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A crise dos 2 anos de idade, conhecida como “adolescência do bebê”, pode começar por volta de 1 ano e meio e pode se estender até os 4 anos. É chamada também de “terrible two”, que na tradução significa “os terríveis dois anos”. A fase dos 2 anos de idade é um período de grandes mudanças para a criança. Durante esse período, ela começa a ganhar autonomia e a se reconhecer como indivíduo. Ela entende que já pode tomar suas próprias decisões e fazer suas escolhas. Mas, para conseguir que seus desejos sejam atendidos, ela pode gritar, espernear, se jogar no chão e até mesmo bater no outro ou em si própria. Não é exatamente uma ação consciente da criança, mas uma tentativa de atender a esse desejo interior, a essa descoberta de autonomia, como um ser independente dos pais. Por mais incrível que pareça, este comportamento é bem comum e tem variações de criança para criança, ou seja, pode ser mais ou menos acentuado.

Birra pra lá, birra pra cá

Nessa fase, a criança fala “não” repetidamente e encara a oposição dos pais com bastante rebeldia, o que explica a comparação com um adolescente. No intuito de chamar a atenção dos pais, quando contrariada, chora de maneira escandalosa, com berros, chutes e palmadas. A diferença entre a crise na infância e na adolescência é que os pequenos são plenamente imaturos, não têm conhecimento sobre comportamentos adequados e inadequados. Portanto, precisam ser ensinados, e isso requer bastante paciência e dedicação por parte dos pais, da família e da escolinha, se for o caso.

Lado positivo

Apesar de ser um estágio difícil, a fase dos 2 anos é de muito aprendizado para o filho e também para os pais. A criança começa a ter interesses próprios, a brincar com mais pessoas, a tomar pequenas decisões e a explorar a criatividade, o que contribui para o seu desenvolvimento saudável. Já os pais passam a reconhecer o filho como um ser individual, com personalidade própria, com defeitos e qualidades que podem ou não se modificar com o passar dos anos.

Como amenizar

A crise dos 2 anos é complicada e costuma deixar mamães e papais apreensivos, ansiosos ou exaustos. Porém, acalmar os ânimos é indispensável para minimizar os problemas causados pelo comportamento da criança nessa fase. É preciso ter calma e muita paciência para ensiná-la, ao mesmo tempo em que é preciso estabelecer limites, mas evite sempre os castigos físicos. Nesse momento, a agressividade deve ser dispensada, pois a criança precisa compreender que a violência não é um comportamento aceitável. Procure observar o comportamento do seu filho, pois há a possibilidade de esse comportamento estar relacionado a algum problema emocional. Neste caso, procure a ajuda de um especialista; é fundamental para ajudar a criança e os pais a passar por esta fase.

Outra atitude que deve ser evitada é atender ao pedido da criança só para que ela pare de chorar ou de gritar. Respire fundo, mamãe, e não entre na pilha! Gritar com o filho pode piorar a situação. Diante desse cenário, procure esperar o chororô e, assim que o pequeno estiver mais calmo, converse com ele. Explique que esse tipo de conduta é prejudicial apenas para ele. Converse quantas vezes forem necessárias! As situações frustrantes são importantes para o desenvolvimento da criança e poupá-la na infância pode dificultar a lidar com determinados acontecimentos na fase adulta. Lembre-se de que tudo faz parte de um aprendizado muito valioso.

Fonte: revista Mamãe e Bebê


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Anvisa aprova o primeiro produto de terapia gênica no país, indicado para o tratamento da distrofia hereditária da retina

A Anvisa publicou, no Diário Oficial da União (D.O.U.) no dia 6 de agosto, o registro do primeiro produto de terapia gênica no Brasil, indicado para o tratamento de doença rara. Trata-se do Luxturna® (voretigene neparvoveque), um tipo especial de medicamento de terapia avançada, denominado produto de terapia gênica, produzido pela Novartis Biociências S.A.

O produto é utilizado em crianças acima de 12 meses e em adultos com perda de visão, para o tratamento da distrofia hereditária da retina, causada pela mutação do gene humano RPE65. Dentre as distrofias hereditárias da retina estão a amaurose congênita de Leber e a retinose pigmentar. A mutação do gene RPE65 causa a ruptura gradual das células localizadas na parte de trás do olho que formam a retina, causando perda gradual da visão, geralmente na infância ou na adolescência, que progride para cegueira. Até o momento, não havia alternativa terapêutica para a doença.

Elaborado por engenharia genética, o produto é composto por um vírus onde se inseriu cópia do gene humano RPE65, responsável pela produção de uma enzima necessária para o funcionamento normal da retina. Essa enzima permite um melhor funcionamento das células da retina, diminuindo o progresso da doença. O vírus utilizado na fabricação deste produto não causa doença em humanos.

É importante esclarecer que se trata de um produto de uso hospitalar e sob supervisão médica especializada, administrado via injeção sub-retiniana, e que devem ser adotadas precauções, como a obrigatoriedade de o paciente passar por testes capazes de comprovar que sua perda de visão foi provocada por mutações no gene RPE65, sobre o qual a substância ativa do Luxturna atua, além de outros critérios laboratoriais e clínicos que devem ser avaliados pelo médico.

Marco regulatório

A Agência aprovou recentemente o marco regulatório para o registro de produtos de terapia avançada no Brasil, a Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) 338/2020. Essa norma criou um ambiente regulatório seguro para a aprovação de produtos dessa natureza no país.

O processo de registro de um produto de terapia avançada, por exemplo, de terapia gênica, envolve a análise da comprovação de segurança por meio de dados robustos de experimentos pré-clínicos, bem como de segurança e eficácia por meio de resultados de estudos clínicos capazes de evidenciar os benefícios ao paciente em determinada dose e posologia terapêutica.

Faz-se necessária ainda a comprovação de produção com requisitos de qualidade e boas práticas de fabricação, de estudos de mecanismos de estabilidade e distribuição do produto, além de cuidados especiais ao paciente, previsão de eventos adversos possíveis, orientações ao profissional da saúde que exercerá o cuidado ao paciente, definição de monitoramento e gerenciamento de risco pós-uso, dentre outras análises pertinentes para garantir que o produto e o processo a serem registrados na Agência estejam adequados ao uso terapêutico, principalmente neste caso, que envolve também pacientes pediátricos.

Considerando as especificidades dos produtos de terapia gênica e as suas características inovadoras, a Anvisa firmou um termo de compromisso com a empresa detentora do registro no país, no sentido de assegurar a realização de estudos complementares com pacientes brasileiros, de forma a acompanhar o perfil de segurança e de eficácia do produto em longo prazo. As condições impostas ao detentor de registro serão informadas ao público, juntamente com os prazos e datas para sua execução, por meio do portal da Agência.

Por se tratar de um organismo geneticamente modificado, o produto ainda foi avaliado em relação à sua biossegurança, pela Comissão Nacional Técnica de Biossegurança (CTNBio), que também se manifestou favorável à sua aprovação.

Fluxo

Foram 232 dias úteis até a aprovação da Anvisa, considerando desde a submissão dos documentos, os prazos de análise da equipe da Agência e as respostas ao cumprimento das exigências por parte da empresa. Ocorreram ainda reuniões e comunicações técnicas entre a Anvisa e representantes nacionais e internacionais da empresa.

Tendo em vista a complexidade do produto, os prazos aplicados na Anvisa foram compatíveis com as principais agências reguladoras do mundo, como a americana Food and Drugs Administration (FDA) e a europeia European Medicine Agency (EMA), que levaram, respectivamente, 372 e 331 dias úteis.

Fonte: Portal Anvisa


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A amamentação não depende só do desejo e dedicação da mulher, mas também de um apoio de todos que a cercam. Separamos dicas para que esse momento seja o melhor possível para você e seu filho

Amamentar é muito mais que alimentar uma criança. A amamentação é um dos momentos mais importantes na vida da mãe e do bebê. É quando se fortalecem os primeiros vínculos e a criança começa a se preparar para a vida inteira que tem pela frente.Segundo o Guia Alimentar para Crianças Brasileiras Menores de 2 anos, o leite materno é o primeiro contato das crianças pequenas com uma comida de verdade e oferece tudo o que o bebê precisa: nutrientes, vitaminas e  anticorpos. Os dois primeiros anos de vida são os mais decisivos para o crescimento e desenvolvimento da criança, com repercussões ao longo de toda a vida. A amamentação nesse período pode prevenir o aparecimento de várias doenças ao longo da vida.

A seguir, tiramos algumas das principais dúvidas sobre o assunto, para que você possa passar por essa fase da maneira mais segura e tranquila possível:
A amamentação deve ser mantida em meio à pandemia do novo coronavírus?

Sim, a recomendação do Ministério da Saúde é de que as mães sigam com a amamentação normalmente. Inclusive as mulheres que foram infectadas pela COVID-19 podem continuar amamentando – desde que elas queiram e tenham condições clínicas para fazer isso, é claro. Nesse caso, é importante que usem máscara, evitem aglomerações e lavem bem as mãos antes e depois das mamadas. Ainda não existem estudos científicos que comprovem que o novo coronavírus possa ser transmitido da mãe para o filho por meio do leite materno. Por isso, é bom lembrar sempre: os benefícios da amamentação são muito maiores do que os riscos de contaminação.

Qual é a pega correta?

Pega é o nome dado ao encaixe da criança ao peito da mãe para mamar. Para uma pega correta, a orientação do Ministério da Saúde é colocar o bebê bem de frente para a aréola (parte escura do seio) e ajudá-lo a pegar a mama quando estiver com a boca bem aberta. Dessa forma, o queixo da criança encosta na mama, o nariz fica livre, os lábios ficam virados para fora e aparece mais aréola na parte de cima da boca do que na parte de baixo.

Quais as melhores dicas para evitar a dor?

Amamentação não deve ser um processo doloroso. Se você sente algum incômodo na hora de amamentar, é bom ficar de olho e, se persistir, procurar um profissional de saúde. Algumas mudanças simples no jeito como você e o bebê se posicionam já costumam ajudar. Estes são alguns pontos aos quais você deve se atentar:

  • O rosto do bebê deve ficar de frente para mama;
  • A barriga e o tronco do bebê devem estar alinhados e ficar voltados para a mãe;
  • O bebê deve estar bem apoiado;
  • O bebê deve estar com a boca bem aberta, pegando todo o mamilo e a parte inferior da
    aréola (parte escura do seio);
  • O queixo do bebê toca a mama da mãe e o lábio inferior fica virado para fora;
  • A bochecha do bebê enche quando ele suga o leite;
  • O nariz do bebê não encosta no seio da mãe e ele consegue respirar livremente.

Fonte: revista Pais e Filhos


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As células-tronco são base para pesquisas importantes da medicina humana e podem curar ou reconstruir partes de tecidos de órgãos, nervos, ossos, coração. E elas também podem curar animais. Cientistas estão fazendo estudos de ponta que usam essas células para tratar doenças de cavalos.

Quisling e Bamba foram diagnosticados com bambeira. Comanche, com uma fratura grave, com múltiplos fragmentos. Dama teve um tendão lesionado. Os quatro cavalos têm histórias diferentes, mas que se juntam em um mesmo desfecho: eles fazem parte de um pequeno grupo que passou por terapias com células-tronco no Brasil.

As células-tronco existem nos embriões, antes da formação dos fetos, e também em animais adultos, onde há estoques para a renovação natural do corpo. São células bem novas, que ainda não ganharam missão específica para virar, por exemplo, ossos, músculos, órgãos do corpo. Por isso, elas podem atuar em todo o organismo.

A pesquisadora Ana Liz Garcia Alves estuda células-tronco na faculdade de medicina veterinária da Unesp, em Botucatu, há 14 anos e afirma. “A célula-tronco melhora muito a qualidade de reparação da lesão. É um reforço no tecido doente, mas não só. A função mais importante dessa célula, que a gente vê hoje, são ações indiretas, principalmente de regular a função imune do organismo, uma ação anti-inflamatória, que minimiza a morte celular, e uma ação de melhorar ou aumentar o número de vasos sanguíneos na região”.

Para que a pesquisa seja feita, a universidade precisa de casos práticos e cavalos de proprietários privados participam do estudo. Há várias fontes de células-tronco. As adultas, usadas na pesquisa, não vêm dos embriões. Podem ser retiradas da gordura acumulada na garupa, abaixo da pele, por exemplo, ou da medula óssea (ou tutano), líquido que fica dentro dos ossos do cavalo.

No laboratório, essas células-tronco são separadas das células comuns e multiplicadas. “Um pequeno fragmento de gordura, a gente consegue expandir em 20, 30 milhões de células”, diz Alice Maciel, veterinária e mestranda da Unesp. O material já pronto é conservado a temperaturas baixíssimas, de onde só sai para ser aplicado em cavalos.

Fraturas – Na ortopedia, as células-tronco são usadas nas fraturas e para tratar tendinites, osteoartrites e artrites dos equinos. O cavalo Comanche teve uma fratura grave, em múltiplos fragmentos. Além da cirurgia para a colocação de pinos e imobilização, ele recebeu células tronco no ponto da fratura. Ele se recupera bem e já está em casa.

“Entra como um complemento, acelerando a regeneração óssea. O que é interessante, é que em muitos casos de fraturas de membro de equinos, principalmente as graves, nós tínhamos que sacrificar os animais”, explica a doutora Ana Liz.

Fertilidade – Outra frente de pesquisa avança na área reprodutiva, para o tratamento da endometrite, uma infecção que ataca o útero e pode levar à infertilidade. “Nós escolhemos um grupo de éguas que tinham um problema de fertilidade grave, que já não gestavam, não produziam embrião, a maioria delas era doadora de embriões”, conta o veterinário Marco Antonio Alvarenga.

As células são aplicadas na parede do útero, das 15 éguas tratadas com a tecnologia, 6 voltaram a ter a função uterina e ficaram praticamente curadas da infecção e 8 retomaram a ter capacidade de produzir embriões.

Lesões – A égua Dama é atleta e faz prova de 3 tambores. Segundo o cavaleiro Rodrigo Papadopoli, ela teve um rompimento de fibra no tendão e recebeu as células-tronco em cima da lesão. “Antes de usar a terapia celular, a gente conseguia fazer algumas terapias que, na minha opinião, não eram tão efetivas no tempo, na qualidade do tecido e na rapidez da cicatrização”, avalia o veterinário Alfredo Ferri. Dois meses após a aplicação das células-tronco, verificou-se o preenchimento do tendão, uma cicatrização da lesão.

Bambeira – O tratamento também está mudando o enfrentamento a uma doença muito temida: a EPM, mais conhecida como bambeira, que faz com que o animal perca a estabilidade ao caminhar. Ela é provocada por um protozoário encontrado em animais silvestres, como o gambá. As fezes podem contaminar alimentos e, por consequência, os cavalos. O protozoário ataca o sistema nervoso central e embaralha as ordens entre o cérebro e os músculos. Alguns casos são leves, outros podem deixar sequelas e até levar à morte.

Doutor Rogério Amorim, da Unesp, estuda o uso de células-tronco para doenças neurológicas e testou o protocolo em nove animais, com bons resultados. “É importante destacar que não estamos propondo que se use as células-tronco mesenquimais como a primeira alternativa terapêutica para casos de EPM. O tratamento hoje preconizado e reconhecido, cientificamente comprovado, é o tratamento com antiprotozoários. No entanto, um percentual dentro de 30% a 40% dos cavalos acometidos ficam com sequelas e é exatamente essa sequela que nós queremos melhorar”, explica.

Os estudos tratados na reportagem são todos de universidades públicas brasileiras. Ou seja: é um investimento que traz resultados positivos para toda a sociedade.

Fonte: Portal G1


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Especialistas dizem que o novo exame pode levar a um tratamento mais eficaz, com mais qualidade de vida para os pacientes

Pesquisadores anunciaram esta semana o desenvolvimento de um exame de sangue capaz de antecipar em até 20 anos o diagnóstico do Mal de Alzheimer. E aí você deve estar se perguntando: vale a pena saber com tamanha antecedência que você vai ter uma doença degenerativa tão sofrida?

A marca do Mal de Alzheimer é a perda da memória, o apagamento progressivo da história, dos registros, daquilo que forma a vida da pessoa. A doença ainda não tem cura. Mas, enquanto não surge um remédio, os especialistas correm atrás de meios para diagnosticar a doença o mais cedo possível. Eles dizem que o novo exame pode levar a um tratamento mais eficaz, com mais qualidade de vida para os pacientes.

Hoje, os exames para detecção da doença são caros, como a ressonância magnética, ou dolorosos, como a punção para a retirada do liquor, líquido que temos no cérebro e na medula óssea. Essa busca promete ser muito mais simples com os novos testes anunciados e o diagnóstico pelo sangue também seria muito mais barato. No Brasil, no máximo, R$ 500.

Fonte: Portal G1


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Em 2020 a Aliança Mundial para Ação de Aleitamento Materno (WABA) traz um tema amplo e que vem de encontro com a situação atual do mundo: “Apoie a amamentação para um planeta mais saudável”. Deste modo, a SMAM 2020 discute os vínculos entre amamentação e meio ambiente e mudanças climáticas e sua prática como parte essencial para o alcance dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. A Semana do Aleitamento Materno acontece de 1º a 7 de agosto.

O leite materno é o alimento ideal para o bebê recém-nascido e é recomendado como o único alimento nos seis primeiros meses de vida, com introdução de alimentos complementares e continuação da amamentação a partir de então e até os dois anos de idade ou mais. Para a sobrevivência do bebê é importantíssimo que o leite materno não seja substituído, pois atende todas as necessidades nutricionais, imunológicas e psicológicas.

A duração da amamentação na espécie humana idealmente deve ser de no mínimo 2 anos, idade em que costuma ocorrer o desmame naturalmente¹. A Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Ministério da Saúde recomendam aleitamento materno exclusivo por seis meses e complementado até os dois anos ou mais.

Importância
Amamentar é muito mais do que nutrir a criança¹. Entre os benefícios da amamentação para a mãe é frequentemente citada a aceleração da perda de peso ganho na gravidez, a involução uterina pós-parto, a proteção contra anemia decorrente da pausa da menstruação mais prolongada, e menor incidência de câncer de mama e ovário³. O aleitamento também traz bônus para a família: é uma opção econômica e prática³.

Para o bebê e a criança, os argumentos em favor do aleitamento materno são:

  • Prevenção de mortes infantis;
  • Prevenção de diarreia;
  • Prevenção de infecção respiratória;
  • Diminui o risco de alergias;
  • Diminui o risco de hipertensão, colesterol alto e diabetes;
  • Reduz a chance de obesidade;
  • Melhor nutrição;
  • Melhor desenvolvimento da cavidade bucal.

Fonte: Revista Pais e Filhos


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Qual a chance de compatibilidade entre o sangue de cordão coletado do meu filho e os parentes próximos (pais, avós, etc)?

O sangue de cordão umbilical coletado no sistema privado possui a finalidade de ser utilizado no próprio bebê. Nesse caso a chance de compatibilidade é de 100%. No caso de possível utilização em irmãos, oriundos dos mesmos progenitores, a chance de compatibilidade entre eles será de 25%. Ou seja, há uma chance de encontrar um irmão compatível a cada quatro testados.

É importante ressaltar que o irmão é o mais provável doador com grau de parentesco e, portanto, não há outro parente que apresente chance superior, excetuando a situação de gemelar univitelino (idêntico). Entre outros parentes, a chance acaba sendo muito inferior ao citado.

No estudo (Tabela 2) verificou-se que dos 1.227 irmãos que participaram da tipificação de compatibilidade genética, 293 foram compatíveis, resultando em um percentual de 23,8% (compatível com a média matemática da regra mendeliana de 25%). No mesmo estudo, além dos irmãos, foi verificado que meio-irmãos, tanto paternos quanto maternos, não apresentaram compatibilidade, que irmãos gêmeos univitelinos apresentaram 100% de compatibilidade e, na busca estendida entre familiares, apenas um tio (em 247 tios testados) e dois pais (em 455 pais testados) apresentaram compatibilidade, o que não foi observado para os demais familiares. No sentido de ilustrar essa situação, há a experiência do Hemocentro de Santa Catarina em relação a busca de doadores compatíveis dentro da família de pacientes que aguardam transplante de células-tronco

No estudo verificou-se que dos 1.227 irmãos que participaram da tipificação de compatibilidade genética, 293 foram compatíveis, resultando em um percentual de 23,8% (compatível com a média matemática da regra mendeliana de 25%). No mesmo estudo, além dos irmãos, foi verificado que meio-irmãos, tanto paternos quanto maternos, não apresentaram compatibilidade, que irmãos gêmeos univitelinos apresentaram 100% de compatibilidade e, na busca estendida entre familiares, apenas um tio (em 247 tios testados) e dois pais (em 455 pais testados) apresentaram compatibilidade, o que não foi observado para os demais familiares.


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Os exercícios e atividades físicas não devem ser deixados de lado durante a gravidez, mas é preciso tomar alguns cuidados para que tudo seja tranquilo e seguro tanto para a mãe quanto para o bebê

O teste deu positivo, você descobriu que está grávida e contou a notícia pra família toda. Mas junto com todas as emoções, chegam também as dúvidas. Além de toda a comemoração e do momento de montar o enxoval, é hora de se cuidar.

Em cada etapa, são várias mudanças no corpo e no comportamento da gestante. Os exercícios e atividades físicas não devem ser deixados de lado durante a gravidez, mas é preciso tomar alguns cuidados para que tudo seja tranquilo e seguro tanto para a mãe quanto para o bebê.

Grávida pode fazer exercício?

Primeiro, é preciso considerar que nem toda gestante pode praticar exercícios. É preciso a liberação do médico para que haja certeza de que a gestante está apta e que isso não vai fazer mal para ela e para o bebê. Caso o profissional recomende, veja no que você precisa prestar atenção antes de começar.

Gravidez não é doença, isso a gente já sabe. O que precisa de um pouco de atenção é o tipo de atividade física que será realizada e o objetivo. Durante a gestação, os exercícios não devem ser feitos para atingir uma alta performance, mas para melhorar o condicionamento e a qualidade de vida. Neste período, é necessário se cuidar mais e diminuir o ritmo das atividades, mas os exercícios físicos podem continuar a fazer parte da rotina.

Segundo Renato de Oliveira, filho de Ivanir e Rosária, ginecologista e obstetra, responsável pela área de reprodução humana da Criogênesis, todas as gestantes que querem se exercitar devem passar pela avaliação do médico, mas especialmente as que não costumavam praticar exercícios antes de engravidar.

Quais os benefícios da atividade física na gestação?

Fazer exercício físico é importante em qualquer idade e fase da vida, inclusive na gestação. Praticar uma atividade nesse período ajuda a diminuir o ganho de peso, evitar diabetes, pré-eclâmpsia e até a reduzir riscos na gestação. “Eles são importantes para aumentar o retorno venoso e fazer uma drenagem linfática natural, já que as gravidas têm retenção de líquidos”, explica professora de educação física Audrea Lara, mãe de Davi, Daniel e Marco André.

Quando não é recomendado fazer exercícios físicos na gestação?

Apenas em alguns casos muito específicos, os exercícios não são recomendados, como quando há risco de trabalho de parto prematuro. Mas vale lembrar que tudo vai depender do seu pré-natal e do que o seu médico vai orientar como sendo o melhor para o seu caso.

“Essa atividade tem que estar associada a algo bom, para não ser um sacrifício. A mulher tem que desenvolver o conceito de que é para ela, para seu próprio bem estar”, explica Alberto Guimarães, ginecologista e obstetra, pai de João Victor e Beatriz.

Qual exercício eu posso fazer na gravidez?

Nas recomendações de especialistas, estão atividades como caminhada, musculação de baixo impacto, yoga e meditação. O ideal é fazer uma avaliação com um profissional que lida com isso, como um preparador físico. Assim, ele vai poder avaliar melhor o seu caso, principalmente se você estiver começando a atividade já grávida.

Quem começa as atividades físicas na gestação, precisa ter mais atenção. “Para quem está começando a fazer exercícios, de um modo geral, a dica é: vai com calma, muita calma. O grande problema é que todo mundo quer resultado para ontem e isso não funciona. Usar o bom senso e entender as mudanças que acontecem no corpo é fundamental”, afirma Alexandre Gaff, personal trainer e consultor internacional da Nike, pai de Felipe e Isabela.

“De um modo geral, recomendamos hidroginástica. Se for fazer uma caminhada na esteira, usar o suporte de apoio, se for na rua, tem que analisar o terreno”, afirma Renato. Pilates especializado para gestantes também pode ser uma boa ideia. “Atividades de alta performance devem ser evitadas, pois o exercício intenso pode ser uma das causas de trabalho de parto prematuro. O estresse também”, completa.

Nos primeiro trimestre gestacional, é preciso evitar o sol e não deixar que a temperatura corporal fique muito elevada, para evitar complicações. Se você já é praticante de atividades físicas e engravidou, siga em frente! Busque moderar o impacto dos exercícios, mas não pare! É fundamental se sentir bem e feliz na gestação e os exercícios físicos podem ajudar, e muito, nisso.

Quais exercícios eu não devo fazer?

É importante procurar um profissional de educação física para realizar atividades físicas com o mínimo risco de lesão e traumas e para manter a postura correta. “É importante evitar posições que causem compressão direta no abdômen da gestante”, diz Felipe Kutianski, filho de Tavares e Ostapa, preparador físico da Ziva, graduado em Educação Física e pós-graduado em Bioquímica do Exercício.

Frequência, intensidade, volume, tipo de estímulos e intervalos são variáveis complexas que requerem um programa de treinamento compatível e seguro. Sempre que possível, é importante trabalhar com o máximo de profissionais conectados: médicos, professores, fisioterapeutas e nutricionistas, pois a segurança será maior e os resultados mais concretos.

Na última fase da gestação é hora de diminuir o ritmo. Até porque o próprio corpo não te libera para excessos. Mas isso não quer dizer parar. Na gravidez saudável e sem riscos, é possível continuar a se exercitar até os últimos dias antes do parto. As atividades na água, como hidroginástica, são muito indicadas — a água anula o efeito da gravidade, o que evita lesões e dores musculares, e por isso são indicadas do começo ao fim da gravidez. Outra boa opção é o yoga, que ajuda a controlar a respiração em uma fase que respirar já não é mais tão fácil.

O que não pode

– Exercícios que propulsionam o ar para dentro da vagina (pedalar de perna para cima, por exemplo)

– Atividades que distendem a musculatura interna da coxa

– Movimentos de extensão ou que forcem as articulações

– Movimentos de contorção ou os que inclinam para trás forçando a coluna.

Dicas de exercícios para fazer em casa

Mexer o corpo em casa é uma bom jeito de cuidar da saúde, sem gastar ou se deslocar para uma academia de ginástica. Conheça três sugestões da professora para suar a camisa na sala de casa mesmo. Vale lembrar que a orientação de um profissional é sempre importante e essencial antes de qualquer atividade.

1 – Avanço
Coloque o pé direito na frente, joelho direito em 90, quadril alinhando; perna esquerda pra trás, joelho flexionado, flexione as duas pernas, aprofunda e levante, flexiona e estende. Faça de 8 a 16 repetições em cada perna. Segure na cadeira ou em algo firme, que tenha altura da cintura, para dar apoio.

2 – Elevê
Eleva e apoie os calcanhares no chão. Repita 10 vezes.

3 – Diamond
Com os calcanhares juntos, abaixe e estique as pernas, como se fosse um agachamento. Faça de 8 a 10 repetições.

Fonte: Revista Pais e Filhos


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Muitos casais passam meses ou anos tentando engravidar e o teste positivo nunca chega. Hoje vamos orientar os adultos que estão tentando, mas que têm dificuldades, os exames necessários e quando devem buscar ajuda com tratamentos.

Quando o casal deve procurar tratamento para ter filhos?

Após 1 ano de vida sexual sem contracepção e sem obter uma gestação, após dois abortos consecutivos ou quando a mulher tiver mais que 35 anos ou houver qualquer outra suspeita de dificuldade para engravidar em qualquer  idade. O tratamento pode ser iniciado antes de 1 ano de tentativa de engravidar.

Quando um casal é considerado infértil?

Procuramos não utilizar o termo casal infértil. Podemos dizer que após um ano tentando engravidar sem sucesso, há suspeita de algum fator dificultando a concepção.

Qual o procedimento que o casal deve seguir?

Aquele casal que apresenta uma dificuldade para engravidar deve ser avaliado, para se buscar as causas do problema. E para isso usamos alguns exames de pesquisa básica como: histerossalpingografia é a colocação de contraste no interior do útero para possibilitar a visualização da cavidade uterina, permeabilidade e aspecto das trompas. A ultrassonografia permite avaliar o aspecto uterino e ovariano. O espermograma mostra informações sobre quantidade, motilidade e morfologia dos espermatozóides. Quanto aos exames hormonais é necessário avaliar todos os hormônios que podem influenciar na ovulação ou no transcorrer de uma gravidez.

Ainda tem dúvidas? Quer fazer os exames? Entre em contato com a Criogênesis pelo telefone 0800-773-2166 (atendimento 24h).


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Especialistas explicam os primeiros indícios de que, em breve, você será mãe e os exames que confirmam a gestação. Confira!

Em algum momento da vida, boa parte das mulheres se faz a pergunta “Será que estou grávida?”. Para ajudá-la nessa descoberta, listamos os principais sintomas da gravidez. Vale ressaltar que grande parte deles começa a dar as caras 12 dias após a concepção.
1. Atraso menstrualÉ o sinal mais clássico de que você está grávida, principalmente se seu ciclo é regular. Isso acontece porque todos os meses o endométrio, a camada interna do útero, se prepara para receber o óvulo fecundado: fica supervascularizado para servir de solo fértil para o embrião. Quando a gravidez não acontece, numa explicação bem simplificada, essa camada supervascularizada é descartada. E daí ocorre a menstruação. Agora, quando se dá a fecundação, o endométrio recebe a mensagem para ficar ali, quietinho, porque o futuro bebê está chegando. O mensageiro, digamos, é um hormônio chamado hCG, produzido unicamente pelo embrião.

2. Enjoos e vômitos

Algumas mulheres já sentem os primeiros desconfortos duas semanas após a fecundação – e eles costumam durar por até três meses, em média. O mal-estar costuma ser mais intenso no período da manhã, ao acordar. O culpado de tudo isso são os hormônios envolvidos na gestação. Eles causam, por exemplo, o aumento da produção de saliva, que, em excesso, leva ao desconforto na boca e ao mal-estar no estômago.

3. Sonolência, diminuição do trânsito intestinal e sensação de estômago cheio

Você come e logo depois sente um sono quase insuportável, o intestino também fica preguiçoso e você fica supersaciada. Todos esses sintomas comuns têm a mesma causa: a ação da progesterona no organismo. O hormônio aumenta sua ação no corpo quando estamos grávidas. Ele provoca não apenas sonolência: também reduz os reflexos e a memória. No intestino, diminui os movimentos peristálticos. É por isso que é tão comum as mulheres grávidas sofrerem pequenos acidentes de trânsito causados por desatenção. Ou almoçar e serem tomadas por uma onda de sono a ponto de se tornar até mesmo incapazes de conversar.

4. Manchas na pele

Ao engravidar, a mulher tem um aumento da produção de melanina, já nos primeiros dias de fecundação. Por causa disso, algumas mulheres percebem uma leve alteração na coloração dos mamilos, que se tornam mais escuros, ainda nas semanas iniciais da gravidez. Essa pigmentação tende a se intensificar conforme a gestação avança e atinge mamilos e abdômen, formando uma linha vertical. Caso tome sol em excesso, é comum o aparecimento também de manchas no rosto.

5. Inchaço das mamas

A partir da sexta semana após a fecundação, é possível perceber o aumento nas mamas. Elas ficam inchadas e sensíveis, algo similar ao que ocorre no período pré-menstrual. O mamilo também se torna mais sensível e escurecido. Isso acontece devido à associação de dois hormônios: o estrógeno, produzido pela placenta, e a prolactina, produzida pela hipófise.

6. Vontade de fazer xixi a toda hora

É muito comum o aumento da frequência urinária. Isso se dá por causa da compressão da bexiga pelo útero, que diminui a sua capacidade como reservatório.

7. Cólica e sangramentos

No início da gravidez, os sintomas são muito similares aos que a mulher experimenta no período pré-menstrual. A causa disso é o início dos processos de aumento no tamanho do útero e de vascularização para nutrir o feto. Nessa fase (primeiras semanas), podem acontecer, inclusive, pequenos sangramentos. A culpa é da implantação do embrião na parede do útero.

Como confirmar a gravidez

Os principais exames para diagnosticar a gravidez são os de sangue e o de urina. Ambos buscam a fração beta do hormônio hCG (por isso o exame se chama Beta hCG), que é produzido pela placenta e circula no organismo a partir do décimo dia de fecundação. Saiba quais as diferenças entre os testes mais utilizados:

  • Exame de sangue: é o mais certeiro de todos e possibilita o diagnóstico de gravidez até quatro dias antes do atraso menstrual. O teste pode ser feito na maioria dos laboratórios sem prescrição médica.
  • Exame de urina: o hormônio hCG também é encontrado na urina, porém sua possibilidade de acerto é maior quando examinado 15 dias após o atraso menstrual.
  • Exame de farmácia: segue o mesmo princípio do exame de urina e busca o hormônio da gravidez, no entanto, seu índice de falha varia de 30 a 40%, pois o reagente químico existente na tira de medição pode sofrer uma alteração dependendo da forma e do tempo em que ficou acondicionado na drogaria.
  • Ultrassom: também é possível detectar a gravidez por meio da ultrassonografia, porém só é possível ter certeza depois de cinco a seis semanas de gestação.

Fonte: Portal Bebê.com