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Com a segurança de quem é pai de três, avô e um profissional com um extenso currículo — doutor em pediatria, especialista em amamentação, além de autor de diversos livros —, o pediatra espanhol Carlos Gonzales veio ao Brasil conversar sobre os temas que mais causam preocupação aos pais, como alimentação, amamentação, desfralde e sono.

Na platéia, estavam pais e mães como a chef de cozinha Aline Glade, 33, mãe de Lilah, 2 anos. “Eu acho que o mais difícil é filtrar as informações que chegam até a gente, principalmente de familiares. Recentemente, Lilah teve uma tosse incessante por três meses e, por pressão deles, fui contra os meus instintos e acabei tomando a decisão errada. Me senti culpada, chorei, mas foi um aprendizado”, conta. “Acho que esses encontros nos trazem mais segurança para continuarmos sendo os melhores pais e reafirmar tudo o que a gente vem fazendo”, completa.

O encontro, realizado pela Editora Timo e com o apoio da Revista Crescer, aconteceu no Teatro Fecap, em São Paulo. “Sonhamos em conseguimos reunir essa turma incrível de pessoas em um evento muito bacana, para nos sentirmos mais potentes, mais felizes, mais conectados”, anunciou Ana Basaglia, publisher da Editora Timo, durante a abertura. O encontro também contou com a participação de profissionais como a neonatologista Marcia Zani, o pediatra Moisés Chencinski, a médica de família Denize Ornelas, as jornalistas Alessandra Gaidargi e Daniela Tófoli, diretora de grupo da Editora Globo, a escritora Thais Vilarinho e o psicólogo Alexandre Coimbra.

FILHOS COM BOM-HUMOR

Com muito bom-humor, o pediatra começou citando algumas situações do cotidiano dos pais, principalmente de primeira viagem. “As mães, quando vão ao pediatra pela primeira vez, costumam perguntar se precisam colocar despertador para amamentar o filho durante a madrugada. Mais tarde, elas ficam loucas, pois o bebê acorda de duas em duas horas. Então, eu digo: ‘Agora você pode ficar tranquila, pois não precisa de um despertador”, brincou. “Nessa idade, a única coisa que o bebê quer é a presença da mãe. Muitas vezes, quando ele acorda, ele quer apenas ela. Até os 3 anos, mais ou menos, ele vai chorar pedindo por você. Depois disso, ele vai parar de chorar, pois vai conseguir levantar e ir para a sua cama”, avisa.

Sobre a tão polêmica cama compartilhada, o pediatra afirma: “Basicamente, um bebê pode dormir em um moisés ao lado da cama dos pais, na cama com os pais ou sozinho, no seu próprio quarto. Cada família tem sua maneira. O importante é que os pais tenham o direito de dormir da maneira que quiserem e que possam mudar essa maneira, mais tarde, se desejarem”. Mas também fez alguns alertas, principalmente quanto aos riscos de asfixia. “A Academia Americana de Pediatra alerta quanto ao uso de pelúcias, protetores de berço, cobertores e almofadas dentro dos berços”, diz.

MITOS E VERDADES

Durante a palestra, Dr. Carlos também esclareceu alguns dos principais mitos da maternidade. Quem já não ouviu a frase: “Não sei porque amamentar por tanto tempo. Seu leite não alimenta, agora é água”. Segundo o pediatra, existem diversos estudos que comprovam que isso é mito. “Quanto mais o tempo passa, maior será a quantidade de calorias passadas pelo leite. O leite materno, se comparado a outros alimentos como papinhas, frutas e legumes, possui mais calorias, além de proteínas e cálcio”, diz.

Carlos González: “Seu filho não come? Não é preciso insistir, prometer, enganar, em meter-lhe a colher na boca”

Sobre a alimentação, que talvez seja a maior preocupação dos pais, ele falou: “Muitos me dizem: — Meu filho só quer comer doce! — Somos responsáveis pela comida que temos em casa. Se o seu filho só come chocolate, é porque você compra. O problema, então, não é o chocolate”. Além disso, o pediatra afirma que é um erro achar que criança deve comer de tudo. “Antigamente, cada região comia apenas os alimentos que cultivavam. Não se tinha acesso a tudo. Ela pode não comer de tudo, mas ter uma alimentação saudável”, completa. E quando seu filho recusar o parto, Dr. Carlos dá a dica: “prêmios ou castigos não servem para nada. Não insista, não faça promessas ou chantagem emocional. Deixe a criança em paz. Faça a refeição e ofereça. Se não quiser, tudo bem. A responsabilidade de oferecer alimentos saudáveis é sua. Você decide o que ela vai comer. Alguns dias, ela vai comer mais e outros menos. Todos somos assim”, explicou.

Quando o assunto é birra, ele afirma: “É mito dizer que as crianças precisam aprender a tolerar suas frustrações. Nenhuma criança precisa aprender a controlar-se como se não estivesse frustrada. Não podemos ensinar a criança a fingir. É nossa obrigação dizer o que elas devem ou não fazer, e elas ficarão frustradas, sim. Mas nós é que devemos aprender a tolerar as frustrações delas. Não podemos esperar que façam tudo o que mandamos e ainda fiquem agradecidas, isso é impossível”, explica.

Por fim, o pediatra deixou um recado que soa mais como um “alivio”: “Passamos décadas escutando que as crianças devem ser estimuladas com músicas, brinquedos e conversas. Os pais de hoje em dia já chegam no consultório com um bebê de um mês querendo saber o que devem fazer para estimular o tato, o olfato. Crianças não precisam de pais que fiquem falando, brincando, gesticulando ou cantando o tempo todo. Precisam de pais que abracem, mesmo que em silêncio, e os dêem afeto. Estímulo demais acaba até sendo perturbador e uma poluição sonora para eles. Seus filhos vão crescer muito mais rápido do que você imagina. Não perca tempo se preocupando com coisas pequenas”.

“Leveza e afeto. Se eu fosse resumir a maternidade e paternidade pelo olhar do Dr. Carlos González seriam essas as palavras que mais ele nos transmite ao falar do cuidado com os filhos. Foi um dia inspirador e cheio de informação, que tira aquele aperto no coração de muitos pais que buscam fórmulas prontas ao cuidar dos filhos”, finalizou a editora-chefe da Crescer, Ana Paulo Pontes. “Ele é incrível. Eu acho que o que ele falou hoje deveria estar em todos os ônibus, em todas as escolas, em todos os ambientes públicos, pois em todos eles têm crianças, uma mãe e um pai. As frases dele salvariam, sem dúvida, a sociedade como um todo. Ele te mostra uma lógica e você pensa: ‘Nossa, é tão simples! Como não pensei nisso antes?’ É uma ‘calma’ pra quem está cheia de tanta culpa”, finalizou a professora, bióloga e consultora em aleitamento materno e mãe de dois, Livia Polichiso, 33.

Fonte: Revista Crescer


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A servidora pública Edmara Bartnikosski levou um susto ao descobrir que está grávida do quarto filho. Ela conta que decidiu fazer a laqueadura no parto do caçula, que tem apenas 11 meses. Entenda!

“Há algumas semanas passei mal, tive muitas cólicas. Fui ao médico e ele recomendou uma ultrassonografia. Fui fazer achando que poderia ser qualquer outra coisa, mas não! O médico falou: ‘Aqui tem um bebê’. Eu: ‘O que? Não, é impossível! Tenho um bebê de 11 meses. Fiz laqueadura””, revelou a servidora pública Edmara Bartnikosski, 32 anos, de Campo Grande, Mato Grosso do Sul, em suas redes sociais.

A gravidez de 13 semanas foi uma surpresa e tanto, já que ela é mãe de três meninos — um de 14 anos, outro de 11 anos e o caçula de apenas 11 meses —, e havia decidido que não queria mais ter filhos. A laqueadura, do tipo salpingectomia bilateral, foi realizada durante a cesárea do último parto, no dia 14 de setembro do ano passado. “Engravidei cerca de oito meses após ter feito a laqueadura”, disse ela, que ainda está abalada. “Fiquei deprimida e, na verdade, ainda estou”, admitiu. “Eu tive trombose após o terceiro parto e fiquei internada. Com essa nova gestação, tenho risco de ter de novo e, por isso, estou fazendo uso de anticoagulante”, completou.

Edmara também disse que o filho mais velho tem deficiência física e ainda precisa de fisioterapia, pois anda com dificuldades. “Tudo isso me deixa muito preocupada e também foi um dos fatores para eu decidir fazer a laqueadura”, conta. Passado o susto, a mãe de três — que, em breve, será mãe de quatro — escreveu: “Depois eu disse: ‘Doutor, aumenta o som’. Ouvi o coração batendo e só chorei. Meu Deus, e agora?”.

O post foi o bastante para deixar outras mulheres assustadas. “Nossa! Fiz uma laqueadura há nove anos, que medo”, escreveu uma. “A minha laqueadura se chama Beatriz e vai completar 1 mês”, contou outra. “Mas foi erro do médico que fez a laqueadura ou é normal acontecer isso?”, essa é q questão.

É POSSÍVEL ENGRAVIDAR APÓS LAQUEADURA?

Segundo o ginecologista e obstetra Alexandre Pupo, dos Hospitais Sírio Libanês e Albert Einstein, em São Paulo. É raro, mas pode acontecer sim. “A taxa de falha é de 0,3% a 0,5%, principalmente no primeiro ano após a laqueadura. Isso significa que uma em cada 200 mulheres submetidas ao procedimento pode engravidar”, afirmou. “Trata-se de um procedimento cirúrgico. Nele, nós seccionamos e ‘amarramos’ as trompas, ou seja, realizamos uma ligadura. O processo de cicatrização leva cerca de 21 dias e, a partir daí, a passagem para os óvulos e espermatozóides fica bloqueada. No entanto, existe a possibilidade de, no processo de cicatrização, eventualmente, ocorrer a recanalização. Isto é, a trompa pode recanalizar, pode reabrir o caminho, por diversas razões”, completa. Portanto, segundo o obstetra, caso a mulher engravide, não deve ser considerado um erro ou negligência do cirurgião.

Por outro lado, o obstetra explica que para quem já fez a laqueadura há alguns anos, as chances de engravidar são menores. “A cada ano que passa, é menos provável que haja falha”, afirma. “Mas é claro, é um método que pode falhar, como qualquer outro. Nenhum método de anticoncecpção é 100% eficaz. Inclusive, recentemente foi divulgado um dado mundial referente a falhas de métodos anticoncepcionais, e o mais seguro — mais do que a laqueadura — é o DIU hormonal”, finalizou.

Fonte: Revista Crescer


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Alimentos ultraprocessados, que representam mais da metade das calorias diárias médias dos americanos, estão ligados a medidas mais baixas de saúde cardiovascular, de acordo com uma pesquisa do Controle e Prevenção de Doenças (CDC).

O fato descobriu que para cada aumento de 5% nas calorias dos alimentos ultraprocessados que pessoa comia, havia uma diminuição correspondente na saúde cardiovascular geral. Adultos que ingeriram aproximadamente 70% de suas calorias de alimentos ultraprocessados tinham metade da probabilidade de ter uma saúde cardiovascular “ideal”, conforme definido pelo Life’s Simple, da American Heart Associations.

Os alimentos foram categorizados em grupos de acordo com a extensão e a finalidade do processamento industrial a que são submetidos. Eles são feitos total ou principalmente a partir de substâncias extraídas de alimentos, como gorduras, amidos, gorduras hidrogenadas, açúcar adicionado, amido modificado e outros compostos e incluem aditivos cosméticos, como sabores artificiais, cores ou emulsificantes. Exemplos incluem refrigerantes, lanches salgados, biscoitos, bolos, carnes processadas, nuggets de frango, sopas instantâneas em pó e embaladas e muitos itens frequentemente comercializados como “alimentos de conveniência”.

“Dietas saudáveis desempenham um papel importante na manutenção de um coração e vasos sanguíneos saudáveis”, disse Zefeng Zhang, epidemiologista do CDC. “A ingestão de alimentos ultraprocessados geralmente substitui os alimentos saudáveis, ricos em nutrientes, como frutas, verduras, grãos integrais e proteínas magras, fortemente vinculadas à boa saúde do coração. Além disso, os alimentos ultraprocessados costumam ter alto teor de sal, açúcar, gordura saturada e outras substâncias associadas ao aumento do risco de doença cardíaca”, acrescentou.

Usando dados da Pesquisa Nacional de Saúde e Nutrição (NHANES) coletados entre 2011 e 2016, os pesquisadores do CDC revisaram os resultados de 13.446 adultos, com 20 anos de idade ou mais, que completaram um recordatório alimentar de 24 horas e responderam perguntas sobre seus saúde cardiovascular.

“Este estudo ressalta a importância de construir uma dieta mais saudável, eliminando alimentos como bebidas açucaradas, biscoitos, bolos e outros alimentos processados”, disse Donna Arnett, Ph.D., ex-presidente da American Heart Association e reitor da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de Kentucky, em Lexington. “Há coisas que você pode fazer todos os dias para melhorar sua saúde um pouco. Por exemplo, em vez de pegar aquele pedaço de pão branco, pegue um pedaço de pão que seja grão integral ou pão de trigo. Tente substituir um hambúrguer por peixe uma vez ou duas vezes por semana. Fazer pequenas alterações pode melhorar a saúde do coração”.

Fonte: Portal Science Daily


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“Eu não acho que os professores recebem o suficiente pelo que fazem”, escreveu o menino de 9 anos no bilhete que entregou junto com o dinheiro. O caso aconteceu na Flórida, EUA

O estudante Parker Williams, 9 anos, conseguiu surpreender tão positivamente sua professora, Mary Hall Chambers, de uma forma que nenhuma nota dez conseguiria. Há poucos dias, ele chegou na escola Gorrie Elementary School em Tampa, na Flórida, Estados Unidos, e entregou a ela um envelope. Em vez do dinheiro para um passeio, ela encontrou US $ 15 e um bilhete que dizia: “Eu não acho que os professores recebem o suficiente pelo que fazem, então você aceita esse presente? Meu próprio dinheiro”. O menino ofereceu o dinheiro que havia recebido como presente de aniversário para compor o salário da professora. Emocionada e agradecida, Mary respondeu: “Não posso aceitar isso, mas aprecio o gesto, Parker. Estudantes como você são a razão de eu ensinar”.

Em entrevista ao site Today, a mãe de Parker, Jennifer Williams, disse que o gesto do filho também a pegou de surpesa. “Ficamos tão surpresos e impressionados. Na verdade, fiquei com formigamentos nos braços e brotou lágrimas dos meus olhos, pois você nunca sabe, como mãe, se as coisas que tenta ensinar aos seus filhos são realmente certas, e esse foi um ato de bondade aleatório, que ele fez sozinho, sem consultar mais alguém”, contou. “Temos uma regra em nossa casa que, quando você recebe um presente de aniversário, deve dar 10% à caridade”, revela a mãe, que tem mais outros dois meninos. No entanto, ela contou também que ele já havia doado parte e o restante, em vez de gastar com ele, resolveu dar para sua professora.

Ela diz que o filho, além de ser extremamente inteligente, é muito hiperativo e, por isso, as coisas nunca foram muito fáceis pra ele. “Ele teve um momento muito difícil na 1ª e 2ª série”, explicou ela. “Ele tinha excelentes professores, mas a Mary realmente fez um esforço extra este ano para ajudar cada criança em sua sala de aula. O fato de ele ter uma professora que o entende tanto e realmente se esforça o fez querer fazer algo por ela”, completou.

“Quando Parker sorri, ele pode, literalmente, iluminar a sala”, disse a professora. “Ele é um ótimo aluno, obviamente muito atencioso. Sei que ele iniciou um grupo filantrópico com seus dois irmãos mais velhos. Você pode dizer que todos eles estão aprendendo a ser gentis e a mudar este mundo com gestos reais como este. Os professores se esforçam o tempo todo. Costumamos levar trabalho para casa, nosso dia não termina quando a campainha toca. É tão bom que Parker percebeu que fazemos muito mais”, declarou Mary, que leciona há 16 anos. “Qualquer um pode fazer um pequeno ato de bondade para fazer alguém se sentir bem. Foi o que ele fez por mim”, finalizou.

Fonte: Revista Crescer


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Estima-se que 400 mil bebês nascem todos os anos de reprodução assistida

De acordo com OMS (Organização Mundial de Saúde), a infertilidade afeta de 50 a 80 milhões de pessoas em todo o mundo e, no Brasil, cerca de 8 milhões de pessoas podem ser inférteis. Entre os fatores que afetam a fertilidade estão a idade, mulheres com menstruações de freqüência irregular e doenças como síndrome dos ovários policísticos (SOP) e endometriose, doença que atinge 10% das mulheres mundialmente. Porém, infertilidade não é um problema apenas da mulher. Um terço dos casos estão relacionados ao homem – mais de 90% dos casos de infertilidade masculina são causados pela baixa contagem de espermatozóides, baixa qualidade espermática ou ambos – e outro terço está ligado a uma combinação de problemas com o casal ou dificuldades desconhecidas.

Para ajudar casais com problemas em engravidar naturalmente, Tratamentos de Reprodução Assistida (TRA), como Fertilização In Vitro (FIV) e Injeção Intracitoplasmática de Espermatozóides (ICSI) são realizados. Estima-se que, globalmente, 400 mil bebês nascem todos os anos de aproximadamente 1,6 milhão de ciclos de TRA. As tecnologias de reprodução assistida cresceram nos últimos anos, mas ainda assim, a ciência não conseguiu impedir o declínio da qualidade ovular que se acentua a partir dos 35 anos de idade.

A Criogênesis oferece serviços de terapia celular e medicina reprodutiva de excelência, estimulando o desenvolvimento da biotecnologia através de diversas pesquisas. Nossa equipe é formada exclusivamente por profissionais da área da saúde com ampla vivência na área de regeneração de tecidos e hemoterapia. Podemos ser contatado durante 24 horas, sete dias por semana, pelos diversos meios de comunicação indicados abaixo. A Vigilância Sanitária, por meio de publicação no Diário Oficial do Estado de São Paulo em 2003, concedeu ao Grupo Criogênesis a Licença Sanitária para atuar na Coleta e Processamento de Células-Tronco Hematopoéticas.

Tire suas dúvidas sobre fertilização in vitro, coleta e armazenamento de células-tronco no telefone (24 horas) 0800-7732166.

Porque a vida merece todas as chances!

Fonte: Revista Exame


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A chegada de um segundo filho muda toda a dinâmica da família – e principalmente para o mais velho. Confira como passar por esse período – sem estresse

No meio de tantas perdas e ganhos, decorrentes do desenvolvimento do seu filho, pode ser que você tenha outro bebê. Um “tratamento de choque” rumo à maturidade para o mais velho, digamos assim. Porque, de um dia para o outro, ele perde a exclusividade. O resultado é um misto de ciúme com regressão (ele pode pedir para mamar ou voltar a  fazer xixi na cama, por exemplo) e, às vezes, um pouco de orgulho por ter se tornado o irmão mais velho.

Para tornar o processo (um pouco) menos dolorido, o jornalista Leandro Nigre, 36, pai de João Guilherme, 7, e João Rafael, 2, envolveu o filho mais velho, desde a gravidez, tanto na escolha do enxoval quanto na decoração do quarto que ambos dividem hoje. “Na volta da maternidade, compramos presentes para eles trocarem entre si como um sinal de carinho, e também pedimos às visitas que dedicassem uma atenção especial ao João Guilherme”, conta o pai. Sempre que possível, Leandro dava um jeito de ficar com o bebê para a mãe passear com o primogênito, sozinhos. Os cuidados surtiram o efeito desejado pelos pais: além do nome, os irmãos compartilham a amizade.

A chegada de um irmão pode coincidir, ainda, com a retirada das fraldas, o que se dá entre o segundo e o terceiro ano, normalmente. Mas algumas podem deixá-las um pouco depois, e não há nada de errado nisso. “Quando ela avisa que quer fazer ou já fez xixi ou cocô na fralda, é sinal de que está pronta para começar o desfralde”, afirma o pediatra Nisenbaum.

Por falar em sinais, em teoria, quando o bebê começa a escalar e a pular as grades do berço, é um indicativo de que chegou a hora de mudá-lo para uma cama – de preferência infantil e com proteção lateral. Geralmente, ele já é capaz de sair dali por volta dos 12 meses. No entanto, um estudo publicado na revista científica Sleep Medicine, no ano passado, recomenda a transição somente aos 3 anos. Isso porque, ao analisar dados de quase 2 mil famílias com bebês entre 18 meses e 3 anos,  descobriu-se que aqueles que continuam em berços dormem por mais tempo, pegam no sono antes e vão para a cama mais cedo. Para a pediatra Normeide, da SBP, não existe uma idade ideal para a transição. Isso vai depender da agilidade (e curiosidade) do seu filho. Muitas vezes, ele tem de dar o espaço para o irmão que está para chegar. E, caso ele deixe a cama nova no meio da noite e vá para o quarto dos pais, o que é comum nessa fase, ela recomenda que o pequeno seja levado de volta e que o adulto o aguarde pegar no sono. “Converse com paciência, para que ele compreenda que não se trata de uma ‘expulsão’ e, sim, uma conquista”, conclui.

Como em todas as transições, é preciso entender que cada criança tem o seu ritmo. Vamos valorizar cada momento e conquista: não há por que acelerar a infância. Os ganhos são para todos, acredite.

Fonte: Revista Crescer


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Terapia com células-tronco é alternativa de tratamento

Dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) revelam que, nos últimos 20 anos, o número de novos casos de câncer em crianças com idade até 14 anos cresceu 13% no mundo. Nessa faixa etária, os cânceres mais comuns são as leucemias (doença que afeta os glóbulos brancos), os do sistema nervoso central e linfomas (que atinge o sistema linfático). De acordo com Nelson Tatsui, Diretor-Técnico do Grupo Criogênesis e Hematologista do HC-FMUSP, habitualmente o câncer infanto-juvenil não apresenta uma causa específica em que se possa atuar preventivamente.

“Ao contrário de muitos cânceres em adultos, os casos em crianças e adolescentes não estão ligados ao estilo de vida e a fatores de risco ambientais. Dessa forma, os responsáveis devem estar atentos a quaisquer sinais relacionados a nódulos ou inchaços, convulsões, dores progressivas, febres persistentes, perda de peso ou alterações súbitas de visão, assim como qualquer outro mal-estar persistente”.

Uma importante inovação para o tratamento de alguns tipos da patologia é a utilização do sangue do cordão umbilical, que assim como a medula óssea, é rico em células-tronco que podem originar diversos tipos de tecidos.

“As células-tronco são células ‘mães’, capazes de criar os componentes do sangue humano e do sistema imunológico do corpo. A partir dessas células, formam-se glóbulos vermelhos, que levam o oxigênio aos tecidos; glóbulos brancos, que combatem infecções; e plaquetas, que atua na coagulação”, explica.  

Para Tatsui, ter as células-tronco armazenadas é uma forma de prevenção. Além disso, nos casos de família com histórico de doenças graves, sobretudo câncer, é recomendável fazer o congelamento. “É importante destacar que as células-tronco, além de serem compatíveis com o próprio bebê, possuem uma chance aumentada de compatibilidade entre irmãos. Com as células criopreservadas, há maior rapidez no tratamento e diminuição dos riscos de rejeição e efeitos colaterais após o transplante”, finaliza. 

Sobre a Criogênesis  A Criogênesis, que nasceu em São Paulo e possui mais de 16 anos de experiência com células-tronco, é membro institucional da AABB (Associação Norte Americana de Bancos de Sangue). A clínica é referência em serviços de coleta e criopreservação de células-tronco, medicina reprodutiva, gel de plaquetas e aférese, incluindo a diferenciada técnica de fotoférese extracorpórea. Sua missão é estimular o desenvolvimento da biotecnologia através de pesquisas, assegurando uma reserva celular para tratamento genético futuro.


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Material apresenta grande potencial no tratamento de lesões ósseas, doenças pulmonares, doenças cardíacas e diabetes

Quando as crianças iniciam a fase da troca de dentição, muitos pais incentivam os pequenos a colocarem o dente embaixo do travesseiro à espera da fada do dente. No entanto, esse episódio também pode ser muito importante para a saúde do seu filho e da sua família.

De acordo com Nelson Tatsui, Diretor-Técnico do Grupo Criogênesis e Hematologista do HC-FMUSP, a polpa do dente de leite contém células-tronco do tipo mesenquimal, que apresentam grande potencial de multiplicação para possíveis aplicações em futuras terapias. “Além de secretar inúmeras substâncias sinalizadoras de regeneração, as células mesenquimais têm capacidade de se transformar em uma variedade de outras células para a reparação de tecidos, como muscular, nervoso, ósseo, além de cartilagem, pele e outros tecidos epiteliais. Para o futuro, pesquisas indicam a possibilidade de tratamento em doenças como a diabetes tipo 1, lesão medular, acidente vascular cerebral, infarto do miocárdio, lesões da córnea e doenças neurológicas como Parkinson”, revela.

O especialista ainda ressalta que a coleta é um processo não-invasivo, pois a queda do dente ocorre naturalmente nas crianças entre 5 a 12 anos de idade. “Por tratarem-se de células jovens e com ótima qualidade, o material encontrado no dente de leite é multipotente e imunotolerante, ou seja, servem tanto ao doador como para a sua família”, complementa Tatsui.

Coleta e armazenamento – Para que as células-tronco do dente de leite possam ser aproveitadas, a retirada deve ser realizada por um dentista. “O material deve ser acondicionado em um kit específico de transporte e enviado imediatamente à clínica para o devido processamento laboratorial. No entanto, caso o dente venha a cair antes da consulta, é necessário que a família possua o kit de transporte para o acondicionamento correto”, finaliza o especialista.

Sobre a Criogênesis

A Criogênesis, que nasceu em São Paulo e possui mais de 16 anos de experiência com células-tronco, é acreditada pela AABB (Associação Norte Americana de Bancos de Sangue) e certificada pela IQNet NBR ISO 9001:2015. A clínica é referência em serviços de coleta e criopreservação de células-tronco, medicina reprodutiva, gel de plaquetas e aférese, incluindo a diferenciada técnica de fotoférese extracorpórea. Sua missão é estimular o desenvolvimento da biotecnologia através de pesquisas, assegurando uma reserva celular para tratamento genético futuro. www.criogenesis.com.br  


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“A alimentação é um dos poucos fatores de risco para doenças neurológicas passível de ser modificável e controlável”, afirmou o médico Gurutz Linazasoro, porta-voz da Sociedade Espanhola de Neurologia

Uma alimentação de qualidade é peça-chave para nossa saúde em geral, e para o nosso cérebro, em particular.

“A alimentação é um dos poucos fatores de risco para doenças neurológicas passível de ser modificável e controlável”, afirmou à BBC News Mundo (serviço da BBC em espanhol) o médico Gurutz Linazasoro, porta-voz da Sociedade Espanhola de Neurologia.

Os especialistas sinalizam que não há alimentos mágicos, mas que é importante manter um padrão de dieta equilibrada.

“A dieta mais estudada atualmente é a mediterrânea. Sabe-se que ela diminui os riscos de desenvolver Alzheimer e Parkinson, além de doenças cardiovasculares e obesidade, que indiretamente também incide sobre a saúde cardiovascular.”

Uma dieta mediterrânea típica inclui bastante vegetais, frutas, legumes, cereais e produtos ricos em carboidratos como pão integral, massas e arroz integral. Há também quantidades moderadas de pescados, carne branca e alguns produtos lácteos, e cozimentos com azeite de oliva.

Mas o especialista insiste que “a chave é comer alimentos saudáveis, com equilíbrio e moderação”. Tendo em vista essas recomendações, do ponto de vista do funcionamento do cérebro há diversos nutrientes e alimentos importantes. Veja alguns deles:

Pescado azul: O sistema nervoso, e concretamente o cérebro, tem tecidos muito ricos em água, mas também contêm um componente lipídico (ácidos graxos) bastante importante, explica o nutricionista Ramón de Cangas. Os pescados azuis são ricos em ácido graxo ômega-3, e uma dieta rica neste nutriente “tem demonstrado trazer uma série de benefícios, como um menor declínio cognitivo e um menor risco de doenças como Alzheimer”.

Cítricos e verduras: São alimentos ricos em vitamina C, que segundo diversos estudos estão associados a um melhor desempenho cognitivo. “Talvez seja devido à sua função antioxidante e em razão de participar da produção de neurotransmissores, as biomoléculas responsáveis pela transmissão de informações de um neurônio para outro”, explica o nutricionista. O mesmo ocorre com as bananas, ricas em piridoxina, uma forma de vitamina B6 que participa do metabolismo dos neurotransmissores.

Cacau puro e canela: São alimentos ricos em polifenóis, que “tem demonstrado resultados interessantes na prevenção da perda cognitiva por seu efeito antioxidante que protege os neurônios”, afirmou Cangas.

Abacates: Esse alimento, junto do azeite de oliva e de outras fontes de gorduras monoinsaturadas, é “interessante para a prevenção da deterioração cognitiva justamente pela riqueza deste tipo de ácido graxo e também de certos fitoquímicos”, afirmou o nutricionista.

Nozes: As nozes são excelentes fontes de proteínas e gorduras saudáveis. São ricas em um tipo de ácido graxo ômega-3 chamado ácido ácido alfa-linolênico, que ajuda a reduzir pressão arterial e protege as artérias. Isso é bom tanto para o coração quanto para o cérebro, afirma a Escola de Medicina da Universidade Harvard.

Os três inimigos do cérebro: O nutricionista ouvido pela reportagem insiste que a chave de tudo é a variedade, mas sem deixar de lado a moderação. “Não existem alimentos milagrosos nem dietas milagrosas, mas há sim inimigos para o cérebro, como o sal, o açúcar e as gorduras trans (encontradas em alimentos processados).”

Fonte: Portal G1


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Cientistas sugerem que as bactérias intestinais e suas interações com células imunológicas e órgãos metabólicos, incluindo tecido adiposo, desempenham um papel fundamental na obesidade infantil

Novas informações publicadas por cientistas da Wake Forest Baptist Health sugerem que as bactérias intestinais e suas interações com células imunológicas e órgãos metabólicos, incluindo tecido adiposo, desempenham um papel fundamental na obesidade infantil.

“A comunidade médica costumava pensar que a obesidade era resultado do consumo excessivo de calorias. No entanto, uma série de estudos na última década confirmou que os micróbios que vivem em nosso intestino não estão apenas associados à obesidade, mas também são uma das causas”, disse Hariom Yadav, o principal autor do estudo e professor assistente de medicina molecular na Wake Forest School of Medicine.

Nos Estados Unidos, a porcentagem de crianças e adolescentes afetados pela obesidade mais do que triplicou desde a década de 1970, de acordo com os Centros de Controle e Prevenção de Doenças. A obesidade está aumentando a uma taxa de 2,3% a cada ano entre crianças em idade escolar, o que é inaceitavelmente alto e indica perspectivas preocupantes para a saúde da próxima geração, afirma o artigo.

O manuscrito de Yadav, publicado na edição atual da revista Obesity Reviews, revisou estudos existentes sobre como a interação entre o microbioma intestinal e as células do sistema imunológico podem ser transmitidas de mãe para bebê desde a gestação e podem contribuir para a obesidade infantil.

O estudo também descreveu como a saúde da mãe, dieta, nível de exercício, uso de antibióticos, método de nascimento (natural ou cesárea) e método de alimentação (fórmula ou leite materno) podem afetar o risco de obesidade em seus filhos.

“Essa compilação de pesquisas atuais deve ser muito útil para médicos e nutricionistas discutirem com seus pacientes, porque muitos desses fatores podem ser alterados se as pessoas tiverem informações suficientes”, disse Yadav. “Também queríamos identificar lacunas na ciência para pesquisas futuras”.

Além disso, entender melhor o papel do microbioma intestinal e da obesidade nas mães e nos filhos ajudará os cientistas a projetar estratégias preventivas e terapêuticas mais bem-sucedidas para verificar o aumento da obesidade em crianças, disse ele.

Fonte: Portal Science Daily