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CLASSIC LIST

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Pode parecer que seu bebê passa muito tempo deitado, mas ele realmente faz um treino pesado todos os dias. Se ele está batendo em um objeto, chutando ou se contorcendo durante uma troca de fralda, ele está exercitando seus pequenos músculos. E toda essa força é essencial para o desenvolvimento. Além disso, a atividade física compensa na forma de um sono mais tranquilo e em uma criança menos agitada. Por isso, separamos quatro exercícios fáceis para você fazer com seu bebê:

Deitar de bruços

Seu bebê passa a maior parte do tempo de costas. Virá-lo de barriga para baixo ajuda a construir os músculos do pescoço, dos braços, dos ombros, das costas e do estômago. Comece deixando-o de três a cinco minutos. Envolva seu bebê para que ele queira olhar em volta, alcançar e chutar. No início, ele pode ficar preocupado por estar de bruços, mas com a prática e com os músculos mais fortes, ele deve começar a se divertir.

Abdominais

Puxar o bebê para cima em uma posição sentada é outra boa maneira de fortalecer os músculos dos ombros, nuca, braços e costas. Mesmo que você esteja puxando, seu bebê irá naturalmente flexionar os músculos abdominais e trabalhar para manter a cabeça alinhada com o corpo, o que ajuda a fortalecer os músculos e a construir o equilíbrio.  Você só pode puxar seu bebê um centímetro ou dois a princípio, mas à medida que ele fica mais velho, ele vai mais longe, eventualmente avançando para uma posição sentada. Este exercício é divertido para o seu bebê, uma vez que ele está se aproximando do seu rosto, mas você pode torná-lo ainda mais divertido interagindo com ele.

Hora da bike

Sua mãe já lhe disse para pedalar as pernas do seu bebê para ajudar a aliviar o gás? Bem, não é apenas um método natural para empurrar o ar para fora, também é uma boa maneira de trabalhar as pernas, os quadris, os joelhos e o abdome. Esse movimento ajuda a aumentar a flexibilidade e a amplitude de movimento.

Levantamento de peso

Pegar objetos é uma ótima maneira de construir a capacidade de agarrar do seu bebê, melhorar a coordenação e ajudar a desenvolver os músculos dos seus ombros, braços e mãos. Assim que ele começar a pegar os itens, geralmente em torno de três ou quatro meses, use o que você tem na casa – chocalhos, pequenos brinquedos e outros objetos de tamanhos e formas variados – como seus pesos pessoais. Sente seu bebê em sua cadeira e coloque uma pequena variedade desses itens na frente dele. Você pode ter que demonstrar como levantar esses objetos nas primeiras vezes, mas ele entenderá rapidamente, especialmente se esses “pesos” fizerem sons, acenderem ou algo do tipo.

Fonte: Revista Pais e Filhos


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Um sistema automatizado que usa robôs foi projetado para produzir mini-órgãos humanos derivados de células-tronco. Pesquisadores da Escola de Medicina da Universidade de Washington, em Seattle, desenvolveram o novo sistema.

O avanço promete expandir enormemente o uso de mini-órgãos na pesquisa básica e na descoberta de medicamentos, de acordo com Benjamin Freedman, professor assistente de medicina da Divisão de Nefrologia da UW School of Medicine, que liderou a pesquisa.

“Esta é uma nova ‘arma secreta’ em nossa luta contra as doenças”, disse Freedman, cientista do Instituto UW para Células-Tronco e Medicina Regenerativa.

A maneira tradicional de cultivar células para pesquisa biomédica, explicou Freeman, é cultivá-las como folhas planas e bidimensionais, que são excessivamente simplistas. Nos últimos anos, os pesquisadores têm crescido com sucesso no crescimento de células-tronco em estruturas tridimensionais mais complexas, chamadas de mini-órgãos ou organoides.

Estes se assemelham a órgãos rudimentares e de muitas maneiras se comportam de maneira semelhante. Embora essas propriedades tornem os organoides ideais para a pesquisa biomédica, elas também representam um desafio para a produção em massa. A capacidade de produzir organoides em massa é a aplicação potencial mais excitante da nova tecnologia robótica, de acordo com os desenvolvedores.

No novo estudo, os pesquisadores usaram um sistema robótico para automatizar o procedimento de crescimento de células-tronco em organoides. Embora abordagens semelhantes tenham sido bem sucedidas em células-tronco adultas, este é o primeiro relato de sucesso na automação da fabricação de organoides a partir de células-tronco pluripotentes. Esse tipo de célula é versátil e capaz de se tornar qualquer tipo de órgão.

Nesse processo, os robôs de manuseio de líquidos introduziram as células-tronco em placas que continham até 384 poços em miniatura cada, e depois as persuadiram a transformar-se em organoides renais ao longo de 21 dias. Cada pequeno micropoço continha dez ou mais organoides, e cada placa continha milhares de organoides. Com uma velocidade que teria impressionado a linha de montagem de carros de Henry Ford, os robôs poderiam produzir muitas placas em uma fração do tempo.

“Normalmente, apenas montar um experimento dessa magnitude levaria um pesquisador o dia todo, enquanto o robô pode fazer isso em 20 minutos”, disse Freedman.

Fonte: Science Daily


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Famosa por ser uma musa fitness e digital influencer, a mineira Bella Falconi, de 33 anos, fez uma publicação em sua conta oficial no Instagram (onde possui mais de 3,3 milhões de seguidores) para revelar aos fãs que sua gravidez precisa ser monitorada, já que corre o risco de contrair o Diabetes mellitus gestacional.

“Hoje resolvi dividir com vocês um pouco do que estou vivendo e lembrá-los que absolutamente ninguém está isento de riscos, embora eles possam ser sempre diminuídos. Minha falta de rotina está tão intensa que esperei até o limite [28 semanas] para fazer meus exames e só agora constatei que minha curva glicêmica para diabetes gestacional está alta. Justo eu? Tão saudável? Sim. Todas nós gestantes corremos alguns riscos, principalmente porque durante a gestação os hormônios que são produzidos pela placenta acabam atrapalhando a secreção de insulina pelo pâncreas, aumentando a chance de diabetes durante esse período”, diz Bella Falconi, que está grávida de sete meses, no post que já foi visto mais de 239 mil vezes.

Apesar de ser conhecida por manter uma rotina de treinos e ter uma dieta saudável, sempre regrada, a musa fitness lembra que não recebeu o diagnóstico de diabetes gestacional, mas que seus exames demonstram que está “no limite”. “Agora estou ainda mais atenta na alimentação, consumindo apenas carboidratos de baixo IG [índice glicêmico] e absolutamente nada de doces, nem no final de semana”, diz Falconi, que já é mãe da pequena Victória, de 2 anos, e está esperando mais uma menina, chamada Stella.

Segundo a Sociedade Brasileira de Diabetes, essa doença é o problema metabólico mais comum na gravidez e pode afetar de 3% a 25% das mulheres gestantes, dependendo do grupo étnico, da população e do critério diagnóstico utilizado. “Na primeira consulta pré-natal deve ser solicitada glicemia de jejum. Caso o valor encontrado seja maior ou igual a 126 mg de açúcar por decilitro de sangue, é feito o diagnóstico de diabetes mellitus pré-gestacional”, informa um texto disponibilizado no site da entidade médica.

Principais fatores de risco para o diabetes gestacional, conforme a Sociedade Brasileira de Diabetes:

  • Idade superior a 35 anos
  • Sobrepeso, obesidade ou ganho excessivo de peso na gravidez
  • Gordura abdominal excessiva
  • História familiar de diabetes em parentes de primeiro grau
  • Crescimento fetal excessivo, polidrâmnio (líquido amniótico aumentado), hipertensão ou pré-eclâmpsia na gravidez
  • Ter tido abortos, malformações, morte fetal ou neonatal, macrossomia (feto com dimensões exageradas) e diabetes em outras gestações
  • Síndrome de ovários policísticos
  • Baixa estatura (menos de 1,5 m)

A entidade médica explica que o tratamento inicial do diabetes egstacional consiste na correção da alimentação, permitindo o ganho de peso adequado e o controle metabólico, além da recomendação da prática de atividade física, respeitando as contra-indicações médicas. Em alguns casos, pode ser necessário o uso de insulina.

Fonte: Revista Encontro


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Estudo mostra que qualidade do sêmen dos homens vem caindo nas últimas décadas

Sabe-se que cerca de 15% dos casais que tentam engravidar são inférteis, ou seja, não conseguem por pelo menos um ano de tentativa. Há diversas causas para dificuldade em engravidar, desde disfunções de ovulação, alterações nas trompas uterinas, no útero, endometriose, baixa qualidade do óvulo e baixa qualidade do sêmen, entre outros.

Em cerca de 10% dos casos a causa da infertilidade permanece desconhecida e cada vez mais, há estudos estão mostrando o impacto da vida moderna e dos hábitos de vida nas causas de infertilidade.

Uma pesquisa recente mostrou que a qualidade média do sêmen dos homens vem caindo nas últimas quatro décadas. Houve queda na concentração, motilidade e a piora da morfologia dos espermatozóides. Em relação a mulher, há também uma queda do estoque de óvulos e a idade média em que as mulheres entram na menopausa caiu em dois anos. Sabemos que ela nasce com todo o estoque de óvulos e esses óvulos vão sendo consumidos ao longo da vida reprodutiva, mas nas últimas décadas esse consumo está mais intenso e as mulheres tem menor tempo de vida reprodutiva.

Mas o que mudou nas últimas décadas para a fertilidade cair tanto em homens e mulheres? É justamente os hábitos de vida que interferem nas chances de gravidez de um casal.

Observou-se que quanto maior a exposição à poluição do ar, maior a incidência de infertilidade. Por exemplo, homens e mulheres que trabalham ao ar livre em cidades grandes tem maior dificuldade em engravidar (agentes de trânsito, taxistas, motoristas de ônibus, etc). Um outro estudo mostrou a relação de um componente chamado Bisfenol- A,  presente nas garrafas plásticas com a infertilidade. Essa substância causa alterações nos genes de óvulos e espermatozóides.

Dentre todos os vilões da fertilidade tanto no homem quanto na mulher, destacam-se o tabagismo e a dieta inadequada, independente do peso.

O tabagismo com consumo acima de cinco cigarros ao dia diminui a fertilidade em 40%, aumenta em três vezes o risco de aborto (mesmo quando o homem é o tabagista) e está relacionado a óbito fetal e bebês com baixo peso quando consumido na gestação.  O cigarro afeta o DNA do espermatozóide e na mulher, aumenta o risco de alterações genéticas nos óvulos além de interferir no útero, diminuindo a implantação do embrião.

Um outro estudo mostrou que a ingestão de bebidas açucaradas diminui a chance de gravidez em até 25%, tanto em homens quanto em mulheres. Pessoas que ingerem refrigerantes diariamente tinham até 40% menor chance de concepção.

A obesidade feminina diminui a fertilidade em 60% e a masculina em 50%. O excesso de gordura corpórea interfere na produção adequada de hormônios e no homem, interfere também com um aquecimento maior da região genital, prejudicando a produção de espermatozóides.

Já o consumo de legumes, verduras,  frutas e alimentos ricos em gordura saudáveis ( salmão, sardinha) aumentam a chance de gravidez em até 30%.

Todos esses dados reforçam ainda mais que a nossos hábitos interferem na nossa saúde geral e também na saúde reprodutiva.

Por isso, um dos pilares para aumentar as chances de gravidez é a mudança do padrão alimentar. Comer fast-food, tomar refrigerantes e consumir alimentos ricos em gordura saturada não combinam com fertilidade.

Fonte: Revista Pais e Filhos


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Acidente vascular cerebral é uma das principais causas de morte e incapacidade a longo prazo, afetando uma em cada seis pessoas em todo o mundo. O único tratamento farmacológico aprovado atualmente para o AVC isquêmico é o ativador do plasminogênio tecidual; porém, poucos pacientes podem fazer este tipo de terapia.

Após nova pesquisa, foi constatado que a infusão endovenosa (IV) de sangue de cordão umbilical alogênico (SCU) não associado melhora os resultados funcionais em pacientes com AVC isquêmico. Para investigar isso, foi feito um ensaio clínico de fase 1 aberto para avaliar a segurança e a viabilidade de uma única infusão intravenosa de SCU alogênico não relacionado a um antígeno leucocitário humano (HLA) e ABO homogêneo pareado com ABO em pacientes adultos com AVC.

O estudo foi feito com 10 participantes com AVC isquêmico de artéria cerebral média aguda e unidades UCB foram combinados para antígenos de grupo sanguíneo e raça e infundidos de três a nove dias pós-acidente vascular cerebral. O perfil de eventos adversos (EA) durante um período de 12 meses após a infusão indicou que o tratamento foi bem tolerado nesses pacientes.

Os participantes do estudo também foram avaliados por meio de avaliações neurológicas e funcionais, incluindo o Rankin Score modificado (mRS) e o National Institute of Health Stroke Scale (NIHSS). Aos três meses pós-tratamento, todos os participantes melhoraram em pelo menos um grau na média (2,8 ± 0,9) e em pelo menos 4 pontos no NIHSS (média de 5,9 ± 1,4), em relação à linha de base.

Esses dados sugerem que uma única infusão endovenosa de células UCB humanas homogêneas é segura em adultos com acidente vascular cerebral isquêmico e apoia a realização de um estudo randomizado, controlado por placebo, de fase 2.

Fonte: Stem Cells Journals


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Estudo descobriu qual a rotina mais indicada para quem quer evitar doenças cardíacas

Segundo um estudo publicado no periódico científico Journal of Physiology, da Sociedade Fisiológica do Reino Unido, a melhor maneira de manter o coração saudável e jovem é fazer exercícios físicos durante pelo menos 30 minutos de quatro a cinco dias por semana. A pesquisa, elaborada por cientistas do Centro Médico Southwestern, da Universidade do Texas, nos Estados Unidos, examinou 102 pessoas com mais de 60 anos que se identificaram como fisicamente ativas ao longo de suas vidas.

À medida que as pessoas envelhecem, as artérias começam a endurecer. Os pesquisadores americanos mediram a rigidez arterial dos participantes e os dividiram em quatro grupos diferentes com base na quantidade de tempo que dedicavam aos exercícios físicos. Os grupos foram definidos como sedentários (se exercitavam menos de duas vezes por semana); praticantes casuais (exercícios de duas a três vezes por semana); praticante empenhado (de quatro a cinco treinos por semana); e atletas “profissionais” (de seis a sete sessões semanais).

Com base nas observações, os cientistas determinaram que aqueles que relataram exercícios de duas a três vezes por semana tinham artérias jovens de tamanho médio, que são importantes para o fluxo sanguíneo na cabeça e no pescoço. Os “praticantes empenhados”, que iam à academia de quatro a cinco dias por semana foram ainda mais saudáveis, com artérias de tamanho médio e grandes artérias centrais, o que facilitava ainda mais o fluxo sanguíneo para o tórax e para o abdômen. Atletas “profissionais” e comprometidos tinham corações mais jovens e saudáveis do que o grupo sedentário.

Embora várias formas de atividades físicas possam ajudar a reduzir as mortes relacionadas a doenças cardiovasculares, os pesquisadores sugerem que as novas descobertas podem ajudar no “desenvolvimento de programas de exercícios para manter o coração jovem e até mesmo retardar os danos em corações e vasos sanguíneos mais ‘antigos'”, conforme relatam no artigo científico.

Ainda segundo Levine, levando em conta sua própria experiência, a recomendação é que as pessoas façam exercícios de alta intensidade pelo menos uma vez por semana e menos intensos de duas a três vezes. Nos fins de semana, é bom relaxar com uma atividade física divertida, sugere o especialista.

Embora as autoridades alertem que esperar até os 70 anos de idade não é ideal para prevenir o envelhecimento cardíaco, eles revelam que iniciar a prática de diferentes exercícios antes dos 65 anos pode ter um impacto muito positivo para o sistema cardiovascular.

Fonte: Agência Sputnik


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Estudo indica que a molécula aumenta o canal de comunicação entre neurônios.

O mal de Parkinson é uma doença neurodegenerativa que tem origem da morte de células nervosas responsáveis pela produção de dopamina, substância indispensável para o bom funcionamento do cérebro e que atua no controle dos movimentos, memória e da sensação de prazer. De acordo com dados da OMS (Organização Mundial de Saúde), a condição afeta quatro milhões de pessoas no mundo todo e cerca de 200 mil só no Brasil.

Apesar do tratamento com medicamentos apresentar bons resultados, ainda não existe uma cura. Para isso, diversos estudos estão sendo realizados para amenizar os sintomas. Um deles, realizado por pesquisadores portugueses das universidades de Coimbra e do Minho, indica que uma molécula secretada por células-tronco do tipo mesenquimal aumenta o canal de comunicação entre neurônios. Os estudiosos usaram as substâncias secretadas por estas células-tronco e as aplicaram em neurônios. Após os testes, foi verificado que o crescimento dos axônios (fibra nervosa que permite transmitir sinais elétricos entre os neurônios) estimulados por estas substâncias era maior que o dos neurônios que não estimulados com tais substâncias. A experiência portuguesa torna-se mais enriquecida em virtude do isolamento de uma molécula que provavelmente é responsável por esta indução de crescimento axonal, denominado fator neurotrófico cerebral.

Para Nelson Tatsui, diretor-técnico do Grupo Criogênesis e Hematologista do HC-FMUSP, a pesquisa estimula a implantação de novos estudos. “Os protocolos de tratamentos com células-tronco estão cada vez mais frequentes, pois utilizam-se, atualmente, células adultas e livres de impurezas, o que garante maior eficiência. A célula-tronco do tipo mesenquimal pode ser encontrada no tecido de cordão umbilical, na polpa de dente e no sangue de cordão umbilical”, destaca.

Doenças tratadas com o sangue do cordão umbilical, segundo a Fundação Parent’s Guide to Cord Blood, vem apresentando importantes resultados clínicos para o tratamento de diversos tipos de patologias. “Dentre as principais estão a Leucemia, Talassemia e Linfomas. Além disso, muitas doenças encontram-se em estudo avançando, como Diabetes Tipo 1, doenças neurológicas e, até mesmo, a Aids”, finaliza Tatsui.

Sobre a Criogênesis

A Criogênesis, que nasceu em São Paulo e possui mais de 15 anos de experiência com células-tronco, é acreditada pela AABB (Associação Norte Americana de Bancos de Sangue) e certificada pela IQNet NBR ISO 9001:2015. A clínica é referência em serviços de coleta e criopreservação de células-tronco, medicina reprodutiva, gel de plaquetas e aférese, incluindo a diferenciada técnica de fotoférese extracorpórea. Sua missão é estimular o desenvolvimento da biotecnologia através de pesquisas, assegurando uma reserva celular para tratamento genético futuro.

www.criogenesis.com.br


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Muito além da aparência, a careca afeta especialmente a autoestima de quem sofre com ela. A perda de cabelo é o principal sinal de que algo está errado na cabeça. O problema é que, se for causada por fatores genéticos, a calvície dificilmente pode ser revertida – normalmente é usado o implante fio a fio. Mas, uma luz surgiu no fim do túnel: cientistas americanos podem ter descoberto uma forma de recuperar os cabelos de pessoas carecas.

Por meio de um experimento com células-tronco em ratos, cientistas conseguiram fazer com que folículos capilares surgissem naturalmente e se desenvolvessem de forma a gerar pelo (ou cabelo). A descoberta foi publicada no jornal científico Cell Reports.

Os pesquisadores da Universidade de Indiana, nos Estados Unidos, usaram células-tronco, ou estaminais, dos próprios ratos e o ineditismo se deu ao perceberem que elas formaram uma pele completa, composta pelas duas camadas: epiderme e derme. A forma como a pele se desenvolveu seguiu a mesma lógica que ocorre na natureza, o que possibilitou o surgimento de folículos capilares no corpo do roedor.

O curioso é que o estudo, originalmente, não tinha essa intenção. Karl Koehler, professor da Universidade de Indiana e um dos autores da pesquisa, queria usar as células-tronco pluripotentes – podem se transformar em qualquer órgão – para criar pequenas estruturas do ouvido interno. Mas, a equipe acabou verificando que as células, na verdade, se transformaram em tecido epitelial, além de criarem as estruturas auditivas esperadas. Então, eles decidiram induzir o crescimento de folículos pilosos e conseguiram, tal qual ocorre naturalmente nos animais.

Não é novidade o uso de terapia com células-tronco em tratamentos para a perda de cabelo. Porém, nunca se conseguiu a geração de tecido epitelial da forma como foi desenvolvida pelos cientistas americanos.

Fonte: Revista O Encontro


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Com certeza você já imaginava o resultado dessa pesquisa: as pessoas com dois empregos ou mais são tão dedicadas ao trabalho quanto aquelas que têm apenas um, mas para assumir a responsabilidade dupla, elas começam a sacrificar o tempo com os filhos e deixar a família em segundo plano. Essa foi a conclusão de um estudo publicado no Jornal de Negócios e Psicologia de Spinger, feito pela Ball State University, dos Estados Unidos.

A ideia dos pesquisadores era provar que pessoas com dois empregos conseguem ser tão focadas nos dois trabalhos quanto aquelas que prestam serviços para apenas uma empresa. Só que eles acabaram esbarrando em outro fator completamente comportamental, as famílias dessas pessoas sofrem com a ausência.

A pesquisa foi divida em duas partes. A primeira comparou o nível de engajamento dos participantes em cada trabalho, avaliando o desempenho em cada um e a segunda etapa avaliou o desempenho dessas pessoas comparado com aquelas que só tinham um emprego.

Com essa análise, os pesquisadores descobriram que as pessoas que têm dois empregos não priorizam um ao invés do outro. Os funcionários com dois empregos eram igualmente comprometidos como empregados de ambos os estabelecimentos. Na verdade, eles até demonstravam um nível superior de dedicação quando comparados àqueles que tinham apenas um emprego.

Porém, ambos os experimentos mostraram que ter dois empregos pode contribuir para os conflitos familiares, especialmente por causa do tempo que os pais passam longe de casa. “Embora eles não prejudiquem o desempenho no serviço, podem ser prejudiciais para a vida fora do trabalho”, aponta a pesquisa.

Fonte: Revista Pais e Filhos


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“Quando minha filha dormia, eu ficava acordada com medo de ela sufocar com o leite que mamava. Desde o primeiro dia após o parto foi um terror. Tudo que entrava, saía imediatamente depois. Qualquer coisa era motivo para levar jato. Vazava leite até pelo nariz!”. O relato é da securitária Andrea Gonçalves, 39 anos, mãe da Rafaela, que vai completar 4. Ela conta ainda que, mesmo com todos os cuidados com a filha, já tomou alguns sustos e por três vezes precisou fazer a manobra de Heimlich – quando se vira a criança para baixo, batendo nas costas para desengasgar.

Refluxo: o que é e como diagnsoticar

Os vômitos ocorrem em cerca de 20% dos lactentes. Pioram nos primeiros três meses, mas depois estabilizam. E, quando a criança tem entre 4 e 7 meses, começam a diminuir finalmente. Desaparecem de vez entre 6 e 12 meses. Isso acontece porque os bebês têm o esfíncter – anel muscular que separa o esôfago do estômago – imaturo, o que facilita a volta do conteúdo estomacal.

Já a Doença do Refluxo Gastroesofágico se caracteriza pelo vômito anormal e persistente, a ponto de interferir no ganho de peso da criança. “Além disso, irritabilidade e recusa alimentar também estão associadas, já que o retorno do conteúdo do estômago tem leite e suco gástrico, que é ácido e pode causar dor”, explica o pediatra Arno Norberto Warth, do Hospital Israelita Albert Einstein (SP). Como também surge na mesma época dos vômitos, pode confundir (e assustar) tanto os pais quanto os médicos. Um estudo realizado pela Universidade Thomas Jefferson (EUA), por exemplo, mostrou que até mesmo os especialistas têm dificuldade de identificar a doença.

A boa notícia é que a DRGE é bastante rara: menos de 1% das pessoas têm a doença de fato. Para fazer um diagnóstico certo, é importante procurar um gastroenterologista pediátrico, que fará inúmeros exames. “Em muitos casos, é preciso fazer radiografia contrastada de esôfago, estômago e duodeno, endoscopia digestiva alta, biópsias de esôfago. Ainda assim, a interpretação dos resultados não é tão simples”, diz o pediatra Aristides da Cruz, do Departamento de Gastroenterologia da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP). Por isso, vale uma investigação mais profunda.

Não há idade certa para a realização dos exames. No entanto, eles só devem ser feitos se realmente forem necessários para confirmar a doença e nos casos mais graves – e, mais uma vez, somente os médicos podem avaliar isso. “A maior parte dos diagnósticos é feita primeiramente na conversa com os pais, de acordo com a história clínica do paciente”, ressalta o pediatra Warth.

Fonte: Revista Crescer