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Pesquisa afirma que o carinho influencia no desenvolvimento cerebral da criança

Uma demonstração de amor dos pais faz a criança tanto perceber o quanto é amada como também serve para acalmá-la em situações de estresse. Um novo estudo publicado pelo Journal Proceedings of the National Academy of Sciences apontou que o carinho também influencia no desenvolvimento cerebral do seu filho.

A pesquisa realizada pela Universidade de Washington avaliou 92 crianças com idades entre 3 e 6 anos. Os pesquisadores colocaram pais e filhos em um laboratório e gravaram as imagens. Após um tempo, as crianças começavam a ficar inquietas e alguns pais tentavam acalmá-las com carinho e tranquilidade. Já outros perdiam um pouco da paciência.

Anos após a experiência, os pesquisadores notaram que as crianças que tinham um carinho mais efetivo dos responsáveis, durante o tempo de estresse no laboratório, tiveram um significativo aumento do hipocampo (parte do cérebro) do que aquelas cujos pais tiveram menos paciência para lidar com o comportamento.

Por que isso é importante? Porque mais do que qualquer outra parte do cérebro, quando falamos de hipocampo, tamanho importa! Ter um pequeno hipocampo aumenta o risco de desenvolver problemas de saúde como a depressão e traumas causados pelo estresse como Alzheimer.

Portanto, além de ajudar no desenvolvimento cerebral da criança e prevenir doenças, a demonstração de afeto e carinho estreita laços e transforma o ambiente de sua casa. Não economize nas doses de amor ao seu filho e aproveite para estender essas demonstrações aos outros familiares. Em tempos corridos como vivemos atualmente, muitas vezes nos esquecemos de olhar, escutar e abraçar quem está a nossa volta.

Fonte – Revista Pais e Filhos


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Para fazer os exames do câncer de mama não é necessária a solicitação médica 

Cada ano vem aumentando a adesão ao movimento mundial “Outubro Rosa” e é importante focar neste sério assunto nos 12 meses do ano, já que a doença é implacável e se faz presente não só no mês de outubro, mas este mês é representativo para a causa, tornando-se especial e destacado dos demais.

O nome da campanha remete à cor do laço rosa que simboliza, mundialmente, a luta contra o câncer de mama e estimula a participação da população, empresas e entidades. Para fazer os exames de rastreamento do câncer de mama, não é necessária a solicitação médica. Durante a ação, serão atendidas gratuitamente mulheres de 50 a 69 anos, que precisam comparecer aos locais de exame com original e cópia da identidade, CPF, comprovante de residência e cartão do Sistema Único de Saúde (SUS). Certifique-se na Prefeitura Municipal de sua cidade a programação da campanha, bem como os locais disponíveis para consultas, exames e realização de palestras.

De acordo com dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca), quando detectada em fase inicial, a doença pode alcançar até 95% de cura.  Além da mamografia, o Outubro Rosa alerta para a importância do autoexame. Segundo o Inca, em 2016, 66,2% das descobertas da doença ocorrem pelas próprias pacientes. O coordenador-geral de Oncologia do Hospital Santa Lúcia, Fernando Maluf, ressalta a importância do autoexame, mesmo em quem tem menos de 40 anos. “A incidência em mulheres novas vem aumentando”, informa. “A mamografia anual para essas mulheres não é necessária, exceto nos casos de histórico familiar”.

Segundo Maluf, uma em cada 10 mulheres tem ou vai ter o tumor. “A incidência vem crescendo entre 5% e 10% nos últimos 10 anos. A população está envelhecendo, e isso (a doença) está muito relacionada à obesidade, ao sedentarismo. Os tumores femininos talvez sejam os que mais têm apresentado crescimento”, adverte.

Fonte – Instituto Nacional do Câncer (Inca)

Portal Outubro Rosa


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O transplante poderia tratar bebês afetados com condições ósseas raras e pessoas mais velhas

Em recente pesquisa realizada pela University College, de Londres, foi constatado que as células-tronco encontradas no líquido amniótico tem grande potencial para tratamento de bebês com condições ósseas raras e pessoas idosas com osteoporose. Os cientistas propuseram a terapia incomum após estudos mostrarem que o tratamento levou a 78% menos fraturas em animais que foram criados para ter uma desordem óssea quebradiça.

Acredita-se que essas células-tronco  sejam muito potentes e poderiam ser coletadas quando as mulheres grávidas tiveram testes do líquido amniótico e quando os médicos induzirem a quebra da água antes do parto. “É possível coletar o fluido e isolar as células dele”, disse Pascale Guillot, idealizador do estudo. “Os ossos se tornam muito mais fortes e a forma como ele é organizado internamente é de qualidade muito maior”, completou.

A novidade partiu após uma série de experiências, em que Guillot começou a investigar se as células estaminais coletadas do líquido amniótico humano poderiam ajudar a fortalecer ossos fracos em camundongos. Então foi descoberto que a introdução das células multiplicaram e amadureceram os ossos de forma mais eficaz. “A descoberta pode ter um efeito profundo sobre a vida de pacientes com ossos frágeis e reduzir em grande quantidade os casos de fraturas dolorosas”, disse Guillot.

Os pesquisadores esperam iniciar um ensaio clínico em humanos nos próximos dois anos. Se o tratamento for efetivo, pode ser administrado em bebês afetados ao nascer ou mesmo enquanto ainda estão no útero. A pesquisa foi publicada na revista Scientific Reports.

Fonte – Revista Scientific Reports


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Cortar a própria fruta e arrumar a mochila para a escola são pequenos gestos que estimulam o desenvolvimento da criança

Crianças de 2 a 5 anos foram observadas por pesquisadores quanto a preocupações e práticas dos pais e os resultados apontaram que embora estejamos em um tempo de futuro incerto, levando em consideração as alterações climáticas e mudanças sociais, os pais estão apostando numa educação mais exposta, deixando as crianças terem mais liberdade de exploração.

Segundo Mariana Saes, Consumer Insights e Analytics Manager da Viacom, idealizadora da pesquisa, o primeiro desejo dos pais é que seus filhos tenham experiências. Mesmo com dois ou três anos, a criança tem a possibilidade de participar de atividades domésticas e ser exposta a alguns “riscos”. “Deixar o filho cortar a própria banana com supervisão, passar a manteiga no pão, arrumar a própria mochila para a escola, são coisas pequenas, mas que geram aprendizado e uma certa independência na criança”, afirma Mariana.

O segundo desejo mais citado na pesquisa é a brincadeira. Os pais acreditam que os filhos aprendem muito através do brincar. “Muitos comentam que as crianças gostam de imitar. Fingem comprar as coisas, fingem dirigir o carro e é através desse ‘faz de conta’ que eles aprendem as regras da vida”, explica a especialista.

Já a terceira coisa que os pais desejam é que a criança se beneficie através do uso da tecnologia. A pesquisa mostrou que 68% das crianças na idade pré-escolar têm acesso ao tablet e passam cerca de 1h30 por dia com os eletrônicos nas mãos. Apesar de toda a exposição, 59% dos pais acreditam que muito tempo com as telas pode interferir negativamente no aprendizado e desenvolvimento dos filhos. Por isso a busca para compreender quais são os limites e ensinar as crianças a extrair o melhor desses recursos é muito importante.

“O que concluímos através desse levantamento é que os pais estão criando uma geração de pré-escolares prontos para a vida. Crianças que têm uma certa independência e se sentem com direito a voz”, afirma Mariana.

Fonte: Revista Pais e Filhos


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Buscando desenvolver tratamento para doenças neurodegenerativas, cientistas da Escola de Medicina da Universidade de Washington, em St. Louis, conseguiram converteram células de pele de adultos saudáveis em neurônios motores sem passar por um estado de células estaminais.

A técnica possibilita o estudo dos neurônios motores do sistema nervoso central humano no laboratório. Ao contrário dos neurônios motores de ratos comumente estudados, os neurônios motores humanos que crescem no laboratório seriam uma nova ferramenta, uma vez que os pesquisadores não podem tirar amostras desses neurônios de pessoas vivas, mas podem facilmente pegar amostras de pele.

Os neurônios motorizados contraem os músculos e seus danos estão subjacentes a doenças devastadoras, como a esclerose lateral amiotrófica e a atrofia muscular espinhal, que, em última instância, levam a paralisia e morte precoce.

Evitar a fase de células-tronco elimina preocupações éticas levantadas ao produzir o que são chamados de células-tronco pluripotentes, que são semelhantes às células-tronco embrionárias e capaz de se tornar todos os tipos de células adultas. E, o que é importante, evitar um estado de células estaminais permite aos neurônios motores resultantes manter a idade das células originais da pele e, portanto, a idade do paciente. Manter a idade cronológica destas células é vital ao estudar doenças neurodegenerativas que se desenvolvem em pessoas de diferentes idades e pioram ao longo de décadas.

“Utilizamos apenas células da pele de adultos saudáveis que variam de idade desde o início dos anos 20 até o final dos anos 60”, disse o autor principal Andrew S. Yoo, PhD, professor assistente de biologia do desenvolvimento. “Nossa pesquisa revelou como pequenas moléculas de ARN podem trabalhar com outros sinais celulares chamados fatores de transcrição para gerar tipos específicos de neurônios, neste caso neurônios motores. No futuro, gostaríamos de estudar células da pele de pacientes com distúrbios de neurônios motores. O processo de conversão deve modelar os aspectos de início tardio da doença usando neurônios derivados de pacientes com a condição “.

A capacidade dos cientistas para converter células de pele humana em outros tipos de células, como os neurônios, tem potencial para melhorar a compreensão da doença e levar a encontrar novas maneiras de curar os tecidos e órgãos danificados, um campo chamado medicina regenerativa.

O estudo é publicado em 7 de setembro na revista Cell Stem Cell .

Fonte: Science Daily


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Hoje (22) é o último dia da Campanha de Multivacinação 2017, que tem como objetivo atualizar a caderneta de vacinação de crianças e adolescentes. Os postos de saúde estarão abertos até o fim da tarde. Segundo o Ministério da Saúde, foram disponibilizadas 13 vacinas, para crianças até nove anos, e oito para adolescentes de 10 a 15 anos.

O alvo da campanha são crianças menores de 5 anos, crianças de 9 anos e adolescentes de 10 a 15 anos incompletos. Cerca de 47 milhões de crianças e adolescentes estão convocados para atualizar a caderneta de vacina. Segundo o Ministério da Saúde, 53% desse público não estão com a vacinação em dia.

As vacinas disponíveis nesta campanha para crianças menores de 7 anos são: BCG – ID, hepatite B, penta (DTP/Hib/Hep B), VIP (Vacina Inativada Poliomielite), VOP (vacina oral contra pólio), VORH (Vacina Oral de Rotavírus Humano), vacina pneumocócica 10 valente, febre amarela, tríplice viral (sarampo, rubéola, caxumba), DTP (tríplice bacteriana), vacina meningocócica conjugada tipo C, tetraviral (sarampo, rubéola, caxumba e varicela) e hepatite A.

As doses disponíveis para crianças e adolescentes entre 7 e 15 anos são hepatite B, febre amarela, tríplice viral, dT (dupla tipo adulto), dTpa, vacina meningocócica conjugada tipo C e HPV.

Fonte: Agência Brasil


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Uma vez por ano, profissionais da área da saúde da cidade de São Paulo se deslocam para determinadas regiões com o intuito de dar assistência médica à população carente; inclusive à população indígena. Sendo nesse cenário de assistência à saúde que a Criogênesis colabora constantemente, o projeto Missão Xingu realizou em setembro, a 12ª Edição envolvendo médicos fisioterapeutas, dentistas, enfermeiros, além de voluntários do próprio município de São José do Xingu, no Mato Grosso, lugar escolhido para essa Missão. “Fizemos essa escolha, porque há 12 anos percebíamos que a comunidade era muito carente sob vários aspectos e essa foi a maneira de ajudarmos”, explicou o médico oftalmologista Marcos Miguel Moretti, que participa da Missão desde o primeiro ano.
Os voluntários da Missão incluíram médicos especialistas em ginecologia e obstetrícia, oftalmologista, dermatologista, clínico geral e dentista. Este ano os atendimentos aconteceram na sede do município, em aldeias indígenas e pela primeira vez os atendimentos também foram feitos em Santo Antônio do Fontoura. Além de atendimento na saúde, a Missão Xingu também faz trabalhos como palestras, doação de roupas e brinquedos para a comunidade. “A nossa Missão é melhorar e ajudar as pessoas que precisam, isso nos deixa realizados”, disse o médico Carlos Moretti.

Fonte – Agência de notícias portal Mato Grosso


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Os miomas uterinos podem causar diversos sintomas, que variam de acordo com seu tamanho, quantidade e localização no útero. Cólicas abdominais e sangramentos fora do período menstrual são os mais comuns, porém, em muitos casos, o mioma não apresenta sintomas, e a mulher pode nem saber que tem.

Por ser um tumor benigno, o mioma não costuma trazer perigos à saúde da mulher, e seus sintomas podem ser controlados através dos tratamentos com remédios ou cirurgia.

Os principais sintomas apresentados por mulheres com miomas são aumento do fluxo sanguíneo e da duração do período menstrual, sangramentos fora do período menstrual, dor abdominal e cólicas na região do útero, sensação de pressão na barriga, aumento da vontade de urinar, prisão de ventre e dificuldade para engravidar.

Os sintomas do mioma nas mulheres grávidas são os mesmos, porém podem ficar mais fortes neste período, e cuidados, como repouso, devem ser tomados para não colocar em risco a saúde do bebê.

Estes sintomas podem, ainda, variar de acordo com os tipos de mioma, que são:

  • Subserosos: ficam na parte externa do útero, por isso podem crescer mais e empurrar os órgãos ao redor, causando vontade de urinar, diarreia ou prisão de ventre. Quando ficam pendurados para fora do útero, são chamados de miomas pediculados.
  • Intramurais: se localizam dentro da parede que forma o útero, e desta forma, podem causar mais dores abdominais, cólicas e dores durante o contato íntimo;
  • Submucosos: ficam na parte interna do útero, e causam mais os sangramentos e dificuldade para engravidar.

Além disto, se a mulher tiver muitos miomas ou se ele for grande, os sintomas podem ser mais intensos. O diagnóstico do mioma uterino é feito pelo médico ginecologista, que irá observar a região da vagina e palpar o abdome para sentir o contorno do útero e solicitar o ultrassom do abdome ou transvaginal. Alguns casos podem ser mais difíceis de confirmar, e exames de imagem como histeroscopia, histerossonografia e histerossalpingografia, que avaliam a cavidade do útero, podem ser necessários.

O tratamento é feito na mulher que tem sintomas, e podem ser usados remédios hormonais, como a pílula anticoncepcional, que fazem reduzir o tamanho do mioma e os seus sintomas. Para a retirada do mioma, pode ser feita a cirurgia. Além disto, medicamentos antiinflamatórios, podem ser usados para aliviar os sintomas que incomodam a mulher, como as cólicas.

Fonte: Portal Tua Saúde


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Células-tronco neurais foram descobertas em tecido de cérebro epiléptico – fora das regiões do cérebro onde elas normalmente residem

Em um grupo de pacientes que passou por uma cirurgia para epilepsia, foi constatado que mais da metade tinham células-tronco onde indivíduos saudáveis não possuíam. A afirmação foi feita após estudo da Academia Sahlgrenska, na Universidade de Gothenburg.

“Suspeitávamos da novidade e agora ganhamos novo conhecimento sobre características moleculares dessas células-tronco neurais”, afirmou Dr. Milos Pekny, professor no Instituto de Psicologia e Neurociência.

Células-tronco neurais com a habilidade de formar novos neurônios no cérebro estão normalmente presentes no hipocampo (a parte do cérebro conectada ao aprendizado e à memória) e na zona subventricular do cérebro. Contudo, em oito dos 14 pacientes pesquisados, as células-tronco neurais estavam presentes fora dessas regiões, nomeadamente no tecido epitelial do cérebro que foi cirurgicamente removido.

Mais de 50 operações desse tipo são conduzidas na Suécia anualmente, das quais cerca de 20 em Gothenburg, com a maioria dos pacientes tornando-se livre de crises ou com redução significativa na frequência de convulsões. Depois de uma extensa investigação visando à localização precisa do foco epiléptico, o tecido cerebral danificado devido à má formação, doença ou outra causa, é cirurgicamente removido.

Cirurgiões, neurologistas e neurocientistas trabalharam lado a lado no atual estudo, que seguiu aprovação ética e o consentimento informado de cada paciente. A equipe examinou uma pequena parte de um tecido removido, usado para exame histopatológico numa sala de operação e no laboratório de pesquisa, apenas alguns minutos após a remoção.

“Cerca de 60% doos pacientes tinham tecido epiléptico que continha células-tronco neurais que poderiam ser convertidas em neurônios, astrócitos e oligodendrócitos (os três tipos de células cerebrais que células-tronco neurais podem diferenciar) quando eles foram  cultivados em laboratório”, afirmou o Dr. Pekny.

“Isso pode apontar para uma melhor plasticidade no tecido epiléptico, que, em certa medida, pode ser comparado ao tecido cerebral de um recém-nascido”, ele continuou.

“Cientistas adquiriram um melhor entendimento molecular da região do cérebro em indivíduos com epilepsia, que, devido a um desenvolvimento anormal, trauma, acidente vascular cerebral ou um tumor em crescimento, pararam de responder aos sinais de controle, e isso resulta em convulsões recorrentes”, disse Dr. Pekny.

Fonte – Instituto de Pesquisa com Células-Tronco