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Um novo tipo de células do sistema imune que ajudam a combater infecções no bebê foi encontrado no leite materno, diz estudo publicado no jornal “JAMA Pediatrics’. Essas células atuam na linha de frente do combate de ameaças enquanto o sistema imunológico do bebê está em formação, dizem os cientistas.

As células encontradas no leite materno são chamadas de “células linfoides inatas” do tipo 1. Esse tipo de célula de defesa é considerada de primeira linha contra agentes infecciosos e tem uma descoberta mais recente em relação a outras do sistema imune.

O que os cientistas sabem até agora é que elas atuam na linha de frente da defesa, não possuem receptores específicos como as demais e sua desregulação está ligada a algumas doenças autoimunes (quando o sistema imunológico passa a atacar estruturas saudáveis do corpo).

“Estávamos procurando a fonte que pode fornecer proteção imunológica para o bebê, enquanto ele desenvolve seu próprio sistema imunológico”, diz o Jack Yu, da Faculdade de Medicina da Universidade Augusta, na Geórgia .

Os cientistas encontraram também que essas células do sistema ajudam a formar a microbiota intestinal do bebê (conjunto de bactérias instestinais que também atuam na defesa do organismo contra doenças). Essas células também podem sobreviver vários anos no intestino das crianças.

Os pesquisadores também acham que essas células ajudam a proteger a mãe de contrair uma infecção do próprio bebê que está sendo amamentado. Segundo o estudo, essas estruturas podem inclusive mudar para que o bebê a supere a infecção que está ocorrendo.

O estudo mostrou também que essas células estão presentes nos tecidos do bebê durante todo o desenvolvimento. Algumas delas também ficam inativas à espera de um sistema imunológico desenvolvido para se comunicar.

Sabe-se que o leite materno contém milhões de células, incluindo muitos tipos de células de defesa. Os cientistas mostraram, no entanto, que essa linhagem de célula recente — estudada pelos cientistas há pouco menos de uma década, também fazem parte do conjunto de estruturas que compõem o leite materno.

As células mais prevalentes no leite materno são os macrófagos. Trata-se de grandes glóbulos brancos “comedores”. Eles envolvem bactérias completamente e atuam como se as digerissem, explicam os cientistas.

Fonte: Portal G1


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A terapia celular ajuda na recuperação do pet, mas é preciso que o especialista avalie caso a caso

Tratamentos com células-tronco ajudam não só os seres humanos, mas também os animais. Segundo o médico veterinário Jorge Morais, diretor da Animal Place, a terapia celular já é largamente utilizada para a cura de enfermidades em cães e gatos e também em outras espécies, como equinos e coelhos, por exemplo. “As células-troncos dão origens a todas as outras e possuem um enorme poder anti-inflamatório”, explica o especialista.

As células-mães, como também são chamadas, são retiradas do corpo do animal, levadas para um laboratório, separadas e transformadas em novas células para, então, serem implantadas novamente no local da enfermidade ou por via endovenosa. “Elas regeneram as células doentes. Os resultados são sentidos após três sessões, em média. A melhora é gradativa e contínua mesmo após o término do tratamento, já que continuam atuando nos tecidos após as aplicações”, comenta o veterinário.

Mas, apesar da grande eficácia e do sucesso em muitos casos, Jorge Morais lembra que, infelizmente, as células-tronco não fazem milagre. “A terapia é um importante coadjuvante no tratamento de algumas enfermidades, mas, cada caso deve ser avaliado separadamente”, afirma o especialista.

Fonte: Revista Encontro


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A famosa, e temida, adolescência da criança, é a fase conhecida como “terrible twos”, que vai do 1 ano e meio até os 3. A teimosia, mau-humor, birras e gritos começam a aparecer exatamente nesses anos. E de deixar qualquer um de cabelo em pé, não é mesmo?

De acordo com a neuropsicóloga, Deborah Moss, esse é um período de muitas alterações na mente da criança. “Nesta fase há um amadurecimento. A criança começa a aprender a falar, a compreender, e isso é uma mudança muito significativa. Começam a ter criatividade, muitas coisas começam a passar por suas cabeças”, explica.

Nesta idade, seu filho começa a entender que ele é um indivíduo que tem suas próprias vontades e  que pode lutar por elas. Começam a expressar suas vontades da maneira que podem. “Eles começam a ter vontades imediatas, que são diferentes dos pais, e querem que as coisas aconteçam na hora. Como não conseguem expressar bem o que querem, eles ainda reagem com choro e birra”, afirma a neuropsicóloga.

Eles ainda não conseguem entender que não terão tudo o que querem, no momento que querem e a frustração chega em forma de birra, intolerância e choro. Então pensamos: o que fazer? “Os pais devem ficar na altura do filho (de joelhos ou agachados, por exemplo), falar olhando nos olhos e na linguagem deles, e dizer que esse comportamento não vai ajudar que consiga o que quer. As crianças procuram atenção, e se os pais  perderem o controle no momento, elas vão entender que estão ‘ganhando’”, explica o psicólogo, Eduardo Coutinho Lopes. Fique tranqüilo, pois essa fase não dura para sempre.

Fonte: Revista Pais e Filhos

 


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Um remédio natural para aumentar a produção de leite materno é a Silimarina, que é uma substância extraída da planta medicinal Cardo Mariano. O pó de Silimarina é muito simples de tomar, bastando misturar o pó na água. Este remédio para aumentar o leite materno pode ser tomado entre 3 a 5 vezes ao dia e se aconselha também que a mulher beba muita água, também para ajudar a melhorar a produção de leite.

A silimarina, mesmo sendo um produto natural, deve ser aconselhada pelo médico, podendo ser encontrada nas farmácias convencionais, de manipulação ou especializadas em produto naturais. O remédio pode aumentar a produção de leite mantendo seu valor nutritivo em água, proteína gordura e carboidrato, podendo reduzir os episódios inflatórios mamário e o uso de antibióticos, melhorando o processo de amamentação.

Alimentos para aumentar o leite materno

Os alimentos para aumentar o leite materno devem ser ricos em água e energia, para que a mãe consiga produzir leite em volume suficiente para alimentar o bebê. Alguns alimentos que podem ajudar a aumentar a produção de leite materno são a canjica e a gelatina.

Os sucos feitos na centrífuga são uma ótima alternativa porque, além da água e energia, têm muitas vitaminas e minerais que ajudam o organismo da mãe a recuperar do parto e a produzir o leite, mas além dos alimentos, é importante ingerir muita água e descansar para aumentar o leite materno.

Chá para produzir mais leite materno

Uma boa maneira para conseguir produzir mais leite e garantir o sucesso da amamentação, é tomar uma infusão de ervas diariamente. Veja a receita:

Ingredientes

  • 10 g de alcaravia;
  • 10 g de frutos secos de arneto;
  • 40 g de folhas de erva-cidreira;
  • 80 g de alpínia;
  • 80 g de funcho;
  • 80 g de verbena.

Modo de preparo

Misture muito bem todas essas folhas num recipiente de vidro e tampe. Depois para o chá, coloque uma colher de café dessas ervas numa xícara com água fervente e deixe descansar por 10 minutos, coe e beba a seguir.

Fonte: Portal Tua Saúde


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Médicos do Hospital da Universidade de Illinois curaram sete pacientes adultos da doença falciforme, uma doença hereditária do sangue que afeta principalmente a comunidade negra, usando células-tronco de doadores que se pensava serem incompatíveis, graças a um novo protocolo de tratamento de transplante.

Os médicos relataram a nova técnica na revista Biology of Blood and Marrow Transplantation. Com o novo protocolo, pacientes com doença falciforme agressiva podem receber células-tronco de membros da família se apenas metade de seus marcadores de antígeno leucocitário humano (HLA) coincidirem. Anteriormente, os doadores tinham que ser um membro da família com um conjunto completo de marcadores HLA correspondentes ou um doador “totalmente compatível”.

Os marcadores HLA são proteínas na superfície das células que ajudam a regular o sistema imunológico. O corpo humano usa essas proteínas para identificar quais células pertencem ao corpo e quais não. Como os marcadores HLA são herdados dos pais, os membros da família são os mais propensos a ter proteínas correspondentes. Nos transplantes, os marcadores HLA correspondentes entre o paciente e o doador ajudam a limitar o risco de que o corpo do paciente rejeite as células do doador.

Enquanto os médicos sempre tentam encontrar um doador parecido para os pacientes que precisam de um transplante de células-tronco, apenas 20% dos pacientes com doença falciforme têm um membro da família com um conjunto completo de marcadores HLA correspondentes.

Rondelli e sua equipe administram o maior programa de células falciformes adultas na região de Chicago e foram pioneiros no uso de transplantes de células-tronco sem quimioterapia para pacientes com a doença há quase seis anos.

Fonte: jornal Science Daily


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Pesquisadores da Universidade de Pelotas relacionaram tempo de amamentação à controle da saciedade 30 anos depois

Um estudo brasileiro, publicado recentemente no periódico Scientific Reports, associou a amamentação à obesidade na vida adulta. Para isso, os pesquisadores da Universidade de Pelotas (Rio Grande do Sul) acompanharam 3.701 indivíduos nascidos na cidade gaúcha em 1982. Dentre aqueles que detinham o FTO, gene frequentemente associado à obesidade, os que foram amamentados apresentavam, aos 30 anos, maior massa magra e menor gordura visceral.

Aos 23, os indivíduos estudados tiveram o sangue coletado para análise de DNA, a partir da qual foi possível identificar os portadores do gene FTO. Já aos 30, foi feita uma longa análise de composição corporal. A partir do cruzamento destes dados com o tempo individual de amamentação, foi possível concluir que os indivíduos amamentados por menos de um mês eram os mais propensos à obesidade.

“O FTO é um gene que influencia no controle da saciedade, estimulando o indivíduo a comer mais e acreditamos que amamentar o bebê possa ajudar no controle da saciedade, bloqueando o efeito desse gene. Mas só dá para ter certeza com mais pesquisa”, explica Bernardo Horta, autor do estudo. Ele ainda ressalta que apesar de possuir um fator genético, a obesidade está longe de ser genética e tem vários fatores comportamentais.

Como a duração da amamentação desses bebês foi predominantemente curta – com apenas 4 em cada 10 amamentados por três meses ou mais – o estudo apresenta o primeiro mês como parâmetro. “Se divididos conforme o tempo de amamentação, obviamente, verificaremos que quanto maior o tempo, menor a gordura visceral. Mas com apenas um mês de amamentação o efeito do FTO já parece ser significativamente atenuado”, aponta o pesquisador.

Fonte: Revista Crescer


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O que é o teste do pezinho?

O teste do pezinho é um exame obrigatório para todos os recém-nascidos, que deve ser realizado após as primeiras 48 horas de vida. Com uma pequena picada no calcanhar, é possível encontrar várias doenças e tratá-las a tempo, antes que elas afetem o desenvolvimento do bebê.

O teste consiste em obter e analisar uma amostra de sangue do recém-nascido, a fim de detectar doenças metabólicas, infecciosas, congênitas e/ou genéticas. Dever ser feito após 48 horas do nascimento, para que não seja influenciado pelo metabolismo da mãe. Além disso, o bebê precisa se alimentar antes, garantindo resultados mais precisos.

Ele pode detectar seis doenças:

Hipotireoidismo congênito;

Fenilcetonuria;

Anemia falciforme;

Deficiência de biotinidase;

Fibrose cística;

Hiperplasia adrenal congênita;

O sangue é coletado em um papel-filtro, que é enviado para o laboratório com dados de identificação da mãe e do posto de coleta. Neste papel, encontram-se círculos demarcados, nos quais deve ser pingada uma gota de sangue em cada. O papel não deve entrar em contato direto com a pele do bebê.

No laboratório, ocorre a análise e a detecção de doenças. Se alguma patologia é encontrada, o hospital entra em contato com a mãe, e o bebê deve realizar novos exames para confirmar o problema.

Os bebês sentem menos dor e choram menos quando ficam na posição canguru, sendo amamentados pela mãe e usando apenas fralda. Esse procedimento deve começar três minutos antes da picada, e a posição deve ser mantida durante a coleta e três minutos após o exame.

Fonte: Minuto Saudável


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Pesquisa realizada pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP e Universidade Paris Diderot, de Sorbonne Paris Cité, França, comprova benefícios do transplante autólogo de células-tronco hematopoéticas (realizado com células do sangue do próprio doente) no tratamento da esclerose sistêmica.

A esclerose sistêmica é uma doença autoimune reumática crônica do tecido conjuntivo (um dos tipos de tecidos encontrados no corpo humano) e “caracterizada por lesões microvasculares associadas a diferentes graus de fibrose da pele e dos órgãos internos”, como explica o pesquisador Lucas Coelho Marlière Arruda, da FMRP.

As causas permanecem desconhecidas, por isso os tratamentos disponíveis possuem eficácia limitada no controle da progressão da doença. Os pacientes sofrem com problemas de falta de ar, dores pelo corpo, manchas e dificuldade de locomoção. Muitos são obrigados a deixar a vida profissional e até o convívio familiar.

Como as opções de tratamento utilizadas até o momento não funcionam muito bem, “o transplante autólogo de células-tronco hematopoéticas surge como uma alternativa terapêutica promissora, impedindo a progressão da doença e devolvendo qualidade de vida”, destaca Arruda.

Na terapia, os pacientes se submetem a altas doses de quimioterapia. O objetivo é destruir por completo o sistema imunológico doente e, em seguida, administrar células-tronco do próprio paciente para “resetar” o sistema imune e impedir a progressão da doença. “Funciona como o reset de um computador defeituoso, para que ele volte a funcionar bem novamente”, simplifica o cientista.

Pós-transplante

Os pesquisadores franceses e do Centro de Terapia Celular (CTC) da FMRP — um dos Centros de Pesquisa, acompanharam 31 pacientes pós-transplantados durante três anos para descrição completa das mudanças ocorridas. Queriam avaliar como a reconstituição do novo sistema imunológico, após o reset, está relacionada com a melhora clínica dos pacientes.

Os resultados apontaram que o timo e a medula óssea, órgãos responsáveis pela manutenção das células do sangue e do sistema imune, produzem muitas células reguladoras após a terapia com as células-tronco. Também notaram a melhora da fibrose da pele e dos órgãos internos, levando ao controle da doença por gerar um sistema imune mais saudável.

A pesquisa ajuda a esclarecer os mecanismos imunológicos de ação e os benefícios do transplante autólogo de células-tronco hematopoéticas no tratamento da esclerose sistêmica, o que é necessário para melhoria do protocolo clínico e a consolidação desta terapia como tratamento da doença.

Fonte: Jornal da USP


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O gel contraceptivo é capaz de impedir a produção de esperma

Quem disse que a responsabilidade pela prevenção da natalidade é algo exclusivo da mulher? Além de ser um importante método contraceptivo, a camisinha também ajuda na prevenção de várias doenças sexualmente transmissíveis. Porém, muitos homens não costumam adotar esse método anticoncepcional. A boa notícia é que, em breve, poderemos ter um novo contraceptivo masculino no mercado.

O Instituto Nacional de Saúde Infantil e Desenvolvimento Humano Eunice Kennedy Shriver (Nichd), dos Estados Unidos, está desenvolvendo um gel anticoncepcional masculino que bloqueia, temporariamente, a produção de esperma no corpo. Em abril deste ano, o novo produto deverá ser testado em 400 casais voluntários. A informação foi divulgada pela agência italiana de notícias Ansa.

Segundo o Nichd, o gel contraceptivo deverá ser testado durante um período de quatro anos e vai envolver, além dos Estados Unidos, pesquisadores da Itália, da Grã-Bretanha, do Chile, da Suécia e do Quênia.

O produto, que recebeu o nome de NestoroneGel, é composto por dois hormônios sintéticos: testosterona e progestagênio, derivado da progesterona. Este último é capaz de impedir que os testículos produzam testosterona o suficiente para manter o esperma em quantidade normal. Por sua vez, a testosterona sintética ajuda a mater o equilíbrio hormonal, sem induzir a produção de espermatozóides.

Para os testes de abril, os voluntários devem aplicar o gel nos braços e nas costas, diariamente. “Não é um grande esforço. Só é necessário lembrar que é preciso usá-lo todos os dias”, explica Diana Blithe, diretora do programa de desenvolvimento de contraceptivos do Nichd, em entrevista para a Ansa.

Ainda de acordo com o instituto Eunice Kennedy Shriver, nos primeiros quatro meses do teste, enquanto os voluntários estão usando o anticoncepcional, suas mulheres também manterão alguma forma de contracepção. Quando os níveis de espermatozóide caírem para menos de um milhão por mililitro, reduzindo drasticamente as chances de gravidez, o casal poderá usar apenas o gel como o principal anticoncepcional, pelo período de um ano.

Fonte: Revista Encontro


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Cientistas espanhóis criaram uma molécula que regenera células produtoras de insulina

Um novo medicamento, testado com sucesso em camundongos e em culturas de células humanas, é capaz de reverter os sintomas e as causas do diabetes tipo 1. Se sua eficácia e segurança forem comprovadas em testes clínicos, pode representar a cura da doença. A realização, divulgada pela Nature Communications, é de uma equipe internacional de cientistas liderada por pesquisadores do Centro Andaluz de Biologia Molecular e Medicina Regenerativa (Cabimer), em Sevilha. A equipe levou vários anos para identificar um receptor molecular adequado que pudesse ser ativado por uma droga; agora que o descreveu, será possível criar várias moléculas sintéticas para encontrar o medicamento correto.

“Se forem realmente capazes de transferir isso aos seres humanos, terá aplicações não apenas na prevenção como também no tratamento. Isso abre uma porta para curar o diabetes tipo 1”, diz o pesquisador Ramón Gomis, professor emérito da Universidade de Barcelona e ex-diretor do Instituto de Investigaciones Biomédicas Idibaps.

Fonte: Jornal El País