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Há muito tempo o avental todo sujo de ovo não define o significado de ser mãe. A mulher de hoje é dinâmica e multifacetada e a maternidade é apenas mais uma de suas facetas, provavelmente a mais importante, a mais complexa e a mais apaixonante delas.

A luta das mulheres pela conquista de seu espaço na sociedade, em especial no mercado de trabalho, é uma história que permeia a trajetória da humanidade. Esta história ainda tem muitos capítulos a serem escritos, e, no momento, um capítulo com cara de ficção científica parece cobrar ainda mais força e braveza das mulheres, em especial das mulheres mães.

Este capítulo seria mais ou menos assim: de repente um vírus novo, potente, de efeitos catastróficos e características desconhecidas atingiu todo o mundo. O isolamento social parecia ser a única estratégia de guerra possível e o lar o único refúgio minimamente seguro. Então, as estruturas da vida cotidiana ruíram…

E, na vida real, as crianças ficaram sem poder ir às escolas, creches, casas dos avós. Pais e mães, desde que possível, tiveram que se adaptar à nova rotina de trabalho remoto e de trabalho doméstico. A maternidade agora precisa ser exercida 24 horas por dia e nem sempre as tarefas podem ser divididas com alguém. Lavar, passar, cozinhar, cuidar, brincar, distrair, ensinar, preocupar e não surtar.  Muitas mães estão trabalhando de casa, portanto, precisam lavar, trabalhar, passar, trabalhar, cozinhar, trabalhar, cuidar, trabalhar, brincar, trabalhar, distrair, trabalhar, ensinar, trabalhar, preocupar, trabalhar e não surtar. E, na maioria das vezes, as atividades são feitas todas ao mesmo tempo.

A imagem que ilustraria este capítulo da história poderia ser uma mãe com um filho num braço e um notebook no outro. Esta realidade se aplica à grande parte das mães do IF Sudeste MG, que, devido à natureza de suas funções, podem exercê-las em esquema de home office, ou melhor, de homãe office.

Vamos conhecer algumas das mães para saber de seus medos e desafios em meio à tarefa de ser mãe em tempos de pandemia:

Mãe porreta

Sandra Esteves é daquelas mulheres “porretas”, como se diz em Novo Cruzeiro, cidade onde nasceu e se criou, no norte de Minas Gerais. Foi lá que também ganhou aquele que considera ser o melhor presente da sua vida: o filho Wesley Esteves, hoje com oito anos. Sozinha, decidiu partir para Juiz de Fora, quando ele tinha dois anos, deixando amigos e família, mas a necessidade falou mais alto. “Ser mãe é descobrir forças que você achava que não tinha e lidar com medos que você achava que não existiam. É uma verdadeira prova de coragem”.

Logo de cara conseguiu um emprego como terceirizada no Campus Juiz de Fora, onde está até hoje. Em seis anos, Sandra montou sua casa e ajudou suas irmãs, Leidiane e Selma, que vieram morar com ela. E neste tempo de quarentena, haja criatividade para o tempo passar mais rápido. Além de se revezarem em ajudar Wesley nas lições escolares, também se aventuram na cozinha. E é assim, em volta da mesa, diante de um delicioso prato, que a família vai estreitando os laços. “Minha maior felicidade é ter o amor do meu filho e mais do que isso, é saber que ele reconhece e valoriza a força de uma mulher e sabe do que ela é capaz, independente da dificuldade”.

Mãe de muitos

Quem também está aproveitando a quarentena para ficar mais próxima do filho é a professora Vânia Xavier, do Campus Rio Pomba. Em sala de aula, Vânia é a “mãe” de seus alunos. Em casa, ela é a mãe do Guilherme, de 5 anos, e da Mariah, que deve nascer em agosto.

Mesmo trabalhando em casa, a rotina da professora passou a ser mais árdua. Os horários dela e do marido estão em função do filho. “Um fica com ele na parte da manhã, o outro à tarde. Nestes horários, a gente faz as tarefas da escola, brinca de carrinho. A gente procura fazer sempre alguma coisa diferente”.

A quarentena tem aproximado Vânia e Guilherme. Quando está dando aula, ela sai de casa antes de o filho acordar e só o encontra ao final do expediente. “Acho que, quando eu voltar, vou sentir muita falta de acordar com ele, de levá-lo para escovar os dentes, de tomar o café da manhã. Estamos cada dia mais próximos, ainda mais com a gravidez”.

A gravidez durante a quarentena ainda fez Vânia redobrar os cuidados com a saúde. Ela só tem saído de casa para ir às consultas médicas. “A gente fica doida para mostrar o barrigão (risos). Mas eu estou presa em casa, só saindo para o essencial”.

Mãe com fé

Suellen Caetano Moreira é aluna do curso de Pós-graduação em Práticas Pedagógicas na Educação Contemporânea e Licenciatura em Matemática do Campus Santos Dumont. Além disso, é mãe de duas meninas: Luiza, 7 anos; e Maria, 1 ano e 8 meses.

“Ser mãe em meio a esta pandemia que assombra o mundo é dormir e acordar todos os dias orando e pedindo a Deus que nos permita ter saúde. É manter a rotina mesmo querendo dormir até meio-dia, pois a saúde mental e física da família depende destes esforços. É fazer mil planos pessoais e ver muitos deles (a maioria) irem ralo abaixo, pois neste momento priorizamos os momentos em família. São estas lembranças que queremos guardar.  Ser mãe em meio à pandemia, é também se reinventar na cozinha e nas atividades educativas, fazer tudo que era inimaginável dentro de um apartamento, e, de presente, ganhar sorrisos e abraços. Ser mãe, e ser humano, nesta pandemia nos faz pensar e perceber que os tempos são difíceis, mas são mais leves quando temos quem amamos junto de nós fisicamente, ou mesmo que só em pensamento”.

Mãe amiga

Valeska Aparecida de Almeida Silva é Coordenadora de Execução Orçamentária e Financeira do Campus Muriaé e mãe da Alice, de 7 anos. Para ela, ser mãe é algo maravilhoso na vida de uma mulher. “Enfrentamos desafios diários, mas nunca pensei em viver dias como estamos vivendo. Esta pandemia nos trouxe o distanciamento e o isolamento social e com isso nós temos que nos reinventar a cada dia. Além de ser mãe, agora eu sou a professora, a amiga, sim, tenho somente uma filha e eu sou a pessoa com que ela pode contar para brincar, para conversar e até mesmo para “brigar”.  Tenho vivido um dia de cada vez, na certeza de que tenho feito o melhor por ela, não só por ela, mas pela nossa família”.

Valeska trabalha de casa e aposta na manutenção de uma rotina para fazer tudo funcionar: “Tenho trabalhado no home office e isso foi o que aquietou o meu coração. Poder estar em casa executando meu trabalho me deu a oportunidade de estar por perto e no controle de tudo dentro de casa. Não é fácil, mas também não é impossível. Eu criei uma rotina como se tivesse que ir trabalhar presencialmente, tanto para mim como para a Alice. Então pela manhã ela tem as aulas on-line, e eu tenho o meu trabalho. Ela tem a hora de brincar e eu de fazer o almoço. Concilio as tarefas de casa e vamos dando um jeito para tudo. À tarde é a mesma rotina, ela assiste às aulas e eu fico atendendo à demanda do serviço. E juntas temos dado conta e nos adaptado a cada dia, sempre tentando ter uma rotina mais leve, para no final do dia podermos ser apenas mãe e filha”.

Mãe do coração

“Meu nome é Amanda, sou técnica em assuntos educacionais no campus São João del-Rei e tenho uma filha chamada Ana Júlia. Ela tem 3 anos. Ser sua mãe é, sem dúvida, a experiência mais linda, transformadora e potente que eu poderia viver. Costumo dizer que ela não nasceu de mim mas nasceu para mim, porque foi um verdadeiro encontro de almas!

A adoção sempre foi meu “plano A” ,e, por isso, minha gravidez do coração, apesar de muito longa, foi bonita e serena, vivida com muito amor por toda a família! Quando a Ana Júlia chegou para mim, com apenas 3 meses de vida, encheu minha vida de cor, ternura e esperança! Sempre procuro estar conectada emocionalmente com ela e, nesta pandemia, esta experiência está ainda mais intensa. Não tenho medido esforços para estar o máximo possível presente em suas brincadeiras e descobertas, mesmo em meio ao trabalho remoto e à toda insegurança que este momento nos impõe. Tem sido também um exercício diário de acolhimento e cuidado em tempo integral. Sou profundamente grata pela dádiva de ser sua mãe e por a Ana Júlia ter me escolhido naquele dia inesquecível do nosso encontro!”.

Fonte: Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sudeste de Minas Gerais


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As terapias celulares não atacam o vírus ou impedem a sua entrada nas células, mas diminuem o quadro inflamatório provocado pela reação imunológica

Os estudos em curso avaliam a eficácia por meio de modelos animais e infecções in vitro e também são de uso compassivo, no qual o tratamento é testado em pacientes em estado grave sem chance de terapias alternativas.

Os resultados têm sido promissores, e agora os hospitais devem iniciar os ensaios clínicos. Só na plataforma ClinicalTrials, que reúne pedidos em andamento, são mais de 30, de diversos países, incluindo China, EUA, França e Irã.

A maioria dos estudos utiliza as células mesenquimais estromais (MSC, na sigla em inglês), mais conhecidas como células-tronco. A escolha da fonte das células varia de estudo para estudo, sendo que a medula óssea é a mais frequente, mas outras fontes celulares podem incluir o tecido adiposo, o cordão umbilical e até a placenta.

Os efeitos colaterais da terapia com células-tronco são poucos, como febre baixa. Outra vantagem é que as células-tronco não necessitam de compatibilidade genética com o indivíduo receptor.

Existem drogas em estudo para Covid-19 formadas por agentes anti-inflamatórios, como o anti-IL-6R (Tocilizumab), que têm sua quantidade aumentada na infecção, mas vantagem da terapia celular em relação a esse medicamentos é que elas servem como um coquetel, uma combinação de vários mediadores anti-inflamatórios distintos, e não apenas um.

Os pacientes tiveram índice de recuperação de 100% em um período de 14 dias, e metade deles teve alta dos ventiladores mecânicos em menos de uma semana.

O presidente e CEO da Pluristem Yaky Yanay disse à Folha de S. Paulo que a vantagem do seu tratamento é a produção em larga-escala -uma única placenta pode fornecer o tratamento para até 20 mil pacientes.

Fonte:


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Quando planejamos ou temos um filho, a felicidade e a responsabilidade são tão grandes que muitas vezes nos parece uma missão impossível. Mesmo que a jornada já tenha começado. Diante de um conflito – de não conseguir que a criança saia da frente da TV até como fazê-la entender que seus pais não vão mais morar juntos –, é legítimo achar que a força de ser mãe ou ser pai vai desmoronar. Mas também legítimo é entender que pode precisar de ajuda. De alguém da família, de um educador da escola, de um amigo ou, sim, de um terapeuta. Mas quem é esse profissional? Como entender esses vários “psis” disponíveis?

Quando procurar ajuda? Há dois sinais mais fortes. “Primeiro, se a criança ou adolescente tem um problema acadêmico. Não uma nota baixa, mas quando realmente se percebe que não está aprendendo. Segundo, se tem algum prejuízo de relacionamento social. Se exclui ou é excluído, é impulsivo demais, fica isolado no recreio, não tem amigos. Com a criança sofrendo, investigue”, diz o psiquiatra Gustavo Teixeira,  autor dos livros Manual Antibullying e Desatentos e Hiperativos (ambos da Ed. BestSeller).

Parceria e foco são fundamentais. “Não adianta ter uma série de intervenções se os pais possuem uma conduta inapropriada. Indiretamente, eles quase que passam por um processo terapêutico também”, diz o psiquiatra Paulo Germano Marmorato, coordenador do Ambulatório de Socialização, do Serviço de Psiquiatria da Infância e do Adolescente do Hospital das Clínicas (SP). “Muitos temem que a criança fique dependente da terapia. Mas, na verdade, o objetivo é justamente fazer com que ela caminhe sozinha”, afirma Gina Levinzon.

As alterações de comportamento da criança são mais facilmente percebidas na escola. “O diagnóstico de um problema é frequentemente feito pela professora, que tem contato quase todos os dias do ano com a criança”, afirma Gina.

Para cada caso, uma ação

Os sintomas e diagnósticos variam. Fundamental é o primeiro profissional a atender a criança – seja o pediatra, psiquiatra, psicólogo ou psicanalista – fazer o encaminhamento necessário. Aqui, alguns exemplos dos casos mais comuns que chegam aos consultórios.

Meu marido e eu nos separamos e ainda não sabemos como fazer nosso filho, de 2 anos, entender a situação como definitiva.
Mais do que o cuidado focado na criança, a primeira boa orientação profissional deve ser digirida aos pais, que não podem perder o foco de que conjugalidade é uma coisa, e paternidade, outra. “O bom senso deve ser mantido, assim como a comunicação amistosa, com o objetivo de assegurar a saúde mental do seu filho”, diz a terapeuta Regina Glashan. É bom também não subestimar a criança, que já percebe o que está acontecendo.

Minha mãe faleceu de forma inesperada e não sei como lidar com minha filha, de 3 anos, que não para de perguntar pela avó.
A orientação para dificuldades em lidar com a morte sempre varia do grau de proximidade da pessoa que faleceu e a idade da criança. Primeiro, é preciso observar. “Às vezes a criança nem chora, mas manifesta a falta brigando o tempo todo”, diz a psicoterapeuta Maria Helena Franco. Ou, ao contrário: ela pode estar aparentemente bem, mas fazendo perguntas. “Converse com a criança com sinceridade. Tudo com limite, mas esconder sentimentos dela pode só deixá-la mais angustiada. A criança vive a tristeza, sim, e precisamos validar isso.” Em casos mais duradouros, a terapia específica do luto pode ajudar a família toda.

A timidez de meu filho de 6 anos faz com que  ele não se enturme com outras crianças e o está prejudicando na escola.
Se a timidez em excesso atrapalha o convívio social, seria interessante procurar uma ajuda psicológica. “Inicialmente se faz uma avaliação para saber quais os motivos que o levam a se sentir tão retraído, que podem ser questões familiares ou individuais”, aponta a psicanalista Gina Levozin. Para ela, esse grau de timidez pode mostrar insegurança e o trabalho é recuperar a confiança dele em si e no ambiente.

Minha filha acaba de completar 7 anos e está apresentando dificuldade com a leitura e com o básico de matemática.
Em primeiro lugar, é preciso esgotar os recursos da escola, saber que todas as possíveis intervenções já foram feitas. “Se a escola percebe que isso continua e que a criança não está acompanhando a turma pode ser hora de procurar um psicopedagogo. ‘Ir ou não bem na escola’ nesta fase tem a ver com a construção da autoestima e é fundamental mostrar a ela que pode aprender”, explica Quézia Bombonato, diretora da Associação Brasileira de Psicopedagogia.

Minha filha tem 4 anos e eu simplesmente acho que ela anda triste.
Para a psicóloga Ceres de Araújo, existem diferentes tipos de tristeza. “Uma criança pode estar doente, anêmica, apática e parecer triste. Ou demonstrar isso quando não é o centro das atenções. Ou pode até ser um sintoma de depressão.” Sim, a doença acontece com crianças pequenas e o melhor a fazer é observar se ela persiste e, nesse caso, procurar ajuda.

E quando o problema é com os pais?

Sensíveis ao que as rodeia, as crianças podem apontar os problemas, mas não ser a fonte. Ou seja: pode não estar acontecendo nada com o filho, mas é ele quem vai revelar a dificuldade da família.
E não apenas estamos falando de casais em conflito – chegando à separação ou não –, perda de emprego de um dos pais, ou outro fator traumático no dia a dia, em que os adultos estejam “pedindo socorro”. Mas também de casos em que a questão seja a exagerada expectativa dos pais e a comparação desmedida com outras crianças. Segundo os especialistas, chegam ao consultório os mais diversos casos. “Desde separações em litígio, ou alguém deprimido, até pais muito invasivos, que exigem demais da criança e do desenvolvimento dela”, explica a psicanalista Gina Levozin.

Muitas vezes os pais procuram o especialista, mas apenas uma conversa já resolve, até com o encaminhamento deles a uma terapia em separado. “A orientação pode ser suficiente. Informação correta acalma ansiedades”, diz a psicóloga Ceres de Araújo.

Fonte: revista Crescer


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“O diagnóstico foi em 2015, no nosso primeiro aniversário de casamento”, disse a mãe de Emma, ​​Daria, com 35 semanas de gestação. “Neste dia, meu marido e eu decidimos fazer uma ultrassonografia para ver nossa filha e acabamos descobrindo que ela possuía malformação na coluna vertebral. Eu nunca tinha ouvido falar dessa doença antes, esperava que os médicos tivessem se enganado e minha filha estivesse saudável.”

Contudo, o diagnóstico foi de “Espina Bífida”, que é um defeito congênito no qual há fechamento incompleto das vértebras da coluna vertebral e das membranas ao redor da medula espinhal durante o desenvolvimento inicial da gravidez.

Daria contou que: “As maternidades me recusaram uma a uma, somente médicos da Maternidade Hospital Nº 5 de Kiev concordaram em realizar uma cesariana se encontrássemos um neurocirurgião que operaria imediatamente minha filha. Encontramos o Dr. Pavel Plavskiy, que é neurocirurgião. Foi ele quem disse que seria necessário coletar sangue do cordão umbilical, porque ajudaria nossa filha durante a operação.”

Com isso, Daria ficou obcecada em garantir que eles fizessem todo o possível para ajudar a salvar a vida de sua nova filha. Uma tarefa que ela levou muito a sério, principalmente a responsabilidade de realizar a coleta de sangue do cordão umbilical no momento do parto, a qual foi concretizada com sucesso.

Algumas horas após o nascimento, Emma foi transferida para o departamento de neurocirurgia do hospital especializado Okhmatdet, onde foi realizado os procedimentos cirúrgicos e inclusive o transplante com as células-tronco do sangue do cordão umbilical. O motivo para a transfusão com o sangue do cordão umbilical durante a cirurgia foi repor a perda de sangue e estimular o reparo mediado por células-tronco.

A operação foi muito complicada. Havia uma hérnia na coluna vertebral de Emma e o cirurgião teve que colocar a medula espinhal na posição correta e além de remover a hérnia. A recuperação após a cirúrgica foi rápida em um mês, Emma recebeu alta do hospital e o pior já havia passado.

Daria conta que: “certeza de que tudo aconteceu tão bem graças ao uso de sangue do cordão umbilical. Hoje, os únicos lembretes da condição de Emma são exames médicos regulares e alguma fraqueza nas pernas, que ela sente às vezes.”

Fonte: Parent’s Guide to Cord Blood Foundation


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Para chegar a essa conclusão, os cientistas utilizaram 305 amostras de tecido nasal conservadas no instituto de pesquisado ligado ao Hospital Monte Sinai de Nova York, nos Estados Unidos, colhidas entre 2015 e 2018, de pessoas com idades entre 4 a 60 anos. “Nós nos perguntamos muitas vezes e esse estudo pode nos ajudar a esclarecer. Mas “provavelmente o motivo é multifatorial”, afirma Cristina Calvo Rey, porta-voz da Associação Espanhola de Pediatria.


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Pesquisadores canadenses resolveram analisar um século de estudos sobre a eficiência da filtragem das máscaras — que é a capacidade de um material bloquear a transmissão, expressa em porcentagem — e chegaram a uma conclusão: as máscaras de pano podem impedir a propagação da Covid-19, bloqueando até 99% das partículas infecciosas. Mas não é qualquer máscara. Para chegar a esse nível de proteção, são necessárias, no mínimo, três camadas de pano. Somente assim, é possível bloquear o vírus transportado por partículas microscópicas no ar.

De acordo com as evidências, algumas combinações de tecidos, como flanela de algodão, bloqueiam mais de 90% das partículas. “Nossa análise sugere que o tecido pode bloquear partículas, mesmo as do tamanho de aerossóis, e isso apóia a política de saúde pública canadense sobre o assunto”, afirmou Catherine Clase, autora do estudo e professora associada de medicina na Universidade McMaster, no Canadá.

Embora o tecido não proteja completamente contra o vírus, ele bloqueia as partículas — com mais de cinco micrômetros de diâmetro — geradas ao falar, comer, tossir e espirrar. Isso significa que uma partícula carregada de vírus emitida por um usuário infectado que esteja usando máscara é mantida dentro dela e não pode pairar no ar ou permanecer em uma superfície. A equipe explicou que as máscaras não são avaliadas separadamente para cada patógeno, ou seja, a eficiência da filtração depende de partículas de tamanhos diferentes, independentemente do patógeno que ela contém. Mesmo para os aerossóis menores, a máscara de tecido era comparável às máscaras médicas, disseram os pesquisadores.

No entanto, os especialistas alertam que pode haver uma desvantagem arriscada ao usar várias camadas de pano sobre o rosto. “É importante perceber que mais camadas darão mais proteção, tanto interna quanto externa, mas dificultarão a respiração”, disse Catherine. “Por esse motivo, não é recomendável que crianças menores de dois anos e pessoas com dificuldades respiratórias usem máscaras”, completou. E ela termina com  mais um alerta. “O uso incorreto de máscaras de pano ou a higiene reduzida das mãos são uma falsa sensação de segurança”, finalizou, no estudo publicado pela Annals of Internal Medicine.

Fonte: revista Crescer


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Especialista explica os principais quadros do transtorno e como trata-lo corretamente

No Brasil 1 a cada 4 mulheres desenvolvem a depressão pós-parto, como aponta uma pesquisa realizada pela Faculdade Oswaldo Cruz (Fiocruz). Os quadros podem aparecer logo no primeiro mês de vida da criança ou até um ano depois. Em metade dos casos, os sintomas surgem durante a gestação, e passam despercebidos devido ao pouco conhecimento sobre o assunto.

“É comum que as novas mães tenham inconstância no humor, apresentando crises de choro que logo passam, causadas pelas intensas alterações hormonais. Porém, quando se trata de depressão pós-parto, esses momentos são mais intensos, levando a um quadro profundo de tristeza e melancolia”, explica o Dr. Renato de Oliveira, da Criogênesis.

O transtorno afeta o vínculo entre mãe e filho, sobretudo no que se refere ao aspecto afetivo e o especialista afirma que precisa ser tratado o quanto antes. “Cada caso é único e deve ser analisado por um especialista, que pode intervir com medicamentos antidepressivos combinados a psicoterapia. É importante ressaltar que o apoio da família, esposo e amigos é fundamental, auxiliando no tratamento e, também, na prevenção”, explica.

Reconhecendo a importância de orientar e alertar sobre o assunto, o médico elenca os principais sintomas da patologia. Confira a seguir.

  • Perda de interesse: a falta de motivação para realizar atividades do cotidiano, e principalmente aquelas que envolvem os cuidados com o bebê, é o sintoma mais recorrente do transtorno.
  • Aumento ou perda de apetite: é comum em patologias psíquicas a alteração de apetite.  E como cada corpo reage de uma forma, pode ocorrer o aumento ou diminuição da fome.
  • Mudanças no sono: outra área que é afetada é o sono. “Em muitos casos, as grávidas ou novas mães que estão com depressão pós-parto, desenvolvem problemas na hora de dormir, mesmo quando o bebê está dormindo ou quando ainda estão em gestação, podendo gerar irritabilidade e cansaço constante”, afirma o especialista.
  • Alteração comportamental: mulheres com depressão pós-parto, podem desenvolver alguns comportamentos incomuns como, vontade extrema de prejudicar ou fazer mal ao o bebê e a si mesma, mudanças drásticas de humor e, até mesmo, alucinações.

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Médicos no Japão conseguiram transplantar células hepáticas derivadas de células-tronco embrionárias em um recém-nascido que sofria um doença hepática, um feito inédito que abre novas vias de tratamento. Em outubro passado, o bebê sofria de uma doença congênita do ciclo da ureia que impedia o fígado de quebrar a amônia, um elemento tóxico que normalmente se transforma em ureia e é eliminado pelo trato urinário.

O recém-nascido, de seis dias, era jovem demais para um transplante de fígado, uma operação que não é recomendada antes que o bebê pese 6 quilos, quando tem entre três e cinco meses de vida. Os médicos do Centro Nacional de Saúde e Desenvolvimento Infantil de Tóquio (NCCHD) decidiram então optar pela terapia de transição, à espera que o bebê crescesse para receber um transplante de fígado.

Para isso, injetaram 190 milhões de células hepáticas saudáveis feitas de células-tronco embrionárias humanas (CSE). Após o tratamento “o resultado foi positivo, já que nenhum aumento na concentração de amônia no sangue foi detectado” no bebê, que alguns meses depois foi capaz de receber um transplante de parte do fígado de seu pai. Seis meses após o nascimento, recebeu alta do hospital.

Trata-se do “primeiro ensaio clínico no mundo usando CSE para um paciente com doença hepática”, afirmou o NCCHD em comunicado. As células-tronco embrionárias humanas são obtidas de óvulos fertilizados em blástula, um conjunto de cerca de cem células, um dos estágios iniciais da vida humana.

Esse campo de pesquisa terapêutica é encorajador, mas é um dilema ético, pois as blástulas são destruídas no processo de remoção das células-tronco embrionárias. O NCCHD é uma das duas únicas instituições no Japão autorizadas a produzir CSE para fins de pesquisa terapêutica.

O sistema trabalha com óvulos fertilizados, cuja utilização foi autorizada por pacientes que já terminaram seus tratamentos de fertilidade, explicou o NCCHD.

Fonte: jornal Estado de Minas


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Prevenção e risco de contaminação são alguns dos temas abordados 

Desde que foi divulgado pela primeira vez, o novo Coronavírus tem sido a principal notícia no Brasil e no mundo. Não à toa, a COVID-19 tem mudado a rotina da população e, com isso, grandes veículos passam a atualizar os dados sobre a pandemia diariamente.

No entanto, mesmo diante de inúmeras informações e com o aumento de novos casos surgindo rapidamente no país, muitas dúvidas têm surgido no que diz respeito as grávidas. Atento a esses questionamentos, o Dr. Nelson Tatsui, Diretor-Técnico do Grupo Criogênesis e Hematologista do HC-FMUSP, responde algumas perguntas sobre o assunto

Confira:

  • Quais cuidados precisam ser adotados durante a gestação?

As precauções devem ser as mesmas seguidas por toda a população. Lavar as mãos regularmente por, no mínimo, 20 segundos, manter distância segura de outras pessoas, evitar tocar olhos, nariz e boca e, principalmente, evitar aglomerações. Além disso, seguir as orientações recomendadas pelo médico responsável pelo pré-natal.

  • Mães infectadas pelo vírus podem transmitir a doença para os bebês durante a gravidez?

Estudos recentes realizados pela JAMA Pediatric, apontam que, apesar de raro, é possível sim a transmissão da Covid-19 para a criança. Porém, ainda não é um fato que deva gerar preocupação aos pais. De 33 casos de recém-nascidos analisados, apenas três testaram positivo para a doença e, após uma semana, os mesmos já haviam eliminado o vírus de seu organismo.

  • Testei positivo para o Coronavírus. Posso amamentar meu filho?

Desde que todos os cuidados necessários quanto à higienização sejam respeitados, não existe problema em manter o aleitamento materno, uma vez que não existem evidências de que o vírus seja transmitido pelo leite.

  • É possível que o coronavírus seja transmitido pelo sangue do cordão umbilical?

Embora ainda nenhum estudo afirme, é muito improvável que ocorra transmissão por parte do cordão ou outros tecidos, por exemplo. Entretanto, é necessário esclarecer que existe uma diferença entre testes que buscam essa transferência entre mães e filhos e outros que apenas testam os sinais da Covid no sangue do cordão.

  • Mesmo com a epidemia devo continuar doando o sangue do cordão umbilical?

Sim. As coletas continuam ocorrendo normalmente. O material coletado beneficia pacientes que precisam de doação para transplante para diversas indicações.


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Conheça as vantagens da amamentação, os principais obstáculos de colocá-la em prática e a importância do equilíbrio entre a saúde do bebê e o bem-estar da mãe.

Foi Cesar Victora, professor emérito na Universidade Federal de Pelotas (UFPel), que liderou, na década de 1980, o primeiro estudo do mundo a mostrar que a amamentação exclusiva (sem chazinho, sem água) até os seis meses de idade reduz em 14 vezes o risco de morte por diarreia e em 3,6 vezes o risco de óbito por infecções respiratórias.

Uma das explicações está justamente na composição mágica do leite da mãe, que não só fornece os nutrientes necessários ao crescimento da cria como tem substâncias capazes de protegê-la contra infecções. É o caso dos oligossacarídeos. Até pouco tempo atrás, não se entendia o porquê da presença desse açúcar no leite, já que ele não é absorvido pelo corpo do bebê. “Seu papel é atender as bactérias do microbioma, favorecendo o desenvolvimento de um tipo de flora essencial para um sistema intestinal saudável”, afirma Victora.

Comparando bebês que mamaram por menos de um mês com os que mamaram durante um ano, os que mais mamaram tinham, aos 30 anos, quatro pontos a mais no score de QI, quase um ano a mais de escolaridade e uma diferença de renda de cerca de R$ 340. O estudo isolou dez variáveis sociais e biológicas (como escolaridade e renda dos pais, tipo de parto, tabagismo materno, entre outras) para garantir o rigor da análise e definir exatamente o papel do leite materno nesse contexto. O resultado foi publicado em 2015 pela revista científica The Lancet.

A ciência vem mostrando que a amamentação é benéfica também para as mães, que ficam mais protegidas contra o câncer de ovário e de mama. A cada ano que a mulher amamenta, o risco de que venha a desenvolver câncer de mama cai 6%. Segundo o American Institute for Cancer Research, isso ocorre porque a lactação induz um padrão hormonal único associado a um período de amenorreia (ausência de menstruação), o que reduz a exposição da mulher a variações hormonais associadas a esse tipo de tumor.

Além disso, amamentar ajuda a recuperar o peso pré-gestação e também facilita a superação da depressão pós-parto, afirma a pediatra Honorina de Almeida. Conhecida como dra. Nina, ela é uma das fundadoras da Casa Curumim, espaço especializado em aleitamento materno em São Paulo, que presta atendimento a famílias que precisam de um suporte extra para viabilizar a amamentação.

Mas, se amamentar é algo natural, por que tantas mulheres sofrem com esse processo? E, se é de graça e traz tantos benefícios, por que menos de 40% dos bebês de países em desenvolvimento recebem aleitamento exclusivo até os seis meses?

Problemas e soluções

MAMILOS PLANOS OU INVERTIDOS
Podem dificultar o início da amamentação, mas não necessariamente a inviabilizam. Algumas estratégias ajudam a aumentar o mamilo, tais como compressas frias, sucção com bomba manual e uso de conchas.

LEITE EMPEDRADO
Esse ingurgitamento patológico deixa a mama muito distendida e dolorida. Recomenda-se ordenhar um pouco os seios antes da mamada, só o suficiente para amaciá-los e facilitar a pega, massagear as regiões afetadas, aplicar compressas frias e usar um sutiã firme. Analgésicos e anti-inflamatórios podem ajudar.

CANDIDÍASE
Infecção por fungo que gera coceira e sensação de queimadura e agulhadas nos mamilos. Se o problema surgir, é preciso tratar a mãe e o bebê simultaneamente. Chupetas e mamadeiras podem favorecer a volta da infecção, por isso, elas devem ser fervidas diariamente.

MASTITE
Processo inflamatório no tecido mamário que pode evoluir para uma infecção bacteriana. Relacionada à estagnação do leite, causa dor, vermelhidão, febre alta e calafrios. Casos mais graves exigem antibióticos ou mesmo drenagem cirúrgica.

Em busca da pega correta

O fato é que quem decide amamentar o rebento enfrenta problemas práticos, físicos, habitualmente desafiadores e raramente esperados. “Uma das grandes dificuldades do início da amamentação diz respeito à pega do bebê. As mães acham que é normal sentir dor e demoram muito a buscar apoio”, afirma a pediatra Honorina de Almeida.

O que é uma boa pega? Aquela em que o bebê abre bem a boca e coloca a língua para fora, de modo a abocanhar grande parte da aréola. Quando o recém-nascido persiste em uma pega errada, acaba machucando a mãe e não consegue retirar o leite que precisa. Irritado e faminto, não desgruda do peito, ferindo ainda mais os mamilos. E assim se inicia um círculo torturante para o bebê e, especialmente, para a mãe.

O uso de chupeta e mamadeira também pode tornar essa fase mais difícil, afirma Honorina. “Todos os estudos mostram que o risco de o bebê desmamar é muito maior se ele usa chupeta e mamadeira. Isso porque, para mamar, ele precisa jogar a língua para fora, abrir a boca e usar todos os músculos da face para ordenhar a mama. Para sugar a mamadeira, o movimento é oposto: ele coloca a língua para trás e fecha um pouco a boca, usando apenas os músculos ao redor da boca. Muitos bebês confundem esses dois movimentos.” A chupeta induz ao mesmo movimento da mamadeira e ainda pode atrapalhar a ingestão de leite — o choro que se acalma com a chupeta pode ser um sinal de fome que vai passar despercebido. Esses fatores, muitas vezes, comprometem o ganho de peso nas primeiras semanas de vida, aumentando o risco de prescrição médica de fórmula.

Existem, sim, casos excepcionais, em que o aleitamento é prejudicado por motivos fisiológicos. É o caso de mulheres com hipogalactia (dificuldade para produzir leite) ou que passaram por cirurgias para a redução das mamas.

Um estudo realizado na Universidade Federal do Rio Grande do Sul com 49 mulheres submetidas à mamoplastia redutora mostrou que, um mês após o parto, elas tinham um risco nove vezes maior de não praticar amamentação exclusiva do que as mulheres do grupo-controle (que não haviam passado por esse procedimento). Quatro meses após o parto, elas tinham dez vezes mais chance de ter interrompido a amamentação. Em casos assim, é necessário usar todos os recursos possíveis para alimentar adequadamente o bebê — e que bom que existem alternativas. Mas essas estratégias demandam uma avaliação personalizada e especializada.

Dicas para uma pega correta

POSIÇÃO DA MÃE

Sentada, recostada ou deitada? Todas são adequadas. O importante é que ela esteja confortável.

POSIÇÃO DO BEBÊ
Além da tradicional, ele pode ficar sentado sobre a perna da mãe, com o pescoço apoiado, na posição conhecida como cavaleiro. Seu corpo deve estar junto do corpo da mãe, de frente para ela, bem apoiado, com a cabeça e o tronco alinhados e os braços livres.

SEGURANDO A MAMA
A mão fica no formato da letra “C”. Coloque o polegar acima da aréola e todos os outros dedos e a palma sob a mama. Não faça a posição de tesoura, pois isso gera um obstáculo entre a boca do bebê e a aréola.

BOCA DE BOCEJO
A boca do bebê deve estar abaixo do mamilo. Encoste o mamilo no lábio superior do bebê e espere que ele abra a boca, na tentativa de alcançar o peito. Quando estiver com a boca bem aberta, como se estivesse bocejando, é hora de pegar o peito.

COMO CONFERIR
O pescoço do bebê deve estar levemente estendido, o queixo encostado na mama, os lábios virados para fora (boquinha de peixe) e o nariz livre. Ele deve abocanhar a aréola, e não só o bico do seio. E a aréola, idealmente, fica mais aparente acima da boca do bebê.

Fontes: SBP e Ministério da Saúde

Até quando?

Se todos os obstáculos foram vencidos, a próxima questão pode ser: quando desmamar? A OMS recomenda que o aleitamento prossiga até a criança completar 2 anos de idade. Mas por que, uma vez que a essa altura a criança já fala, corre, tem dentes e come toda a variedade de alimentos? “É um erro pensar no leite materno como uma mera comida”, afirma Cesar Victora. “Ele é uma substância viva, que atua em diversos sistemas do nosso organismo.” Naquele estudo que investigou a relação do leite materno com QI, escolaridade e renda, ele observou que, quanto maior a duração da amamentação, melhores os resultados obtidos.

Entendidos os benefícios da amamentação, há de se procurar um meio-termo entre a saúde do bebê e o bem-estar físico e emocional da mãe, já que o aleitamento exige muito da mulher. O que se espera é que ela tenha dados e espaço para fazer suas próprias escolhas. A amamentação é um direito da mulher, não uma obrigação.

Fonte: revista Super Interessante