Blog

CLASSIC LIST

Joelho-e-tendão.jpg

A descoberta pode ser um divisor de águas no tratamento de lesões tendíneas, evitando a cirurgia

O acúmulo de tecido cicatricial torna a recuperação de manguitos rotadores rasgados, joelho de saltador e outras lesões tendíneas um processo doloroso e desafiador, muitas vezes levando a rupturas secundárias. Uma nova pesquisa liderada por Chen-Ming Fan, de Carnegie, revela a existência de células-tronco tendíneas que poderiam ser potencialmente aproveitadas para melhorar a cicatrização e até evitar a cirurgia.

“Tendões são tecidos conjuntivos que amarram nossos músculos aos ossos, eles melhoram nossa estabilidade e facilitam a transferência de força que nos permite avançar. Mas eles também são particularmente suscetíveis a ferimentos e danos”, explicou Fan.

Infelizmente, uma vez que os tendões são lesionados, eles raramente se recuperam completamente, o que pode resultar em mobilidade limitada e exigir manejo da dor a longo prazo ou até cirurgia. O culpado são as cicatrizes fibrosas, que perturbam a estrutura do tecido do tendão.

Trabalhando com Tyler Harvey e Sara Flamenco, de Carnegie, Fan revelou todos os tipos de células presentes no tendão patelar, encontrados abaixo da rótula, incluindo células-tronco tendíneas indefinidas.

“Como as lesões nos tendões raramente se curam completamente, pensava-se que as células-tronco tendíneas talvez não existissem. Muitos os procuraram sem sucesso, mas nosso trabalho os definiu pela primeira vez”, disse o principal autor Harvey.

As células-tronco são células “em branco” associadas a quase todos os tipos de tecido, que não se diferenciaram totalmente em uma funcionalidade específica. Eles também podem se auto-renovar, criando um pool a partir do qual tipos celulares diferenciados podem se formar para apoiar a função de um tecido específico. Por exemplo, as células-tronco musculares podem se diferenciar em células musculares. Mas até agora, as células-tronco do tendão eram desconhecidas.

Surpreendentemente, a pesquisa da equipe mostrou que tanto as células fibrosas do tecido cicatricial quanto as células-tronco tendíneas se originam no mesmo espaço – as células protetoras que circundam um tendão. Além disso, essas células-tronco dos tendões fazem parte de um sistema competitivo com precursores de cicatrizes fibrosas, o que explica por que a cura dos tendões é um desafio.

A equipe demonstrou que as células-tronco dos tendões e as células precursoras do tecido cicatricial são estimuladas a agir por uma proteína chamada fator de crescimento A derivado de plaquetas. Quando as células-tronco tendíneas são alteradas para não responderem a esse fator de crescimento, apenas o tecido cicatricial e nenhuma nova célula tendínea se formam após uma lesão.

“As células-tronco tendíneas existem, mas precisam superar os precursores do tecido cicatricial para impedir a formação de cicatrizes fibrosas e difíceis. Encontrar uma maneira terapêutica de bloquear as células formadoras de cicatrizes e melhorar as células-tronco tendíneas pode ser um divisor de águas quando se trata de tratar lesões nos tendões”, explicou Fan.

Este trabalho foi apoiado pelos Institutos Nacionais de Saúde dos EUA.

Fonte: Portal Science Daily


Criança-brincando-2.jpg

Quatro em cada cinco crianças e adolescentes brasileiros entre 11 e 17 anos realizam menos atividade física do que a uma hora diária recomendada. A porcentagem constatada no país (83,6%) é maior que a média mundial de 81%, de acordo com estudo divulgado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) na revista científica The Lancet, e realizado em parceria com Imperial College London e Universidade da Austrália Ocidental. Para a OMS, ações urgentes são necessárias, como políticas voltadas ao aumento da atividade física, principalmente para garotas.

Os dados mostram que em 15 anos, entre 2001 e 2016, a realidade brasileira pouco se alterou, passando de 84,6% para os atuais 83,6% de jovens sem a frequência de exercícios recomendada. Entre os meninos, as atividades físicas são mais frequentes, mas 78% ainda não as realizam dentro do padrão recomendado. Entre as meninas, esse número chega a 89,1%, seguindo uma tendência mundial que a OMS pretende combater. Para isso, a organização pede políticas específicas para promover, atrair e manter garotas ligadas a essas atividades.

No mundo, a variação ao longo das duas últimas décadas foi mais significativa entre os garotos do que entre as garotas. No sexo masculino, a falta de atividade passou de 80,1% para 77,6%, enquanto que no sexo feminino a queda foi de 85,1% para 84,7%. O estudo alerta que, se a tendência continuar, a meta estabelecida de se reduzir 15% não será alcançada até 2030.

Os pesquisadores destacam que os benefícios de um estilo de vida fisicamente ativo são bem conhecidos. Eles incluem a melhora cardiorrespiratória e muscular, além de efeitos sobre os ossos e o metabolismo. Os benefícios para a saúde se estendem da adolescência para a vida adulta, com impacto ainda sobre a atividade cognitiva e a sociabilidade comportamental.

Preste atenção

  1. Exercício mínimo

A recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) é que adolescentes pratiquem um mínimo de 60 minutos de atividade física por dia em uma intensidade de moderada a vigorosa.

  1. Efeitos sobre a saúde

O sedentarismo tem efeitos já reconhecidos sobre a deterioração da saúde, como o desencadeamento de processos de sobrepeso e obesidade e consequências relacionadas à hipertensão e diabete, por exemplo. No lado oposto, a atividade física tem efeitos positivos sobre o metabolismo e o desenvolvimento cognitivo que se estendem da infância e adolescência para a idade adulta.

3.Em frente a telas

Um dos principais fatores relacionados ao sedentarismo de crianças e adolescentes são telas de televisão, computadores e videogames, apontam especialistas. Estudos mostraram que o tempo excessivo gasto em frente a esses aparelhos pode ter efeito sobre o desenvolvimento dos jovens.

4.Políticas e soluções

A OMS diz que alterar essa realidade exige esforços em diversas frentes, de políticas de incentivo à prática esportiva ao engajamento de líderes comunitários e profissionais em escolas. Identificar, entender e intervir nas causas culturais, sociais e econômicas são passos necessários.

Fonte: Jornal Estadão


Mais-abraço.jpg

Com a segurança de quem é pai de três, avô e um profissional com um extenso currículo — doutor em pediatria, especialista em amamentação, além de autor de diversos livros —, o pediatra espanhol Carlos Gonzales veio ao Brasil conversar sobre os temas que mais causam preocupação aos pais, como alimentação, amamentação, desfralde e sono.

Na platéia, estavam pais e mães como a chef de cozinha Aline Glade, 33, mãe de Lilah, 2 anos. “Eu acho que o mais difícil é filtrar as informações que chegam até a gente, principalmente de familiares. Recentemente, Lilah teve uma tosse incessante por três meses e, por pressão deles, fui contra os meus instintos e acabei tomando a decisão errada. Me senti culpada, chorei, mas foi um aprendizado”, conta. “Acho que esses encontros nos trazem mais segurança para continuarmos sendo os melhores pais e reafirmar tudo o que a gente vem fazendo”, completa.

O encontro, realizado pela Editora Timo e com o apoio da Revista Crescer, aconteceu no Teatro Fecap, em São Paulo. “Sonhamos em conseguimos reunir essa turma incrível de pessoas em um evento muito bacana, para nos sentirmos mais potentes, mais felizes, mais conectados”, anunciou Ana Basaglia, publisher da Editora Timo, durante a abertura. O encontro também contou com a participação de profissionais como a neonatologista Marcia Zani, o pediatra Moisés Chencinski, a médica de família Denize Ornelas, as jornalistas Alessandra Gaidargi e Daniela Tófoli, diretora de grupo da Editora Globo, a escritora Thais Vilarinho e o psicólogo Alexandre Coimbra.

FILHOS COM BOM-HUMOR

Com muito bom-humor, o pediatra começou citando algumas situações do cotidiano dos pais, principalmente de primeira viagem. “As mães, quando vão ao pediatra pela primeira vez, costumam perguntar se precisam colocar despertador para amamentar o filho durante a madrugada. Mais tarde, elas ficam loucas, pois o bebê acorda de duas em duas horas. Então, eu digo: ‘Agora você pode ficar tranquila, pois não precisa de um despertador”, brincou. “Nessa idade, a única coisa que o bebê quer é a presença da mãe. Muitas vezes, quando ele acorda, ele quer apenas ela. Até os 3 anos, mais ou menos, ele vai chorar pedindo por você. Depois disso, ele vai parar de chorar, pois vai conseguir levantar e ir para a sua cama”, avisa.

Sobre a tão polêmica cama compartilhada, o pediatra afirma: “Basicamente, um bebê pode dormir em um moisés ao lado da cama dos pais, na cama com os pais ou sozinho, no seu próprio quarto. Cada família tem sua maneira. O importante é que os pais tenham o direito de dormir da maneira que quiserem e que possam mudar essa maneira, mais tarde, se desejarem”. Mas também fez alguns alertas, principalmente quanto aos riscos de asfixia. “A Academia Americana de Pediatra alerta quanto ao uso de pelúcias, protetores de berço, cobertores e almofadas dentro dos berços”, diz.

MITOS E VERDADES

Durante a palestra, Dr. Carlos também esclareceu alguns dos principais mitos da maternidade. Quem já não ouviu a frase: “Não sei porque amamentar por tanto tempo. Seu leite não alimenta, agora é água”. Segundo o pediatra, existem diversos estudos que comprovam que isso é mito. “Quanto mais o tempo passa, maior será a quantidade de calorias passadas pelo leite. O leite materno, se comparado a outros alimentos como papinhas, frutas e legumes, possui mais calorias, além de proteínas e cálcio”, diz.

Carlos González: “Seu filho não come? Não é preciso insistir, prometer, enganar, em meter-lhe a colher na boca”

Sobre a alimentação, que talvez seja a maior preocupação dos pais, ele falou: “Muitos me dizem: — Meu filho só quer comer doce! — Somos responsáveis pela comida que temos em casa. Se o seu filho só come chocolate, é porque você compra. O problema, então, não é o chocolate”. Além disso, o pediatra afirma que é um erro achar que criança deve comer de tudo. “Antigamente, cada região comia apenas os alimentos que cultivavam. Não se tinha acesso a tudo. Ela pode não comer de tudo, mas ter uma alimentação saudável”, completa. E quando seu filho recusar o parto, Dr. Carlos dá a dica: “prêmios ou castigos não servem para nada. Não insista, não faça promessas ou chantagem emocional. Deixe a criança em paz. Faça a refeição e ofereça. Se não quiser, tudo bem. A responsabilidade de oferecer alimentos saudáveis é sua. Você decide o que ela vai comer. Alguns dias, ela vai comer mais e outros menos. Todos somos assim”, explicou.

Quando o assunto é birra, ele afirma: “É mito dizer que as crianças precisam aprender a tolerar suas frustrações. Nenhuma criança precisa aprender a controlar-se como se não estivesse frustrada. Não podemos ensinar a criança a fingir. É nossa obrigação dizer o que elas devem ou não fazer, e elas ficarão frustradas, sim. Mas nós é que devemos aprender a tolerar as frustrações delas. Não podemos esperar que façam tudo o que mandamos e ainda fiquem agradecidas, isso é impossível”, explica.

Por fim, o pediatra deixou um recado que soa mais como um “alivio”: “Passamos décadas escutando que as crianças devem ser estimuladas com músicas, brinquedos e conversas. Os pais de hoje em dia já chegam no consultório com um bebê de um mês querendo saber o que devem fazer para estimular o tato, o olfato. Crianças não precisam de pais que fiquem falando, brincando, gesticulando ou cantando o tempo todo. Precisam de pais que abracem, mesmo que em silêncio, e os dêem afeto. Estímulo demais acaba até sendo perturbador e uma poluição sonora para eles. Seus filhos vão crescer muito mais rápido do que você imagina. Não perca tempo se preocupando com coisas pequenas”.

“Leveza e afeto. Se eu fosse resumir a maternidade e paternidade pelo olhar do Dr. Carlos González seriam essas as palavras que mais ele nos transmite ao falar do cuidado com os filhos. Foi um dia inspirador e cheio de informação, que tira aquele aperto no coração de muitos pais que buscam fórmulas prontas ao cuidar dos filhos”, finalizou a editora-chefe da Crescer, Ana Paulo Pontes. “Ele é incrível. Eu acho que o que ele falou hoje deveria estar em todos os ônibus, em todas as escolas, em todos os ambientes públicos, pois em todos eles têm crianças, uma mãe e um pai. As frases dele salvariam, sem dúvida, a sociedade como um todo. Ele te mostra uma lógica e você pensa: ‘Nossa, é tão simples! Como não pensei nisso antes?’ É uma ‘calma’ pra quem está cheia de tanta culpa”, finalizou a professora, bióloga e consultora em aleitamento materno e mãe de dois, Livia Polichiso, 33.

Fonte: Revista Crescer


Fiz-laqueadura-e-engravidei.jpg

A servidora pública Edmara Bartnikosski levou um susto ao descobrir que está grávida do quarto filho. Ela conta que decidiu fazer a laqueadura no parto do caçula, que tem apenas 11 meses. Entenda!

“Há algumas semanas passei mal, tive muitas cólicas. Fui ao médico e ele recomendou uma ultrassonografia. Fui fazer achando que poderia ser qualquer outra coisa, mas não! O médico falou: ‘Aqui tem um bebê’. Eu: ‘O que? Não, é impossível! Tenho um bebê de 11 meses. Fiz laqueadura””, revelou a servidora pública Edmara Bartnikosski, 32 anos, de Campo Grande, Mato Grosso do Sul, em suas redes sociais.

A gravidez de 13 semanas foi uma surpresa e tanto, já que ela é mãe de três meninos — um de 14 anos, outro de 11 anos e o caçula de apenas 11 meses —, e havia decidido que não queria mais ter filhos. A laqueadura, do tipo salpingectomia bilateral, foi realizada durante a cesárea do último parto, no dia 14 de setembro do ano passado. “Engravidei cerca de oito meses após ter feito a laqueadura”, disse ela, que ainda está abalada. “Fiquei deprimida e, na verdade, ainda estou”, admitiu. “Eu tive trombose após o terceiro parto e fiquei internada. Com essa nova gestação, tenho risco de ter de novo e, por isso, estou fazendo uso de anticoagulante”, completou.

Edmara também disse que o filho mais velho tem deficiência física e ainda precisa de fisioterapia, pois anda com dificuldades. “Tudo isso me deixa muito preocupada e também foi um dos fatores para eu decidir fazer a laqueadura”, conta. Passado o susto, a mãe de três — que, em breve, será mãe de quatro — escreveu: “Depois eu disse: ‘Doutor, aumenta o som’. Ouvi o coração batendo e só chorei. Meu Deus, e agora?”.

O post foi o bastante para deixar outras mulheres assustadas. “Nossa! Fiz uma laqueadura há nove anos, que medo”, escreveu uma. “A minha laqueadura se chama Beatriz e vai completar 1 mês”, contou outra. “Mas foi erro do médico que fez a laqueadura ou é normal acontecer isso?”, essa é q questão.

É POSSÍVEL ENGRAVIDAR APÓS LAQUEADURA?

Segundo o ginecologista e obstetra Alexandre Pupo, dos Hospitais Sírio Libanês e Albert Einstein, em São Paulo. É raro, mas pode acontecer sim. “A taxa de falha é de 0,3% a 0,5%, principalmente no primeiro ano após a laqueadura. Isso significa que uma em cada 200 mulheres submetidas ao procedimento pode engravidar”, afirmou. “Trata-se de um procedimento cirúrgico. Nele, nós seccionamos e ‘amarramos’ as trompas, ou seja, realizamos uma ligadura. O processo de cicatrização leva cerca de 21 dias e, a partir daí, a passagem para os óvulos e espermatozóides fica bloqueada. No entanto, existe a possibilidade de, no processo de cicatrização, eventualmente, ocorrer a recanalização. Isto é, a trompa pode recanalizar, pode reabrir o caminho, por diversas razões”, completa. Portanto, segundo o obstetra, caso a mulher engravide, não deve ser considerado um erro ou negligência do cirurgião.

Por outro lado, o obstetra explica que para quem já fez a laqueadura há alguns anos, as chances de engravidar são menores. “A cada ano que passa, é menos provável que haja falha”, afirma. “Mas é claro, é um método que pode falhar, como qualquer outro. Nenhum método de anticoncecpção é 100% eficaz. Inclusive, recentemente foi divulgado um dado mundial referente a falhas de métodos anticoncepcionais, e o mais seguro — mais do que a laqueadura — é o DIU hormonal”, finalizou.

Fonte: Revista Crescer


fast-food-foto.jpg

Alimentos ultraprocessados, que representam mais da metade das calorias diárias médias dos americanos, estão ligados a medidas mais baixas de saúde cardiovascular, de acordo com uma pesquisa do Controle e Prevenção de Doenças (CDC).

O fato descobriu que para cada aumento de 5% nas calorias dos alimentos ultraprocessados que pessoa comia, havia uma diminuição correspondente na saúde cardiovascular geral. Adultos que ingeriram aproximadamente 70% de suas calorias de alimentos ultraprocessados tinham metade da probabilidade de ter uma saúde cardiovascular “ideal”, conforme definido pelo Life’s Simple, da American Heart Associations.

Os alimentos foram categorizados em grupos de acordo com a extensão e a finalidade do processamento industrial a que são submetidos. Eles são feitos total ou principalmente a partir de substâncias extraídas de alimentos, como gorduras, amidos, gorduras hidrogenadas, açúcar adicionado, amido modificado e outros compostos e incluem aditivos cosméticos, como sabores artificiais, cores ou emulsificantes. Exemplos incluem refrigerantes, lanches salgados, biscoitos, bolos, carnes processadas, nuggets de frango, sopas instantâneas em pó e embaladas e muitos itens frequentemente comercializados como “alimentos de conveniência”.

“Dietas saudáveis desempenham um papel importante na manutenção de um coração e vasos sanguíneos saudáveis”, disse Zefeng Zhang, epidemiologista do CDC. “A ingestão de alimentos ultraprocessados geralmente substitui os alimentos saudáveis, ricos em nutrientes, como frutas, verduras, grãos integrais e proteínas magras, fortemente vinculadas à boa saúde do coração. Além disso, os alimentos ultraprocessados costumam ter alto teor de sal, açúcar, gordura saturada e outras substâncias associadas ao aumento do risco de doença cardíaca”, acrescentou.

Usando dados da Pesquisa Nacional de Saúde e Nutrição (NHANES) coletados entre 2011 e 2016, os pesquisadores do CDC revisaram os resultados de 13.446 adultos, com 20 anos de idade ou mais, que completaram um recordatório alimentar de 24 horas e responderam perguntas sobre seus saúde cardiovascular.

“Este estudo ressalta a importância de construir uma dieta mais saudável, eliminando alimentos como bebidas açucaradas, biscoitos, bolos e outros alimentos processados”, disse Donna Arnett, Ph.D., ex-presidente da American Heart Association e reitor da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de Kentucky, em Lexington. “Há coisas que você pode fazer todos os dias para melhorar sua saúde um pouco. Por exemplo, em vez de pegar aquele pedaço de pão branco, pegue um pedaço de pão que seja grão integral ou pão de trigo. Tente substituir um hambúrguer por peixe uma vez ou duas vezes por semana. Fazer pequenas alterações pode melhorar a saúde do coração”.

Fonte: Portal Science Daily


Foto-ato-de-amor.jpg

“Eu não acho que os professores recebem o suficiente pelo que fazem”, escreveu o menino de 9 anos no bilhete que entregou junto com o dinheiro. O caso aconteceu na Flórida, EUA

O estudante Parker Williams, 9 anos, conseguiu surpreender tão positivamente sua professora, Mary Hall Chambers, de uma forma que nenhuma nota dez conseguiria. Há poucos dias, ele chegou na escola Gorrie Elementary School em Tampa, na Flórida, Estados Unidos, e entregou a ela um envelope. Em vez do dinheiro para um passeio, ela encontrou US $ 15 e um bilhete que dizia: “Eu não acho que os professores recebem o suficiente pelo que fazem, então você aceita esse presente? Meu próprio dinheiro”. O menino ofereceu o dinheiro que havia recebido como presente de aniversário para compor o salário da professora. Emocionada e agradecida, Mary respondeu: “Não posso aceitar isso, mas aprecio o gesto, Parker. Estudantes como você são a razão de eu ensinar”.

Em entrevista ao site Today, a mãe de Parker, Jennifer Williams, disse que o gesto do filho também a pegou de surpesa. “Ficamos tão surpresos e impressionados. Na verdade, fiquei com formigamentos nos braços e brotou lágrimas dos meus olhos, pois você nunca sabe, como mãe, se as coisas que tenta ensinar aos seus filhos são realmente certas, e esse foi um ato de bondade aleatório, que ele fez sozinho, sem consultar mais alguém”, contou. “Temos uma regra em nossa casa que, quando você recebe um presente de aniversário, deve dar 10% à caridade”, revela a mãe, que tem mais outros dois meninos. No entanto, ela contou também que ele já havia doado parte e o restante, em vez de gastar com ele, resolveu dar para sua professora.

Ela diz que o filho, além de ser extremamente inteligente, é muito hiperativo e, por isso, as coisas nunca foram muito fáceis pra ele. “Ele teve um momento muito difícil na 1ª e 2ª série”, explicou ela. “Ele tinha excelentes professores, mas a Mary realmente fez um esforço extra este ano para ajudar cada criança em sua sala de aula. O fato de ele ter uma professora que o entende tanto e realmente se esforça o fez querer fazer algo por ela”, completou.

“Quando Parker sorri, ele pode, literalmente, iluminar a sala”, disse a professora. “Ele é um ótimo aluno, obviamente muito atencioso. Sei que ele iniciou um grupo filantrópico com seus dois irmãos mais velhos. Você pode dizer que todos eles estão aprendendo a ser gentis e a mudar este mundo com gestos reais como este. Os professores se esforçam o tempo todo. Costumamos levar trabalho para casa, nosso dia não termina quando a campainha toca. É tão bom que Parker percebeu que fazemos muito mais”, declarou Mary, que leciona há 16 anos. “Qualquer um pode fazer um pequeno ato de bondade para fazer alguém se sentir bem. Foi o que ele fez por mim”, finalizou.

Fonte: Revista Crescer


WhatsApp-Image-2019-11-12-at-10.04.07.jpeg

Estima-se que 400 mil bebês nascem todos os anos de reprodução assistida

De acordo com OMS (Organização Mundial de Saúde), a infertilidade afeta de 50 a 80 milhões de pessoas em todo o mundo e, no Brasil, cerca de 8 milhões de pessoas podem ser inférteis. Entre os fatores que afetam a fertilidade estão a idade, mulheres com menstruações de freqüência irregular e doenças como síndrome dos ovários policísticos (SOP) e endometriose, doença que atinge 10% das mulheres mundialmente. Porém, infertilidade não é um problema apenas da mulher. Um terço dos casos estão relacionados ao homem – mais de 90% dos casos de infertilidade masculina são causados pela baixa contagem de espermatozóides, baixa qualidade espermática ou ambos – e outro terço está ligado a uma combinação de problemas com o casal ou dificuldades desconhecidas.

Para ajudar casais com problemas em engravidar naturalmente, Tratamentos de Reprodução Assistida (TRA), como Fertilização In Vitro (FIV) e Injeção Intracitoplasmática de Espermatozóides (ICSI) são realizados. Estima-se que, globalmente, 400 mil bebês nascem todos os anos de aproximadamente 1,6 milhão de ciclos de TRA. As tecnologias de reprodução assistida cresceram nos últimos anos, mas ainda assim, a ciência não conseguiu impedir o declínio da qualidade ovular que se acentua a partir dos 35 anos de idade.

A Criogênesis oferece serviços de terapia celular e medicina reprodutiva de excelência, estimulando o desenvolvimento da biotecnologia através de diversas pesquisas. Nossa equipe é formada exclusivamente por profissionais da área da saúde com ampla vivência na área de regeneração de tecidos e hemoterapia. Podemos ser contatado durante 24 horas, sete dias por semana, pelos diversos meios de comunicação indicados abaixo. A Vigilância Sanitária, por meio de publicação no Diário Oficial do Estado de São Paulo em 2003, concedeu ao Grupo Criogênesis a Licença Sanitária para atuar na Coleta e Processamento de Células-Tronco Hematopoéticas.

Tire suas dúvidas sobre fertilização in vitro, coleta e armazenamento de células-tronco no telefone (24 horas) 0800-7732166.

Porque a vida merece todas as chances!

Fonte: Revista Exame


Vou-ter-um-irmão-e-agora-FOTO.jpg

A chegada de um segundo filho muda toda a dinâmica da família – e principalmente para o mais velho. Confira como passar por esse período – sem estresse

No meio de tantas perdas e ganhos, decorrentes do desenvolvimento do seu filho, pode ser que você tenha outro bebê. Um “tratamento de choque” rumo à maturidade para o mais velho, digamos assim. Porque, de um dia para o outro, ele perde a exclusividade. O resultado é um misto de ciúme com regressão (ele pode pedir para mamar ou voltar a  fazer xixi na cama, por exemplo) e, às vezes, um pouco de orgulho por ter se tornado o irmão mais velho.

Para tornar o processo (um pouco) menos dolorido, o jornalista Leandro Nigre, 36, pai de João Guilherme, 7, e João Rafael, 2, envolveu o filho mais velho, desde a gravidez, tanto na escolha do enxoval quanto na decoração do quarto que ambos dividem hoje. “Na volta da maternidade, compramos presentes para eles trocarem entre si como um sinal de carinho, e também pedimos às visitas que dedicassem uma atenção especial ao João Guilherme”, conta o pai. Sempre que possível, Leandro dava um jeito de ficar com o bebê para a mãe passear com o primogênito, sozinhos. Os cuidados surtiram o efeito desejado pelos pais: além do nome, os irmãos compartilham a amizade.

A chegada de um irmão pode coincidir, ainda, com a retirada das fraldas, o que se dá entre o segundo e o terceiro ano, normalmente. Mas algumas podem deixá-las um pouco depois, e não há nada de errado nisso. “Quando ela avisa que quer fazer ou já fez xixi ou cocô na fralda, é sinal de que está pronta para começar o desfralde”, afirma o pediatra Nisenbaum.

Por falar em sinais, em teoria, quando o bebê começa a escalar e a pular as grades do berço, é um indicativo de que chegou a hora de mudá-lo para uma cama – de preferência infantil e com proteção lateral. Geralmente, ele já é capaz de sair dali por volta dos 12 meses. No entanto, um estudo publicado na revista científica Sleep Medicine, no ano passado, recomenda a transição somente aos 3 anos. Isso porque, ao analisar dados de quase 2 mil famílias com bebês entre 18 meses e 3 anos,  descobriu-se que aqueles que continuam em berços dormem por mais tempo, pegam no sono antes e vão para a cama mais cedo. Para a pediatra Normeide, da SBP, não existe uma idade ideal para a transição. Isso vai depender da agilidade (e curiosidade) do seu filho. Muitas vezes, ele tem de dar o espaço para o irmão que está para chegar. E, caso ele deixe a cama nova no meio da noite e vá para o quarto dos pais, o que é comum nessa fase, ela recomenda que o pequeno seja levado de volta e que o adulto o aguarde pegar no sono. “Converse com paciência, para que ele compreenda que não se trata de uma ‘expulsão’ e, sim, uma conquista”, conclui.

Como em todas as transições, é preciso entender que cada criança tem o seu ritmo. Vamos valorizar cada momento e conquista: não há por que acelerar a infância. Os ganhos são para todos, acredite.

Fonte: Revista Crescer


Cancer-infanto-juvenil.jpg

Terapia com células-tronco é alternativa de tratamento

Dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) revelam que, nos últimos 20 anos, o número de novos casos de câncer em crianças com idade até 14 anos cresceu 13% no mundo. Nessa faixa etária, os cânceres mais comuns são as leucemias (doença que afeta os glóbulos brancos), os do sistema nervoso central e linfomas (que atinge o sistema linfático). De acordo com Nelson Tatsui, Diretor-Técnico do Grupo Criogênesis e Hematologista do HC-FMUSP, habitualmente o câncer infanto-juvenil não apresenta uma causa específica em que se possa atuar preventivamente.

“Ao contrário de muitos cânceres em adultos, os casos em crianças e adolescentes não estão ligados ao estilo de vida e a fatores de risco ambientais. Dessa forma, os responsáveis devem estar atentos a quaisquer sinais relacionados a nódulos ou inchaços, convulsões, dores progressivas, febres persistentes, perda de peso ou alterações súbitas de visão, assim como qualquer outro mal-estar persistente”.

Uma importante inovação para o tratamento de alguns tipos da patologia é a utilização do sangue do cordão umbilical, que assim como a medula óssea, é rico em células-tronco que podem originar diversos tipos de tecidos.

“As células-tronco são células ‘mães’, capazes de criar os componentes do sangue humano e do sistema imunológico do corpo. A partir dessas células, formam-se glóbulos vermelhos, que levam o oxigênio aos tecidos; glóbulos brancos, que combatem infecções; e plaquetas, que atua na coagulação”, explica.  

Para Tatsui, ter as células-tronco armazenadas é uma forma de prevenção. Além disso, nos casos de família com histórico de doenças graves, sobretudo câncer, é recomendável fazer o congelamento. “É importante destacar que as células-tronco, além de serem compatíveis com o próprio bebê, possuem uma chance aumentada de compatibilidade entre irmãos. Com as células criopreservadas, há maior rapidez no tratamento e diminuição dos riscos de rejeição e efeitos colaterais após o transplante”, finaliza. 

Sobre a Criogênesis  A Criogênesis, que nasceu em São Paulo e possui mais de 16 anos de experiência com células-tronco, é membro institucional da AABB (Associação Norte Americana de Bancos de Sangue). A clínica é referência em serviços de coleta e criopreservação de células-tronco, medicina reprodutiva, gel de plaquetas e aférese, incluindo a diferenciada técnica de fotoférese extracorpórea. Sua missão é estimular o desenvolvimento da biotecnologia através de pesquisas, assegurando uma reserva celular para tratamento genético futuro.


dente-leite-crianca-0619-1400x800.jpg

Material apresenta grande potencial no tratamento de lesões ósseas, doenças pulmonares, doenças cardíacas e diabetes

Quando as crianças iniciam a fase da troca de dentição, muitos pais incentivam os pequenos a colocarem o dente embaixo do travesseiro à espera da fada do dente. No entanto, esse episódio também pode ser muito importante para a saúde do seu filho e da sua família.

De acordo com Nelson Tatsui, Diretor-Técnico do Grupo Criogênesis e Hematologista do HC-FMUSP, a polpa do dente de leite contém células-tronco do tipo mesenquimal, que apresentam grande potencial de multiplicação para possíveis aplicações em futuras terapias. “Além de secretar inúmeras substâncias sinalizadoras de regeneração, as células mesenquimais têm capacidade de se transformar em uma variedade de outras células para a reparação de tecidos, como muscular, nervoso, ósseo, além de cartilagem, pele e outros tecidos epiteliais. Para o futuro, pesquisas indicam a possibilidade de tratamento em doenças como a diabetes tipo 1, lesão medular, acidente vascular cerebral, infarto do miocárdio, lesões da córnea e doenças neurológicas como Parkinson”, revela.

O especialista ainda ressalta que a coleta é um processo não-invasivo, pois a queda do dente ocorre naturalmente nas crianças entre 5 a 12 anos de idade. “Por tratarem-se de células jovens e com ótima qualidade, o material encontrado no dente de leite é multipotente e imunotolerante, ou seja, servem tanto ao doador como para a sua família”, complementa Tatsui.

Coleta e armazenamento – Para que as células-tronco do dente de leite possam ser aproveitadas, a retirada deve ser realizada por um dentista. “O material deve ser acondicionado em um kit específico de transporte e enviado imediatamente à clínica para o devido processamento laboratorial. No entanto, caso o dente venha a cair antes da consulta, é necessário que a família possua o kit de transporte para o acondicionamento correto”, finaliza o especialista.

Sobre a Criogênesis

A Criogênesis, que nasceu em São Paulo e possui mais de 16 anos de experiência com células-tronco, é acreditada pela AABB (Associação Norte Americana de Bancos de Sangue) e certificada pela IQNet NBR ISO 9001:2015. A clínica é referência em serviços de coleta e criopreservação de células-tronco, medicina reprodutiva, gel de plaquetas e aférese, incluindo a diferenciada técnica de fotoférese extracorpórea. Sua missão é estimular o desenvolvimento da biotecnologia através de pesquisas, assegurando uma reserva celular para tratamento genético futuro. www.criogenesis.com.br