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O exame de espermograma tem como objetivo avaliar a quantidade e qualidade dos espermatozoides do homem, sendo principalmente solicitado para investigar a causa da infertilidade do casal, por exemplo. Além disso, o espermograma também é normalmente solicitado após cirurgia de vasectomia e para avaliar o funcionamento dos testículos.

O espermograma é um exame simples que é feito a partir da análise de uma amostra de sêmen que deve ser colhida pelo homem no laboratório após masturbação. Para que o resultado do exame não sofra interferências, é recomendado que o homem não tenha relações sexuais 2 a 5 dias antes da relação do exame e, em alguns casos, pode ser recomendado que a coleta seja feita em jejum.

Como é feito – Para realizar o exame é necessária uma amostra de sêmen, que deve ser coletada, preferencialmente, no próprio laboratório por meio da masturbação, e, em alguns casos, pode ser recomendado o jejum, cujo tempo deve ser determinado pelo médico. O material ejaculado é depositado em um recipiente próprio fornecido pelo laboratório e em seguida encaminhado para a análise.

É importante que o homem não pratique relações sexuais ou qualquer outra ação que provoque ejaculação 2 a 5 dias antes de realizar o exame, pois pode influenciar na quantidade total de espermatozoides presentes no sêmen. Além disso, a masturbação para a coleta não deve ser feita com o auxílio de lubrificantes, pois podem interferir no resultado do exame.

Normalmente, os laboratórios não aceitam o esperma que não tenha sido colhido na própria clínica e não é recomendado que o esperma seja colhido após o coito interrompido e nem através do preservativo, pois também pode interferir no resultado do exame.

O que é analisado – A análise do sêmen ocorre em duas etapas, sendo a primeira uma análise macroscópica e a segunda uma análise microscópica. Ambas as etapas são fundamentais para avaliação da qualidade e quantidade de espermatozoides capazes de fertilizar um óvulo, indicando, assim, a capacidade reprodutiva do homem.

A análise macroscópica, ou seja, a olho nu, leva em consideração a avaliação de critérios como viscosidade, cor, pH, volume e tempo que o sêmen leva para se tornar completamente líquido, chamado de liquefação. A análise microscópica envolve a análise de critérios que só podem ser visualizados com o auxílio de um microscópio, como concentração de espermatozoides por mL e por volume total ejaculado, motilidade, vitalidade e morfologia.

A partir das análises realizadas em laboratório, é liberado um laudo contendo todos os parâmetros relacionados ao exame de acordo com as recomendações da Organização Mundial de Saúde.

Para que serve – Normalmente o espermograma é indicado pelo urologista quando o casal possui dificuldades para engravidar, sendo, assim, investigado se o homem é capaz de produzir espermatozoides viáveis e em quantidades suficientes. Além disso, pode ser indicado quando o homem apresenta algum sinal genético, físico ou imunológico que possa interferir na fertilidade masculina.

Assim, o espermograma é feito para avaliar o funcionamento dos testículos e integridade do epidídimo, analisando, assim, qualidade e quantidade de espermatozoides produzidos pelo homem.

Exames complementares

A depender do resultado do espermograma e condição clínica do homem, o urologista pode recomendar a realização de exames complementares, como:

  • Espermograma sob magnificação, que permite uma análise mais precisa da morfologia do espermatozoide;
  • Fragmentação de DNA, que verifica a quantidade de DNA que é liberado dos espermatozoides e fica no líquido seminal, o que pode indicar infertilidade dependendo da concentração de DNA;
  • FISH, que é um teste molecular realizado com o objetivo de verificar a quantidade de espermatozoides deficientes;
  • Teste de carga viral, que normalmente é solicitado para homens que possuem doenças causadas por vírus, como HIV, por exemplo.

Além desses exames complementares, o congelamento seminal pode ser recomendado pelo médico caso o homem irá realizar ou está realizando tratamento quimioterápico.

Fonte: Portal + Tua Saúde


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No Brasil, este termo é inadequado, pois aqui só se pode praticar a “barriga solidária

Quem nunca ouviu a expressão “barriga de aluguel”? O título já foi até tema de novela e é cercado de questões éticas e culturais. Ele é um tratamento utilizado quando a mulher não pode engravidar, seja por não ter útero ou pela presença de doenças graves que contraindicam a gravidez, mesmo tendo óvulos capazes de gerar um bebê.

Nesta situação, este casal gera o embrião através de técnicas de fertilização in vitro (FIV) e, este embrião, é transferido para o útero de outra mulher, que “carrega” o bebê por nove meses e dá a luz. Após o nascimento, o bebê é devolvido aos pais. O termo “barriga de aluguel”, apesar de muito utilizado, é inadequado, pois implica uma relação comercial que não é permitida em nosso país. No Brasil, denominamos “doação temporária do útero ou gestação de substituição”. Agora vamos a uma questão importante: o termo “barriga de aluguel”, apesar de ser muito utilizado, é um termo inadequado, pois implica relação comercial que não é permitida em nosso país. No Brasil, denominamos “doação temporária do útero” ou “gestação de substituição”. Veja como funciona:

Quais são as principais indicações?

  • ausência de útero: mulheres submetidas à retirada do órgão (histerectomia)
  • defeitos congênitos como malformações uterinas ou alterações que impeçam a gravidez
  • doenças maternas com alto risco de morte durante a gestação, como doenças cardíacas, pulmonares ou renais graves
  • inúmeras falhas de implantação prévias: quando há transferência de embriões, mas não ocorre gestação.

Quais são os passos do tratamento?

O tratamento é semelhante à FIV tradicional: utilizamos medicações para estimulação dos ovários da mãe, realizamos a captação dos óvulos no momento ideal e a fertilização destes pelos espermatozoides do parceiro. No entanto, os embriões formados são transferidos no útero de substituição (da mulher doadora), que é previamente preparado com hormônios.Vale ressaltar que tanto o casal quanto a mulher que irá doar o útero devem passar por uma consulta especializada, sendo solicitados exames como sorologias e tipagem sanguínea.

O que diz a Legislação

A nova resolução do Conselho Federal de Medicina (2.013/13) determina que as doadoras temporárias do útero devem ser parentes de até quarto grau, ou seja, mãe, filha, irmã, avó, tia ou prima da doadora genética (mãe biológica).Os demais casos, como ausência de mulheres com esse grau de parentesco, devem ser autorizados pelo Conselho Regional de Medicina. Como já apontado, a doação temporária do útero não deve ter caráter lucrativo ou comercial. É importante ressaltar que a relação entre as pessoas que participam deste tratamento é exatamente oposta ao que temos na doação de óvulos. No tratamento com útero de substituição, as pessoas tem que ter um vínculo prévio (parentes ou amigos), para se evitar problemas futuros. Já a doação deve ser anônima, pelo mesmo motivo.A nova resolução determina que “é permitido o uso de técnicas de Reprodução Assistida (FIV) para relacionamentos homoafetivos”, o que não era explícito na resolução de 2010. Assim, fica mais transparente o acesso desses tratamentos aos casais homossexuais.

Por fim, ressalto que esse é um tratamento um pouco diferente e que necessita de grande generosidade entre as mulheres envolvidas.

Fonte: Portal Minha Vida


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Apesar de ser comum, a tosse é um sinal de alguma coisa não vai bem no nosso organismo. Veja o que ela pode indicar e como amenizá-la

A tosse de uma criança pode significar muitas coisas diferentes. Por isso mesmo, às vezes é difícil identificar logo de cara qual é a origem do problema. Mas existem alguns sinais que podem nos ajudar nessa missão. Antes de ligar para o pediatra ou procurar um serviço de pronto-atendimento, é preciso ter calma e observar se seu filho apresenta, ao mesmo tempo, algum outro sintoma.

A tosse das crianças pode ter muitos significados – Quando o nosso corpo se sente “ameaçado”, ele acende o sinal de alerta e o sistema imunológico entra em ação. A tosse é apenas mais um reflexo natural do nosso organismo. Ela vem justamente para proteger o sistema respiratório e expelir corpos estranhos e secreções. Acontece que ela pode ter características bem diferentes, dependendo da causa do problema.

Tosse seca: o que pode ser? Um dos tipos de tosse mais comuns entre bebês e crianças é a tosse seca. Ela é bem fácil de reconhecer: é frequente, mas não vem acompanhada de catarro ou secreções. Em alguns casos, é tão persistente que provoca até vômitos e dificuldade para dormir. De tanto tossir, as vias aéreas ficam irritadas e a garganta pode começar a doer.

A tosse seca é muito comum em bebês e crianças – Se perceber que seu filho também está com o nariz escorrendo, pode ser sinal de uma gripe ou resfriado comum. Nesse caso, a tosse seca costuma durar mais ou menos 7 dias e melhora de forma espontânea. “Se demorar mais do que isso, a criança deve ser avaliada pelo pediatra, especialmente quando a tosse vai aumentando de intensidade ou o intervalo entre uma tosse e outra passa a ser muito curto. Na presença de febre, o tempo para o exame médico deve ser menor”, explica o pediatra Claudio Len.

É sempre bom ficar de olho nos outros sinais que a criança dá, porque há situações em que a tosse seca pode, sim, indicar algo mais grave. É só seu filho começar a correr e brincar que ela aparece? À noite ela fica mais frequente? Se a resposta for sim, é preciso procurar um especialista o quanto antes. Essas podem ser pistas de um quadro irritativo crônico, como de asma, por exemplo. Com as vias aéreas mais estreitadas, aparece muco nos pulmões e, consequentemente, vêm os quadros de tosse.

Como aliviar a tosse seca – Não existe uma única fórmula capaz de aliviar todos os tipos de tosse. Em boa parte dos casos, é questão de tempo até passar. Mas isso não significa que você deve ficar de braços cruzados. A solução varia de pessoa para pessoa – tudo depende do quadro apresentado pela criança e da recomendação do pediatra. A boa notícia é que, com algumas medidas simples, já dá para amenizar um pouco o desconforto.

Em casa, você pode começar mantendo a hidratação em dia. Ofereça água e sucos para o seu filho com frequência. A ingestão de líquidos é uma boa aliada nessas horas. Lavar as narinas com soro fisiológico ou inalar um pouco de vapor depois do banho quente também ajuda. Além disso, manter a casa limpa e arejada é fundamental.

Se a tosse for persistente e começar a irritar a garganta, você pode buscar outras alternativas – sempre consultando o pediatra antes, é claro. Compostos naturais, feitos a partir de mel, limão e própolis são uma boa. Com supervisão de um médico, medicamentos específicos para tosse seca e irritativa podem ser outra opção.

Fonte: revista Pais e Filhos


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O uso do protetor solar é indispensável em qualquer fase da vida, inclusive na gravidez. Como forma de prevenir ou não agravar as famosas manchas, também conhecidas como cloasma, te contamos todos os cuidados básicos

Apesar dos dias quentes, é  muito importante ficar de olho na pele e não esquecer de usar filtro solar todos os dias (mesmo em casa!). Junto com a gravidez, a alteração hormonal pode provocar o aparecimento ou agravamento da famosa melasma, que são manchas marrons em vários pontos do corpo. Durante este período, apesar de ser a mesma, ela recebe o nome de cloasma. Mas, calma, nada de pânico! Te contamos como prevenir o problema e o que fazer caso ele apareça.

Qual a diferença entre melasma e cloasma?

Ambos são manchas castanhas ou castanho-acinzentadas que geralmente aparecem na testa, bochechas, nariz e queixo. De acordo com a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), eles ainda podem surgir no colo, pescoço e antebraço. Muitas mulheres, durante a gravidez, começam a apresentar melasma, mas especificamente por se tratar neste período, ele recebe o nome de cloasma.

Por que é mais comum acontecer na gravidez?

Segundo a dermatologista Larissa Montanheiro, os hormônios têm bastante influência: “Ainda não sabemos todos os mecanismos de surgimento da lesão, mas temos ciência da participação do estrogênio e da progesterona, além da atuação de um outro hormônio, o MSH, que age na liberação de melanina, substância responsável pela alteração da  cor da pele. A notícia boa é que após a gravidez, pela volta do organismo ao seu normal, o cloasma tende a diminuir ou até mesmo desaparecer gradualmente e caso persista temos opções hoje de tratamentos durante a amamentação também”, explica.

O que pode causar o problema?

A situação é multifatorial, ou seja, não existe apenas uma causa específica: “Claro, consideramos a exposição à radiação ultravioleta (sol) como um dos principais gatilhos para a doença, porém temos que levar em consideração que é preciso uma predisposição individual e ela pode ser de base genética, além de fatores como alterações hormonais e exposição a outros tipos de luzes, como a visível (celular, computadores, etc). O próprio fator estresse se associa com as causa, pela maior liberação do cortisol e estímulo do hormônio produto de melanina”, reforça Larissa.

Quais locais do corpo as manchas costumam aparecer?

“São mais comuns no rosto, principalmente bochechas, testa e ao redor do lábios (chamada região centrofacial). Mas podem acometer o corpo também, usualmente colo e braços”, explica a dermatologista Amanda Todt.

Como prevenir o cloasma?

Para evitar que as manchas apareçam ou não se agravem, Amanda dá uma dica de ouro: “A prevenção consiste principalmente na fotoproteção, para evitar ação da radiação ultravioleta, principal gatilho para o surgimento do melasma”.

Os tratamentos podem ser feitos na gravidez?

No caso da gravidez, alguns cuidados devem ser tomados, mas existem tratamentos para amenizar ou acabar com o problema: “As gestantes tem algumas limitações no uso de ácidos, por isso é muito importante a avaliação com o especialista antes de adquirir produtos neste período em especial. Podemos usar na gravidez, por exemplo, o ácido ascórbico (vitamina C), ácido azeláico, ácido kójico, ácido glicólico (em baixas concentrações), etc. Como nesta fase a melanogênese (formação de melanina) está aumentada, aumentando naturalmente o risco de hiperpigmentação (formação de manchas), não é indicado fazer nenhum tratamento que possa agravar esta situação, como laseres e microagulhamento”, explica Amanda.

Após os tratamentos, quais cuidados devem ser seguidos?

Depois dos tratamentos, Larissa destaca que é muito importante continuar seguindo com os cuidados: “Para manutenção do resultado é importante que se entenda que o melasma possui tratamento, porém quando não são realizadas manutenções, ele pode voltar a aparecer. Portanto, evitar a exposição solar e manter o uso de filtro solar e substâncias clareadoras no pós são fundamentais, além da rotina de “skincare adequada para cada tipo de pele”

As manchas podem se agravar no verão?

Neste período do ano, existe um maior alerta por causa da exposição à radiação solar, então é importante ter um cuidado a mais: “As pessoas costumam se expor mais às atividades de ar livre, praias e isso significa maior exposição às radiações ultravioletas que, como já sabemos , está envolvida na gênese da doença”, conta Larissa.

No caso dos protetores com cor, eles podem proteger tanto quanto? São indicados também durante a gestação?

O uso doprotetoré indispensável em qualquer fase da vida, e a gestação também não poderia ficar de fora: “Os protetores com cor tem a vantagem de formar uma barreira física contra a luz visível (luzes artificiais de telas e lâmpadas), a qual também impacta na piora do melasma. Então o ideal seria optar por um protetor com cor, que além de tudo também ajuda a homogeneizar o tom da pele, disfarçando as manchas. As gestantes devem optar por protetores minerais/físicos preferencialmente, por não conterem componentes químicos”, conclui Amanda.

Fonte: revista Pais e Filhos


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Células-tronco encontradas têm capacidade de multiplicação até 500 vezes maior do que a do cordão-umbilical

Cientistas da Universidade de Edimburgo, na Escócia, descobriram células-tronco em embriões com uma capacidade de multiplicação superpotente, cerca de 200 a 500 vezes superiores àquelas encontradas no cordão umbilical. A descoberta, que foi publicada hoje na revista “Stem Cell Reports”, foi liderada pelos cientistas Andrejs Ivanovs e Alexander Medvinsky e pode tornar-se um instrumento importante para a medicina regenerativa no futuro.

Essas células-tronco formam as células do sangue e do sistema imunológico e são conhecidas como células-tronco hematopoéticas (que têm a capacidade de tratar mais de 80 tipos diferentes de doenças sanguíneas). Os autores conseguiram transplantar essas células embrionárias em ratos de laboratório e observaram uma inesperada capacidade de expansão. “A disponibilidade com fins terapêuticos dessas células provenientes, por exemplo, da medula óssea ou do cordão umbilical, é um problema constante”, explicam no artigo. Por isso, a descoberta anunciada é importante porque elas são “mais robustas e tem uma maior capacidade de multiplicarem-se e diferenciarem-se daquelas dos cordões umbilicais.

O próximo passo da pesquisa será entender quais são os mecanismos moleculares que conferem às células esse “superpoder” de multiplicação e expansão.

Fonte: Portal Uol


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A gestante, naturalmente, já tem uma tendência a sentir mais calor porque seu metabolismo está mais acelerado. Junte-se a isso o fato de se morar num país tropical, abençoado por temperaturas que rondam os 40 graus em boa parte do território durante o verão e o resultado pode ser uma série de desconfortos. Veja por que cada um deles ocorre e o que fazer para impedir que surjam:

Reduzindo o inchaço
“O aumento da temperatura faz com que a pressão arterial, que na gestante habitualmente já é baixa, caia um pouco mais, dificultando o retorno venoso. Com isso, ela tem maior retenção de líquido e surge esse edema”, explica Carla Kikuchi, obstetra do Hospital e Maternidade Santa Joana, de São Paulo. Para minimizá-lo, a dica principal é beber muita água. Além disso, praticar atividade física, dormir com as pernas ligeiramente elevadas em relação ao corpo e evitar permanecer muito tempo na mesma posição. Fazer sessões de drenagem linfática é um ótimo auxílio, porém você deve procurar um profissional habilitado, de preferência com formação em fisioterapia, e a massagem não deve ser realizada na área do abdômen. Antes, verifique com seu obstetra se não há impedimento no seu caso.

Afaste o risco de tonturas ou desmaios
De novo, a queda da pressão arterial é a culpada. Para não se sentir mal a ponto de ficar tonta ou desmaiar, o jeito é ingerir água em abundância, se alimentar a cada três horas e evitar locais muito quentes, principalmente onde houver multidão.

Dorzinha de cabeça chata
O santo remédio chamado água mais uma vez deve ser convocado quando a dor de cabeça ataca. É que a cefaleia, no calor, normalmente está relacionada à desidratação. Sair do sol também ajuda. Mas há outras causas para o incômodo e é preciso estar atenta. A pressão baixa (de novo, ela!) pode ser a responsável e, para normalizá-la, ingestão de água, apenas. “Algumas gestantes podem pensar em consumir mais sal para elevar a pressão arterial, mas não é recomendável porque irá aumentar a retenção hídrica, que por sua vez leva ao inchaço”, diz Rosane Santana Rodrigues, médica especialista em ginecologia, obstetrícia e reprodução humana da Clínica Invita, de São Paulo. Baixas de açúcar no sangue também podem piorar a cefaleia, então, para garantir que os níveis glicêmicos fiquem estáveis, lembre-se de comer a cada duas ou três horas, no máximo.

Muito cuidado com as manchas de pele
No quesito cuidados com a pele, se tiver que pecar, que seja pelo exagero de cuidados. “O melasma da gestação, que são aquelas manchas que podem surgir no rosto e em outras partes do corpo, não é nada estético e só sai com tratamento a laser, por isso o ideal é preveni-lo”, recomenda Rosane Rodrigues. Como a formação dessas manchas é disparada pela exposição ao sol, vale fazer um estoque de protetor solar com FPS acima de 60 e cobrir todas as áreas expostas antes de sair de casa. “O melhor é optar por bloqueadores à base de gel ou ‘oil free’ para evitar acne, que pode aparecer nessa fase. Na praia ou piscina, reaplicar a cada duas horas, usar chapéu e evitar exposição direta ao sol”, complementa Carla Kikuchi. E, por falar em pele, para reduzir a chance do aparecimento de estrias, a dica é, além de passar muito hidratante pelo corpo, hidratar-se por via oral, sem moderação, com água, água de coco e sucos de fruta naturais!

Fonte: Portal Bebê.com.br


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Os ingredientes naturais são um ponto superimportante na busca do produto ideal e na corrida contra as coceiras. Saiba qual a melhor opção para o seu filho e que também pode ser usado por toda a família

É importante que os repelentes em bebês possuam fórmulas mais naturais. O clima quente já chegou e com ele os mosquitos e insetos também! Apesar das dúvidas do que usar para se proteger, o mais comum ainda é o repelente. Mas nada de pânico, a gente te explica tim-tim por tim-tim a partir de qual idade ele é indicado e qual produto você pode recorrer antes das coceiras começarem.

De acordo com o pediatra, Dr. Claudio Len, são nos primeiros anos de vida que os bebês estão expostos às picadas de formigas, mosquitos e outros insetos. Na maioria dos casos, os repelentes não são indicados para crianças menores de dois anos, mas se possuírem ingredientes mais naturais e uma menor concentração de icaridina, substância que afasta os pernilongos, ele poder ser sugerido a partir dos seis meses.

Um dos principais sintomas (e incômodos!) das picadas é a coceira, que pode acontecer em qualquer lugar do corpo, mas felizmente, com os cuidados certos têm solução: “Na grande maioria dos casos o tratamento é desnecessário e restringe-se ao controle da coceira, com cremes ou remédios antialérgicos por via oral”, comenta o pediatra.

Para prevenir o risco de uma infecção secundária, Dr. Cláudio alerta sobre a necessidade dos pais manterem as unhas dos filhos sempre bem aparadas. Além de evitar que este problema aconteça, impede que machucados na pele possam aparecer por causa das coceiras.

Fonte: revista Pais e Filhos


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Sim, é aconselhável que faça coleta do segundo filho baseado em algumas evidências científicas:

1. A tendência mundial na área de transplante de células-tronco é a utilização da própria célula-tronco do indivíduo (autólogo), pois é uma terapia em que não é necessário utilizar altas doses de imunossupressores que eleva a mortalidade do procedimento. São realizados, por ano, 30 mil transplantes autólogos e 15 mil transplantes alogênicos (de um indivíduo para outro).

2. Na área de engenharia de tecidos, os trabalhos do Hospital das Clínicas da FMUSP, que inclui a colocação tópica de células-tronco no coração (INCOR) e na medula espinhal (Instituto de Ortopedia), usam a própria célula-tronco do indivíduo devido o risco de rejeição.

3. Na leucemia mielóide aguda, doença em que a evolução é dramática, é possível a utilização do sangue do irmão para obtenção de um efeito anti-leucemia bastante potente. É interessante ressaltar que a resposta deste tipo de transplante é muito melhor quando é usado o sangue de cordão compatível da própria família (irmão) do que provindo de fonte pública (banco público de cordão).

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Porque a vida merece todas as chances!


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Nove pacientes passaram pelo tratamento inédito com sucesso

O uso de células-tronco adultas no tratamento da covid-19 apresentou resultados preliminares animadores em casos graves de insuficiência respiratória aguda. A nova terapia está sendo desenvolvida por especialistas do Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino (Idor) e já foi usada com sucesso em nove pacientes. O tratamento inédito está sendo feito com as chamadas células mesenquimais, que apresentam grande capacidade de diferenciação, se transformando em diferentes tipos de células do organismo.

“Os resultados ainda são preliminares e é preciso cautela, mas o que observamos dos primeiros pacientes que passaram pela terapia celular é animador”, contou o especialista Bruno Solano, que está à frente do estudo, realizado no Centro de Biotecnologia e Terapia Celular do Hospital São Rafael, em Salvador. “Todos os pacientes estavam entubados, sob suporte ventilatório e em geral observamos em poucas horas uma melhora dos marcadores inflamatórios e nos dias seguintes, uma melhora na oxigenação.”

No estudo, que começou em julho, foram avaliados diferentes esquemas terapêuticos: três pacientes receberam uma dose mais baixa de células mesenquimais, quatro deles receberam uma dose intermediária e outros três receberam uma dose alta. Os pesquisadores não observaram nenhum evento adverso grave relacionado à infusão de células mesenquimais, que foi bem tolerada em todos os casos, independentemente da dose utilizada.

Dos dez pacientes, todos com quadro grave de covid-19, necessitando de suporte ventilatório por insuficiência respiratória, cinco já receberam alta após a infusão das células mesenquimais, e os outros quatro seguem internados, mas apresentam uma evolução satisfatória; dois deles já saíram do tubo e respiram espontaneamente.

“Um dos casos que mais nos chamaram a atenção foi o de um paciente jovem, com 30 anos, que estava havia 14 dias em ventilação mecânica e já apresentava grave comprometimento pulmonar e fibrose pelo longo tempo de ventilação mecânica”, contou Bruno Solano. “Mesmo assim, ele evoluiu bem após a terapia celular.”

Houve uma morte, 33 dias após a terapia celular. O desfecho foi associado a uma complicação do quadro clínico de covid-19, com uma infecção hospitalar secundária por bactéria resistente a múltiplos antibióticos.

“As células mesenquimais possuem a capacidade de, na presença de um ambiente de lesão, liberar uma série de moléculas que possuem atividade anti-inflamatória e imunomoduladora, além de estimular a regeneração e reparo dos órgãos e tecidos”, explicou Solano. “Estas ações já tinham sido demonstradas em várias doenças inflamatórias, o que suscitou a sua potencial utilização nos quadros graves de covid-19″.

As células foram administradas por via endovenosa, em duas aplicações com intervalo de 48 horas entre elas, em dez pacientes com pneumonia associada à falência respiratória aguda pela covid-19. Ao todo, os pesquisadores esperam recrutar 20 pacientes. Quinze deles receberão a terapia celular enquanto que os outro cinco ficarão no grupo controle, recebendo apenas o tratamento padrão.

“Acreditamos que este tratamento seja capaz de acelerar a recuperação dos pacientes, reduzir a mortalidade e encurtar o tempo de internação. Esperamos também entender melhor o mecanismo de ação das células mesenquimais”, explicou Solano. “Todas estas respostas devem ser alcançadas rapidamente, em linha com a urgência que a pandemia exige.”

Novas terapias com células mesenquimais estão sendo usadas no tratamento de pacientes com covid-19 na China, Europa e Estados Unidos, também com relatos preliminares que atestam sua segurança e eficácia.

Fonte: Estadão


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Tem o plano de aumentar a família nos próximos meses? Confira algumas dúvidas sobre fertilidade e cuidados pré-natais para tirar a limpo com o especialista

Tomar vitaminas ou não, quanto tempo antes parar a pílula anticoncepcional e quais condições afetam a fertilidade são dúvidas que podem surgir, e precisam ser sanadas! Caso a ideia seja ter um bebê nos próximos meses, separe o bloquinho de anotações e confira nossas sugestões do que perguntar ao especialista para aumentar as chances de concepção e garantir um começo de gravidez saudável.

1. Quanto tempo antes devo parar de tomar o anticoncepcional?

“A partir do momento em que se interrompe o uso da maioria dos anticoncepcionais hormonais, o organismo já entende que está liberado para voltar a funcionar visando à gravidez em mulheres em idade reprodutiva”, responde o Dr. Renato de Oliveira, ginecologista e obstetra da Criogênesis.

No entanto, alguns outros métodos contraceptivos como as injeções trimestrais, podem manter o funcionamento hormonal “bloqueado” por mais tempo, postergando o retorno dos ciclos ovulatórios, como acrescenta o doutor.

Algumas condições de saúde podem sim afetar a fertilidade do casal. “De um modo geral, pensamos nelas quando há alterações do ciclo menstrual feminino ou quando um casal, cuja mulher possui ciclos menstruais regulares e apresente relações sexuais frequentes, tente a gravidez sem sucesso após um ano de tentativas, considerando a idade feminina até 35 anos de idade”, esclarece Renato.

Agora, se a mulher tiver entre 35 e 40 anos, o ginecologista recomenda que o período de tentativa – antes de buscar ajuda especializada – seja menor, em torno de 6 meses. “Acima dos 40, indico que procurem um especialista em infertilidade caso pensem em gravidez”, completa ele.

Além de doenças do casal, o histórico da família também pode ser levado em conta, como afirma o Dr. Waldemar Carvalho, ginecologista e obstetra especializado em reprodução humana da clínica Tempo de Fertilidade. “Recomendo verificar com quantos anos a mãe entrou na menopausa e se teve alguma doença ou dificuldade de engravidar, por exemplo. Da parte paterna, uma das condições que pode ser verificada é a criptorquidia, que afeta os testículos e pode ocasionar infertilidade”, pontua.

3. A idade avançada da mãe pode interferir na saúde do feto?

É fato que a gravidez tardia traz mais riscos de complicações para a gestante e para o desenvolvimento do feto, mas isto não é regra. “A idade avançada possui relação com os riscos de malformações e de Síndrome de Down no bebê, por exemplo. O risco é baixo, mas existe, e por isto a importância do acompanhamento médico, para que o profissional ajude a investigar a existência de doenças na família e se houveram abortos anteriores, por exemplo.

4. Algum medicamento pode afetar a fertilidade?

Segundo o Dr. Renato, qualquer medicação que altere o eixo hormonal pode impactar na fertilidade. Alguns fármacos, por exemplo, podem alterar os níveis de um hormônio chamado prolactina e, consequentemente, interferir no processo de ovulação.

O ideal mais uma vez é verificar com seu médico se alguns dos seus medicamentos de uso contínuo podem afetar a gravidez – e nunca interrompê-los por conta própria.

5. Devo tomar alguma vitamina ou suplemento?

De um modo geral, a suplementação com ácido fólico é a única indicada antes de engravidar, com o objetivo de diminuir os riscos de fechamento do tubo neural do bebê e assim reduzir o risco de malformações, como esclarece Renato.

“A deficiência de ácido fólico costuma aparecer em mulheres com deficiência nutricional”, acrescenta Waldemar. A sua administração geralmente é recomendada, mas só o médico saberá indicar qual é o melhor tipo de ácido fólico para a paciente. Já as demais suplementações deverão ocorrer dependendo do padrão nutricional da mulher.

6. Preciso tomar alguma vacina?

A maioria das vacinas são liberadas durante a gestação e podem ser aplicadas em todas as mulheres que desejam engravidar, como as antitetânicas, contra hepatite B, tétano ou gripais.

Algumas, porém, devem ser feitas antes da gravidez e há a necessidade de que a mulher não engravide nos três meses seguintes – por ser um vírus atenuado que pode ser transmitido ao bebê. “Este é o caso da vacina da rubéola e da febre amarela, as quais a mulher deve evitar tomar no período da gestação”, diz o especialista em reprodução humana.

7. Preciso mudar o meu peso, dieta ou hábitos alimentares?

“Sabe-se que extremos de peso podem interferir na fertilidade”, responde o ginecologista Renato. De acordo com ele, há um conceito denominado epigenética que diz respeito a como o meio ambiente pode interferir na expressão dos nossos genes.

Assim, “um corpo que se alimenta bem, se exercita bem e dorme bem, tende a funcionar melhor, inclusive do ponto de vista reprodutivo”, diz, mas nada exclui o acompanhamento com uma nutricionista para verificar se a dieta precisará de alguma adaptação neste período.

8. Tratamentos estéticos devem ser interrompidos?

Alguns tipos de tintura de cabelo e de tratamentos dermatológicos com ácidos podem ser prejudiciais à gestação, mas a mulher não precisa abrir mão deles de imediato. O médico da clínica Tempo de Fertilidade recomenda que a paciente converse com sua dermatologista e verifique quais produtos são permitidos nesta fase.

9. Condições ginecológicas podem interferir na capacidade de engravidar?

Alguns corrimentos são inofensivos, mas outros podem exigir uma atenção extra da mulher. “Candidíase crônica ou algum outro tipo de afecção vaginal podem afetar o PH da vagina e atrapalhar para engravidar”, afirma Waldemar. Manter os exames em dia – desde os de mama até o papanicolau e outros de rotina – é importante especialmente nesta etapa.

10. Devo procurar outro médico, além do meu ginecologista?

“Geralmente, ginecologia e obstetrícia andam juntos”, pontua Waldemar. Mesmo se a mulher está se consultando com um ginecologista, ele pode ser capaz de dar os encaminhamentos iniciais e indicar os exames necessários para o começo da gestação.

Já se o profissional não realizar obstetrícia, ele geralmente encaminha para algum obstetra que seja capaz de auxiliar com todos os cuidados pré-natais iniciais, como conclui o médico.

Fonte: Portal Bebê.com.br