar sensações de tontura, típicas da queda de pressão.

Fuja do sol – Até os seis meses de vida do bebê, o uso de filtro solar não é indicado. Por conta da pele ser mais sensível neste período, é mais comum que algum tipo de alergia possa aparecer. Para curtir a piscina ou praia, é importante aproveitar o sol no início da manhã ou fim de tarde, além de apostar em roupas de proteção ultravioleta.

Hidrate-se! – Com o desenvolvimento da gestação, as estrias podem aparecem por causa do crescimento da barriga. Mesmo que a pele apresente sinais de oleosidade, bastante comum na estação, é superimportante não deixar de hidratá-la! Para isso, o especialista recomenda o uso de hidratantes de toque seco e fácil absorção, que não deixam o aspecto pegajoso por conta do suor.

Hora do banho – Aumentar a quantidade de banhos tanto para a gestante, como para o bebê pode ser uma alternativa de driblar o calor. Vale lembrar que nas crianças, o uso de sabonete deve ser feito apenas uma vez ao dia, evitando assim o ressecamento e irritação da pele. Seu filho vai ficar muito mais fresquinho e confortável!

Fonte: revista Pais e Filhos


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Ter uma noite de sono tranquila e relaxante faz uma baita diferença para o desenvolvimento do bebê. Por isso, é superimportante aderir hábitos diários para auxiliar nos hormônios do crescimento, além de ajudar a criança a reunir todos os aprendizados do dia.

Durante o desenvolvimento do bebê, as boas noites de sono fazem toda a diferença. É durante este momento que seu filho reúne tudo o que aprendeu ao longo do dia, além de liberar os hormônios do crescimento, que são superimportantes! Quando apresentam alguma dificuldade para dormir, a família também têm sua rotina afetada, podendo causar stress, cansaço e ansiedade.

De acordo com Nanda Perim, psicóloga e educadora parental integrativa do comportamento e do sono infantil, é importante que a criança tenha uma rotinade sono, a fim de buscar uma melhor qualidade. “As pessoas se concentram demais no momento de colocar a criança para dormir, e esquecem que todo o restante do dia influencia muito mais o sono do que os últimos dez minutos antes dela adormecer”, explica.

Conforme a idade da criança, os períodos de sono podem ser maiores ou menores. Segundo a psicóloga, a média fica entre 11 a 13 horas dormidas por dia. Para te ajudar nesta missão, te contamos algumas dicas de ouro para relaxare criar uma rotina noturna para toda a família. Olha só:

Sonecas da tarde são tudo – É verdade! Se realizadas em diversos períodos do dia, podem ajudar a liberar a pressão homeostática que fica acumulada no corpo da criança. Isso influencia na regulação dos níveis de cortisol, possibilitando uma menor irritabilidade da criança ao longo do dia, principalmente entre os três ou quatro anos de idade. Conforme seu filho fica mais velho, é comum que este hábito comece a diminuir.

De olho na alimentação – Você sabia que é possível melhorar a qualidade do sono com os alimentos certos? Para isso, aposte em refeições com triptofano, a matéria-prima da melatonina, que ajuda a regular o sono. Nanda Perim orienta que ele pode ser encontrado em: peixes, peru, ovo, nozes, castanhas, leguminosas (feijão azuki, lentilha, soja), semente de abóbora, linhaça, aveia, arroz integral, chocolate amargo e queijo tofu. “Antes de dormir, opte por comidas leves, alimentos amigos do intestino, que não vão atrapalhar o sono por excesso de gases ou dificuldade na digestão. E fuja de açúcares e cafeínas”, disse.

Xô, assaduras – O cuidado com a pele do bebê pode influenciar (e muito!) sobre como será a noite de sono. “Sabemos que problemas de pele podem deixar a criança agitada, chorosa e com isso atrapalhar o sono. Isso é muito evidente na dermatite atópica, mas qualquer outra condição cutânea, incluindo dermatite de fraldas, pode deixar a criança irritada e, com isso, não dormir adequadamente. Por isso, devemos cuidar bem da pele do bebê para que não apareçam lesões”, explica a dermatologista Dra. Juliana Canosa.

Meu filho não dorme bem. Isso pode trazer riscos? Depende. Em um primeiro momento, é importante diferenciar o despertar noturno e o não dormir. “Muitos bebês despertam, mas têm sono de qualidade, enquanto existem bebês que passaram por treinamento de sono estressante e podem dormir mal, mas chamar pouco os pais à noite”.

Quando existe um privamento de sono, seu filho pode apresentar um comportamento irritadiço, ou até mesmo tentar compensar a noite de sono durante o dia. “Esse déficit de sono pode ter consequências na consolidação da memória, no crescimento, na atenção e também na capacidade de aprendizado. Estudos demonstram que uma hora a menos de sono por noite pode significar dois anos de atraso escolar. Uma coisa interessante de entender é que, muitas vezes, essa privação não se dá por despertares noturnos, mas sim por falta de rotina. Por exemplo, uma criança que dorme tarde e precisa ir cedo para a escola está, naturalmente, com déficit”.

Quando posso interferir no sono do meu filho? Nanda recomenda que os pais devem interferir quando a criança apresentar algum problema durante o sono como, por exemplo, os despertares muito frequentes. “Eles podem sinalizar necessidade de suprir demandas, como manter a criança mais aquecida ou diminuir luzes do ambiente ou até ruídos externos. Vale lembrar que um especialista deve ser consultado em casos mais graves.

Crie uma rotina de sono – A partir dos três meses de vida, os bebês começam a diferenciar o dia da noite, mas o processo geralmente só é consolidado com seis meses. Para auxiliar na regulagem, os pais podem inserir uma rotina noturna, que além de direcionar a criança, pode ajudar toda a família.

“Ter rotinas e rituais em casa transforma o dia das crianças, pois, assim, elas se sentem seguras, e essa previsibilidade facilita as atividades. Rotinas baseadas no ritmo da criança são essenciais, pois a sequência de eventos ajuda a estruturar seu organismo – além de ajudar a não esquecer detalhes importantes do dia, como pular sonecas ou deixar passar a hora de dormir (o que pode fazer com que ela vá mais estressada para a cama)”, explica Nanda.

A especialista recomenda que após as 18h, as luzes acesas dentro de casa sejam diminuídas, deixando a noite entrar. Uma hora antes de colocar o bebê para dormir, é importante criar uma atmosfera tranquila e, sempre que possível, usar tons de voz mais baixos. “Irmos acalmando e relaxando o corpo da criança em etapas também é importante, como o momento do banho (massagens também são ótimas para relaxá-los), contar histórias – tudo isso com atenção à luminosidade do quarto, que deve estar mais escuro, com as luzes baixas -, e sempre tentando criar uma conexão com a criança, demonstrando afeto e carinho”, comenta.

Fonte: revista Pais e Filhos


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A Covid-19 pode criar um desajuste no sistema de coagulação de grávidas que pode ser fatal. Procuramos especialistas para entender o caso

Desde abril, grávidas passaram a ser reconhecidas como integrantes do grupo de risco do coronavírus, devido a tendência de desenvolverem quadros mais graves em decorrência de doenças respiratórias. Um exemplo disso foi o caso da médica Romana Novais, esposa do DJ Alok, que estava com 32 semanas e precisou dar à luz Raika através de um parto normal de emergência após complicações na gestação ao testar positivo para Covid-19.

Quem explicou com detalhes o que aconteceu foi a própria Romana, em uma série de stories no seu perfil do Instagram. A médica contou que, após tomar uma das vacinas necessárias à gestante, começou a sentir dores no corpo e na região da aplicação. Isso fez com que ela pensasse que era apenas reação da dose. Entretanto, com o passar dos dias, o incômodo corporal começou a piorar, o que fez com que ela e Alok decidissem fazer o teste do coronavírus.

O do DJ saiu primeiro, dando positivo, o que levou Romana a crer que também estava e, mais tarde, ter a confirmação por meio do exame. Junto com as dores fortes pelo corpo e febre, a médica começou a sentir contrações e procurou pelos obstetras que a acompanham. Eles realizaram um ultrassom, constatando que estava tudo bem com o bebê, mas quando Romana foi descer da maca, ela começou a ter um sangramento vaginal intenso, mais tarde reconhecido como um quadro de CIVD, que explicaremos a seguir.

Já na maternidade, a grávida estava com sete centímetros de dilatação e o quadro de CIVD se deu pela trombose na placenta, o que levou ao descolamento prematuro do órgão gestacional e a necessidade do nascimento do bebê às pressas.

O que é CIVD?

Segundo o hematologista Nelson Tatsui, diretor técnico da clínica Criogênesis, CIVD é a sigla para “Coagulação Intravascular Disseminada”. “Ela não é propriamente uma doença, mas uma condição clínica secundária a diversos gatilhos que induzem a uma ativação do sistema de coagulação“, pontua.

Em um cenário comum, esse incentivo à coagulação é equilibrado e até mesmo passageiro, como acontece ao nos machucarmos. “Porém quando é forte, resultando em consumo elevado de proteínas da coagulação e de plaquetas, formação de coágulos nos vasos ou trombose, resultando em dificuldade de suprimento aos órgãos e sua falência, esta condição potencialmente letal é chamada de CIVD”, esclarece o hematologista.

Os fatores que podem desencadear a CIVD em gestantes

Como foi explicado por Dr. Tatsui, a CIVD acaba sendo provocada por outras condições pré-existentes. Nos casos das gestantes, ela pode ser resultado de quadros conhecidos como pré-eclâmpsia e descolamento prematuro da placenta.

Junto com eles, Gilberto Nagahama, ginecologista e obstetra do CEJAM, cita outros exemplos como: tromboembolismo amniótico, sepse por endotoxinas (gravíssima infecção na gestação) e quando há a retenção do feto que veio a óbito dentro do útero.

Além do que a literatura já alertou os especialistas há tempos, Nagahama explica que estudos têm associado quadros de CIVD causados pela presença do coronavírus durante a gravidez. “E que fique muito claro que este evento pode acontecer em qualquer momento da gestação independente da idade gestacional”, enfatiza o obstetra.

A relação entre CIVD e o coronavírus

Assim como Nagahama, a ginecologista e obstetra Erika Kawano afirma que, por pesquisas mais recentes e casos vistos na prática, o coronavírus pode desencadear a CIVD. Isso porque a infecção respiratória está ligada diretamente com o que os médicos chamam de mudança na cascata de coagulação. Isto é, mexe na sequência de eventos que acontecem no fígado, associados às plaquetas, para que o sangue coagule de maneira correta.

Assim, tanto a Covid-19, quanto as outras alterações que levam a CIVD, faz com que ocorra uma ativação exagerada da coagulação, formando trombos e hemorragias ao mesmo tempo.

“O organismo começa, em cascata, a produzir muito depósito de fibrina (proteína que, junto com as plaquetas, detém a hemorragia) nos vasos sanguíneos. Isso leva a uma produção exarcebada dos agentes de coagulação que vão resultar em múltiplos trombos. Só que ao produzi-los em larga escala, chega um momento que consumimos tanto os fatores de coagulação e há um limite de sua produção, que começamos a sangrar pela falta deles e das plaquetas”, esclarece Erika.

A especialista ainda pontua que esses trombos não acontecem apenas na placenta, mas em todos os locais que têm vasos – como rim, fígado, e até mesmo no cérebro – e por isso o quadro recebe o nome de coagulação intravascular disseminada.

No caso das gestantes, a presença dos microtrombos na placenta pode levar ao seu descolamento e, possivelmente, a um parto prematuro, além da ocorrência de um quadro de CIVD que pode ser fatal. Pensando nisso, tanto o público geral infectado pelo coronavírus quanto as grávidas que apresentam estados mais avançados da doença têm a retaguarda de um tratamento que se preocupa com a coagulação sanguínea para prevenir possíveis agravamentos.

Fonte: revista Bebê


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O volume de negócios vem crescendo nos EUA para empresas de congelamento de esperma que vendem kits de coleta em casa

O volume de negócios vem crescendo nos EUA para empresas de congelamento de esperma que vendem kits de coleta em casa, segundo uma reportagem do site americano “Daily Beast”, graças em parte ao medo, ainda não comprovado, de que o novo coronavírus reduza a fertilidade.

Gerente de operações de coleta em casa da CryoChoice, Heather Kilpatrick diz que vem recebendo muitas consultas de pessoas com medo da Covid-19 desde que os EUA entraram em regime de distanciamento social por conta da pandemia. Mas, em vez de apenas perguntar ou cancelar pedidos, muitos deles querem comprar: as vendas subiram até 20% nas últimas semanas.

Os funcionários da Legacy, startup de coleta de esperma em casa, afirmam ao “Daily Beast” ter recebido até 10 vezes o volume normal de pedidos nos últimos dias. E os profissionais por trás da Dadi, outra start-up do setor, dizem que não só viram um as vendas triplicarem, como mais pessoas do que nunca estão comprando armazenamento de esperma para períodos de cinco anos ou mais.

Essas empresas – que enviam os kits de coleta de esperma, fazem testes de laboratório nas amostras recebidas e prometem armazenar criogênicamente os espermatozóides viáveis ​​- parecem ter escapado da devastação que assola a economia dos EUA. Tom Smith, diretor-executivo, admite que ficou surpreso, pois “realmente pensou que haveria uma queda significativa” nos negócios quando os americanos entraram em regime de isolamento.

Parte desse aumento na procura, afirma a reportagem, pode ser apenas porque as empresas de kits domésticos estão absorvendo a demanda das clínicas de fertilidade, que diminuíram as operações ou fecharam completamente suas portas em razão da pandemia. Mas os negócios das companhias ouvidas pelo “Daily Beast” parecem estar em alta em grande parte por causa do interesse de pessoas que não estavam procurando bancos de esperma antes da crise.

Essa nova preocupação com congelamento de esperma provavelmente decorre dos temores sobre os possíveis efeitos do vírus na fertilidade. No momento, não há evidências de que a Covid-19 possa ter um impacto a longo prazo nesse sentido, em homens ou mulheres. O vírus não foi detectado no sêmen ou no fluido vaginal.

No entanto, do fim de fevereiro a meados de março, surgiram rumores de uma teoria apresentada por médicos chineses, baseada mais em especulações do que em evidências, de que a doença poderia afetar os testículos e, talvez, a fertilidade masculina, segundo o “Daily Beast”. Um estudo divulgado e divulgado no fim de março sugeriu ainda que o estresse prolongado que as pessoas estão sentindo agora pode ter um efeito prejudicial a longo prazo no esperma.

Fonte:Portal Globo.com


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Argentino campeão do US Open de 2009 fará tratamento em Porto Alegre 

Reportagem do jornal GauchaZH, o Zero Hora, traz informação que o ex-top 3 e ídolo argentino, Juan Martin del Potro, irá realizar tratamento com células-tronco em Porto Alegre. O tratamento se chama BMAC (concentrado aspirado de medula óssea, na sigla em inglês).

Após o tratamento ele iniciará a fisioterapia no mesmo dia. O procedimento irá consistir na aplicação de células da medula óssea do próprio jogador na região lesionada, com o objetivo de acelerar a recuperação. Em seguida, o fisioterapeuta da seleção brasileira de atletismo, Luiz Fernando Garcia, o Pato, iniciará o processo de fisioterapia complementar ao procedimento.

“A fisioterapia é fundamental para quem faz a aplicação, pois ajuda a reduzir inchaço, desconfortos, além de fortalecer a musculatura e ajudar no retorno da confiança em relação a lesão. Vamos realizar alguns testes e ver como ele reage ao tratamento, mas o objetivo é já começar com exercícios de reforço muscular e buscar aumento da amplitude do movimento da articulação”, disse Garcia em entrevista ao GauchaZH.

O Tênis News apurou que o tenista passará alguns dias em Porto Alegre para o tratamento. A fisioterapia vai depender do que os médicos disserem após a realização.

Delpo não joga desde junho de 2019. Ele sofreu lesão no joelho ainda no fim de 2018, em outubro, durante o torneio de Xangai, na China, tentou jogar alguns torneios em 2019, mas desde então não consegue entrar em quadra, mas avisou recentemente que quer disputar a Olimpíada de 2021.

Fonte: Portal Lance


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A boa notícia é que nas sequelas reprodutivas graves por essas doenças, os portadores podem buscar a reprodução assistida para tentar uma gravidez

Infecções sexualmente transmissíveis (ISTs), como HIV, HPV e Chlamydia trachomatis, podem ser responsáveis por alterar a qualidade do sêmen, sendo uma possível explicação para casos de infertilidade masculina sem causa aparente. Essa é uma das conclusões de um artigo sobre o impacto dessas doenças na fertilidade do homem, publicado no Jornal Brasileiro de Reprodução Assistida (JBRA Assisted Reproduction), da Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida (SBRA), de autoria de Ana Carolina Goulart, Hana Carolina Farnezi, Juliana França, Adriana dos Santos, Mariana Ramos e Maria Lectícia Penna, da Faculdade de Ciências Humanas, Universidade FUMEC, Belo Horizonte (MG).

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), existem mais de 30 espécies de bactérias, vírus, protozoários e fungos que podem ser transmitidos por contato sexual e, a cada dia, mais de um milhão de pessoas são infectadas. Além de serem responsáveis por doenças agudas e graves com consequências físicas e psicológicas, inclusive a morte, essas patologias podem estar associadas à infertilidade masculina, chegando a ser a causa de cerca de 15% dos casos. O objetivo do estudo foi investigar especificamente a relação entre o vírus do HIV e do HPV e a Chlamydia trachomatis e a dificuldade do homem de gerar uma gravidez naturalmente.

De acordo com o artigo, os processos infecciosos associados ao HIV, ao HPV e à Chlamydia trachomatis podem interferir na qualidade seminal causando infertilidade masculina. O urologista Filipe Tenório Lira Neto, especialista em fertilidade masculina e membro da SBRA, explica como os agentes causadores dessas doenças podem interferir na fisiologia do aparelho reprodutor masculino e prejudicar o sêmen em termos de motilidade, concentração, morfologia e número de espermatozoides.

“As infecções por clamídia podem provocar obstrução dos epidídimos e causar azoospermia (ausência de espermatozoides no sêmen). Além disso, a bactéria pode ser encontrada dentro dos espermatozoides, diminuindo a motilidade e alterando sua morfologia. Já o HPV pode ligar-se aos espermatozoides, diminuindo a sua motilidade e causando danos ao seu DNA. No caso do HIV, a sua presença está ligada à diminuição da qualidade do sêmen, mas ainda não está claro se isso decorre do próprio vírus, de infecções oportunistas ou de medicações”, explica o urologista.

Gravidez, um sonho possível – Apesar dos danos causados, existe uma boa notícia para homens infectados por HIV, HPV ou Chlamydia trachomatis que desejam ser pais biológicos, mesmo que o acometimento com repercussão no aparelho reprodutor masculino seja severo: o sonho pode ser realizado por meio da reprodução assistida. “Pacientes infectados por clamídia podem ser medicados com antibióticos e submetidos a todos os tratamentos de reprodução humana sem nenhuma restrição. O mesmo se aplica aos pacientes com HPV, desde que não apresentem nenhuma lesão verrucosa ativa”, explica Lira Neto.

No caso dos portadores de HIV, ele afirma que podem ser submetidos à reprodução assistida desde que tenham a doença controlada com a terapia antirretroviral, apresentem boa imunidade, sem infecções associadas e de preferência com ausência do vírus no sangue. “Mesmo assim, os cuidados com a manipulação dos gametas e embriões devem ser redobrados para evitar contaminação. As opções de tratamento para casais sorodiferentes (a mulher soronegativo e o homem portador do vírus HIV) são a inseminação intrauterina e a fertilização in vitro”, explica o especialista.

Graças ao avanço da medicina, os procedimentos de reprodução assistida têm sido cada vez mais bem-sucedidos, oferecendo mais segurança para os casais submetidos ao tratamento. “Por exemplo, hoje, exames moleculares mais precisos identificam facilmente a clamídia, o HPV e outros patógenos no sêmen. No caso do HPV, a vacinação contra o vírus pode ajudar a erradicar os tipos mais agressivos, que também são os mais associados à infertilidade masculina. Em relação ao HIV, estudos recentes têm demonstrado que, para casais em que os homens apresentem carga viral indetectável, imunidade normal e ausência de outras infecções, a gravidez natural pode ser uma opção segura”, esclarece o urologista.

No entanto, a melhor atitude em relação às ISTs continua sendo a prevenção e a busca de orientação médica em caso de suspeita de infecção. “Usar preservativos é a maneira mais segura e eficaz de prevenir ISTs, além de evitar situações de risco, como relação sexual sob uso de drogas ou álcool. É importante manter a higiene diária do pênis e ficar atento a sinais e sintomas de infecções do sistema genital, como verrugas, ardência ao urinar, dor durante a relação sexual e feridas no pênis”, finaliza Lira Neto.

Fonte: Jornal Folha Vitória


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Armazenamento, multiplicação e preservação do material é uma forma cada vez mais concreta de manter a saúde das novas gerações

A ciência avança de forma acelerada. Hoje, a partir de células-tronco embrionárias retiradas do dente de leite das crianças, já é possível uma reprogramação celular capaz de auxiliar na regeneração de diversos tipos de tecidos e órgãos, tais como: pele, células beta (pâncreas), cartilagem, tecido nervoso e adiposo, ossos, tecido cardíaco, fígado, dentes e músculos. Além disso, a cura para doenças hoje consideradas incuráveis como Alzheimer, Autismo e até Câncer, tornam-se mais próximas.

Tal processo já ocorre em laboratórios e a cada dia está mais próximo e acessível a todos. O procedimento é feito por meio de um acompanhamento e monitoramento do processo desde o momento da extração do dente no consultório odontológico até a chegada ao laboratório. Quanto mais cedo for feita a retirada, mais jovens serão as células coletadas, melhores os resultados e a qualidade do material.

“O cirurgião-dentista é muito importante neste processo, pois o dente deve ser extraído de forma apropriada e encaminhado ao laboratório de acordo com protocolo. Aliás, pelo fato de a medicina regenerativa unir várias áreas, este profissional é da mais alta relevância para a difusão deste conhecimento à população”, assegura o cientista, José Ricardo Muniz Ferreira.

De acordo com ele, a partir de técnicas empregadas, estará garantida a qualidade e a multiplicação do material. A criança terá as células armazenadas por tempo indeterminado e, caso seja necessário, poderá fazer uso em qualquer fase da vida.

“O cirurgião-dentista deve estar informado sobre a odontologia regenerativa. É importante que se atualize constantemente a respeito para que tenha novos argumentos, informações e, principalmente, possa assumir o papel de educador sobre o tema”, explica o cientista.

O procedimento garante que, futuramente, a pessoa tenha a segurança de tratamentos adequados, tendo em vista que o uso de seu próprio material genético evita possíveis rejeições, em casos como transplantes de órgãos, por exemplo. Os tratamentos com células-tronco estão cada vez mais acessíveis e eficazes.

Por isso, o armazenamento, a multiplicação e a preservação dessas células são uma forma cada vez mais concreta da ciência em preservar a saúde e superior qualidade de vida das novas gerações. “Nesse sentido, é da mais alta relevância que o cirurgião-dentista não apenas informe os pais, mas também busque alertá-los e responsabilizá-los pelo futuro de seus filhos pois o que está em jogo é a saúde e a vida dos pequenos”, afirmou Ferreira.

Fonte: Jornal Folha Vitória


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Sintoma clássico do último trimestre, o inchaço pode ser aliviado com alguns cuidados simples. Confira:

Reconhecendo os sintomas – Assim como tantos outros sintomas, o inchaço na gravidez é uma decorrência natural das transformações do corpo feminino para abrigar o bebê durante sua formação. O aumento da capacidade cardíaca, por exemplo, acarreta maior volume de sangue bombeado por todo o corpo – e aqui estamos falando de nada menos do que cerca de 25% a mais de líquidos, entre sangue e outros fluídos corporais, em comparação a uma mulher adulta que não esteja grávida.

“Além disso, os órgãos sofrem alterações. O útero aumenta e acaba por pressionar as veias da região da pelve, o que também afeta a circulação de sangue nas pernas. Temos ainda maior concentração de hormônios, estrógeno e principalmente progesterona, conhecido como um dos hormônios que contribuem bastante para a retenção de líquidos”, explica o Angiologista e Cirurgião Vascular Ary Elwig.

Investigando as causas – Apesar de comum durante a gravidez, o inchaço pode ter causas anteriores à gestação, por isso é fundamental que a mulher seja examinada por um especialista.

“Doenças como varizes, hipertensão, problemas renais, cardíacos e trombofilia precisam ser investigadas, pois também podem agravar o quadro do inchaço ou até aumentar os riscos da gestação”, analisa Ary.

MAS ATENÇÃO: a trombofilia, condição genética ou adquirida que aumenta a possibilidade de formação dos coágulos, popularmente conhecidos como trombose, é um fator particularmente delicado, pois requer tratamento específico e exames constantes para evitar a formação de trombose venosa.

Aliviando o desconforto – Mesmo que o próprio corpo desenvolva características que acabam favorecendo o inchaço nesse período, ainda assim, é possível aliviar os sintomas com algumas dicas simples:

  • Eleve os pés da cama na hora de dormir: isso ajuda na circulação do sangue das extremidades do corpo de volta para o coração;
  • Evite ficar muito tempo sem movimentar as pernas, seja em pé ou sentada;
  • Use meias de compressão, sempre com a orientação do Angiologista ou Cirurgião Vascular;
  • Pratique exercícios durante a gravidez, principalmente caminhadas. Vale até aquela voltinha dentro de casa, o importante é estar em movimento sempre que possível;
  • Reduza o consumo de sal, pois o sódio também contribui para a retenção de líquidos;
  • Conte com o apoio da drenagem linfática, que ajuda a circulação do sangue e alivia o desconforto local;
  • Evite temperaturas extremas, que também contribuem para a dilatação ou a constrição excessiva dos vasos;

Depois do parto, o inchaço tende a diminuir rapidamente, aponta o Dr. Ary. “Com o trabalho de parto e o alívio físico da região da pelve ocasionado pelo nascimento do bebê, a circulação rapidamente melhora. Se o inchaço não aliviar, é indicado que a paciente procure seu médico para verificar o quadro”, completa.

Fonte: portal Mulher e gestação


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As células-tronco apresentam capacidade de diferenciação e autorrenovação. Por essa razão, podem ser usadas no tratamento de doenças degenerativas.

As células-tronco destacam-se pela capacidade de se transformar em diferentes tipos celulares, ou seja, são células com grande capacidade de diferenciação. Essas células encontram-se em um estágio em que não estão completamente especializadas, o que permite que elas sejam programadas para desempenhar qualquer função.

Além de sua capacidade de diferenciação, as células-tronco destacam-se por sua capacidade de autorrenovação. Isso quer dizer que essas células são capazes de proliferar-se e gerar outras células-tronco idênticas.

Diferentes tipos de células-tronco

Costuma-se classificar as células-tronco em diferentes tipos: células-tronco totipotentes, células-tronco embrionárias, células-tronco adultas e células pluripotentes induzidas.

  • Células-tronco totipotentes:são capazes de formar células de qualquer tecido do corpo, inclusive tecidos embrionários e extraembrionários. Costuma-se dizer que esse tipo de célula é capaz de originar um organismo por inteiro. Como exemplo de células-tronco totipotentes, podemos citar o zigoto e as células provenientes de seu desenvolvimento até a fase de mórula;
  • Células-tronco embrionárias:Essas células são também chamadas de pluripotentes, pois são capazes de transformar-se em qualquer tipo celular de um indivíduo adulto. As células-tronco embrionárias não podem gerar tecidos extraembrionários, sendo esse um critério para diferenciação. Essas células são obtidas do embrião em uma fase de desenvolvimento chamada de blastocisto. Nessa etapa do desenvolvimento, ainda não ocorreu diferenciação celular;
  • Células-tronco adultas:Essas células são também denominadas de células-tronco multipotentes, pois, diferentemente das células-tronco embrionárias e totipotentes, elas não são capazes de se diferenciar em todos os tipos celulares existentes. As células-tronco adultas são capazes apenas de gerar células do tecido que originaram. Esse tipo de célula é obtido, por exemplo, na medula óssea humana e no sangue do cordão umbilical;
  • Células pluripotentes induzidas:Essas células são criadas em laboratório a partir da reprogramação do código genético. Após ser reprogramada, uma célula adulta é capaz de voltar ao seu estágio de célula-tronco embrionária.

Importância do uso de células-tronco na Medicina

Na Medicina, as células-tronco apresentam grande utilidade, pois podem ser utilizadas para substituir as células doentes. Com essa técnica, conhecida como terapia celular, é possível tratar diferentes doenças. Diversos estudos têm mostrado a eficiência das células-tronco na reconstituição de tecido cardíaco após infarto e no tratamento de doenças neurológicas, por exemplo. Assim sendo, são fundamentais estudos na área para que se conheça melhor o funcionamento dos diferentes tipos de células-tronco e em que doenças elas são mais eficientes.

É importante salientar que transplantes de células-tronco adultas são feitos desde a década de 1950 pela técnica de transplante de medula óssea. Essa técnica, consideravelmente eficiente, têm sido utilizada para tratar doenças que afetam o sistema hematopoiético, responsável pela produção de células sanguíneas.

Fonte: Portal Uol