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A limpeza correta dos órgãos genitais evita a infecção

Pais de primeira viagem mergulham em um novo universo. Quando o bebê chora é preciso identificar o que ele está precisando. Fome? Sono? Fralda suja? Nos primeiros meses, tudo é mistério. E uma das dúvidas é em relação a higiene correta dos bebês.

Por exemplo: você sabe identificar a infecção urinária em bebê? E como prevenir? A limpeza correta dos órgãos genitais evita a infecção. A pediatra Ana Escobar explicou como deve ser feita a higienização. “As fezes não pode entrar em contato com a uretra. Por isso, limpe primeiro o bumbum, sempre no sentido da região genital para o ânus e tenha certeza que não sobrou nenhum resíduo”. Lembre-se de limpar o bumbum do bebê antes do banho para evitar levar sujeira para a água da banheira.

A infecção urinária em bebês tem alguns sinais. Febre, diminuição do apetite e estabilidade no peso (deixar de ganhar peso) podem indicar a infecção. Sempre que um recém-nascido tem febre, a primeira indicação do pediatra é fazer exame de urina. A partir de um ano, os sintomas ficam mais definidos: dor para fazer xixi, necessidade urgente de fazer xixi com frequência, febre e desconforto.

Fonte: Portal G1


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Quanto mais saudável for a alimentação da mãe, mais rico e nutritivo será o leite materno. Mas será que existem alimentos que ajudam ou que devem ser evitados durante a amamentação? Na Semana Mundial do Aleitamento Materno, veja o que dizem especialistas

“Não coma chocolate, vai dar cólica no bebê” ou “Feijão pode dar gases na criança!”. Quem nunca ouviu algo parecido? Aliás, palpites, infelizmente ainda fazem parte da rotina das mães. Mas saiba que muitos deles não passam de mito. Manter uma alimentação variada e balanceada é fundamental para produzir um leite nutritivo e saudável para o seu bebê. Mas, afinal, existem alimentos que ajudam ou atrapalham na amamentação?

O QUE É MITO?

“Sempre brinco que a alimentação da mãe durante o aleitamento materno tem mais mitos do que verdades”, afirma a nutricionista Luciana da Costa, da Maternidade Pro Matre Paulista.  Ela explica que, durante a gestação, a mãe precisa de um acréscimo de 300 calorias por mês. Já durante a amamentação, esse adicional aumenta para 800. Isso quer dizer que ela deve sentir mais fome e uma maior necessidade de nutrientes para produzir leite para o bebê. Por isso, é importante não cortar alimentos, sem ter certeza de que eles possam estar causando algum incômodo. O puerpério já é um momento muito delicado, a mulher está com o humor alterado, dorme pouco, a dedicação é intensa. Imagina, então, ainda restringir uma série de alimentos?”, completa.

A pediatra e neonatologista Thais Bustamante, da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), concorda. “O feijão, o chocolate e todas esses alimentos são mitos. Não existe comprovação cientifica alguma no momento”, afirma. “É importante observar. Por exemplo, se ela comeu chocolate hoje e acha que o bebê não ficou bem, espera uns dias e testa novamente. Você não deve parar de comer algo porque simplesmente causa cólica em outras crianças”, reforça Cinthia. A consultora explica ainda que o feijão, por exemplo, que fermenta e pode causar gases na mãe, não chega na mesma proporção para bebê. “Couve-flor, brócolis, carne de porco, refrigerante… Muitas mulheres comem todos esses alimentos e não têm nada”, diz.

DE OLHO NO EXCESSO

A maioria dos alimentos não costuma causar problemas. No entanto, as especialistas chamam atenção para o excesso. “Por exemplo, aqui no consultório, eu costumo observar que na Páscoa pioram as cólicas dos bebês, e a principal suspeita é o consumo excessivo de chocolate. Então, às vezes, realmente pode causar um incômodo, mas antes de cortar qualquer alimento, é fundamental fazer testes”, explica a pediatra Thais.

Além do chocolate, o café e o chá em excesso também não é recomendado. “Assim como o café, eles também são estimulantes e podem passar para o leite materno. Duas xícaras por dia, no máximo, não tem problema. Caso contrário, a criança pode ficar agitada e chorosa”, completa a pediatra.

O QUE DEVE SER EVITADO?

Mas existe sim, algumas restrições para o período. “É bom evitar alimentos ultraprocessados, a mãe também não deve ficar muito tempo sem se alimentar ou fazer restrições alimentares ou dietas radicais. Já o álcool é um dos alimentos que a gente proíbe. Álcool e amamentação são duas coisas que não combinam. Não sabemos quanto tempo depois ele vai estar presente na corrente sanguínea, pois é algo muito pessoal. Algumas mulheres tem uma absorção mais rápida do que as outras, então não recomendo nenhuma quantidade”, avisa a nutricionista.

Já Luciana também alerta que alguns bebês podem apresentar alergia, por exemplo, a proteína do leite. Por isso, é importante sempre estar atenta aos sinais. “Muita diarréia, alergias na pele, problemas respiratórios importantes podem ser indicativos. Nesse caso, a mãe terá que fazer algumas restrições. Mas é importante lembrar que o diagnóstico é sempre médico”, afirma.

QUAIS ALIMENTOS AJUDAM?

Enquanto alguns alimentos devem ser consumidos com cuidado, existem outros que estão “liberados”, pois estimulam a produção de leite. O principal deles é a água! “O primordial que vai ajudar na produção de leite é a hidratação da mãe. Ela deve aumentar o consumo de água durante o aleitamento materno. É o mais importante”, orienta Luciana.

“Já a dieta deve ser a mais variada possível, com grãos, frutas, legumes… Quanto mais colorido, melhor. Na dúvida, também é importante não consumir alimentos muito diferentes do que ela gosta e está acostumada”, diz a consultora em aleitamento materno, Cinthia.

“Na dúvida, a orientação é buscar informações com o pediatra ou nutricionistas. Algumas mulheres saem da maternidade com uma barriguinha e já ficam preocupadas, pensando em como emagrecer. Mas elas não devem se preocupar com isso, pois vão perder peso naturalmente. A própria amamentação ajuda”, finaliza Luciana.

Fonte: revista Crescer


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A ação teve início em 1992 e acontece anualmente, durante a primeira semana de agosto, para promover e defender a amamentação

A Semana Mundial do Aleitamento Materno (SMAM) de 2019 tem o tema “Capacite os pais e permita a amamentação, agora e no futuro!”. Ela acontece de 1º a 7 de agosto e é celebrada por mais de 120 países, que se unem para relembrar a importância da lactação.

A ação é um movimento estabelecido pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) em 1992, em defesa da amamentação. Sua criação teve como foco promover a “Declaração de Innocenti”, de 1990, estabelecendo metas pelo direito da mulher em amamentar de forma segura, encorajando também a participação da sociedade, profissionais da saúde e profissionais da educação a se envolverem nessa questão, tanto durante o período da amamentação, quanto ao longo de toda a maternidade.

De acordo com a WABA, aliança global pela amamentação que coordena a campanha da semana, o tema de 2019 tem como objetivo incluir todos os tipos de pais da sociedade atual, ultrapassando as barreiras de gênero e incentivando a integração de todos.

Semana Mundial do Aleitamento Materno: no Brasil

Para Márcia Guerreiro, membro do IBFAN (Rede Internacional de Ação para Alimentos para Bebês), o tema proposto em 2019 encoraja a amamentação e dialoga com a evolução dos modelos familiares. “O tema deste ano tem a ver com aprendizado e apoio dos diferentes setores para as famílias que estão amamentando. Quanto mais informações, conhecimento e apoio para os familiares, mais empoderados eles ficam em relação à amamentação. Tanto o sucesso como o fracasso do aleitamento não é só de responsabilidade da mãe”, defende.

Os grupos e organizações de cada cidade conversam entre si, juntamente com o Ministério da Saúde, para combinar ações de âmbito nacional, como o “Mamaço”, evento em que mães em vários lugares do Brasil se reúnem para amamentar e trocar idéias e experiências. “O tema de 2019 vem ao encontro de uma necessidade antiga, pois o aleitamento existe como algo instintivo quando, na verdade, ele demanda aprendizado pela mãe, pelo bebê e até pela própria família. Não é fácil. Por isso, a mãe precisa se sentir apoiada, acolhida e empoderada”, explica Lilian Pimenta, coordenadora do Programa de Aleitamento Materno de Ribeirão Preto (SP).

Fonte: Revista Crescer


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A fertilização in vitro (FIV), conhecida como o método do “bebê de proveta”, é um procedimento considerado de alta complexidade, mas bastante seguro e eficiente

Conhecida como o método do “bebê de proveta”, a FIV é um procedimento considerado de alta complexidade, mas bastante seguro e eficiente. É o médico especialista quem deve escolher a técnica de auxílio a ser utilizada no caso de casais com problemas para engravidar. Para chegar ao diagnóstico e ao melhor tratamento, pedirá uma série de exames, que vão mostrar ao especialista a gravidade do caso.

Explicamos passo a passo sobre como é a técnica de fertilização:

1) Os exames

O tratamento se inicia com os exames para o diagnóstico da infertilidade. Depois de analisar os resultados, o médico vai constatar se de fato o melhor caminho para o casal é o procedimento de fertilização. Primeiramente, ela vai à clínica para ser submetida a uma ultrassonografia. Durante o exame, o médico vai identificar se tudo está em ordem com o útero, as trompas e os ovários.

2) Medicação 

Feita a ultrassonografia, a paciente é submetida à medicação. A estimulação ovariana é feita diariamente por meio de injeções subcutâneas. Em média, são de oito a nove dias de medicação. Paralelamente, a cada três ou quatro dias, são feitas ultrassonografias para medir o número e tamanho dos folículos e quando estiverem maduros é feita a retirada dos óvulos. Em seguida, a paciente é medicada para obter completa maturação do óvulo e a coleta do óvulo é feita 36 horas após a tomada deste medicamento.

3) Retirada dos óvulos

Para retirar os óvulos da paciente, ela é submetida a uma punção. Antes do procedimento, ela será sedada com um anestésico para que não sinta a leve picada da agulha da punção. Depois de retirado os óvulos, eles vão para as mãos do biólogo e para a fertilização no laboratório. A paciente fica de repouso por aproximadamente 30 minutos até passar o efeito anestésico.

4) Os espermatozóides

O marido vai até a clínica para fazer a coleta dos espermatozoides. Após a coleta, o sêmen passa por um processo de “limpeza” e é feita a seleção dos melhores espermatozoides.

5) Fecundação

Quando a fertilização in vitro é a da modalidade “clássica” (a mais comum), depois de colhido os óvulos e os espermatozoides, o biólogo coloca ambos em um mesmo espaço e espera que um dos espermatozoides selecionados alcance o óvulo. No caso na FIV por inseção introplásmatica, o espermatozoide é colocado diretamente dentro do óvulo pelo biólogo. Feita a fecundação, o biólogo observa diariamente a evolução dos embriões.

6) Transferência dos embriões

De acordo com o especialista, os embriões são transferidos para o útero da mulher cinco dias após a retirada dos óvulos. Os embriões são transferidos por meio de um cateter que é inserido no colo do útero da mulher. Uma resolução de 2010 do Conselho Federal de Medicina determina o número máximo de embriões que podem ser transferidos: dois, para mulheres com até 35 anos; três, para mulheres entre 36 e 39 anos; e quatro, para aquelas com 40 anos ou mais.

7) O teste de gravidez

Depois de cerca de 12 dias da transferência dos embriões para o útero, a paciente retorna à clínica para fazer um exame de sangue que vai constatar se ela está grávida ou não. Caso a gravidez seja diagnosticada, uma semana após o teste a mulher vai fazer uma ultrassonografia para uma segunda confirmação. Daí em diante, fará todo o acompanhamento médico previsto em uma gravidez normal.

Fonte: Portal Terra