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O inverno está chegando e, apesar da parte gostosa de sentar para ver um filme debaixo das cobertas, precisamos ficar atentos ao aumento de casos de doenças respiratórias nessa época do ano. Isso acontece porque nesse período as pessoas costumam se aglomerar em espaços fechados, o que facilita a circulação de vírus e bactérias que podem causar gripe e resfriados.

É nessa hora que a limpeza e a hidratação entram como hábitos superpoderosos. A limpeza remove as impurezas do nariz, enquanto a hidratação umidifica a mucosa. Maura Neves, filha de Manuel e Maria Lucia e otorrinolaringologista do Hospital Universitário da USP, explica como a prática pode ajudar a sua família: “A principal porta de entrada dos agentes infecciosos é o nariz. Quando realizamos a limpeza, o soro remove esses agentes de maneira mecânica e reduz o tempo de contato dos agressores com a mucosa nasal”. Ela também esclarece que esse hábito ajuda os mecanismos de defesa do nosso organismo e diminui a ocorrência de infecções e crises de alergia.

A limpeza nasal diária, aliada à hidratação, é eficaz tanto na prevenção, quanto no tratamento das doenças. Segundo a médica, seus filhos podem (e devem) realizar a limpeza nasal também! “Crianças de 1 a 3 anos, por exemplo, podem apresentar até 11 infecções respiratórias ao ano”, aponta.

Dra. Maura afirma que o hábito contínuo da limpeza é muito mais do que recomendado, principalmente nas crianças que passam bastante tempo na escola, em ambientes fechados e com muita gente. “Para prevenir qualquer sintoma, o ideal é realizar a limpeza nasal diária nas crianças de 2 a 3 vezes por dia. Mas, em crises de rinite ou resfriados, devemos aumentar para 4 a 6 vezes ao dia”, afirma. Para complementar o cuidado diário, a hidratação nasal, realizada com solução salina em gel, umidifica a mucosa do nariz por mais tempo e ajuda a manter tudo funcionando direitinho.

Ou seja, você já sabe: não precisa esperar os vírus e as bactérias baterem na sua porta para inserir esse hábito no dia a dia da sua família. Comece a se preparar para receber o frio o quanto antes!

Fonte: Revista Pais e Filhos


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Lá o seu filho corre, brinca, pula, dá risada, se diverte… A escola de educação infantil tem bastante brincadeira mesmo, o que é incrível. Mas não é só isso. Ela é muito importante – até mais que a universidade, acredite! Acha exagero ou está se perguntando o porquê? Essa fase escolar, que atende a crianças de 0 a 6 anos, acontece na primeira infância, um período riquíssimo para o desenvolvimento humano. Cada nova experiência que elas encaram naquele ambiente traz uma série de descobertas diárias.

“Como sabemos pela ciência, a arquitetura do cérebro se forma nos primeiros anos de vida. É por isso que o trabalho educacional é extremamente importante e ajuda a definir o futuro desenvolvimento da criança. Na escola, ela ganha habilidades, conhecimento, sensibilidade, valores, capacidade de percepção e de relacionamento”, explica o sociólogo Cesar Callegari, diretor da Faculdade Sesi-SP de Educação.

Por mais que as atividades e os jogos propostos pelos professores pareçam despretensiosos, eles trazem várias lições que são levadas por toda a vida. Provas científicas para comprovar tudo isso não faltam, como um estudo recente realizado com 1 milhão de crianças no estado da Carolina do Norte (EUA). Segundo a pesquisa, alunos que tiveram uma boa educação infantil precisam de menos reforço escolar e apresentam melhor desempenho no ensino fundamental.

Em Harvard (EUA), cientistas já apontaram que, quanto mais a criança se desenvolve na escola nessa fase da vida, maiores são as chances de chegar ao ensino superior e ganhar bons salários quando adulta. Se desenvolver bem na educação infantil, porém, não é sinônimo de utilizar apostilas, fazer provas e ter infindáveis deveres de casa. Muito pelo contrário: o aluno deve brincar e se relacionar para aprender.

Fonte: Revista Crescer


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Disciplinar com empatia é a chave para contornar os momentos explosivos das crianças, fazendo-as ter desejo de mostrar seu melhor aos pais, segundo estudo

Ao sermos desafiados por nossos filhos é difícil não perder a cabeça e cair na tentação de responder as provocações à altura. No entanto, fazer o caminho inverso, ou seja, demonstrar uma dose extra de amor e tranquilizá-los nos momentos de fúria funciona mais do que as medidas corretivas. Foi o que demonstrou uma análise de mais de 150 estudos, que envolveu mais de 15 mil famílias de 20 países, publicada na revista Child Development.

No estudo, as respostas dos pais de crianças entre 2 a 10 anos com comportamento explosivo, foram definidas em duas categorias: o que tinham como objetivo “melhorar” o relacionamento (sendo mais sensível às necessidades da criança, por exemplo), ou “administrar” o comportamento (com disciplina por mau comportamento e/ou elogios ao comportamento positivo).

A pesquisa mostrou que quando esses dois comportamentos eram aliados, ou seja, quando os pais disciplinavam as crianças levando em conta a empatia, e respeitando as necessidades dos filhos, as crianças, especialmente as que já demonstravam sinais de explosão, tinham comportamentos melhores. O professor sênior de ciências sociais e saúde da Universidade de Cardiff, no Reino Unido, G.J. Melendez-Torres, que foi co-autor do estudo, diz que “para as crianças que já desenvolveram um comportamento severamente perturbador, associar a construção de relacionamentos ao gerenciamento do comportamento é fundamental para reduzir esses problemas.”

Na prática isso significa mostrar ao seu filho que você o compreende, mas que as ações dele têm consequências, sempre se colocando em seu lugar, em vez de competir com ele, seja no tom de voz ou no nível de desgaste emocional. É como se você enxergasse o seu filho além daquela raiva ou estresse momentâneo, reduzindo assim o potencial daquele comportamento negativo.

A psicoterapeuta Mônica Pessanha, mestre em psicologia clínica pela PUC/SP, e professora de psicanalise infantil no Instituto Cinco de Desenvolvimento Humano (SP), está acostumada a lidar com esse tipo de situação e concorda com o estudo. Segundo ela, chamar a atenção da criança com amor é uma estratégia que a torna mais receptiva, já que percebe que é amada. “Por isso, quando um ‘não’ ou uma correção é feita carregada de empatia o resultado sempre será melhor, já que ela se sentirá respeitada. Consequentemente, passará a ter o desejo de sempre mostrar seu melhor para os pais”, diz.

Fonte: Revista Crescer


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Ela e Justin Timberlake tinham programado um “sereno parto normal” quando a atriz precisou ser transferida para o hospital e passar por uma cirurgia

Muitos casais programam os menores detalhes para o nascimento dos filhos, mas, quando os planos do bebê são outros, não há muito o que fazer. Essa situação pode acabar trazendo uma sensação de impotência para os pais. Foi o caso da atriz norte-americana Jessica Biel, que precisou passar por uma cesárea de emergência para dar à luz o filho Silas.

Quase 3 anos depois, a estrela compartilhou os planos que tinha traçado junto do marido, o astro pop Justin Timberlake. “Tínhamos duas parteiras, uma doula, uma aula de meditação, uma tonelada de livros infantis hippies e uma linda casa em Hollywood Hills que havíamos transformado em uma instalação de treinamento de trabalho de parto que chamamos de O Octágono. Então, não era algo exatamente normal”, conta no livro The Nanny Connie Way: Secrets to Mastering the First Four Months of Parenthood.

Compreensivelmente, o casal ficou abalado por perder esse momento idealizado por tantos meses. “Quando todos os nossos planos desmoronaram e o sereno parto normalque planejamos acabou em uma transferência para o hospital e uma cesária de emergência, chegamos em casa exaustos, desiludidos e totalmente em choque”, conta Jess, que relata que isso se refletiu na maternidade. “Eu fiquei obcecada em dar tudo orgânico, livre de toxinas, homeopático para nosssa criança, que veio ao mundo em uma sala de cirurgia por meio de uma incisão. Eu era uma ditadora, deixando eu e meu marido malucos”.

Foi então que o casal decidiu procurar uma especialista, Connie Simpson. Babá de diversas celebridades, em 30 anos de carreira, ela já cuidou de pelo menos 250 crianças, incluindo os filhos de Emily Blunt, Broke Shields, Jessica Alba e Matt Damon. Agora, ela resolveu dividir seus truques através do livro citado anteriormente. “A babá Connie foi nossa salvação. Ela nos deu as ferramentas que precisávamos para prosperar como pais e fez isso com senso de humor”, admite Jessica Biel.

 


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Foi o que mostrou um estudo feito nos Estados Unidos, após analisarem sentimentos e hábitos de sono de mulheres ao longo do primeiro ano de vida das crianças

Por quanto tempo seu filho dormiu no mesmo quarto (ou na mesma cama) que você? Um estudo publicado em fevereiro deste ano pela revista Infant and Child Development mostrou que mães que compartilham o quarto com as crianças têm mais chances de se sentirem julgadas e deprimidas.

Para chegar à conclusão, os especialistas da Penn Satate University, nos Estados Unidos, analisaram os sentimentos e os hábitos de sono de 103 mulheres. Depois de acompanhá-las ao longo de um ano, constataram que – após seis meses – as mães que ainda dormiam no mesmo quarto ou na mesma cama de seus filhos se sentiam até 76% mais deprimidas e até 16% mais julgadas que aquelas que colocavam as crianças para passar a noite em um outro ambiente.

Apesar dos resultados, o artigo não sugere medidas radicais. Douglas Teti, um dos especialistas responsáveis pela publicação, considera que o objetivo do estudo não é julgar se o hábito é bom ou ruim, mas sim alertar sobre a importância de uma rotina de sono que seja positiva para toda a família. “Se num primeiro momento a mulher se sentir mais segura colocando o berço no seu próprio quarto, não tem problema nenhum. É imprescindível que mãe e bebê construam um vínculo, mas é preciso ter cuidado para que esse vínculo não se torne uma dependência”, disse Ângela Bley, doutora em psicologia clínica e chefe do serviço de psicologia do Hospital Pequeno Príncipe (PR).

Cama compartilhada

No caso das crianças que dormem na mesma cama dos pais, a atenção precisa ser ainda maior, já que esse hábito pode causar acidentes, atrapalhar o sono dos adultos e ainda prejudicar o relacionamento a dois.

Vale lembrar que há profissionais que vão por outro caminho e defendem a cama compartilhada. Estudos anteriores já mostraram que mães que dormem com seus bebês conseguem manter a amamentação por um período maior.

“Os estudos mais recentes provam que o risco só é significante em situações específicas. Ou seja, as pessoas têm direito de se organizar para dormir como acharem apropriado, sem ter de sucumbir a normas absurdas”, diz o pediatra espanhol Carlos González.

Ângela Bley também reforça que, antes pensar em formas de solucionar a questão, é preciso considerar a realidade social de cada família. No caso daquelas que não podem oferecer um quarto separado apenas para o bebê, por exemplo, existem outras maneiras de evitar que essa situação leve a problemas de autoestima. Segundo Àngela, o importante é que nesses casos tanto a mãe quanto a criança construam sua autonomia: “É como cortar o cordão umbilical: o bebê não deve ser superprotegido e a mulher precisa ter momentos do dia para se cuidar e aproveitar a própria companhia”.

Fonte: Revista Crescer

 


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De pane na ovulação à falta de espermatozóides; tem solução para tudo

A mulher tanto lutou que acabou garantindo seu lugar ao sol no mercado de trabalho. Mas, hoje, não basta ter um emprego e ponto. O importante é crescer profissionalmente, estudar cada vez mais, conquistar uma posição sólida com bom retorno financeiro. Isso, claro, leva tempo. Daí que a maternidade tem sido cada vez mais adiada para depois dos 30 anos. E esses são anos preciosos contra o relógio biológico.

Elas estão deixando para engravidar mais tarde, lá pelos 30 ou 35 anos, constata Vilmon de Freitas, ginecologista da Sociedade Brasileira de Reprodução Humana. Adiar ao máximo a maternidade tornou-se uma tendência cada vez mais freqüente na vida da mulher contemporânea, que tem como prioridade a carreira profissional e a estabilidade no relacionamento amoroso antes do projeto de ter um filho, concorda a psicóloga Margareth dos Reis.

O problema é que isso não mudou a fisiologia feminina: ela já nasce com todos os óvulos que serão fecundados e, quanto mais o tempo passa, mais eles envelhecem. Segundo os especialistas, as chances de gravidez por ciclo caem consideravelmente a partir dos 37 anos. Além disso, muitas só deixam para investigar seu potencial de fertilidade depois dos 35, ou quando a gestação custa a acontecer. Aí pode ser tarde demais. A natureza não quer saber das conquistas sociais da mulher e cobra seu preço. Aliás, é nessa idade que começam a aparecer encrencas como a endometriose, miomas e tumores que só dificultam ainda mais o sonho da maternidade.

A verdade é que o número de casais que enfrentam dificuldades para conceber um filho não para de crescer. Esses casos sempre existiram, mas com a divulgação de novos tratamentos eles aparecem mais, acredita Vilmon de Freitas. Além disso, é fato, o homem está menos relutante em procurar ajuda. Acredita-se que a infertilidade atinja entre 15% e 30% dos casais em idade fértil estima-se que 30% dos casos sejam por problemas na mulher, outros 30% no homem e os 40% restantes nos dois.

No topo da lista dos inimigos da maternidade estão os distúrbios hormonais, como a endometriose e os problemas de ovulação. Em seguida, estão as doenças sexualmente transmissíveis, as DSTs. Há também os problemas tipicamente masculinos, como a varicocele, as varizes nos testículos. É que a formação de vasinhos por lá atrapalha a produção de espermatozóides, que perdem em quantidade e qualidade.

Mas os vilões não param por aí: sabe-se também que o estresse é um poderoso inimigo de quem tenta engravidar, pois a descarga de hormônios da tensão interfere na ovulação. O cigarro também prejudica as chances de uma gestação porque ele derruba a irrigação nos ovários. Estudos também mostram que a poluição interfira na qualidade do sêmen. E, por fim, a obesidade e a magreza excessiva também estão por trás das dificuldades em conceber um filho, pois alteram a produção de hormônios e o metabolismo corporal, comprometendo a ovulação e a produção de espermatozoides.

A boa notícia é que hoje há solução para casos até pouco tempo atrás quase impossíveis até mesmo para aqueles casais em que a infertilidade não tem causa aparente. Mas vale lembrar que o casal só deve procurar ajuda depois de um ano de tentativas sem sucesso.

Fonte: Portal Minha Vida


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Alguns acreditam que ficar com as pernas para cima após o sexo ou transar em certas posições ajuda a engravidar, mas isso faz sentido?

Tanto para mulheres que querem engravidar quanto para aquelas que ocasionalmente sentem um medinho de passar por uma gravidez fora de hora, é natural pesquisar sobre o assunto. Nessa hora, porém, muita gente recorre exclusivamente à internet, onde há muitas informações falsas sobre esse e outros assuntos relacionados a sexo e contracepção. A ginecologista Mariana Maldonado listou oito mitos sobre sobre o assunto. Confira:

1. Quando faz sexo menstruada, a mulher pode engravidar?

De acordo com a ginecologista, ter uma relação sexual sem camisinha durante o período menstrual pode, sim, resultar em uma gravidez, mas tudo depende do momento em que ela aconteceu. Mariana afirma que, apesar de haver algumas exceções, é praticamente impossível engravidar após transar durante os primeiros dias da menstruação, mas, segundo ela, as chances aumentam quando a relação ocorre durante os últimos dias do período menstrual.

Isso ocorre porque, segundo a médica, os espermatozoides são capazes de sobreviver no corpo da mulher por até três dias. Se ela faz sexo sem proteção no fim do período menstrual – e há ejaculação dentro do canal vaginal – pode ser que os espermatozoides “durem” até a mulher estar no período fértil, possibilitando uma fecundação. Apesar de as chances serem pequenas, a especialista afirma que o melhor para evitar surpresas é recorrer à boa e velha camisinha.

  1. Usar duas camisinhas ao mesmo tempo significa proteção em dobro?

Jamais! Utilizar dos preservativos ao mesmo tempo – sejam eles dois masculinos ou um masculino e um feminino – não só é ineficaz como também atua contra a proteção. Isso acontece porque a fricção entre as duas camisinhas aumenta as chances de elas se romperem e deixarem o casal na mão. Segundo Mariana, se a pessoa não se sente segura utilizando apenas o preservativo, o ideal é combiná-lo a outro método contraceptivo.

  1. Existe alguma posição sexual que facilita a fecundação?

Este talvez seja um dos maiores mitos em que as pessoas acreditam quando estão tentando engravidar (ou fugir de uma gravidez indesejada). Há quem diga que algumas posições sexuais favorecem a “viagem” dos espermatozoides até o óvulo, mas, de acordo com a ginecologista, se houve uma ejaculação dentro do canal vaginal, as chances de o espermatozóide fecundar o óvulo são as mesmas em qualquer posição sexual que o casal escolha.

  1. Transar em pé dificulta a fecundação?

Da mesma forma que posição sexual alguma é capaz de facilitar a fecuntação, nenhuma delas é capaz de reduzir as chances de haver uma gravidez quando o casal faz sexo sem utilizar algum método contraceptivo. Há quem diga que, quando se transa em pé, a gravidade dificulta a chegada dos espermatozoides ao óvulo, mas a ginecologista nega que isso aconteça, já que, além de eles se movimentarem de forma independente à posição do corpo, ainda são capazes de viver por um tempo dentro dele (e ninguém fica três dias em pé, não é mesmo?).

  1. Ficar com as pernas para cima após o sexo ajuda a engravidar?

Uma das coisas que mulheres que estão tentando engravidar mais ouvem por aí é que, após o sexo, elas devem permanecer alguns minutos deitadas com as pernas erguidas para não haver “desperdício de esperma”. Essa dica divide a opinião de especialistas, mas o “método” nunca chegou a ser cientificamente comprovado.

  1. A posição em que o casal transa pode ditar o sexo do bebê?

Da mesma forma que a posição sexual não influencia na possibilidade de a mulher ficar ou não grávida, Mariana explica que ela não tem nada a ver com o sexo do bebê. Segundo ela, muita gente indica posições e épocas específicas para quem quer ter o bebê de um sexo ou de outro, mas as chances de o embrião dar origem a um menino ou uma menina são as mesmas e não há nada que se possa fazer durante o sexo para determinar isso.

  1. O líquido que sai do pênis antes da ejaculação também engravida?

Isso é algo que deixa muita gente na dúvida, principalmente os adeptos do coito interrompido como único “método contraceptivo”. Antes de ejacular, o pênis expele um líquido transparente que muita gente acredita não ser capaz de engravidar, mas Mariana discorda. “Por mais que ele tenha uma quantidade menor de espermatozoides, ele pode engravidar”, afirma.

Segundo a ginecologista, esse é um dos muitos motivos pelos quais não é seguro confiar apenas em interromper a penetração antes que haja a ejaculação para prevenir uma gravidez. Ela afirma que, além de exigir muito autocontrole (e bom senso) da parte do homem, não há como garantir que os espermatozoides só estarão presentes no momento em que ele gozar.

  1. O nível de excitação do casal influência nas chances de haver fecundação?

É claro que quando as pessoas estão com a libido alta e excitadas, é provável que façam sexo com mais frequência, algo essencial para quem planeja engravidar. O fato de o casal estar com mais vontade de fazer sexo, porém, não influencia nas chances de a gravidez acontecer. “O nível de excitação não se relaciona com a reprodução, só com o nível de prazer que você vai sentir durante a relação”, explica a ginecologista.

O que realmente ajuda

Com relação ao sexo, é importante que o casal que quer ter um filho deixe de lado os métodos contraceptivos e tenha relações sexuais frequentes. É importante também prestar atenção em outros fatores, como o estado psicológico os parceiros, a alimentação, a idade e os medicamentos que eles tomam, buscando sempre tirar as dúvidas com um especialista que pode orientá-los sobre como se preparar melhor.

De acordo com o ginecologista Renato de Oliveira, a probabilidade de uma mulher sexualmente ativa engravidar em um ano sem usar qualquer tipo de contraceptivo é de 85%. Se a gravidez não ocorrer nesse período, nada de buscar dicas mirabolantes; segundo o especialista, essa é a hora de consultar um médico para avaliar melhor a situação.

Fonte: Portal Alô News


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Números apontam que a quantidade de horas que os pais passam com as crianças triplicou

Uma pesquisa realizada pela Boston College, dos Estados Unidos, mostrou que existe uma nova geração de pais cada vez mais participativa nos cuidados com os filhos. Durante seis anos, pesquisadores realizaram uma série de estudos para acompanhar as mudanças no perfil dos homens. Eles constataram que esses “novos pais” levam em consideração o quanto uma nova carreira pode interferir nos cuidados com as crianças e o quanto de tempo eles terão para ficar com os filhos.

Os dados apontam também que eles passam mais tempo cuidando de seus descendentes: dando banho, vestindo, alimentando, ajudando com a lição de casa. Os números apontam que, nas últimas décadas, a quantidade de horas que os pais passam com as crianças triplicou.

A ideia dos pesquisadores ao reunir todos esses estudos era mostrar como a visão que a sociedade tem sobre o papel dos pais está desatualizada e como a opinião e a participação  deles ainda é subestimada.

Essa nova leva de homens, que sai de casa e tem filhos mais tarde do que seus próprios pais o fizeram, também sabe que suas parceiras terão uma carreira e precisarão ajudar nas despesas da casa. Segundo dados do estudo global EY de 2015, a geração Y tem o dobro de chance de ter uma esposa/parceira trabalhando pelo menos 8 horas por dia (78%), em comparação à geração anterior, dos boomer’s (47%). Em um estudo de 2011, 94% dos mil homens entrevistados concordaram totalmente que “ao considerar a possibilidade de um novo emprego, levariam em conta o quanto esse trabalho interferiria no cuidado com os filhos”.

Fonte: Revista Crescer


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Quando você acaba de ser mãe, está cansada, já alimentou seu filho várias vezes e finalmente o colocou pra dormir. Agora é sua hora de deitar, você se joga na cama e alguns minutos depois escuta o choro vindo do berço novamente. Você pensa que não consegue fazer isso, mas vai lá e faz. Se você está passando por esse momento, separamos oito aulas que seu filho está te dando e você mal imagina:

  1. Confie nos seus instintos

Nós sabemos que você lê os guias do bebê para cada pequena coisa, mas chegará um momento que você tem que parar e ouvir seu intestino interno de mãe. Quando você acha que não entende o que seu recém-nascido precisa, você começará a decifrar seus gritos e saberá o que fazer. Apenas continue confiando em seus instintos. Seu bebê é uma parte de você, ele irá te mostrar o que ele precisa.

  1. Solte as expectativas

As coisas podem não ter ido de acordo com seus melhores planos e está tudo bem com isso! Agora seu bebê está te ensinando a parar de tentar ser perfeito e simplesmente ser. Ele quer que você abaixe suas expectativas. Você é tudo o que ele quer e precisa.

 

  1. Esteja preparado

Após seu bebê ter sua primeira explosão de cocô em público você vai perceber que deve estar preparado sempre com lencinhos umedecidos, fraldas, troca de roupa e paninhos.

  1. O significado da vida

No momento em que você se torna mãe, algo quase espiritual acontece e você é despertado. De repente você percebe que esse pequeno ser humano que você recebeu para amar e criar é o significado de sua vida. Enquanto tudo o que você já fez antes de chegar às coisas, nada lhe importará tanto quanto ele.

  1. Está certo chorar

A melhor maneira como seu bebê sabe se comunicar com você é através do choro. Ele não quer que você fique chateado quando ele parece ser infeliz, então tente aprender a ler seus gritos. Ele está lhe dizendo algo. Ele está te ensinando que está certo chorar um pouco. Chorar limpa e, às vezes, todos nós precisamos de um pequeno soluço para liberar o que está dentro de nós.

  1. Você é altruísta

Agora você está vivendo todos os dias para o seu recém-nascido e, enquanto tudo que acontece é cansativo, também é muito bonito. Seu bebê lhe ensinou altruísmo. Mas não se preocupe, enquanto ele cresce, você começará a lembrar seus próprios desejos e necessidades de novo, mas você terá uma perspectiva sobre isso.

  1. Um sorriso é o melhor “obrigado”

No momento em que seu recém-nascido sorri pra você pela primeira vez também é o momento em que você o perdoa pelas noites sem dormir, o estresse emocional que ele causou e as estrias. Essa bela tentativa de um sorriso é toda a “obrigada mãe por tudo o que você faz por mim” que você precisa.

  1. Você está vivendo uma vida maravilhosa

À medida que você acaricia seu pé e admira seus pequenos dedos, uma sensação de maravilha irá se lavar sobre você. Como você criou algo tão perfeito e bonito? Felizmente, a melhor parte sobre a maternidade é a maravilha que você sente nesse momento. Você está vivendo uma vida maravilhosa agora por causa dele.

Fonte: Revista Pais e Filhos


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A relação entre ter um pet e se tornar vegetariano é defendida por uma psicóloga americana

Quem tem um animal de estimação é mais sensível ao tema “carnívoros X vegetarianos”? Para Sidney Heiss, psicóloga americana, a resposta é sim. Ela aplicou questões sobre a vida com um pet na infância e hábitos atuais de alimentação a 325 jovens adultos. O resultado é que os indivíduos que cresceram em torno de uma maior variedade de animais de estimação se mostraram mais propensos a evitar a carne na idade adulta.

“A exposição a diferentes bichos de estimação na infância leva a maior restrição de produtos de origem animal na dieta por meio de atitudes mais positivas em relação aos bichos, e uma oposição moral à exploração deles”, concluiu a pesquisadora da State University of New York.

Fonte: Revista Crescer