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Muitos futuros papais tem essa dúvida. Faz diferença coletar as células-tronco após a cesárea ou o parto normal? A medicina confirma que não há diferença e o processo de coleta é viável em ambos os casos.

O tipo de parto é uma importante escolha dos pais e os dois tem prós e contras, mas independente qual for o escolhido, a coleta de sangue e do tecido do cordão umbilical pode ser feita normalmente.

Caso o parto ocorra de maneira inesperada, a coleta ainda será possível. O importante é que a empresa contratada seja informada imediatamente e que o médico que está realizando o parto tenha conhecimento da escolha que os futuros papais fizeram. Portanto é importante planejar-se e contatar a empresa com antecedência.

O cordão umbilical é muito rico em células-tronco em sua fase mais primitiva, quando há maior potencial de formação de outros tipos celulares e, consequentemente, diversas opções de terapias.

As células-tronco encontradas no sangue e no tecido do cordão umbilical apresentam menos chances de terem sido contaminadas por exposição a vírus e bactérias.  Comprovado cientificamente, as células-tronco do sangue de cordão são utilizadas para tratamento de diversas doenças como, leucemia, anemia, paralisia cerebral e perda de audição.

Já as células-tronco encontradas no tecido do cordão são usadas para tratamento terapêutico de doenças como, diabetes (tipo I e II), Alzheimer e doenças cardíacas.

Em caso de dúvidas, a Criogênesis está disponível pelo telefone (24 horas) 0800-773-2166 e fica à Rua Luisiânia, 147, Brooklin.

Fonte: Cremesp (Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo)


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Durante os anos de 1976 a 1980, 15% dos adultos americanos eram obesos. Hoje, cerca de 40% dos adultos são obesos. Outros 33% estão acima do peso

Coincidindo com esse aumento de peso estão as taxas crescentes de doenças cardíacas, diabetes, câncer e complicações de saúde causadas pela obesidade, como a hipertensão. Mesmo a doença de Alzheimer pode ser parcialmente atribuída à obesidade e inatividade física.

“A dieta nos EUA e em outras nações mudou drasticamente nos últimos 50 anos, com alimentos altamente processados disponíveis a qualquer hora do dia ou da noite, a preços acessíveis e baratos”, disse Ali Güler, professor de biologia da Universidade da Virgínia. “Muitos desses alimentos são ricos em açúcares, carboidratos e calorias, o que contribui para uma dieta pouco saudável quando consumida regularmente por muitos anos”.

Em um estudo publicado na revista Current Biology, Güler demonstra que o centro de prazer do cérebro que produz a dopamina química e o relógio biológico separado do cérebro que regula os ritmos fisiológicos diários estão ligados e que alimentos com alto teor calórico – que trazem prazer – interrompem os horários normais de alimentação, resultando em consumo excessivo. Usando camundongos como modelos de estudo, os pesquisadores imitaram a disponibilidade 24 horas por dia, 7 dias por semana de uma dieta rica em gorduras, e mostraram que a qualquer momento o lanche acaba resultando em obesidade e problemas de saúde relacionados.

A equipe de Güler descobriu que os ratos alimentados com uma dieta comparável à dieta selvagem em calorias e gorduras mantinham horários normais de alimentação e exercícios e peso adequado. Mas os ratos alimentados com dietas ricas em calorias, carregados de gorduras e açúcares, começaram a “fazer lanches” a qualquer hora e tornaram-se obesos.

Além disso, os chamados camundongos “knockout” que tiveram sua sinalização de dopamina interrompida – o que significa que não procuraram o prazer gratificante da dieta rica em gorduras – mantiveram um horário de alimentação normal e não se tornaram obesos, mesmo quando apresentados com o medicamento. Disponibilidade 24 horas por dia, 7 dias por semana, de alimentos ricos em calorias.

“Mostramos que a sinalização de dopamina no cérebro governa a biologia circadiana e leva ao consumo de alimentos com muita energia entre as refeições e em horários estranhos”, disse Güler.

Outros estudos mostraram, disse Güler, que quando os ratos se alimentam de alimentos ricos em gordura entre as refeições ou durante o que deveria ser o horário normal de descanso, o excesso de calorias é armazenado como gordura muito mais rapidamente do que o mesmo número de calorias consumidas apenas durante os períodos normais de alimentação. Isso acaba resultando em obesidade e doenças relacionadas à obesidade, como diabetes.

Falando da dieta humana moderna, Güler disse: “As calorias de uma refeição completa agora podem ser compactadas em um pequeno volume, como um brownie ou um refrigerante superdimensionado. É muito fácil para as pessoas consumir em excesso e ganhar calorias. excesso de peso, geralmente resultando em obesidade e uma vida inteira de problemas de saúde relacionados.

“Metade das doenças que afetam os seres humanos é agravada pela obesidade. E isso resulta na necessidade de mais assistência médica e custos mais altos para os indivíduos e a sociedade”.

Güler disse que o corpo humano, através de milhares de anos de evolução, está preparado para consumir o máximo de comida possível, desde que esteja disponível. Ele disse que isso vem de uma longa história anterior, quando as pessoas caçavam ou colhiam comida e tinham breves períodos de abundância, como depois de uma matança e, em seguida, períodos potencialmente longos de fome. Os seres humanos também eram presas em potencial para animais de grande porte e, assim, buscavam ativamente comida durante o dia, abrigavam e descansavam à noite.

“Evoluímos sob pressões que não temos mais”, disse Güler. “É natural que nossos corpos, como organismos, desejem consumir o máximo possível, armazenar gordura, porque o corpo não sabe quando a próxima refeição está chegando.

“Mas, é claro, agora a comida é abundante, e nossa próxima refeição é tão próxima quanto a cozinha, ou o fast-food mais próximo, ou bem aqui em nossa mesa. Muitas vezes, esses alimentos são ricos em gorduras, açúcares, e, portanto, calorias, e é por isso que elas são saborosas. É fácil consumir demais e, com o tempo, isso afeta a nossa saúde “.

Fonte: Portal Science Daily


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Comer cereais, frutas, verduras, batatas e azeite de oliva protege o planeta e previne doenças

Os pesquisadores analisaram 15 alimentos que fazem parte da dieta diária ocidental. Ligaram a maneira como são produzidos (a água que se gasta, a superfície implicada e os produtos químicos utilizados, entre outros) aos resultados de estudos anteriores sobre o impacto desses mesmos alimentos sobre a saúde. E tudo se encaixava. As frutas, verduras, a batata, o azeite de oliva, os legumes, as frutas secas e os cereais são os alimentos mais saudáveis e que, além disso, têm impacto mínimo sobre o planeta.

A carne vermelha processada e não processada, por outro lado, é um produto que deveria sair da lista de compras. Muitas pesquisas já tiveram conclusões parecidas, mas essa “é a mais rigorosa até hoje, que recopila quantidade muito maior de dados e analisa a relação entre saúde e meio ambiente. Quanto mais estudos são feitos, maior será o impacto sobre as pessoas”, diz Julio Basulto, nutricionista na Universidade Central da Catalunha (Vic) e escritor.

Se o ser humano ocidental continuar se alimentando como agora, se notará um aumento alarmante das doenças, da poluição das águas e das emissões de gases de efeito estufa. Além disso, um terço da comida produzida nunca chega às mãos do consumidor e acaba no lixo, diz Michael Clark, principal autor do estudo e pesquisador da Universidade Oxford. Por isso, o cientista alerta sobre a necessidade de controlar a fabricação, o consumo e o cultivo.

O peixe é um dilema. É uma opção saudável, como a maioria das pessoas sabe, mas tem uma pegada ambiental maior, ao lado do frango e dos laticínios, do que as dietas baseadas em vegetais, de acordo com os resultados do estudo. Basulto afirma que um produto é benéfico quando impede o consumidor de comer alimentos mais prejudiciais a sua saúde. “Se o cliente come peixe e não consome carne vermelha, portanto, é bom para ele e para o planeta”, acrescenta.

Os responsáveis pelo estudo ressaltam que dirigir a dieta global a um maior consumo de alimentos mais saudáveis melhoraria a sustentabilidade ambiental.

O consumidor, inocente ou culpado?

Se o ser humano continuar se alimentando como agora, se notará um aumento das doenças, da poluição das águas e das emissões de gases de efeito estufa

A transição ecológica pode iniciar quando o consumidor começa a se alimentar melhor e, principalmente, em menor quantidade. De acordo com Clark, “é o primeiro que deve reagir. Se ele pede alimentos saudáveis, os restaurantes e a indústria terão que se adaptar a sua nova dieta. As empresas não oferecem se não compramos”.

Basulto, entretanto, não acha que é preciso delegar toda a responsabilidade ao consumidor. “Não se pode exigir que ele reaja quando não tem informação suficiente e isso muda todos os dias. É um peixe que morde a própria cauda”. É muito difícil mudar de hábitos, de modo que seria preciso partir da educação. Não parece, entretanto, uma solução factível no mundo de hoje. “Como se pretende educar quando a indústria alimentícia investe uma dinheirama em nos deseducar? De que adianta dar uma aula de nutrição a uma criança se ao sair ela tem acesso a uma máquina de doces e às redes sociais que lhe vendem toda a comida prejudicial?”, denuncia o cientista.

Algumas medidas industriais e governamentais demonstraram ser muito mais eficientes, afirma o especialista. Aumentar os impostos sobre a carne processada, proibir a publicidade dos produtos gordurosos e, principalmente, diminuir sua disponibilidade são iniciativas indispensáveis para mudar as coisas. “O que mais determina o consumo é o preço do produto. É preciso pensar nas pessoas que não têm muito dinheiro. Se fizermos com que a fruta saudável e as verduras sejam mais acessíveis tanto em disponibilidade como em custo, a dieta ocidental certamente mudará”, conclui.

O Guia de Alimentação da Generalitat da Catalunha, disponível online, propõe as mesmas soluções: para proteger o planeta e a saúde é preciso comer mais verduras, frutas, fibras integrais e menos carne vermelha, açúcar, sal e outros alimentos ultraprocessados.

Fonte: Jornal El País


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O mais importante é nunca iniciar qualquer tratamento sem antes consultar um especialista, de preferência sua ginecologista e obstetra. 
Hoje em dia, com a evolução da medicina estética, quase todos os problemas podem ser facilmente combatidos com alguns tratamentos estéticos pós-parto. “Geralmente, após um mês do nascimento os tratamentos podem ser iniciados. Há casos onde o encaminhamento pode ocorrer até a partir dos quinze ou vinte dias”, diz a médica com pós-graduada em dermatologia Silvia Takakuwa.
No entanto, a especialista alerta para os cuidados que se deve ter ao escolher o tratamento, principalmente no período de amamentação, pois o uso de produtos ou massagens pode acabar afetando o leite materno.. “O mais indicado é que a mulher aguarde o primeiro mês em casa. Neste período ela já vai perder peso com a amamentação e eliminação da retenção de líquido e gordura. Mas se a mamãe for mais impaciente, pode começar por uma drenagem linfática, que ajuda a desinchar”, recomenda Silvia.
O mais importante é nunca iniciar qualquer tratamento sem antes consultar um especialista, de preferência sua ginecologista e obstetra. O pós-parto é uma fase bem delicada, onde o corpo precisa estar totalmente natural. “Depois que estiver liberada pelo médico, então você pode procurar pelos tratamentos que vão te ajudar a amenizar os efeitos da gravidez”, diz a dermatologista.
Mas você sabe quais são os principais tratamentos que o mercado oferece que garantem a recuperação de seu corpo e do viço da pele após a gravidez? Revelamos quais são eles:
• Massagem Modeladora
Indicação e Benefícios – Essa massagem funciona como uma minilipo manual. “Em curto prazo, quando aliada a uma vida saudável e não sedentária, consegue detonar aquelas gordurinhas insistentes que se acumulam na barriga e nos quadris”, afirma a médica. Se o parto tiver sido normal, a massagem modeladora pode ser feita até um mês após o parto. Em caso de cesariana, a recomendação é esperar ao menos três meses.
Quantidade de Sessões – Em média, são necessárias de dez a 20 sessões, duas a três vezes por semana.
• Power Shape
Indicação e Benefícios – O aparelho combina três tecnologias diferentes para ajudar no tratamento da gordura localizada. Utilizando endermologia, radiofrequência e lipolaser, o Powershape faz com que o laser penetre até a camada de gordura, diminuindo as células “gordinhas”. Ao mesmo tempo, estimula a produção de fibras de colágeno que garantem a firmeza da pele.
Quantidade de Sessões – A partir de oito sessões, uma vez por semana.
• Laser CO2 Fracionado
Indicação e Benefícios – Focado no estímulo de produção de colágeno, o laser leva a um processo inflamatório local que estimula a formação de elastina e colágeno. “Este tratamento é um pouco mais invasivo que outros métodos, mas a recuperação é rápida. Muito bem indicado para tratamento de estrias gravídicas, principalmente quando ainda estão vermelhas. No entanto, não é indicado tratar estrias da mama durante o período de amamentação”, alerta Sílvia.
Quantidade de sessões – Em geral, são necessárias cinco sessões para obter resultados satisfatórios.
• Drenagem linfática
Indicação e Benefícios – É um dos poucos procedimentos que podem ser feito durante toda a gravidez e também logo depois dela para eliminar as toxinas do corpo e oxigenar os tecidos. Ajuda a reduzir a retenção de líquidos no corpo e a diminuir os inchaços. Devolve a elasticidade da pele e estimula o sistema imunológico
Quantidade de sessões – Recomenda-se no mínimo a realização de dez sessões para um resultado efetivo. Mas, na primeira sessão, pode-se observar melhora visível no inchaço e na circulação.
• Limpeza de pele
Indicação e Benefícios – Algumas mulheres notam um aumento da oleosidade da pele e surgimento de acne, principalmente no primeiro trimestre. O tratamento remove as impurezas da pele e promove a limpeza dos poros para que a pele possa respirar e renovar suas células. “A limpeza de pele não apresenta contraindicações para gestantes, a não ser quanto ao uso de alguns ácidos”, diz a especialista.
Quantidade de Sessões – Uma única sessão é suficiente para a limpeza facial e pode ser repetida mensalmente.
• Peeling de diamante
Indicação e Benefícios- É realizado com um aparelho que possibilita uma abrasão leve à moderada para a retirada de tecido morto, a paciente pode retomar suas atividades logo após a realização do procedimento. Ajuda a combater as estrias, típicas do pós-parto. “Pode ser utilizado durante a gravidez, pois não são utilizadas substâncias que podem ser absorvidas pela pele, ele é um peeling mecânico”, justifica Silvia Takakuwa.
Quantidade de Sessões – Após a avaliação da paciente, determina-se o número de sessões de Peeling de Diamante necessárias, que pode variar de três a 10, e o intervalo entre elas.
• Hidratação com Fios de Seda
Indicação e Benefícios – É um tratamento estético que utiliza uma técnica de regeneração e fortalecimento dos tecidos através das fibras naturais da seda. Perfeito para peles que sofreram os efeitos dos hormônios na gravidez. Os aminoácidos da seda, que são retirados dos casulos do bicho-da-seda, são responsáveis por uma hidratação mais intensa e profunda da derme e pela reposição de algumas proteínas importantes por manter o viço e a firmeza.
Quantidade de Sessões – O ideal é de 5 a 10 sessões.
Fonte- Dra. Silvia Takakuwa, médica com pós-graduação em dermatologia, da clínica Medical Laser.

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Muitos pais só buscam a escola quando o aluno não está bem pedagogicamente, mas entenda que participar não é apenas cobrar

Uma revisão de estudos feita pelas Universidades de Plymouth e Exeter, ambas na Inglaterra, acaba de reforçar a importância do envolvimento dos pais na rotina escolar das crianças. De acordo com os cientistas, quando o pequeno percebe que eles se interessam por seus estudos e experiências escolares, ele se sente valorizado. “O incentivo à participação dos responsáveis deve estar no planejamento das escolas. A comunicação deve ser direta, fácil e diária. Eles precisam se sentir à vontade para perguntar, visitar e sugerir”, analisa o autor principal da pesquisa, Nick Axford, professor na Universidade de Plymouth. Para a orientadora educacional Ana Nemec, do Colégio Qi, no Rio de Janeiro, muitos pais só buscam a escola quando o aluno não está bem pedagogicamente.

5 maneiras de participar da vida escolar do seu filho

  1. Demonstre interesse pela rotina escolar do pequeno. Pergunte sobre o dia a dia, o que seu filho aprendeu, sobre a tarefa de casa.
  2. Proponha passeios em família  relacionados ao aprendizado dele. Olha aí um jeito de aprender divertido sobre o qual falamos na nota ao lado.
  3. Convide os amigos para brincar ou fazer atividades na sua casa.
  4. Participe das reuniões e de outras atividades. Anote na agenda e trate-as como prioridade.
  5. Entenda de uma vez por todas que participar não é apenas cobrar.

Fonte: revista Crescer


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Filhos pequenos vivem debruçados em smartphones e tablets antes mesmo de aprender a ler, ao contrário da recomendação da OMS. Como reagir a isso?

“Baby shark doo doo doo doo doo doo doo doo.” E, quando parece estar acabando o sofrimento, o refrão sofre ligeira adaptação, e dá-lhe “Mommy shark doo doo doo doo doo doo doo doo”. Chega? Não, porque… “Daddy shark doo doo doo doo doo doo doo doo.” Os pais encaram o martírio, ouvido a distância segura, porque os filhos, alguns pequenos mesmo, de 3 anos, talvez 4, estão hipnotizados, quietinhos. Baby Shark, eis o nome do vídeo, composto por uma dupla de educadores americanos, já passou dos 3,9 bilhões de visualizações no YouTube desde que foi lançado, em 2016. É uma espécie de Galinha Pintadinha — talvez mais entorpecente. E onde é que a meninada vê os tubarões coloridos e estridentes? Preferencialmente em smartphones. Some-se a proliferação dos aparelhos ao conteúdo magnético e temos um dos grandes fenômenos de nosso tempo: o crescente número de crianças que, cada vez mais cedo, estão conectadas à internet.

No Brasil, três em cada dez meninos ou meninas com idade entre 4 e 6 anos têm um celular para chamar de seu. A frequência do uso aumenta exponencialmente. Segundo pesquisa da Common Sense Media, organização americana sem fins lucrativos destinada a rastrear os hábitos tecnológicos da juventude, mais que dobrou o tempo da petizada diante dos vídeos, chegando à média diária (média!) de uma hora. Um detalhe: no YouTube, menores de 13 anos não poderiam ver vídeos (o correto é acessar a versão Kids), e, no entanto, os cliques não param. O Facebook também restringe o acesso a maiores de 13 anos, no entanto, segundo pesquisas recentes, 50% dos menores de 12 anos no Brasil estão lá. Há, enfim, uma avalanche de consumo precoce de conteúdo emitido pelas telas pequenas, à mão.

Mas, afinal, o que seria excessivo? A Organização Mundial da Saúde (OMS) sugere que menores de 2 anos não tenham contato algum com telas, nem mesmo de televisores. Depois dessa idade, a TV pode ser liberada, mas no máximo durante uma hora por dia. Smartphone próprio, ou tablet, tão ­somente depois dos 8 anos, e sempre com vigilância. Antes disso, a prematuridade implica problemas de aprendizado (é preciso ler mais), de visão (há uma epidemia de miopia entre os pequenos) e até de isolamento social (avalia-se que o abuso da internet é o que fez aumentar os índices de depressão entre jovens na faixa dos 10 aos 14 anos).

“Não adianta os pais simplesmente proibirem a utilização dessas tecnologias, porque os filhos encontrarão formas de chegar a elas”, diz a psicóloga Sylvia van Enck, do Núcleo de Dependências Tecnológicas da Universidade de São Paulo (USP). “Em vez de lutarem contra a maré virtual, o fundamental é os pais assumirem a responsabilidade de educar as crianças para lidar com o mundo virtual.” Na prática, trata-se de dosar o acesso, tornando-o benéfico. O universo on-line não é um mal em si. Para a psicóloga da USP, “há adolescentes que, mesmo quando se sentem isolados, têm facilidade para conversar com amigos em redes sociais, por exemplo. Também se podem utilizar o smartphone, os sites, os aplicativos como forma de criar um senso de responsabilidade em crianças, ensinando limites e apontando as consequências do exagero”.

Fonte: Revista Veja

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Fazer compras de Natal ou simplesmente dar uma passada em lojas de departamento ou até em supermercados com as crianças junto pode ser desafiador, mas uma mãe americana conseguiu encontrar uma fórmula para resolver a situação

Você é daqueles que evita, ao máximo, passar perto do corredor de brinquedos no supermercado? Ou em frente à loja de brinquedos no shopping? Fazer compras com as crianças junto nem sempre é fácil. Ao olhar algo de que gostam, elas começam a pedir e, diante das negativas, iniciam aquelas birras dignas de estatueta do Oscar, com direito a se jogar no chão e chorar gritando, chamando a atenção de todos em volta. Já viveu algo parecido? Se respondeu ‘sim’, saiba que não está sozinho.

Cansada de passar por isso, Kristina Watts, uma mãe norte-americana, conseguiu desenvolver uma técnica simples, mas que, segundo ela, tem funcionado, até nesses tempos de Natal, quando as lojas parecem estar decoradas para chamar ainda mais a atenção das crianças para tudo. Ela compartilhou o truque em um post no seu perfil no facebook e a ideia viralizou, com mais de 50 mil compartilhamentos. “Tire uma foto. Simples assim”, ela recomenda.

Uma foto? Sim. Ela explica: “Nossas idas à lojas costumavam ser bem mais difíceis nessa época do ano. Os brinquedos estão a mil e é claro que meus filhos querem todos. Óbcvimente, eu adoraria ter crianças doces, bem comportadas, tranquilas, que não pedem tudo, mas não tenho (…). Então, quando eles pedem algo, eu para um segundo, comento sobre o brinquedo que eles estão apontando e digo: ‘Vamos tirar uma foto e mandar para o Papai Noel, assim ele vai saber o que você quer’. Nota: você pode mandar para o Papai Noel, para a vovó ou para qualquer pessoa. Fica totalmente a seu critério e pode ser diferente a cada vez. Magicamente, Emmie [a filha dela, de 4 anos] sorri, fala ‘xis’, pede para ver a foto e COLOCA O BRINQUEDO DE VOLTA NA PRATELEIRA E VAI EMBORA. É mágico, sem lágrimas, sem birras (de nenhuma de nós). E ela esquece em minutos”, relata Kristina.

Além disso, quando você tem fotos do que as crianças gostam, fica mais fácil na hora em que precisa, de fato, escolher os presentes para elas em qualquer ocasião: Natal, dia das crianças, aniversário, etc. Também dá para mandar para amigos e familiares, qiuando eles pergujntam o que seuj filho gostaria de ganhar.

E aí? O que você acha? Esse truque daria certo com o seu filho?

Fonte: Revista Crescer


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Isso cria a possibilidade de os cientistas algum dia desenvolverem terapias para lidar com excessos

Você está de dieta, mas o aroma de pipoca no saguão do cinema provoca um desejo aparentemente irresistível e em segundos, você pediu um balde e comeu vários punhados?

A impulsividade, ou responder sem pensar nas consequências de uma ação, tem sido associada à ingestão excessiva de alimentos, compulsão alimentar, ganho de peso e obesidade, juntamente com vários distúrbios psiquiátricos, incluindo dependência de drogas e jogo excessivo.

Uma equipe de pesquisadores que inclui um membro do corpo docente da Universidade da Geórgia agora identificou um circuito específico no cérebro que altera a impulsividade alimentar, criando a possibilidade de os cientistas algum dia desenvolverem terapêuticas para lidar com excessos.

As descobertas da equipe foram publicadas recentemente na revista Nature Communications .

“Existe uma fisiologia subjacente em seu cérebro que está regulando sua capacidade de dizer não (comer impulsivamente)”, disse Emily Noble, professora assistente da Faculdade de Ciências da Família e do Consumidor da UGA, que atuou como principal autora do artigo. “Em modelos experimentais, você pode ativar esse circuito e obter uma resposta comportamental específica.”

Usando um modelo de rato, os pesquisadores se concentraram em um subconjunto de células cerebrais que produzem um tipo de transmissor no hipotálamo chamado hormônio concentrador de melanina (MCH).

Enquanto pesquisas anteriores mostraram que elevar os níveis de MCH no cérebro pode aumentar a ingestão de alimentos, este estudo é o primeiro a mostrar que a MCH também desempenha um papel no comportamento impulsivo, disse Noble.

“Descobrimos que quando ativamos as células do cérebro que produzem MCH, os animais se tornam mais impulsivos em seu comportamento em relação à comida”, disse Noble.

Para testar a impulsividade, os pesquisadores treinaram ratos para pressionar uma alavanca para receber uma pastilha “deliciosa, com alto teor de gordura e alto teor de açúcar”, disse Noble. No entanto, o rato teve que esperar 20 segundos entre os pressionamentos da alavanca. Se o rato pressionasse a alavanca muito cedo, ele teria que esperar mais 20 segundos.

Os pesquisadores usaram técnicas avançadas para ativar uma via neural específica da MCH, do hipotálamo ao hipocampo, uma parte do cérebro envolvida nas funções de aprendizado e memória.

Os resultados indicaram que a MCH não afeta o quanto os animais gostaram da comida ou o quanto eles estavam dispostos a trabalhar para a comida. Em vez disso, o circuito agia sobre o controle inibitório dos animais ou sua capacidade de impedir a tentativa de obter a comida. “A ativação desse caminho específico dos neurônios da MCH aumentava o comportamento impulsivo sem afetar a alimentação normal por necessidade calórica ou motivação para consumir alimentos deliciosos”, disse Noble.

“Entender que esse circuito, que afeta seletivamente a impulsividade alimentar, abre a porta para a possibilidade de que um dia possamos desenvolver terapêuticas para comer demais que ajudam as pessoas a seguir uma dieta sem reduzir o apetite normal ou tornar os alimentos deliciosos menos deliciosos”.

Fonte: Portal Science Daily


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A banana é utilizada in natura, cozida, assada, em doces, compotas ou bolos. De fácil consumo, basta descascá-la para ter acesso a seus benefícios. É como fala a conhecida marchinha carnavalesca de Braguinha e Alberto Ribeiro: “banana, menina, tem vitamina, banana engorda e faz crescer”.

Trata-se de um alimento rico em carboidratos, que fornece energia de forma rápida ao organismo; em potássio, mineral importante para o bom funcionamento dos músculos, inclusive o cardíaco; e em vitamina B6, essencial para a formação de células do sangue e de substâncias para o cérebro. A fruta ainda é indicada para portadores de pressão alta que usam medicamentos diuréticos. A esses pacientes recomenda-se o consumo de duas bananas por dia, para ajudar na reposição do potássio eliminado na urina.

Versátil como ela só, imagine que a fruta pode ainda se tornar uma ‘vacina comestível’. É o que busca o cientista norte-americano Charles Arntzen, que trabalha no desenvolvimento de uma variedade de banana geneticamente modificada, que servirá de imunização contra a hepatite B. No futuro, a técnica levará a uma grande redução de riscos e custos em comparação com a vacinação tradicional. Além disso, é bem melhor saborear o alimento do que levar uma picadinha, não?

Não é para todos?

Apesar das vantagens da fruta, alguns grupos devem ingeri-la com muita moderação. Entre eles estão os obesos e os diabéticos. A banana possui elevado índice glicêmico (IG), ou seja, faz o corpo produzir grande quantidade de insulina. Isso deve ser levado em conta porque a insulina é um hormônio que tem o poder de carregar o açúcar para dentro dos músculos na forma de glicogênio. Só que esses depósitos possuem capacidade limitada, o que faz com que todo o excesso de glicose no sangue seja convertido em ácidos graxos e triglicérides, que serão armazenados na forma de gordura. Quem sofre de insuficiência renal também precisa evitar o alimento, devido à grande quantidade de potássio existente nele e que, em excesso, é muito perigoso a esses pacientes.

Benefícios
Contendo três açúcares naturais: sacarose, frutose e glicose, combinados com fibras, a banana dá uma reserva instantânea de energia. Pesquisas provam que somente o consumo de duas bananas dão energia para 90 minutos de trabalho pesado.

Não admira que a banana seja o fruto mais consumido entre os atletas.
Mas esse não é seu único benefício, elas nos ajudam a prevenir algumas doenças:

Depressão: De acordo com recentes estudos, a maioria das pessoas que habitualmente sofrem com depressões sentiram-se substancialmente melhor depois de comerem uma banana. Isto acontece porque a banana contém um tipo de proteína que o corpo converte em serotonina, substância que se sabe ajuda a relaxar e faz sentir melhor.

Pressão Arterial: Este fruto tropical é muito rico em potássio e pobre em sal sendo perfeito para descer a pressão arterial.

Cérebro: Em uma pesquisa realizada, foi comprovado que o potássio presente no fruto ajuda a melhorar a concentração.

Dor de cabeça: Uma das maneiras mais rápidas de curar uma dor de cabeça é fazer uma batida de banana com mel. A banana acalma o estômago e com a ajuda do mel aumenta os níveis de açúcar no sangue enquanto o leite acalma e hidrata todo o teu sistema.

Cansaço matinal: Comer uma banana entre as refeições ajuda a manter os níveis de açúcar no sangue elevados, combatendo o cansaço.

Úlceras: A banana é usada nas dietas contra as desordens intestinais pela sua textura suave e por causa de ser um fruto muito macio. É o único fruto que pode ser comido sem causar distúrbios mesmo nos casos mais graves. Ela também neutraliza a acidez excessiva e reduz a irritabilidade criando uma camada nas paredes do estômago. Controle de temperatura: Muitas culturas vêem à banana como um fruto ‘calmante’ porque consegue baixar a temperatura, quer física quer emocional. Na Tailândia, por exemplo, é hábito as mulheres grávidas comerem bananas para se assegurarem de que o seu filho nasça com a temperatura correta.

Stress: O potássio é um mineral vital que ajuda a normalizar o batimento cardíaco, que auxilia a ida do oxigênio para o cérebro e que regula a repartição de água pelo corpo. Quando estamos estressados o nosso metabolismo altera-se reduzindo os níveis de potássio. Podemos ajustá-los com a ajuda deste fruto, rico em potássio.

Agora, se você não se enquadra nas categorias que têm restrições à deliciosa fruta, saboreie e desfrute de seus benefícios.

Fonte: Revista Materlife


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Para evitar a azia na gravidez, recomenda-se seguir algumas mudanças simples na alimentação, como evitar frituras, alimentos ricos em pimenta ou muito condimentados e evitar beber líquidos durante as refeições, que devem ser feitas em pequenas quantidades. Para aliviar rapidamente a queimação, pode-se tentar tomar 1 copo de leite, de preferência desnatado, pois a gordura do leite integral demora mais tempo no estômago e pode não ajudar.
Azia é uma sensação de queimação que inicia final do osso do meio das costelas e vai até a garganta, e é comum surgir no segundo ou terceiro trimestre da gestação, mas algumas mulheres podem sentir os sintomas mais cedo.
O que fazer para evitar azia na gravidez
Apesar da azia ser uma alteração típica da gravidez, existem alguns cuidados que ajudam a combater este problema:
  • Evitar alimentos como mostarda, maionese, pimenta, café, chocolate, refrigerante, bebidas alcoólicas e sucos industrializados;
  • Evitar beber líquidos durante as refeições;
  • Consumir regularmente frutas como pera, maçã, manga, pêssego bem maduro, mamão, banana e uvas;
  • Mastigar bem todos os alimentos, para facilitar a digestão;
  • Ficar sentada pelo menos 30 minutos após comer, evitando deitar-se;
  • Não usar roupas apertadas na barriga e no estômago;
  • Comer pequenas porções de cada vez, várias vezes por dia;
  • Colocar um calço de 10 cm na cabeceira da cama, para evitar que o corpo fique completamente deitado na horizontal, favorecendo o refluxo e a azia;
  • Não fumar e evitar a exposição ao cigarro;
  • Evitar comer de 2 a 3 horas antes de dormir.
Acredita-se popularmente que quando a grávida sente muita azia seu bebe terá muito cabelo, mas não existe nenhuma comprovação científica de que isso realmente possa acontecer.
Remédios para azia na gravidez
Na maior parte dos casos, a azia melhora com mudanças na alimentação e no estilo de vida, mas em casos de azia constante e severa, o médico poderá indicar remédios à base de magnésio ou de cálcio, como as pastilhas de Magnésia Bisurada ou Leite de Magnésia, ou remédios como Mylanta Plus, por exemplo. No entanto, é importante lembrar que qualquer medicamento só deve ser tomado sob orientação médica, pois pode ser prejudicial para o desenvolvimento do bebê.
Outras opções são os remédios caseiros que aliviam a azia, como descascar um pedacinho de batata e comer crua mesmo. Outras opções incluem comer 1 maçã com casca, um pedacinho de pão ou 1 biscoito cream cracker porque eles ajudam a empurram o conteúdo gástrico de volta para o estômago combatendo a azia naturalmente.
Porque a azia surge durante a gravidez
A azia surge na gravidez devido ao excesso de progesterona, um hormônio que relaxa a musculatura do útero para permitir que ele cresça e comporte o bebê. No entanto, a progesterona acaba diminuindo o fluxo intestinal e relaxando também o esfíncter esofágico, que é o músculo responsável por fechar a divisão entre o estômago e o esôfago, o que acaba permitindo que o ácido gástrico retorne para o esôfago e garganta com maior facilidade.
Além disso, com o crescimento do bebê, os órgãos acabam ficando com menos espaço no abdômen e o estômago é comprimido para cima, o que também facilita o retorno do alimento e do suco gástrico.
Quando a azia vai passar
Em geral, a azia passa após o parto, quando o estômago volta a ter mais espaço no abdômen e os hormônios femininos voltam ao normal. No entanto, mulheres que ganharam muito peso durante a gestação podem ainda ter sintomas de azia por até 1 ano após o parto.
Fonte: Portal Tua Saúde