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A calvície é um mal que afeta a vida de dois em cada cinco homens com menos de 35 anos e nem sempre o tratamento clínico, por meio do uso de medicamentos, surte efeitos satisfatórios. A queda de cabelo pode causar sérios transtornos para alguns homens, diminuindo a autoestima e provocando distúrbios graves, como a depressão.

Os resultados de uma nova pesquisa divulgada em Indianápolis e desenvolvida com células-tronco de camundongos têm gerado grande expectativa de ser um novo e eficaz tratamento para o restabelecimento da saúde capilar.

Os pesquisadores norte-americanos estavam trabalhando no desenvolvimento de tecidos de pele, utilizando camundongos como cobaias. Até que, em certo ponto, ao estimular diretamente as células-tronco dos camundongos, os cientistas perceberam a formação de novas camadas de pele. A pele desenvolvida em laboratório mostrou-se capaz de produzir folículos pilosos, resultando no crescimento saudável dos pelos dos animais em partes do corpo que antes não produziam pelos.

O entusiasmo dos cientistas é justificado pelo fato de que o tecido da pele desenvolvido em laboratório é muito mais parecido com o couro cabeludo do que qualquer experimento já realizado. O resultado possibilita o uso de seus princípios em tratamentos experimentais para combater a calvície.

Fonte: Revista Exame


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Crianças de 1 até 5 anos podem ser vacinadas mesmo se já tomaram a vacina anteriormente

A campanha nacional de vacinação contra poliomielite e sarampo começou nesta segunda-feira (6) e vai até o dia 31 de agosto. Crianças entre 1 e 5 anos podem ser levadas ao posto de saúde para receber vacina, independente se já tomaram o imunizante ou não — com exceção para quem tomou a vacina mais recentemente, nos últimos 30 dias.

O Ministério da Saúde espera vacinar 11,2 milhões de crianças e a meta é chegar a pelo menos 95% delas. A campanha tem por objetivos:

Vacinar quem nunca tomou a vacina;

Completar todo o esquema de vacinação de quem não tomou todas as vacinas;

Dar uma dose de reforço para quem já se vacinou completamente (ou seja, tomou todas as doses necessárias à proteção).

A campanha nacional vai até o final do mês e trata-se de uma campanha de mobilização, já que a vacina contra o sarampo fica disponível o ano inteiro nos postos de saúde. No dia 18 de agosto, acontecerá o Dia D de mobilização, quando os mais de 36 mil postos de vacinação no país estarão abertos ofertando as vacinas.

Esse tipo de campanha que inclui o reforço da dose, informa o Ministério da Saúde, acontece de quatro em quatro anos e já estava prevista no orçamento da pasta. Esse ano, no entanto, a campanha é ainda mais importante dada à volta da circulação do sarampo no território brasileiro e a ameaça da poliomielite.

“A cobertura vacinal elevada faz a doença desaparecer. E é por isso que devemos continuar vacinando nossos filhos, para manter essas doenças longe do Brasil”, disse Gilberto Occhi, ministro da Saúde, em nota.

O Brasil tem 822 casos confirmados de sarampo em 2018. Já em relação à paralisia infantil, trata-se de uma precaução, já que 312 cidades estão abaixo da meta preconizada para o controle da doença e um caso foi registrado na Venezuela em junho. Não há, contudo, casos de paralisia infantil no Brasil.

O ministério informou que para a poliomielite, as crianças que não tomaram nenhuma dose durante a vida, receberão a Vacina Inativada Poliomielite. Já os que já tiverem tomado uma ou mais doses da vacina, receberão a Vacina Oral Poliomielite, a famosa “gotinha”.

Em relação ao sarampo, todas as crianças receberão uma dose da vacina Tríplice Viral (que também protege contra caxumba e rubéola), seja qual for a situação vacinal, desde que não tenham sido vacinadas nos últimos trinta dias.

Fonte: Portal G1


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Cientistas da Universidade de São Paulo (USP) desenvolveram uma terapia pioneira para tratar diabete tipo 1 sem insulina e foi constatado que a técnica também impede sequelas graves da doença por um tempo ainda indeterminado. O método combina quimioterapia e o transplante de células-tronco e já era conhecido mundialmente por ter livrado grande parte dos pacientes das injeções por mais de dez anos – um feito sem precedentes.

No novo estudo, os pesquisadores dizem que o tratamento também reduziu a zero complicações como cegueira, insuficiência renal e amputação. O diabete tipo 1 é uma doença autoimune que leva o sistema imunológico a atacar o pâncreas do paciente, destruindo as células beta, que produzem insulina – hormônio responsável pelo controle do glicose – um tipo de açúcar – no sangue.

O novo estudo, coordenado pelo endocrinologista Carlos Barra Couri, pesquisador da Unidade de Terapia Celular do Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto, foi publicado na revista científica internacional Frontiers. “Com esse tratamento, conseguimos suspender a insulina de pessoas com diabete tipo 1, algo que ninguém imaginava ser possível. Mas ainda não havia sido feita uma comparação da evolução dos nossos pacientes com um grande número de diabéticos que fazem o tratamento convencional. Foi esse o objetivo do novo estudo.”

Dos 25 pacientes tratados com células-tronco entre 2003 e 2011, 21 pararam de usar insulina por um período que variou de 6 meses a 11 anos. Dois deles permanecem até hoje sem precisar das injeções.

“Nesse período de oito anos, é claro que nenhum dos pacientes que fazem tratamento convencional deixou de tomar insulina diariamente. Mas a comparação que realmente nos chamou a atenção é que 25% dos pacientes que receberam o tratamento convencional tiveram sequelas que vão da cegueira à amputação, o que não ocorreu com nenhum dos pacientes que fizeram o transplante de células-tronco”, afirmou Couri.

Segundo o cientista, o resultado revela um enorme impacto positivo na qualidade de vida dos pacientes submetidos ao transplante de células-tronco – mesmo entre os que voltaram a tomar insulina algum tempo depois do transplante. “A maioria dos que voltaram a usar precisam de apenas uma injeção diária, em vez das três ou quatro que precisariam tomar se não tivessem feito o tratamento – o que já é importante na qualidade de vida. Mas o principal é que todos os transplantados ficaram livres de sequelas graves – e é isso o que queremos para o paciente. Eu diria que parar de usar insulina é um bônus”.

Fonte: Estadão


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Segundo relatório da International Agency for Research on Cancer (IARC), são diagnosticados aproximadamente 300 mil casos de câncer em crianças e em adolescentes até 19 anos em todo o mundo.

No Brasil, segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), a estimativa é de 12.500 casos novos por ano, sendo a primeira causa de morte por doença na população desta faixa etária. Os tumores mais frequentes na infância e na adolescência são as leucemias (que afetam os glóbulos brancos), os do sistema nervoso central e os linfomas (sistema linfático). Neuroblastoma (tumor de células do sistema nervoso periférico, frequentemente de localização abdominal), tumor de Wilms (tipo de tumor renal), retinoblastoma (afeta a retina, fundo do olho), tumor germinativo (das células que vão dar origem aos ovários ou aos testículos), osteossarcoma (tumor ósseo) e sarcomas (tumores de partes moles), também são frequentes nessa faixa etária.

O câncer infantil é diferente do câncer adulto, por isso exige tratamento específico e quanto mais cedo for diagnosticado e iniciado o tratamento adequado, melhores são as perspectivas de tratamento e cura

Fonte: Ward E, DeSantis C, Robbins A, Kohler B, Jemal A Childhood and Adolescent Cancer Statistics, 2014 CA Cancer J Clin.


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As agulhas podem ser um complemento para as mulheres que querem engravidar

Até 20% do casais enfrentam dificuldades para engravidar, especialmente para as mulheres com mais de 35 anos. Existem inúmeros tratamentos que ajudam a estimular a gravidez e um deles pode até soar estranho para muita gente: a acupuntura.

Além da idade, existem outros fatores que prejudicam a fertilização: obesidade, distúrbios hormonais, doenças ginecológicas, genética, estresse, além de uso prolongado de anticoncepcional. Com a técnica chinesa da aplicação de agulhas em pontos específicos do corpo, é possível reverter alguns desses problemas.

Segundo a fisioterapeuta dermatofuncional Andressa Moraes, a acupuntura pode ser um tratamento isolado para ajudar na gravidez, mas também um complemento no caso de fertilização. “A acupuntura auxilia a fertilização como uma terapia complementar, ela ajuda a fortalecer o sistema reprodutor da paciente e, também, colabora na redução do estresse, uma das causas da infertilidade, favorecendo o relaxamento”, diz a especialista.

Dentre os diversos benefícios das agulhas para a fertilidade, destaque para o estímulo do sistema nervoso central, estabilizando os níveis hormonais, aumentando a circulação sanguínea nos órgãos do aparelho reprodutor e, assim, melhorando e regulando o ciclo ovulatório feminino, conforme a fisioterapeuta.

Andressa Moraes lembra que os tratamentos contra a infertilidade costumam ser bastante estressantes, pois demandam muitos processos, além da ansiedade natural da mulher. Por isso, a terapia com acupuntura é eficaz, proporcionando maior tranquilidade à paciente.

A recomendação da especialista é que o tratamento com as agulhas se inicie antes do processo de fertilização, para melhorar o estado geral da mulher, sempre com o acompanhamento médico. O tratamento pode ser realizado com duas sessões semanais.

Fonte: Revista O Encontro


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O vínculo criado entre os pais e o pediatra torna-se primordial durante toda fase da infância

Mais do que um médico, o pediatra é um parceiro no desenvolvimento da vida da criança e do adolescente. É com ele que os pais contam para se sentirem acolhidos em suas dúvidas e anseios, desde os primeiros momentos da vida de seus filhos.

A orientação pediátrica é importante para cuidar da saúde em todos os seus aspectos: alimentação, comportamento, doenças e, sobretudo, prevenção. Por isso, as consultas servem para identificar quais os riscos que a criança poderá ter e tratar eventuais problemas desde cedo e é certo que o vínculo criado entre os pais e o especialista torna-se primordial durante toda fase da infância, portanto, é fundamental que ele se baseie em valores como o respeito, a confiança e a transparência.

Além disso, juntos, eles se dedicam a cuidar do bem mais precioso da vida do ser humano em qualquer momento da vida: a saúde.

Fonte: Portal Magazine Bendita


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A partir de 6 de agosto, as vacinas contra o sarampo e a poliomielite estarão disponíveis gratuitamente na rede pública para adultos e crianças

A Campanha Nacional de Vacinação contra o sarampo e poliomielite já tem data para começar. De 6 a 31 de agosto, postos de saúde de todo o país farão uma força-tarefa para vacinar a população contra as duas doenças. O “Dia D” acontece no dia 18 (sábado). Segundo o Ministério da Saúde, crianças devem ser levadas ao serviço de saúde mesmo que já tenham sido vacinadas anteriormente.

A primeira dose da vacina deve ser tomada aos 12 meses; a segunda, entre 4 e 6 anos de idade – ou até os 29 anos, caso a pessoa tenha pulado o reforço (confira a caderneta de vacinação). Dos 29 aos 49, a dose é única. A partir dos 50 anos, o Ministério da Saúde considera que a pessoa já foi exposta ao vírus. Se você tem dúvida se está imunizado ou não, os especialistas indicam tomar de novo. Grávidas, quem tem suspeita de estar infectado, crianças com menos de 6 meses e pacientes imunodeprimidos não podem tomar.

A volta do sarampo

O país enfrenta atualmente dois surtos de sarampo: um em Roraima e outro no Amazonas. Até o dia 17 de julho, já haviam sido confirmados 216 e 444 casos nesses estados, respectivamente. Diagnósticos isolados também foram feitos em São Paulo, Rio Grande do Sul e Rondônia. Outros estados, como o Rio de Janeiro, têm casos suspeitos, mas que ainda não foram confirmados.

Em 2016, o país havia sido considerado livre da doença. Segundo o Ministério da Saúde, medidas de controle e prevenção já estão sendo realizadas nos estados com quadros mais críticos, na tentativa de manter o título de eliminação da circulação do vírus do sarampo emitido pela Organização Pan-Americana de Saúde.

O sarampo é uma doença infecciosa causada pelo Morbili vírus e transmitida por meio da tosse ou de espirros de pessoas contaminadas. Os principais sintomas são febre, tosse e manchas pelo corpo. A vacinação é a melhor maneira de proteger seu filho contra a doença. A vacina tríplice viral – que protege contra sarampo, caxumba e rubéola – é oferecida gratuitamente pelo SUS, em esquema de dose única, a partir dos 12 meses de idade.

Fonte: revista Crescer


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Pelo menos uma a cada 10 mulheres sofrem de depressão durante a gestação

Segundo pesquisa do King’s College London, bebês de mulheres que tiveram depressão durante a gravidez são mais sensíveis ao estresse. A gravidez costuma ser associada, no imaginário social, a um período de felicidade e o mar de fotos da “doce espera” costuma inundar as redes sociais reforça essa ideia. Mas a cobrança pelo estado de alegria pode acabar silenciando mulheres que, na verdade, estão lutando contra a depressão. E o sofrimento durante a gestação afeta tanto as mães quanto os bebês, fazendo com que nasçam mais sensíveis ao estresse.

É o que mostra uma pesquisa inédita a que a do Instituto de Psiquiatria e Neurociência do King’s College London, no Reino Unido. Os pesquisadores acompanharam 106 mulheres grávidas a partir da 25ª semana de gestação, sendo que 49 delas foram diagnosticadas com depressão e não tomaram medicamento para tratar a doença.

Elas tiveram amostras de sangue e saliva coletadas, para verificar se apresentavam sintomas clínicos da doença, como inflamações e maior produção de cortisol – hormônio associado à resposta ao estresse. Após os partos, os cientistas monitoraram tanto o comportamento dos bebês quanto a liberação de cortisol. Os testes foram feitos aos seis dias de vida, aos oito meses e aos 12 meses.

A primeira descoberta foi que o período de gestação das mulheres com depressão é mais curto. Do grupo observado, as grávidas com depressão tiveram os filhos, em média, oito dias antes das que não tinham a doença. Mas o que mais impressionou foi o efeito do sofrimento neonatal nos bebês.

Bebês mais sensíveis

Os bebês de mães que tiveram depressão durante a gravidez se mostraram mais hiperativos, chorosos e produziram cortisol em circunstâncias que as demais crianças encararam com normalidade. Essa diferença no comportamento foi verificada até em bebês com menos de uma semana de vida.

Os bebês de mães que tiveram depressão durante a gravidez se mostraram mais hiperativos, chorosos e produziram cortisol em circunstâncias que as demais crianças encararam com normalidade

Aos dois meses, os bebês tiveram as salivas coletadas para medir o nível de cortisol. Quando eles completaram um ano e tomaram a primeira vacina, pesquisadores novamente coletaram saliva, para comparar com a amostra anterior.

Descobriram que as crianças de mulheres que tiveram depressão neonatal liberaram muito mais cortisol que as demais após a vacina. Ou seja, esses bebês se estressaram muito mais que os outros diante da experiência da primeira injeção.

Fonte: Instituto de Psiquiatria e Neurociência do King’s College London

Portal G1


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Pesquisas apontam que tanto mulheres quanto homens estão sujeitos a quedas nos níveis de fertilidade, mesmo que o consumo seja moderado

Não é novidade que o consumo de álcool está diretamente associado a diversas doenças graves como infarto, hepatite e cirrose. No entanto, pesquisas revelam que a ingestão de bebidas alcoólicas também pode causar problemas de fertilidade, tanto em homens quanto em mulheres.

Estudo publicado na revista British Medical Journal revelou que o consumo de álcool, mesmo se ingerido com moderação, reduz a taxa de fertilidade. Durante seis meses, pesquisadores avaliaram 430 casais dinamarqueses com idade entre 20 e 35 anos que desejavam engravidar pela primeira vez. Após o ajuste matemático para outras variáveis (cigarro, peso, concentração de esperma no parceiro, doenças nos órgãos reprodutores femininos), verificou-se que mulheres com ingestão semanal de 1 a 5 drinques tiveram uma chance de engravidar 39% menor e mulheres com ingestões acima de 10 drinques por semana tiveram uma chance de engravidar 66% menor.

Outro estudo dinamarquês, elaborado pela University Southern Denmark, mostrou que o álcool também influencia na qualidade e quantidade do sêmen. A pesquisa analisou amostras de mais de 1.200 homens entre 18 e 28 anos. Os que consumiram 40 latas de cerveja durante a semana que antecedeu os testes – em comparação aos que beberam entre uma e cinco latas – tiveram a contagem de esperma reduzida em 33% e uma queda de 51% na qualidade do material.

Segundo o ginecologista responsável pela área de reprodução humana da Criogênesis, Renato de Oliveira, nos homens, o consumo recente de álcool reduz os níveis da globulina transportadora de esteroides sexuais e aumento os níveis de testosterona. Porém, a ação sobre a formação dos espermatozoides (espermatogênese) poderia ser resultado da ação direta do álcool ou relacionar-se com o estilo de vida e comportamento em relação à saúde de pessoas que estão acostumadas ao alcoolismo. Além disso, o álcool também pode afetar o desejo sexual e alterar a qualidade da relação”, explica. Já nas mulheres, o especialista ressalta que o álcool pode afetar a produção hormonal feminina, as características sexuais, suspender a ovulação ou a qualidade dos oócitos (gametas femininos). “Além disso, é importante citar que as taxas de fertilidade das mulheres que abusam do álcool também ficam comprometidas. Mulheres jovens alcoólatras podem ter chances de gravidez equiparadas as chances de uma mulher com mais idade e, no caso de gravidez, há riscos para o filho como a síndrome do alcoolismo fetal”, explica o especialista.


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Especialista explica as principais questões sobre a prática

Menopausa, é o fim da fase reprodutiva da mulher que acontece entre 45 e 55 anos. As ondas de calor, suores noturnos, menstruação irregular, ansiedade ou depressão são decorrente da queda dos hormônios produzidos em doses adequadas pelos ovários no organismo. “Neste cenário, a terapia hormonal possibilita uma melhora dos sintomas. A escolha do método hormonal, dose e via de administração depende da necessidade e indicação para cada caso”, explica Renato de Oliveira, ginecologista responsável pela área de reprodução humana da Criogênesis.

Apesar da relevância do tema, existem ainda muitas dúvidas e receios em relação a reposição hormonal. Abaixo, o especialista desvenda os principais mitos e verdades sobre o tema.

Todas as mulheres podem fazer reposição hormonal  

Mito. Antes de iniciar o tratamento é fundamental consultar um especialista para diagnosticar doenças e possíveis complicações relacionadas à reposição hormonal. “Pacientes com câncer ou lesão suspeita na mama, acidente vascular cerebral (derrame), trombose, hipertensão arterial grave sem controle, câncer de endométrio, doença hepática grave e sangramento vaginal sem causa estabelecida não devem fazer o tratamento, pois existe aumento do risco de doenças tromboembólicas, como coágulos nas pernas, ou pulmão e derrame, situações graves”, alerta Renato.

A reposição hormonal pode ter efeitos colaterais

Verdade. O tratamento pode causar mal-estar, sangramento uterino e alteração dos níveis pressóricos, por exemplo. Porém, tanto a indicação quanto a mudança da terapia depende da avaliação de riscos e troca de informações entre paciente e médico. O fundamental é saber que, se bem indicada, o benefício é maior que o risco e a terapia hormonal deve ser utilizada.

Existem alternativas naturais ao tratamento com reposição hormonal

Verdade. Mulheres que apresentam contraindicação para o tratamento de reposição hormonal podem controlar os efeitos com o uso de vitaminas e fitoterápicos. Em alguns casos, são prescritos antidepressivos e remédios para diminuir a ansiedade, irritabilidade e insônia nesta fase.

A reposição hormonal pode ser feita por longos períodos

Mito. O tempo de duração do tratamento será determinado por avaliação médica. Em geral, a reposição hormonal pode durar de três a cinco anos. “O ideal é que, anualmente, o ginecologista faça uma avaliação da necessidade dos hormônios”, recomenda Renato.