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Crianças e adolescentes de até 15 anos são estimulados a atualizar carteirinha de vacinação em qualquer posto de saúde até o dia 22 de setembro

 

Campanha Nacional de Multivacinação começou nesta segunda-feira (11) e vai até o dia 22 de setembro em todo o Brasil. Realizada anualmente pelo Ministério da Saúde, a iniciativa tem por objetivo o estímulo à atualização da carteirinha de vacinas.

Crianças e adolescentes menores de 15 anos podem comparecer a qualquer posto de saúde para receber as vacinas oferecidas no calendário de imunizações.

Como na vacinação de rotina, basta levar a carteirinha e documento para verificação de quais imunizantes serão necessários. Confira, abaixo, quais vacinas serão oferecidas:

Vacinas disponíveis para crianças menores de 7 anos:

BCG, Hepatite B, VIP, VOPb, rotavírus humano, pneumocócica 10 valente, Meningocócica C conjugada, febre amarela, tríplice viral, tetra viral ou tríplice viral + varicela (atenuada), DTP, Hepatite A, e varicela.

Vacinas disponíveis para crianças e adolescentes entre 7 e 15 anos:

Hepatite B, febre amarela, tríplice viral, dT, dTpa, Meningocócica C conjugada, HPV e varicela.

Saiba mais sobre os imunizantes disponíveis:

BCG – A imunização contra a tuberculose é oferecida ao nascer, mas ela também está disponível a crianças de até cinco anos que não tomaram a vacina.

Hepatite B – O imunizante é administrado no nascimento. Crianças não vacinadas, no entanto, podem tomar a vacina até um mês de idade.

HPV: A vacina contra o papiloma vírus humano é administrada nas meninas de nove anos e nas adolescentes de 10 a 14 anos.

Já nos meninos, o imunizante é administrado em adolescentes de 11 a 14 anos. São administradas duas doses, com intervalo de seis meses entre elas.

Penta – A vacina une a tetravalente (contra a difteria, tétano, coqueluche e meningite) com a imunização contra a hepatite B. É oferecida a crianças entre 2 meses e 7 anos em três doses (com intervalo de dois meses entre cada uma).

VIP – A Vacina Inativada da Poliomielite (VIP) é oferecida a crianças entre 2 meses e cinco anos. Cada criança toma três doses da vacina (com intervalo de dois meses entre cada dose).

VOPb – A Vacina Oral da Poliomielite Bivalente é oferecida a crianças entre 2 meses e cinco anos de idade. Cada criança toma três doses da vacina (com intervalo de dois meses entre cada dose).

Rotavírus humano – Podem receber a vacina crianças com idade a partir de um mês e 15 dias. Cada criança recebe duas doses (com intervalo de dois meses entre cada uma).

Pneumocócica 10 valente – A vacina pneumocócica conjugada 10-valente (VPC10) previne cerca de 70% das doenças graves (pneumonia, meningite, otite) em crianças, causadas por dez sorotipos de pneumococos, segundo a Sociedade Brasileira de Imunizações.

Crianças a partir dos dois meses de idade devem receber duas doses desta vacina com intervalo de 60 dias entre elas e uma dose de reforço, preferencialmente aos 12 meses de idade.

Meningocócica C conjugada – A vacina protege contra doenças causadas pelo meningococo C (como a meningite). Crianças a partir dos três meses de idade devem receber duas doses desta vacina com intervalo de 60 dias entre elas e uma dose de reforço, preferencialmente aos 12 meses de idade.

Febre amarela – A vacina é oferecida a crianças a partir de nove meses de idade, residentes ou viajantes nas áreas com recomendação de vacinação.

Tríplice viral – A vacina contra sarampo, caxumba e rubéola é oferecida a crianças a partir dos 12 meses de idade. Já a segunda dose, é administrada aos 15 meses de idade.

Tetra viral ou tríplice viral + varicela (atenuada): As crianças devem receber uma dose da vacina tetra viral entre 15 meses e quatro anos de idade (quatro anos, 11 meses e 29 dias), desde que já tenham recebido a 1ª dose da vacina tríplice viral.

DTP – A vacina tríplice bacteriana previne difteria, tétano e coqueluche e é administrada em duas doses: a primeira, aos 15 meses; e a segunda, aos 4 anos.

Hepatite A – Crianças de 15 meses a 23 meses de idade devem receber uma dose dessa vacina.

Fonte – Ministério da Saúde


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Fibrose pulmonar idiopática (IPF), doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) e fibrose cística são doenças fatais que afetam dezenas de milhões de pessoas no mundo, mas após pesquisa realizada na Carolina do Norte, surge uma esperança. Uma equipe da Faculdade de Medicina da Universidade da Carolina do Norte e da Universidade Estadual da Carolina do Norte (NCSU) desenvolveu pesquisas promissoras para um possível tratamento de células estaminais para várias condições pulmonares.

Os cientistas afirmaram que poderiam colher células-tronco pulmonares de pessoas que usam uma técnica relativamente não-invasiva de consultório médico. Eles foram então capazes de multiplicar as células do pulmão colhidas no laboratório para produzir suficientes células suficientes para a terapia humana.

Em um segundo estudo, a equipe mostrou que, em roedores, eles poderiam usar o mesmo tipo de célula pulmonar para tratar com sucesso um modelo de IPF – uma doença crônica, irreversível e fatal, caracterizada por um declínio progressivo na função pulmonar.

Os pesquisadores estiveram em discussão com a FDA e estão preparando um pedido para um ensaio clínico inicial em pacientes com IPF. “Esta é a primeira vez que alguém gerou células-tronco potencialmente terapêuticas do pulmão a partir de espécies de biópsia minimamente invasiva”, disse o co-autor principal de ambas pesquisas, Jason Lobo, MD, professor assistente de medicina da UNC e diretor médico de transplante de pulmão e pulmão intersticial doença.

Essas doenças do pulmão envolvem o acúmulo de tecido fibroso e cicatricial, geralmente devido à inflamação pulmonar crônica. Como este tecido fibroso substitui o tecido pulmonar de trabalho, os pulmões tornam-se menos capazes de transferir oxigênio para o sangue. No caso do IPF, que foi associado ao tabagismo, a maioria dos pacientes vive por menos de cinco anos após o diagnóstico.

Os dois tratamentos farmacológicos aprovados pela FDA para IPF reduzem os sintomas, mas não impedem o processo da doença subjacente. O único tratamento efetivo é um transplante de pulmão, que traz um alto risco de mortalidade e envolve o uso prolongado de drogas imunossupressoras.

Os cientistas têm estudado a possibilidade alternativa de usar células-tronco para tratar a IPF e outras doenças da fibrose pulmonar. As células-tronco são células imaturas que podem proliferar e se transformar em células adultas para, por exemplo, reparar lesões. Alguns tipos de células-tronco têm propriedades anti-inflamatórias e anti-fibrose que os tornam particularmente atraentes como possíveis tratamentos para doenças de fibrose.

Fonte – Portal Stem Cells

 


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Problemas hormonais, genéticos e infecções são algumas causas da infertilidade do homem

As principais causas de infertilidade masculina são varicocele, infecções no sistema reprodutor, alterações na produção de hormônios ou problemas genéticos. O tratamento normalmente é feito de acordo com a causa do problema, podendo ser feito com o uso de medicamentos, de hormônios ou através de cirurgia.

Varicocele: A varicocele é a causa mais frequente de infertilidade masculina, e é caracterizada por um aumento nos vasos sanguíneos dos testículos, o que faz com aumente a temperatura da região e prejudique o desenvolvimento dos espermatozoides.

Como tratar: Esse problema é diagnosticado através de exame físico no consultório médico e seu tratamento é feito através de cirurgia para retirar os vasos sanguíneos aumentados. A cirurgia é simples e o paciente recebe alta no mesmo dia ou no dia seguinte ao procedimento, podendo retomar as atividades normais após cerca de 1 semana.

Infecções no aparelho reprodutor: As infecções no aparelho reprodutor masculino afetam principalmente os testículos, prejudicando a produção de sêmen e a qualidade dos espermatozoides.

Como tratar: As infecções normalmente são causadas por bactérias, sendo tradadas com o uso de antibióticos. É importante destacar que em alguns casos a parceira do homem também precisa fazer o tratamento, para evitar a recorrência do problema.

Problemas na ejaculação: Problemas como ausência de ejaculação ou ejaculação retrógrada causam infertilidade porque o sêmen não consegue chegar ao corpo da mulher, impedindo a possibilidade de gravidez.

Como tratar: O tratamento dessas doenças pode ser feito com o uso de medicamentos que favorecem a saída do sêmen, como efedrina ou fenilpropanolamina. No entanto, quando o tratamento não funciona, pode ser necessário fazer coleta de espermatozoides e inseminação artificial.

Alterações hormonais: As principais alterações hormonais que causam infertilidade no homem são relacionadas a elevada produção do hormônio prolactina, baixa produção de testosterona, distúrbios da tireoide, uso de anabolizantes, radioterapia e tumores na hipófise.

Como tratar: Nestes casos, o tratamento para a infertilidade consiste em tomar injeções de hormônios regularmente por pelo menos 3 meses, para equilibrar a quantidade de hormônios no organismo e favorecer a produção normal de espermatozoides.

Problemas genéticos: Os problemas genéticos fazem com o que homem naturalmente não tenha espermatozoides no sêmen ou que produza espermatozoides em uma quantidade muito reduzida, fazendo com que não ocorre a fecundação do óvulo da mulher.

Como tratar: O tratamento para os casos de baixa produção de espermatozoides é feito com técnicas de reprodução assistida, onde os espermatozoides são retirados diretamente dos testículos com a ajuda de uma agulha, e depois são colocados no útero da mulher, para que ocorra a fecundação. Outra alternativa é fazer a chamada fertilização in vitro, em que os espermatozoides do homem são unidos ao óvulo da mulher em laboratório, formando um embrião que depois é colocado no útero da mulher.

O principal exame para avaliar a infertilidade no homem é o espermograma, através do qual o médico avalia a quantidade e a qualidade dos espermatozoides produzidos.

Fonte – Ministério da Saúde e Portal Tua Saúde


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Quando nossos filhos nascem todas as atenções se voltam para ele. Natural, eles são a novidade da família, mas a mãe também precisa de mais cuidado. Quando nasce um bebê, nasce também uma mãe.  Quem explica é a psicóloga e coach de inteligência emocional Tália Jaoui, mãe do Aleph e autora do livro “A Revolução do Coaching”.

“A baixar autoestima não vem só de dentro. As pessoas ao redor esquecem da gente. A sociedade e a família precisam entender que essa nova mãe precisa de cuidado e carinho”, lembra a psicóloga.

Por outro lado, você também não pode se deixar de lado. Sabemos o quanto a maternidade pode ser cansativa, mas com o passar dos meses, você precisa organizar sua rotina para caber nela coisas que façam bem para você, SÓ PARA VOCÊ! Esse tempo é necessário não só para descansar, mas para sua autoestima. Com ajuda da psicóloga, seguem sinais de que sua autoestima não vai bem. Fique de olho nisso.

1 – Não se permitir pensar em outra coisa a não ser meu filho

Ficar 24 horas por dia com seu bebê ou mesmo pensando nele não é nada bom. Você precisa se distrair. E pode ser qualquer coisa que você gosta: ver tv, ler um livro, ir ao cabeleireiro ou fazer as unhas.

2 – Não ter tempo para suas coisas

“Você tem muito medo quando se é mãe. Aquela criatura nasce e você se apaixona perdidamente, parece que não vive mais sem ela”, Tália entende todo nosso amor, mas lembra que precisamos ter tempo só para nós!

3 – A produtividade no trabalho cai

Quando você passa o tempo inteiro se preocupando com seu filho, não sobra tempo para pensar em outras áreas da sua vida, como a profissional. “Sua produtividade no trabalho cai. Isso não pode acontecer porque as preocupações com filho não passam nunca. Esse redemoinho psicológico não acaba

”, alerta Tália.

4 – Não ter mais vaidade

O corpo todo se transforma durante a gravidez. Só isso já pode deixar nossa autoestima meio capenga. A rotina de um bebê recém-nascido também pode ser enlouquecedora. Nesse período, o que menos queremos pensar é em vaidade. Dá para entender.

Mas se essa falta de vontade de se arrumar se arrastar por muito tempo algo está errado. Com o passar dos meses, o bebê começa a dormir mais e você pode aproveitar os momentos em que ele está dormindo para cuidar de você. E não é só isso também. O pai da criança, sua família e amigos também estão aí para não te deixar sozinha nessa.

“Peça ajuda para uma amiga. Chame ela para ir na sua casa te ajudar a pintar as unhas ou mesmo chame um cabeleireiro em casa”, sugere Tália. O que não dá é para ficar no desleixo.

5 – Não pensar mais no companheiro

É incrível a sensação de ter um filho e conseguir criar com tanto carinho, mas não podemos esquecer do nosso companheiro, nem como pai, nem como homem que amamos. Precisamos marcar na agenda aquele dia para ficar a sós com ele e namorar muito, beijar na boca, tomar um vinho, assistir a um filme abraçados…

Fonte – Pais e filhos


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Leucemia, lesão na córnea e anemia são algumas doenças tratadas após o transplante

O primeiro transplante de células-tronco bem sucedido que se tem notícia ocorreu em 1957. Nele, um paciente com leucemia recebeu a medula óssea (contendo células-tronco do sangue) do irmão gêmeo saudável. De lá para cá, o progresso da ciência e da medicina possibilitou que várias doenças já possam ser rotineiramente tratadas com essas células. Veja abaixo quais doenças podem ser tratadas com células-tronco:

Doenças oftalmológicas: Deficiência das células-tronco do limbo da córnea (DCTL): A nossa córnea sofre pequenas lesões todos os dias, e essas células-tronco são responsáveis por repará-las. No entanto, diversos transtornos podem induzir deficiência dessas células, limitando o reparo das lesões da córnea e podendo levar à perda total da visão.

Queimaduras extensas de terceiro grau: A pele é o maior órgão do nosso corpo, é essencial para a nossa sobrevivência. Em casos de queimaduras extensas, células-tronco da epiderme do paciente podem ser expandidas em laboratório e transplantadas de volta no paciente como enxerto.

Doenças do sangue, da medula óssea, imunes e metabólicas: Essas são as condições nas quais o uso de células-tronco é mais amplamente realizado ao redor do mundo, podendo efetivamente prover a cura da doença em muitos casos:

  • Leucemias e linfomas, como leucemia mielóide aguda, leucemia mielóide crônica, leucemia linfocítica aguda, leucemia linfocítica crônica, leucemia juvenil mielomonocítica, linfoma de Hodgkin e linfoma não-Hodgkin.
  • Doenças da medula óssea e doenças em que a medula óssea não funciona corretamente, como anemia aplástica grave, anemia de Fanconi, hemoglobinúria paroxística noturna, aplasia pura da série vermelha e trombocitopenia amegacariocítica congênita.
  • Doenças hereditárias do sistema imune, como imunodeficiência combinada grave (SCID) e síndrome de Wiskott-Aldrich.
  • Doenças que afetam os glóbulos vermelhos do sangue (hemoglobinopatias), como anemia falciforme e beta-talassemia major.
  • Doenças metabólicas hereditárias, como doença de Krabbe, síndrome de Hurler e adrenoleucodistrofia.
  • Síndrome mielodisplásica, um grupo de doenças que afeta o sangue e a medula óssea.
  • Mieloma múltiplo e outras patologias de plasmócitos.

Essas são as aplicações atuais das células-tronco. Para estes usos, já foi demonstrado que a terapia é segura e eficaz. Muitas outras aplicações estão sendo testadas como terapias experimentais.

É sempre importante distinguir tratamentos consagrados de tratamentos experimentais e estudos investigando o uso de células-tronco nas mais diversas patologias estão em andamento. Alguns dos mais promissores incluem o uso dessas células para curar formas de cegueira, diabetes tipo I, lesão medular e esclerose múltipla.

Fonte – Stem Cells Journals

Portal Tudo sobre células-tronco


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A Reprodução Humana Assistida pode ajudar em problemas como infertilidade

A Criopreservação de espermatozóides, realizada por meio da coleta de sêmen, é o método desenvolvido para preservar a fertilidade masculina e indicado para homens que irão passar por algum tratamento médico, como quimioterapia, vasectomia ou cirurgias que podem colocar sua capacidade reprodutiva em risco.

As amostras de sêmen são obtidas em locais reservados para a coleta, no próprio laboratório. Uma solução é adicionada para a proteção dos espermatozóides e os frascos são etiquetados, codificados e datados. O sêmen criopreservado pode ser utilizado com sucesso em técnicas de reprodução assistida anos após estar armazenado em nitrogênio.

Algumas situações são recomendadas o armazenamento prévio de sêmen e óvulos como, tratamento de câncer, cirurgias (testicular, próstata e ovários), vasectomia, pacientes em tratamento de FIV e por algum motivo o marido não estará presente no dia da coleta para fertilização do óvulo, pacientes que trabalham expostos a materiais perigosos e contaminantes, pacientes expostos a toxinas ambientais e contaminantes químicos (chumbo, agrotóxicos, radiação) e programas de doação de gametas.

A Criogênesis realiza a coleta e armazenamento de sêmen, desde 2011, quando inaugurou o serviço da Medicina Reprodutiva. Entre em contato conosco e tire suas dúvidas. Estamos disponíveis por telefone 24 horas (0800-773-2166), em nosso site www.criogenesis.com.br e ficamos na Rua Luisiânia, 147, Brooklin.


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Saiba quais são e os tratamentos

Tiroidite, endometrite crônica, trombofilias, aloimunidade e fator antinuclear, são nomes complicados não? Mas fazem parte da vida de milhares de mulheres no mundo. Cerca de 98% delas que tentaram engravidar e tiveram abortos espontâneos apresentaram algum tipo de problema imunológico. O número é alto e o médico e diretor fundador do RDO Diagnósticos, Ricardo de Oliveira,  destaca cinco causas que podem impedir a gravidez.

“As mulheres que tentam engravidar durante meses sem sucesso não devem se desesperar. Em muitos casos os problemas podem ser diagnosticados com exames simples e de forma convencional, sem ter que recorrer a tratamentos mais complexos que exigem alto investimento. Há sempre uma causa para infertilidade, que pode ser investigada e tratada com mais de 90% de êxito”, afirma ele.

Com base em um levantamento de 11 mil pacientes atendidas ao longo de 10 anos, Oliveira aponta abaixo os problemas imunológicos mais frequentes.

Tiroidite – É uma doença autoimune que atinge 20% das mulheres e leva ao hipotireoidismo. A produção de anticorpos aumenta, o que impede a implantação do embrião no útero. Também pode causar  inflamação na placenta, que provoca o aborto.

Diagnóstico e tratamento – A doença pode ser detectada por um exame de sangue.  O tratamento é feito por uso de corticoesteroides que não atravessam a placenta.

Endometrite Crônica – É uma inflamação do tecido que reveste o endométrio, a parede interna do útero. Ela ocorre em 80% das mulheres que apresentam infertilidade sem causa aparente e em 30% das que tiveram aborto precoce. É causada por uma alteração imunológica ou infecciosa. Isso impede a implantação do embrião.

Diagnóstico e tratamento – O exame para o diagnóstico é a histeroscopia e, após tratamento com cirurgia, antibióticos e anti-inflamatórios, a paciente volta a ser fértil.

Trombofilias – Provoca alterações na coagulação sanguínea e imunológica, desenvolvendo anticorpos que atacam a placenta, impedindo a implantação do embrião e provocando o aborto. A incidência nas mulheres varia de 20% a 60%.

Diagnóstico e tratamento – Por meio de exame de sangue essas alterações podem ser diagnosticadas. O tratamento é feito com uso de Enoxaparina sódica.

Aloimunidade – Ocorre quando o casal tem semelhanças genéticas, o corpo da mulher não reconhece a gravidez e interpreta o embrião como um corpo estranho. Isso ocorre em 61% das mulheres que sofrem abortos precoces.

Diagnóstico e tratamento – Uma vacina produzida com linfócitos do sangue do pai é o tratamento. Desta forma, o organismo da mulher é estimulado a produzir anticorpos que identificam as proteínas paternas no embrião sem mais rejeitá-lo.

Fator antinuclear- Ocorre quando os anticorpos do próprio organismo da mulher impedem o avanço da gestação. Eles atacam o embrião causando intenso processo inflamatório, placentário ou fetal. Isso ocorre em 50% das mulheres.

Diagnóstico e tratamento – O exame é feito por dosagem de fator anti-núcleo e o tratamento por prednisona, que trata a inflamação, não atravessa a placenta e permite uma gestação normal.

Fonte – Revista Pais e Filhos


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Uma das maiores campanhas pela cura do câncer infantojuvenil, o Mc Dia Feliz, será realizado no próximo sábado, 26 de agosto. A iniciativa mobiliza diferentes setores da sociedade e a Criogênesis, engajada e disposta a ajudar, fará parte da ação.

Coordenada pelo Instituto Ronald McDonald em todo o país, a campanha conta com a participação de instituições, funcionários, franqueados e fornecedores do sistema McDonald’s, além da mobilização de milhares de voluntários que fazem a ação no último sábado do mês de agosto, para transformar Big Mac em sorrisos.

Neste dia, toda a arrecadação obtida com a venda do Big Mac, isoladamente ou na McOferta 01 (exceto impostos), será revertida para o apoio a projetos de instituições que trabalham em benefício de adolescentes e crianças com câncer.

As instituições cadastradas junto ao Instituto Ronald McDonald apresentam projetos, que são apreciados e recomendados pelos Conselhos Científico e Executivo do Instituto Ronald McDonald, que avaliam a viabilidade dos mesmos, a fim de que tenham sustentabilidade para sua execução.

Fonte – Instituto Ronald McDonald


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No dia 26 de agosto, das 9 às 13 horas, será realizado mais um curso gratuito para gestantes na sede da Criogênesis, à Rua Luisiânia, 147, Brooklin. Serão abordados temas como, a evolução da gestação, os principais cuidados durante a gravidez, tipos de parto, cuidados com o bebê, amamentação, entre outros.

O objetivo da Criogênesis é ajudar os futuros papais com importantes dicas e orientações a se prepararem e terem noção dos cuidados necessários com a chegada do bebê. Por mais conhecimento que as pessoas acreditam ter sobre como cuidar de uma criança, a aula aborda situações inusitadas no dia a dia que requer muito cuidado, como um engasgue inesperado ou cólicas intensas.

O curso inclui parte teórica e prática e conta com profissionais capacitados e especializados na área de obstetrícia. As inscrições e o curso são totalmente gratuitos. As matrículas podem ser feitas pelo telefone 0800 773 21 66 (24 horas) ou pelo e-mail eventos@criogenesis.com.br

O Grupo Criogênesis tem mais de 14 anos de experiência com células-tronco, é acreditado pela AABB (Associação Norte Americana de Bancos de Sangue) e certificado pela IQNet NBR ISO 9001:2015. A clínica é referência em serviços de coleta e criopreservação de células-tronco, medicina reprodutiva, gel de plaquetas e aférese, incluindo a diferenciada técnica de fotoférese extracorpórea.


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O diretor técnico da Criogênesis, Dr. Nelson Tatsui esclarece dúvidas

Coletar e armazenar as células-tronco do cordão umbilical do meu filho ou da polpa do dente de leite? Para que serve o procedimento? Quando meu filho irá usar? Onde faço e armazeno esse material? São muitas dúvidas sobre este assunto que vem crescendo e se tornando cada vez mais discutido na população. Sobretudo, quando é divulgado entre a classe artística, conforme a declaração da atriz Thais Fersoza que fez a coleta com seus filhos.

Polêmico, o assunto atualmente levanta debates entre os médicos desde o surgimento dos bancos privados de armazenagem. Afinal, vale a pena ou não investir em uma estocagem privada?

O diretor técnico da Criogênesis e Hematologista do HC – FMUSP (Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo), Dr. Nelson Tatsui, esclereceu que o banco de armazenamento público deve existir, mas que a opção pelo sistema privado é uma precaução. “Óbvio que o armazenamento público deve existir, porque a célula vai servir para alguém. Os pais que guardam no sistema privado só estão se prevenindo de uma falta de doador compatível, mesmo desconhecendo o futuro do transplante”, disse.

Na rede pública, as células-tronco armazenadas são provenientes de doações voluntárias. A doação é realizada em maternidades credenciadas do programa Rede BrasilCord (existem 13 no Brasil). A coleta é feita de forma indolor e segura, logo após o nascimento do bebê. Nesse banco, as células poderão ser utilizadas por qualquer pessoa desde que haja compatibilidade sanguínea. Este tipo de armazenamento tem o custo coberto pelo SUS (Sistema Único de Saúde).

Em paralelo ao banco público, empresas privadas também criaram um sistema de uso exclusivo. Nos bancos pagos – optado pela atriz Thais Fersoza – as células são guardadas apenas para uso da família.

“Para algumas doenças é melhor usar as células-tronco de outro doador, mas e quando não tem alguém compatível? A média de pessoas que recebe a célula de pessoa compatível é de 30%. Isso é muito pouco”. Segundo Dr. Nelson Tatsui, o investimento em terapia privada é para um caso de necessidade. “Embora tenha crescido o número de doadores, tem diminuído o número de compatíveis. O armazenamento é uma forma preventiva de evitar problemas futuros”, afirma.

Fonte – UOL