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As pessoas que sofrem de doenças cardíacas podem ter uma ponta de esperança após um estudo mostrar que o tecido danificado do coração pode ser regenerado através de um tratamento com células-tronco.

A pesquisa publicada no Journal of Cardiovascular Translational Research, foi feita com 11 pacientes que receberam as células-tronco em seus corações. Um dos resultados mais significativos foi uma redução de 40% no tamanho do tecido cicatrizado. Essa cicatriz ocorre durante um ataque cardíaco e pode aumentar as chances de uma maior insuficiência cardíaca.

Antes da pesquisa, muitos pacientes sofreram insuficiência cardíaca e apresentaram uma taxa de mortalidade anual muito elevada (70%), mas 36 meses depois de receber o tratamento com células-tronco, todos estavam vivos, e nenhum deles sofreu outro ataque cardíaco ou acidente vascular cerebral.

Os pacientes mostraram que após dois anos do tratamento com células tronco, houve melhora de 30% na função cardíaca, 40% de redução no tamanho da cicatriz e 70% de melhora na qualidade de vida, conforme julgado pelo Minnesota com insuficiência cardíaca (MLHF).

“Francamente, foi uma grande e ótima surpresa notar que a área de cicatriz no coração danificado diminuiu”, disse o Prof. Stephen Westaby, do hospital John Radcliffe em Oxford, que realizou a pesquisa.

“Estes são 11 pacientes que estavam em insuficiência cardíaca avançada, tiveram ataque cardíaco no passado e múltiplos ataques cardíacos em muitos casos. A expectativa de vida para esses pacientes era inferior a dois anos, estamos entusiasmados e honrados de que esses pacientes ainda estejam vivos,” disse o professor.

Fonte: The Guardian


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Com os casos recentes de febre amarela em São Paulo, muitas famílias com filhos pequenos ficaram em estado de alerta. Para explicar tudo sobre a doença e a vacina, Rosana Richtmann, infectologista do Centro de Imunização do Hospital e Maternidade Santa Joana respondeu algumas das perguntas frequentes sobre o vírus.

“A doença é causada por um vírus da família Flaviviridae, a mesma da Dengue e do Zika e transmitido por meio da picada de mosquitos em áreas urbanas ou silvestres. Uma pessoa não transmite diretamente para outra”, diz a infectologista. Rosana também ressalta que a prevenção por meio da vacina é o meio mais eficaz contra a doença.

Os sintomas podem ser confundidos com um mal estar de gripe comum, mas temos que ficar atentos. “As manifestações mais leves da doença incluem febre alta de início súbito, calafrios, cansaço, dor de cabeça, dor muscular, náuseas e vômitos por cerca de três dias. Menos frequente, a forma mais grave da doença pode causar cansaço intenso, insuficiências hepática e renal, icterícia (olhos e pele amarelados) e hemorragias, podendo levar a morte.”, completa.

Como não existe um medicamento que atue diretamente no vírus, a médica fala da importância do diagnóstico precoce. “O paciente diagnosticado deve ser hospitalizado para tratar os sintomas com reposição de líquidos e monitoramento da atividade hepática e renal”.

Os pacientes que podem ter complicações ao tomar a vacina da febre amarela são: gestantes, mães que amamentam bebês com menos de 6 meses de idade (pois existe risco de transmissão do vírus pelo leite), bebês com menos de 9 meses, pessoas imunodeprimidas em razão de doença ou tratamento (quimioterapia, radioterapia, por exemplo) e alérgicos à proteína do ovo.

Dentre as formas de proteção que não incluem a vacina, a mais importante é: usar repelentes diariamente. No caso de bebês com menos de dois meses, quando o uso de repelente não é indicado, a recomendação é usar um mosquiteiro em volta do berço e manter o ambiente fechado e fresco. Também é indicado usar roupas claras (as com cores vibrantes atraem o mosquito), e evitar perfumes muito doces.

Rosana também diz que, na gravidez, a doença pode ser fatal: “Como a resposta imunológica da mulher é modificada durante a gestação, muitas doenças infecciosas acabam sendo mais graves para gestantes. No caso da febre amarela, caso ocorra a manifestação grave da doença, os efeitos podem ser fatais, tanto para mãe quanto para o bebê”. Mas, diferente da Zika, não existem comprovações de que a doença cause sequelas no bebê. A vacina é de dose única, ou seja, não precisa ser repetida.

Fonte: Revista Pais e Filhos


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O agravamento de sintomas da ansiedade em adultos mais velhos serve como um ‘aviso’ para o desenvolvimento do Alzheimer mais tarde, aponta pesquisa publicada no “The American Journal of Psychiatry”.

Cientistas observaram que quanto maiores os níveis de proteína associada à demência, a beta amiloide, mais significativos se transformavam os sintomas de ansiedade.

Essa proteína envolve neurônios e ‘atrapalha’ a comunicação entre eles – o que é um gatilho, por exemplo, para os característicos problemas de memória associados à condição.

Agora, pesquisadores da Brigham and Women’s Hospital, nos Estados Unidos, também observaram que níveis elevados do composto piora sintomas neuropsiquiátricos.

Isso sustenta a hipótese de que o surgimento ou a piora de problemas de saúde mental representam uma manifestação precoce da doença em adultos mais velhos.

Ansiedade e depressão

Cientistas estudaram 270 homens e mulheres cognitivamente normais, entre 62 e 90 anos. Eles foram acompanhados por cinco anos.

Estudos anteriores já demonstraram, por exemplo, que a depressão é um preditor da doença, que tende a se desenvolver após 10 anos do agravamento dos sintomas.

O que os pesquisadores investigaram agora foi um traço específico da depressão – a ansiedade, que costuma vir associada à doença. O que ficou observado é que foi especificamente os sintomas ansiosos que estiveram mais relacionados à progressão da beta amiloide no cérebro.

Fonte: Portal G1


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Cientistas deram um importante passo na medicina imitando o processo natural do corpo humano ao criar espermatozoides e já foi falado na possibilidade de fornecer novos tratamentos para a infertilidade.

Apresentado na Conferência Anual Progress Educational Trust em Londres, Azim Surani, diretor de pesquisas germinais e epigenéticas do Instituto Gurdon da Universidade de Cambridge, disse que a pesquisa atingiu um marco significativo no caminho da produção de esperma no laboratório. De acordo com Azim, o objetivo da equipe foi ser a primeira a ter alcançado o desenvolvimento de células-tronco humanas n o esperma imaturo.

O estudo sugere que um dia pode ser possível fabricar espermatozóides e ovos de células-tronco ou mesmo células adultas da pele.

Anteriormente, os cientistas usaram células-tronco para criar espermatozóides viáveis em cachorros. Outras equipes também injetaram células germinativas humanas imaturas nos testículos de camundongos para produzir células que pareciam superficialmente como esperma, mas que não tinham a capacidade de fertilizar os ovos.

“Existem temporizadores de desenvolvimento nas células e, portanto, você deve deixá-los desenvolver de acordo com seu tempo interno”, alertou Azim.

Existem preocupações de segurança específicas em torno do uso de esperma e ovos criados artificialmente, porque qualquer falha genética seria potencialmente transmitida para todas as gerações futuras.

A equipe de Surani está tentando acompanhar rigorosamente o longo caminho do desenvolvimento que ocorre no corpo à medida que as células embrionárias se transformam em esperma imaturo através de uma série de etapas complexas conhecidas como meiose. Durante as primeiras semanas, as células destinadas a tornarem esperma e ovos seguem a mesma rota, com as trajetórias divergindo em cerca de oito semanas. Nos ratos, isso ocorre após apenas 13 dias.

“O desafio é que as linhas de tempo são muito longas nos seres humanos”, disse Surani.

Em um estudo recente, sua equipe mostrou que eles poderiam alcançar aproximadamente a marca de quatro semanas, mas eles estão apontando para estender isso ao marco crucial de oito semanas, quando o esperma e os ovos se tornam distintos.

Com este objetivo em mente, a equipe desenvolveu testículos artificiais em miniatura, chamados organoides gonadais, que compreendem uma gota de células gonadais (também cultivadas no laboratório) suspensas em gel. A mistura de tipos de células parece estar fornecendo algumas das pistas bioquímicas corretas para impulsionar as células mais abaixo do caminho para se tornar esperma.

Fonte: The Guardian


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O número de mortes por câncer no Brasil aumentou 31% nos últimos 15 anos

Má notícia para quem quer aplacar o calor deste verão tomando uma cerveja bem gelada: uma pesquisa da Universidade de Cambrigde comprovou a relação entre o consumo de álcool e o surgimento de tumores.

A partir de testes com cobaias, os cientistas mostraram que a ingestão de álcool danifica o DNA das células-tronco, o que eleva o risco de câncer. O estudo foi publicado no periódico científico Nature e teve apoio financeiro do instituto Cancer Research, da Inglaterra.

A ideia de que o álcool pode causar câncer não é nova. De fato, ninguém acorda depois de uma bebedeira achando que fez um grande serviço à própria saúde.

Pesquisas anteriores, principalmente estudos populacionais que associavam a prevalência de câncer ao consumo alcoólico, já sugeriam que existe uma relação entre a bebida e o surgimento da doença em mais de dez partes do corpo, inclusive os mais comuns no Brasil como intestino e mama.

A novidade é que agora os cientistas conseguiram analisar como um derivado do álcool, o etanal ou acetaldeído, interfere permanentemente no DNA de células-tronco no metabolismo de ratos ao dar altas doses de álcool a cobaias.

Os pesquisadores perceberam que essa quebra estimula os cromossomos a se emparelharem aleatoriamente, mudando para sempre as sequências de DNA nas células.

O grande perigo de ter células tronco “defeituosas” é que elas conseguem se multiplicar e se alastrar para diversos tecidos do corpo com mais facilidade – um prato cheio para o surgimento de tumores.

O etanal é produzido quando o nosso corpo está reagindo ao álcool. E você até consegue senti-lo em ação depois de alguns bons drinks (ou nem tão bons): ele é o responsável por desencadear o mal-estar da ressaca.

Prova real

Os cientistas também prestaram atenção em como o corpo se defende do álcool.  Uma enzima chamada aldeído desidrogenase (ALDH) é capaz de catalisar, quebrar o subproduto maléfico do álcool.

Eles testaram os efeitos nos ratinhos bêbados com e sem ALDH e perceberam que os que não tinham a enzima tiveram seu DNA afetado até quatro vezes mais. A outra má notícia que vem junto com a prova real é que milhões de pessoas ao redor do mundo não possuem essa enzima “anti-ressaca”.

“É importante lembrar que a liberação do álcool e os reparos no DNA não são perfeitos e o que o álcool ainda pode causar câncer de vários outros jeitos, mesmo em pessoas com esses mecanismos de defesa em ordem”, disse o líder do estudo, Ketan Patel.

O Instituto Nacional de Câncer (INCA) elenca o consumo de bebidas alcoólicas como um dos principais fatores de risco para a doença. O número de mortes por câncer no Brasil aumentou 31% nos últimos 15 anos.  De acordo com informações da OMS, a doença matou 223,4 mil pessoas no país em 2015. Câncer é a segunda causa de mortes por aqui, atrás apenas de doenças cardiovasculares. No mundo, a estimativa é 8,8 milhões de vítimas por ano – o equivalente a população da cidade de Nova York ou de toda a Áustria.

Fonte : Superinteressante


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Cientistas implantaram células-tronco de seres humanos nas cobaias e ficaram surpresos com os resultados

Mais um avanço nos tratamentos realizados com células-tronco: pesquisadores do Instituto de Tecnologia Technion-Israel conseguiram fazer com que ratos paraplégicos voltassem a andar por conta própria e recobrassem percepções sensoriais, além de apresentarem sinais de recuperação da medula espinhal.

Os cientistas implantaram nas cobaias células-tronco humanas derivadas do revestimento da membrana da boca. Em laboratório, as células foram diferenciadas para que ficassem responsáveis pelo desenvolvimento neural: antes de aplicarem as células, foram adicionadas enzimas e proteínas humanas para estabilizar a interação celular com a rede de neurônios motores presentes na medula espinhal dos ratos.

Formada por tecido nervoso, a medula espinhal ocupa o espaço do interior da coluna vertebral e é responsável por transmitir os impulsos nervosos transmitidos pelo cérebro para todo o corpo. Lesões como a paraplegia e a tetraplegia são causadas por lesões medulares, levando à perda do controle e da sensiblidade dos membros.

De acordo com os pesquisadores, os ratos que foram tratados com as células-tronco apresentaram uma melhora de sensibilidade e movimento em três semanas: 42% das cobaias conseguiram suportar peso em suas patas e caminhar, enquanto 75% dos animais recuperaram as percepções sensoriais em seus membros e na cauda.  Em comparação, um grupo de controle que não recebeu as células-tronco não apresentou nenhum tipo de recuperação ou melhora.

Com capacidade de se dividir e se especializar em diferentes tipos de funções, as células-tronco são utilizadas para regenerar tecidos e realizar funções específicas e deficientes em um organismo. Presentes em embriões, algumas dessas células são encontradas em diferentes tecidos de pessoas adultas, como na medula óssea, no sangue e no fígado. No Brasil, é permitida a utilização de células-tronco de embriões humanos inviáveis ou congelados para utilização em pesquisa e terapia.

Apesar de novas pesquisas apontarem avanços na utilização das células-tronco para o tratamento de diferentes enfermidades, os pesquisadores ainda não têm uma tecnologia consolidada para casos complexos, como a perda de movimentos. De acordo com os pesquisadores israelenses, apesar dos resultados positivos, nem todos os ratos conseguiram voltar a recuperar os movimentos após o implante. De qualquer forma, não falta esperança de que novos avanços possam ser conquistados em um horizonte próximo.

Fonte: Revista Galileu


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É chegada a tão aguardada hora do desfralde da criança. Uma mistura de sentimentos tomam conta dos pais como, alívio, pelos altos gastos com pacotes de fraldas, preocupação, pelo já esperado trabalho e orgulho, pelo bebê que está crescendo e não terá mais as calças recheadas. O processo é difícil, mas vai acontecer! E o ideal é auxiliar aos pequenos para que ocorra de forma natural e gradativamente.

Débora Corigliano, especialista em neuropsicopedagogia do Instituto Brasileiro de Formação de Educadores (IBFE), explica que a criança por volta de dois anos de idade costuma apresentar alguns sinais de maturidade emocional e física para iniciar este processo. “Os pais e a escola, caso a criança frequente, devem iniciar este trabalho juntos. É necessário observar se a criança sabe imitar os adultos em ações cotidianas, se guarda os próprios brinquedos, se possui concentração em determinadas atividades e se já avisa quando termina de fazer as necessidades na fralda. Tais atitudes de autonomia ajudam a sinalizar o momento certo para o penico”, explica Debora, que dá seis dicas para tirar a fralda da criança sem muita complicação:

  1. A melhor estação é o verão: Deixar a criança molhada de xixi em um tempo frio pode causar resfriado, além de incômodas assaduras. Opte sempre pelo verão! “É importante adiar o processo se estiver acontecendo algum fato que altere a rotina da criança, como por exemplo, a mudança de casa, morte de alguém próximo, transferência de escola ou o nascimento de um irmãozinho”, ressalta.
  2. Encare com naturalidade: É fundamental que a criança perceba que fazer suas necessidades no banheiro é importante. Por isso, seja exemplo e encare o fato com naturalidade. Além disso, a criatividade pode ser uma aliada em alguns momentos, como na hora de dar a descarga, em que barulho pode assustar o pequeno.
  3. Avise a escola:Quando for iniciar o processo do desfralde, combine o mesmo com a escola para não confundir a criança, pois ela não compreenderá o fato de ter que ficar sem fralda no período escolar e para ir ao shopping, por exemplo, ter que usá-la novamente. Atitudes como esta podem tirar a segurança da criança e o processo será muito mais demorado.
  4. Cuidado com suas atitudes: Evite forçar a criança a passar horas sentada no penico. Tal obrigação pode provocar outros problemas, como a prisão de ventre.
  5. Converse com o pediatra: Faça desta fase um momento tranquilo. É importante a conversa com o pediatra sobre este momento, já que ele pode dar dicas e orientações por conhecer bem você e seu filho.
  6. Não insista:Ao perceber que seu filho está inapto para tamanha “empreitada”, não insista, pois pressionar a criança a pular etapas pode torná-la ansiosa e insegura ou obsessivamente ordeira e preocupada com a limpeza.

Fonte: Revista Pais e Filhos


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Muitos pais ainda têm dúvidas sobre o potencial e importância de se armazenar as células-tronco dos filhos. Esperança de cura para diversas doenças, elas têm importância na chamada medicina regenerativa.

1 – Versatilidade

As células-tronco extraídas do sangue do cordão umbilical são de origem hematopoiética e só podem dar origem a células do sangue e do sistema imunológico. Já as células-tronco encontradas na polpa do dente de leite são de origem mesenquimal e possuem grande potencial para originar diversos tecidos do nosso corpo, como pele, músculo, cartilagem, ossos e até mesmo órgãos inteiros.

2 – Multiplicação

Com potencial limitado, as células-tronco do sangue do cordão umbilical não possuem capacidade de multiplicação em laboratório. Dessa forma, só é possível armazenar um número de células predeterminado, após a coleta que é feita no momento do parto. Diferentemente desse material, as células-tronco extraídas a partir da polpa dos dentes possuem capacidade de multiplicação em laboratório, sem perda de qualidade após sua expansão.

3 – Estudos clínicos

Diversos estudos mostram que as células-tronco da polpa dos dentes de leite se apresentam como possível cura para diversas doenças que hoje atingem a sociedade, como diabetes tipo 1, Alzheimer, artrite reumatoide, doenças cardíacas, alguns tipos de cegueira, entre outros. Entretanto, essas terapias ainda estão em fase de estudos clínicos e regulamentação, diferente das células do sangue do cordão umbilical, que hoje já têm o seu uso regulamentado no Brasil para tratamento de doenças sanguíneas, como leucemia, anemias, linfomas, entre outras.

4 – Armazenamento

Atualmente, as células-tronco encontradas no sangue do cordão umbilical só podem ser extraídas e armazenadas no momento do parto. Já as células-tronco mesenquimais presentes nos dentinhos de leite podem ser extraídas de qualquer um dos 20 dentes, que serão naturalmente perdidos entre os seis e 12 anos. Um único dentinho é capaz de gerar milhões de células-tronco, uma vez que seu potencial de multiplicação é elevado.

5 – Genética

As células-tronco do sangue do cordão umbilical carregam os genes do seu doador, ou seja, se a pessoa vier a ter leucemia ainda na infância, ela não poderá utilizar as próprias células nos tratamentos que venham a ser necessários. As células-tronco do dente de leite seguem a mesma lógica. Contudo, se por algum motivo a pessoa não puder utilizar as células para, por exemplo, regenerar alguma fratura óssea, ela ainda poderá utilizar o material para formar outros tecidos, como pele, músculo, cartilagem, células cardíacas etc.

Fonte: Revista Exame


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21 milhões de mulheres grávidas no mundo todo são portadoras dessa bactéria

Segundo pesquisa publicada na revista médica Clinical Infectious Diseases, mais de 100 mil abortos espontâneos e mortes de recém-nascidos poderiam ser evitados caso os cientistas disponibilizassem uma vacina preventiva contra infecções provocadas pela bactéria estreptococo B, comum em mulheres grávidas.

O estudo foi apresentado na conferência anual da Sociedade Americana de Medicina Tropical e Higiene, nos Estados Unidos.

Mais de 21 milhões de mulheres grávidas no mundo todo são portadoras dessa bactéria, que por muitos anos foi considerada inofensiva. Hoje, sabe-se que esse estreptococo é responsável por casos de septicemia e meningite, potencialmente mortais em recém-nascidos, e que este agente patogênico é também uma causa importante de aborto espontâneo. No momento, ainda não há vacinas disponíveis – por isso, os resultados evidenciam a necessidade urgente de desenvolver uma, segundo os autores do estudo.

A única prevenção utilizada atualmente é administrar antibióticos às mulheres no momento do parto para reduzir o risco para o bebê, o que evita 29 mil casos por ano – a grande maioria em países ricos. Essa abordagem pode ser difícil em países em desenvolvimento, onde muitos partos são feitos em casa. A vacina poderia ajudar a universalizar a prevenção.

A análise, coordenada por pesquisadores da Escola de Higiene e Medicina Tropical de Londres (LSHTM, na sigla em inglês), no Reino Unido, prevê que uma vacina preventiva com 80% de eficácia administrada em 90% das mulheres no mundo todo poderia evitar 231 mil casos de infecção, prevenindo 100 mil mortes de recém-nascidos e abortos espontâneos.

Naturalmente presente e inofensivo no trato digestivo, o estreptococo B se torna patogênico quando migra para outros órgãos, causando infecções leves na população em geral. Para grávidas e seus bebês, no entanto, essas infecções podem se tornar graves.

Fonte: Revista Veja


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Ano novo, vida nova! Você traça metas e objetivos para alcançar ao longo do ano? Muitas pessoas desejam e tentam há anos ter um filho e se você é uma delas, a Criogênesis pode te ajudar. Um dos nossos procedimentos é a inseminação artificial. É um método simples e rápido, e por ser indolor é realizado sem anestesia. Esta técnica é indicada quando há leve alteração na concentração ou motilidade dos espermatozóides. A principal indicação relacionada ao fator feminino decorre de distúrbios ovulatórios leves, corrigidos durante a indução medicamentosa da ovulação. Também é indicada quando o muco cervical se “torna hostil” aos espermatozóides.

A técnica de IIU (Inseminação Intra-Uterina) é imediata após uma estimulação ovariana por hormônios, aumentando assim a chance de gravidez. Há uma leve indução para a ovulação ocorrer no momento desejado. O procedimento é feito no laboratório com o objetivo de obter os espermatozóides de melhor qualidade, ou seja, aqueles que apresentam chances maiores de chegarem ao óvulo. Com o auxílio de um cateter, estes espermatozóides são introduzidos no interior do útero facilitando o caminho para o interior das tubas uterinas e para a fertilização do óvulo.

Após a inseminação, a paciente permanecerá em repouso cerca de 30 minutos no consultório, não sendo necessário, qualquer outro cuidado após este período. A partir do dia da inseminação as relações sexuais deverão ser reiniciadas ao ritmo habitual.

Além da inseminação artificial, a Criogênesis realiza também outros métodos para a reprodução humana como, fertilização in vitro (FIV), congelamento de óvulos, congelamento de sêmen, entre outros.

Venha nos visitar e esclarecemos todas as suas dúvidas, agende uma consulta nos telefones 08007732166 / (11) 5536-9246.