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A gestante, naturalmente, já tem uma tendência a sentir mais calor porque seu metabolismo está mais acelerado. Junte-se a isso o fato de se morar num país tropical, abençoado por temperaturas que rondam os 40 graus em boa parte do território durante o verão e o resultado pode ser uma série de desconfortos. Veja por que cada um deles ocorre e o que fazer para impedir que surjam:

Reduzindo o inchaço
“O aumento da temperatura faz com que a pressão arterial, que na gestante habitualmente já é baixa, caia um pouco mais, dificultando o retorno venoso. Com isso, ela tem maior retenção de líquido e surge esse edema”, explica Carla Kikuchi, obstetra do Hospital e Maternidade Santa Joana, de São Paulo. Para minimizá-lo, a dica principal é beber muita água. Além disso, praticar atividade física, dormir com as pernas ligeiramente elevadas em relação ao corpo e evitar permanecer muito tempo na mesma posição. Fazer sessões de drenagem linfática é um ótimo auxílio, porém você deve procurar um profissional habilitado, de preferência com formação em fisioterapia, e a massagem não deve ser realizada na área do abdômen. Antes, verifique com seu obstetra se não há impedimento no seu caso.

Afaste o risco de tonturas ou desmaios
De novo, a queda da pressão arterial é a culpada. Para não se sentir mal a ponto de ficar tonta ou desmaiar, o jeito é ingerir água em abundância, se alimentar a cada três horas e evitar locais muito quentes, principalmente onde houver multidão.

Dorzinha de cabeça chata
O santo remédio chamado água mais uma vez deve ser convocado quando a dor de cabeça ataca. É que a cefaleia, no calor, normalmente está relacionada à desidratação. Sair do sol também ajuda. Mas há outras causas para o incômodo e é preciso estar atenta. A pressão baixa (de novo, ela!) pode ser a responsável e, para normalizá-la, ingestão de água, apenas. “Algumas gestantes podem pensar em consumir mais sal para elevar a pressão arterial, mas não é recomendável porque irá aumentar a retenção hídrica, que por sua vez leva ao inchaço”, diz Rosane Santana Rodrigues, médica especialista em ginecologia, obstetrícia e reprodução humana da Clínica Invita, de São Paulo. Baixas de açúcar no sangue também podem piorar a cefaleia, então, para garantir que os níveis glicêmicos fiquem estáveis, lembre-se de comer a cada duas ou três horas, no máximo.

Muito cuidado com as manchas de pele
No quesito cuidados com a pele, se tiver que pecar, que seja pelo exagero de cuidados. “O melasma da gestação, que são aquelas manchas que podem surgir no rosto e em outras partes do corpo, não é nada estético e só sai com tratamento a laser, por isso o ideal é preveni-lo”, recomenda Rosane Rodrigues. Como a formação dessas manchas é disparada pela exposição ao sol, vale fazer um estoque de protetor solar com FPS acima de 60 e cobrir todas as áreas expostas antes de sair de casa. “O melhor é optar por bloqueadores à base de gel ou ‘oil free’ para evitar acne, que pode aparecer nessa fase. Na praia ou piscina, reaplicar a cada duas horas, usar chapéu e evitar exposição direta ao sol”, complementa Carla Kikuchi. E, por falar em pele, para reduzir a chance do aparecimento de estrias, a dica é, além de passar muito hidratante pelo corpo, hidratar-se por via oral, sem moderação, com água, água de coco e sucos de fruta naturais!

Fonte: Portal Bebê.com.br


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Os ingredientes naturais são um ponto superimportante na busca do produto ideal e na corrida contra as coceiras. Saiba qual a melhor opção para o seu filho e que também pode ser usado por toda a família

É importante que os repelentes em bebês possuam fórmulas mais naturais. O clima quente já chegou e com ele os mosquitos e insetos também! Apesar das dúvidas do que usar para se proteger, o mais comum ainda é o repelente. Mas nada de pânico, a gente te explica tim-tim por tim-tim a partir de qual idade ele é indicado e qual produto você pode recorrer antes das coceiras começarem.

De acordo com o pediatra, Dr. Claudio Len, são nos primeiros anos de vida que os bebês estão expostos às picadas de formigas, mosquitos e outros insetos. Na maioria dos casos, os repelentes não são indicados para crianças menores de dois anos, mas se possuírem ingredientes mais naturais e uma menor concentração de icaridina, substância que afasta os pernilongos, ele poder ser sugerido a partir dos seis meses.

Um dos principais sintomas (e incômodos!) das picadas é a coceira, que pode acontecer em qualquer lugar do corpo, mas felizmente, com os cuidados certos têm solução: “Na grande maioria dos casos o tratamento é desnecessário e restringe-se ao controle da coceira, com cremes ou remédios antialérgicos por via oral”, comenta o pediatra.

Para prevenir o risco de uma infecção secundária, Dr. Cláudio alerta sobre a necessidade dos pais manterem as unhas dos filhos sempre bem aparadas. Além de evitar que este problema aconteça, impede que machucados na pele possam aparecer por causa das coceiras.

Fonte: revista Pais e Filhos


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Sim, é aconselhável que faça coleta do segundo filho baseado em algumas evidências científicas:

1. A tendência mundial na área de transplante de células-tronco é a utilização da própria célula-tronco do indivíduo (autólogo), pois é uma terapia em que não é necessário utilizar altas doses de imunossupressores que eleva a mortalidade do procedimento. São realizados, por ano, 30 mil transplantes autólogos e 15 mil transplantes alogênicos (de um indivíduo para outro).

2. Na área de engenharia de tecidos, os trabalhos do Hospital das Clínicas da FMUSP, que inclui a colocação tópica de células-tronco no coração (INCOR) e na medula espinhal (Instituto de Ortopedia), usam a própria célula-tronco do indivíduo devido o risco de rejeição.

3. Na leucemia mielóide aguda, doença em que a evolução é dramática, é possível a utilização do sangue do irmão para obtenção de um efeito anti-leucemia bastante potente. É interessante ressaltar que a resposta deste tipo de transplante é muito melhor quando é usado o sangue de cordão compatível da própria família (irmão) do que provindo de fonte pública (banco público de cordão).

Tire todas as dúvidas pelo telefone (24h) 0800-773-2166. Estamos disponíveis também nas redes sociais.

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Nove pacientes passaram pelo tratamento inédito com sucesso

O uso de células-tronco adultas no tratamento da covid-19 apresentou resultados preliminares animadores em casos graves de insuficiência respiratória aguda. A nova terapia está sendo desenvolvida por especialistas do Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino (Idor) e já foi usada com sucesso em nove pacientes. O tratamento inédito está sendo feito com as chamadas células mesenquimais, que apresentam grande capacidade de diferenciação, se transformando em diferentes tipos de células do organismo.

“Os resultados ainda são preliminares e é preciso cautela, mas o que observamos dos primeiros pacientes que passaram pela terapia celular é animador”, contou o especialista Bruno Solano, que está à frente do estudo, realizado no Centro de Biotecnologia e Terapia Celular do Hospital São Rafael, em Salvador. “Todos os pacientes estavam entubados, sob suporte ventilatório e em geral observamos em poucas horas uma melhora dos marcadores inflamatórios e nos dias seguintes, uma melhora na oxigenação.”

No estudo, que começou em julho, foram avaliados diferentes esquemas terapêuticos: três pacientes receberam uma dose mais baixa de células mesenquimais, quatro deles receberam uma dose intermediária e outros três receberam uma dose alta. Os pesquisadores não observaram nenhum evento adverso grave relacionado à infusão de células mesenquimais, que foi bem tolerada em todos os casos, independentemente da dose utilizada.

Dos dez pacientes, todos com quadro grave de covid-19, necessitando de suporte ventilatório por insuficiência respiratória, cinco já receberam alta após a infusão das células mesenquimais, e os outros quatro seguem internados, mas apresentam uma evolução satisfatória; dois deles já saíram do tubo e respiram espontaneamente.

“Um dos casos que mais nos chamaram a atenção foi o de um paciente jovem, com 30 anos, que estava havia 14 dias em ventilação mecânica e já apresentava grave comprometimento pulmonar e fibrose pelo longo tempo de ventilação mecânica”, contou Bruno Solano. “Mesmo assim, ele evoluiu bem após a terapia celular.”

Houve uma morte, 33 dias após a terapia celular. O desfecho foi associado a uma complicação do quadro clínico de covid-19, com uma infecção hospitalar secundária por bactéria resistente a múltiplos antibióticos.

“As células mesenquimais possuem a capacidade de, na presença de um ambiente de lesão, liberar uma série de moléculas que possuem atividade anti-inflamatória e imunomoduladora, além de estimular a regeneração e reparo dos órgãos e tecidos”, explicou Solano. “Estas ações já tinham sido demonstradas em várias doenças inflamatórias, o que suscitou a sua potencial utilização nos quadros graves de covid-19″.

As células foram administradas por via endovenosa, em duas aplicações com intervalo de 48 horas entre elas, em dez pacientes com pneumonia associada à falência respiratória aguda pela covid-19. Ao todo, os pesquisadores esperam recrutar 20 pacientes. Quinze deles receberão a terapia celular enquanto que os outro cinco ficarão no grupo controle, recebendo apenas o tratamento padrão.

“Acreditamos que este tratamento seja capaz de acelerar a recuperação dos pacientes, reduzir a mortalidade e encurtar o tempo de internação. Esperamos também entender melhor o mecanismo de ação das células mesenquimais”, explicou Solano. “Todas estas respostas devem ser alcançadas rapidamente, em linha com a urgência que a pandemia exige.”

Novas terapias com células mesenquimais estão sendo usadas no tratamento de pacientes com covid-19 na China, Europa e Estados Unidos, também com relatos preliminares que atestam sua segurança e eficácia.

Fonte: Estadão


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Tem o plano de aumentar a família nos próximos meses? Confira algumas dúvidas sobre fertilidade e cuidados pré-natais para tirar a limpo com o especialista

Tomar vitaminas ou não, quanto tempo antes parar a pílula anticoncepcional e quais condições afetam a fertilidade são dúvidas que podem surgir, e precisam ser sanadas! Caso a ideia seja ter um bebê nos próximos meses, separe o bloquinho de anotações e confira nossas sugestões do que perguntar ao especialista para aumentar as chances de concepção e garantir um começo de gravidez saudável.

1. Quanto tempo antes devo parar de tomar o anticoncepcional?

“A partir do momento em que se interrompe o uso da maioria dos anticoncepcionais hormonais, o organismo já entende que está liberado para voltar a funcionar visando à gravidez em mulheres em idade reprodutiva”, responde o Dr. Renato de Oliveira, ginecologista e obstetra da Criogênesis.

No entanto, alguns outros métodos contraceptivos como as injeções trimestrais, podem manter o funcionamento hormonal “bloqueado” por mais tempo, postergando o retorno dos ciclos ovulatórios, como acrescenta o doutor.

Algumas condições de saúde podem sim afetar a fertilidade do casal. “De um modo geral, pensamos nelas quando há alterações do ciclo menstrual feminino ou quando um casal, cuja mulher possui ciclos menstruais regulares e apresente relações sexuais frequentes, tente a gravidez sem sucesso após um ano de tentativas, considerando a idade feminina até 35 anos de idade”, esclarece Renato.

Agora, se a mulher tiver entre 35 e 40 anos, o ginecologista recomenda que o período de tentativa – antes de buscar ajuda especializada – seja menor, em torno de 6 meses. “Acima dos 40, indico que procurem um especialista em infertilidade caso pensem em gravidez”, completa ele.

Além de doenças do casal, o histórico da família também pode ser levado em conta, como afirma o Dr. Waldemar Carvalho, ginecologista e obstetra especializado em reprodução humana da clínica Tempo de Fertilidade. “Recomendo verificar com quantos anos a mãe entrou na menopausa e se teve alguma doença ou dificuldade de engravidar, por exemplo. Da parte paterna, uma das condições que pode ser verificada é a criptorquidia, que afeta os testículos e pode ocasionar infertilidade”, pontua.

3. A idade avançada da mãe pode interferir na saúde do feto?

É fato que a gravidez tardia traz mais riscos de complicações para a gestante e para o desenvolvimento do feto, mas isto não é regra. “A idade avançada possui relação com os riscos de malformações e de Síndrome de Down no bebê, por exemplo. O risco é baixo, mas existe, e por isto a importância do acompanhamento médico, para que o profissional ajude a investigar a existência de doenças na família e se houveram abortos anteriores, por exemplo.

4. Algum medicamento pode afetar a fertilidade?

Segundo o Dr. Renato, qualquer medicação que altere o eixo hormonal pode impactar na fertilidade. Alguns fármacos, por exemplo, podem alterar os níveis de um hormônio chamado prolactina e, consequentemente, interferir no processo de ovulação.

O ideal mais uma vez é verificar com seu médico se alguns dos seus medicamentos de uso contínuo podem afetar a gravidez – e nunca interrompê-los por conta própria.

5. Devo tomar alguma vitamina ou suplemento?

De um modo geral, a suplementação com ácido fólico é a única indicada antes de engravidar, com o objetivo de diminuir os riscos de fechamento do tubo neural do bebê e assim reduzir o risco de malformações, como esclarece Renato.

“A deficiência de ácido fólico costuma aparecer em mulheres com deficiência nutricional”, acrescenta Waldemar. A sua administração geralmente é recomendada, mas só o médico saberá indicar qual é o melhor tipo de ácido fólico para a paciente. Já as demais suplementações deverão ocorrer dependendo do padrão nutricional da mulher.

6. Preciso tomar alguma vacina?

A maioria das vacinas são liberadas durante a gestação e podem ser aplicadas em todas as mulheres que desejam engravidar, como as antitetânicas, contra hepatite B, tétano ou gripais.

Algumas, porém, devem ser feitas antes da gravidez e há a necessidade de que a mulher não engravide nos três meses seguintes – por ser um vírus atenuado que pode ser transmitido ao bebê. “Este é o caso da vacina da rubéola e da febre amarela, as quais a mulher deve evitar tomar no período da gestação”, diz o especialista em reprodução humana.

7. Preciso mudar o meu peso, dieta ou hábitos alimentares?

“Sabe-se que extremos de peso podem interferir na fertilidade”, responde o ginecologista Renato. De acordo com ele, há um conceito denominado epigenética que diz respeito a como o meio ambiente pode interferir na expressão dos nossos genes.

Assim, “um corpo que se alimenta bem, se exercita bem e dorme bem, tende a funcionar melhor, inclusive do ponto de vista reprodutivo”, diz, mas nada exclui o acompanhamento com uma nutricionista para verificar se a dieta precisará de alguma adaptação neste período.

8. Tratamentos estéticos devem ser interrompidos?

Alguns tipos de tintura de cabelo e de tratamentos dermatológicos com ácidos podem ser prejudiciais à gestação, mas a mulher não precisa abrir mão deles de imediato. O médico da clínica Tempo de Fertilidade recomenda que a paciente converse com sua dermatologista e verifique quais produtos são permitidos nesta fase.

9. Condições ginecológicas podem interferir na capacidade de engravidar?

Alguns corrimentos são inofensivos, mas outros podem exigir uma atenção extra da mulher. “Candidíase crônica ou algum outro tipo de afecção vaginal podem afetar o PH da vagina e atrapalhar para engravidar”, afirma Waldemar. Manter os exames em dia – desde os de mama até o papanicolau e outros de rotina – é importante especialmente nesta etapa.

10. Devo procurar outro médico, além do meu ginecologista?

“Geralmente, ginecologia e obstetrícia andam juntos”, pontua Waldemar. Mesmo se a mulher está se consultando com um ginecologista, ele pode ser capaz de dar os encaminhamentos iniciais e indicar os exames necessários para o começo da gestação.

Já se o profissional não realizar obstetrícia, ele geralmente encaminha para algum obstetra que seja capaz de auxiliar com todos os cuidados pré-natais iniciais, como conclui o médico.

Fonte: Portal Bebê.com.br


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Em alguns casos a produção de espermatozoides é tão pouca que não são encontrados no espermograma, dessa forma é necessária a utilização de técnicas em que é possível buscar os espermatozoides diretamente onde são produzidos, nos testículos (TESA), assim é possível recuperá-los e utilizá-los para fertilização in vitro.

Há casos também de mal formação do canal que conduz os espermatozoides (canal diferente), dessa forma o homem produz espermatozoides mas não consegue eliminá-los no ejaculado. Com auxílio de uma técnica de punção de epidídimo ( PESA) é possível recuperá-los e utilizá-los para fertilização in vitro.

Quer mais informações sobre este assunto? Entre em contato conosco pelo telefone (24 horas) 0800-773-2166. Nosso laboratório fica na Rua Américo Brasiliense, nº 1.000, Chácara Santo Antônio.

Porque a vida merece todas as chances!


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Passar pelo primeiro trimestre da gestação sem sentir mal-estar pode ser uma tarefa difícil. Para isso, contamos algumas coisas que você pode fazer para driblar o problema e ficar livre desse perrengue.

A descoberta da gravidez é uma jornada incrível, mas com ela, os enjoos podem não ser tanto assim. Para fugir do problema que geralmente afeta 70% das grávidas, de acordo com o livro The Working Woman’s Pregnancy, listamos 7 dicas de ouro para ajudar você a passar por esse perrengue sem pânico!

Os enjoos podem aparecer entre a 5ª ou 6ª semana de gestação, durando até a 12ª semana, mas não é uma regra. Em alguns poucos casos, eles chegam a persistir até a 18ª semana da gravidez, podendo durar até o 3º trimestre. As queixas ainda chegam a ser das mais diversas, desde mulheres que não sentiram nada, a enjoos leves e por curtos períodos, até vômitos frequentes.

Os vômitos podem ser benéficos!

Segundo uma pesquisa feita pela Universidade de Chicago, os vômitos durante a gravidez podem ter uma função benéfica. Quando a mãe passa pelo mal-estar, diversas toxinas que estão na corrente sanguíneas são eliminadas, fazendo com que o sistema nervoso central do bebê tenha um melhor desenvolvimento e não seja interrompido.

É possível driblar o problema. Olha só essas dicas simples:

Gengibre – Quando a náusea ameaçar aparecer, você pode investir em balas ou pirulitos de gengibre! O ingrediente, muito usado na medicina chinesa, tem o poder de domar o estômago. Você também pode colocar uma fatia fina em um copo d’água ou ainda em uma xícara de chá.

Evite a tela do computador – Apesar de parecer uma boa distração para quando os enjoos aparecerem, a tela brilhante pode deixá-la ainda mais enjoada. Uma opção é ajustar a luz, além de aumentar o tamanho das fontes e colocá-las em destaque. Conforme o uso, faça pequenas pausas para fazer outras atividades, ou apenas feche os olhos e descanse!

Hidrate-se – Mesmo parecendo uma dica óbvia, é muito importante ingerir líquidos ao longo do dia, pois a desidratação pode causar ainda mais enjoo. Como as vezes é difícil fazer com que o corpo os aceite, tente ingerir alimentos salgados para sentir sede, ou até mesmo chupar pedras de gelo em dias mais quentes.

Rastreie a causa – Já pensou que sentir enjoos sempre no mesmo horário pode ser por algum motivo específico? Para isso, você pode começar a ficar de olho se sente algum cheiro diferente naquele momento e tomar as medidas necessárias para o mantê-lo bem longe!

Converse sobre o assunto – É normal sentir insegurança ao querer dar um toque para aquele amigo que está com um perfume muito forte, por exemplo, ou quando você recebe um beijo logo depois de alguém ter comido algo específico e não ter escovado os dentes antes. Conversar sobre o assunto pode ser uma opção, pois você irá se sentir mais confortável em saber que aquela pessoa especial pode te ajudar a melhorar.

Descanse – Mesmo parecendo uma dica simples, as vezes é uma das melhores opções. Experimente ouvir uma música relaxante, respire fundo e feche os olhos por alguns minutos. Para bloquear as luzes fortes e aprimorar ainda mais o momento, você pode usar uma máscara de dormir.

Tente cheirar algo fresco – A gente sabe que perfumes fortes demais ou cheiros desagradáveis podem desencadear mais um episódio de náuseas. Como o estrogênio é o principal hormônio do olfato, o nariz da grávida irá ficar muito mais aguçado. Para os momentos em que você não consegue abrir uma janela para o cheiro em embora, tente levar na bolsa uma garrafa com extrato de limão, ou ainda um ramo de alecrim fresco. Quando os cheiros persistirem, inspire o aroma para se sentir melhor.

Portal: revista Pais e Filhos


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Durante a gravidez tudo correu normal, os pais de Lorena ficaram tão felizes e animados para o dia em que finalmente conheceriam seu primeiro filho. Os dias se passaram e o grande dia finalmente chegou… No momento do parto, os médicos imediatamente notaram que ela tinha hipotonia grave no tronco, pescoço e pernas. Ela nasceu com o céu da boca aberto (que foi totalmente reparado aos 13 meses de idade). Os médicos suspeitaram que ela tinha CRi Du Chat, realizando um exame genômico, e descobriram que ela tinha uma duplicação e uma exclusão no cromossomo 5. Devido à sua condição, causou um atraso neuropsicomotor, sendo considerado um caso raro.

O que é síndrome de Cri-Du-Chat? Síndrome de Cri-du-chat, também conhecida como síndrome de 5p- (5p menos), é uma condição cromossômica que resulta quando um pedaço de cromossomo 5 está faltando. Bebês com essa condição muitas vezes têm um grito agudo que soa como o de um gato. O transtorno é caracterizado por deficiência intelectual e desenvolvimento atrasado, pequeno tamanho da cabeça (microcefalia), baixo peso ao nascer e tônus muscular fraco (hipotonia) na infância. Também tem características faciais distintas, incluindo olhos amplamente definidos (hipertelorismo), orelhas baixas, uma mandíbula pequena e um rosto arredondado. Algumas crianças com síndrome cri-du-chat nascem com um defeito cardíaco.

Tratamento com células-tronco

Os pais de Lorena ouviram sobre o tratamento com células-tronco enquanto assistiam a um programa de televisão que ajudava uma família a arrecadar dinheiro para o tratamento do filho. Então a mãe de Lorena pensou que poderia ser algo que eles poderiam fazer por ela, e após mais pesquisas, tinham certeza de que as células-tronco poderiam ajudar sua garotinha. A família foi até a Tailândia para uma chance de melhorar a qualidade de vida de Lorena.

Como Lorena tem um problema motor, os médicos acharam que a terapia física e aquática foram as que mais ajudaram e os pais ficaram impressionados com o apoio, atenção e carinho da equipe do hospital. “A câmara hiperbárica é inovadora, no Brasil não a usam para crianças especiais”, disse a mãe de Lorena.

Melhorias

Durante sua segunda semana de tratamento na Tailândia, eles já viram algumas melhorias leves em sua postura, controle do pescoço e interagindo mais com sua família e brinquedos. Lorena voltou da Tailândia muito mais forte, prestando mais atenção e as melhorias estavam chegando pouco a pouco, depois de seis meses a família sentiu que ela estava muito mais atenta a tudo ao seu redor e interagindo mais com as pessoas, se movimentando, mais interessada em jogos no computador.

“Lorena também não está mais ficando tão doente como antes. Ela ficava sempre muito doente com muitos problemas respiratórios e precisava de antibióticos, ela não passava mais de um mês sem ficar doente.”

“Após nove meses de tratamento Lorena não está mais adoecendo e agora está assim há 6 meses, nos últimos seis meses ela cresceu 10 cm e ganhou 3 kg. E depois de 6 meses do tratamento, ela foi capaz de ficar por 30 segundos enquanto era mantida apenas pelos braços, depois de um ano ela foi capaz de ficar por um minuto. As pernas e braços estão mais fortes, e têm muita força nas mãos. Ela está interagindo com todo mundo, sorrindo muito, batendo palmas, tentando falar fazendo vários sons. Estamos entusiasmados em vê-la assim nos dando muitas esperanças de mais melhorias”.

“Sobre o tratamento, só temos que dizer coisas boas e foi uma das melhores coisas que fizemos pela Lorena, adoraríamos voltar. Eu diria que as pessoas têm que ter em mente que não é um milagre… As crianças não vão para o tratamento e saem da clínica correndo. As grandes melhorias que ela teve na Tailândia vem ajudando com sua qualidade de vida e a ajudarão a alcançar muitas coisas em sua vida. Faríamos tudo de novo, voltaríamos quantas vezes pudéssemos pagar.

As grandes melhorias que fizeram a diferença na vida de Lorena foram sua imunidade muito mais forte e com isso todas as terapias em curso estão sendo continuadas no Brasil, melhorando ainda mais. Atualmente, faz fisioterapia, terapia aquática, fonoaudiologia e terapias ocupacionais. E a cada seis meses ela faz tratamento therasuit. Nós definitivamente recomendamos o tratamento com células-tronco”, disse a mão da menina.

Fonte: Portal UOL


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As células-tronco são células jovens que apresentam a capacidade de auto-renovação (geram células filhas idênticas em forma e função a si próprias) e de originar todas as células do sangue. Além disso, as recentes pesquisas mostram a possibilidade da célula-tronco regenerar outros órgãos e tecidos não pertencentes ao sistema sangüíneo.

Mas a uma das dúvidas mais frequentes das pessoas é: quais doenças podem ser tratadas utilizado células-tronco?

Atualmente, a medicina já comprovou a eficácia do uso de células-tronco em mais de 80 doenças, entre elas, leucemias agudas, leucemias crônicas, anemia aplástica grave, síndrome mieloproliferativa, linfomas, síndrome Mielodisplásica, mieloma múltiplo, doenças auto-imunes, etc.

O Sangue de Cordão Umbilical do seu filho assegura a disponibilidade imediata das Células-Tronco caso ele venha a necessitar. Do contrário, ou há um irmão compatível ou uma busca incansável será necessária para encontrar células-tronco compatíveis.

Transplante Autólogo: A falta de doadores compatíveis levou ao desenvolvimento de técnicas onde a própria célula-tronco do paciente é usado no seu tratamento. A célula-tronco é coletado dentro de uma fase onde o paciente não apresenta doença clínica, é congelado e re-infundido após tratamento com altas doses de quimioterapia e/ou radioterapia. Habitualmente, as células do próprio paciente (autólogas) apresentam melhor resultado do transplante por apresentar compatibilidade idêntica e, portanto, ausência de rejeição imunológica. Entretanto, há um risco das células conter um resquício de células tumorais viáveis levando a recaída da doença prévia. Não é indicado em doenças genéticas.

Transplante Singênico: É o uso da célula-tronco de um irmão gêmeo idêntico ao paciente. Como o transplante autólogo, esse procedimento não apresenta impedimento imunológico ao transplante e não é indicado em doenças genéticas.

Transplante Alogênico: É o uso da célula-tronco de uma pessoa com composição genética diferente do paciente, podendo ser de origem familiar (principalmente irmão) ou não (geralmente banco público).O grande problema deste tipo de transplante são as diferenças de compatibilidade que existe entre o doador e o receptor, mesmo sendo tecnicamente compatíveis. Desta forma, o sistema imunológico do paciente pode rejeitar as células do doador ou, alternativamente, as células do doador destruir progressivamente os tecidos do receptor. Esta última reação é conhecida como doença do enxerto contra o hospedeiro.

 


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Lorenzo nasceu no Brasil meados de Novembro de 2014, com apenas 28 semanas de gestação. Devido à extrema prematuridade, ele teve uma lesão cerebral chama leucomalácia periventricular, que se resume a necrose cerebral – como se parte de seu cérebro tivesse morrido. Ele foi internado na UTI neonatal por três meses, utilizando ventilação mecânica nos primeiros 42 dias de vida. Ele tinha disfagia grave, não sendo capaz de engolir por algum tempo. Depois de estar internado por meses, recebeu alta com um prognóstico de que não viveria muitos anos; os médicos disseram que era um milagre que ele ainda estivesse vivo.

Nos meses seguintes, a família de Lorenzo permaneceu positiva e começou a fazer tudo o que era capaz para lhe proporcionar uma melhor qualidade de vida. Ele era constantemente hospitalizado – qualquer resfriado menor, ele teve que ser internado no hospital por vários dias. Ele estava passando por um programa intensivo de reabilitação, sua mãe mencionou que ele parecia um boneco – “Lorenzo não conseguia mexer em nenhuma parte do corpo e não tinha controle de tronco ou cabeça, mas continuamos as terapias todos os dias com muita esperança”.

Depois de algum tempo, a família do paciente percebeu que havia algo incomum em seu comportamento – toda vez que ouvia um ruído ou movimentos ao seu redor, ele se tornava mais espático e revirava os olhos. Foi quando sua família decidiu levá-lo a um neurologista, ele tinha apenas 11 meses quando descobriram que ele havia desenvolvido a Síndrome de West – epilepsia grave devido a uma lesão cerebral, ou seja, toda vez que ele sofria um ataque, seus neurônios estavam sendo mortos e seu cérebro degenerando-se. Os médicos disseram que só um tratamento com células-tronco poderia ajudar, mas não havia tratamento disponível no Brasil. A mãe de Lorenzo deixou a consulta médica desesperada, perdida, tentando processar todas as informações que acabara de ouvir do médico.

Alguns dias depois, fazendo uma pesquisa online, a mãe de Lorenzo encontrou o site da Beike. No mesmo dia, ela entrou em contato com o representante que prontamente a respondeu com todas as informações que ela precisava. A partir desse dia, ela começou a se preparar para vir a Tailândia fazer to tratamento. Sua família e comunidade se reuniram para arrecadar fundos para que Lorenzo pudesse receber o tratamento de Células-Tronco na Tailândia. Eles ficaram emocionados ao saber que muitas pessoas abraçaram a causa e os ajudaram a arrecadar o dinheiro necessário em apenas três meses.

No final de março de 2016, eles chegaram à Tailândia pela primeira vez com confiança de que esse tratamento poderia mudar suas vidas. Eles nunca imaginaram o que estava por vir, então eles passaram quase um mês em Bangkok fazendo um programa intensivo de reabilitação combinado com 6 injeções de Células-Tronco Adultas. Os primeiros resultados se manifestaram no final do tratamento, quando Lorenzo começou a mover os dedos dos pés. Quando voltaram para casa, lentamente começaram a notar que os episódios de epilepsia de Lorenzo havia diminuído. Em Agosto do mesmo, eles fizeram um eletro que confirmou que ele não tinha mais Síndrome de West.

“Esse foi um dos dias mais felizes da minha vida, eu sabia que o tratamento funcionaria, mas não estávamos esperando”, disse a mãe do Lorenzo. Ela ficou tão feliz que eles decidiram planejar outra visita para obter mais células-tronco, já que ele ainda tinha convulsões sempre que ficava doente e febril.

“Em geral, notamos muitas mudanças em sua função cognitiva e curar a Síndrome de West foi uma bênção, mas queríamos mais”, disse a família. E com isso, eles vieram para o segundo tratamento em dezembro de 2017, confiando no tratamento regenerativo.

A segunda vez foi ainda melhor, pois eles já estavam familiarizados e confortáveis com a equipe. Todos ficaram muito satisfeitos ao ver as mudanças no corpo de Lorenzo. Eles seguiram o protocolo como fizeram pela primeira vez e foram para casa com grandes esperanças e expectativas.

Em Março de 2018, Lorenzo ficou doente e teve que ser hospitalizado por semanas. Ele teve outro episódio de epilepsia devido a febre alta. Sua família estava preocupada, mas não tinha ideia de que aquela seria seu último episódio convulsivo. Felizmente, desde então, Lorenzo não teve mais convulsões, mesmo que agora fique doente e com febre alta, o pequeno lutador não tem tido mais convulsões.

Fonte: portal Science Daily