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O Centro Médico da Universidade Duke irá realizar em maio uma nova pesquisa envolvendo 12 crianças com Desordem do Espectro Autista (ASD) que receberão por digestão enzimática célul2as mesenquimais do tecido do cordão umbilical. O estudo será conduzido por Joanne Kurtzberg, Geraldine Dawson e Jessica Sun e t
em como principal objetivo tratar o autismo com células provenientes de tecido do cordão umbilical ao invés do sangue do cordão.

A Universidade afirmou que se os estudos forem bem-sucedidos, será esperada a aprovação da Food and Drug Administration (FDA), agência federal do Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos, para então estabelecer a nova terapia como um produto uniforme e disponibiliza-lá aos autistas.

De acordo com Joanne, através da iniciativa, os pacientes provavelmente terão acesso a terapias mais eficazes e valores mais acessíveis. “Isso poderia levar a múltiplos centros de saúde que tentam atender a comunidade que atualmente é de 1 entre 68 crianças nos Estados Unidos”, disse.

Em 2014, a Universidade fez uma pesquisa com 25 crianças autistas que receberam por infusão autóloga células estaminais do sangue do cordão umbilical. O estudo foi positivo e publicado pela Stem Cells Translatio1nal Medicine e pela rede de TV Americana, CNN.

Durante a última década, Duke estabeleceu uma estimativa de ensaios de medicina regenerativa para paralisia cerebral que evoluiu do sangue de cordão umbilical autólogo para o sangue de cordão alogênico, mas até então, os ensaios da Universidade sempre tiveram como origem a utilização das células do sangue do cordão umbilical.

Por conta do aumento de pesquisas envolvendo pessoas com distúrbios neurológicos, Duke decidiu se tornar o primeiro centro acadêmico no oeste dos Estados Unidos para registrar um ensaio de terapia para autistas.

O primeiro ensaio registrado para tratar o autismo com células mesenquimais de tronco / estroma do cordão umbilical foi em 2014, em uma clínica no Panamá. Na Polônia, um grupo liderado por Polski Bank Komórek Macierzystych, também está realizando estudo sobre o tratamento de crianças autistas com tecido de cordão umbilical e apresentará seu trabalho no International Cord Blood Symposium, em junho de 2017.

Fonte: https://celltrials.org/news/featured-advanced-cell-therapy-trial-2017-march-msc-autism



GRAVIDEZ TARDIA AUMENTA OS RISCOS DA PATOLOGIA

Adiar a gravidez é uma escolha muito comum na atualidade. Dados recentes do Ministério da Saúde indicam que o número de mulheres que foram mães após os 40 anos de idade subiu 49,5% em 20 anos, passando de 51.603 em 1995 para 77.138 em 2015. No entanto, é preciso atenção. Com o avançar da idade, aumenta-se a probabilidade de desenvolvimento da Síndrome de Down, uma vez que o oócito (gameta feminino) possui a idade da mãe, ficando mais suscetível, com o passar do tempo, às alterações genéticas e erros na divisão celular quando fecundado.

“De um modo geral, pacientes com 35 anos apresentam uma chance de 0,5% de terem seus filhos com esta síndrome. Aos 40 anos, 1%. Com 45 anos de idade, 3 a 4% das mulheres grávidas terão filhos acometidos pela Síndrome de Down e, apesar de a chance de gravidez ser baixa aos 49 anos, quando ocorre, aproximadamente 10% das mulheres terão sua prole com a Síndrome de Down. Deve-se ressaltar que a natureza, ou seja, o próprio organismo é eficaz em evitar a evolução da maioria das alterações genéticas não compatíveis com a vida extrauterina, motivo que justifica o aumento do risco de aborto com o avançar da idade”, explica Renato de Oliveira, ginecologista responsável pela área de reprodução humana da Criogênesis.

Mas a Medicina tem avançado bastante, principalmente nos tratamentos da infertilidade, muito popular entre mulheres que já atingiram 35 anos ou mais. Para aquelas que optam pela fertilização in vitro, é possível identificar o risco de anomalias genéticas antes do embrião ser implantado. “Na técnica chamada PGD (Diagnóstico Genético Pré-implantacional), por exemplo, uma célula é retirada do embrião para a análise de anomalias. Assim, muitos problemas podem ser diagnosticados e até mesmo evitados pela escolha dos embriões não acometidos pelas alterações genéticas investigadas. Mas, se a gestação já tiver ocorrido, a mulher deve passar por um rastreamento de anomalias, com exames de sangue e de ultrassom que apontam o risco de algumas doenças genéticas”, explica.

 Sobre a Criogênesis

A Criogênesis, que nasceu em São Paulo e possui mais de 13 anos de experiência com células-tronco, é membro institucional da AABB (Associação Norte Americana de Bancos de Sangue). A clínica é referência em serviços de coleta e criopreservação de células-tronco, medicina reprodutiva, gel de plaquetas e aférese, incluindo a diferenciada técnica de fotoférese extracorpórea. Sua missão é estimular o desenvolvimento da biotecnologia através de pesquisas, assegurando uma reserva celular para tratamento genético futuro.

 



Pesquisam indicam que o material pode ser utilizado com eficácia na reversão de doenças degenerativas.

A troca dos dentes de leite faz parte de uma fase muito importante da vida da criança. Geralmente, o momento é cercado de crenças, como jogar o dente em cima do telhado em troca da realização de um pedido ou guarda-lo embaixo do travesseiro para a fada do dente.  Porém, infelizmente, poucos familiares sabem que aquele dente pode servir para o tratamento de diversas doenças.
De acordo com Nelson Tatsui, Diretor-Técnico do Grupo Criogênesis e Hematologista do HC-FMUSP, a polpa do dente de leite é fonte de células-tronco, que se destaca das outras pela grande concentração celular e pela facilidade de obtenção. “O grande diferencial do dente de leite é a presença de células-tronco do tipo mesenquimal. Estas células têm a capacidade de, em laboratório, se transformar em uma variedade de outras células destinadas a reparação de tecidos. Além disso, por serem muito jovens, multiplicam-se com mais velocidade. Seu potencial é tão grande que apenas um dente já é suficiente para que as células se estabeleçam em cultura”.
Por que a coleta de células-tronco da polpa de dente de leite é tão importante? Para Tatsui, trata-se de um investimento no futuro. “Tal como acontece há mais tempo já com o armazenamento das células-tronco do sangue e do tecido do cordão umbilical, a polpa do dente de leite segue o mesmo caminho promissor. Diversas pesquisas estão em andamento e indicam a capacidade do material de originar vários tecidos humanos como osso, gordura, cartilagem e músculo. Cabe ainda continuar os estudos clínicos nesta área, no entanto, os resultados iniciais já são suficientes para trazer enorme otimismo”.
COLETA E ARMAZENAMENTO
Por se tratar de um processo natural, pois a queda do dente ocorre na maioria das crianças entre 5 e 12 anos de idade, o momento da coleta é indolor. É importante lembrar, porém, que para que as células-tronco do dente de leite possam ser aproveitadas, a retirada deve ser realizada por um dentista, como explica o Dr. Gabriel Politano, responsável pela área de células-tronco da polpa do dente de leite da Criogênesis: “retiramos as células-tronco da polpa do dente daquele pedacinho de carne que está grudado no dente. Assim que a polpa é removida, enzimas são aplicadas para retirar as células da mesma. O material deve ser acondicionado em um kit específico de transpor te e enviado imediatamente à clínica de armazenamento para o devido processamento laboratorial. No entanto, caso o dente venha a cair antes da consulta, é necessário que a família possua o kit de transporte para  o acondicionamento correto”.
Investimento – Para realizar o procedimento, o custo é de cerca de R$ 2.000 pela coleta das células e uma anuidade que varia de R$ 300 a R$ 400 para a conservação delas. “Muitos acham que o procedimento é caro, mas esquecem das condições atuais do país, como a crise que afeta os programas de saúde pública. Neste cenário, os diversos estudos e investimentos na área fazem da coleta um investimento preventivo para as famílias. Além disso, por serem células imunocompatíveis, podem servir não só ao doador, mas também a outras parentes, como um irmão, por exemplo”, destaca Tatsui.
Serviço
Os interessados em informações sobre a extração do dente para a coleta de células-tronco podem se informar pelo telefone 0800 773 2166.
Sobre a Criogênesis
A Criogênesis, que nasceu em São Paulo e possui mais de 13 anos de experiência com células-tronco, é acreditada pela AABB (Associação Norte Americana de Bancos de Sangue) e certificada pela IQNet NBR ISO 9001:2015. A clínica é referência em serviços de coleta e criopreservação de células-tronco, medicina reprodutiva, gel de plaquetas e aférese, incluindo a diferenciada técnica de fotoférese extracorpórea. Sua missão é estimular o desenvolvimento da biotecnologia através de pesquisas, assegurando uma reserva celular para tratamento genético futuro. www.criogenesis.com.br