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Para fazer os exames do câncer de mama não é necessária a solicitação médica 

Cada ano vem aumentando a adesão ao movimento mundial “Outubro Rosa” e é importante focar neste sério assunto nos 12 meses do ano, já que a doença é implacável e se faz presente não só no mês de outubro, mas este mês é representativo para a causa, tornando-se especial e destacado dos demais.

O nome da campanha remete à cor do laço rosa que simboliza, mundialmente, a luta contra o câncer de mama e estimula a participação da população, empresas e entidades. Para fazer os exames de rastreamento do câncer de mama, não é necessária a solicitação médica. Durante a ação, serão atendidas gratuitamente mulheres de 50 a 69 anos, que precisam comparecer aos locais de exame com original e cópia da identidade, CPF, comprovante de residência e cartão do Sistema Único de Saúde (SUS). Certifique-se na Prefeitura Municipal de sua cidade a programação da campanha, bem como os locais disponíveis para consultas, exames e realização de palestras.

De acordo com dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca), quando detectada em fase inicial, a doença pode alcançar até 95% de cura.  Além da mamografia, o Outubro Rosa alerta para a importância do autoexame. Segundo o Inca, em 2016, 66,2% das descobertas da doença ocorrem pelas próprias pacientes. O coordenador-geral de Oncologia do Hospital Santa Lúcia, Fernando Maluf, ressalta a importância do autoexame, mesmo em quem tem menos de 40 anos. “A incidência em mulheres novas vem aumentando”, informa. “A mamografia anual para essas mulheres não é necessária, exceto nos casos de histórico familiar”.

Segundo Maluf, uma em cada 10 mulheres tem ou vai ter o tumor. “A incidência vem crescendo entre 5% e 10% nos últimos 10 anos. A população está envelhecendo, e isso (a doença) está muito relacionada à obesidade, ao sedentarismo. Os tumores femininos talvez sejam os que mais têm apresentado crescimento”, adverte.

Fonte – Instituto Nacional do Câncer (Inca)

Portal Outubro Rosa


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Os miomas uterinos podem causar diversos sintomas, que variam de acordo com seu tamanho, quantidade e localização no útero. Cólicas abdominais e sangramentos fora do período menstrual são os mais comuns, porém, em muitos casos, o mioma não apresenta sintomas, e a mulher pode nem saber que tem.

Por ser um tumor benigno, o mioma não costuma trazer perigos à saúde da mulher, e seus sintomas podem ser controlados através dos tratamentos com remédios ou cirurgia.

Os principais sintomas apresentados por mulheres com miomas são aumento do fluxo sanguíneo e da duração do período menstrual, sangramentos fora do período menstrual, dor abdominal e cólicas na região do útero, sensação de pressão na barriga, aumento da vontade de urinar, prisão de ventre e dificuldade para engravidar.

Os sintomas do mioma nas mulheres grávidas são os mesmos, porém podem ficar mais fortes neste período, e cuidados, como repouso, devem ser tomados para não colocar em risco a saúde do bebê.

Estes sintomas podem, ainda, variar de acordo com os tipos de mioma, que são:

  • Subserosos: ficam na parte externa do útero, por isso podem crescer mais e empurrar os órgãos ao redor, causando vontade de urinar, diarreia ou prisão de ventre. Quando ficam pendurados para fora do útero, são chamados de miomas pediculados.
  • Intramurais: se localizam dentro da parede que forma o útero, e desta forma, podem causar mais dores abdominais, cólicas e dores durante o contato íntimo;
  • Submucosos: ficam na parte interna do útero, e causam mais os sangramentos e dificuldade para engravidar.

Além disto, se a mulher tiver muitos miomas ou se ele for grande, os sintomas podem ser mais intensos. O diagnóstico do mioma uterino é feito pelo médico ginecologista, que irá observar a região da vagina e palpar o abdome para sentir o contorno do útero e solicitar o ultrassom do abdome ou transvaginal. Alguns casos podem ser mais difíceis de confirmar, e exames de imagem como histeroscopia, histerossonografia e histerossalpingografia, que avaliam a cavidade do útero, podem ser necessários.

O tratamento é feito na mulher que tem sintomas, e podem ser usados remédios hormonais, como a pílula anticoncepcional, que fazem reduzir o tamanho do mioma e os seus sintomas. Para a retirada do mioma, pode ser feita a cirurgia. Além disto, medicamentos antiinflamatórios, podem ser usados para aliviar os sintomas que incomodam a mulher, como as cólicas.

Fonte: Portal Tua Saúde


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Quando nossos filhos nascem todas as atenções se voltam para ele. Natural, eles são a novidade da família, mas a mãe também precisa de mais cuidado. Quando nasce um bebê, nasce também uma mãe.  Quem explica é a psicóloga e coach de inteligência emocional Tália Jaoui, mãe do Aleph e autora do livro “A Revolução do Coaching”.

“A baixar autoestima não vem só de dentro. As pessoas ao redor esquecem da gente. A sociedade e a família precisam entender que essa nova mãe precisa de cuidado e carinho”, lembra a psicóloga.

Por outro lado, você também não pode se deixar de lado. Sabemos o quanto a maternidade pode ser cansativa, mas com o passar dos meses, você precisa organizar sua rotina para caber nela coisas que façam bem para você, SÓ PARA VOCÊ! Esse tempo é necessário não só para descansar, mas para sua autoestima. Com ajuda da psicóloga, seguem sinais de que sua autoestima não vai bem. Fique de olho nisso.

1 – Não se permitir pensar em outra coisa a não ser meu filho

Ficar 24 horas por dia com seu bebê ou mesmo pensando nele não é nada bom. Você precisa se distrair. E pode ser qualquer coisa que você gosta: ver tv, ler um livro, ir ao cabeleireiro ou fazer as unhas.

2 – Não ter tempo para suas coisas

“Você tem muito medo quando se é mãe. Aquela criatura nasce e você se apaixona perdidamente, parece que não vive mais sem ela”, Tália entende todo nosso amor, mas lembra que precisamos ter tempo só para nós!

3 – A produtividade no trabalho cai

Quando você passa o tempo inteiro se preocupando com seu filho, não sobra tempo para pensar em outras áreas da sua vida, como a profissional. “Sua produtividade no trabalho cai. Isso não pode acontecer porque as preocupações com filho não passam nunca. Esse redemoinho psicológico não acaba

”, alerta Tália.

4 – Não ter mais vaidade

O corpo todo se transforma durante a gravidez. Só isso já pode deixar nossa autoestima meio capenga. A rotina de um bebê recém-nascido também pode ser enlouquecedora. Nesse período, o que menos queremos pensar é em vaidade. Dá para entender.

Mas se essa falta de vontade de se arrumar se arrastar por muito tempo algo está errado. Com o passar dos meses, o bebê começa a dormir mais e você pode aproveitar os momentos em que ele está dormindo para cuidar de você. E não é só isso também. O pai da criança, sua família e amigos também estão aí para não te deixar sozinha nessa.

“Peça ajuda para uma amiga. Chame ela para ir na sua casa te ajudar a pintar as unhas ou mesmo chame um cabeleireiro em casa”, sugere Tália. O que não dá é para ficar no desleixo.

5 – Não pensar mais no companheiro

É incrível a sensação de ter um filho e conseguir criar com tanto carinho, mas não podemos esquecer do nosso companheiro, nem como pai, nem como homem que amamos. Precisamos marcar na agenda aquele dia para ficar a sós com ele e namorar muito, beijar na boca, tomar um vinho, assistir a um filme abraçados…

Fonte – Pais e filhos


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A Reprodução Humana Assistida pode ajudar em problemas como infertilidade

A Criopreservação de espermatozóides, realizada por meio da coleta de sêmen, é o método desenvolvido para preservar a fertilidade masculina e indicado para homens que irão passar por algum tratamento médico, como quimioterapia, vasectomia ou cirurgias que podem colocar sua capacidade reprodutiva em risco.

As amostras de sêmen são obtidas em locais reservados para a coleta, no próprio laboratório. Uma solução é adicionada para a proteção dos espermatozóides e os frascos são etiquetados, codificados e datados. O sêmen criopreservado pode ser utilizado com sucesso em técnicas de reprodução assistida anos após estar armazenado em nitrogênio.

Algumas situações são recomendadas o armazenamento prévio de sêmen e óvulos como, tratamento de câncer, cirurgias (testicular, próstata e ovários), vasectomia, pacientes em tratamento de FIV e por algum motivo o marido não estará presente no dia da coleta para fertilização do óvulo, pacientes que trabalham expostos a materiais perigosos e contaminantes, pacientes expostos a toxinas ambientais e contaminantes químicos (chumbo, agrotóxicos, radiação) e programas de doação de gametas.

A Criogênesis realiza a coleta e armazenamento de sêmen, desde 2011, quando inaugurou o serviço da Medicina Reprodutiva. Entre em contato conosco e tire suas dúvidas. Estamos disponíveis por telefone 24 horas (0800-773-2166), em nosso site www.criogenesis.com.br e ficamos na Rua Luisiânia, 147, Brooklin.


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Saiba quais são e os tratamentos

Tiroidite, endometrite crônica, trombofilias, aloimunidade e fator antinuclear, são nomes complicados não? Mas fazem parte da vida de milhares de mulheres no mundo. Cerca de 98% delas que tentaram engravidar e tiveram abortos espontâneos apresentaram algum tipo de problema imunológico. O número é alto e o médico e diretor fundador do RDO Diagnósticos, Ricardo de Oliveira,  destaca cinco causas que podem impedir a gravidez.

“As mulheres que tentam engravidar durante meses sem sucesso não devem se desesperar. Em muitos casos os problemas podem ser diagnosticados com exames simples e de forma convencional, sem ter que recorrer a tratamentos mais complexos que exigem alto investimento. Há sempre uma causa para infertilidade, que pode ser investigada e tratada com mais de 90% de êxito”, afirma ele.

Com base em um levantamento de 11 mil pacientes atendidas ao longo de 10 anos, Oliveira aponta abaixo os problemas imunológicos mais frequentes.

Tiroidite – É uma doença autoimune que atinge 20% das mulheres e leva ao hipotireoidismo. A produção de anticorpos aumenta, o que impede a implantação do embrião no útero. Também pode causar  inflamação na placenta, que provoca o aborto.

Diagnóstico e tratamento – A doença pode ser detectada por um exame de sangue.  O tratamento é feito por uso de corticoesteroides que não atravessam a placenta.

Endometrite Crônica – É uma inflamação do tecido que reveste o endométrio, a parede interna do útero. Ela ocorre em 80% das mulheres que apresentam infertilidade sem causa aparente e em 30% das que tiveram aborto precoce. É causada por uma alteração imunológica ou infecciosa. Isso impede a implantação do embrião.

Diagnóstico e tratamento – O exame para o diagnóstico é a histeroscopia e, após tratamento com cirurgia, antibióticos e anti-inflamatórios, a paciente volta a ser fértil.

Trombofilias – Provoca alterações na coagulação sanguínea e imunológica, desenvolvendo anticorpos que atacam a placenta, impedindo a implantação do embrião e provocando o aborto. A incidência nas mulheres varia de 20% a 60%.

Diagnóstico e tratamento – Por meio de exame de sangue essas alterações podem ser diagnosticadas. O tratamento é feito com uso de Enoxaparina sódica.

Aloimunidade – Ocorre quando o casal tem semelhanças genéticas, o corpo da mulher não reconhece a gravidez e interpreta o embrião como um corpo estranho. Isso ocorre em 61% das mulheres que sofrem abortos precoces.

Diagnóstico e tratamento – Uma vacina produzida com linfócitos do sangue do pai é o tratamento. Desta forma, o organismo da mulher é estimulado a produzir anticorpos que identificam as proteínas paternas no embrião sem mais rejeitá-lo.

Fator antinuclear- Ocorre quando os anticorpos do próprio organismo da mulher impedem o avanço da gestação. Eles atacam o embrião causando intenso processo inflamatório, placentário ou fetal. Isso ocorre em 50% das mulheres.

Diagnóstico e tratamento – O exame é feito por dosagem de fator anti-núcleo e o tratamento por prednisona, que trata a inflamação, não atravessa a placenta e permite uma gestação normal.

Fonte – Revista Pais e Filhos


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No dia 26 de agosto, das 9 às 13 horas, será realizado mais um curso gratuito para gestantes na sede da Criogênesis, à Rua Luisiânia, 147, Brooklin. Serão abordados temas como, a evolução da gestação, os principais cuidados durante a gravidez, tipos de parto, cuidados com o bebê, amamentação, entre outros.

O objetivo da Criogênesis é ajudar os futuros papais com importantes dicas e orientações a se prepararem e terem noção dos cuidados necessários com a chegada do bebê. Por mais conhecimento que as pessoas acreditam ter sobre como cuidar de uma criança, a aula aborda situações inusitadas no dia a dia que requer muito cuidado, como um engasgue inesperado ou cólicas intensas.

O curso inclui parte teórica e prática e conta com profissionais capacitados e especializados na área de obstetrícia. As inscrições e o curso são totalmente gratuitos. As matrículas podem ser feitas pelo telefone 0800 773 21 66 (24 horas) ou pelo e-mail eventos@criogenesis.com.br

O Grupo Criogênesis tem mais de 14 anos de experiência com células-tronco, é acreditado pela AABB (Associação Norte Americana de Bancos de Sangue) e certificado pela IQNet NBR ISO 9001:2015. A clínica é referência em serviços de coleta e criopreservação de células-tronco, medicina reprodutiva, gel de plaquetas e aférese, incluindo a diferenciada técnica de fotoférese extracorpórea.


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Intoxicação, queda na produção do leite e até aborto, são alguns dos males que diversos tipos de chá podem causar para a gestante. Os cuidados e restrições com medicamentos durante a gravidez não é novidade, afinal muitos desses remédios possuem substâncias fortes que podem ser prejudiciais à mãe e ao bebê. Mas não são só os fármacos que precisam ser evitados, alguns chás e ervas naturais podem ser tão danosos quanto.

“Infelizmente muitas plantas ofertadas no comércio são mal identificadas e encontram-se em mal estado de conservação”, alerta a mestre em ciências da saúde da Universidade Federal de São Paulo, especialista em nutrição para gestantes, Fernanda Mariz

Tudo depende da quantidade e frequência que o chá é consumido. Segundo Fernanda, canela é um ingrediente que deve ser evitado, mas isso não quer dizer que se a mãe quiser comer uma banana com um pouco de canela irá passar mal. O indicado é ter bom senso e não extrapolar em nada.

Chás que devem ser evitados:

Chá de canela: pode provocar constrição sanguínea e contração dos músculos do útero.

Chá de hortelã: diminui a produção de leite, razão pela qual deve ser evitado durante a gravidez e principalmente durante a amamentação.

Chá de boldo: também conhecido como boldo chileno, livremente comercializado como chá para distúrbios gástricos, ele possui efeitos tóxicos devido à presença do ascaridol, que pode causar abortos. Além dele, chá de arruda, cipó-mil-homens, erva-de-bicho, buchinha do norte, confrei, espirradeira, melão-de-são-caetano, erva-de-santa-maria, pinhão-de-purga ou pinhão-paraguaio, poejo e losna, também são abortivos.

Chá preto, verde, branco, mate e banchá: acelera o metabolismo e pode causar mal-estar e palpitações cardíacas.

Chás permitidos

Por terem propriedades calmantes e digestivas, chás de camomila, erva-cidreira, capim-limão e erva-doce (este último aumenta o leite materno) promovem uma sensação de relaxamento boa para mãe e filho.

No entanto, para não correr riscos, o melhor a fazer é usar esses chás apenas com orientação médica ou nutricional, por mais que seja um produto de origem vegetal.

Fonte – Portal Pais e Filhos


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Mau humor, babando bastante e falta de apetite são alguns dos sintomas

O nascimento dos primeiros dentes do bebê é um momento cheio de dúvidas. Desde quando começam a surgir até todos os dentes de leite estarem aparecendo, muita coisa pode rolar. Completar os 6 meses é um marco para o bebê e para a família. É nessa fase que seu filho para de mamar, já dorme sozinho no quarto, começa a interagir mais com o ambiente e…geralmente começam a nascer os primeiros dentes!

Para começar, é importante lembrar que nessa hora, não existe regra, nem certo ou errado, mas uma coisa é verdade: o bebê fica mesmo mais chatinho quando o dente está nascendo. “É um processo de inflamação. A pele da gengiva está se rompendo lentamente. Isso incomoda um pouco, mesmo”, explica o pediatra Cid Pinheiro, coordenador da equipe de pediatria do Hospital São Luiz Morumbi.

O processo de crescimento pode durar normalmente de 4 a 7 dias para cada dente e durante esse período, podem surgir alguns sintomas físicos como, febre baixa, bastante baba, irritabilidade, falta de apetite, tentativa de morder tudo que está pela frente e problemas para dormir.

Um mordedor daqueles que podem ser armazenados por alguns minutos na geladeira geralmente alivia o incômodo na gengiva. Se o bebê já estiver se alimentando com comidas normais, alimentos mais frios como um purê de maçã, um pudim de leite ou um iogurte de frutas pode ajudar também.

Um método simples que não envolve alimentos é passar o dedo bem limpinho pela gengiva inchada do seu filho. Faça uma massagem firme até ouvir um barulhinho da fricção, que será, além de tudo, uma ótima distração. O alívio é temporário, mas o bebê ficará agradecido e, acima de tudo, confortado pelo seu toque.

Se nada disso ajudar, alguns médicos costumam receitar analgésicos. Mas consulte sempre o pediatra antes de dar qualquer medicação ao bebê, porque a prescrição depende do peso e da idade do seu filho.

Fonte – Revista Crescer

Portal Baby Center


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O leite materno mata a sede, a fome, protege contra doenças e pode até evitar a mortalidade infantil

Nutrientes para o bebê sobreviver e se desenvolver, anticorpos fundamentais e o aconchego da mamãe são alguns dos componentes encontrados no leite materno e para incentivar a amamentação e estimular os bancos de leite comemora-se hoje, 1º de agosto, o Dia Mundial da Amamentação.

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), além de ser a melhor fonte de vitamina e proteção ao bebê, o aleitamento pode proteger a mulher contra o câncer de mama e de ovários. Sem contar que a amamentação é capaz de ampliar o vínculo afetivo entre a mãe e o bebê. 

A OMS destaca que nos seis primeiros meses de vida, o bebê que mama no peito não precisa da complementação de nenhum outro alimento, como água ou chás. Neste período, deve ocorrer o aleitamento materno exclusivo.

Segundo recomendações da OMS e do Ministério da Saúde é interessante priorizar cada vez mais o contato com a mãe e o aleitamento do bebê na primeira hora de vida do recém-nascido. O colostro funciona como uma primeira vacina, protegendo o bebê de diversas infecções, além de ajudar o intestino a amadurecer e funcionar melhor. A amamentação também diminui os riscos de várias doenças da criança, entre elas, alergias, diabetes e obesidade.

O leite materno pode ser doado em Bancos de Leite Humano. O leite doado passa por uma seleção, classificação e pasteurização, sendo então distribuído com qualidade certificada e sem risco de contaminação aos bebês internados. Considerado por muitos o alimento mais nutritivo do mundo, o leite materno pode, até mesmo, evitar a mortalidade infantil.

Fonte – Organização Mundial de Saúde (OMS)

Ministério da Saúde



Quando o assunto é anticoncepcional, muitas dúvidas surgem: será que já posso tomar? Vai mudar muito o meu corpo? Mas calma, miga. É normal! O que você não pode é deixa-las sem resposta. A Renatomarcas-de-pilula-anticoncepcional-1116-1400x800 de Oliveira, ginecologista responsável pela área de reprodução humana da Criogênesis, respondeu várias dúvidas:

“É verdade que alguns anticoncepcionais diminuem as espinhas?”

Sim! Em muitos casos, a pílula é a primeira linha de tratamento para acne. Alguns anticoncepcionais orais possuem componentes que apresentam ação antiandrogênica, que melhora os quadros de acne e oleosidade excessiva da pele.

“A pílula pode fazer engordar ou emagrecer?”

Pode ficar tranquila, miga, pois os métodos estão cada vez mais modernos e utilizam baixas doses de hormônios, o que causa o mínimo de transtorno possível em relação ao peso. É claro que você precisa estar por dentro das contraindicações e consultar um ginecologista antes.

“Existe uma idade certa para começar a tomar o anticoncepcional?”

Não! Porém, a indicação de cada medicamento vai de cada pessoa. É preciso procurar um especialista para que indique um que seja perfeito para você. Porém, a partir da primeira menstruação já é possível ser utilizado.

“Posso tomar a vida toda ou existe um tempo certo?”

O anticoncepcional pode ser usado até a menopausa. Sem contar que é importante desmistificar a necessidade de fazer pausas regulares no uso de anticoncepcionais para um processo de “desintoxicação”. Isto é um erro e pausas maiores que 3 meses aumentam o risco de trombose quando se reinicia o anticoncepcional. Portanto, não interrompa seu anticoncepcional sem um motivo pertinente.

“O que eu faço se esquecer de tomar a pílula?”

Se esquecer, tome-a assim que se lembrar e próximo ao horário regular. Caso demore um dia, tome os dois juntos e mantenha a ordem do restante. Não esqueça nunca de aliar outras formas de prevenção. Camisinha sempre!

“O anticoncepcional pode falhar?”

Sim. Não existe nenhum método contraceptico 100% seguro e as chances de falhar aumentam se a garota tiver náuseas e vômitos, diarréia, esquecer de tomar ou fazer uso em horários desordenados.

https://conexaoteen.com/2017/07/17/anticoncepcional-existe-uma-idade-certa-para-comecar-a-tomar-essa-e-outras-duvidas-respondidas/