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De pane na ovulação à falta de espermatozóides; tem solução para tudo

A mulher tanto lutou que acabou garantindo seu lugar ao sol no mercado de trabalho. Mas, hoje, não basta ter um emprego e ponto. O importante é crescer profissionalmente, estudar cada vez mais, conquistar uma posição sólida com bom retorno financeiro. Isso, claro, leva tempo. Daí que a maternidade tem sido cada vez mais adiada para depois dos 30 anos. E esses são anos preciosos contra o relógio biológico.

Elas estão deixando para engravidar mais tarde, lá pelos 30 ou 35 anos, constata Vilmon de Freitas, ginecologista da Sociedade Brasileira de Reprodução Humana. Adiar ao máximo a maternidade tornou-se uma tendência cada vez mais freqüente na vida da mulher contemporânea, que tem como prioridade a carreira profissional e a estabilidade no relacionamento amoroso antes do projeto de ter um filho, concorda a psicóloga Margareth dos Reis.

O problema é que isso não mudou a fisiologia feminina: ela já nasce com todos os óvulos que serão fecundados e, quanto mais o tempo passa, mais eles envelhecem. Segundo os especialistas, as chances de gravidez por ciclo caem consideravelmente a partir dos 37 anos. Além disso, muitas só deixam para investigar seu potencial de fertilidade depois dos 35, ou quando a gestação custa a acontecer. Aí pode ser tarde demais. A natureza não quer saber das conquistas sociais da mulher e cobra seu preço. Aliás, é nessa idade que começam a aparecer encrencas como a endometriose, miomas e tumores que só dificultam ainda mais o sonho da maternidade.

A verdade é que o número de casais que enfrentam dificuldades para conceber um filho não para de crescer. Esses casos sempre existiram, mas com a divulgação de novos tratamentos eles aparecem mais, acredita Vilmon de Freitas. Além disso, é fato, o homem está menos relutante em procurar ajuda. Acredita-se que a infertilidade atinja entre 15% e 30% dos casais em idade fértil estima-se que 30% dos casos sejam por problemas na mulher, outros 30% no homem e os 40% restantes nos dois.

No topo da lista dos inimigos da maternidade estão os distúrbios hormonais, como a endometriose e os problemas de ovulação. Em seguida, estão as doenças sexualmente transmissíveis, as DSTs. Há também os problemas tipicamente masculinos, como a varicocele, as varizes nos testículos. É que a formação de vasinhos por lá atrapalha a produção de espermatozóides, que perdem em quantidade e qualidade.

Mas os vilões não param por aí: sabe-se também que o estresse é um poderoso inimigo de quem tenta engravidar, pois a descarga de hormônios da tensão interfere na ovulação. O cigarro também prejudica as chances de uma gestação porque ele derruba a irrigação nos ovários. Estudos também mostram que a poluição interfira na qualidade do sêmen. E, por fim, a obesidade e a magreza excessiva também estão por trás das dificuldades em conceber um filho, pois alteram a produção de hormônios e o metabolismo corporal, comprometendo a ovulação e a produção de espermatozoides.

A boa notícia é que hoje há solução para casos até pouco tempo atrás quase impossíveis até mesmo para aqueles casais em que a infertilidade não tem causa aparente. Mas vale lembrar que o casal só deve procurar ajuda depois de um ano de tentativas sem sucesso.

Fonte: Portal Minha Vida


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Alguns acreditam que ficar com as pernas para cima após o sexo ou transar em certas posições ajuda a engravidar, mas isso faz sentido?

Tanto para mulheres que querem engravidar quanto para aquelas que ocasionalmente sentem um medinho de passar por uma gravidez fora de hora, é natural pesquisar sobre o assunto. Nessa hora, porém, muita gente recorre exclusivamente à internet, onde há muitas informações falsas sobre esse e outros assuntos relacionados a sexo e contracepção. A ginecologista Mariana Maldonado listou oito mitos sobre sobre o assunto. Confira:

1. Quando faz sexo menstruada, a mulher pode engravidar?

De acordo com a ginecologista, ter uma relação sexual sem camisinha durante o período menstrual pode, sim, resultar em uma gravidez, mas tudo depende do momento em que ela aconteceu. Mariana afirma que, apesar de haver algumas exceções, é praticamente impossível engravidar após transar durante os primeiros dias da menstruação, mas, segundo ela, as chances aumentam quando a relação ocorre durante os últimos dias do período menstrual.

Isso ocorre porque, segundo a médica, os espermatozoides são capazes de sobreviver no corpo da mulher por até três dias. Se ela faz sexo sem proteção no fim do período menstrual – e há ejaculação dentro do canal vaginal – pode ser que os espermatozoides “durem” até a mulher estar no período fértil, possibilitando uma fecundação. Apesar de as chances serem pequenas, a especialista afirma que o melhor para evitar surpresas é recorrer à boa e velha camisinha.

  1. Usar duas camisinhas ao mesmo tempo significa proteção em dobro?

Jamais! Utilizar dos preservativos ao mesmo tempo – sejam eles dois masculinos ou um masculino e um feminino – não só é ineficaz como também atua contra a proteção. Isso acontece porque a fricção entre as duas camisinhas aumenta as chances de elas se romperem e deixarem o casal na mão. Segundo Mariana, se a pessoa não se sente segura utilizando apenas o preservativo, o ideal é combiná-lo a outro método contraceptivo.

  1. Existe alguma posição sexual que facilita a fecundação?

Este talvez seja um dos maiores mitos em que as pessoas acreditam quando estão tentando engravidar (ou fugir de uma gravidez indesejada). Há quem diga que algumas posições sexuais favorecem a “viagem” dos espermatozoides até o óvulo, mas, de acordo com a ginecologista, se houve uma ejaculação dentro do canal vaginal, as chances de o espermatozóide fecundar o óvulo são as mesmas em qualquer posição sexual que o casal escolha.

  1. Transar em pé dificulta a fecundação?

Da mesma forma que posição sexual alguma é capaz de facilitar a fecuntação, nenhuma delas é capaz de reduzir as chances de haver uma gravidez quando o casal faz sexo sem utilizar algum método contraceptivo. Há quem diga que, quando se transa em pé, a gravidade dificulta a chegada dos espermatozoides ao óvulo, mas a ginecologista nega que isso aconteça, já que, além de eles se movimentarem de forma independente à posição do corpo, ainda são capazes de viver por um tempo dentro dele (e ninguém fica três dias em pé, não é mesmo?).

  1. Ficar com as pernas para cima após o sexo ajuda a engravidar?

Uma das coisas que mulheres que estão tentando engravidar mais ouvem por aí é que, após o sexo, elas devem permanecer alguns minutos deitadas com as pernas erguidas para não haver “desperdício de esperma”. Essa dica divide a opinião de especialistas, mas o “método” nunca chegou a ser cientificamente comprovado.

  1. A posição em que o casal transa pode ditar o sexo do bebê?

Da mesma forma que a posição sexual não influencia na possibilidade de a mulher ficar ou não grávida, Mariana explica que ela não tem nada a ver com o sexo do bebê. Segundo ela, muita gente indica posições e épocas específicas para quem quer ter o bebê de um sexo ou de outro, mas as chances de o embrião dar origem a um menino ou uma menina são as mesmas e não há nada que se possa fazer durante o sexo para determinar isso.

  1. O líquido que sai do pênis antes da ejaculação também engravida?

Isso é algo que deixa muita gente na dúvida, principalmente os adeptos do coito interrompido como único “método contraceptivo”. Antes de ejacular, o pênis expele um líquido transparente que muita gente acredita não ser capaz de engravidar, mas Mariana discorda. “Por mais que ele tenha uma quantidade menor de espermatozoides, ele pode engravidar”, afirma.

Segundo a ginecologista, esse é um dos muitos motivos pelos quais não é seguro confiar apenas em interromper a penetração antes que haja a ejaculação para prevenir uma gravidez. Ela afirma que, além de exigir muito autocontrole (e bom senso) da parte do homem, não há como garantir que os espermatozoides só estarão presentes no momento em que ele gozar.

  1. O nível de excitação do casal influência nas chances de haver fecundação?

É claro que quando as pessoas estão com a libido alta e excitadas, é provável que façam sexo com mais frequência, algo essencial para quem planeja engravidar. O fato de o casal estar com mais vontade de fazer sexo, porém, não influencia nas chances de a gravidez acontecer. “O nível de excitação não se relaciona com a reprodução, só com o nível de prazer que você vai sentir durante a relação”, explica a ginecologista.

O que realmente ajuda

Com relação ao sexo, é importante que o casal que quer ter um filho deixe de lado os métodos contraceptivos e tenha relações sexuais frequentes. É importante também prestar atenção em outros fatores, como o estado psicológico os parceiros, a alimentação, a idade e os medicamentos que eles tomam, buscando sempre tirar as dúvidas com um especialista que pode orientá-los sobre como se preparar melhor.

De acordo com o ginecologista Renato de Oliveira, a probabilidade de uma mulher sexualmente ativa engravidar em um ano sem usar qualquer tipo de contraceptivo é de 85%. Se a gravidez não ocorrer nesse período, nada de buscar dicas mirabolantes; segundo o especialista, essa é a hora de consultar um médico para avaliar melhor a situação.

Fonte: Portal Alô News


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Pais devem guardar os dentinhos dos filhos para possíveis usos futuros

Atualmente, tratamentos com células-tronco são um dos temas mais recorrentes na Medicina. Por serem capazes de, em princípio, gerar qualquer outra célula do corpo humano, elas são alvo de inúmeras pesquisas, especialmente em relação às temidas doenças degenerativas, como Mal de Alzheimer. O que muitos não sabem é que guardar os dentes de leite são uma forma de preservar células-tronco, já que eles são importantes fontes desse material usado pela medicina regenerativa.
“A polpa dos dentes de leite contém células-tronco do tipo mesenquimal, que têm capacidade de, em laboratório, se transformar em uma variedade de outras células para a reparação de tecidos, como muscular, nervoso, ósseo, além de cartilagem, pele e outros tecidos epiteliais”, explica o hematologista Nelson Tatsui, diretor-técnico da Criogênesis.
O especialista lembra que as células-tronco que são encontradas nos dentes de leite são multipotentes e imunotolerantes, ou seja, servem tanto ao doador como para outras pessoas.
O bom que a coleta desse material não é invasiva, já que a queda do dente ocorre naturalmente nas crianças entre 5 a 12 anos de idade. Tatsui alerta que, para que as células-tronco possam ser aproveitadas, a retirada deve ser realizada por um dentista. “O material deve ser acondicionado em um kit específico de transporte e enviado imediatamente à clínica para o devido processamento laboratorial. No entanto, caso o dente venha a cair antes da consulta, é necessário que a família possua o kit de transporte para o acondicionamento correto”, diz o especialista.


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Números apontam que a quantidade de horas que os pais passam com as crianças triplicou

Uma pesquisa realizada pela Boston College, dos Estados Unidos, mostrou que existe uma nova geração de pais cada vez mais participativa nos cuidados com os filhos. Durante seis anos, pesquisadores realizaram uma série de estudos para acompanhar as mudanças no perfil dos homens. Eles constataram que esses “novos pais” levam em consideração o quanto uma nova carreira pode interferir nos cuidados com as crianças e o quanto de tempo eles terão para ficar com os filhos.

Os dados apontam também que eles passam mais tempo cuidando de seus descendentes: dando banho, vestindo, alimentando, ajudando com a lição de casa. Os números apontam que, nas últimas décadas, a quantidade de horas que os pais passam com as crianças triplicou.

A ideia dos pesquisadores ao reunir todos esses estudos era mostrar como a visão que a sociedade tem sobre o papel dos pais está desatualizada e como a opinião e a participação  deles ainda é subestimada.

Essa nova leva de homens, que sai de casa e tem filhos mais tarde do que seus próprios pais o fizeram, também sabe que suas parceiras terão uma carreira e precisarão ajudar nas despesas da casa. Segundo dados do estudo global EY de 2015, a geração Y tem o dobro de chance de ter uma esposa/parceira trabalhando pelo menos 8 horas por dia (78%), em comparação à geração anterior, dos boomer’s (47%). Em um estudo de 2011, 94% dos mil homens entrevistados concordaram totalmente que “ao considerar a possibilidade de um novo emprego, levariam em conta o quanto esse trabalho interferiria no cuidado com os filhos”.

Fonte: Revista Crescer


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Um grupo de cientistas da Universidade do Colorado obteve resultados positivos em uma experiência com células-tronco extraídas da pele e que tem “o potencial” de tratar com sucesso doenças até agora incuráveis. As informações são da Agência EFE.

Os pesquisadores “reprogramaram” células adultas, sadias e doentes em células-tronco pluripotentes, o que dá esperanças de desenvolver tratamentos para graves doenças e colabora para o início de futuros testes clínicos.

Segundo Ganna Bilousova, do Centro Gates de Medicina Regenerativa, da Universidade do Colorado, e uma das responsáveis pela pesquisa, os testes desenvolvidos permitiram resolver a ineficácia registrada até o momento na hora de criar células-tronco a partir de células adultas.

Ganna explicou que, atualmente, de cada mil células adultas, “apenas uma ou duas chegam a ser pluripotentes”. “Os pesquisadores encontraram uma maneira que acelera drasticamente esse processo conforme melhora a segurança desta tecnologia para aplicações clínicas”, acrescentou Ganna.

Basicamente, os cientistas se concentraram em doenças da pele e em reprogramar células sadias e doentes, ou seja, reativar certos genes não ativos em células adultas para transformá-las em pluripotentes.

O novo método permite contar com uma quantidade ilimitada de células próprias do paciente, manipulá-las geneticamente, transformá-las em células de vários tipos e transplantá-las ao paciente, ou usá-las para futuras pesquisas médicas.

“Ficamos surpresos ao descobrir como simples manipulações do tempo e das doses das moléculas de ácido ribonucleico podem afetar a eficiência da reprogramação”, disse a cientista. Segundo ela, agora o processo é menos tóxico e tão preciso que pode ser aplicado a uma só célula.

Dennis Roop, diretor do Centro Gates da Universidade e outro dos líderes da pesquisa, disse acreditar que a descoberta tem o potencial de ajudar a desenvolver tratamentos baseados em células-tronco adultas “para curar doenças até agora sem cura, como as epidermólises bolhosas” (EB), que tornam a pele mais frágil.

“Não existem tratamentos efetivos para EB, e a novidade dá a oportunidade de desenvolver uma tratamento corretivo permanente baseado em células-tronco para estas graves doenças que produzem bolhas na pele”, afirmou Gates.

Fonte: Agência Brasil


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Quando você acaba de ser mãe, está cansada, já alimentou seu filho várias vezes e finalmente o colocou pra dormir. Agora é sua hora de deitar, você se joga na cama e alguns minutos depois escuta o choro vindo do berço novamente. Você pensa que não consegue fazer isso, mas vai lá e faz. Se você está passando por esse momento, separamos oito aulas que seu filho está te dando e você mal imagina:

  1. Confie nos seus instintos

Nós sabemos que você lê os guias do bebê para cada pequena coisa, mas chegará um momento que você tem que parar e ouvir seu intestino interno de mãe. Quando você acha que não entende o que seu recém-nascido precisa, você começará a decifrar seus gritos e saberá o que fazer. Apenas continue confiando em seus instintos. Seu bebê é uma parte de você, ele irá te mostrar o que ele precisa.

  1. Solte as expectativas

As coisas podem não ter ido de acordo com seus melhores planos e está tudo bem com isso! Agora seu bebê está te ensinando a parar de tentar ser perfeito e simplesmente ser. Ele quer que você abaixe suas expectativas. Você é tudo o que ele quer e precisa.

 

  1. Esteja preparado

Após seu bebê ter sua primeira explosão de cocô em público você vai perceber que deve estar preparado sempre com lencinhos umedecidos, fraldas, troca de roupa e paninhos.

  1. O significado da vida

No momento em que você se torna mãe, algo quase espiritual acontece e você é despertado. De repente você percebe que esse pequeno ser humano que você recebeu para amar e criar é o significado de sua vida. Enquanto tudo o que você já fez antes de chegar às coisas, nada lhe importará tanto quanto ele.

  1. Está certo chorar

A melhor maneira como seu bebê sabe se comunicar com você é através do choro. Ele não quer que você fique chateado quando ele parece ser infeliz, então tente aprender a ler seus gritos. Ele está lhe dizendo algo. Ele está te ensinando que está certo chorar um pouco. Chorar limpa e, às vezes, todos nós precisamos de um pequeno soluço para liberar o que está dentro de nós.

  1. Você é altruísta

Agora você está vivendo todos os dias para o seu recém-nascido e, enquanto tudo que acontece é cansativo, também é muito bonito. Seu bebê lhe ensinou altruísmo. Mas não se preocupe, enquanto ele cresce, você começará a lembrar seus próprios desejos e necessidades de novo, mas você terá uma perspectiva sobre isso.

  1. Um sorriso é o melhor “obrigado”

No momento em que seu recém-nascido sorri pra você pela primeira vez também é o momento em que você o perdoa pelas noites sem dormir, o estresse emocional que ele causou e as estrias. Essa bela tentativa de um sorriso é toda a “obrigada mãe por tudo o que você faz por mim” que você precisa.

  1. Você está vivendo uma vida maravilhosa

À medida que você acaricia seu pé e admira seus pequenos dedos, uma sensação de maravilha irá se lavar sobre você. Como você criou algo tão perfeito e bonito? Felizmente, a melhor parte sobre a maternidade é a maravilha que você sente nesse momento. Você está vivendo uma vida maravilhosa agora por causa dele.

Fonte: Revista Pais e Filhos


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Estudos indicam que a restauração da função cerebral pode ser alcançada pela infusão do material

O “transtorno do espectro autista” é uma denominação que deriva do ‘autismo’, quadro clínico que está associado a uma falha na regulação da maturação e capacidade de diferenciação dos neurônios. De acordo com dados da Organização das Nações Unidas (ONU), a patologia atinge 80 milhões de pessoas no mundo – 2 milhões delas no Brasil, sendo maior a incidência no sexo masculino, em uma proporção de quatro meninos para uma menina.

Em busca de um tratamento para essa condição, diversos estudos clínicos indicam que o transplante de células-tronco do sangue de cordão umbilical pode trazer melhorias dos sintomas comportamentais de indivíduos com autismo. Uma pesquisa com pacientes do Shandong Jiaotong Hospital e do Shandong Rehabilitation Therapy Center, na China, incluiu 37 crianças de 3 a 12 anos com autismo. Quando comparados ao grupo controle, os pacientes submetidos à terapia obtiveram melhora nos parâmetros medidos 24 semanas após a infusão. Foram monitorados itens como relacionamento com outras pessoas, retraimento social, consciência corporal, letargia, hiperatividade, irritabilidade, dificuldades de fala, entre outros.

Para Nelson Tatsui, Diretor-Técnico do Grupo Criogênesis e Hematologista do HC-FMUSP, essa pesquisa abre portas para futuros estudos sobre o autismo. “Os protocolos de tratamentos com células-tronco estão cada vez mais frequentes, pois trata-se de células adultas e livres de impurezas, o que garante maior eficiência em seu uso terapêutico. Após a coleta, as células-tronco são avaliadas e armazenadas e podem ficar congeladas por tempo indeterminado sem que haja a perda de suas propriedades”, destaca.

Doenças tratadas com o sangue do cordão umbilical – Segundo a Fundação Parent’s Guide to Cord Blood, o sangue do cordão umbilical vem apresentando importantes resultados clínicos para o tratamento de diversos tipos de patologias. “Dentre as principais estão a Leucemia, Talessemia e Linfomas. Além disso, muitas doenças encontram-se em estudo avançando, como Diabetes Tipo 1, doenças neurológicas e, até mesmo, a Aids”, finaliza Tatsui.

Fonte: Portal de Notícias A2


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A relação entre ter um pet e se tornar vegetariano é defendida por uma psicóloga americana

Quem tem um animal de estimação é mais sensível ao tema “carnívoros X vegetarianos”? Para Sidney Heiss, psicóloga americana, a resposta é sim. Ela aplicou questões sobre a vida com um pet na infância e hábitos atuais de alimentação a 325 jovens adultos. O resultado é que os indivíduos que cresceram em torno de uma maior variedade de animais de estimação se mostraram mais propensos a evitar a carne na idade adulta.

“A exposição a diferentes bichos de estimação na infância leva a maior restrição de produtos de origem animal na dieta por meio de atitudes mais positivas em relação aos bichos, e uma oposição moral à exploração deles”, concluiu a pesquisadora da State University of New York.

Fonte: Revista Crescer


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A endometriose é um dos maiores problemas femininos. De acordo com a Associação Brasileira de Endometriose (SBE), a patologia afeta cerca seis milhões de brasileiras. Ainda segundo a SBE, entre 10% a 15% das mulheres em idade reprodutiva (de 13 a 45 anos) podem desenvolvê-la e 30% têm chances de ficarem inférteis.

Segundo Renato de Oliveira, ginecologista especialista em reprodução humana da Criogênesis, explica que a endometriose é ocasionada quando o endométrio, tecido que reveste o útero, encontra-se fora da cavidade uterina. “O endométrio é a parte interna do útero que cresce ao longo do ciclo menstrual da mulher visando a implantação do embrião e, consequentemente, a gravidez. Quando isto não ocorre, ocorre sua descamação a qual é denominada menstruação. Algumas vezes, esse revestimento se implanta nos ovários, peritônio, tubas uterinas, intestino, bexiga e, até mesmo, no próprio útero, dentro do músculo, podendo ocasionar dor em decorrência do sangramento fora do útero, diarreia ou perda de sangue na urina no período menstrual, além de aderências entre os órgãos abdominais”.

A doença pode ocorrer desde a primeira menstruação até a última, sendo as cólicas menstruais o principal sintoma, atrapalhando, em alguns momentos, a realização das atividades rotineiras, além de dores durante a relação sexual. “A classificação mais utilizada para endomtrioe é a proposta pela Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva e considera 4 graus conforme a visualização da extensão da doença. porém, deve-se ressltar que não há uma correlação direta entre grau da endometriose e presença de dor, ou seja, uma paciente com endometriose grau IV pode ser assintomática, enquanto aquela com grau I pode referir dor incapacitante”, esclarece Dr. Renato.

INFERTILIDADE – Uma das principais preocupações das pacientes diagnosticadas com endometriose é a infertilidade. “Dentre as causas de infertilidade por fator feminino, 20% ocorrem pela endometriose. A grande questão é identificar qual paciente com endometriose conseguirá obter uma gravidez espontaneamente, uma vez que nem todas as pacientes com diagnóstico desta doença será infértil. Além disso, quando se fala em infertilidade, não podemos esquecer do importante impacto da idade na capacidade reprodutiva, uma vez que após os 35 anos. de um modo geral, a fertilidade feminina tende a diminuir naturalmente. Assim, o diagnóstico de endometriose deve ser um alerta para não postergar muito o desejo de procriação”, alerta.

Se a mulher com endometriose deseja engravidar, é indispensável procurar um especialista e conhecer os tratamentos adequados. Os métodos de reprodução assistida, por exemplo, são alternativas para a realização da maternidade. “No caso da inseminação intrauterina, a estimulação ovariana pode corrigir a disfunção ovulatória, facilitando a formação do embrião. Já a fertilização in vitro (FIV), técnica na qual o encontro dos gametas femininos e masculinos ocorre fora do organismo, ou seja, no laboratório, existe a possibilidade da formação de um maior número de embriões, independe da existência da endometriose”, finaliza o médico.

Sobre a Criogênesis

A Criogênesis, que nasceu em São Paulo e possui mais de 14 anos de experiência com células-tronco, é acreditada pela AABB (Associação Norte Americana de Bancos de Sangue) e certificada pela IQNet NBR ISO 9001:2015. A clínica é referência em serviços de coleta e criopreservação de células-tronco, medicina reprodutiva, gel de plaquetas e aférese, incluindo a diferenciada técnica de fotoférese extracorpórea. Sua missão é estimular o desenvolvimento da biotecnologia através de pesquisas, assegurando uma reserva celular para tratamento genético futuro. www.criogenesis.com.br

<natalia.galluzzi@dezoitocom.com.br>