Blog

CLASSIC LIST


Em tempos atuais, algumas mulheres estão em busca pela estabilidade em sua carreira e os planos de ter filhos podem ficar cada vez mais para o futuro.

E quando a gravidez chega outras dúvidas preocupam as mulheres, como:

  • Como será o efeito desta gravidez na minha carreira?
  • Como esta notícia vai impactar o meu ambiente de trabalho?
  • Quando comunicar minha gravidez, como abordar meu gestor?

Algumas mulheres preferem dar a notícia após a 12° semana onde os riscos de abortos são menores, contudo é indicado que avalie se no seu emprego é exigido muitas horas de dedicação, esforço físico, exposição a temperaturas excessivas, pois nestes casos, o ideal seria comunicar o quanto antes.

O estresse e a preocupação excessiva podem ser prejudiciais à saúde do bebê e até adiantar o trabalho de parto, por isso quando se sentir cansada, respeite e lembre-se: mesmo as mulheres mais aceleradas devem dar uma pausa e respeitar seu novo ritmo.

Faça pausas durante o expediente de trabalho, é importante a cada 3 horas, se trabalha em pé, sente-se e eleve as pernas por alguns minutos afim de reduzir possíveis inchaços nos pés e tornozelos, se trabalha sentada levante-se e de uma caminhada, realize alongamentos no próprio posto de trabalho, ajuste a cadeira, use o suporte de punhos e pés. Outra opção é trabalhar em local mais próximo ao banheiro, já que a gestante vai ao banheiro com mais frequência, beba também bastante liquido, procure usar roupas e sapatos confortáveis.  Mantenha uma alimentação balanceada e saudável, com porções a cada 3 horas, não tem disponibilidade de ir até a copa com esta frequência, deixe em sua gaveta alimentos secos como castanha, barra de cereal, frutas desidratadas, e não esqueça de levar consigo seus medicamentos habituais prescritos pelo seu médico, aqueles para as queixas mais comuns, como náuseas e vômitos, dor lombar.

Planeje com seu médico o momento ideal para se afastar do trabalho, comunique os colegas e superiores a provável data do parto para que possa ser planejado as estratégias para dimensionamento das tarefas, procure verificar a possibilidade de realizar suas tarefas por home office caso sua posição seja insubstituível.

O grande dia chegou, você está com o bebê nos braços, em casa durante a licença maternidade procure se comunicar com sua equipe para se atualizar e ajudar no que for possível.

Aproveite o momento com seu bebê, preocupações e estresse com trabalho não vão ajudar neste momento que vai exigir de você ainda mais do que o seu trabalho exige, seu projeto de trabalho durante a licença maternidade é o seu bebê, aproveite este momento.

Fontes:

Enfermeira: Jaqueline Dutra Marcon

//disneybabble.uol.com.br/

//revistacrescer.globo.com/

//brasil.babycenter.com/



Os bancos de leite materno estão com baixo estoque para atender a demanda, por isso a Criogênesis, clínica referência em serviços de coleta e criopreservação de células-tronco e  medicina reprodutiva, solicita a colaboração das mães para que doem leite materno.  Segundo o Diretor Administrativo da Criogênesis, Dr. Luiz César Espirandelli , a doação é um ato de amor a vida. “Para garantir a saúde dos bebês e imunizá-los contra doenças respiratórias e diarréias, além das doenças crônicas, problemas cardiovasculares, diabetes, hipertensão e osteoporose, eles devem ser amamentados por, pelo menos, seis meses após o parto”, alerta.

Recentemente, o Ministério da Saúde lançou a Campanha Nacional de Doação de Leite Materno 2015, que visa ressaltar a importância da amamentação e também da doação de leite materno, alimento específico, e portanto, completo para o desenvolvimento do bebê, pois contém vitaminas, proteínas, gorduras e água nas quantidades ideais para o recém-nascido.

 

O especialista ressalta que a doadora de leite materno precisa estar com a saúde em dia, não pode ser fumante, portadora de doença infecto-contagiosa (Hepatite e AIDS) ou usuária de álcool ou drogas.  “Existem duas maneiras de retirar o leite: com as mãos ou por meio de bombinhas”, explica o Dr. Espirandelli.

O frasco para armazenamento precisa ser de vidro e com tampa plástica, como os recipientes de café solúvel ou maionese, que devem ser fervidos antes de receber o leite.

 

Nos bancos de leite materno, após o processo de pasteurização, esse leite é destinado aos bebês prematuros ou internados em centro de tratamento intensivo neonatal.

 

Outra forma de participar da campanha é doando recipientes para armazenar o leite materno. “Dessa forma incentivamos a todos, que doem recipientes de vidro com tampa plástica para os bancos de leite“, ressalta o Dr. Espirandelli.

 

Para mais informações e como também os locais disponíveis para doação, consulte: //www.redeblh.fiocruz.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=1532&sid=173



Especialista esclarece os principais questionamentos sobre o assunto
Embora ninguém possa prever o futuro, algumas atitudes simples, como preservar o sangue do cordão umbilical de um bebê recém-nascido, pode fazer uma grande diferença no futuro. Esse sangue é rico em células-tronco, capaz de criar os principais componentes do sangue e do sistema imunológico do corpo, ajudando no tratamento de diversas doenças como: leucemias, anemias e osteoporose.
No entanto, uma das principais dúvidas é quanto a forma de coleta e armazenamento deste material. De acordo com o hematologista e diretor técnico da Criogênesis, Dr. Nelson Tatsui, existem dois tipos de entidades autorizadas para os procedimentos: os Bancos de Sangue Privados e Bancos de Sangue Públicos. “Nos Privados, o sangue do cordão umbilical do bebê é armazenado para seu próprio uso ou para utilização de um membro da sua família. Já nos Bancos de Sangue Públicos, a família doa o sangue do cordão umbilical, o qual será armazenado e estará disponível para quem quer que seja compatível e precise de um transplante”, explica.
Para esclarecer um pouco mais o assunto, o especialista traz a tona alguns mitos e verdades sobre o tema. Confira:
Banco Público ou Banco Privado? A diferença entre os dois está na exclusividade. 
VERDADE. O Banco Privado permite o acesso somente à família doadora. Já no Banco Público, o material coletado pode ser utilizado para pesquisas ou para transplante de qualquer paciente do sistema público de saúde.
Só o próprio bebê poderá utilizar o sangue coletado pelo Banco Privado.
MITO. Se houver compatibilidade, qualquer pessoa da família doadora, desde que autorizado pelos pais, poderá fazer uso do sangue do cordão umbilical.
No Banco Privado, o sangue do cordão umbilical estará sempre disponível para uso. 
VERDADE. Quem opta pelo Banco Privado tem acesso imediato ao material genético armazenado, ao contrário do Banco Público, em que é preciso aguardar por uma compatibilidade em uma fila de espera.
As células armazenadas no Banco Público dão prioridade ao doador.
MITO. A partir do momento em que é realizada a doação do sangue do cordão umbilical para um Banco Público, o acesso ao material fica restrito à utilização pública. Portanto, caso alguém da família, ou o próprio doador, apresente algum tipo de doença que possa vir a ser tratada por meio de células-tronco, ele terá que ficar na fila de espera até encontrar um doador compatível.
Independente da escolha entre as duas entidades de armazenamento, a coleta do sangue do cordão umbilical deve ser realizada imediatamente após o parto.
VERDADE. Tanto para Banco Privado quanto para Banco Público, o momento do nascimento é a única oportunidade para a coleta do sangue do cordão umbilical. Portanto, este procedimento deve ser previsto nos preparativos que antecedem a chegada do bebê.
O Banco Público fornece material para o tratamento de diversos tipos de doenças. 
MITO. Os Bancos Públicos direcionam o material, principalmente para o tratamento de casos de leucemia e outras doenças hematológicas. Já o Banco Privado, apoia o tratamento de mais de 80 doenças, dentre elas as mesmas que o Banco Público trata, além das alterações imunológicas e as patologias do campo da medicina regenerativa, por exemplo.


Dr. Nelson Tatsui, esclarece os principais questionamentos sobre o assunto
O uso das células-tronco foi uma das grandes descobertas da medicina. Apesar de ser um tema polêmico na atualidade, há, no entanto, quem ainda desconheça como é realizado o procedimento de coleta, a sua importância para o tratamento de doenças e a evolução das pesquisas na área da Medicina Regenerativa. Para esclarecer um pouco mais as dúvidas que permeiam o assunto, o hematologista e diretor técnico da Criogênesis, Dr. Nelson Tatsui, fala sobre alguns mitos e verdades deste universo.
• O sangue do cordão umbilical, rico em células-tronco, deve ser coletado logo após o nascimento da criança.
VERDADE. Após a separação do bebê da mãe, a coleta é realizada de forma rápida, dura em torno de cinco minutos, e sempre é realizada logo após o nascimento do bebê. A drenagem do sangue do cordão é feita por meio de uma punção com agulha na veia umbilical e seu acondicionamento é realizado em uma bolsa contendo anticoagulante. Todo o processo de coleta deve ser realizado com cuidados de esterilidade. O tempo de transporte entre a coleta e o processamento deve ser no máximo de 48 horas.
• Existe um prazo máximo para que o cordão possa ficar congelado.
MITO. Não há tempo máximo definido pela literatura. Há relatos que indicam unidades congeladas há aproximadamente 25 anos, que ainda demonstram viabilidade celular adequada.
• O tecido do próprio cordão também possui células-tronco.
VERDADE. Este tecido possui célula-tronco do tipo mesenquimal – um subtipo celular, com grande capacidade de regenerar tecidos não hematológicos. A coleta é realizada no mesmo momento do sangue de cordão umbilical, no entanto, feita somente pelos bancos privados.
• Uma vez doado, o sangue do cordão umbilical poderá ser utilizado pela família a qualquer tempo.
MITO. No caso de doação para o sistema público, a unidade fica armazenada em um dos bancos públicos da rede BrasilCord à espera de um paciente compatível, habitualmente portador de uma doença hematológica grave. Nesse caso, a família não poderá reivindicar a qualquer tempo o próprio sangue de cordão doado. No sistema privado, a família paga pelo serviço de coleta e armazenamento do cordão, ficando assim, disponível para o próprio bebê e para potencial uso na própria família.
• Já existem resultados que mostram a eficácia das células-tronco no tratamento de males como o Alzheimer, o Diabetes, o Lúpus e a Aids.
VERDADE. Porém, os resultados ainda são experimentais. Portanto, é necessária uma avaliação mais ampla, sempre seguindo os protocolos de segurança e eficácia definidos por entidades de pesquisa e ética reconhecidas.
• Não é possível coletar células-tronco de prematuros ou em partos de emergência.
MITO. O procedimento poderá ser realizado a partir de 32 semanas de gestação, conforme descrito na legislação que rege o funcionamento dos bancos de cordão umbilical e placentário. No caso dos partos de emergência, em todas as cidades que possuem um escritório de coleta, há enfermeiros treinados que ficam de plantão 24h. O médico que fará o parto também pode recolher as células-tronco. Por ser um procedimento simples, pode ser facilmente executado.
• Armazenarem as células-tronco é uma forma de pensar no futuro dos filhos.
VERDADE. É importante destacar que as células-tronco, além de serem compatíveis com o próprio bebê, possuem uma chance aumentada de compatibilidade entre irmãos. Com as células criopreservadas, há maior rapidez no tratamento e diminuição dos riscos de rejeição e efeitos colaterais após o transplante. O acesso à informação sobre o procedimento, as vantagens e os preços mais acessíveis são prerrogativas que tem feito com que as famílias optem pelo armazenamento privado das células-tronco, a fim de serem utilizadas pelos próprios filhos.
• A coleta pode ocasionar riscos para a mãe ou para o bebê.
MITO. Não existe risco nenhum. A coleta é feita após completa separação do bebê da placenta. Além disso, a coleta somente é realizada em caso de parto sem intercorrência e com anuência do médico obstetra.
• A utilização de células-tronco congeladas é uma das técnicas mais modernas, utilizadas pela medicina a fim de reparar  e/ou tratar enfermidades como leucemia, dentre outras.
VERDADE. As células-tronco do sangue de cordão umbilical já são utilizadas há muitos anos para substituir o transplante de medula óssea, no tratamento de leucemia, linfoma e algumas enfermidades imunológicas. Elas são usadas para recuperar o sistema hematopoiético (sistema que produz as células sanguíneas) de pacientes submetidos à quimioterapia ou à radioterapia. Nessas situações, a infusão é vital, uma vez que esses tratamentos também destroem o tecido que produz sangue (células-tronco) do paciente.


Atualmente pesquisas relacionadas a células-tronco e seu potencial terapêutico são crescentes em todo o mundo, ampliando o interesse do armazenamento dessas células que podem ser encontradas no sangue e no tecido do cordão umbilical.
As células-tronco coletadas no sangue do cordão umbilical (hematopoiéticas) já auxiliam o tratamento de mais de 80 doenças do sangue, como leucemias e linfomas. Nos últimos 24 anos mais de 14 mil transplantes com esse tipo de célula já foram realizados.
No tecido de cordão umbilical nós encontramos uma célula muito especial para medicina regenerativa, distinta das células provenientes do sangue de cordão umbilical. Elas são conhecidas como células-tronco do tipo mesenquimal. Essas células, por sua vez, também tem um extraordinário potencial terapêutico, além da capacidade de se regenerar em diversos tecidos, elas são pouco imunogênicas, portanto, facilitam o transplante de um indivíduo para outro.
Pesquisas com as células-tronco mesenquimais demonstram que o potencial é enorme. Em 1995, um dos primeiros protocolos clínicos foi realizado com sucesso usando a infusão de células-tronco do tipo mesenquimal no próprio paciente com doença hematológica.
Desde então, inúmeros protocolos clínicos estão sendo realizados para melhorar o resultado clínico do transplante de células-tronco e a regeneração de diferentes tecidos: cartilagem, osso, músculo, cérebro, dentre outros.
Principais estudos com células-tronco mesenquimais apontam importantes resultados no tratamento de doenças cardíacas, recuperação de lesões de espinha, doenças de Parkinson e Alzheimer.
Em ortopedia, temos como alvo terapêutico a osteoporose, as lesões articulares e esportivas. Doenças autoimunes como diabetes tipo 1, lúpus eritematoso e esclerose múltipla também.
Além disso, as células-tronco mesenquimais mostram-se também complementares às hematopoiéticas, retiradas do sangue do cordão umbilical. Ensaios clínicos demonstram que o uso combinado desses dois tipos de células-tronco melhoram a eficácia nos transplantes de medula óssea.
A coleta, tanto das células-tronco do sangue de cordão umbilical como do tecido do cordão umbilical é feita logo após o parto. É um procedimento simples, seguro e rápido. Sem dor ou desconforto para a mãe ou para o recém-nascido, o profissional habilitado para o realizar o procedimento, recolhe cerca de 15 cm do cordão e o coloca em um frasco específico com o meio de cultura.
O material é transportado até o laboratório e as células são processadas e submetidas ao rebaixamento progressivo da temperatura (criopreservação) até atingir 150 (graus) negativos. Dessa maneira, as células ficam armazenadas e tornam-se imediatamente disponíveis para serem utilizadas, caso necessário.
Extrair a célula mesenquimal e expandí-la numericamente antes da estocagem, é um diferencial já que a grande maioria dos bancos oferece um serviço de processamento rápido, guardando diretamente o tecido, sem qualquer expansão das células.
Enf. Nubia F. de Almeida Garcia
Núcleo de Pesquisa da Criogênesis
Referências:
www.criogenesis.com.br
BYDILOWSKI S. P. et al. Caracteristicas biológicas das célulastronco
mesenquimais. Rev. Bras. Hematol. Hemoter, 31(Supl.
1), p. 25-35, 2009.


A Criogênesis esteve presente na oitava edição do Fórum de Indicadores Laboratoriais da SBPC/ML promovido pela ControlLab juntamente com a Sociedade Brasileira de Patologia Clínica.
O evento ocorreu nos dias 24 e 25 de junho, em São Paulo, no Hotel Blue Tree Premium Congonhas.
O evento proporcionou uma programação rica em seminários aos quais abordaram temas como o uso dos indicadores na rotina do laboratório assim como a aplicação dos mesmos na gestão de equipamentos. Estavam presentes membros de 64 organizações, de 14 estados brasileiros.
O público alvo é formado por diretores, gestores e profissionais de laboratório que têm relação com indicadores em seu trabalho, inclusive com equipamentos, como patologistas clínicos, farmacêuticos-bioquímicos, biólogos, biomédicos, técnicos e engenheiros.


A clínica é parceira da Criogênesis.

Nos últimos cinco anos houve um grande o aumento no interesse por informações sobre coleta e preservação de células-tronco de sangue do cordão umbilical. Especialmente nas grandes cidades brasileiras, como conta a Dra Martha Marsillac, médica e diretora do Centro de Ginecologia e Obstetrícia (CGO) do Rio de Janeiro. Em 2012 somente ela realizou 48 partos, sendo que em 18 foram coletadas e preservadas as células-tronco do cordão. A CGO Rio é parceira da Criogênesis – um dos maiores bancos privados do Brasil -, com laboratório em São Paulo e filial no Rio.

“Na CGO Rio, quase metade das pacientes que procuram informações sobre o assunto fazem a coleta. Aqui o procedimento já é bem divulgado, portanto os casais chegam à consulta querendo mais informações”, afirma a Dra. Martha, que é ginecologista, obstetra e mastologista.

Para a médica da CGO, a coleta de células-tronco no momento do parto é uma técnica de fácil realização, o que torna sua realização e uso cada vez mais simples. “Digo para minhas pacientes que isto é uma preocupação muito importante, já que em alguns casos não há mais situação de estudo. Elas já são uma realidade para o tratamento de algumas doenças”, explica a Dra. Martha Marsillac.

As células-tronco contidas no sangue do cordão têm um potencial futuro muito grande. Especula-se que mais de uma centena de doenças poderão ser tratadas com essas células. Comprovadamente sabe-se que cerca de 50 doenças podem ser tratadas com o uso das células-tronco. A principal delas é a leucemia, mas atualmente com o grande número de informações veiculadas sobre a cura do diabetes através de terapias com células-tronco, o interesse das famílias na coleta do sangue do cordão umbilical vem aumentando.

A Criogênesis é um dos maiores bancos privados do Brasil. Foi fundada em 2003, mas já realizava pesquisas na área de células-tronco desde 1996. A empresa é comprometida com a ética na propaganda médica e está sempre em busca de parâmetros nacionais e internacionais que atestem a sua qualidade.

Desde o final de 2011 a Criogênesis está em busca do selo de “acreditação” da AABB (American Association Blood Bank), após ter sido aceita para o processo. O selo permitirá o reconhecimento internacional de todos os seus processos, de forma com que suas bolsas com sangue de cordão possam ser usadas em qualquer parte do mundo. A Criogênesis já conta com a parceria e registro junto ao ICCBBA (International Council for Commonality in Blood Banking Automation), órgão que regulamenta adequação de etiquetas e práticas de hemoterapia.

O laboratório da Criogênesis fica em São Paulo, mas a empresa conta com escritório no Rio de Janeiro e clínicas parceiras em todo o Brasil.

A sede da Criogênesis no Rio fica no Condomínio Le Monde Office, Av. das Américas, 3500 – Bloco 4 – Sala 207 – Barra da Tijuca, Rio de Janeiro. Telefones (21) 2431-2765 |2146-7289. [www.criogenesis.com.br]. [www.centrodeginecologia.com.br].

//www.revistafator.com.br/ver_noticia.php?not=225471



O avanço das ciências médicas trouxe uma diversidade de novas terapias para cura de diversos males. Uma das mais inovadoras, e que muito tem se falado sobre o assunto, é o tratamento de doenças com células-tronco. Para tratar deste assunto de interesse universal, Luciana Ferreira da Jovem Pan On-Line recebeu o Dr. Nelson Tatsui, que é Diretor da Criogênesis e médico Hematologista do Hospital das Clínicas, e explica, entre outras coisas, o que é a célula-tronco e como ela funciona em nosso corpo.



Foram publicadas novas normas que determinam os requisitos mínimos para o funcionamento dos bancos de cordão umbilical. A nova resolução, RDC 56, que substitui a anterior RDC 153, de 2004, foi efetivada por meio da publicação no DOU, de 17 de dezembro de 2010.

De uma maneira geral, utilizando do próprio texto da resolução, ela veio para regulamentar o funcionamento técnico dos laboratórios de processamento de células progenitoras hematopoéticas provenientes da medula óssea, sangue periférico e de sangue de cordão umbilical e placentário, para finalidade, seja de caráter público ou privado.A definição de competência e responsabilidade dos serviços, as instalações físicas e os recursos humanos mínimos para o funcionamento, além da operacionalização de processos e a implementação de sistemas de garantia de qualidade estão entre os principais aspectos abordados. Segundo o Dr. Nelson Tatsui – diretor técnico da Criogênesis – é uma preocupação explicita da ANVISA qualificar as unidades laboratoriais para o fornecimento adequado das células tronco, em caso de uso clínico.



Obstetras da cidade de Santos têm recebido cada vez mais questionamentos sobre a importância em preservar as células-tronco do sangue do cordão umbilical. E como o momento do parto é único e valioso, vem crescendo o número de pacientes que apostam neste tipo de “seguro de vida” para futuras doenças da criança e da família. Adriano Catapreta, ginecologista e obstetra na cidade, trabalha nas maternidades Casa de Saúde, Santa Casa, Hosptial São Lucas e Hospital Ana Costa. E considera importante a preservação das células-tronco. “As céluas-tronco são totipotenciais, por isso podem ser úteis na cura de várias doenças no futuro. As pesquisas nos indicam que teremos boas surpresas quanto à cura de várias doenças com o uso de células-tronco”.