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Em alguns casos a produção de espermatozoides é tão pouca que não são encontrados no espermograma, dessa forma é necessária a utilização de técnicas em que é possível buscar os espermatozoides diretamente onde são produzidos, nos testículos (TESA), assim é possível recuperá-los e utilizá-los para fertilização in vitro.

Há casos também de mal formação do canal que conduz os espermatozoides (canal diferente), dessa forma o homem produz espermatozoides mas não consegue eliminá-los no ejaculado. Com auxílio de uma técnica de punção de epidídimo ( PESA) é possível recuperá-los e utilizá-los para fertilização in vitro.

Quer mais informações sobre este assunto? Entre em contato conosco pelo telefone (24 horas) 0800-773-2166. Nosso laboratório fica na Rua Américo Brasiliense, nº 1.000, Chácara Santo Antônio.

Porque a vida merece todas as chances!


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Passar pelo primeiro trimestre da gestação sem sentir mal-estar pode ser uma tarefa difícil. Para isso, contamos algumas coisas que você pode fazer para driblar o problema e ficar livre desse perrengue.

A descoberta da gravidez é uma jornada incrível, mas com ela, os enjoos podem não ser tanto assim. Para fugir do problema que geralmente afeta 70% das grávidas, de acordo com o livro The Working Woman’s Pregnancy, listamos 7 dicas de ouro para ajudar você a passar por esse perrengue sem pânico!

Os enjoos podem aparecer entre a 5ª ou 6ª semana de gestação, durando até a 12ª semana, mas não é uma regra. Em alguns poucos casos, eles chegam a persistir até a 18ª semana da gravidez, podendo durar até o 3º trimestre. As queixas ainda chegam a ser das mais diversas, desde mulheres que não sentiram nada, a enjoos leves e por curtos períodos, até vômitos frequentes.

Os vômitos podem ser benéficos!

Segundo uma pesquisa feita pela Universidade de Chicago, os vômitos durante a gravidez podem ter uma função benéfica. Quando a mãe passa pelo mal-estar, diversas toxinas que estão na corrente sanguíneas são eliminadas, fazendo com que o sistema nervoso central do bebê tenha um melhor desenvolvimento e não seja interrompido.

É possível driblar o problema. Olha só essas dicas simples:

Gengibre – Quando a náusea ameaçar aparecer, você pode investir em balas ou pirulitos de gengibre! O ingrediente, muito usado na medicina chinesa, tem o poder de domar o estômago. Você também pode colocar uma fatia fina em um copo d’água ou ainda em uma xícara de chá.

Evite a tela do computador – Apesar de parecer uma boa distração para quando os enjoos aparecerem, a tela brilhante pode deixá-la ainda mais enjoada. Uma opção é ajustar a luz, além de aumentar o tamanho das fontes e colocá-las em destaque. Conforme o uso, faça pequenas pausas para fazer outras atividades, ou apenas feche os olhos e descanse!

Hidrate-se – Mesmo parecendo uma dica óbvia, é muito importante ingerir líquidos ao longo do dia, pois a desidratação pode causar ainda mais enjoo. Como as vezes é difícil fazer com que o corpo os aceite, tente ingerir alimentos salgados para sentir sede, ou até mesmo chupar pedras de gelo em dias mais quentes.

Rastreie a causa – Já pensou que sentir enjoos sempre no mesmo horário pode ser por algum motivo específico? Para isso, você pode começar a ficar de olho se sente algum cheiro diferente naquele momento e tomar as medidas necessárias para o mantê-lo bem longe!

Converse sobre o assunto – É normal sentir insegurança ao querer dar um toque para aquele amigo que está com um perfume muito forte, por exemplo, ou quando você recebe um beijo logo depois de alguém ter comido algo específico e não ter escovado os dentes antes. Conversar sobre o assunto pode ser uma opção, pois você irá se sentir mais confortável em saber que aquela pessoa especial pode te ajudar a melhorar.

Descanse – Mesmo parecendo uma dica simples, as vezes é uma das melhores opções. Experimente ouvir uma música relaxante, respire fundo e feche os olhos por alguns minutos. Para bloquear as luzes fortes e aprimorar ainda mais o momento, você pode usar uma máscara de dormir.

Tente cheirar algo fresco – A gente sabe que perfumes fortes demais ou cheiros desagradáveis podem desencadear mais um episódio de náuseas. Como o estrogênio é o principal hormônio do olfato, o nariz da grávida irá ficar muito mais aguçado. Para os momentos em que você não consegue abrir uma janela para o cheiro em embora, tente levar na bolsa uma garrafa com extrato de limão, ou ainda um ramo de alecrim fresco. Quando os cheiros persistirem, inspire o aroma para se sentir melhor.

Portal: revista Pais e Filhos


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Durante a gravidez tudo correu normal, os pais de Lorena ficaram tão felizes e animados para o dia em que finalmente conheceriam seu primeiro filho. Os dias se passaram e o grande dia finalmente chegou… No momento do parto, os médicos imediatamente notaram que ela tinha hipotonia grave no tronco, pescoço e pernas. Ela nasceu com o céu da boca aberto (que foi totalmente reparado aos 13 meses de idade). Os médicos suspeitaram que ela tinha CRi Du Chat, realizando um exame genômico, e descobriram que ela tinha uma duplicação e uma exclusão no cromossomo 5. Devido à sua condição, causou um atraso neuropsicomotor, sendo considerado um caso raro.

O que é síndrome de Cri-Du-Chat? Síndrome de Cri-du-chat, também conhecida como síndrome de 5p- (5p menos), é uma condição cromossômica que resulta quando um pedaço de cromossomo 5 está faltando. Bebês com essa condição muitas vezes têm um grito agudo que soa como o de um gato. O transtorno é caracterizado por deficiência intelectual e desenvolvimento atrasado, pequeno tamanho da cabeça (microcefalia), baixo peso ao nascer e tônus muscular fraco (hipotonia) na infância. Também tem características faciais distintas, incluindo olhos amplamente definidos (hipertelorismo), orelhas baixas, uma mandíbula pequena e um rosto arredondado. Algumas crianças com síndrome cri-du-chat nascem com um defeito cardíaco.

Tratamento com células-tronco

Os pais de Lorena ouviram sobre o tratamento com células-tronco enquanto assistiam a um programa de televisão que ajudava uma família a arrecadar dinheiro para o tratamento do filho. Então a mãe de Lorena pensou que poderia ser algo que eles poderiam fazer por ela, e após mais pesquisas, tinham certeza de que as células-tronco poderiam ajudar sua garotinha. A família foi até a Tailândia para uma chance de melhorar a qualidade de vida de Lorena.

Como Lorena tem um problema motor, os médicos acharam que a terapia física e aquática foram as que mais ajudaram e os pais ficaram impressionados com o apoio, atenção e carinho da equipe do hospital. “A câmara hiperbárica é inovadora, no Brasil não a usam para crianças especiais”, disse a mãe de Lorena.

Melhorias

Durante sua segunda semana de tratamento na Tailândia, eles já viram algumas melhorias leves em sua postura, controle do pescoço e interagindo mais com sua família e brinquedos. Lorena voltou da Tailândia muito mais forte, prestando mais atenção e as melhorias estavam chegando pouco a pouco, depois de seis meses a família sentiu que ela estava muito mais atenta a tudo ao seu redor e interagindo mais com as pessoas, se movimentando, mais interessada em jogos no computador.

“Lorena também não está mais ficando tão doente como antes. Ela ficava sempre muito doente com muitos problemas respiratórios e precisava de antibióticos, ela não passava mais de um mês sem ficar doente.”

“Após nove meses de tratamento Lorena não está mais adoecendo e agora está assim há 6 meses, nos últimos seis meses ela cresceu 10 cm e ganhou 3 kg. E depois de 6 meses do tratamento, ela foi capaz de ficar por 30 segundos enquanto era mantida apenas pelos braços, depois de um ano ela foi capaz de ficar por um minuto. As pernas e braços estão mais fortes, e têm muita força nas mãos. Ela está interagindo com todo mundo, sorrindo muito, batendo palmas, tentando falar fazendo vários sons. Estamos entusiasmados em vê-la assim nos dando muitas esperanças de mais melhorias”.

“Sobre o tratamento, só temos que dizer coisas boas e foi uma das melhores coisas que fizemos pela Lorena, adoraríamos voltar. Eu diria que as pessoas têm que ter em mente que não é um milagre… As crianças não vão para o tratamento e saem da clínica correndo. As grandes melhorias que ela teve na Tailândia vem ajudando com sua qualidade de vida e a ajudarão a alcançar muitas coisas em sua vida. Faríamos tudo de novo, voltaríamos quantas vezes pudéssemos pagar.

As grandes melhorias que fizeram a diferença na vida de Lorena foram sua imunidade muito mais forte e com isso todas as terapias em curso estão sendo continuadas no Brasil, melhorando ainda mais. Atualmente, faz fisioterapia, terapia aquática, fonoaudiologia e terapias ocupacionais. E a cada seis meses ela faz tratamento therasuit. Nós definitivamente recomendamos o tratamento com células-tronco”, disse a mão da menina.

Fonte: Portal UOL


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As células-tronco são células jovens que apresentam a capacidade de auto-renovação (geram células filhas idênticas em forma e função a si próprias) e de originar todas as células do sangue. Além disso, as recentes pesquisas mostram a possibilidade da célula-tronco regenerar outros órgãos e tecidos não pertencentes ao sistema sangüíneo.

Mas a uma das dúvidas mais frequentes das pessoas é: quais doenças podem ser tratadas utilizado células-tronco?

Atualmente, a medicina já comprovou a eficácia do uso de células-tronco em mais de 80 doenças, entre elas, leucemias agudas, leucemias crônicas, anemia aplástica grave, síndrome mieloproliferativa, linfomas, síndrome Mielodisplásica, mieloma múltiplo, doenças auto-imunes, etc.

O Sangue de Cordão Umbilical do seu filho assegura a disponibilidade imediata das Células-Tronco caso ele venha a necessitar. Do contrário, ou há um irmão compatível ou uma busca incansável será necessária para encontrar células-tronco compatíveis.

Transplante Autólogo: A falta de doadores compatíveis levou ao desenvolvimento de técnicas onde a própria célula-tronco do paciente é usado no seu tratamento. A célula-tronco é coletado dentro de uma fase onde o paciente não apresenta doença clínica, é congelado e re-infundido após tratamento com altas doses de quimioterapia e/ou radioterapia. Habitualmente, as células do próprio paciente (autólogas) apresentam melhor resultado do transplante por apresentar compatibilidade idêntica e, portanto, ausência de rejeição imunológica. Entretanto, há um risco das células conter um resquício de células tumorais viáveis levando a recaída da doença prévia. Não é indicado em doenças genéticas.

Transplante Singênico: É o uso da célula-tronco de um irmão gêmeo idêntico ao paciente. Como o transplante autólogo, esse procedimento não apresenta impedimento imunológico ao transplante e não é indicado em doenças genéticas.

Transplante Alogênico: É o uso da célula-tronco de uma pessoa com composição genética diferente do paciente, podendo ser de origem familiar (principalmente irmão) ou não (geralmente banco público).O grande problema deste tipo de transplante são as diferenças de compatibilidade que existe entre o doador e o receptor, mesmo sendo tecnicamente compatíveis. Desta forma, o sistema imunológico do paciente pode rejeitar as células do doador ou, alternativamente, as células do doador destruir progressivamente os tecidos do receptor. Esta última reação é conhecida como doença do enxerto contra o hospedeiro.

 


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Lorenzo nasceu no Brasil meados de Novembro de 2014, com apenas 28 semanas de gestação. Devido à extrema prematuridade, ele teve uma lesão cerebral chama leucomalácia periventricular, que se resume a necrose cerebral – como se parte de seu cérebro tivesse morrido. Ele foi internado na UTI neonatal por três meses, utilizando ventilação mecânica nos primeiros 42 dias de vida. Ele tinha disfagia grave, não sendo capaz de engolir por algum tempo. Depois de estar internado por meses, recebeu alta com um prognóstico de que não viveria muitos anos; os médicos disseram que era um milagre que ele ainda estivesse vivo.

Nos meses seguintes, a família de Lorenzo permaneceu positiva e começou a fazer tudo o que era capaz para lhe proporcionar uma melhor qualidade de vida. Ele era constantemente hospitalizado – qualquer resfriado menor, ele teve que ser internado no hospital por vários dias. Ele estava passando por um programa intensivo de reabilitação, sua mãe mencionou que ele parecia um boneco – “Lorenzo não conseguia mexer em nenhuma parte do corpo e não tinha controle de tronco ou cabeça, mas continuamos as terapias todos os dias com muita esperança”.

Depois de algum tempo, a família do paciente percebeu que havia algo incomum em seu comportamento – toda vez que ouvia um ruído ou movimentos ao seu redor, ele se tornava mais espático e revirava os olhos. Foi quando sua família decidiu levá-lo a um neurologista, ele tinha apenas 11 meses quando descobriram que ele havia desenvolvido a Síndrome de West – epilepsia grave devido a uma lesão cerebral, ou seja, toda vez que ele sofria um ataque, seus neurônios estavam sendo mortos e seu cérebro degenerando-se. Os médicos disseram que só um tratamento com células-tronco poderia ajudar, mas não havia tratamento disponível no Brasil. A mãe de Lorenzo deixou a consulta médica desesperada, perdida, tentando processar todas as informações que acabara de ouvir do médico.

Alguns dias depois, fazendo uma pesquisa online, a mãe de Lorenzo encontrou o site da Beike. No mesmo dia, ela entrou em contato com o representante que prontamente a respondeu com todas as informações que ela precisava. A partir desse dia, ela começou a se preparar para vir a Tailândia fazer to tratamento. Sua família e comunidade se reuniram para arrecadar fundos para que Lorenzo pudesse receber o tratamento de Células-Tronco na Tailândia. Eles ficaram emocionados ao saber que muitas pessoas abraçaram a causa e os ajudaram a arrecadar o dinheiro necessário em apenas três meses.

No final de março de 2016, eles chegaram à Tailândia pela primeira vez com confiança de que esse tratamento poderia mudar suas vidas. Eles nunca imaginaram o que estava por vir, então eles passaram quase um mês em Bangkok fazendo um programa intensivo de reabilitação combinado com 6 injeções de Células-Tronco Adultas. Os primeiros resultados se manifestaram no final do tratamento, quando Lorenzo começou a mover os dedos dos pés. Quando voltaram para casa, lentamente começaram a notar que os episódios de epilepsia de Lorenzo havia diminuído. Em Agosto do mesmo, eles fizeram um eletro que confirmou que ele não tinha mais Síndrome de West.

“Esse foi um dos dias mais felizes da minha vida, eu sabia que o tratamento funcionaria, mas não estávamos esperando”, disse a mãe do Lorenzo. Ela ficou tão feliz que eles decidiram planejar outra visita para obter mais células-tronco, já que ele ainda tinha convulsões sempre que ficava doente e febril.

“Em geral, notamos muitas mudanças em sua função cognitiva e curar a Síndrome de West foi uma bênção, mas queríamos mais”, disse a família. E com isso, eles vieram para o segundo tratamento em dezembro de 2017, confiando no tratamento regenerativo.

A segunda vez foi ainda melhor, pois eles já estavam familiarizados e confortáveis com a equipe. Todos ficaram muito satisfeitos ao ver as mudanças no corpo de Lorenzo. Eles seguiram o protocolo como fizeram pela primeira vez e foram para casa com grandes esperanças e expectativas.

Em Março de 2018, Lorenzo ficou doente e teve que ser hospitalizado por semanas. Ele teve outro episódio de epilepsia devido a febre alta. Sua família estava preocupada, mas não tinha ideia de que aquela seria seu último episódio convulsivo. Felizmente, desde então, Lorenzo não teve mais convulsões, mesmo que agora fique doente e com febre alta, o pequeno lutador não tem tido mais convulsões.

Fonte: portal Science Daily

 


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As células-tronco apresentam capacidade de auto-renovação (geram células filhas idênticas em forma e função a si próprias) e de originar todas as células do sangue. Além disso, as recentes pesquisas mostram a possibilidade da Célula-Tronco regenerar outros órgãos e tecidos não pertencentes ao sistema sangüíneo.

Quando as células-tronco serão utilizadas para o uso do próprio filho (finalidade autóloga), não é necessário fazer o de teste de compatibilidade. Mas e o restante da família, irmãos, pais, avós da criança que teve as células coletadas? Estes podem usar o material quando necessário?

O sangue de cordão umbilical coletado no Sistema Privado possui a finalidade de ser utilizado no próprio bebê. Nesse caso a chance de compatibilidade é de 100%. No caso de possível utilização em irmãos, oriundos dos mesmos progenitores, a chance de compatibilidade entre eles será de 25%. Ou seja, há uma chance de encontrar um irmão compatível a cada quatro testados. Sendo importante ressaltar que o irmão é o mais provável doador com grau de parentesco e, portanto, não há outro parente que apresente chance superior, excetuando a situação de gemelar univitelino (idêntico). Entre outros parentes, a chance acaba sendo muito inferior ao citado. No sentido de ilustrar essa situação, mostro a experiência do Hemocentro de Santa Catarina em relação a busca de doadores compatíveis dentro da família de pacientes que aguardam transplante de células-tronco.

No estudo verificou-se que dos 1.227 irmãos que participaram da tipificação de compatibilidade genética, 293 foram compatíveis, resultando em um percentual de 23,8% (compatível com a média matemática da regra mendeliana de 25%). No mesmo estudo, além dos irmãos, foi verificado que meio-irmãos, tanto paternos quanto maternos, não apresentaram compatibilidade, que irmãos gêmeos univitelinos apresentaram 100% de compatibilidade e, na busca estendida entre familiares, apenas um tio (em 247 tios testados) e dois pais (em 455 pais testados) apresentaram compatibilidade, o que não foi observado para os demais familiares.

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Uma pesquisa inovadora da University of South Australia confirma que o ato de sorrir pode levar sua mente a ser mais positivo, simplesmente movendo os músculos faciais. Com o mundo em crise em meio ao COVID-19, e aumentos alarmantes de ansiedade e depressão na Austrália e em todo o mundo, as descobertas não poderiam ser mais oportunas.

O estudo, publicado na Experimental Psychology , avaliou o impacto de um sorriso encoberto na percepção das expressões faciais e corporais. Em ambos os cenários, um sorriso foi induzido pelos participantes segurando uma caneta entre os dentes, forçando seus músculos faciais a replicar o movimento de um sorriso.

A pesquisa descobriu que a atividade muscular facial não altera apenas o reconhecimento das expressões faciais, mas também das expressões corporais, com ambas gerando emoções mais positivas. O principal pesquisador e especialista em cognição humana e artificial, o Dr. Fernando Marmolejo Ramos da UniSA, afirma que a descoberta traz informações importantes para a saúde mental.

“Quando seus músculos dizem que você está feliz, é mais provável que você veja o mundo ao seu redor de uma forma positiva. Em nossa pesquisa, descobrimos que, quando você pratica o sorriso com força, estimula a amígdala – o centro emocional do cérebro – que libera neurotransmissores para estimular um estado emocionalmente positivo. Para a saúde mental, isso tem implicações interessantes. Se pudermos enganar o cérebro para que perceba os estímulos como ‘felizes’, então podemos usar esse mecanismo para ajudar a melhorar a saúde mental”, diz o Dr. Marmolejo Ramos.

O estudo reproduziu as descobertas do experimento do sorriso ‘encoberto’, avaliando como as pessoas interpretam uma série de expressões faciais (de carrancas a sorrisos) usando o mecanismo de caneta nos dentes; em seguida, estendeu isso usando imagens em movimento de luz pontual (abrangendo vídeos de caminhadas tristes a vídeos de caminhadas felizes) como estímulos visuais.

O Dr. Marmolejo Ramos afirma ainda que existe uma forte ligação entre ação e percepção. “Em suma, os sistemas perceptivo e motor estão interligados quando processamos estímulos emocionalmente. Uma abordagem de ‘fingir’ até você conseguir ‘poderia ter mais crédito do que esperamos”, disse.

Fonte: postal Science Daily


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Além da coleta de células-tronco do tecido e do cordão umbilical e do dente de leite, realizamos também diferentes procedimentos para gerar a tão desejada gravidez, como fertilização in vitro e inseminação artificial.

Muitas perguntas passam pela cabeça das pessoas sobre o assunto, entre elas, sobre a interferência do idade do homem e da mulher quanto a infertilidade. Vamos as dúvidas: 

A fertilidade diminui com a idade?

Sim. Aos 15 anos a mulher tem 1% de chance de ser infértil, enquanto que, aos 35 anos, este índice é de 30%. Mesmo que após os 35 anos a mulher não seja infértil, ela geralmente terá mais dificuldades para engravidar necessitando um maior número de tentativas quer seja para gravidez espontânea ou através de tratamentos.

Quais são as maiores causas da infertilidade masculina e feminina?

A principal causa de infertilidade masculina é desconhecida (chamada de idiopática).
A mulher tem como principais causas de infertilidade a endometriose, alterações nas trompas, distúrbios da ovulação, alterações uterinas, entre outras.

Como a idade interfere na infertilidade do homem?

A idade interfere na fertilidade do homem, mas de maneira muito menos importante do que na mulher. Há trabalhos que mostram uma redução na concentração e na motilidade dos espermatozóides, outros um aumento de problemas genéticos com a idade. No entanto, as evidências demonstram pouca ou nenhuma influência na capacidade de gerar uma gravidez.

Para esclarecer todas as dúvidas, entre em contato conosco pelo telefone (24 horas) 0800-773-2166 e estamos disponíveis também nas redes sociais Facebook, Instagram, Twitter e site. 

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Diante da pandemia do novo coronavírus, pais estão deixando de levar os filhos ao pediatra e a postos de vacinação. Gestantes estão iniciando o pré-natal com atraso, mas, mesmo com medo, estão realizando as demais consultas nas datas corretas. As constatações são de uma pesquisa da Sociedade Brasileira de Pediatria e da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo) sobre os impactos da covid-19, realizada com 1.525 profissionais.

Segundo o levantamento, 61% dos pediatras relataram queda acentuada no número de consultas e 73% disseram que as crianças deixaram de ser vacinadas no período, algo considerado preocupante pelos especialistas. “Com medo de levar as crianças para vacinar, os pais estão tirando delas uma grande proteção. É indispensável fazer essa vacinação mesmo em tempos de pandemia”, afirma Luciana Rodrigues Silva, presidente da Sociedade Brasileira de Pediatra.

Segundo Luciana, o levantamento mostrou ainda o impacto do isolamento para as crianças. “Seguramente, essas crianças confinadas em casa ficaram com mais tempo de tela e tiveram alterações comportamentais. Durante a infância é importante a socialização e contato com outras crianças. O pediatra é um profissional fundamental para acompanhar as crianças e para a orientação. É importante que o pediatra oriente que brincadeiras devem ser feitas durante este período para estimular o desenvolvimento da criança.

De acordo com a pesquisa, 88% dos pediatras relataram que as crianças em idade escolar apresentaram alterações no comportamento, das quais 75% foram oscilações de humor. Apesar da queda das consultas, o contato com os profissionais não foi totalmente perdido e 82% dos pediatras afirmaram que houve aumento das consultas por meios como telefone e WhatsApp.

Gestantes

Ginecologistas e obstetras observaram um grande temor das gestantes de que os filhos sejam infectados pelo novo coronavírus. “A grávida tem medo de, durante o curso da gravidez e de assistência ao parto, de se contaminar, mas é muito mais por ela do que pelo bebê. A pesquisa mostrou que 57% das mulheres relataram aos médicos que têm medo da transmissão vertical. Há uma memória muito recente do zika vírus, embora não tenha, até hoje, nenhuma comprovação científica desse tipo de transmissão com o novo coronavírus”, explica César Fernandes, diretor científico da Febrasgo.

Apesar de os profissionais terem notado um atraso no início do pré-natal (52%), eles relataram que as mulheres seguiram com as demais consultas nas datas corretas (80%). “Quando vão à consulta, por pressão da família ou preocupação do bebê, elas percebem que as consultas são marcadas com intervalos maiores para evitar que as grávidas fiquem juntas, veem que todos os profissionais usam máscara e o ginecologista tem muita relação de proximidade muito forte e de muita interatividade com a grávida.”

Ele destaca que a gestação precisa ser acompanhada para que problemas que podem aparecer no período, como a hipertensão e a diabete gestacional, sejam detectados precocemente, evitando complicações para a mãe e o bebê.

Os ginecologistas informaram que 82% das pacientes têm medo da internação hospitalar por causa do parto, principalmente pela preocupação de se infectar (75%) e que apenas 31% das pacientes querem optar pela cesárea mesmo sabendo que o parto normal não oferece riscos para o bebê.

“As grávidas avaliaram bem a questão. O parto é muito preocupante para a grávida, já traz questões que estão no imaginário das mulheres, mas elas entendem o que é melhor para elas e para o bebê e quase 70% responderam que preferem, mesmo em tempos de covid, o parto normal.”

Fonte: revista Isto É


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O uso de células-tronco para restaurar funções perdidas devido a lesão da medula espinhal (LM) tem sido uma ambição de cientistas e médicos há muito tempo. Após tantos anos de tentativas,pesquisadores agora anunciaram que células-tronco restauraram funções da medula espinhal de ratos. Embora ainda haja um longo caminho a ser percorrido, se os pesquisadores conseguirem ampliar este feito, muitas pessoas serão beneficiadas

Estudo sobre os enxertos de células-tronco neurais nas lesões

O estudo foi realizado por pesquisadores da Escola de Medicina de San Diego da Universidade da Califórnia e publicado, recentemente, na revista Cell Stem Cell. Os cientistas implantaram enxertos de células-tronco neurais altamente específicas na medula espinhal dos animais de laboratórios, os camundongos. Como foi relatado na pesquisa publicada, nos locais onde havia lesões, os enxertos conseguiram crescer e se fazerem dominantes.

Além disso, os enxertos conseguiram se integrar ao sistema neural, logo após conseguir imitar os neurônios verdadeiros. Em trabalhos publicados anteriormente por Tuszynski et al, os resultados obtidos revelaram uma melhora na lesão da medula espinhal (LME) de camundongos.

Já nesse último artigo publicado, onde as células-tronco restauraram funções da medula espinhal, um dos autores revelou que “sabíamos que os axônios do hospedeiro danificados cresceram extensivamente em (locais de lesão) e que os neurônios do enxerto, por sua vez, estendiam um grande número de axônios para a medula espinhal, mas não tínhamos ideia de que tipo de atividade estava realmente ocorrendo dentro do próprio enxerto. Não sabíamos se os axônios do hospedeiro e do enxerto estavam realmente fazendo conexões funcionais ou se apenas pareciam que poderiam estar”.

Aproveitando os avanços tecnológicos constantes, os pesquisadores de ambos os trabalhos publicados, resolveram incitar e registrar as atividades causadas por uma colônia de neurônios com luz, ao invés de eletricidade. Assim, os autores conseguiam identificar, posteriormente, quais eram os neurônios hospedeiros, ou seja, do próprio corpo e quais eram os enxertos implantados. Dessa maneira, evitando erros na hora da identificação, que poderiam gerar

Células-tronco restauraram funções da medula espinhal de ratos em laboratório

No trabalho realizado, foi descoberto que, mesmo sem nenhum estímulo, os enxertos conseguiam se conectar aos neurônios do próprio animal, sendo necessário uma atividade semelhante entre ambos para essa conexão. No momento em que se era estimulado os axônios regenerados do cérebro, os enxertos também respondiam ao estímulo, mesmo sendo de forma mais robusta. Toques mais sensoriais, tais como um beliscão, também conseguiam ativar os enxertos.

Para Ceto, autor principal do trabalho, “nós mostramos que poderíamos ligar os neurônios da medula espinhal abaixo do local da lesão, estimulando os axônios do enxerto que se estendem para essas áreas. Juntando todos esses resultados, descobriu-se que os enxertos de células-tronco neurais têm uma capacidade notável de se auto montar em redes neurais semelhantes à medula espinhal que se integram funcionalmente ao sistema nervoso do hospedeiro. Após anos de especulação e inferência, mostramos diretamente que cada um dos blocos de construção de um relé neuronal através da lesão da medula espinhal é de fato funcionais”.

“Embora a combinação perfeita de células-tronco, estimulação, reabilitação e outras intervenções possa demorar anos, os pacientes estão vivendo com lesão na medula espinhal agora”, relatou Tuszynski. “Portanto, estamos atualmente trabalhando com autoridades regulatórias para mover nossa abordagem de enxerto de células-tronco para testes clínicos o mais rápido possível. Se tudo correr bem, poderemos fazer uma terapia dentro de uma década”.

Os experimentos laboratoriais com enxertos eram considerados por muitos pesquisadores, uma caixa preta. Mas, com a descoberta onde as células-tronco restauraram funções da medula espinhal com sucesso, os próximos passos devem ser rumo a outras doenças medular. Somente após os testes estarem completos, é que poderão ser feitos ensaios clínicos em humanos.

Fonte: Portal Science Daily