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Uma equipe de investigadores liderada por Cedars-Sinai, conseguiu reparar fraturas severas em membros de animais de laboratório com uma técnica inovadora que sugere ossos para regenerar seu próprio tecido. Se for considerado seguro e eficaz em seres humanos, o método pioneiro em combinar ecografia, células-tronco e terapias genéticas, poderá eventualmente substituir o enxerto como forma de consertar ossos severamente quebrados.

“Estamos combinando uma abordagem de engenharia com uma abordagem biológica para avançar engenharia regenerativa, que acreditamos ser o futuro da medicina”, disse Dan Gazit, PhD, DMD e co-diretor do Programa de Regeneração Esquelética e Terapia de Têmulas. A pesquisa foi publicada na revista Science Translational Medicine.

Os investigadores construíram uma matriz de colágeno, uma proteína que o corpo usa para construir ossos, e implantou-a no espaço entre os dois lados de um osso fraturado na perna dos animais. Esta matriz recrutou as próprias células-tronco da perna fraturada no espaço durante um período de duas semanas. Para iniciar o processo de reparo ósseo, a equipe entregou um gene que induziu os ossos diretamente nas células-tronco, usando um pulso ultra-sônico e microbolhas que facilitaram a entrada do gene nas células.

Oito semanas após a cirurgia, o fosso ósseo foi fechado e a fratura da perna foi curada em todos os animais de laboratório que receberam o tratamento. Os testes mostraram que o osso crescido na lacuna era tão forte como o produzido por enxertos ósseos cirúrgicos. 

Fonte – Portal Science Daily


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O resultado do teste de farmácia e o exame de sangue deram positivo e descobriu que está grávida? Eis o momento em que a futura mãe costuma se perguntar: “Será que o meu bebê está bem? O que eu faço agora?”. Bom, procurar um obstetra é o primeiro passo. É ele quem estará com você acompanhando tudo o que acontecer em sua barriga pelo menos até o momento do tão esperado parto.

O acompanhamento gestacional é imprescindível e ajuda a identificar problemas que possam vir a assolar a mãe e o feto. A ação preventiva é a melhor maneira de evitar o desenvolvimento de doenças que possam prejudicar a gravidez. Os exames pré-natais devem ser feitos por todas as mulheres gestantes, apresentem elas gravidez de risco ou não.

Segue abaixo uma lista básica de exames que a futura mãe deve se submeter antes de o bebê nascer.

Na 1ª primeira bateria haverá diversos tipos de exames como, diabetes, sífilis, toxoplasmose, rubéola, hepatite, HIV 1 e 2, urina e exame de fezes. Pouco tempo depois, será feito um ultrassom transvaginal para verificar se o embrião está bem implantado no útero e também para delimitar o tempo de gestação e se ela é múltipla.

Até a 12ª semana de gravidez será realizada a biópsia de Vilocorial, para examinar fragmentos da placenta. Da 15ª até a 24ª semana de gestação haverá coleta do líquido amniótico.

Entre a 14ª e 16ª semanas de gravidez será feito o ultrassom morfológico. Esta análise é chamada de Translucência Nucal e irá verificar as chances do bebê ter alterações cromossômicas e más-formações.

Perto do 5º mês de gestação, será feito o ultrassom morfológico de 2º trimestre para que se observe o feto em detalhes e o ecocardiograma fetal.

No 6º mês de gestação, há o exame de sobrecarga de glicose para avaliar a incidência de diabetes gestacional.

A gravidez está chegando ao final e nos 7º e 8º meses de gestação a futura mãe fará ultrassom morfológico com Dopler, que analisa ossos, órgãos e fluxo de sangue do bebê no cordão umbilical e artérias uterinas.

O último ultrassom geralmente ocorre entre a 36ª e a 39ª semanas de gravidez, fase em que é essencial acompanhar a movimentação do bebê no útero, pois o momento do parto não está distante.

Além de tudo isso, há outros exames adicionais que seu obstetra poderá lhe pedir em casos específicos. E, vale lembrar: em cada consulta pré-natal devem ser avaliados o peso da futura mãe, sua pressão arterial e altura do útero.

 

Fonte – Revista Pais e Filhos

https://www.paisefilhos.com.br/gravidez/exames-que-voce-precisa-fazer-antes-de-se-tornar-mae/?offset=171

 


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Os resultados de uma tentativa clínica para lesão cerebral traumática (TBI) usando as células-tronco do próprio paciente mostrou que a terapia parece diminuir a resposta neuroinflamatória do corpo ao trauma e preservar o tecido cerebral, de acordo com pesquisadores da University of Texas Health Science Center at Houston (UTHealth). Os resultados foram publicados no site da STEM CELLS.

Os dados derivados desta tentativa vão além de apenas testar a segurança desta abordagem “, disse Charles S. Cox Jr., M.D., principal investigador, professor do Department of Pediatric Surgery e co-diretor do Memorial Hermann Red Duke Trauma Institute.

O novo estudo mostra que a terapia com células-tronco autólogas após o TBI é segura e reduz os requisitos de intensidade terapêutica dos cuidados neurocríticos. A teoria é de que as células-tronco no cérebro aliviam as inflamações do corpo geradas como resposta do trauma.

A pesquisa foi feita com 25 pacientes e a colheita da medula óssea, o processamento celular e a reinfusão ocorreram dentro de 48 horas após a lesão. O processamento celular foi feito no Laboratório de Investigação Terapêutica de Células-Tronco de Evelyn H. Griffin na McGovern Medical School.

Resultados funcionais e neurocognitivos foram medidos e correlacionados com dados prognosticados, incluindo ressonância magnética (RM) e tensor de difusão da matéria branca do cérebro.

Fonte: IPCT (Instituto de Pesquisa com Células-tronco)

http://celulastroncors.org.br/terapia-com-celulas-tronco-parece-ter-efeito-na-lesao-cerebral-traumatica/


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1-3341-634x0-c-defaultEstá em trâmite no Senado Federal o projeto de Lei nº 151, que busca aumentar a licença-maternidade para 180 dias e permitir que a mãe compartilhe até 60 dias com o cônjuge. Isso significa que a mulher teria os 180 dias de licença para si ou poderia ceder de 1 até 60 dias para que o pai do bebê fique com o recém-nascido. O projeto também estabelece um prazo dobrado (360 dias) para mães de portadores de deficiências.

Atualmente no Brasil, com a chegada de um novo bebê, o pai pode tirar cinco dias e, a mãe, 120 (quatro meses). No final de 2016, a presidente Dilma Rousseff sancionou o Marco Legal da Primeira Infância, cujo principal avanço é a ampliação da licença paternidade para 20 dias, mas o benefício não é obrigatório para todas as empresas, e sim apenas àquelas que participam do programa Empresa Cidadã. Esse programa também já oferece a possibilidade de 6 meses de licença para as mulheres, em vez dos 4 garantidos pela CLT.

Fonte: Revista Crescer

http://revistacrescer.globo.com/Voce-precisa-saber/noticia/2017/06/projeto-de-lei-aumenta-licenca-maternidade-e-permite-que-pai-tenha-ate-60-dias-com-o-bebe.html



O Centro Médico da Universidade Duke irá realizar em maio uma nova pesquisa envolvendo 12 crianças com Desordem do Espectro Autista (ASD) que receberão por digestão enzimática célul2as mesenquimais do tecido do cordão umbilical. O estudo será conduzido por Joanne Kurtzberg, Geraldine Dawson e Jessica Sun e t
em como principal objetivo tratar o autismo com células provenientes de tecido do cordão umbilical ao invés do sangue do cordão.

A Universidade afirmou que se os estudos forem bem-sucedidos, será esperada a aprovação da Food and Drug Administration (FDA), agência federal do Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos, para então estabelecer a nova terapia como um produto uniforme e disponibiliza-lá aos autistas.

De acordo com Joanne, através da iniciativa, os pacientes provavelmente terão acesso a terapias mais eficazes e valores mais acessíveis. “Isso poderia levar a múltiplos centros de saúde que tentam atender a comunidade que atualmente é de 1 entre 68 crianças nos Estados Unidos”, disse.

Em 2014, a Universidade fez uma pesquisa com 25 crianças autistas que receberam por infusão autóloga células estaminais do sangue do cordão umbilical. O estudo foi positivo e publicado pela Stem Cells Translatio1nal Medicine e pela rede de TV Americana, CNN.

Durante a última década, Duke estabeleceu uma estimativa de ensaios de medicina regenerativa para paralisia cerebral que evoluiu do sangue de cordão umbilical autólogo para o sangue de cordão alogênico, mas até então, os ensaios da Universidade sempre tiveram como origem a utilização das células do sangue do cordão umbilical.

Por conta do aumento de pesquisas envolvendo pessoas com distúrbios neurológicos, Duke decidiu se tornar o primeiro centro acadêmico no oeste dos Estados Unidos para registrar um ensaio de terapia para autistas.

O primeiro ensaio registrado para tratar o autismo com células mesenquimais de tronco / estroma do cordão umbilical foi em 2014, em uma clínica no Panamá. Na Polônia, um grupo liderado por Polski Bank Komórek Macierzystych, também está realizando estudo sobre o tratamento de crianças autistas com tecido de cordão umbilical e apresentará seu trabalho no International Cord Blood Symposium, em junho de 2017.

Fonte: https://celltrials.org/news/featured-advanced-cell-therapy-trial-2017-march-msc-autism



GRAVIDEZ TARDIA AUMENTA OS RISCOS DA PATOLOGIA

Adiar a gravidez é uma escolha muito comum na atualidade. Dados recentes do Ministério da Saúde indicam que o número de mulheres que foram mães após os 40 anos de idade subiu 49,5% em 20 anos, passando de 51.603 em 1995 para 77.138 em 2015. No entanto, é preciso atenção. Com o avançar da idade, aumenta-se a probabilidade de desenvolvimento da Síndrome de Down, uma vez que o oócito (gameta feminino) possui a idade da mãe, ficando mais suscetível, com o passar do tempo, às alterações genéticas e erros na divisão celular quando fecundado.

“De um modo geral, pacientes com 35 anos apresentam uma chance de 0,5% de terem seus filhos com esta síndrome. Aos 40 anos, 1%. Com 45 anos de idade, 3 a 4% das mulheres grávidas terão filhos acometidos pela Síndrome de Down e, apesar de a chance de gravidez ser baixa aos 49 anos, quando ocorre, aproximadamente 10% das mulheres terão sua prole com a Síndrome de Down. Deve-se ressaltar que a natureza, ou seja, o próprio organismo é eficaz em evitar a evolução da maioria das alterações genéticas não compatíveis com a vida extrauterina, motivo que justifica o aumento do risco de aborto com o avançar da idade”, explica Renato de Oliveira, ginecologista responsável pela área de reprodução humana da Criogênesis.

Mas a Medicina tem avançado bastante, principalmente nos tratamentos da infertilidade, muito popular entre mulheres que já atingiram 35 anos ou mais. Para aquelas que optam pela fertilização in vitro, é possível identificar o risco de anomalias genéticas antes do embrião ser implantado. “Na técnica chamada PGD (Diagnóstico Genético Pré-implantacional), por exemplo, uma célula é retirada do embrião para a análise de anomalias. Assim, muitos problemas podem ser diagnosticados e até mesmo evitados pela escolha dos embriões não acometidos pelas alterações genéticas investigadas. Mas, se a gestação já tiver ocorrido, a mulher deve passar por um rastreamento de anomalias, com exames de sangue e de ultrassom que apontam o risco de algumas doenças genéticas”, explica.

 Sobre a Criogênesis

A Criogênesis, que nasceu em São Paulo e possui mais de 13 anos de experiência com células-tronco, é membro institucional da AABB (Associação Norte Americana de Bancos de Sangue). A clínica é referência em serviços de coleta e criopreservação de células-tronco, medicina reprodutiva, gel de plaquetas e aférese, incluindo a diferenciada técnica de fotoférese extracorpórea. Sua missão é estimular o desenvolvimento da biotecnologia através de pesquisas, assegurando uma reserva celular para tratamento genético futuro.

 



Pesquisam indicam que o material pode ser utilizado com eficácia na reversão de doenças degenerativas.

A troca dos dentes de leite faz parte de uma fase muito importante da vida da criança. Geralmente, o momento é cercado de crenças, como jogar o dente em cima do telhado em troca da realização de um pedido ou guarda-lo embaixo do travesseiro para a fada do dente.  Porém, infelizmente, poucos familiares sabem que aquele dente pode servir para o tratamento de diversas doenças.
De acordo com Nelson Tatsui, Diretor-Técnico do Grupo Criogênesis e Hematologista do HC-FMUSP, a polpa do dente de leite é fonte de células-tronco, que se destaca das outras pela grande concentração celular e pela facilidade de obtenção. “O grande diferencial do dente de leite é a presença de células-tronco do tipo mesenquimal. Estas células têm a capacidade de, em laboratório, se transformar em uma variedade de outras células destinadas a reparação de tecidos. Além disso, por serem muito jovens, multiplicam-se com mais velocidade. Seu potencial é tão grande que apenas um dente já é suficiente para que as células se estabeleçam em cultura”.
Por que a coleta de células-tronco da polpa de dente de leite é tão importante? Para Tatsui, trata-se de um investimento no futuro. “Tal como acontece há mais tempo já com o armazenamento das células-tronco do sangue e do tecido do cordão umbilical, a polpa do dente de leite segue o mesmo caminho promissor. Diversas pesquisas estão em andamento e indicam a capacidade do material de originar vários tecidos humanos como osso, gordura, cartilagem e músculo. Cabe ainda continuar os estudos clínicos nesta área, no entanto, os resultados iniciais já são suficientes para trazer enorme otimismo”.
COLETA E ARMAZENAMENTO
Por se tratar de um processo natural, pois a queda do dente ocorre na maioria das crianças entre 5 e 12 anos de idade, o momento da coleta é indolor. É importante lembrar, porém, que para que as células-tronco do dente de leite possam ser aproveitadas, a retirada deve ser realizada por um dentista, como explica o Dr. Gabriel Politano, responsável pela área de células-tronco da polpa do dente de leite da Criogênesis: “retiramos as células-tronco da polpa do dente daquele pedacinho de carne que está grudado no dente. Assim que a polpa é removida, enzimas são aplicadas para retirar as células da mesma. O material deve ser acondicionado em um kit específico de transpor te e enviado imediatamente à clínica de armazenamento para o devido processamento laboratorial. No entanto, caso o dente venha a cair antes da consulta, é necessário que a família possua o kit de transporte para  o acondicionamento correto”.
Investimento – Para realizar o procedimento, o custo é de cerca de R$ 2.000 pela coleta das células e uma anuidade que varia de R$ 300 a R$ 400 para a conservação delas. “Muitos acham que o procedimento é caro, mas esquecem das condições atuais do país, como a crise que afeta os programas de saúde pública. Neste cenário, os diversos estudos e investimentos na área fazem da coleta um investimento preventivo para as famílias. Além disso, por serem células imunocompatíveis, podem servir não só ao doador, mas também a outras parentes, como um irmão, por exemplo”, destaca Tatsui.
Serviço
Os interessados em informações sobre a extração do dente para a coleta de células-tronco podem se informar pelo telefone 0800 773 2166.
Sobre a Criogênesis
A Criogênesis, que nasceu em São Paulo e possui mais de 13 anos de experiência com células-tronco, é acreditada pela AABB (Associação Norte Americana de Bancos de Sangue) e certificada pela IQNet NBR ISO 9001:2015. A clínica é referência em serviços de coleta e criopreservação de células-tronco, medicina reprodutiva, gel de plaquetas e aférese, incluindo a diferenciada técnica de fotoférese extracorpórea. Sua missão é estimular o desenvolvimento da biotecnologia através de pesquisas, assegurando uma reserva celular para tratamento genético futuro. www.criogenesis.com.br