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O crescimento de casos de febre amarela no país têm deixado os pais em alerta e, caso você esteja em área de risco, é preciso estar bem orientado com relação à vacinação. Principalmente aos riscos de efeitos adversos, aos critérios para a vacina e aos cuidados caso a dose seja fracionada.

Pensando nisso e na responsabilidade dos pais e dos especialistas, a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) preparou um documento detalhado por meio dos Departamentos Científicos de Infectologia e de Imunizações, onde você pode se orientar.

Dose fracionada

Antes de tudo, é importante lembrar que ainda existem lacunas importantes em relação ao uso de doses fracionadas da vacina de febre amarela como a duração de proteção oferecida; torna imune apenas populações específicas e tem efeitos colaterais.

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São essas populações específicas que podem tomar a vacina. Crianças a partir de 2 anos de idade podem tomar desde que não apresentem condições clínicas especiais. Para as menores, é indicada a dose padrão. O mesmo vale para o caso de crianças que forem fazer uma viagem internacional para um país que exija o Certificado Internacional de Vacinação.

A campanha de vacinação com a dose fracionada vai acontecer entre o fim de janeiro e o início de março em determinados municípios dos estados do Rio de Janeiro, São Paulo e Bahia.  Para aumentar ainda mais a segurança de pacientes e familiares, a Sociedade Brasileira de Pediatra destaca alguns pontos que devem ser observados na hora de receber a dose no posto de saúde.

Interferência: é importante prestar atenção nas diferentes vacinas que você e seu filho tomam ao mesmo tempo ou em um curto período. De acordo com os pediatras, para evitar interferência na proteção das vacinas, a para febre amarela não deve ser administrada simultaneamente com a tríplice viral (contra sarampo, rubéola e caxumba) ou tetra viral (contra sarampo, rubéola, caxumba e varicela) em crianças menores de 2 anos de idade. A orientação é que tenha pelo menos um intervalo de 30 dias depois. As demais vacinas do calendário podem ser administradas no mesmo dia que a vacina febre amarela.

Medicações: Alguns grupos não devem ser imunizados contra a febre amarela como, por exemplo, as crianças com menos de seis meses de idade; e o das pessoas que fazem uso de medicações anti-metabólicas ou medicamentos modificadores do curso da doença (Infliximabe, Etanercepte, Golimumabe, Certolizumabe, Abatacept, Belimumabe, Ustequinumabe, Natalizumabe, Canaquinumabe, Tocilizumabe, Ritoximabe e outros terminados com MOMAB, XIMAB, ZUMAB ou UMAB). A regra também se aplica para os transplantados de órgãos sólidos e pessoas com doença oncológica em quimioterapia e ou radioterapia.

No caso das mães moradoras de área com transmissão ativa da febre amarela e que estiverem amamentando criança menor de 6 meses de idade, pode ser administrada uma dose fracionada. No entanto, a amamentação deve ser suspensa por 10 dias após a vacinação. Mulheres que moram em áreas sem transmissão ativa não precisam tomar a vacina.

Reações: crianças, adolescentes e adultos com história de reação alérgica grave ao ovo e a gelatina, podem receber a vacina após avaliação médica e em ambiente com condições de atendimento de urgência/emergência. Mulheres em idade fértil vacinadas devem evitar a gravidez até 30 dias após a vacinação.

Mas não precisa de pânico! Segundo a SBP, a vacina de febre amarela é, de maneira geral, bem tolerada. Segundo os especialistas, a partir do terceiro ou quarto dia da vacinação, 2% a 5% dos vacinados têm sinais como febre, dor de cabeça, dores musculares, entre outros sintomas.

Fonte: Revista Pais e Filhos


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Pode acrescentar mais um benefício na lista extensa de motivos para amamentar seu filho. Uma nova pesquisa, publicada no JAMA, importante periódico norte-americano, avaliou mais de 1.200 mulheres e descobriu que o ato reduz significativamente o risco de desenvolver diabetes tipo 2.

Os pesquisadores do departamento de pesquisa da Kaiser Permanente, organização sem fins lucrativos dos Estados Unidos, acompanharam a idade fértil e os níveis de glicose das voluntárias desde a década de 80. Para completar o estudo, os médicos também recolheram dados sobre atividade física, alimentação e estilo de vida das participantes, que tiveram pelo menos um filho no período.

Já havia outras investigações menores sobre o assunto, mas esse é o primeiro que considerou mulheres ainda em idade fértil. E os resultados mostraram que o fator protetivo do aleitamento é inegável. Para quem amamentou por seis meses ou mais, houve uma redução de 48% no risco do diabetes tipo 2 aparecer. Nas mães que ofereceram o peito por um tempo menor do que este, a incidência foi 25% menor em comparação às mulheres que não amamentaram.

O trabalho confirmou também que mulheres negras estão mais propensas a ter a doença, uma relação que já é observada na população adulta no geral. Nelas, foram 3 vezes mais casos do que nas caucasianas. “Mas, independente da etnia e de fatores como o estilo de vida e peso, a incidência de diabetes cai conforme o tempo de amamentação”, declarou à imprensa Erica Gunderson, pesquisadora do instituto e autora principal da análise.

A proteção do peito

Alguns mecanismos biológicos são os prováveis responsáveis por essa benesse. Um deles é a influência de hormônios liberados durante a amamentação nas células do pâncreas, órgão que produz a insulina que regula o açúcar no sangue.

Além disso, a produção de leite exige parte do açúcar ingerido pela mãe, cerca de 50 gramas de glucose a cada 24 horas. Sem contar que o aleitamento queima 300 calorias extras ao dia e promove queima de gordura. Como a obesidade é um dos fatores de risco para o diabetes tipo 2, perder um pouco de tecido adiposo que seja já ajuda a amenizar o perigo.

Outros benefícios para as mamães já apontados em estudos anteriores incluem a prevenção de alguns tipos de câncer, incluindo o de mama, e redução de dores depois da cesárea.

Fonte: Portal Bebe.com


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Algumas comidas têm propriedades que não modificam a acidez da boca e não são metabolizados por bactérias

 

Os hábitos alimentares também podem contribuir para a limpeza e proteção dos dentes. Segundo o cirurgião-dentista da Universidade de São Paulo, Pedro Benatti, alguns alimentos têm propriedades que não modificam a acidez da boca e não são metabolizados por bactérias.

“A mastigação de frutas e legumes como maçã, morango, pera, pepino, rabanete, brócolis e beterraba é capaz de quebrar a sujeira dos dentes. Nozes, amêndoas e até pipoca, sem tempero, também são capazes de retirar resíduos da cavidade dentária”, orienta Benatti.  ,

A proteína e o cálcio presentes em queijos, iogurtes e leite ajudam na reparação do esmalte. Pequenas quantidades são suficientes para aumentar o fluxo de salivação e neutralizar o pH da boca. O ideal é que esses itens sejam consumidos a partir dos 2 anos. Há também os que precisam ser evitados, por grudarem no esmalte do dente. Em geral doces com recheio, pães e uva-passa são prejudiciais. Bebidas gaseificadas, como refrigerantes e água com gás, também são consideradas danosas para a saúde dental, pois retiram os sais minerais da boca.

Fonte: Revista Pais e Filhos


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A preocupação deve existir no ano todo, mas no carnaval se intensificam as campanhas de prevenção a doenças sexualmente transmissíveis e o foco principal é de elevar o tom de alarme para os mais jovens, grupo no qual o Ministério da Saúde vem constatando menor hábito de usar preservativos – e maior índice de contágio por HIV.

A campanha chama atenção para o alto número de pessoas no Brasil que têm HIV mas ainda não sabem – aproximadamente 112 mil brasileiros – e para os cerca de 260 mil que vivem com o vírus mas ainda não se tratam, o que as torna propagadores da doença.

De acordo com o Ministério da Saúde, nos últimos anos a população mais jovem está reduzindo o uso do preservativo e apenas 56,6% dos jovens de 15 a 24 anos usam camisinha com parceiros eventuais.

O principal foco do Ministério da Saúde é a prevenção de HIV/Aids, mas especialistas alertam para o risco de propagação de outras doenças, como HPV, herpes genital, gonorreia, hepatite B e C e sobretudo sífilis – que vem apresentando aumento no número de ocorrências no Brasil, acompanhando uma tendência mundial. Lembrando que todas podem ser evitadas com o uso do preservativo.

 

Fonte: Ministério da Saúde


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O açaí é um superalimento, rico em vitamina E, fibras, cálcio, potássio e ferro. As crianças também podem usufruir dos benefícios da fruta. Mas, atenção para a idade.

O organismo dos bebês não está preparado para lidar com o risco de contaminação que o alimento pode causar, de acordo com Renata Buzzini, nutricionista da Cardapioterapia.

É só a partir dos dois anos que as crianças podem comer açaí. E a delícia tem lugar e hora! A nutricionista indica que o consumo seja de apenas 100 gramas uma ou duas vezes por semana, no lanche da tarde ou da manhã. “São horários em que a criança ainda tem bastante tempo para gastar energia”, explica.

A procedência do creme de açaí também deve ser bem avaliada. Precisa ser pasteurizado e vir em uma embalagem lacrada. Portanto, é melhor evitar o consumo em restaurantes e lanchonetes. O ideal para a nutricionista é comprar a embalagem fechada marca reconhecida ou comprar a polpa e bater em casa com pouco açúcar ou frutas.

Fonte: Revista Pais e Filhos


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É com imensa alegria que o grupo Criogênesis comemora em 2018 15 anos de muito trabalho, empenho e respeito aos serviços realizados e aos nossos clientes. Desde 1997 somos especialistas em coleta e criopreservação de células-tronco, gametas e medicina reprodutiva e temos clientes em diversas cidades do Brasil como, Cuiabá, Foz do Iguaçu e Palmas.

Realizamos com total competência e comprometimento serviços de coleta e armazenamento de células tronco do sangue do cordão umbilical, da polpa do dente de leite, armazenamento de sêmen e óvulos, fertilização in vitro e inseminação artificial.

Com  o certificado e aprovação da Associação Americana de Bancos de Sangue (AABB), órgão norte –americana,  fazemos parte de um seleto grupo de bancos de cordão composto por 75 entidades no mundo,  que prestam os melhores serviços de hemoterapia. Sendo assim, nossos produtos podem ser enviados e serão aceitos, em qualquer lugar do mundo.

Buscando oferecer serviços de excelência, total tranquilidade e segurança aos clientes, a clínica renova constantemente os equipamentos de trabalho como, incubadoras, tanques de armazenamento, citometros, etc. Lembrando que estamos de portas abertas e você pode conhecer a estrutura da Criogênesis. É preciso somente agendar a sua visita!

Além dos materiais com padrões internacionais de qualidade, a segurança é completa. Tudo é monitorado 24h por câmeras, o acesso é restrito ao laboratório, com entrada somente de pessoas autorizadas, com fechadura eletrônica e senha. O atendimento é completamente voltado aos clientes e estamos disponíveis durante 24 horas, sete dias por semana.

A Criogênesis convida você a nos fazer uma visita, esclarecer todas as dúvidas e traçar novos planos para sua família em 2018!

Por que a vida merece todas as chances!


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Pensando em auxiliar os papais de recém-nascidos com importantes dicas e orientações, a Criogênesis oferece aos clientes que fizeram a coleta e armazenamento de células tronco na clínica, uma visita domiciliar de enfermeiras obstetrizes.

O principal objetivo da visita é esclarecer dúvidas, orientar os novos papais sobre a nova rotina com o bebê, sobretudo os cuidados necessários com a criança e dicas de amamentação.

A Criogênesis realiza também cursos para gestantes e são abordados temas como, a evolução da gestação, os principais cuidados durante a gravidez, tipos de parto, cuidados com o bebê, amamentação, entre outros. O curso inclui parte teórica e prática e conta com profissionais capacitados e especializados na área de obstetrícia.

O Grupo Criogênesis tem mais de 14 anos de experiência com células-tronco, é acreditado pela AABB (Associação Norte Americana de Bancos de Sangue) e certificado pela IQNet NBR ISO 9001:2015. A clínica é referência em serviços de coleta e criopreservação de células-tronco, medicina reprodutiva e regenerativa.

A empresa fica na Rua Luisiânia, 17, Brooklin. Mais informações pelo telefone (24 horas) 0800-7732166.


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O verão está aí e os mosquitos também! A proliferação destes insetos aumenta nesta época por conta das chuvas, que acumulam água em lugares ótimos para as larvas se desenvolverem. No Brasil, os surtos de dengue, zika vírus, chikungunya e febre amarela aumentam consideravelmente nas épocas mais quentes e, por isso, a forma de prevenção mais comum é com os repelentes. Mas quais podem ser usados por gestantes e crianças? E os bebês, como ficam?

Segundo o infectologista do Hospital Emílio Ribas, Francisco Oliveira, os repelentes eficazes devem conter icaridina, que afasta os mosquitos. “A concentração da icaridina é muito importante. Quanto maior a concentração, maior a durabilidade do repelente no corpo”, afirma.

Porém, é preciso tomar cuidado com as concentrações acima de 20% em crianças pequenas. “Nas crianças pequenas deve-se aplicar uma concentração menor que 20%, porque como a pele delas é mais sensível, altas concentrações podem causar irritação. O ideal é reaplicar várias vezes durante o dia”, afirma Francisco. Outro princípio ativo que é eficaz contra os mosquitos são aqueles à base de dietiltoluamida (DEET). Para a proteção ser eficaz, a concentração do DEET deve estar entre 10% e 50% – se for menor que isso não protegerá por muito tempo.

Fonte: Revista Pais e Filhos


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Todo cuidado é pouco com remédios. Consulte sempre um médico!

Consulte sempre o médico antes de dar um remédio pela primeira vez para o seu filho. Os bebês, em especial, são bem mais suscetíveis do que os adultos a reações adversas a medicamentos. Se o bebê vomitar ou ficar com marcas, manchas ou bolinhas avermelhadas na pele após tomar algum remédio, avise o médico o quanto antes.

Aspirina: Nunca dê aspirina ou qualquer outro remédio que seja combinado com aspirina, mesmo que seja chamado de infantil (sempre leia as bulas para verificar a fórmula; aspirina aparece com o nome de ácido acetilsalicílico).
Aspirinas podem levar à Síndrome de Reye, uma doença rara, porém bastante grave, que atinge o cérebro e o fígado.

Antirresfriado, antigripal e descongestionante: Só use descongestionantes e xaropes sob orientação médica, já que, em vez de fazerem bem, eles podem acabar fazendo mal. Tente soluções caseiras para tentar aliviar os sintomas, como elevar o colchão do bebê para ele respirar melhor, usar um umidificador/vaporizador, dar bastante líquido ao longo de todo o dia.

Remédio para diarreia: Medicamentos para conter diarreia não são indicados para crianças de qualquer idade, não só pela toxicidade que podem apresentar, mas também pela possibilidade de piorar gravemente uma infecção bacteriana, podendo levar até a infecções generalizadas.

Remédio de adulto: É um perigo dar remédio de adulto para crianças, mesmo que em doses muito menores. Se a embalagem e a bula não indicarem que o medicamento é infantil e deve ser administrado de acordo com o peso e a idade do seu filho, não dê de jeito nenhum.

Fonte: Portal Baby Center


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Todo mundo sabe que se automedicar é perigoso e errado, mas quando surge uma dorzinha fica fácil recorrer ao remédio para aliviar o desconforto. Só que, principalmente durante a gestação, o cuidado precisa ser redobrado, afinal, suas decisões afetam outro ser humano.

Um artigo, feito por médicos do Hospital Copenhagen University e publicado pelo Endocrine Connections, avaliou três estudos que mostravam alteração no desenvolvimento do sistema reprodutivo feminino do feto de mães que tomavam paracetamol durante a gravidez, essa prática poderia afetar a fertilidade dos filhos crianças na vida adulta.

Paracetamol é uma medicação que costuma ajudar a aliviar as dores comuns da gestação. Alguns estudos já comprovaram uma relação com o uso do remédio e interrupções no desenvolvimento do sistema reprodutivo masculino, mas ninguém tinha investigado ainda os efeitos dessa prática para o feto feminino.

As mulheres nascem com uma quantidade limitada de óvulos para reprodução no futuro. Nestes estudos, pesquisadores apontam que usar paracetamol, em doses que normalmente as grávidas utilizam para aliviar dores, afeta a evolução dos óvulos deste feto que está se desenvolvendo. Isso significa que quando sua bebê se tornar adulta, terá menos óvulos para serem fecundados, o que reduz a chance de sucesso na reprodução.

Fonte: Revista Pais e Filhos