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Uma hora seu filho vai começar pela fase de adaptação escolar, seja pela primeira vez ou em uma nova instituição, e atenção…quanto antes trabalhar isso, melhor – para ele e para você. Afinal, não dá para negar que é um momento delicado para toda a família. Medo, ansiedade e insegurança são sentimentos comuns que os pequenos e os pais sentem nesse período.

A criança, de repente, se vê no meio de pessoas estranhas e novas regras com as quais precisa conviver e os pais mal conseguem conter o pavor de imaginar seu “tesouro” sendo entregue aos cuidados dos educadores. A primeira fase disso tudo você já passou: pesquisou bastante, visitou diversas instituições e está seguro de sua escolha. No entanto, agora chegou a hora pra valer. Há crianças que se jogam no colo da professora e entram na escola feliz e contente. Mas e as crianças que choram, resistem e tentam ao máximo convencer os papais a voltarem para a casa? Como reagir? Os pais devem ceder? Chamar a atenção? Entregar o filho à professora chorando e ir embora? São muitas dúvidas e sentimentos envolvidos.

A psicopedagoga Patrícia Vieira falou sobre essa fase de transição e passou algumas dicas para você e seu filho lidarem com a adaptação da melhor maneira possível. “Por menor que a criança seja, é bom sempre ter um diálogo, explicar que ela precisa ir para a escola, reforçando o apoio dos pais. Outra dica é a mãe não permanecer muito tempo dentro da sala de aula, para que a criança tenha oportunidade de ser acalentada pela professora no momento do choro e da insegurança e passe a confiar na professora e, aos poucos, vá se adaptando ao ambiente escolar. Além disso, os pais devem visitar a escola com a criança e mostrar as dependências do local, sempre mostrando motivação e alegria. Outra opção é criar um elo de aproximação entre a casa da família e a escola, por meio de brinquedos ou objetos com significado emocional para a criança, criando assim um vínculo afetivo”, orientou.

Outra dica importante é tentar buscar a criança na escola sempre antes do horário previsto, aumentando gradativamente a cada dia, fazendo assim com que a criança sinta prazer em retornar para a escola.

A jornalista Manoela Fonseca, mãe do Guilherme (3 anos), contou como foi a experiência quando o pequeno foi para a escola com um ano e quatro meses. “Ele chorou todos os dias, por um mês, quando o deixava na escola. Foram 30 dias com o meu coração apertado, mas segui firme e insisti. A escola me mandava fotos via aplicativo para ver que ele tinha parado de chorar e estava bem. Mas eu ainda ficava triste e quando estava fazendo um mês, ele ainda chorando, desisti. Ia conversar com a direção para informar que ia tirá-lo, mas exatamente neste dia ele entrou na escola sem chorar. No dia seguinte também não chorou, no outro também, foram passando as semanas e ele não chorava mais. Vi que era uma fase, um pouco chata, mas passou. É preciso confiar na escola e, se a mãe se sentir segura, manter suas decisões”, disse.

Fonte: psicopedagoga Patrícia Vieira


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Os cientistas criaram um grupo fictício chamado Gearoos. As crianças foram divididas em três turmas. Uma delas não recebeu informação, a segunda ouviu a conversa de um adulto ao telefone falando coisas negativas sobre os Gearoos e o outro grupo escutou os comentários ruins diretamente de outro adulto. Na sequência, eles foram questionados se gostariam de ser amigos dos Gearoos.

O resultado mostrou que 67% das crianças do primeiro grupo disseram que sim. Dos que ouviram o telefonema, 39% toparam a amizade. Daqueles que receberam a mensagem diretamente, só 21% gostariam de conhecê-los. “Entender como as fofocas moldam as opiniões das crianças mostra aos pais a importância de inspirar respeito em cada frase”, diz o pesquisador Jonathan Lane, professor de Psicologia da Universidade Vanderbilt.

Fonte: revista Crescer


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Durante a gravidez da Asia, os pais decidiram, por meio de uma indicação, armazenar as suas células-tronco do sangue de cordão umbilical em um banco europeu. Ainda bem!

Com o passar do tempo, os pais observaram que a menina Asia tinha dificuldades de manter-se em pé, para segurar objetos e não estava se desenvolvendo como as outras crianças. Contudo, somente com dois anos, Asia foi diagnosticada com um tipo de paralisia cerebral devido à ausência de oxigênio durante o parto. O médico, que realizou o diagnóstico, disse que ainda que não houvesse cura para a doença, a fisioterapia poderia ajudar a diminuir a inflamação dos músculos e indicou que procurassem um tratamento com as células-tronco que foram armazenadas.

Os pais, por meio do banco que armazenou as células-tronco, conseguiram um contato com a Universidade de Duke nos EUA, a qual realiza este tipo de tratamento para paralisia cerebral. Em Duke, Asia recebeu a primeira infusão de células-tronco e em menos de um mês já foi possível observar melhoras no nível da fala, corrida, escalada e mais força nos braços e pernas. Contudo, mesmo com esse resultado positivo, os especialistas da Universidade de Duke, indicaram uma 2ª infusão de células-tronco para finalizar o tratamento.

Atualmente com 4 anos de idade, Asia já terminou o 2º ano do pré-escolar e mesmo sabendo que é a criança mais baixa da sua turma, tem conseguido manter-se com o mesmo desenvolvimento das outras crianças, como praticar aulas de dança e participar do espetáculo do final do ano.

Seus pais estão muito satisfeitos com o resultado do tratamento e a melhora da filha, sabendo que tudo isso foi possível por conta do armazenamento das células-tronco do sangue do cordão umbilical.

Fonte: Parent’s Guide to Cord Blood Foundation

https://parentsguidecordblood.org/en/news/asias-cord-blood-story


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Exames sugerem que isso aconteceria por uma maior conectividade entre as regiões auditivas e motoras do cérebro

Muitos são os benefícios comprovados da música para as crianças e isso não exclui aquelas que se enquadram no transtorno do espectro autista (TEA). Um estudo canadense mostrou que atividades musicais, como cantar e tocar instrumentos, podem melhorar as habilidades de comunicação social dessas crianças, bem como a qualidade de vida da família.

Para chegar a essa conclusão, os pesquisadores da Universidade de Montreal e da Escola de Ciências da Comunicação e Distúrbios da Universidade McGill (Canadá) recrutaram 51 crianças com TEA, com idades entre 6 e 12 anos, que foram designadas a dois grupos de terapia: um envolvendo música e outro não.

Após três meses de sessões semanais, os pais das crianças do grupo de música relataram melhorias significativas nas habilidades de comunicação e na qualidade de vida das crianças, não observadas no grupo controle.

Os exames de ressonância magnética, aos quais as crianças foram submetidas antes e depois das sessões, sugerem que a melhora na comunicação se deu por uma maior conectividade entre as regiões auditivas e motoras do cérebro – estimulada pela música –, e uma diminuição entre as regiões auditivas e visuais, comumente observadas no espectro autista.

Megha Sharda, autora principal do estudo, explica que essa conectividade entre o auditivo e o motor é crucial para a interação social. “Quando estamos nos comunicando com outra pessoa, precisamos prestar atenção ao que ela está dizendo, planejar com antecedência para saber quando é a nossa vez de falar e ignorar o ruído irrelevante. Para pessoas com autismo, isso pode ser um desafio”, afirma. Abram Topczewski, neuropediatra do Hospital Israelita Albert Einstein (SP) e autor do livro Transtorno do Espectro Autista: como lidar, observa que a atividade musical também se mostra prazerosa para essas crianças.

“Notamos que elas gostam muito, tanto que vários músicos famosos estavam dentro do espectro. Há uma certa predileção pela música e muitas têm até facilidade para tocar instrumentos. Não à toa, recomendamos aulas de música como parte do tratamento”, conta. “A música é, por si só, uma forma de comunicação e ajuda muito no desenvolvimento”, completa.Outras atividades indicadas para crianças com o transtorno são a equoterapia e esportes, como a natação. “Essas crianças se relacionam muito bem com animais e acabam criando algo único com os cavalos. No caso da natação, a relação centralizada no adulto, o professor, acaba servindo de ponte para que comece a se relacionar com outras crianças na aula, favorecendo a comunicação”, afirma o especialista.

Fonte: revista Crescer


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Avalie a possibilidade e garanta um estoque para muitos meses

Depende da vontade dos pais. Quem opta pelo chá pode fazer um estoque de fraldas e não ter de comprá-las por um bom tempo. Mas você precisa saber que, mesmo definindo a marca, algumas pessoas podem não seguir sua escolha. E ainda há o risco de seu filho ter alergia. Caso ele não se adapte a um modelo que tenha ganhado, sempre é possível doar as fraldas para alguma instituição.

Quantas pedir?
A quantidade de fraldas que um bebê usa pode variar muito. Para ter uma média de quantas pedir, siga o cálculo:

RN: dependendo do tamanho que seu filho nascer, talvez nem use. Por isso, espere as últimas semanas de gravidez para ver se vale a pena ter.

P: 480 fraldas nos dois primeiros meses.

M: 720 fraldas, do terceiro ao sexto mês.

G:
 900 fraldas, do sétimo mês até 1 ano.

EG: 
1.800 fraldas, de 1 até 2 anos.

Fonte: revista Crescer


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Pesquisadores da Universidade da Califórnia em São Francisco deram “passo crítico” para encontrar uma solução para a doença

Pesquisadores conseguiram pela primeira vez criar células humanas que produzem insulina utilizando células-tronco. A novidade científica é um avanço em direção à criação de uma cura para o diabetes tipo 1.

“Os tratamentos terapêuticos atuais tratam apenas os sintomas da doença com injeções de insulina”, segundo Gopika Nair, autora do estudo, realizado pela Universidade da Califórnia em São Francisco. “Nosso trabalho aponta para diversas avenidas empolgantes para finalmente encontrarmos uma cura para a doença.” O estudo completo foi publicado no periódico Nature Cell Biology.

Com a nova técnica, os pesquisadores conseguiram reproduzir em laboratório células beta pancreáticas que são destruídas pelo diabetes tipo 1. Elas são responsáveis pela produção de insulina. Para driblar a dificuldade encontrada por outros pesquisadores para criar as células beta a partir das células-tronco, o time de cientistas da universidade utilizou um modelo baseado em como as células são organizadas no pâncreas humano.

“Agora, podemos gerar células que produzem insulina que são e agem de forma muito similar às células-beta do pâncreas que temos em nossos corpos. Esse é um passo crítico em direção à criação de células que podem ser transplantadas para pacientes com diabetes”, afirmou Matthias Hebrok, professor emérito em pesquisa sobre diabetes da Hurlbut-Johnson, na UCSF, e diretor do Centro de Diabetes da UCSF.

Apesar do avanço científico significativo, ainda são necessários testes em humanos e uma série de certificações de órgãos de saúde para que a solução seja efetivamente aplicada em pacientes de diabetes. A equipe de pesquisadores considera alterar células com a técnica de edição genética conhecida como CRISPR para implantar as células de laboratório sem precisar ministrar remédios imunossupressores.

Fonte: revista Exame


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Se você tem o desejo de ter filhos neste ano, veja quais são os cuidados necessários

Aumentar a família é o desejo de muita gente e um pedido comum na virada do ano. Se você faz parte desse grupo e sonha em ter filhos, deve saber que, antes de dar o primeiro passo, é interessante tomar alguns cuidados para garantir uma gestação mais tranquila e saudável. “Algumas precauções são essenciais para que a mulher esteja mais preparada para a gravidez, minimizando o risco de algumas potenciais complicações”, justifica Renato de Oliveira, ginecologista e infertileuta da Criogênesis.

  • Consulte o seu ginecologista: é uma ótima oportunidade para fazer aquela avaliação geral (principalmente, se o check up de rotina não está em dia), esclarecendo todas as dúvidas em relação ao tema. Converse com o médico sobre seu antecedente de doenças pessoais, além de possíveis gestações anteriores. Também vale relatar tudo o que está sentindo e as alterações que têm percebido, tanto físicas quanto psicológicas.
  • Conheça o histórico familiar de doenças: investigue se há casos na família de anemia falciforme, fibrose cística, atrasos de desenvolvimento, defeitos congênitos ou problemas de coagulação. Tendo esse cuidado prévio, é mais certo prevenir complicações durante a gravidez e após ela, para a mãe e o bebê.
  • Invista em ácido fólico: se já é uma vontade do casal engravidar, é indicada uma suplementação vitamínica de ácido fólico, no mínimo, 3 meses anteriores à gravidez. Isto pode reduzir o risco de defeitos no fechamento do tubo neural do bebê, que corresponde à coluna e à parte da cabeça. É fundamental falar com o seu médico sobre essa possibilidade antes de começar.
  • Atualize a caderneta de vacinação: mais do que nunca é recomendado estar em dia com as vacinas contra rubéola, sarampo, coqueluche, hepatite B e tétano. “As três últimas podem ser feitas na gravidez, se necessário. A vacina contra influenza está indicada para todas as gestantes. Existem períodos certos para a vacinação, sendo necessário, portanto, seguir a orientação médica”, complementa.
  • Tenha hábitos saudáveis: vários estudos apontam que é mais complicado engravidar quando se está muito acima ou abaixo do peso. A prática de atividades físicas é uma aliada importante no fortalecimento da musculatura, permitindo que lide de uma forma mais adequada às alterações do corpo durante a gravidez. “Outra dica é diminuir o consumo excessivo de álcool, que pode alterar o ciclo menstrual e dificultar a ovulação, e abandonar o tabagismo”, finaliza Renato.

Fonte: revista Pais e Filhos


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Após um estudo controverso no outono passado, recomendando que não fosse necessário que as pessoas mudassem sua dieta em termos de carne vermelha e carne processada, um grande estudo novo e cuidadosamente analisado vincula o consumo de carne vermelha e processada a um risco ligeiramente maior de doenças cardíacas e morte, de acordo com a Northwestern Medicine e Cornell University.

Principais conclusões:

  • Um risco 3 a 7% maior de doenças cardiovasculares e morte prematura para pessoas que comiam carne vermelha e processavam carne duas porções por semana.
  • Um risco 4% maior de doença cardiovascular para pessoas que ingeriram duas porções por semana de aves, mas as evidências até agora não são suficientes para fazer uma recomendação clara sobre a ingestão de aves. E o relacionamento pode estar relacionado ao método de cozinhar o frango e ao consumo da pele, em vez da própria carne de frango.
  • Não há associação entre comer peixe e doenças cardiovasculares ou mortalidade.

“É uma pequena diferença, mas vale a pena tentar reduzir a carne vermelha e processada, como calabresa, mortadela e carnes deliciosas”, disse a autora sênior do estudo, Norrina Allen, professora de medicina preventiva da Faculdade de Medicina da Universidade Northwestern Feinberg. “O consumo de carne vermelha também está constantemente ligado a outros problemas de saúde como o câncer”.

O que devemos comer?

“Peixes, frutos do mar e fontes vegetais de proteínas, como nozes e legumes, incluindo feijões e ervilhas, são excelentes alternativas à carne e pouco consumidas nos EUA”, disse a co-autora do estudo Linda Van Horn, professora de medicina preventiva em Feinberg. 

O estudo encontrou a associação, mas as evidências até agora não são suficientes para fazer uma recomendação clara sobre a ingestão de aves, disseram os pesquisadores. Ainda assim, frango frito não é recomendado.

O estudo foi feito com 29.682 participantes com idade média de 53 anos.

Fonte: jornal Science Daily


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Ao longo do seu crescimento, os filhos deliciam os pais com as suas conquistas, evoluções e descobertas. A felicidade e tranquilidade de um filho significam para as famílias um “trabalho parental” de qualidade e sucesso.

Simultaneamente ao aparecimento de novas competências individuais e relacionais surgem as primeiras ansiedades dos pais relativamente a momentos intranquilos durante o sono dos seus filhos.

Por que as crianças tem terrores noturnos ou pesadelos?

Nos primeiros meses de vida e, relacionado com as sensações de bem-estar e segurança, o acordar do bebé durante o sono está diretamente relacionado com a necessidade de se satisfazer. Ou seja, o bebé pode acordar porque tem fome, porque tem a fralda suja ou ainda porque necessita de algum conforto físico e emocional.

Com o passar do tempo, a criança vai-se tornando cada vez mais independente e curiosa, procurando de forma ativa conhecer e participar no mundo que a rodeia e, deste modo, passa a estar acordada mais horas durante o dia. Neste sentido, assimila qual o momento do dia no qual deve dormir e quando deve estar acordada.

Quando as rotinas são equilibradas, a criança assume a hora do deitar e do acordar de forma natural, apesar de inevitavelmente poderem ocorrer noites mais serenas do que outras e daí o aparecimento dos eventuais pesadelos ou terrores noturnos.

Pesadelos ou terrores noturnos?

Os pesadelos ou terrores noturnos surgem por norma a partir dos dois anos de idade. São ambos experiências desagradáveis que ocorrem durante o período do sono e frequentemente são confundidos, mas na realidade têm características distintas.

Durante o pesadelo a criança não costuma falar, chorar ou gritar durante o sono, mas é comum a criança despertar sobressaltada, ansiosa e com medo. O medo é comum em ambas as formas de perturbação do sono e tende a estar diretamente associado ao conteúdo do sonho. Por vezes, tende a ser tão real e perturbador que a criança pode sentir necessidade de ser tranquilizada pelos pais.

Geralmente, os pesadelos não constituem uma preocupação para os pais, uma vez que com o passar do tempo, separar a fantasia da realidade vai- se tornando mais fácil e é natural que os maus sonhos desapareçam sem ser necessário uma intervenção especializada.

Contudo, em alguns casos, a ajuda profissional pode ser necessária quando existem consequências no seu bem-estar, como o medo de adormecer, palpitações, irritabilidade, ansiedade, sonolência durante o dia, dificuldades de concentração, etc. É importante respeitar o medo da criança, pois para ela o medo é sentido como real. Ouça os seus receios com atenção e tranquilidade, confortando-a em seguida.

Ofereça- lhe segurança ao dizer que estará no quarto mesmo ao lado e que não irá permitir que algo de mal lhe aconteça. Encoraje-a a enfrentar e resolver os seus problemas sozinha, usando os seus próprios recursos. Procurem, em conjunto, encontrar soluções criativas e positivas para enfrentar o medo.

Em relação aos terrores noturnos, podemos considerar que são manifestações próximas do sonambulismo, são despertares incompletos em que a criança não sai da cama, mas geralmente senta-se. A criança grita, fica agitada e chora desconsoladamente. Tem os olhos abertos mas não está acordada, ao contrário do que acontece quando desperta de um pesadelo. Este episódio não deve demorar mais de cinco ou dez minutos.

Os terrores noturnos podem ser potenciados pelo cansaço ou stress emocional, por rotinas irregulares de sono, pela febre, por alguns medicamentos ou por uma fase de alteração de vida, como, por exemplo, o nascimento de um irmão ou a entrada na escolinha.

O que fazer?

Deve-se deixar a criança voltar a adormecer. Para desespero de alguns pais, tentar acalmar não resulta! Apesar das crianças estarem em agitação, eventualmente a gritar e a espernear, não estão a sentir medo.

Em vez de tentar acordar a criança, pode ficar ao seu lado em silêncio, sem intervir muito, para não a assustar mais, até ela voltar ao sono de onde, na verdade, nunca saiu. Estando perto, garante também que a criança não se magoa durante os seus gestos de agitação.

Se, no meio desse processo, a criança acordar e voltar a reconhecer os pais, é natural que fique um pouco confusa e assustada, com receio de voltar a dormir, ainda que cheia de sono. Também não vale a pena falar com a criança sobre o assunto no dia seguinte, porque ela não se vai lembrar do sucedido e pode assustar-se, além disso, ela não pode fazer nada para que o episódio não se repita.

Fonte: portal Academia do Bebê


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Não há casos confirmados no Brasil, mas o Ministério da Saúde orienta cuidados básicos para reduzir o risco geral deste tipo de doença

O novo coronavírus vem causando preocupação em todo o planeta devido ao número crescente de casos confirmados. A doença já causou ao menos 106 mortes na China e há mais de 4,5 mil pessoas infectadas.

Não há casos confirmados no país, mas a Secretaria Estadual de Saúde de Minas Gerais (SESMG) afirmou nesta semana que uma jovem de 22 anos foi internada em Belo Horizonte (MG) com suspeita de contaminação pelo coronavírus.

Em meio ao cenário de alerta, o Ministério da Saúde orienta 10 cuidados básicos que podem reduzir o risco geral de contrair ou transmitir infecções respiratórias agudas, incluindo o novo coronavírus:
  • Evitar contato próximo com pessoas que sofrem de infecções respiratórias agudas;
  • Lavar frequente as mãos, especialmente após contato direto com pessoas doentes ou com o meio ambiente;
  • Utilizar lenço descartável para higiene nasal;
  • Cobrir nariz e boca quando espirrar ou tossir;
  • Evitar tocar mucosas de olhos, nariz e boca;
  • Higienizar as mãos após tossir ou espirrar;
  • Não compartilhar objetos de uso pessoal, como talheres, pratos, copos ou garrafas;
  • Manter os ambientes bem ventilados;
  • Evitar contato próximo a pessoas que apresentem sinais ou sintomas da doença;
  • Evitar contato próximo com animais selvagens e animais doentes em fazendas ou criações.

A pasta também pede que os profissionais de saúde tomem medidas padrões de precaução, como uso de máscara cirúrgica, luvas, avental não estéril e óculos de proteção.

Fonte: Portal Metrópoles