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CLASSIC LIST

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Uma das maiores campanhas pela cura do câncer infantojuvenil, o Mc Dia Feliz, será realizado no próximo sábado, 26 de agosto. A iniciativa mobiliza diferentes setores da sociedade e a Criogênesis, engajada e disposta a ajudar, fará parte da ação.

Coordenada pelo Instituto Ronald McDonald em todo o país, a campanha conta com a participação de instituições, funcionários, franqueados e fornecedores do sistema McDonald’s, além da mobilização de milhares de voluntários que fazem a ação no último sábado do mês de agosto, para transformar Big Mac em sorrisos.

Neste dia, toda a arrecadação obtida com a venda do Big Mac, isoladamente ou na McOferta 01 (exceto impostos), será revertida para o apoio a projetos de instituições que trabalham em benefício de adolescentes e crianças com câncer.

As instituições cadastradas junto ao Instituto Ronald McDonald apresentam projetos, que são apreciados e recomendados pelos Conselhos Científico e Executivo do Instituto Ronald McDonald, que avaliam a viabilidade dos mesmos, a fim de que tenham sustentabilidade para sua execução.

Fonte – Instituto Ronald McDonald


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No dia 26 de agosto, das 9 às 13 horas, será realizado mais um curso gratuito para gestantes na sede da Criogênesis, à Rua Luisiânia, 147, Brooklin. Serão abordados temas como, a evolução da gestação, os principais cuidados durante a gravidez, tipos de parto, cuidados com o bebê, amamentação, entre outros.

O objetivo da Criogênesis é ajudar os futuros papais com importantes dicas e orientações a se prepararem e terem noção dos cuidados necessários com a chegada do bebê. Por mais conhecimento que as pessoas acreditam ter sobre como cuidar de uma criança, a aula aborda situações inusitadas no dia a dia que requer muito cuidado, como um engasgue inesperado ou cólicas intensas.

O curso inclui parte teórica e prática e conta com profissionais capacitados e especializados na área de obstetrícia. As inscrições e o curso são totalmente gratuitos. As matrículas podem ser feitas pelo telefone 0800 773 21 66 (24 horas) ou pelo e-mail eventos@criogenesis.com.br

O Grupo Criogênesis tem mais de 14 anos de experiência com células-tronco, é acreditado pela AABB (Associação Norte Americana de Bancos de Sangue) e certificado pela IQNet NBR ISO 9001:2015. A clínica é referência em serviços de coleta e criopreservação de células-tronco, medicina reprodutiva, gel de plaquetas e aférese, incluindo a diferenciada técnica de fotoférese extracorpórea.


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O diretor técnico da Criogênesis, Dr. Nelson Tatsui esclarece dúvidas

Coletar e armazenar as células-tronco do cordão umbilical do meu filho ou da polpa do dente de leite? Para que serve o procedimento? Quando meu filho irá usar? Onde faço e armazeno esse material? São muitas dúvidas sobre este assunto que vem crescendo e se tornando cada vez mais discutido na população. Sobretudo, quando é divulgado entre a classe artística, conforme a declaração da atriz Thais Fersoza que fez a coleta com seus filhos.

Polêmico, o assunto atualmente levanta debates entre os médicos desde o surgimento dos bancos privados de armazenagem. Afinal, vale a pena ou não investir em uma estocagem privada?

O diretor técnico da Criogênesis e Hematologista do HC – FMUSP (Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo), Dr. Nelson Tatsui, esclereceu que o banco de armazenamento público deve existir, mas que a opção pelo sistema privado é uma precaução. “Óbvio que o armazenamento público deve existir, porque a célula vai servir para alguém. Os pais que guardam no sistema privado só estão se prevenindo de uma falta de doador compatível, mesmo desconhecendo o futuro do transplante”, disse.

Na rede pública, as células-tronco armazenadas são provenientes de doações voluntárias. A doação é realizada em maternidades credenciadas do programa Rede BrasilCord (existem 13 no Brasil). A coleta é feita de forma indolor e segura, logo após o nascimento do bebê. Nesse banco, as células poderão ser utilizadas por qualquer pessoa desde que haja compatibilidade sanguínea. Este tipo de armazenamento tem o custo coberto pelo SUS (Sistema Único de Saúde).

Em paralelo ao banco público, empresas privadas também criaram um sistema de uso exclusivo. Nos bancos pagos – optado pela atriz Thais Fersoza – as células são guardadas apenas para uso da família.

“Para algumas doenças é melhor usar as células-tronco de outro doador, mas e quando não tem alguém compatível? A média de pessoas que recebe a célula de pessoa compatível é de 30%. Isso é muito pouco”. Segundo Dr. Nelson Tatsui, o investimento em terapia privada é para um caso de necessidade. “Embora tenha crescido o número de doadores, tem diminuído o número de compatíveis. O armazenamento é uma forma preventiva de evitar problemas futuros”, afirma.

Fonte – UOL


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Intoxicação, queda na produção do leite e até aborto, são alguns dos males que diversos tipos de chá podem causar para a gestante. Os cuidados e restrições com medicamentos durante a gravidez não é novidade, afinal muitos desses remédios possuem substâncias fortes que podem ser prejudiciais à mãe e ao bebê. Mas não são só os fármacos que precisam ser evitados, alguns chás e ervas naturais podem ser tão danosos quanto.

“Infelizmente muitas plantas ofertadas no comércio são mal identificadas e encontram-se em mal estado de conservação”, alerta a mestre em ciências da saúde da Universidade Federal de São Paulo, especialista em nutrição para gestantes, Fernanda Mariz

Tudo depende da quantidade e frequência que o chá é consumido. Segundo Fernanda, canela é um ingrediente que deve ser evitado, mas isso não quer dizer que se a mãe quiser comer uma banana com um pouco de canela irá passar mal. O indicado é ter bom senso e não extrapolar em nada.

Chás que devem ser evitados:

Chá de canela: pode provocar constrição sanguínea e contração dos músculos do útero.

Chá de hortelã: diminui a produção de leite, razão pela qual deve ser evitado durante a gravidez e principalmente durante a amamentação.

Chá de boldo: também conhecido como boldo chileno, livremente comercializado como chá para distúrbios gástricos, ele possui efeitos tóxicos devido à presença do ascaridol, que pode causar abortos. Além dele, chá de arruda, cipó-mil-homens, erva-de-bicho, buchinha do norte, confrei, espirradeira, melão-de-são-caetano, erva-de-santa-maria, pinhão-de-purga ou pinhão-paraguaio, poejo e losna, também são abortivos.

Chá preto, verde, branco, mate e banchá: acelera o metabolismo e pode causar mal-estar e palpitações cardíacas.

Chás permitidos

Por terem propriedades calmantes e digestivas, chás de camomila, erva-cidreira, capim-limão e erva-doce (este último aumenta o leite materno) promovem uma sensação de relaxamento boa para mãe e filho.

No entanto, para não correr riscos, o melhor a fazer é usar esses chás apenas com orientação médica ou nutricional, por mais que seja um produto de origem vegetal.

Fonte – Portal Pais e Filhos


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A paternidade socioafetiva não depende do vínculo sanguíneo, mas sim da relação de amor e carinho entre pai e filho

Os casos são comuns: um casal se apaixona, nasce um filho, o amor entre os pais chega ao fim e cada um segue sua vida. A mãe constrói uma nova relação e este novo parceiro acaba, com o passar dos anos, se tornando um verdadeiro pai para a criança. Eis aí um exemplo de paternidade socioafetiva.

Mesmo que histórias como estas sejam normais, o reconhecimento do pai socioafetivo só ocorreu em 2013, quando o Código Civil entrou em vigor. Antes dele, apenas a paternidade biológica ou por adoção eram válidas. Mas não basta morar na mesma casa da mãe da criança. É preciso ter uma relação notável de pai e filho.

“É uma paternidade em que não existe um vínculo de sangue ou adoção, mas um vínculo de pai e filho, que surge do amor e do carinho estabelecido entre a criança e aquele pai. Trata-se de um vínculo reconhecido pela sociedade, decorrente do que aquele homem faz por aquele menino ou menina”, explica a especialista em direito de família, Cristina Buchignani, sócia do escritório Emerenciano, Baggio & Associados.

A relação de socioafetividade nem sempre nasce da parentalidade (paternidade ou maternidade). Isso pode acontecer com um tio, avô, padrinho, enfim, alguém que desempenhe efetivamente a função de pai ou de mãe, com o vínculo reconhecido pela sociedade, poderá ser nomeado como tal.

No caso deste reconhecimento precisar ser feito na Justiça, ele se dará por meio de lavratura, em tabelionato, de uma escritura pública ou por meio de ajuizamento de ação judicial de reconhecimento da parentalidade socioafetiva. Vale lembrar que, em alguns casos, será necessário provar o vínculo.

“As provas mais comuns são depoimentos de testemunhas, cartões emitidos pela criança nas festividades de Dia das Mães, Dia dos Pais, desenhos da criança retratando a família, diários, fotografias e até mesmo o depoimento dos envolvidos”, explica a especialista.

Fonte: Revista Crescer


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Mau humor, babando bastante e falta de apetite são alguns dos sintomas

O nascimento dos primeiros dentes do bebê é um momento cheio de dúvidas. Desde quando começam a surgir até todos os dentes de leite estarem aparecendo, muita coisa pode rolar. Completar os 6 meses é um marco para o bebê e para a família. É nessa fase que seu filho para de mamar, já dorme sozinho no quarto, começa a interagir mais com o ambiente e…geralmente começam a nascer os primeiros dentes!

Para começar, é importante lembrar que nessa hora, não existe regra, nem certo ou errado, mas uma coisa é verdade: o bebê fica mesmo mais chatinho quando o dente está nascendo. “É um processo de inflamação. A pele da gengiva está se rompendo lentamente. Isso incomoda um pouco, mesmo”, explica o pediatra Cid Pinheiro, coordenador da equipe de pediatria do Hospital São Luiz Morumbi.

O processo de crescimento pode durar normalmente de 4 a 7 dias para cada dente e durante esse período, podem surgir alguns sintomas físicos como, febre baixa, bastante baba, irritabilidade, falta de apetite, tentativa de morder tudo que está pela frente e problemas para dormir.

Um mordedor daqueles que podem ser armazenados por alguns minutos na geladeira geralmente alivia o incômodo na gengiva. Se o bebê já estiver se alimentando com comidas normais, alimentos mais frios como um purê de maçã, um pudim de leite ou um iogurte de frutas pode ajudar também.

Um método simples que não envolve alimentos é passar o dedo bem limpinho pela gengiva inchada do seu filho. Faça uma massagem firme até ouvir um barulhinho da fricção, que será, além de tudo, uma ótima distração. O alívio é temporário, mas o bebê ficará agradecido e, acima de tudo, confortado pelo seu toque.

Se nada disso ajudar, alguns médicos costumam receitar analgésicos. Mas consulte sempre o pediatra antes de dar qualquer medicação ao bebê, porque a prescrição depende do peso e da idade do seu filho.

Fonte – Revista Crescer

Portal Baby Center


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Como a parte mais externa do olho, a córnea é diretamente exposta ao meio ambiente e, portanto, é propensa a grandes feridas como, queimaduras, problemas de lentes de contato, produção insuficiente de lágrimas, infecções e outras doenças, bem como cirurgias refrativas (procedimento cirúrgico para correção do “grau dos olhos”). Em muitos casos, tais lesões causam feridas que desencadeiam o processo de cicatrização no tecido.

Uma nova pesquisa examinou diretamente o uso de células-tronco na cicatrização da córnea ferida e o resultado foi positivo. O estudo apresentou evidências sobre a participação de células-tronco na cicatrização por ajustar o processo de recuperação e proporcionar benefícios aos pacientes.

“Os avanços nas técnicas de transplante e a gama de fontes celulares disponíveis que podem ser usadas para otimizar o tratamento podem dar tranquilidade aos pacientes com lesões da córnea. Sendo assim, a visão deles ficará preservada”, afirmou o Conselho de Medicina Regenerativa dos Estados Unidos.

A cicatrização de feridas na córnea é um processo complexo que ocorre em resposta a várias lesões oculares e cirurgia. A cura retardada, incompleta ou excessiva é uma preocupação clínica significativa.

Fonte – Stem Cells Journals


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Uma importante informação foi divulgada nesta semana. Após pesquisa realizada por cientistas da Universidade do Wisconsin-Madison (UW-Madison), nos Estados Unidos, foi confirmado que a saliva não é uma das formas de transmissão do vírus da zika. O grupo fez estudos com macacos e afirma que não é possível passar o vírus com um beijo na boca ou compartilhando talheres, por exemplo.

A transmissão por meio da saliva foi levantada como possibilidade após a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), em fevereiro de 2016, anunciar que havia encontrado o vírus de forma ativa na urina e na saliva de dois pacientes.

A nova pesquisa foi feita com animais infectados com as cepas do vírus da zika que circulam nas Américas. As salivas dos primatas com e sem o vírus foram recolhidas — um cotonete foi passado em suas amígdalas. Mesmo com outros estudos afirmando que a zika pode ser detectado após duas semanas no sangue e na saliva e em outros fluidos, como o leite materno e o sêmen, a Universidade do Wisconsin-Madison apontou que o vírus é encontrado em muito pouca quantidade na saliva em comparação com a infecção por meio de uma picada de mosquito.

“As cargas virais na saliva são baixas, mas também há substâncias antimicrobianas, o que torna esse nível baixo do zika ainda menos infeccioso do que quando acontece de outra forma”, disse Christina Newman, coautora do estudo e cientista do Time Científico Experimental do Zika na UW-Madison.

Fonte – Portal Minha Vida


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O leite materno mata a sede, a fome, protege contra doenças e pode até evitar a mortalidade infantil

Nutrientes para o bebê sobreviver e se desenvolver, anticorpos fundamentais e o aconchego da mamãe são alguns dos componentes encontrados no leite materno e para incentivar a amamentação e estimular os bancos de leite comemora-se hoje, 1º de agosto, o Dia Mundial da Amamentação.

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), além de ser a melhor fonte de vitamina e proteção ao bebê, o aleitamento pode proteger a mulher contra o câncer de mama e de ovários. Sem contar que a amamentação é capaz de ampliar o vínculo afetivo entre a mãe e o bebê. 

A OMS destaca que nos seis primeiros meses de vida, o bebê que mama no peito não precisa da complementação de nenhum outro alimento, como água ou chás. Neste período, deve ocorrer o aleitamento materno exclusivo.

Segundo recomendações da OMS e do Ministério da Saúde é interessante priorizar cada vez mais o contato com a mãe e o aleitamento do bebê na primeira hora de vida do recém-nascido. O colostro funciona como uma primeira vacina, protegendo o bebê de diversas infecções, além de ajudar o intestino a amadurecer e funcionar melhor. A amamentação também diminui os riscos de várias doenças da criança, entre elas, alergias, diabetes e obesidade.

O leite materno pode ser doado em Bancos de Leite Humano. O leite doado passa por uma seleção, classificação e pasteurização, sendo então distribuído com qualidade certificada e sem risco de contaminação aos bebês internados. Considerado por muitos o alimento mais nutritivo do mundo, o leite materno pode, até mesmo, evitar a mortalidade infantil.

Fonte – Organização Mundial de Saúde (OMS)

Ministério da Saúde


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1 minuto pode parecer pouco, mas no momento de cortar o cordão umbilical ele pode fazer diferença. O laboratório ViaCord fez uma pesquisa sobre a prática que tem aumentado nos últimos anos, o bloqueio tardio do cordão umbilical após o nascimento do bebê. O bloqueio atrasado é quando o médico permite que o cordão umbilical pulse durante algum tempo prolongado, antes de apertar e cortá-lo. Esse atraso permite que uma porção do sangue residual do cordão umbilical e placenta entre na circulação do recém-nascido.

Durante quatro meses, mais de dois mil cartões de coletas foram analisados e os atrasos foram categorizados como de 1 a 3 minutos. A pesquisa concluiu que a coleta de sangue do cordão pode ser realizada com sucesso, mesmo que tenha atraso. No entanto, dada a importância da dose celular no transplante e medicina regenerativa (por exemplo, terapias para Autismo e Paralisia Cerebral), todos os esforços devem ser feitos para coletar o máximo de sangue do cordão umbilical possível.

De acordo com o laboratório, muitas famílias que fazem a coleta não recebem informações sobre a frequência, quanto tempo e o impacto geral que o bloqueio atrasado pode ter sobre a utilidade desse sangue. ”Se a decisão de atrasar for feita, pais e médicos devem trabalhar juntos para determinar a quantidade de tempo”, disse nota do ViaCord.

Para a decisão ser tomada, os pais precisam pesar o valor de otimizar a coleta de sangue do cordão umbilical versus potenciais benefícios do bloqueio retardado do cordão. Por exemplo, se um progenitor sabe que o sangue do cordão umbilical que eles coletarão de seu bebê será usado em uma situação de doador de irmãos, então o bloqueio retardado deve ser evitado.

A pesquisa foi apresentada recentemente no 15º Simpósio Internacional de Sangue de Cordão e o resumo foi publicado na revista Transfusion.

De acordo com o laboratório, são necessários mais estudos para obter a compreensão do impacto do bloqueio retardado do cordão e a pesquisa foi feita apenas para fins informativos, não destinada a fins de tratamento ou diagnóstico. Os indivíduos devem sempre consultar seus profissionais de saúde.

Fonte – Foundation Parent`s Guide to Cord Blood