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A paternidade socioafetiva não depende do vínculo sanguíneo, mas sim da relação de amor e carinho entre pai e filho

Os casos são comuns: um casal se apaixona, nasce um filho, o amor entre os pais chega ao fim e cada um segue sua vida. A mãe constrói uma nova relação e este novo parceiro acaba, com o passar dos anos, se tornando um verdadeiro pai para a criança. Eis aí um exemplo de paternidade socioafetiva.

Mesmo que histórias como estas sejam normais, o reconhecimento do pai socioafetivo só ocorreu em 2013, quando o Código Civil entrou em vigor. Antes dele, apenas a paternidade biológica ou por adoção eram válidas. Mas não basta morar na mesma casa da mãe da criança. É preciso ter uma relação notável de pai e filho.

“É uma paternidade em que não existe um vínculo de sangue ou adoção, mas um vínculo de pai e filho, que surge do amor e do carinho estabelecido entre a criança e aquele pai. Trata-se de um vínculo reconhecido pela sociedade, decorrente do que aquele homem faz por aquele menino ou menina”, explica a especialista em direito de família, Cristina Buchignani, sócia do escritório Emerenciano, Baggio & Associados.

A relação de socioafetividade nem sempre nasce da parentalidade (paternidade ou maternidade). Isso pode acontecer com um tio, avô, padrinho, enfim, alguém que desempenhe efetivamente a função de pai ou de mãe, com o vínculo reconhecido pela sociedade, poderá ser nomeado como tal.

No caso deste reconhecimento precisar ser feito na Justiça, ele se dará por meio de lavratura, em tabelionato, de uma escritura pública ou por meio de ajuizamento de ação judicial de reconhecimento da parentalidade socioafetiva. Vale lembrar que, em alguns casos, será necessário provar o vínculo.

“As provas mais comuns são depoimentos de testemunhas, cartões emitidos pela criança nas festividades de Dia das Mães, Dia dos Pais, desenhos da criança retratando a família, diários, fotografias e até mesmo o depoimento dos envolvidos”, explica a especialista.

Fonte: Revista Crescer


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Mau humor, babando bastante e falta de apetite são alguns dos sintomas

O nascimento dos primeiros dentes do bebê é um momento cheio de dúvidas. Desde quando começam a surgir até todos os dentes de leite estarem aparecendo, muita coisa pode rolar. Completar os 6 meses é um marco para o bebê e para a família. É nessa fase que seu filho para de mamar, já dorme sozinho no quarto, começa a interagir mais com o ambiente e…geralmente começam a nascer os primeiros dentes!

Para começar, é importante lembrar que nessa hora, não existe regra, nem certo ou errado, mas uma coisa é verdade: o bebê fica mesmo mais chatinho quando o dente está nascendo. “É um processo de inflamação. A pele da gengiva está se rompendo lentamente. Isso incomoda um pouco, mesmo”, explica o pediatra Cid Pinheiro, coordenador da equipe de pediatria do Hospital São Luiz Morumbi.

O processo de crescimento pode durar normalmente de 4 a 7 dias para cada dente e durante esse período, podem surgir alguns sintomas físicos como, febre baixa, bastante baba, irritabilidade, falta de apetite, tentativa de morder tudo que está pela frente e problemas para dormir.

Um mordedor daqueles que podem ser armazenados por alguns minutos na geladeira geralmente alivia o incômodo na gengiva. Se o bebê já estiver se alimentando com comidas normais, alimentos mais frios como um purê de maçã, um pudim de leite ou um iogurte de frutas pode ajudar também.

Um método simples que não envolve alimentos é passar o dedo bem limpinho pela gengiva inchada do seu filho. Faça uma massagem firme até ouvir um barulhinho da fricção, que será, além de tudo, uma ótima distração. O alívio é temporário, mas o bebê ficará agradecido e, acima de tudo, confortado pelo seu toque.

Se nada disso ajudar, alguns médicos costumam receitar analgésicos. Mas consulte sempre o pediatra antes de dar qualquer medicação ao bebê, porque a prescrição depende do peso e da idade do seu filho.

Fonte – Revista Crescer

Portal Baby Center


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Como a parte mais externa do olho, a córnea é diretamente exposta ao meio ambiente e, portanto, é propensa a grandes feridas como, queimaduras, problemas de lentes de contato, produção insuficiente de lágrimas, infecções e outras doenças, bem como cirurgias refrativas (procedimento cirúrgico para correção do “grau dos olhos”). Em muitos casos, tais lesões causam feridas que desencadeiam o processo de cicatrização no tecido.

Uma nova pesquisa examinou diretamente o uso de células-tronco na cicatrização da córnea ferida e o resultado foi positivo. O estudo apresentou evidências sobre a participação de células-tronco na cicatrização por ajustar o processo de recuperação e proporcionar benefícios aos pacientes.

“Os avanços nas técnicas de transplante e a gama de fontes celulares disponíveis que podem ser usadas para otimizar o tratamento podem dar tranquilidade aos pacientes com lesões da córnea. Sendo assim, a visão deles ficará preservada”, afirmou o Conselho de Medicina Regenerativa dos Estados Unidos.

A cicatrização de feridas na córnea é um processo complexo que ocorre em resposta a várias lesões oculares e cirurgia. A cura retardada, incompleta ou excessiva é uma preocupação clínica significativa.

Fonte – Stem Cells Journals


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Uma importante informação foi divulgada nesta semana. Após pesquisa realizada por cientistas da Universidade do Wisconsin-Madison (UW-Madison), nos Estados Unidos, foi confirmado que a saliva não é uma das formas de transmissão do vírus da zika. O grupo fez estudos com macacos e afirma que não é possível passar o vírus com um beijo na boca ou compartilhando talheres, por exemplo.

A transmissão por meio da saliva foi levantada como possibilidade após a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), em fevereiro de 2016, anunciar que havia encontrado o vírus de forma ativa na urina e na saliva de dois pacientes.

A nova pesquisa foi feita com animais infectados com as cepas do vírus da zika que circulam nas Américas. As salivas dos primatas com e sem o vírus foram recolhidas — um cotonete foi passado em suas amígdalas. Mesmo com outros estudos afirmando que a zika pode ser detectado após duas semanas no sangue e na saliva e em outros fluidos, como o leite materno e o sêmen, a Universidade do Wisconsin-Madison apontou que o vírus é encontrado em muito pouca quantidade na saliva em comparação com a infecção por meio de uma picada de mosquito.

“As cargas virais na saliva são baixas, mas também há substâncias antimicrobianas, o que torna esse nível baixo do zika ainda menos infeccioso do que quando acontece de outra forma”, disse Christina Newman, coautora do estudo e cientista do Time Científico Experimental do Zika na UW-Madison.

Fonte – Portal Minha Vida


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O leite materno mata a sede, a fome, protege contra doenças e pode até evitar a mortalidade infantil

Nutrientes para o bebê sobreviver e se desenvolver, anticorpos fundamentais e o aconchego da mamãe são alguns dos componentes encontrados no leite materno e para incentivar a amamentação e estimular os bancos de leite comemora-se hoje, 1º de agosto, o Dia Mundial da Amamentação.

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), além de ser a melhor fonte de vitamina e proteção ao bebê, o aleitamento pode proteger a mulher contra o câncer de mama e de ovários. Sem contar que a amamentação é capaz de ampliar o vínculo afetivo entre a mãe e o bebê. 

A OMS destaca que nos seis primeiros meses de vida, o bebê que mama no peito não precisa da complementação de nenhum outro alimento, como água ou chás. Neste período, deve ocorrer o aleitamento materno exclusivo.

Segundo recomendações da OMS e do Ministério da Saúde é interessante priorizar cada vez mais o contato com a mãe e o aleitamento do bebê na primeira hora de vida do recém-nascido. O colostro funciona como uma primeira vacina, protegendo o bebê de diversas infecções, além de ajudar o intestino a amadurecer e funcionar melhor. A amamentação também diminui os riscos de várias doenças da criança, entre elas, alergias, diabetes e obesidade.

O leite materno pode ser doado em Bancos de Leite Humano. O leite doado passa por uma seleção, classificação e pasteurização, sendo então distribuído com qualidade certificada e sem risco de contaminação aos bebês internados. Considerado por muitos o alimento mais nutritivo do mundo, o leite materno pode, até mesmo, evitar a mortalidade infantil.

Fonte – Organização Mundial de Saúde (OMS)

Ministério da Saúde



Quando o assunto é anticoncepcional, muitas dúvidas surgem: será que já posso tomar? Vai mudar muito o meu corpo? Mas calma, miga. É normal! O que você não pode é deixa-las sem resposta. A Renatomarcas-de-pilula-anticoncepcional-1116-1400x800 de Oliveira, ginecologista responsável pela área de reprodução humana da Criogênesis, respondeu várias dúvidas:

“É verdade que alguns anticoncepcionais diminuem as espinhas?”

Sim! Em muitos casos, a pílula é a primeira linha de tratamento para acne. Alguns anticoncepcionais orais possuem componentes que apresentam ação antiandrogênica, que melhora os quadros de acne e oleosidade excessiva da pele.

“A pílula pode fazer engordar ou emagrecer?”

Pode ficar tranquila, miga, pois os métodos estão cada vez mais modernos e utilizam baixas doses de hormônios, o que causa o mínimo de transtorno possível em relação ao peso. É claro que você precisa estar por dentro das contraindicações e consultar um ginecologista antes.

“Existe uma idade certa para começar a tomar o anticoncepcional?”

Não! Porém, a indicação de cada medicamento vai de cada pessoa. É preciso procurar um especialista para que indique um que seja perfeito para você. Porém, a partir da primeira menstruação já é possível ser utilizado.

“Posso tomar a vida toda ou existe um tempo certo?”

O anticoncepcional pode ser usado até a menopausa. Sem contar que é importante desmistificar a necessidade de fazer pausas regulares no uso de anticoncepcionais para um processo de “desintoxicação”. Isto é um erro e pausas maiores que 3 meses aumentam o risco de trombose quando se reinicia o anticoncepcional. Portanto, não interrompa seu anticoncepcional sem um motivo pertinente.

“O que eu faço se esquecer de tomar a pílula?”

Se esquecer, tome-a assim que se lembrar e próximo ao horário regular. Caso demore um dia, tome os dois juntos e mantenha a ordem do restante. Não esqueça nunca de aliar outras formas de prevenção. Camisinha sempre!

“O anticoncepcional pode falhar?”

Sim. Não existe nenhum método contraceptico 100% seguro e as chances de falhar aumentam se a garota tiver náuseas e vômitos, diarréia, esquecer de tomar ou fazer uso em horários desordenados.

https://conexaoteen.com/2017/07/17/anticoncepcional-existe-uma-idade-certa-para-comecar-a-tomar-essa-e-outras-duvidas-respondidas/



Enfermeiras da Criogênesis esclarecem as principais dúvidas sobre amamentação

01/08 DIA MUNDIAL DA AMAMENTAÇÃO

No dia 1º de Agosto celebra-se o “Dia Mundial da Amamentação”, data que tem como objetivo promover o exercício do aleitamento materno e estimular a criação de bancos de leite em todo o país, os quais contributecnicas-de-amamentacaoem no combate da desnutrição infantil.

Além do leite materno ser o alimento mais completo para o desenvolvimento do bebê, a amamentação contribui para criar um laço entre mãe e filho. “O aleitamento está relacionado ao desenvolvimento emocional do bebê, pois promove uma forte ligação com a mãe, transmitindo-lhe segurança e carinho, de modo a facilitar, mais tarde, o seu relacionamento interpessoal e, ainda, contribui para o desenvolvimento psicomotor do bebê”, destacam Luciana Santos e Natalia Modica, enfermeiras da Criogênesis.

Em meio a tantas informações, é comum que as mamães tenham diversas dúvidas. Para auxiliá-las, as enfermeiras respondem algumas das questões mais recorrentes sobre o tema.

  1. 1.       Algumas mulheres têm leite fraco

MITO. No início da amamentação o primeiro leite, chamado de colostro, é aquoso, o que pode dar a impressão de que o leite é fraco. Entretanto isso não é verdade, uma vez que a substância é rica em anticorpos essenciais para garantir a saúde da criança.

  1. 2.       Amamentação ajuda a prevenir o câncer de mama

VERDADE. Segundo a Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM), a amamentação completa diminui de 3 a 4% o risco da mulher desenvolver o câncer de mama. Mulheres que amamentam por mais de seis meses têm menos chances de desenvolver a doença devido a substituição de tecido glandular por gordura nas mamas.

  1. 3.       Passar produtos nos seios previne rachaduras

MITO. Não use sabonetes, álcool, pomadas ou perfume. A limpeza deve ser feita apenas com água. A pomada a base de lanolina, deve ser utilizada sempre na aréola e mamilo, pois é utilizada para tratamento das feridas. Em volta da mama pode utilizar o creme de estrias normal já utilizado na barriga.

  1. 4.       Existe uma posição ideal para amamentar

VERDADE. O fundamental é que ambos estejam confortáveis e relaxados, mas é importante observar o alinhamento entre o corpo e a cabeça da criança, abdômen do bebê encostado ao abdômen materno e queixo tocando a mama. A criança deve estar apoiada pelo braço da mãe, que envolve a cabeça, o pescoço e a parte superior do seu tronco. A boca precisa estar bem aberta com o lábio inferior para fora recobrindo quase toda a aréola (como uma “boca de peixe”) enquanto a porção superior da aréola pode ser visualizada.

  1. 5.       Apenas a pega incorreta pode desencadear fissura nos mamilos

MITO. Outros fatores como clima, resíduos de detergente nas roupas, loções aplicadas na região da mama, sabonetes, talco, produtos para cabelo, desodorante ou perfume, podem influenciar no ressecamento dos seios. O uso incorreto de bombinhas para extrair o leite também pode causar o aparecimento de rachaduras, pois certos equipamentos, quando utilizados de forma mais brusca, podem ferir o tecido mamário e romper os capilares. Por isso, recomenda-se colocar o dedo mínimo no canto da boca do bebê para ele soltar o vácuo que está fazendo na mama, antes de retirá-lo.

  1. 6.   Quem tem prótese de silicone não pode amamentar

MITO. O silicone não interfere na qualidade do leite materno, pois as próteses ficam localizadas abaixo das glândulas mamárias. Vale ressaltar que existem várias maneiras pelas quais as próteses podem ser colocadas e a maioria delas não oferece nenhum risco. A exceção fica por conta dos procedimentos conhecidos por periareolar e transareolar, em que o enchimento é inserido pelas aréolas dos seios.

  1. 7.       Amamentar deixa os seios flácidos

MITO. É importante ressaltar que a flacidez

  1. 8.       Durante o aleitamento o consumo de chocolate deve ser controlado

VERDADE. A mãe pode comer chocolate, mas sem exageros. Quantidades superiores a 400 gramas de chocolate por dia causa irritabilidade ou aumento da peristalse do intestino do bebê – causando cólica e dor de barriga.

  1. 9.       O bebê deve mamar a cada duas ou três horas

MITO. A criança em aleitamento materno exclusivo deve mamar em livre demanda, ou seja, na hora que quiser. Porém, após 3 horas de jejum, aumenta o risco de hipoglicemia, devendo-se oferecer a mama ao recém-nascido para minimizar o risco.

  1. 10.       A amamentação deve ser exclusiva até os seis meses

VERDADE. As recomendações do Ministério da Saúde, da Organização Mundial da Saúde, da Sociedade Brasileira de Pediatria e da Academia Americana de Pediatria é de que a amamentação seja exclusiva até os 6 meses de vida para garantir a saúde dos bebês e imunizá-los contra doenças respiratórias, diarreias, doenças crônicas, problemas cardiovasculares, diabetes, hipertensão e osteoporose. Após esse período, inicia-se a inclusão de alimentos na dieta da criança, conforme orientação do pediatra, que ocorre até os dois anos de idade. Recomenda-se que não fique mais de 4h de jejum.

https://yoba.com.br/17/2017/07/25/dia-da-amamentacao-mitos-e-verdades-sobre-o-aleitamento-materno/


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1 minuto pode parecer pouco, mas no momento de cortar o cordão umbilical ele pode fazer diferença. O laboratório ViaCord fez uma pesquisa sobre a prática que tem aumentado nos últimos anos, o bloqueio tardio do cordão umbilical após o nascimento do bebê. O bloqueio atrasado é quando o médico permite que o cordão umbilical pulse durante algum tempo prolongado, antes de apertar e cortá-lo. Esse atraso permite que uma porção do sangue residual do cordão umbilical e placenta entre na circulação do recém-nascido.

Durante quatro meses, mais de dois mil cartões de coletas foram analisados e os atrasos foram categorizados como de 1 a 3 minutos. A pesquisa concluiu que a coleta de sangue do cordão pode ser realizada com sucesso, mesmo que tenha atraso. No entanto, dada a importância da dose celular no transplante e medicina regenerativa (por exemplo, terapias para Autismo e Paralisia Cerebral), todos os esforços devem ser feitos para coletar o máximo de sangue do cordão umbilical possível.

De acordo com o laboratório, muitas famílias que fazem a coleta não recebem informações sobre a frequência, quanto tempo e o impacto geral que o bloqueio atrasado pode ter sobre a utilidade desse sangue. ”Se a decisão de atrasar for feita, pais e médicos devem trabalhar juntos para determinar a quantidade de tempo”, disse nota do ViaCord.

Para a decisão ser tomada, os pais precisam pesar o valor de otimizar a coleta de sangue do cordão umbilical versus potenciais benefícios do bloqueio retardado do cordão. Por exemplo, se um progenitor sabe que o sangue do cordão umbilical que eles coletarão de seu bebê será usado em uma situação de doador de irmãos, então o bloqueio retardado deve ser evitado.

A pesquisa foi apresentada recentemente no 15º Simpósio Internacional de Sangue de Cordão e o resumo foi publicado na revista Transfusion.

De acordo com o laboratório, são necessários mais estudos para obter a compreensão do impacto do bloqueio retardado do cordão e a pesquisa foi feita apenas para fins informativos, não destinada a fins de tratamento ou diagnóstico. Os indivíduos devem sempre consultar seus profissionais de saúde.

Fonte – Foundation Parent`s Guide to Cord Blood


Açucar-para-bebê-2-1200x800.jpg

Quanto mais tarde, melhor, diz pediatra

O açúcar presente nas frutas pode e deve ser oferecido aos bebês a partir do sexto mês de vida quando se inicia o desmame, ou seja, a introdução de outros alimentos além do leite materno.

O açúcar refinado deve ser oferecido a partir de 1 ano de idade. Quanto mais tarde, melhor. Este tipo de açúcar altera o paladar da criança que facilmente se acostumará com alimentos doces como bolos, biscoitos, chocolates, sucos adoçados. Favorece o aparecimento de cáries e a recusa por outros alimentos que não contenham açúcar. O açúcar concentra muita energia e é rapidamente absorvido pelo organismo, deixando a criança feliz e até um pouco eufórica.

Mas cuidado! O consumo excessivo está diretamente ligado à obesidade, diabetes e surgimento de cáries em qualquer fase da vida.

A criança deve consumir, no máximo, uma porção de açúcar ou doce por dia, o que corresponde a uma colher de sopa de açúcar refinado, achocolatado ou doce caseiro. Procure acostumar o seu bebê com uma rotina alimentar saudável, investindo no consumo de frutas, sucos e outros alimentos sem açúcar ou mel.

Na hora do lanche, evite dar alimentos como bolachas, bolos, balas, chocolates, dê preferência às frutas ou lanches naturais. A criança deve aprender a consumir alimentos com uma quantidade saudável de açúcar.

Fonte – Revista Pediatra em Foco


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Por diversos fatores comprovados através de pesquisas, o anticoncepcional Essure, da empresa Commed Produtos Hospitalares Ltda. e fabricado pelo grupo Bayer, foi proibido permanentemente de ser comercializado. A determinação foi dada pela Anvisa (Agência de Vigilância Sanitária).

“O sistema contraceptivo é classificado com risco máximo. Pode provocar alterações no sangramento menstrual, gravidez indesejada, dor crônica, perfuração e migração do dispositivo, alergia e sensibilidade ou reações do tipo imune e, por isso, foi classificado como de risco máximo,” segundo relatório da Anvisa.

O relatório ainda afirma que foi determinada a suspensão da importação, distribuição e comercialização, do uso e da divulgação do produto em todo o território nacional. No próprio site da Essure há um alerta avisando que algumas mulheres que usaram o anticoncepcional relataram perfuração no útero ou trompas, dor persistente, reações alérgicas ou de hipersensibilidade.

Segundo o site, o anticoncepcional cria uma barreira natural que não permite que os espermatozoides cheguem aos óvulos, evitando a gravidez. Que o produto é como uma mola, composta de materiais que incluem fibras de poliéster, níquel e titânio. Ele não adiciona hormônios, por isso não muda o ciclo menstrual nem os hormônios da mulher.

Após a constatação da pesquisa e ordem da Anvisa, a assessoria de imprensa da Commed respondeu que “a empresa está apurando junto às autoridades os motivos que levaram à suspensão do produto, produzido mundialmente pela Bayer. A Commed reiterou seu comprometimento com a ética e responsabilidade social, colocando-se à disposição para fornecer informações a respeito da eficácia e segurança do produto comprovadas por inúmeros estudos nacionais e internacionais”.

Fonte – Portal Família.com.br