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Será que essas dores são contrações? Esse líquido é xixi ou será que rompeu a bolsa? Essas e outras dúvidas fazem parte de um dos momentos mais importantes da vida da mulher. A maior confusão quando ela começa a entrar em trabalho de parto é saber distinguir as falsas das contrações verdadeiras. Conforme a data do parto for se aproximando, você poderá sentir que as contrações estão te incomodando um pouco mais que o normal e estão bem intensas.

Ao contrário das falsas contrações, as verdadeiras são dolorosas. Tamanha a intensidade, você poderá sentir que não consegue sequer andar ou falar, afirma a ginecologista americana Susan Warhus, autora do livro ‘Countdown to Baby’. Durante o trabalho de parto, as contrações serão fortes, repetitivas e persistentes.

Você pode contar, “quando o intervalo entre as contrações for de cinco a sete minutos em um período de pelo menos uma hora, com forte intensidade, você estará em trabalho de parto”, explica o chefe de equipe do Hospital Bom Samaritano de Los Angeles, Myron Betel.

Mas isso significa que já é hora de ir para a maternidade? Não necessariamente. Muito disso depende de seu histórico médico como se este é seu primeiro parto ou se a dilatação já começou. Isso porque em geral, o segundo trabalho de parto tende a ter metade do tempo do primeiro.

Quando for ligar para seu médico para falar sobre as contrações, não se esqueça de mencionar qualquer progresso com as contrações. Se você ainda tiver que esperar um pouco em casa antes de ir para a maternidade, tente manter a calma e relaxar o máximo possível. Isso manterá seus músculos mais soltos, ajudando no progresso do trabalho e aliviando um pouco da dor.

Sua bolsa rompeu:

Um fluído em grande ou baixo volume pode ser um indicativo de que sua bolsa rompeu e que o trabalho de parto já começou. O que pode confundir a mulher nesse momento é que nas últimas semanas da gravidez a mulher pode ter uma leve incontinência urinária e conforme o bebê pressiona sua cabeça contra a bexiga da mãe, pode causar uma leve perda de urina.

Mas como você pode distinguir a urina do líquido amniótico? “Com a incontinência, a perda de fluído não é contínua”, afirma Myrol Bethel. Mantenha em mente que você não precisa necessariamente estar tendo contrações para que sua bolsa rompa. E quando isso acontecer, a primeira coisa a fazer é ligar para seu médico.

Sinais de que o parto está de 24 a 48 horas para acontecer:

Dor de barriga. Às vezes a mulher começa a ter diarreia um dia ou dois antes do parto. Essa é uma forma do corpo esvaziar o intestino para que o útero possa contrair bem.

A barriga está bem baixa. Quando a cabeça do bebê cai na pélvis é sinal de que a hora do parto de aproxima. Como o peso do bebê já não está mais pressionando seu diafragma, você poderá respirar melhor.

Você terá um pico de energia. Você está exausta, mas de repente você terá ânimo para fazer tudo o que se dispuser. A sensação é que você não quer sair de casa sem terminar todas suas pendências.

Fonte: Revista Pais e Filhos


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Seis pacientes tetraplégicos tratados com a terapia de células-tronco da Asterias Biotherapeutics, empresa de biotecnologia especializada em medicina regenerativa, apresentaram melhora da função motora em suas extremidades superiores após um ano de estudo.

Com uma lesão da medula espinhal, o controle funcional do corpo fica paralisado abaixo do nível do dano. Após a pesquisa, os pacientes foram capazes de controlar músculos pelo menos dois níveis abaixo do local da lesão, que era o objetivo principal do teste. “São dados muito encorajadores, mas também são precoces”, disse o CEO, Michael Mulroy. “Até então ninguém conseguiu mostrar um benefício sustentado em 12 meses para esse tipo de lesão”.

O tratamento também foi qualificado como terapia avançada de medicina regenerativa pela Administração de Alimentos e Medicamentos dos EUA, o que garante à Asterias, que tem sede em Fremont, na Califórnia, permissão adicional da agência para desenvolver seu primeiro produto de célula-tronco. A denominação é dada a terapias celulares destinadas a tratar doenças que causam risco à vida e que tenham mostrado sinais iniciais de benefício potencial.

A melhoria permite que os pacientes tenham um papel mais ativo em atividades diárias como se alimentar, digitar, escovar os dentes ou pentear o cabelo. Um dos pacientes, Lucas Lindner, fez o primeiro arremesso em um jogo de Baseball, um ano depois de estar em tratamento. Com cada nível de recuperação, os pacientes recebem sinais cerebrais e alguma função em pontos mais abaixo na espinha, o que se traduz em algum controle dos músculos aos quais os nervos estão conectados.

Os resultados também mostram que mais pacientes chegaram a essa meta ao longo do tempo. Dois pacientes tiveram dois níveis de melhora após três meses. O terceiro alcançou esse objetivo após nove meses e o quarto, depois de um ano. “Mesmo se tivéssemos ficado no nível de 50% teria sido uma vitória”, disse o CEO.

Fonte: UOL


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Se você tem filhos sabe bem o quão é difícil conciliar as consultas médicas das crianças com os dias de trabalho. Muitas consultas só podem ser marcadas em horário comercial, ou seja, no mesmo horário em que papais e mamães estão, muitas vezes, trabalhando, e não há outra forma senão a de se ausentar no trabalho para socorrer os pequenos.

Isso pode acarretar ao longo do tempo problemas com a empresa, além de desconto salarial. Porém, para alegria de papais e mamães, uma nova lei foi aprovada, que garante o direito de pais e mães com filhos de até seis anos faltarem um dia ao trabalho, sem prejuízo ao salário, para levarem seus pequenos à consulta médica.

A Lei 13.257/2016 também garante ainda outras possiblidades, por exemplo, o direito do pai acompanhar a gestante por até dois dias em exames e consultas de pré-natal, além do aumento da licença-paternidade de cinco para vinte dias e da licença-maternidade de cento e vinte dias para seis meses, garantindo assim o período mínimo indicado para a amamentação do bebê. No entanto, ambas as novidades são válidas apenas para funcionários das empresas que fazem parte do programa Empresa Cidadã.

Infelizmente, apenas uma pequena parte das empresas brasileiras fazem parte do programa, isso porque ela tem relação com a forma de tributação de cada uma. Normalmente, apenas as empresas grandes que declaram impostos sobre o lucro real aderem ao programa Empresa Cidadã, as de menor porte optam por outras formas de tributação, como o Simples, por exemplo, e por isso não podem aderir ao programa.

As vantagens desta lei vinculada ao programa Empresa Cidadã são inúmeras, tanto para pais, mães e filhos. Começa já com a relação de cumplicidade do pai acompanhando as consultas de pré-natal tão indispensáveis para a saúde da mãe e do bebê, segue depois com a presença ativa do pai nos primeiros dias de vida do pequeno e também nas consultas médicas posteriormente. A amamentação é ainda um capítulo à parte, proporcionar ao bebê um período maior de leite materno é comprovado cientificamente que previne futuras doenças, aumenta o sistema imunológico dos pequenos, diminui o índice de mortalidade infantil e cria um vínculo ainda maior entre mães e filhos tão importante para o crescimento sadio da criança.

Fonte: Revista Pais e Filhos


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Otite média aguda e otite externa são as mais comuns

Quem tem filhos pequenos, provavelmente, já passou pela situação: ao vestir, ou tirar a roupa, a criança grita de dor, as orelhas ficam vermelhas, a febre aparece e, em alguns casos, os pequenos não ouvem direito. Ao procurar ajuda, o diagnóstico: otite.

De acordo com o pediatra Thiago Gara, do Hospital e Maternidade São Luiz Anália Franco e São Caetano, a otite é uma inflamação comum entre as crianças de até 5 anos de idade, devido à fragilidade do sistema imunológico delas.

Ele explica que existem vários tipos de otite, mas as mais comuns são a otite média aguda e a otite externa. No geral, os sintomas das duas são parecidos, pode haver dor, diminuição temporária da audição, febre e mal estar.  Porém, as causas são diferentes.

A otite média aguda, a mais comum quando o assunto é dor de ouvido, ocorre na região mais interna do órgão, depois do tímpano. Ela é causada por vírus e bactérias que provocam gripes, resfriados e outras infecções. Por conta disso, essa versão é mais recorrente nas estações mais frias do ano, como o outono e o inverno.

Já a otite externa, causada na maior parte das vezes pela presença de água na cavidade do canal do ouvido, é mais frequente no verão, quando as crianças passam mais tempo no mar ou na piscina.

Prevenção e tratamento

Na maior parte dos casos, a otite costuma durar cerca de três dias. O tratamento é simples, envolvendo compressas quentes e analgésicos (com indicação médica). Dependendo do tipo, pode haver a necessidade do uso de medicação tópica e, nos casos mais graves, a adoção de antibióticos.

“De modo geral, as otites são simples. Contudo, os pais devem redobrar a atenção quando as crianças têm mais de três, quatro episódios da inflamação em um ano. Nestes casos, configura-se a otite de repetição, que indica que a criança deve tratar outra doença, como uma sinusite, ou um refluxo, por exemplo”, explica o médico.

Para prevenir a otite vale manter a vacinação em dia, para evitar as doenças típicas dos meses frios, e adotar os protetores auriculares, quando a criança for ao mar ou à piscina. Deixar de lado as famosas hastes flexíveis também é válido. Além disso, a amamentação exclusiva até o seis meses de vida ajuda a diminuir o risco de infecções, sobretudo nos bebês.

Fonte: Revista Crescer


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A atitude é uma prevenção para a saúde de seu filho no futuro

Você vai ao consultório do obstetra para uma ultrassonografia de rotina e, no meio da consulta – dentre as inúmeras questões que envolvem a gestação –, seu médico pergunta: “Você vai querer armazenar as células-tronco do cordão umbilical”?

Antes de tudo, vale contextualizar que se trata de unidades regenerativas, com o poder de originar diversos tecidos do corpo humano e auxiliar no tratamento de mais de 80 doenças. Desde a década de 90, quando os estudos sobre os seus benefícios ganharam força, muitas famílias optaram pelo armazenamento das células retiradas do sangue do cordão umbilical. O procedimento é realizado na sala de parto, após o nascimento do bebê, é totalmente indolor e não traz nenhum prejuízo à saúde da mãe ou da criança.

Tanto bancos públicos, quanto empresas privadas como a Criogênesis, podem fazer a coleta das células, que chegam a ficar armazenadas durante anos. A diferença entre as duas alternativas é que, na primeira, o material fica disponível para qualquer paciente do país que necessite dele. Já no sistema pago, as células são guardadas para uso exclusivo da família.

Atualmente, muitas pesquisas confirmaram os benefícios das células-tronco – principalmente as do tipo mesenquimal, que são capazes de originar ossos, músculos e cartilagens –  na prática clínica, o uso está comprovado para transplante de medula óssea, exigido nos tipos mais graves de leucemia, o câncer do sangue. Nesses casos, as chamadas células hematopoiéticas – provenientes do cordão umbilical – têm um papel importantíssimo, pois vão reconstituir a medula óssea doente.

A professora titular do Departamento de Genética e Biologia Evolutiva da USP (SP), Lygia Pereira, enalteceu o procedimento. De acordo com ela, as cerca de 2,8 milhões de amostras de células-tronco de sangue de cordão armazenadas em bancos privados no mundo já permitiram 506 transplantes de medula e 362 tratamentos experimentais para outras doenças. “Esses números já justificam esse tipo de armazenamento”, afirma a professora.

A economista Isabel Capistrano, mãe de Mariana (10) e Isabela (8), decidiu armazenar as células-tronco das duas filhas. Em 2008, Isabela – na época com dois anos – foi diagnosticada com leucemia e apenas um transplante de medula óssea poderia salvá-la. Foi então que Isabel saiu à procura de um doador de medula óssea compatível. “Percebi que não seria fácil encontrá-lo. O Brasil é um país de muitas misturas raciais, o que torna a busca ainda mais difícil. Vi crianças morrerem por falta de doadores e outras que lutam até hoje para encontrá-los, em uma contagem regressiva e angustiante contra o tempo”, diz.

Felizmente, Isabela encontrou um doador e, juntamente com a quimioterapia, conseguiu se curar. Caso o doador não aparecesse, as células- tronco da irmã mais velha ou as da própria Isabela – armazenadas no laboratório – seriam implantadas na menina, com o objetivo de ganhar tempo até que surgisse um doador. “Quando tomei a decisão de armazenar, sabia perfeitamente que a probabilidade de uso dessas células era baixa, mas não era zero. Assim como a probabilidade de uma criança ter leucemia é muito baixa, mas aconteceu na minha família”, diz Isabel.

Caso você tenha dúvidas, estamos disponíveis para esclarece-las e receber você em  nosso laboratório. Atendemos 24 horas pelo telefone (11)
0800-773-2166 e ficamos na Rua Luisiânia, 147, Brooklin.

Fonte: Revista Crescer


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Ao contrário da bronquite, que se desenvolve em crianças maiores e em adultos, a bronquiolite atinge os bebês de até seis meses de idade. O Dr. José Carlos Fernandes (CRM 59316), pediatra do Hospital da Criança, pai de Vinicius e Juliana, esclareceu algumas dúvidas sobre a bronquiolite.

O que é?

Bronquiolite é uma doença inflamatória e infecciosa que atinge o bronquíolo, uma parte específica do pulmão, através de diferentes tipos de vírus e que surge principalmente em crianças de até 6 meses de idade.

Como essa doença se desenvolve? É possível ter mais de uma vez?

A criança começa esse quadro com um resfriado, secreção nasal, podendo ou não ter febre. Os sintomas vão evoluindo e podem durar de 7 a 10 dias. Ela passa a ter dificuldade de se alimentar, a sentir cansaço, falta de ar e respiração acerelada. Eventualmente, pode ter complicações como broncopneumonia. A bronquiolite poderá se manifestar mais de uma vez por ser uma doença viral e respiratória. Outras causas podem ser a falta do leite materno, nascimento prematuro, bebês com cardiopatia ou baixa imunidade e filhos de pais fumantes ou asmáticos. Crianças que têm um quadro pulmonar grave podem apresentar a doença 3 ou 4 vezes por vírus diferentes.

Existe tratamento?

As crianças que apresentam um caso mais leve podem ficar em casa usando antitérmico quando apresentarem febre, fazer inalação e limpar bem o nariz. Cerca de 15% das crianças com bronquiolite grave precisam ser internadas. Algumas recebem oxigênio diretamente no pulmão com fisioterapia intensa.

Como prevenir?

Existem vacinas para cada tipo de vírus. Nosso sistema de saúde fornece vacinas para crianças com indicação, ou que são prematuras, tem doença cardíaca, doença pulmonar crônica e manifestam baixa imunidade. É importante ressaltar que o leite materno possui anticorpos que protegem a criança. No geral, é necessário ter mais cuidados respiratórios durante o inverno, evitar aglomerações, contato com outros doentes e cuidados higiênicos.

Fonte: Dra. Christina R. C. De Paola (CRM 66041), diretora médica responsável pelo Hospital da Criança.


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Garoto de sete anos recebeu nova pele em mais de 80% de seu corpo

Após inúmeras tentativas de cirurgias, medicamentos e terapias convencionais, um menino sírio, de sete anos, que tinha em 80% do corpo feridas infectadas e intratáveis, recebeu uma nova pele com o uso de células-tronco.

O caso ocorreu quando ele chegou à Alemanha em 2013, depois que sua família fugiu da Síria como refugiada e sofria uma doença genética chamada epidermólise bolhosa juncional, o que faz com que a pele se torne frágil. Quando chegou a ser tratado, o garoto perdeu a camada superficial da pele, chamada epiderme de quase todo o corpo, sobrando intacto apenas a pele da cabeça e uma parte da perna esquerda.

Após a cirurgia com as células-tronco e o resultado positivo, os cientistas comemoraram a novidade. “Fizemos uma pele geneticamente modificada para cobrir quase todo o corpo e curá-lo da doença que quase o matou. O tratamento foi um sucesso e marcante para o campo da medicina regenerativa, que tem lutado para transformar ciência futurista em terapias que fazem a diferença para os pacientes”, disse Michele De Luca, cientista italiana da Universidade de Modena.

Os cientistas afirmaram também que até então o menino estava recebendo morfina para lidar com a dor e seus médicos estavam se preparando para iniciar o tratamento paliativo depois que todas as terapias convencionais haviam falhado.

Antes do uso de células-tronco, os médicos tentaram enxertar a pele do pai do menino, mas o transplante havia sido rejeitado. Como último recurso, a equipe de profissionais buscou a ajuda de cientistas italianos.  Liderada por Michele, a equipe havia feito com sucesso a pele geneticamente modificada em laboratório em pequenas áreas do corpo. “Esta é a primeira vez que tal quantidade de corpo foi transplantada”, disse De Luca. “Ele basicamente perdeu por completo sua epiderme”.

A doença do menino foi causada por uma mutação em um gene, chamado LAMB3, que produz uma proteína que ancora a epiderme nas camadas mais profundas da pele abaixo. Sem essa proteína, a pele acumula facilmente, fazendo com que feridas crônicas e úlceras se formem.

Durante duas operações em 2015, a nova epiderme foi anexada como uma colcha de retalhos, cobrindo quase todo o corpo. Dentro de um mês, o enxerto se integrou nas camadas inferiores da pele.

Segundo os médicos, após dois anos da cirurgia, o menino está bem, com a pele saudável, sem uso de medicamentos ou pomadas. “Ele está de volta à escola, jogando futebol e quando recebe um corte, ele cura normalmente”, afirmou Michele.

Fonte: Journal The Guardian

https://www.theguardian.com/science/2017/nov/08/scientists-grow-replacement-skin-for-boy-suffering-devastating-genetic-disorder


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No Brasil, mais de 270 mil casais tem dificuldades para engravidar

Vamos ter um bebê? Sim…assim que o casal decide engravidar começa uma saga em busca dos mínimos detalhes. Os primeiros passos não são tão simples quanto parecem. Há várias questões que devem ser levadas em conta, como a saúde da mulher, a condição financeira do casal ou até mesmo quais são as reais condições de uma gravidez natural. Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), a infertilidade é um problema vivido por 8% a 15% dos casais. No Brasil, estima-se que mais de 278 mil casais tenham dificuldade para gerar um filho em algum momento de sua idade fértil.

Elaboramos uma lista com 11 itens que toda mulher deveria saber sobre infertilidade:

  1. Não há uma solução única

O que funciona com uma mulher, pode não funcionar para você e pode demorar meses até que descubra qual o melhor tratamento para seu corpo. Além disso, o que funcionou para você da última vez, pode não funcionar em uma próxima vez.

  1. O jogo da culpa

Pode ser fácil sair jogando a culpa pelo seu problema em outras pessoas. A culpa dos homens, a culpa das mulheres e até mesmo a culpa que você coloca em si, pode ser algo bastante pesado.

  1. Seu médico é importante

Encontrar um médico que te ouça e trabalhe contigo é algo importante. Você pode passar um bom tempo com um médico errado e estender ainda mais esse processo.

  1. Anúncios de gravidez irão te ferir

É um sentimento estranho – você está feliz por eles, mas ao mesmo tempo machuca quando você ouve. Afinal, você mal pode esperar para fazer esse tipo de anúncio.

  1. Decisões podem ser difíceis

Você pode pensar que será fácil, mas decidir o curso que tudo isso vai tomar pode não ser tão simples. Você pode se sentir diferente do seu parceiro ou ficar insegura sobre seus planos.

  1. Preocupações são constantes

É difícil não se preocupar mesmo quando você diz a si mesma isso. Preocupações sobre os sintomas, custos, se irá dar certo – tudo isso pode ser estressante.

  1. Pode ser caro

Testes e medicamentos de fertilidade não costumam ser cobertos pelo plano de saúde e seus custos são realmente altos.

  1. Você irá se preocupar com o tamanho da sua família

Você terá de se preocupar com o número de crianças que você quer e com a possibilidade de ter gêmeos ou múltiplos, dependendo do tratamento escolhido.

  1. O sexo pode ser complicado

Há mulheres que perdem o apetite sexual quando estão em tratamento por conta da tensão durante o tratamento.

  1. Você receberá conselhos de todos os lados

As pessoas virão de todos os lados para te dizer o que você deve e o que não deve fazer. Ou o que funcionou com seus amigos, primos, sobrinhos…

  1. Você precisa deixar as coisas saírem do seu controle

Você tem de encarar que às vezes, não importa o quanto você esteja planejando ou na expectativa, as coisas podem não funcionar conforme você esperava.

Fonte: OMS (Organização Mundial de Saúde)

Revista Pais e Filhos


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Em um novo estudo publicado pela Stem Cells Translational Medicine, pesquisadores fizeram durante 12 dias testes com camundongos e notaram que o uso de células-tronco melhorou na regeneração de dentes danificados.

De acordo com a Escola de Medicina De Shanghai Jiao Ton University, idealizadora da pesquisa, a comunidade médica passou a acreditar na terapia com células-tronco como uma nova e promissora estratégia para reparar os dentes, uma vez que se pensava que eram irreversivelmente danificados por cárie ou lesões dentárias. Os benefícios das células-tronco da polpa dental humana (hDPSCs), isolados do tecido conjuntivo vivo no centro do dente, em tais danos foram considerados bastante positivos na pesquisa.

Os camundongos receberam o implante de células manipuladas PDGF-BB, um conhecido agente potente mitogênico, angiogênico e chemoattrativo que tem sido amplamente utilizado na regeneração de tecidos, superou os outros grupos de camundongos quando se tratou de gerar tecido mineralizado mais dentinário.  “Nosso estudo também mostrou que o PDGF-BB também possui muitos outros efeitos benéficos, incluindo o aumento significativo da proliferação dos hDPSCs”, disse Xinquan Jiang, Ph.D. que liderou a pesquisa.

“Nossos dados demonstraram que o PDGF-BB possui uma função poderosa para estimular a regeneração do tecido dentário. Acreditamos que essas descobertas representam um passo importante para a aplicação ideal dessas células manipuladas para melhorar a regeneração do complexo de pasta dentinária”, completou Dr. Zhang.

“Esta pesquisa sugere uma estratégia otimizada para usar a medicina regenerativa como uma alternativa à terapia convencional do canal radicular”, disse Anthony Atala, MD, editor-chefe da Stem Cells Translational Medicine e diretor do Wake Forest Institute for Regenerative Medicine.

Fonte: Stem Cells Journals


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A cantora Ivete Sangalo fez o procedimento e engravidou aos 45 anos

Hoje em dia, com a busca pela independência feminina, se tornar mãe é apenas uma das preocupações da mulher e a medicina vem fazendo a sua parte para ajudá-las e permitir uma gravidez segura após os 40 anos. Ainda assim, muitas mulheres sentem medo de envelhecer e não conseguir engravidar. Uma das saídas para essa preocupação é o congelamento de óvulos.

A técnica é uma alternativa e o procedimento pode ser a resposta para o dilema entre a ascensão profissional e o desejo de ser mãe; ou ainda a salvação para o tratamento de doenças que afetam o sistema reprodutor, como a quimioterapia para o câncer nos ovários.

Ao começar a ovular, a quantidade de óvulos que uma mulher vai ter ao longo da vida já está determinada. Isto porque eles são produzidos todos de uma vez e estacionados em determinada fase de crescimento.

Com o avanço da idade, esses óvulos tornam-se menos eficientes e podem ter sua fecundação ou divisão celular prejudicadas. É exatamente por isso que mulheres que engravidam mais velhas possuem mais chances de desenvolverem fetos com problemas cromossômicos, como a síndrome de down, e são mais propensas ao aborto natural.

Congelamento de óvulos

Com a técnica do congelamento de óvulos, as chances de uma mulher engravidar podem subir para 40%, ainda que a fecundação natural seja a melhor alternativa e o procedimento não deve ser encarado como o único meio de reprodução, mas sim como um auxiliar para mulheres que por algum motivo quiserem ou tiverem que adiar a maternidade.

Quem pode ou deve congelar os óvulos?

Embora não substitua o processo natural, pacientes com indícios de menopausa precoce, com prescrição de quimioterapia ou radioterapia e que têm mais de 35 anos e ainda não se sentiram preparadas para engravidar ou não encontraram um parceiro ideal são aquelas que têm indicação para o método.

Como é feito o congelamento de óvulos?

Para fazer o congelamento de óvulos o médico ginecologista deve calcular exatamente quando começa o período fértil da paciente e, durante dez dias, ela terá que aplicar um medicamento que inibe a destruição natural dos óvulos descartados. Através de um controle feito pela ultrassonografia, o médico sabe quando eles estão maduros para a aspiração.

A aspiração é um processo feito em um hospital, com a mulher sedada e que não provoca nenhuma dor. Após o procedimento, o material vai para análise e os óvulos são separados e então congelados.

Fonte: Portal Bem Mulher