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  1. Quais exames devem ser feitos?

 Além do autoexame de mama, a mamografia é o principal exame, pois pode detectar lesões pequenas, que ainda não se transformaram em câncer, mas poderiam ter grande potencial para tal.  Deve-se ressaltar que a mamografia é o único exame cuja aplicação em programas de rastreamento apresenta eficácia comprovada na redução da mortalidade do câncer de mama.

  1. Qual é a periodicidade dos exames?

Mulheres a partir dos 40 anos podem fazer mamografia uma vez ao ano. Caso tenham algum parente próximo com câncer de mama, o início da investigação é antecipado. A ultrassonografia pode ser indicada como exame complementar, assim como há indicações específicas para o rastreamento com a ressonância nuclear magnética. As mulheres com fatores de risco devem ter atenção especial e não postergar a procura de uma orientação especializada com seu ginecologista. Entretanto, considerando as medidas de saúde pública a fim de realizar um rastreio organizado visando a cobertura do maior número de mulheres, o Instituto Nacional de Câncer, o INCA, recomenda a mamografia de rotina, único exame cuja aplicação em programas de rastreamento apresenta eficácia comprovada na redução da mortalidade do câncer de mama, para as mulheres de 50 a 69 anos a cada dois anos.

  1. Qual é o perfil das mulheres que podem ter o câncer?

Há algumas características que aumentam o risco de desenvolvimento de ter câncer de mama. Por exemplo, mulheres brancas com idade acima de 40 anos que tenham antecedente pessoal ou familiar próximo de câncer de mama. Alterações genéticas como as pré mutação dos genes BRCA1 e 2 taméb aumentam o risco. Em relação aos fatores associados com o estilo de vida, sedentarismo, obesidade , alcoolismo, ausência de gravidez, ausência de aleitamento materno e uso contínuo de anticoncepcionais com estrogênio pode aumentar o risco.

  1. Quais as melhores maneiras de fazer essa prevenção, além dos exames?

A amamentação, a boa alimentação, prática de exercícios, controle da massa corporal, enfim, um estilo de vida saudável reduzem o risco de câncer de mama. Além disso,  realizar o autoexame de mamas precocemente.

  1. Quais as melhores maneiras de conscientizar e incentivar as mulheres a fazerem os exames?

Reforçar a orientação sobre o autoexame e sobre os exames de rastreio. os meios de comunicação também são muito importantes para a conscientização da população.

  1. A partir de que idade deve-se começar a fazer o autoexame? E como fazer?

O autoexame deve ser realizado uma vez ao mês, na semana seguinte ao término da menstruação. Não há uma única forma de fazer a avaliação. A livre palpação é uma estratégia que também possui ótimos resultados. Porém, uma sugestão é posicionar-se em frente ao espelho, com uma mão atrás da nuca, usando a outra para apalpar a mama suavemente com os dedos. Enquanto isso, ela deve observar se há alguma alteração visível, como por exemplo, alteração na pele ou no formato da mama. Para as pacientes que não menstruam, recomenda-se o autoexame sempre no mesmo dia de cada mês.

  1. A partir de que idade deve ser feito o devido acompanhamento médico?

Não há uma idade limite. Porém, iniciando as consultas com o ginecologista, geralmente após o início das menstruações, a mulher já pode receber as orientações.

  1. Qual é a idade ideal para começar o acompanhamento médico?

Não há uma idade ideal pois cada mulher possui necessidades diferentes. Assim, aquelas que já sofrem com as menstruações, acne importante ou desejam iniciar a atividade sexual, além daquelas que já iniciaram, podem começar o acompanhamento como ginecologista.


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James P. Allison e Tasuku Honjo são os ganhadores do Prêmio Nobel 2018 de Medicina. A Academia Sueca anunciou nesta segunda-feira (01/10) que o americano e o japonês irão dividir o prêmio de 9 milhões de coroas suecas, equivalente a R$ 4.098.402.

Os dois desenvolveram pesquisas, separadamente, sobre duas proteínas produzidas por tumores — a CTLA-4 e a PD-1 — que paralisam o sistema imune do paciente durante o tratamento de câncer.

“Os tumores produzem as proteínas, chamadas de checkpoints, que bloqueiam o linfócito T, que é a célula mais importante do sistema imune que ataca o tumor. Essas drogas [pesquisadas] retiram esse bloqueio e recuperam o poder de ataque dos linfócitos que estavam paralisados por essas proteínas”, explica o oncologista Fernando Maluf, diretor associado do Centro de Oncologia da Beneficência Portuguesa de São Paulo.

O imunologista James P. Allison, 70, da Universidade do Texas, estudou a proteína CTLA-4 e descobriu que um bloqueio da proteína poderia retirar o freio sobre os linfócitos T, fazendo com que as células voltassem a atacar o tumor.

Já o imunologista Tasuku Honjo, 76, da Universidade de Kyoto, no Japão, estudou uma outra proteína, a PD-1, que também atuava sobre os linfócitos T, só que de forma diferente. Após experimentos em laboratório, um estudo realizado em 2012 também demonstrou eficácia em tratar pacientes com diversos tipos de câncer.

“Os resultados foram dramáticos, com remissão a longo prazo e possível cura em alguns pacientes com câncer metastático, uma condição que antes era considerada basicamente intratável”, afirmou a Academia.

“Essas drogas foram associadas a ganho de sobrevida global em tumores graves como melanoma, câncer de pulmão, de bexiga, de rim, de cabeça e pescoço, linfoma, tumores intestinais, de fígado, gástricos também. São drogas que hoje fazem parte do dia a dia em várias situações importantes com tumores graves e muito avançados” afirma. O oncologista explica que elas também trazem menos efeitos colaterais que a quimioterapia tradicional.

“Nós podemos curar o câncer com isso”, afirmou Klas Kärre, membro do comitê do Nobel.

A Academia sueca considerou que o desenvolvimento clínico de estratégias de imunoterapia havia sido modesto até as descobertas de James P. Allison e de Tasuku Honjo, consideradas um marco no combate à doença. Cientistas já tentavam acionar o sistema imune para lutar contra o câncer há mais de 100 anos.

Outras pesquisas relacionadas ao tratamento da doença já haviam sido vencedoras do Nobel de Medicina: tratamento hormonal contra câncer de próstata (1966), quimioterapia (1988) e transplante de medula para tratar leucemia (1990).

Fonte: Portal G1


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É muito comum as crianças sofrerem danos nos dentes com brincadeiras em que eles caem e tropeçam, mas o que a maioria dos adultos não sabem, é que essas lesões podem ter grandes conseqüências, como o impedir a circulação do sangue e o desenvolvimento da raiz, resultando no chamado dente “morto”.

Até então, o tratamento implicava com um procedimento chamado apicificação, que estimula o desenvolvimento das raízes, mas não substitui o tecido perdido da lesão e, mesmo no melhor dos casos, faz com que o desenvolvimento da raiz continue anormalmente.

Novos resultados de um estudo clínico, liderado por Songtao Shi, da Universidade da Pensilvânia, e Yan Jin, Kun Xuan e Bei Li, da Universidade de Medicina Militar, na China, sugerem que há um caminho mais promissor para as crianças com estes tipos de lesões: usando células-tronco extraídas dos dentes de leite do paciente.

“Este tratamento dá aos pacientes a sensação de volta dos dentes. Se você lhes der uma estimulação quente ou fria, eles podem sentir isso; de certa maneira eles “voltam a viver”. Sem dúvidas é uma terapia segura e eficaz”, diz Songtao Shi.

O estudo foi feito com 40 crianças que feriram cada um de seus incisivos permanentes e ainda tinham dentes de leite. Trinta foram designados para tratamento com células-tronco e 10 para o tratamento com apicificação.

As 30 crianças tiveram tecido extraído de um dente de leite saudável, as células-tronco dessa polpa foram reproduzidas em laboratório e as células resultantes foram implantadas no dente lesionado.

Após o acompanhamento, os pesquisadores descobriram que os pacientes tinham mais sinais do que o grupo que recebeu o desenvolvimento saudável das raízes e a dentina mais espessa, a parte mais difícil de um dente sob o esmalte. O fluxo sanguíneo também aumentou com o uso das células-tronco.

Um ano após o procedimento, apenas as 30 crianças recuperaram alguma sensação e examinando uma variedade de componentes do sistema imunológico, a equipe não encontrou evidências de preocupações de segurança.

“Estamos realmente ansiosos para ver o que podemos fazer na área odontológica e, em seguida, abrir canais para a terapia da doença sistêmica, como o lúpus”, disse Shi.

Fonte: Scienci Daily News


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Companhia para a vida inteira. Ter um irmão é sinônimo de ter com quem contar sempre, é ter com quem dividir tristezas, alegrias e conquistas, mas também é garantia de uma relação entre tapas e beijos – independente da idade. E isso é normal. Não vai ser fácil ter que lidar com as discussões e ouvir os gritos, mas os momentos em que você encontrá-los brincando juntos vai compensar tudo.

Sabemos que a convivência entre irmãos transforma as crianças em pessoas melhores, afinal de contas, abrir mão da televisão, da última bolacha do pacote e ter que dividir a atenção dos pais e da família não é nada fácil. Mas é assim que eles aprendem e entendem que o mundo não é só deles. E se você acha que para por aí, fique ligado: o filho mais velho ainda tende a se desenvolver mais rápido por influência do caçula.

E isso porque ele vai precisar criar responsabilidade e, segundo a psicanalista Monica Pessanha, essa pode ser uma das principais habilidades que a criança desenvolve por conta do irmão. “Aprender a compartilhar por causa da chegada do mais novo, com certeza faz de nós pessoas melhores”, afirma. Além disso, ele vai ser mais independente, já que em alguns momentos vai ter que se virar sozinho.

Quem tem irmão sabe de tudo isso e vive na pele a experiência – vezes maravilhosa, e vezes tão difícil. Mas agora está comprovado: quem tem irmão se torna uma pessoa melhor. Um time de pesquisadores da Universidade de Calgary, no Canadá, levantou essa bola depois de avaliar mais de 400 duplas de irmãos entre um ano e meio e quatro anos.

As crianças foram filmadas em casa, com a família. Depois, os estudiosos ficaram de olho nas gravações, analisando as reações das crianças quando um adulto fingia estar bravo ou chateado. E o resultado, que foge do que a gente normalmente pensa – que filho mais novo aprende com o mais velho – foi de que tanto o mais velho quanto o mais novo contribuem para o desenvolvimento um do outro. “Nossas descobertas enfatizam a importância de levar em consideração como todos os membros de uma família, não só os pais, contribuem para o desenvolvimento de uma criança”, comentou Sheri Madigan, professora de psicologia e coautora do estudo.

Ombro amigo

Amigos vêm e vão, mas família é para sempre. Para você ter ideia, uma pesquisa feita pela Penn University, nos Estados Unidos, mostrou que irmãos tendem a passar 33% da vida juntos. E provavelmente esse é um dos principais motivos porque você pensou, está pensando ou até mesmo levou o susto (a gente sabe que acontece!) com a chegada do segundo filho. É uma confusão de sentimentos mesmo, para a família toda, e é extremamente normal. Seu filho vai sentir felicidade e tristeza, achar bom e ruim, e olhar para a situação sem entender direito. E é a maneira como os pais percebem e lidam com esses sentimentos que vai fazer a diferença nas relações que vão se estabelecer, tanto entre pais e filhos como entre os irmãos.

E se você está procurando por mais um motivo para dar o grande passo, aí vai: crianças que têm irmãos sofrem menos com conflitos familiares. Essa foi a conclusão de um estudo feito em conjunto pelas universidades de Rochester, de Nebraska-Lincoln e de Notre Dame. E Patrick Davies, professor de psicologia da Universidade de Rochester, que liderou a pesquisa, observou: “A maioria das crianças passa mais tempo interagindo com irmãos do que com qualquer outro membro da família”.

Fonte: Revista Pais e Filhos


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Existentes até então somente em roedores, células-tronco esqueléticas que se tornam células ósseas, cartilaginosas ou estromais foram encontradas no ser humano após pesquisa feita pela University School of Medicine.

Os pesquisadores também foram capazes de derivar as células-tronco esqueléticas de células-tronco pluripotentes induzidas pelo homem, abrindo novas possibilidades terapêuticas. “Dada a tremenda carga médica imposta pelos distúrbios esqueléticos degenerativos, neoplásicos, pós-traumáticos e pós-cirúrgicos, acreditamos que a identificação dessa célula-tronco esquelética humana e a elucidação de seu mapa de linhagem permitam o diagnóstico molecular e tratamento de doenças esqueléticas”, diz autor sênior do estudo Michael Longaker.

Os tecidos esqueléticos como, por exemplo, o osso possui um potencial regenerativo excepcional. Os defeitos ósseos se curam prontamente e alguns vertebrados podem regenerar porções inteiras de seus membros. Mas as capacidades regenerativas dos tecidos esqueléticos em outros vertebrados são mais restritas. Por exemplo, ossos em camundongos e humanos podem se recuperar de defeitos de tamanho pequeno a moderado, mas os tecidos de cartilagem de adultos possuem pouca ou nenhuma habilidade regenerativa. Além disso, tanto camundongos quanto humanos apresentam degeneração severa relacionada à idade dos tecidos esqueléticos ao longo do tempo.

A disfunção esquelética pode levar a um amplo espectro de condições de saúde que vão desde doenças relacionadas à idade, como osteoporose e osteoartrite, até lesões esqueléticas não cicatrizadas, distúrbios sangüíneos e até mesmo câncer. Apesar de seu impacto significativo na saúde e na doença, as opções de tratamento destinadas a melhorar a função esquelética são atualmente limitadas. Um grande obstáculo é que a regulação das células-tronco no sistema esquelético humano permanece amplamente inexplorada.

No novo estudo, Longaker e seus colaboradores abordaram essa lacuna no conhecimento, identificando e caracterizando células-tronco esqueléticas humanas e descendentes de ossos e cartilagens a jusante em uma variedade de tecidos. Estas células auto-renovadoras e multipotentes estavam presentes tanto nos tecidos da medula óssea humana fetal como no adulto e poderiam ser derivadas de células estaminais pluripotentes induzidas (iPSCs). Ao definir as relações entre as células-tronco esqueléticas humanas e as progenitoras esqueléticas a jusante, os pesquisadores criaram um mapa de linhagem detalhado da formação de tecidos esqueléticos mediada por células-tronco em humanos.

Fonte: Portal Scienci Daily


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Algumas condições podem causar problemas ao bebê e aumentar o risco de parto prematuro                                                                                                                                                         

Durante a gestação, o corpo e o sistema imunológico da mulher sofrem diversas transformações. A produção hormonal é alterada drasticamente, resultando na baixa imunidade e, consequentemente, facilitando a proliferação de micro-organismos que causam doenças comuns nesse período.

De acordo com Renato de Oliveira, ginecologista e infertileuta da Criogênesis, o acompanhamento pré-natal é importante para garantir a saúde da mãe e o desenvolvimento do bebê, já que existem doenças que podem atingir o feto. “Geralmente 10 a 15% das futuras mães apresentam alguma complicação durante a gravidez. Portanto, é imprescindível realizar o pré-natal, pois algumas alterações podem resultar em morte materna, fetal ou neonatal até problemas de desenvolvimento do recém-nascido”, alerta.
Abaixo, o especialista separou cinco doenças comuns na gravidez que merecem atenção especial:

Infecção urinária  Causada por bactéria, a doença aparece devido à diminuição da defesa do organismo, que está associada a uma flacidez da uretra, gerando desconforto, dor e ardência ao urinar. Essa infecção não causa alterações letais, mas caso não seja curada de fato pode afetar o crescimento do feto e até levar ao parto prematuro.

Anemia –  A condição, causada pela deficiência de ferro, pode afetar o crescimento do bebê, pois, durante a gestação, a mãe precisa fornecer cerca de 27 mg de ferro para alimentar a produção de hemoglobina para ela e o feto. “Para prevenir o problema, a futura mamãe deve seguir uma alimentação balanceada e, se preciso, o médico poderáprescrever suplementos”, alerta o especialista.

Pré-eclâmpsia  É uma afecção que pode provocar inchaço, perturbações hepáticas e aumentar a pressão arterial. “O problema, que está entre os mais graves desse período, pode resultar no envelhecimento da placenta e o parto prematuro. Além de surgir no terceiro trimestre, é mais comum na primeira gravidez.

Diabetes gestacional – Caracterizada pelo aumento do nível de glicose no sangue durante a gravidez, geralmente desaparece depois do parto. “A condição pode prejudicar o bebê, o que levaria a um parto cesárea, além da possibilidade de alterar o peso da criança e aumentar em duas vezes o risco de pré-eclâmpsia”, comenta Renato.

Vaginose bacteriana – Infecção caracterizada pela alteração na flora vaginal que aumenta a proliferação de bactérias causando corrimento com forte odor. Pode causar ruptura da bolsa e o parto prematuro.


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Condição diminui produção e quantidade de espermatozoides

Dentre as causas de infertilidade masculina, a varicocele é a principal. Esta condição, provoca a dilatação das veias do plexo pampiniforme dos testículos, criando uma espécie de varizes. Ela é responsável por aproximadamente 40% das causas de infertilidade masculina e atinge cerca de 15% dos homens, segundo dados da OMS (Organização Mundial da Saúde).

De acordo com Silvio Pires, urologista da Criogênesis, a varicocele caracteriza-se pela dilatação das veias presentes no cordão espermático, estrutura que une os testículos ao corpo, e que ficam no interior da bolsa testicular. “O desenvolvimento desta doença ocorre quando válvulas defeituosas, presentes no interior das veias, permitem o refluxo de sangue durante manobras de esforço. Desta forma, o sangue circula de maneira lentificada levando a um aumento de substâncias tóxicas e, consequentemente, à diminuição da produção, movimentação e funcionamento dos espermatozoides”, explica.

As primeiras manifestações da varicocele surgem entre os 15 e 25 anos e, como na maior parte dos casos trata-se de uma condição assintomática, é essencial fazer uma visita regular a um especialista para evitar problemas mais graves. “Alguns dos sintomas envolvem desconforto e dor local, aumento de tamanho, sensação de peso e piora desses sintomas com a prática de exercícios físicos. Com o tempo, a varicocele pode aumentar de tamanho e ficar mais visível. Em casos mais graves, pode ainda ocorrer hipotrofia testicular ou problemas de infertilidade”.

Paternidade – Nos casos em que o portador da doença desejar ser pai, alguns tratamentos podem ser realizados para correção da patologia, inclusive a intervenção cirúrgica. “A escolha vai se basear em fatores como o grau de alteração da produção de esperma e o tempo de subfertilidade, entre outros. Vale lembrar que os pacientes tratados cirurgicamente, mas que não tiveram melhoras nos parâmetros seminais, devem ser indicados para a reprodução assistida, seja a inseminação intrauterina ou a fertilização in vitro”, finaliza Pires.

Sobre a Criogênesis

A Criogênesis, que nasceu em São Paulo e possui mais de 15 anos de experiência com células-tronco, é acreditada pela AABB (Associação Norte Americana de Bancos de Sangue) e certificada pela IQNet NBR ISO 9001:2015. A clínica é referência em serviços de coleta e criopreservação de células-tronco, medicina reprodutiva, gel de plaquetas e aférese, incluindo a diferenciada técnica de fotoférese extracorpórea. Sua missão é estimular o desenvolvimento da biotecnologia através de pesquisas, assegurando uma reserva celular para tratamento genético futuro. www.criogenesis.com.br


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Diagnóstico precoce é responsável pela cura de cerca de 70% das crianças e adolescentes acometidos pela doença

Segundo relatório da International Agency for Research on Cancer (IARC), são diagnosticados aproximadamente 300 mil casos de câncer em crianças e em adolescentes até 19 anos em todo o mundo. No Brasil, o Instituto Nacional de Câncer (INCA) estima o surgimento de 12.500 casos novos por ano, sendo a primeira causa de morte por doença na população desta faixa etária.

Os cânceres mais comuns na infância e na adolescência são as leucemias (doença que afeta os glóbulos brancos), os do sistema nervoso central e linfomas (que atinge o sistema linfático). “Para o câncer infanto-juvenil não há uma causa específica em que se possa atuar prevenindo. Dessa forma, os responsáveis devem estar atentos a quaisquer sinais relacionados a nódulos ou inchaços, convulsões, dores progressivas, febres persistentes, perda de peso ou alterações súbitas de visão, assim como qualquer outro mal-estar persistente”, comenta Nelson Tatsui, Diretor-Técnico do Grupo Criogênesis e Hematologista do HC-FMUSP.

Por ser diferente do câncer adulto, a patologia infanto-juvenil exige tratamento específico e quanto mais cedo for diagnosticado e tratado, melhores são as perspectivas de cura. “Nas últimas décadas, o progresso na busca pela cura foi grande. Atualmente, cerca de 70% das crianças e adolescentes com câncer podem ser curados, se diagnosticados precocemente e tratados em centros especializados”, ressalta Tatsui.

Avanços na medicina – Uma importante inovação para o tratamento de alguns tipos de cânceres é a utilização do sangue do cordão umbilical, que assim como a medula óssea, é rico em células-tronco que podem originar diversos tipos de tecidos.  “As células-tronco são células ‘mães’, capazes de criar os componentes principais do sangue humano e do sistema imunológico do corpo. A partir dessas células, formam-se glóbulos vermelhos, que levam o oxigênio aos tecidos; glóbulos brancos, que combatem infecções; e plaquetas, que atuam na coagulação”, explica.

O especialista ainda destaca que as células-tronco, além de serem compatíveis com o próprio bebê, possuem uma chance aumentada de compatibilidade entre irmãos. “Com as células criopreservadas, há maior rapidez no tratamento, diminuição dos riscos de rejeição e efeitos colaterais após o transplante”, finaliza. 

Sobre a Criogênesis

A Criogênesis, que nasceu em São Paulo e possui mais de 15 anos de experiência com células-tronco, é membro institucional da AABB (Associação Norte Americana de Bancos de Sangue). A clínica é referência em serviços de coleta e criopreservação de células-tronco, medicina reprodutiva, gel de plaquetas e aférese, incluindo a diferenciada técnica de fotoférese extracorpórea. Sua missão é estimular o desenvolvimento da biotecnologia através de pesquisas, assegurando uma reserva celular para tratamento genético futuro.


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Veja se o seu filho faz parte do grupo de risco

De acordo com o Ministério da Saúde, somente 88% do grupo de risco (que inclui crianças de 1 a menores de 5 anos) foi imunizado durante a Campanha Nacional de Vacinação contra sarampo e poliomielite. Como o objetivo do Ministério é alcançar 95% do público-alvo, as distribuições das vacinas na rede pública de saúde, foram prorrogadas até o dia 14 de setembro. A informação é que até esta segunda-feira (3), mais de 1,3 milhão de crianças não receberam a vacina.

O oftalmologista Leôncio Queiroz Neto, do Instituto Penido Burnier, ressalta a importância das mulheres que estão no período fértil – principalmente aquelas que querem ser mães agora – estarem protegidas contra o sarampo.

“As piores sequelas da doença acontecem na visão da criança, mais ainda se o vírus é transmitido para o feto durante a gravidez, através da placenta”, alerta. Nesse caso o bebê nasce com catarata congênita que pode levar a perda total da visão durante a infância. “Isso acontece com 4 em cada 10 casos”.

Segundo o especialista, é um mito dizer que pessoas que tiveram sarampo quando criança está imune à doença: a única forma de se proteger do vírus é através da vacina. “A medicina não é matemática e cada corpo é de um jeito. O risco de sarampo depende da intensidade que a pessoa é atingida pelo vírus. A vacinação é a maneira mais efetiva de prevenção”, reforça o médico.

Vale lembrar que grávidas não podem receber a vacina por questões de saúde. Então, antes da gravidez procure se vacinar. Sobre vacinar o seu filho, muitas mães estão em dúvida se podem dar uma terceira dose da tríplice viral (que protege contra o sarampo), a resposta é: sim! Assim a criança fica ainda mais protegida!

Estou grávida e não tenho a vacina, e agora?

Embora a vacina seja o único remédio para o sarampo existem algumas coisas que você pode fazer para evitar a doença, de acordo com especialista:

– Lave as mãos com frequência com água e sabão, ou use álcool em gel

– Não compartilhe copos, talheres e alimentos

– Procure não levar as mãos à boca ou aos olhos

– Evite aglomerações ou locais pouco arejados

– Mantenha os ambientes frequentados sempre limpos e ventilados

– Evite contato próximo com pessoas doentes

– Proteja a boca e o nariz quando espirrar ou tossir

Fonte: Revista Pais e Filhos


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Essa terapia pode ser usada sozinha ou em conjunto com a quimioterapia

Ainda pouco conhecida entre os pacientes com câncer, a imunoterapia é um tratamento que consiste na estimulação do sistema imunológico para potencializar a capacidade do corpo de combater enfermidades. A terapia, apesar de revolucionária, ainda não tem resultados conclusivos para alguns tipos de câncer e permanece com custo elevado, além de gerar algumas dúvidas.

De acordo com a oncologista Alessandra Morelle, do Hospital Moinhos de Vento, de Porto Alegre, os medicamentos utilizados na imunoterapia ajudam, de certa forma, a marcar as células cancerígenas para que o próprio organismo possa identificá-las como ameaça. Essa é uma estratégia promissora a longo prazo contra várias neoplasias. “Estamos vendo respostas impressionantes com essas medicações que ativam nosso sistema imune, desejamos que mais pessoas possam se beneficiar desse tratamento”, afirma a médica.

A especialista lembra que a imunoterapia pode ser utilizada como um tratamento isolado, mas também em combinação com a tradicional quimioterapia, dependendo do caso. “Em algumas doenças, identificamos que a imunoterapia pode ser o melhor tratamento. Para o câncer de pulmão, melanoma e câncer de rim, já temos comprovações dos benefícios do tratamento, por isso é indicado com mais frequência. No câncer de mama, por exemplo, ainda estão sendo desenvolvidos estudos para avaliar as respostas dos pacientes”, comenta Alessandra Morelle.

Para o também oncologista Carlos Barrios, do Grupo latino-americano de Investigação Clínica em Oncologia, atualmente, a forma mais rápida e eficaz de ter acesso a esse tipo inovador de tratamento é por meio de pesquisas clínicas realizadas em hospitais e universidades. “A pesquisa nos permite oferecer aos pacientes o que há de melhor no mundo em relação a tratamento de câncer. Quando se recebe um diagnóstico da doença, o paciente pode perguntar ao médico sobre a possibilidade de receber um tratamento experimental ou participar de um projeto de pesquisa”, diz o médico.

Apesar de ser um tratamento consolidado para algumas neoplasias e experimental para outras, a imunoterapia costuma ser menos tóxica e mais bem tolerada pelos pacientes. No Brasil, porém, não há previsão do custo total do tratamento e nem de sua incorporação ao Sistema Único de Saúde (SUS).

“O médico, por obrigação ética, deve fazer a indicação do melhor tratamento para a situação, independente de qualquer outro cenário, principalmente quando há uma perspectiva de cura. Ter acesso ao tratamento deve ser uma decisão conjunta da sociedade e do governo, que deve definir, afinal, quanto custa a vida de uma pessoa com câncer”, comenta Barrios.

Fonte: Revista O Encontro