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A emocionante história da menina Elham, de 12 anos, aconteceu no Irã. Ela foi diagnosticada com leucemia em 2014 e desde então, foi submetida a quimioterapia três vezes como o principal método de tratamento, mas acabou sendo tudo em vão. Ela foi curada por um transplante de células-tronco do sangue do cordão umbilical de sua irmãzinha.

“Nós descobrimos a doença de Elham há dois anos e coincidiu quando soubemos que sua mãe estava grávida”, disse o pai de Elham.

Os médicos tentaram quimioterapia três vezes, mas sem resultados positivos decidiram prosseguir com um transplante de medula óssea como a próxima alternativa. Mas nenhum tipo de HLA foi encontrado entre membros da família imediata e familiares.

“Quando descobrimos que estávamos esperando um novo bebê, os médicos sugeriram o armazenamento das células-tronco do cordão umbilical para o transplante”, disse o pai.  “Tendo dado a luz, uma menina chamada Fátima, descobrimos que a amostra dela correspondia 100% com Elham “.

Quando tudo parecia resolvido, a família teve que superar outra barreira. Os testes revelaram que a contagem de células coletadas no sangue do cordão umbilical de Fátima não era suficiente considerando o peso de Elham, que era 60 kg na época. Por conta disso, o comitê de médicos rejeitou três vezes o transplante.

No final, foi decidido realizar outra técnica conhecida como transplante de cordão duplo, na qual uma segunda amostra de sangue de cordão seria adicionada à paciente. Assim, em 2015, o transplante foi realizado com sucesso. O pai de Elham encontra todas as coincidências como um milagre, pois sua esposa já havia experimentado aborto espontâneo duas vezes antes de Fatima nascer.

Hoje Elham está saudável, fazendo suas atividades diárias e tarefas escolares para recuperar o atraso.

Fonte – Foundation Parent`s Guide to Cord Blood


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Mensalmente o grupo Criogênesis realiza para centenas de famílias que esperam a chegada de um bebê o curso para gestantes. São mais de 10 locais diferentes que recebem as palestras, incluindo a sede da Criogênesis e o Hospital e Maternidade Santa Joana, na qual cerca de 2.500 mães por ano participam da programação. O curso inclui parte teórica sobre a gestação, momento do parto, os cuidados com o bebê e amamentação. Buscando informar com mais realidade aos papais, há também a parte prática, utilizando bonecas.

A equipe que ministra o curso é formada por profissionais capacitados e especializados na área de obstetrícia.

Para participar ou ser nosso parceiro, entre em contato com a central de atendimento da Criogênesis pelo site www.criogenesis.com.br, pelo telefone 0800-7732166 (24 horas) ou (11) 55369246. Temos também o email eventos@criogenesis.com.br

Estamos na Rua Luisiânia, 147, Brooklin.


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A busca para impedir a continuação do Zika vírus não para e um estudo feito por pesquisadores do Instituto Evandro Chagas, da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde no Pará (IEC/SVS/MS), obteve sucesso. A pesquisa comprovou a capacidade de duas vacinas experimentais contra a doença em impedir a infecção pelo vírus dentro do útero de fêmeas de camundongos.

Uma das vacinas, feita com vírus atenuado foi injetada em 23 fêmeas de camundongos e um outro grupo de fêmeas de camundongos recebeu placebo. 28 dias após a vacinação das 23 fêmeas, a análise das amostras de sangue apontou altos níveis de anticorpos neutralizantes contra Zika.

Uma semana depois, os dois grupos acasalaram com machos e depois foram infectadas com vírus Zika no sexto dia de gestação. Os cientistas avaliaram as fêmeas e os respectivos embriões uma semana depois da infecção. A placenta e o tecido cerebral dos fetos do grupo imunizado com a vacina de vírus vivo atenuado apresentou claramente menores níveis de carga viral em relação ao mesmo material no grupo que tomou placebo.

A outra vacina analisada pelo estudo foi elaborada a partir de DNA recombinante do vírus Zika pelo grupo Valera, da empresa americana Moderna Therapeutics. No estudo, foram dadas a 19 fêmeas de camundongo duas doses da vacina de mRNA com 28 dias de diferença entre as doses e um grupo controle de 23 fêmeas recebeu duas doses de placebo.

49 dias após a aplicação das doses foram detectadas altas taxas de anticorpos neutralizantes contra Zika no grupo imunizado com a vacina de mRNA. 56 após a vacinação, a fêmeas acasalaram e no sexto dia de gravidez foram infectadas com o vírus Zika.

Os cientistas analisaram as fêmeas e os embriões uma semana após a infecção. O grupo protegido com a vacina apresentou níveis de RNA viral diminuído nos tecidos das mães, da placenta e dos fetos se comparados ao grupo que tomou placebo e poucos dos vacinados com o candidato de mRNA, quando desafiados com o vírus selvagem, apresentaram vírus Zika infeccioso nas placentas e nos tecidos cerebrais comparados com o grupo placebo.

Fonte – Portal Minha Vida


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Um estudo feito recentemente e publicado no jornal Stem Cells sugere que o transplante de células-tronco neurais humanas pode ajudar a tratar a doença de Parkinson ao estimular células estaminais de uma determinada região do cérebro, a subventricular, a produzir mais células neurais.

A equipe liderada por Renzhi Wang, do Peking Union Medical College Hospital e do Instituto de Ciências Médicas Básicas, apresentou o modelo para melhorar a compreensão da patogênese do Parkinson e relatou que o novo mecanismo pode ser útil no desenvolvimento de terapias baseadas em outras doenças neurodegenerativas. A pesquisa foi feita na zona subventricular de camundongos.

As células-tronco neurais são auto-renováveis e podem se diferenciar em qualquer tipo de célula neural, como neurônios. Com a capacidade de resgatar os caminhos neurais disfuncionais, elas são uma fonte ideal para o enxerto e o desenvolvimento de novas terapias.

As atuais terapias sintomáticas para a doença produzem efeitos colaterais indesejados e a eficácia tem diminuído ao longo do tempo.

Fonte – Stem Cells Journal


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“Elimination Communication” (Comunicação da Eliminação) é o método que irá chamar a atenção de muitas famílias. São diversos pontos que interessam os papais a incentivarem as crianças a abandonar a fralda o quanto anos. Alguns pensam no conforto. Afinal, usar fralda pode ser prático para os pais, mas andar com essa grossa capa de plástico não deve ser cômodo para os bebês, sobretudo quando estão úmidas.

Outros dizem que o meio ambiente é o principal motivo. Uma criança costuma ser ensinada a usar a privada entre os dois e três anos. Se usar uma média de quatro fraldas por dia, ao fim de dois anos e meio, serão descartadas 3.650 fraldas não biodegradáveis.

Outro tópico muito importante, é o gasto com a fralda. Atualmente, um pacote de fralda que dura uma semana está na média de R$30. Automaticamente, no final do mês é gasto no mínimo R$100 somente com fralda descartável.

O método inglês, “Elimination Communication” faz referência à comunicação necessária com o bebê para saber quando ele precisa “eliminar”, ou seja, fazer xixi ou cocô.

De acordo com a técnica, observar a criança permite entender seu ritmo natural de evacuação e as pistas que ela dá quando fica com vontade, como sons e movimentos do corpo.

Os pais devem levar o bebê para o banheiro diante desses sinais, já nos primeiros dias de vida. Pode parecer complicado a princípio, mas os defensores da prática garantem que as evacuações das crianças não são tão aleatórias quanto se pensa.

“Existe a noção de que os bebês evacuam de forma inesperada e constantemente durante o dia, mas é o contrário, eles fazem isso de forma natural, em momentos previsíveis, como ao acordar e depois de comer”, publicaram recentemente dois médicos americanos que testaram o método com seu terceiro filho, em um editorial da revista especializada “Pediatrics”.

O pediatra Jeffrey Bender e sua mulher, Rosemary, explicam que é possível usar sinais sonoros, como um zumbido ou um assobio suave. “Com a prática, muitas crianças aprendem a fazer suas necessidades quando estão na posição correta e escutam o sinal”.

Mas o método não é baseado em treinar a criança. O bebê não precisa “segurar” ou aprender a se controlar, porque só será capaz de fazer isso com seu desenvolvimento fisiológico.

O que a técnica propõe é treinar os pais para que eles adquiram uma sintonia nesse aspecto com seus filhos. Como consequência, algumas famílias garantem que as crianças deixaram de usar fraldas durante o dia desde os 12 meses de idade.

Fonte: Revista Pediatrics


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Em um estudo feito no hospital Cleveland Clinic, foi identificado que uma via molecular específica pode desempenhar um papel fundamental na ligação entre uma dieta rica em gordura e o crescimento tumoral no cólon.

A equipe mostrou em modelos pré-clínicos que o crescimento de células estaminais de câncer no cólon foi reforçado pela dieta rica em gordura e de acordo com a pesquisa, as células-tronco do câncer são um subconjunto de células malignas resistentes e agressivas que se acredita serem parcialmente responsáveis pela disseminação e recorrência do câncer.

De acordo com os pesquisadores, “apontar o mecanismo exato pode ajudar a desenvolver tratamentos para contrariar os efeitos negativos de uma dieta ocidental sobre o tipo de câncer”. “Nós conhecemos a influência da dieta sobre o câncer colorretal. No entanto, esses novos achados são os primeiros a mostrar a conexão entre a ingestão de gordura e o câncer de cólon através de uma via molecular específica”, disse Matthew Kalady, MD, co-autor do Estudo, cirurgião colorretal e co-diretor do Programa Compreensivo de Câncer Colorretal da Cleveland Clinic.

A pesquisa foi feita em camundongos resistentes à obesidade.

O câncer colorretal é o terceiro câncer mais comum nos Estados Unidos, com mais de 130 mil casos relatados anualmente. A doença surge como resultado de uma combinação de várias causas genéticas, epigenéticas e ambientais, como a dieta.

A pesquisa foi publicada no início do mês na Stem Cell Reports.

Fonte – Portal Science Daily


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Toda gravidez deve ser levada com muito cuidado, mas a gestação de gêmeos deve ser acompanhada com cautela redobrada. Além de terem dois bebês dentro da barriga precisando de avaliação, existem algumas complicações que só atingem mulheres grávidas, como a síndrome da transfusão feto-fetal.

Essa condição pode ocorrer com as gestações monocoriônicas, na qual os gêmeos idênticos são envoltos por uma placenta, de acordo com o ginecologista Javier Miguelez, pai de Pedro e Gabriel, e especialista em medicina fetal do Hospital e Maternidade São Luiz Itaim.

O acompanhamento deve ser feito até a 18 semana. “Caso não se identifique até a 24 semana, as chances de se desenvolver a síndrome são muito baixas”, tranquiliza o ginecologista.

Mas como é essa síndrome?

O ginecologista conta que a relação dos dois irmãos dentro da barriga da mãe é como se fosse a comunicação entre dois países. Se os dois exportam e importam na mesma quantidade, os dois lados crescem. Já se um lado importa mais do que exporta, a relação fica desbalanceada um país fica mais fraco.

O mesmo acontece com os bebês na síndrome. Como os dois recebem sangue e nutrientes dos cordões umbilicais da mesma placenta, um dele pode acabar recebendo maior volume de sangue e, consequentemente de nutrientes.

Para dar conta de todo esse volume, o coração desse bebê vai precisar bombear mais rápido. “Com isso, o músculo do coração fica mais espesso. Assim, o coração pode se dilatar e começar a falhar, causando insuficiência cardíaca”, complementa o médico.

O bebê que recebe maior volume de sangue, também chamado de “receptor” também urina mais, aumentado o líquido amniótico dentro da placenta. Esse excesso de líquido pode causar até um parto prematuro.

 

Fonte – Revista Pais e Filhos


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O urologista da Criogênesis, Silvio Pires e o ginecologista Joji Ueno, especialista em reprodução assistida, conversaram com o portal E+ do Estadão sobre o que é mito e o que é verdade quanto a fertilidade feminina e masculina.

Hábitos alimentares – Segundo os especialistas, uma alimentação equilibrada não atrapalha a fertilidade, mas os excessos sim. Tanto pessoas obesas quanto aquelas que estão muito abaixo do peso podem enfrentar dificuldades. De acordo com os médicos, a ligação da alimentação com a fertilidade está ligada na produção de hormônios.

Atividades físicas – O urologista Silvio Pires confirma que, mesmo que a pessoa faça exercícios todos os dias, de forma controlada, não há problemas com a fertilidade. A possibilidade nunca foi comprovada cientificamente.

Anabolizante – Segundo os médicos, o uso de anabolizantes é prejudicial para a fertilidade. “Isso afeta o metabolismo, que para de funcionar e diminui a produção de gametas, porque o corpo entende que não precisa mais produzir testosterona naturalmente”, diz o urologista. A longo prazo, o consumo frequente pode deixar o homem infértil definitivamente. Nas mulheres, o mecanismo é basicamente o mesmo.

Idade – É sabido que as mulheres têm mais dificuldade para engravidar conforme ficam mais velhas, porque os hormônios reprodutivos param de ser produzidos. Elas até continuam férteis, mas a chance de gravidez é menor. Nos homens, a fertilidade pode ser mais duradoura, mas eles não estão totalmente isentos do problema.

Álcool e cigarro – O ginecologista Joji Ueno diz que esses hábitos podem perturbar a ovulação, mas o caso é mais grave no início da gestação, principalmente quando a mulher ainda não sabe que está grávida. “Quem quer engravidar deve evitá-los, porque pode resultar em aborto”, diz.

Radioterapia e quimioterapia – Com esses tratamentos, as células reprodutivas sofrem alterações genéticas, afetando diretamente a fertilidade de homens e mulheres. Quando algum câncer é identificado, os especialistas orientam que os pacientes que ainda pretendem ter filhos façam o congelamento dos gametas antes de iniciar o tratamento.

Questões femininas – A Síndrome dos Ovários Policísticos (SOP) não impede a mulher de engravidar.

Abortos, quando ocorrem naturalmente, não atrapalham futuras gestações. Porém, se forem frequentes, a mulher pode sofrer de alguma má formação uterina e deve procurar o especialista.

A pílula anticoncepcional também não interfere na fertilidade da mulher, mas também não preserva os óvulos pelo fato de ela não menstruar. Mesmo tomando o comprimido, o ginecologista diz que a mulher perde até mil óvulos por mês.

Por conta de todas as dificuldades que podem implicar na fertilidade feminina, a mulher pode fazer um exame que avalia a reserva ovariana, ou seja, a quantidade de óvulos que ela tem. Dependendo do resultado, ela pode optar por congelar os gametas, mesmo não tendo problemas e caso queira engravidar mais futuramente.

Fonte – http://emais.estadao.com.br/noticias/bem-estar,conheca-alguns-fatores-que-influenciam-ou-nao-a-fertilidade-de-mulheres-e-homens,70001874971


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Um estudo liderado por cientistas da Universidade de Monash mostrou que uma nova terapia desenvolvida através da tecnologia de células-tronco é promissora como um tratamento para a asma crônica.

Os cientistas observaram que na indução de células-tronco mesenquimais (MSCs) pluripotentes  podem ser geradas diretamente células adultas, pois elas têm a capacidade de serem diferenciadas em uma variedade de tipos de tecido e, neste caso, as mesenquimais podem regenerar o tecido pulmonar danificado.

A pesquisa testou a eficácia das células-tronco em três componentes chave da asma crônica: inflamação, remodelamento das vias aéreas (mudanças estruturais que ocorrem nos pulmões como resultado de inflamação prolongada) e hiperatividade das vias aéreas (o sintoma clínico da asma).

O estudo, publicado no FASEB Journal , descobriu que as células podem efetivamente reduzir a inflamação, reverter sinais de remodelação das vias aéreas e fibrose respiratória e afirmou que eles podem fornecer uma nova terapia autônoma ou uma terapia adjuvante para grupos de pacientes com asma que não respondem à terapia atual (corticosteróide).

“Mais importante ainda, o que encontramos foi que é possível tratar a fibrose (endurecimento ou cicatrização do pulmão) de forma muito eficaz”, disse o professor associado Samuel, que dirige o Laboratório de Fibrose de Monash BDI.

De acordo com a pesquisa, 2,5 milhões de australianos têm asma.

Fonte – Science Daily