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Se você tem o desejo de ter filhos neste ano, veja quais são os cuidados necessários

Aumentar a família é o desejo de muita gente e um pedido comum na virada do ano. Se você faz parte desse grupo e sonha em ter filhos, deve saber que, antes de dar o primeiro passo, é interessante tomar alguns cuidados para garantir uma gestação mais tranquila e saudável. “Algumas precauções são essenciais para que a mulher esteja mais preparada para a gravidez, minimizando o risco de algumas potenciais complicações”, justifica Renato de Oliveira, ginecologista e infertileuta da Criogênesis.

  • Consulte o seu ginecologista: é uma ótima oportunidade para fazer aquela avaliação geral (principalmente, se o check up de rotina não está em dia), esclarecendo todas as dúvidas em relação ao tema. Converse com o médico sobre seu antecedente de doenças pessoais, além de possíveis gestações anteriores. Também vale relatar tudo o que está sentindo e as alterações que têm percebido, tanto físicas quanto psicológicas.
  • Conheça o histórico familiar de doenças: investigue se há casos na família de anemia falciforme, fibrose cística, atrasos de desenvolvimento, defeitos congênitos ou problemas de coagulação. Tendo esse cuidado prévio, é mais certo prevenir complicações durante a gravidez e após ela, para a mãe e o bebê.
  • Invista em ácido fólico: se já é uma vontade do casal engravidar, é indicada uma suplementação vitamínica de ácido fólico, no mínimo, 3 meses anteriores à gravidez. Isto pode reduzir o risco de defeitos no fechamento do tubo neural do bebê, que corresponde à coluna e à parte da cabeça. É fundamental falar com o seu médico sobre essa possibilidade antes de começar.
  • Atualize a caderneta de vacinação: mais do que nunca é recomendado estar em dia com as vacinas contra rubéola, sarampo, coqueluche, hepatite B e tétano. “As três últimas podem ser feitas na gravidez, se necessário. A vacina contra influenza está indicada para todas as gestantes. Existem períodos certos para a vacinação, sendo necessário, portanto, seguir a orientação médica”, complementa.
  • Tenha hábitos saudáveis: vários estudos apontam que é mais complicado engravidar quando se está muito acima ou abaixo do peso. A prática de atividades físicas é uma aliada importante no fortalecimento da musculatura, permitindo que lide de uma forma mais adequada às alterações do corpo durante a gravidez. “Outra dica é diminuir o consumo excessivo de álcool, que pode alterar o ciclo menstrual e dificultar a ovulação, e abandonar o tabagismo”, finaliza Renato.

Fonte: revista Pais e Filhos


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Após um estudo controverso no outono passado, recomendando que não fosse necessário que as pessoas mudassem sua dieta em termos de carne vermelha e carne processada, um grande estudo novo e cuidadosamente analisado vincula o consumo de carne vermelha e processada a um risco ligeiramente maior de doenças cardíacas e morte, de acordo com a Northwestern Medicine e Cornell University.

Principais conclusões:

  • Um risco 3 a 7% maior de doenças cardiovasculares e morte prematura para pessoas que comiam carne vermelha e processavam carne duas porções por semana.
  • Um risco 4% maior de doença cardiovascular para pessoas que ingeriram duas porções por semana de aves, mas as evidências até agora não são suficientes para fazer uma recomendação clara sobre a ingestão de aves. E o relacionamento pode estar relacionado ao método de cozinhar o frango e ao consumo da pele, em vez da própria carne de frango.
  • Não há associação entre comer peixe e doenças cardiovasculares ou mortalidade.

“É uma pequena diferença, mas vale a pena tentar reduzir a carne vermelha e processada, como calabresa, mortadela e carnes deliciosas”, disse a autora sênior do estudo, Norrina Allen, professora de medicina preventiva da Faculdade de Medicina da Universidade Northwestern Feinberg. “O consumo de carne vermelha também está constantemente ligado a outros problemas de saúde como o câncer”.

O que devemos comer?

“Peixes, frutos do mar e fontes vegetais de proteínas, como nozes e legumes, incluindo feijões e ervilhas, são excelentes alternativas à carne e pouco consumidas nos EUA”, disse a co-autora do estudo Linda Van Horn, professora de medicina preventiva em Feinberg. 

O estudo encontrou a associação, mas as evidências até agora não são suficientes para fazer uma recomendação clara sobre a ingestão de aves, disseram os pesquisadores. Ainda assim, frango frito não é recomendado.

O estudo foi feito com 29.682 participantes com idade média de 53 anos.

Fonte: jornal Science Daily


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Ao longo do seu crescimento, os filhos deliciam os pais com as suas conquistas, evoluções e descobertas. A felicidade e tranquilidade de um filho significam para as famílias um “trabalho parental” de qualidade e sucesso.

Simultaneamente ao aparecimento de novas competências individuais e relacionais surgem as primeiras ansiedades dos pais relativamente a momentos intranquilos durante o sono dos seus filhos.

Por que as crianças tem terrores noturnos ou pesadelos?

Nos primeiros meses de vida e, relacionado com as sensações de bem-estar e segurança, o acordar do bebé durante o sono está diretamente relacionado com a necessidade de se satisfazer. Ou seja, o bebé pode acordar porque tem fome, porque tem a fralda suja ou ainda porque necessita de algum conforto físico e emocional.

Com o passar do tempo, a criança vai-se tornando cada vez mais independente e curiosa, procurando de forma ativa conhecer e participar no mundo que a rodeia e, deste modo, passa a estar acordada mais horas durante o dia. Neste sentido, assimila qual o momento do dia no qual deve dormir e quando deve estar acordada.

Quando as rotinas são equilibradas, a criança assume a hora do deitar e do acordar de forma natural, apesar de inevitavelmente poderem ocorrer noites mais serenas do que outras e daí o aparecimento dos eventuais pesadelos ou terrores noturnos.

Pesadelos ou terrores noturnos?

Os pesadelos ou terrores noturnos surgem por norma a partir dos dois anos de idade. São ambos experiências desagradáveis que ocorrem durante o período do sono e frequentemente são confundidos, mas na realidade têm características distintas.

Durante o pesadelo a criança não costuma falar, chorar ou gritar durante o sono, mas é comum a criança despertar sobressaltada, ansiosa e com medo. O medo é comum em ambas as formas de perturbação do sono e tende a estar diretamente associado ao conteúdo do sonho. Por vezes, tende a ser tão real e perturbador que a criança pode sentir necessidade de ser tranquilizada pelos pais.

Geralmente, os pesadelos não constituem uma preocupação para os pais, uma vez que com o passar do tempo, separar a fantasia da realidade vai- se tornando mais fácil e é natural que os maus sonhos desapareçam sem ser necessário uma intervenção especializada.

Contudo, em alguns casos, a ajuda profissional pode ser necessária quando existem consequências no seu bem-estar, como o medo de adormecer, palpitações, irritabilidade, ansiedade, sonolência durante o dia, dificuldades de concentração, etc. É importante respeitar o medo da criança, pois para ela o medo é sentido como real. Ouça os seus receios com atenção e tranquilidade, confortando-a em seguida.

Ofereça- lhe segurança ao dizer que estará no quarto mesmo ao lado e que não irá permitir que algo de mal lhe aconteça. Encoraje-a a enfrentar e resolver os seus problemas sozinha, usando os seus próprios recursos. Procurem, em conjunto, encontrar soluções criativas e positivas para enfrentar o medo.

Em relação aos terrores noturnos, podemos considerar que são manifestações próximas do sonambulismo, são despertares incompletos em que a criança não sai da cama, mas geralmente senta-se. A criança grita, fica agitada e chora desconsoladamente. Tem os olhos abertos mas não está acordada, ao contrário do que acontece quando desperta de um pesadelo. Este episódio não deve demorar mais de cinco ou dez minutos.

Os terrores noturnos podem ser potenciados pelo cansaço ou stress emocional, por rotinas irregulares de sono, pela febre, por alguns medicamentos ou por uma fase de alteração de vida, como, por exemplo, o nascimento de um irmão ou a entrada na escolinha.

O que fazer?

Deve-se deixar a criança voltar a adormecer. Para desespero de alguns pais, tentar acalmar não resulta! Apesar das crianças estarem em agitação, eventualmente a gritar e a espernear, não estão a sentir medo.

Em vez de tentar acordar a criança, pode ficar ao seu lado em silêncio, sem intervir muito, para não a assustar mais, até ela voltar ao sono de onde, na verdade, nunca saiu. Estando perto, garante também que a criança não se magoa durante os seus gestos de agitação.

Se, no meio desse processo, a criança acordar e voltar a reconhecer os pais, é natural que fique um pouco confusa e assustada, com receio de voltar a dormir, ainda que cheia de sono. Também não vale a pena falar com a criança sobre o assunto no dia seguinte, porque ela não se vai lembrar do sucedido e pode assustar-se, além disso, ela não pode fazer nada para que o episódio não se repita.

Fonte: portal Academia do Bebê


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Não há casos confirmados no Brasil, mas o Ministério da Saúde orienta cuidados básicos para reduzir o risco geral deste tipo de doença

O novo coronavírus vem causando preocupação em todo o planeta devido ao número crescente de casos confirmados. A doença já causou ao menos 106 mortes na China e há mais de 4,5 mil pessoas infectadas.

Não há casos confirmados no país, mas a Secretaria Estadual de Saúde de Minas Gerais (SESMG) afirmou nesta semana que uma jovem de 22 anos foi internada em Belo Horizonte (MG) com suspeita de contaminação pelo coronavírus.

Em meio ao cenário de alerta, o Ministério da Saúde orienta 10 cuidados básicos que podem reduzir o risco geral de contrair ou transmitir infecções respiratórias agudas, incluindo o novo coronavírus:
  • Evitar contato próximo com pessoas que sofrem de infecções respiratórias agudas;
  • Lavar frequente as mãos, especialmente após contato direto com pessoas doentes ou com o meio ambiente;
  • Utilizar lenço descartável para higiene nasal;
  • Cobrir nariz e boca quando espirrar ou tossir;
  • Evitar tocar mucosas de olhos, nariz e boca;
  • Higienizar as mãos após tossir ou espirrar;
  • Não compartilhar objetos de uso pessoal, como talheres, pratos, copos ou garrafas;
  • Manter os ambientes bem ventilados;
  • Evitar contato próximo a pessoas que apresentem sinais ou sintomas da doença;
  • Evitar contato próximo com animais selvagens e animais doentes em fazendas ou criações.

A pasta também pede que os profissionais de saúde tomem medidas padrões de precaução, como uso de máscara cirúrgica, luvas, avental não estéril e óculos de proteção.

Fonte: Portal Metrópoles


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Com técnica que leva células adultas a um estado primitivo embrionário, cientistas conseguiram detectar anormalidades no funcionamento celular de neurônios

Um novo estudo investigando a origem da doença de Parkinson jogou células do cérebro de pacientes em um verdadeiro “túnel do tempo”. O objetivo foi identificar, especificamente em pacientes com manifestação precoce do Parkinson — diagnosticados entre os 21 a 50 anos de idade —, o que pode ter dado “errado” nestas células em sua formação. Pessoas diagnosticadas com Parkinson nesta faixa etária correspondem de 5 a 10% do total de pacientes com a doença.

Em geral, o Parkinson ocorre quando neurônios que produzem a dopamina, substância que participa da coordenação de movimentos musculares, morrem ou têm funcionamento deteriorado. Com isso, sintomas começam a aparecer — geralmente a partir dos 60 anos — e a piorar, como rigidez nos músculos, lentidão nos movimentos corporais, tremores e perda de equilíbrio. Não existe hoje tratamento que cure a doença, mas sim terapias que contribuem para amenizar sintomas e desacelerar o progresso do quadro.

Mas ainda não está satisfatoriamente respondido o que leva a essas falhas — estima-se que cerca de 10% dos casos são causados por mutações em genes específicos, e sabe-se também, de forma incipiente, que pode haver uma combinação de fatores ambientais e genéticos.

Por isso, uma equipe do Centro Médico Cedars-Sinai, em Los Angeles, resolveu justamente investigar os casos de jovens pacientes com Parkinson sem histórico familiar da doença e também sem mutações associadas ao Parkinson.

Para tal, os cientistas geraram as chamadas células-tronco pluripotente induzidas (iPSCs, na sigla em inglês). Estas são geradas levando células adultas ao seu estado primitivo embrionário. Assim, as células-tronco pluripotente induzidas podem produzir qualquer tipo de célula do corpo humano, e geneticamente idêntica às células do paciente em si.

No caso deste estudo, publicado no periódico Nature Medicine, os autores coletaram células do sangue dos pacientes, geraram iPSCs e então neurônios produtores de dopamina (neurônios dopaminérgicos). Estes então foram observados em laboratório. A primeira etapa do estudo envolveu três pacientes com Parkinson precoce e três pessoas em um grupo controle; depois, houve uma nova rodada de checagem com mais pacientes.

“Nossa técnica nos forneceu uma janela no tempo para ver como os neurônios dopaminérgicos podem ter funcionado desde o início da vida de um paciente”, explicou Clive Svendsen, líder do estudo, pesquisador e professor do Cedars-Sinai.

No laboratório, a equipe detectou duas anormalidades importantes nestes neurônios: o acúmulo de uma proteína chamada alfa-sinucleína, presente na maioria das manifestações de Parkinson; e lisossomos defeituosos, estruturas celulares que funcionam como “latas de lixo” para decomposição e descarte de proteínas e material celular. Justamente esse mau funcionamento pode levar ao acúmulo da alfa-sinucleína.

“Parece que os neurônios dopaminérgicos podem continuar a manipular a alfa-sinucleína por um período de 20 ou 30 anos, causando então o surgimento dos sintomas de Parkinson”.

Os pesquisadores dizem esperar que, com estas descobertas, um dia possa ser possível detectar — e tratar — o Parkinson preventivamente, inclusive em jovens. No presente estudo, eles também testaram o efeito de alguns medicamentos nos neurônios, observando que alguns foram capazes de reduzir os níveis de alfa-sinucleína na célula.

Agora, os autores querem verificar com a mesma técnica se também há anormalidades detectadas nas células de pacientes com outros perfis, como aqueles com mais de 50 anos de idade

Fonte: Portal Science Daily


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Caminhada: a atividade aeróbica em geral está liberada para todas as gestantes. Mas, ainda assim, é preciso perceber se ela não traz incômodos ou cansaço excessivo. A caminhada ativa o sistema cardiovascular, aumentando a disposição da grávida e auxiliando no controle do peso. É recomendada nos três trimestres da gestação, cerca de 20 a 30 minutos, de 2 a 3 vezes por semana.

Corrida: é indicada para quem já praticava antes da gestação. A atividade é considerada de médio risco, portanto necessita supervisão constante de um profissional capacitado para que a gestante não tenha alterações de temperatura, hipoglicemia, pressão baixa ou sofra lesões músculo-articulares. As mulheres aptas a praticá-la podem fazer corridas leves de 2 a 3 vezes por semana, durante 30 minutos.

Musculação: se for bem orientada, é uma excelente atividade, pois fortalece os músculos – o que é importante para a postura, fortalecer os braços (para o cuidado com o bebê), prevenir dores, preparar para a gestação toda e para o pós-parto. No entanto, devem ficar fora da série atividades que comprimam muito o abdômen ou projetem a barriga para baixo, além de exercícios que possam causar desequilíbrio. É interessante praticar cerca de 2 vezes por semana e intercalar com outras modalidades.

Hidroginástica: a clássica modalidade das gestantes não sai de moda porque realmente traz muitos benefícios: o primeiro é o fato de poder flutuar na água. Isso reduz o impacto, o risco de lesões articulares e a pressão que o peso do útero exerce na região lombar. O controle da temperatura melhora, evitando a hipertermia causada pela atividade muscular nos exercícios. Ajuda também a controlar o inchaço. Recomendam-se aulas de 2 a 3 vezes por semana, por até 1 hora.

Natação: oferece os mesmos benefícios da hidroginástica. Porém, é preciso notar se a repetição de movimentos não provoca dor (bater as pernas exige muita força nos quadris, por exemplo). É importante intercalar os estilos de nado – apenas o borboleta não é recomendado. Também de 2 a 3 vezes por semana, por cerca de 30 minutos.

Pilates: é ótimo para fortalecer a musculatura pélvica, abdominal e lombar. Mas, se não for orientado por um profissional que entenda as mudanças sofridas pela gestante, pode ser perigoso. Projetar a barriga para baixo ou ficar deitada de costas não é legal, por exemplo, porque diminui o retorno do sangue venoso para o coração devido à compressão uterina. Isso pode baixar a pressão, causar mal-estar e até desmaios. Com os devidos cuidados e adaptações, é uma excelente opção, principalmente na preparação para o parto normal. Pode ser praticado durante 1 hora, de 2 a 3 vezes por semana.

Ioga: ajuda na respiração, prepara para o parto, alonga e fortalece os músculos, além de auxiliar na redução de lombalgias, muito comuns no terceiro trimestre da gestação. Mas, assim como no pilates, é preciso selecionar os exercícios corretamente, pois algumas posições podem ser perigosas. Recomenda-se de 2 a 3 vezes por semana, por cerca de 30 minutos.

Dança: talvez não seja um bom momento para subir na ponta, por exemplo, mas as modalidades de dança geralmente são atividades aeróbicas que trazem consciência corporal, fortalecimento e alongamento dos músculos, sempre importantes para a grávida. Alguns movimentos não são indicados, como os saltos ou os que forçam muito a coluna – por isso, mais uma vez, destaca-se a importância de um acompanhamento especializado. Também de 2 a 3 vezes por semana, durante 40 minutos.

Fonte: revista Crescer


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Segundo nota divulgada pela Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida (SBRA), a primeira posição do Brasil no ranking é explicada pelo fato de o país deter cerca de 40% dos centros de reprodução assistida da região, além de ser o mais populoso entre os analisados.

O levantamento aponta que a fertilização in vitro é o método preferido pelos brasileiros, correspondendo a mais da metade (53%) dos procedimentos realizados, enquanto a transferência de embriões congelados corresponde a 32%.

A pesquisa mostra ainda uma mudança no perfil das pacientes, com destaque para o aumento da demanda entre as mulheres acima de 40 anos, que duplicou entre 2000 e 2016, partindo de 14,9% para 31% das que buscam o tratamento. Já a porcentagem de mulheres com menos de 34 anos que realizaram procedimentos de reprodução assistida era de mais da metade (51%) no início do século e caiu para 28% em 2016.

Os dados foram divulgados à comunidade científica pela primeira vez em dezembro de 2019.

Fertilização in vitro x Inseminação artificial

Na inseminação artificial, o sêmen é coletado, preparado e transferido para o interior do útero enquanto a mulher está ovulando. Lá os espermatozoides terão que chegar até as tubas uterinas, encontrar os óvulos e fertilizá-los, formando assim um embrião. Já no caso da fertilização in vitro (FIV) ocorre a transferência dos embriões para o útero através de um cateter delicado.

O sucesso de um procedimento de reprodução assistida depende de diversas variáveis, como a idade da mulher, a reserva ovariana, ou, por exemplo, a gravidade do problema masculino.  Porém, a média é de 45% na FIV e de 25% a 30% na inseminação. Na gravidez natural, as chances de sucesso variam de 15% a 17%.

Fonte: Revista Crescer


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De acordo com o ginecologista e obstetra Domingos Mantelli Borges Filho (CRM-107.997), a Síndrome Hellp só acontece quando a pré-eclampsia não é tratada. “Neste caso, a gestante precisa apresentar exames clínicos compatíveis com hemólise (rompimento da hemácia que libera hemoglobina), alteração das enzimas hepáticas (do fígado) e queda na contagem das plaquetas”, explica.
Dor na parte alta ou central do abdome, cefaleia, náuseas, vômitos e mal estar generalizado podem ser sinais da síndrome Hellp. “Se a pré-eclampsia é controlada, a síndrome Hellp não tem chance de acontecer e o risco de óbito é pequeno”, destaca o obstetra.
Mulheres que sofrem de doenças crônicas do coração e dos rins, hipertensão, Diabetes, obesidade, gestação múltipla, pré-eclampsia na gravidez anterior e gestação acima dos 40 anos têm mais predisposição para desenvolver tais complicações.
“A pré-eclampsia também está associada ao descolamento prematuro da placenta, alterações da vitalidade fetal e aumento da morbidade e mortalidade neonatal”, acrescenta o ginecologista.
Entenda melhor cada uma das doenças
Domingos Mantelli Borges Filho explica a gravidade de cada uma dessas complicações na gravidez, confira!
O que é pré-eclampsia?
Conhecida como toxemia gravídica, a pré-eclampsia é um problema que ocorre em algumas mulheres durante a gravidez devido ao aumento da pressão arterial. É possível notar isso geralmente após a 28ª semana de gravidez, mas para comprová-la é preciso que identifique a proteinúria, que corresponde à perda de proteínas na urina.
Como tratar?
O tratamento resume-se a repouso e medicamentos anti hipertensivos, sendo que em alguns casos é necessário internação. Se houver condições obstétricas favoráveis, pode-se induzir o parto na 40ª semana de gestação, porém muitas vezes é necessário antecipar esse parto e retirar o bebê ainda prematuro. Inchaço excessivo e pressão alterada são sinais que merecem ser investigados. “A gestante deve procurar seu médico, pois quanto antes diagnosticado o problema, mais efetivo será o tratamento”, aconselha.
O que é síndrome Hellp?
Envolve um conjunto de sinais e de sintomas, sendo que o hellp significa: “H” de hemólise (Hemolysis); “EL” de elevação das enzimas hepáticas (elevated liver enzymes), e “LP” baixa contagem de plaquetas (low plaquettes). É importante lembrar que as plaquetas são células que auxiliam na coagulação sanguínea e, por isso, um dos sintomas dessa síndrome é a hemorragia.
Como tratar?
A melhor maneira de tratá-la é antecipando o parto, por meio de uma cesariana ou indução, caso o bebê apresente condições favoráveis para tal. O médico pode induzir o amadurecimento pulmonar fetal por meio de medicamentos com o intuito de reduzir as complicações neonatais e o tempo de internação na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).
O que é Eclampsia?
Eclampsia é quando a Pré Eclampsia não é tratada e evolui para convulsões e muitas vezes o óbito da gestante e do bebê. Essa é uma condição extremamente grave da gestação.
Como afetam o bebê?
Na pré-eclampsia, a hipertensão pode reduzir o fornecimento de sangue à placenta e retardar o crescimento fetal. O problema pode causar abortamento, prematuridade e sofrimento fetal agudo e crônico. Já na síndrome Hellp, a placenta não garante o desenvolvimento adequado do bebê e há maior risco da placenta se descolar. “Não é apenas o bebê que sofre com essas complicações, a gestante pode sentir fortes dores de cabeça e desorientação, dor de estômago e na região do fígado, além de poder enxergar pontinhos luminosos piscantes”, alerta Borges Filho.
Cura pós-parto
Assim que a doença é diagnosticada, a mãe deve ficar em repouso e iniciar um tratamento para a pressão arterial e as crises convulsivas, caso a doença evolua para Eclampsia. A cura para a pré-eclampsia e para a síndrome do Hellp é o parto, pois com a retirada da placenta, a pressão se normaliza e o risco de óbito pós-parto é muito pequeno.

Fonte- Ginecologista e Obstetra Dr. Domingos Mantelli Borges Filho (CRM- 107.997)


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Algumas doenças que causam infertilidade tanto no homem quanto na mulher são problemas imunológicos, diabetes e obesidade. Além destas, doenças específicas de homens e de mulheres também podem ser a causa para a dificuldade de engravidar.

Após 1 anos de tentativas sem sucesso de engravidar, o casal deve procurar o médico para fazer exames que avaliam a presença de infertilidade, e seguir o tratamento adequado de acordo com a causa do problema.

As principais causas de infertilidade na mulher são:

  • Distúrbios hormonais que impedem a ovulação;
  • Síndrome dos ovários policísticos;
  • Infecção por clamídia;
  • Infecções nas trompas uterinas;
  • Obstrução das trompas uterinas:
  • Problemas no formato do útero, como útero septado;
  • Endometriose;
  • Endometrioma, que são cistos e endometriose nos ovários.

Mesmo mulheres que têm menstruação normal e que não sentem dor ou desconforto relacionados aos órgãos genitais podem apresentar problemas de infertilidade que devem ser avaliados pelo ginecologista.

As principais causas de infertilidade no homem são:

  • Uretrite: inflamação da uretra;
  • Orquite: inflamação no testículo;
  • Epididimite: inflamação no epidídimo;
  • Prostatite: inflamação na próstata;
  • Varicocele: veias aumentadas nos testículos.

Quando o casal não consegue engravidar, também é importante que o homem procure o médico urologista para avaliar sua saúde e identificar problemas na ejaculação ou na produção de espermatozoides.

Infertilidade sem causa aparente: Na infertilidade sem causa aparente, o casal deve passar por vários exames com resultados normais, além de 1 ano de tentativa de gravidez sem sucesso. Para estes casais recomenda-se continuar tentando engravidar utilizando as técnicas de reprodução assistida, como a fertilização in vitro, que possui um índice de sucesso de 55%. Segundo os especialistas, os casais com diagnóstico de infertilidade sem causa aparente que realizam 3 Fertilizações in vitro ( FIV), 1 por ano,  têm até 90% de chances de engravidar na terceira tentativa.

Diagnóstico da infertilidade: Para diagnosticar a infertilidade, deve-se fazer avaliação clínica com o médico e exames de sangue para avaliar a presença de infecções e alterações nos hormônios. Na mulher, o ginecologista pode pedir exames vaginais como ultrassonografia transvaginal, histerossalpingografia e biópsia do útero, para avaliar a presença de cistos, tumores, infecções vaginais ou alterações na estrutura dos órgãos reprodutores.

No homem, a avaliação deve ser feita pelo urologista e o principal exame realizado é o espermograma, que identifica a quantidade e a qualidade dos espermatozoides no sêmen. Veja quais os exames necessários para avaliar a causa da infertilidade no homem e na mulher.

Tratamento da infertilidade: O tratamento da infertilidade tanto no homem quanto na mulher depende da causa do problema. O tratamento pode ser feito com o uso de medicamentos antibióticos, com injeções de hormônios ou, se necessário, com cirurgia para resolver o problema nos órgãos reprodutores. Caso a infertilidade não seja resolvida, também é possível utilizar as técnicas de inseminação artificial, em que os espermatozoides são colocados diretamente no útero da mulher, ou a fertilização in vitro, em que o embrião é produzido em laboratório e depois implantado no útero da mulher.

Fonte: Portal Tua Saúde


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A hidratação das crianças merece atenção sempre, mas no verão é preciso redobrar os cuidados por causa da perda excessiva de líquido por meio do suor e também em casos de  vômitos e diarreias, que podem surgir como consequência de intoxicação alimentar, comuns também nesta época do ano.

Por isso, fique atento aos sinais de desidratação. “Nos bebês, os principais sintomas são moleira mais baixa e irritabilidade. Já nas crianças maiores, os olhos ficam secos, o choro é sem lágrima e não há saliva embaixo da língua. Além disso, ao puxar a pele, ela demora a voltar ao lugar e o xixi fica amarelo e concentrado”, explica a pediatra Patricia Tosta, do Fleury medicina e Saúde (SP).

Se notar algum deles, incentive e acompanhe a ingestão de líquidos da criança. O soro é uma boa opção, tanto o caseiro (para prepará-lo, basta misturar uma colher de café de sal e uma colher de sopa de açúcar em um litro de água mineral, filtrada ou fervida) quanto o vendido em farmácia, porém, se não houver melhora, leve o seu filho ao hospital, principalmente se tiver com vômito e diarreia.

Quando a condição é combatida rapidamente, o corpo costuma reequilibrar os líquidos e minerais perdidos. Caso contrário, pode ocorrer alterações na pulsação, cansaço extremo e delírios, e é necessário fazer o tratamento no hospital com aplicação de soro na veia.

Para evitar esse quadro, mantenha seu filho hidratado. E não espere que ele peça um copo de água para você. Dificilmente, a criança vai deixar de lado aquele belo castelo de areia na praia ou o mergulho na piscina para isso. E é aí que mora o perigo. “O organismo das crianças não tem mecanismo de controle da necessidade de beber água tão bom quanto o dos adultos”, explica o pediatra Felipe Lora. Elas podem, então, passar longos períodos sem ingerir líquidos, principalmente se estiverem entretidas.

Segundo a recomendação da Academia Americana de Pediatra, crianças de 1 a 3 anos devem beber quatro copos (200 ml cada um) de água por dia. De 4 a 8 anos, a recomendação é de cinco copos e, de 9 a 13 anos, o ideal é beber sete copos por dia para as meninas e oito para os meninos.

OUTROS LÍQUIDOS

Para aumentar a quantidade de líquido circulando pelo corpo, também vale apostar em frutas com água em abundância, como melancia, abacaxi, morango e laranja. A água de coco está liberada a partir de 6 meses. Por conter sais minerais, principalmente sódio e potássio, é um hidratante poderoso. Mas a bebida não deve substituir a ingestão regular de água, OK?

O suco natural também ajuda a hidratar e pode ser oferecido aos pequenos a partir de 1 ano, sempre feito com água mineral. Ele deve ser consumido na hora ou, no máximo, até quatro horas após o preparo para as frutas não perderem os nutrientes. Já refrigerantes e isotônicos, bebidas que também são populares no verão, não são recomendados para crianças de nenhuma idade, por conta do excesso de açúcar.

Fonte: revista Crescer