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As células-tronco apresentam capacidade de auto-renovação (geram células filhas idênticas em forma e função a si próprias) e de originar todas as células do sangue. Além disso, as recentes pesquisas mostram a possibilidade da Célula-Tronco regenerar outros órgãos e tecidos não pertencentes ao sistema sangüíneo.

Quando as células-tronco serão utilizadas para o uso do próprio filho (finalidade autóloga), não é necessário fazer o de teste de compatibilidade. Mas e o restante da família, irmãos, pais, avós da criança que teve as células coletadas? Estes podem usar o material quando necessário?

O sangue de cordão umbilical coletado no Sistema Privado possui a finalidade de ser utilizado no próprio bebê. Nesse caso a chance de compatibilidade é de 100%. No caso de possível utilização em irmãos, oriundos dos mesmos progenitores, a chance de compatibilidade entre eles será de 25%. Ou seja, há uma chance de encontrar um irmão compatível a cada quatro testados. Sendo importante ressaltar que o irmão é o mais provável doador com grau de parentesco e, portanto, não há outro parente que apresente chance superior, excetuando a situação de gemelar univitelino (idêntico). Entre outros parentes, a chance acaba sendo muito inferior ao citado. No sentido de ilustrar essa situação, mostro a experiência do Hemocentro de Santa Catarina em relação a busca de doadores compatíveis dentro da família de pacientes que aguardam transplante de células-tronco.

No estudo verificou-se que dos 1.227 irmãos que participaram da tipificação de compatibilidade genética, 293 foram compatíveis, resultando em um percentual de 23,8% (compatível com a média matemática da regra mendeliana de 25%). No mesmo estudo, além dos irmãos, foi verificado que meio-irmãos, tanto paternos quanto maternos, não apresentaram compatibilidade, que irmãos gêmeos univitelinos apresentaram 100% de compatibilidade e, na busca estendida entre familiares, apenas um tio (em 247 tios testados) e dois pais (em 455 pais testados) apresentaram compatibilidade, o que não foi observado para os demais familiares.

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Uma pesquisa inovadora da University of South Australia confirma que o ato de sorrir pode levar sua mente a ser mais positivo, simplesmente movendo os músculos faciais. Com o mundo em crise em meio ao COVID-19, e aumentos alarmantes de ansiedade e depressão na Austrália e em todo o mundo, as descobertas não poderiam ser mais oportunas.

O estudo, publicado na Experimental Psychology , avaliou o impacto de um sorriso encoberto na percepção das expressões faciais e corporais. Em ambos os cenários, um sorriso foi induzido pelos participantes segurando uma caneta entre os dentes, forçando seus músculos faciais a replicar o movimento de um sorriso.

A pesquisa descobriu que a atividade muscular facial não altera apenas o reconhecimento das expressões faciais, mas também das expressões corporais, com ambas gerando emoções mais positivas. O principal pesquisador e especialista em cognição humana e artificial, o Dr. Fernando Marmolejo Ramos da UniSA, afirma que a descoberta traz informações importantes para a saúde mental.

“Quando seus músculos dizem que você está feliz, é mais provável que você veja o mundo ao seu redor de uma forma positiva. Em nossa pesquisa, descobrimos que, quando você pratica o sorriso com força, estimula a amígdala – o centro emocional do cérebro – que libera neurotransmissores para estimular um estado emocionalmente positivo. Para a saúde mental, isso tem implicações interessantes. Se pudermos enganar o cérebro para que perceba os estímulos como ‘felizes’, então podemos usar esse mecanismo para ajudar a melhorar a saúde mental”, diz o Dr. Marmolejo Ramos.

O estudo reproduziu as descobertas do experimento do sorriso ‘encoberto’, avaliando como as pessoas interpretam uma série de expressões faciais (de carrancas a sorrisos) usando o mecanismo de caneta nos dentes; em seguida, estendeu isso usando imagens em movimento de luz pontual (abrangendo vídeos de caminhadas tristes a vídeos de caminhadas felizes) como estímulos visuais.

O Dr. Marmolejo Ramos afirma ainda que existe uma forte ligação entre ação e percepção. “Em suma, os sistemas perceptivo e motor estão interligados quando processamos estímulos emocionalmente. Uma abordagem de ‘fingir’ até você conseguir ‘poderia ter mais crédito do que esperamos”, disse.

Fonte: postal Science Daily


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Além da coleta de células-tronco do tecido e do cordão umbilical e do dente de leite, realizamos também diferentes procedimentos para gerar a tão desejada gravidez, como fertilização in vitro e inseminação artificial.

Muitas perguntas passam pela cabeça das pessoas sobre o assunto, entre elas, sobre a interferência do idade do homem e da mulher quanto a infertilidade. Vamos as dúvidas: 

A fertilidade diminui com a idade?

Sim. Aos 15 anos a mulher tem 1% de chance de ser infértil, enquanto que, aos 35 anos, este índice é de 30%. Mesmo que após os 35 anos a mulher não seja infértil, ela geralmente terá mais dificuldades para engravidar necessitando um maior número de tentativas quer seja para gravidez espontânea ou através de tratamentos.

Quais são as maiores causas da infertilidade masculina e feminina?

A principal causa de infertilidade masculina é desconhecida (chamada de idiopática).
A mulher tem como principais causas de infertilidade a endometriose, alterações nas trompas, distúrbios da ovulação, alterações uterinas, entre outras.

Como a idade interfere na infertilidade do homem?

A idade interfere na fertilidade do homem, mas de maneira muito menos importante do que na mulher. Há trabalhos que mostram uma redução na concentração e na motilidade dos espermatozóides, outros um aumento de problemas genéticos com a idade. No entanto, as evidências demonstram pouca ou nenhuma influência na capacidade de gerar uma gravidez.

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Diante da pandemia do novo coronavírus, pais estão deixando de levar os filhos ao pediatra e a postos de vacinação. Gestantes estão iniciando o pré-natal com atraso, mas, mesmo com medo, estão realizando as demais consultas nas datas corretas. As constatações são de uma pesquisa da Sociedade Brasileira de Pediatria e da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo) sobre os impactos da covid-19, realizada com 1.525 profissionais.

Segundo o levantamento, 61% dos pediatras relataram queda acentuada no número de consultas e 73% disseram que as crianças deixaram de ser vacinadas no período, algo considerado preocupante pelos especialistas. “Com medo de levar as crianças para vacinar, os pais estão tirando delas uma grande proteção. É indispensável fazer essa vacinação mesmo em tempos de pandemia”, afirma Luciana Rodrigues Silva, presidente da Sociedade Brasileira de Pediatra.

Segundo Luciana, o levantamento mostrou ainda o impacto do isolamento para as crianças. “Seguramente, essas crianças confinadas em casa ficaram com mais tempo de tela e tiveram alterações comportamentais. Durante a infância é importante a socialização e contato com outras crianças. O pediatra é um profissional fundamental para acompanhar as crianças e para a orientação. É importante que o pediatra oriente que brincadeiras devem ser feitas durante este período para estimular o desenvolvimento da criança.

De acordo com a pesquisa, 88% dos pediatras relataram que as crianças em idade escolar apresentaram alterações no comportamento, das quais 75% foram oscilações de humor. Apesar da queda das consultas, o contato com os profissionais não foi totalmente perdido e 82% dos pediatras afirmaram que houve aumento das consultas por meios como telefone e WhatsApp.

Gestantes

Ginecologistas e obstetras observaram um grande temor das gestantes de que os filhos sejam infectados pelo novo coronavírus. “A grávida tem medo de, durante o curso da gravidez e de assistência ao parto, de se contaminar, mas é muito mais por ela do que pelo bebê. A pesquisa mostrou que 57% das mulheres relataram aos médicos que têm medo da transmissão vertical. Há uma memória muito recente do zika vírus, embora não tenha, até hoje, nenhuma comprovação científica desse tipo de transmissão com o novo coronavírus”, explica César Fernandes, diretor científico da Febrasgo.

Apesar de os profissionais terem notado um atraso no início do pré-natal (52%), eles relataram que as mulheres seguiram com as demais consultas nas datas corretas (80%). “Quando vão à consulta, por pressão da família ou preocupação do bebê, elas percebem que as consultas são marcadas com intervalos maiores para evitar que as grávidas fiquem juntas, veem que todos os profissionais usam máscara e o ginecologista tem muita relação de proximidade muito forte e de muita interatividade com a grávida.”

Ele destaca que a gestação precisa ser acompanhada para que problemas que podem aparecer no período, como a hipertensão e a diabete gestacional, sejam detectados precocemente, evitando complicações para a mãe e o bebê.

Os ginecologistas informaram que 82% das pacientes têm medo da internação hospitalar por causa do parto, principalmente pela preocupação de se infectar (75%) e que apenas 31% das pacientes querem optar pela cesárea mesmo sabendo que o parto normal não oferece riscos para o bebê.

“As grávidas avaliaram bem a questão. O parto é muito preocupante para a grávida, já traz questões que estão no imaginário das mulheres, mas elas entendem o que é melhor para elas e para o bebê e quase 70% responderam que preferem, mesmo em tempos de covid, o parto normal.”

Fonte: revista Isto É